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ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

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Academic year: 2022

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-. _.~..-...--

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

Expeça-se

o

REQUERIMENTO

[X)

PERGUNTA

Número

Publique-se

u'7 d L /2061-

o Secretárioda Mesa

Assunto: TRANSPORTEDEDOENTESNÃOURGENTESNAÁREADA ULSNA Destinatário:Ministérioda Saúde

Exm.oSr. Presidenteda Assembleiada República

o Despacho nO19 264/2010 abriu a porta às piores injustiças e às maiores iniquidades sociais, concorrendo, igualmente, para o afastamento de muitos doentes dos tratamentos disponibilizadospelos serviços públicosde saúde.

Além do mais, é absolutamente incompreensível e mesmo inaceitável que o Governo tenha aprovado um Despacho sobre transporte de doentes não urgentes, não o fazendo acompanhar das pertinentes normas regulamentares e, só um mês depois da publicação daquele em Diário da República, assuma que está a estudar a "modulação" das condições em que o SNS garante o transporte em questão. Essa modulação deveria ter sido estudada previamente à aprovação do Despacho em questão.

A consequência da situação actual, criada por exclusiva responsabilidade do Governo, é que milhares de utentes do SNS estão a ser prejudicados, deixando de obter os tratamentos e consultas de que carecem - seja nas situações de transporte para serviços de saúde, de transferência entre serviços ou mesmo de alta clínica

-

situação compreensivelmente geradora de grande ansiedade na população, que vê ser-lhe colocada uma barreira económica no acesso aos

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ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

cuidados de saúde, a qual compromete a própria universalidade.

A insensibilidade social vertida nestas novas regras do pagamento do transporte de doentes não urgentes tem ainda efeitos devastadores nas regiões do interior de Portugal continental. cujas populações, envelhecidas e empobrecidas, se encontram sempre muito dependentes de tratamentos que só os hospitais centrais e os hospitais altamente diferenciados, não raro situados a dezenas ou mesmo centenas de quilómetros, lhes podem oferecer.

Esta situação tem particular acuidade no Alto Alentejo em virtude da forma como está a ser gerido o processo. tendo a Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano

-

ULSNA, estado a definir critérios que escapam a qualquer lógica de razoabilidade e coerência, colocando questões que urge responder.

Por um lado não se percebe o papel que a ULSNA pretende atribuir tanto às associações de bombeiros, às empresas prestadoras de serviços de hemodiálise como dos táxis enquanto transporte público.

A situação é tanto mais gravosa porque a ULSNA estabeleceu um acordo de transporte com a Antral

-

Associação Nacional dos Transportes Rodoviários em Automóveis Ligeiros, com regras próprias mas que segundo informação prestada pelos próprios não está a cumprir.

Nestes termos:

Reitera-se o reconhecimento de estarmos perante situação a que urge dar respostas, assim, o Deputado abaixo-assinado do Grupo Parlamentar do PSD e eleito pelo distrito de Portalegre, vem requerer a V. Exa. se digne solicitar ao Governo através do Ministério da Saúde, e ao abrigo do disposto nas alíneas d)

(3)

--- - -~-- - --- - -..-. __o..,___

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

e e) do artigo 156° da Constituição Portuguesa e da alínea e) do n.o 1 do artigo 4° do regimento da Assembleia da República, informação sobre as seguintes questões:

-

Quais as regras aplicáveis ao transporte de doentes não urgentes na área de intervenção da Unidade de Saúde do Norte Alentejano?

-

Tendo sido celebrado acordo de transporte com a ANTRAL encontra-se o mesmo a ser cumprido?

Junta os seguintes documentos: Fotocópias de acordo ULSNA com ANTRAL e exposição proprietários de táxis.

Paláciode S. Bento, 25 de Fevereiro de 2011

(4)

Para:245993448 P.2/5

...

ACORDO DE TRANSPORTE

Aos 13 di~ do mês de Abril de 2009, entre a Unidade Local dEi'Saúde do Norte Alente~ano,E.P.E., com o número de contribuinte n.o508094468,com sede na Av~nidade Sento

AntOnio, 7301-853 Portalegre, represetitada

neste 8ÇÍO pelo Presidente do Conselho de

Administtaçao.

António Luís Pinheiro

~Ib$iro,portadõr do B.I. n,o 2585193, emitido em 09.06.2004, p.~!oSIC de Portalegre, e a Antral-AssociaçaoNacionaldos Transportadores

'ROdoviários

eQ'lAutomOvelsligeiros, titulardo CPC 500 885 303, com sede ~~ Avenida eng.

CI

Arantês e Oliveira, n.°1&-1949-019 ~blsboa, representada pel~ Presidente qJil~ire~~, Florêncio Plácido de Almeida,compoderesparao a~o, portador qp ~.I. n.O1542406, emitidoem 22 de Agosto de 2005, peJo SIÇ

Lisboa,

é

~I~dp ~ presente acordo,com observância das condiçõese cláusulas

sft9~intes que as partes aceitem

e

reciprocamente..

se obrigama cumprir.

ia (Objecto)

o presente acordo têm como objecto o transporte de utentest q4e não se enqqadrem nos critérios definidos para o transporteem emb~lência, às

instítPiÇÕ8jS ~ ul'1iqadesde saúde indicadospela UnidadeLocalde Saúde do

No~ Alel1tejano,~.P.E.

I.:

,..

(Execuçao do aCOrdO)

1. Para execução do presente acordo o Segundo Outorgant~ elaborará escalfas de serviço de forma à garantir a equidade, tran~parênciae racionalizaçãodos meios, medianteos dados enviados pelé Núcleo de Transportes de doentes da ULSNA,E.P.E.,de forma quinzenal,

OUcom

a brevidade possível atendendo a que por vezes alguma~ consultas, tratamentos e exames em ambulatório poderão ser mar.eados

l,""'"

e agendado$ commenor periodicidade.

.~

2.

O Segundo Outorganteefectuará três escalas,a saber:

a) Tratamentosde Radioterapia;

b} Tratamentosde Fisioterapia;

c) Outros Serviços Programados em ambulatório,como consultas e exames.

(Pregos Km)

(5)

,..

11:44 De:ULSNA-ADMINISTRACAO 245330359 Para: 245993448

Os preços a vigorarem

durante

o ano de 2009,

serao

os seguinte*i:

~ Serviço Urbano- 3, 25€;

- Preço/Km- O,36€,

-Viaturas com maisde 4 lugares. 0,42

€ Km

2- Os valores

referidos no númeroserão actualizados

anualmente..

de acordo comas esUmativas

oficiais do Instituto Nacional

de Estatfstica para ~ inflação, à

semelhança do previsto no n.~ do Despacho n.o 1491612004, de 26 de Julho, publicado no O.R. Ir Série.

(Horas de espera)

1. O Preço da hora de espera e de 3,40 "

sendo

apena~ este valor facturado a partirda prim~ira hora de espera, excepto nos

percursos

superiores a 200 Km,ida e volta, onde nêo haverá pagamentos

de horas

de espera.

2. Em caso de consultas,tratamentosou exames na ULSNA,E.P.E,ou

transportes fora do distrito, quando efectuados apenas

a um utente,

não

serão cobradas

quaisquer horas de espera.

3. O número máximo de 'horas de espera a cobrar é de cinco.

4. As horas de espera terão que ser devidamente comprovadas através de documento emitido pelos serviços dondeconstea hara de Chegada e a hora de partida.

5. O incumprimentodo estipulado no ponto anterior determinare o não pagamento de horas de espera.

6. O valor' do preço da hora de espera será actualizado por triénio.

(Minirnode cobrança)

Sempre que o número de Krn$ percorridos num dos sentidos, multiplicadO pelo seu custo unitário, seja inferior ao valor da cobrança mfnima, C9nstante da convenção celebrada com a Direcção Geral das Actividades EconQmicas, será

este o valor a debitar, não havendo, neste caso, lugar a débito qe horas

de

espers.

(Cobrança à tabela- Preço fixo)

Para cada freguesia existiráuma tabela com um preço fixo, ou seja;o valora

cobrar

desde o local

de residência do utente ao destino

será sempre igual

ao

valor da freguesia onde' está sediada a viatura a esse mesmod~stlno. E da

(6)

1"

fl:44 De:ULSNA-ADMINISTRACAO 245330359 Para:245993448

. \j

re.ponsebi"~de da ANTRA~a elaboraçAode uma tabela paliaca<ilafreguesia d

a ser entregue

ao Nücleo Coordenador de Transportes da ULSNA.E.P.E.

-.

(Apresentação das viaturas)

Durante o exerci cio da actividade

de transporte de utentes, as viatur~s deverão apresentar-se s$mpre em bom estado .ge higiene. limpeza e arrumação.

por forma a proporcipnar-Ihes uma viagem confortável e agradável.

,

(Pessoal)

1- O motorista da viatura deverá usar de

urbanidade e cordiâlidade para

com os utentes quetransporta. Á ser

2- Sempre que se trate de utentes idosos, QUutentes com

difléuldades

de

orientação,

deverão

os motoristas

promover ã ajuda necessária.

s-

(Aptidão para o transporte)

1.. O transporte de utentes deverá

ser

efectuado

até à lotação oficialmente autorizada

para a viatura estar completa e apenas por pessoal devidamente credenciado e possuidor de toda a doCUmentação obrigatória, como: alvará, licença de aluguer, seguro da viatura, seguro

para os ocupant~s. certificadode aptidão

profissional.

2- O incumprimento do referido no ponto anterior será da respQr1$abilidade

da ANTRAL,podendo a ULSNA, E.P.E. solicitar a exclL:lsãodo(s) infTactor(es)do presente acordo.

1()8

(Pagamento das façturas)

A facturaçãoserá entregue mensalmente por cada um dos aderentes do

presente acordo e o pra%O

de pagamento

das facturas será de 60 diàs.

(7)

.- ~1:45 De:ULSNR-ADMINISTRACAO245330359 Para:245993448 P.5/5.

(Dlsposlçao final)

.-.

"

O

presente acordO entra

em

vigor

no primeirodia do mê&&êguinteao da sua assinatura

e será válido pelo período de um ano renovável por idêntico período caso não seja denunciado por qualquer das partes, através de carta regi$tada com aviso de recepção, com uma antecedência mínima de 60 dias.

o

Presidente do Conselho de Administração da ULSNA. EP.E.

tL\\,-~

o Presidenteda Direcção da ANTRAL

...

~ --

.>

(8)

Transportede doentes em táxi (Distritode Portalegre)

Vimosporestemeiodarconhecimento doquesepassanoDistritodePortalegre,relativamente ao transportede doentesdos Centrosde Saúde,transportede utentesparatratamentos de fisioterapiae deslocações, quer dentrodo concelhocomofora deste,para tratamentose exames.

Acontece que, desde Janeiro do corrente ano, com entrada em vigor do Despacho nO 1926412010e posteriormentecom a distribuiçãode uma circular informativapara todas as Instituiçõesdo ServiçoNacionalde Saúdedatadade 7/0112011e assinadapeloSr. Presidente do ConselhoDirectivo(Dr.ManuelTeixeira)instalou-seo caosno nossosistemade cuidadosde saúde,poisnão só cada responsáveldas diferentesunidadesde saúdefaz interpretaçãoà sua maneirarelativamenteao referidoDespachoe ignoraa circular,criadoumaoutracircularinterna diferentes em cada unidade hospitalar (ao prazer dos membros dos conselhos de Administração).

Pegandonoquedizo despacho "Reconhecida a sua naturezade actividadeinstrumentalà prestaçãode cuidadosde saúde,importa,para alémde garantirelevadospadrõesde qualidadeda prestaçãodas actividadesde transportede doentes,assegurarque as mesmassejamdesenvolvidasde acordocomregrase procedimentos clarose uniformes

em todas as regiões administrativas de saúde, porquanto disso depende, em especial,

a

igualdade de todos os cidadãos no acesso aos cuidados de saúde e a equidade

na

distribuiçãoderecursos,logo,também,a sustentabilidade financeirado ServiçoNacional de Saúde(SNS)."

No nossoDistritonadadisto se verifica,o acessoaos cuidadosde saúdenão são iguais para todos,passoua existirdescriminaçãoentrecidadãosvistoque a atribuiçãode transportenãoé efectuadade umaformauniformeparatodos,passarama existircidadãosde 1°que têm direito a transportee os de 28que se vêm impossibilitadosde se tratarempoisnão existindoqualquer

1

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meio de transportepúbliconas freguesiasonde residemnão lhes é atribuldoqualquertipo de transporte(todoseles enquadradosem situaçõeseconómicasidênticas;qual será o critériode selecção?).

Estamosperanteum fossoquereconómico quersocial,são cidadãoscom pensõesque a grandemaiorianãoultrapassa os300,OOE, comopoderãonofuturoassegurar a suacapacidade económica paraoscuidados desaúdequecompete aogovernoassegurar?

Comopodeexistirsustentabilidade financeirado ServiçoNacionalde Saúdequandoestamos perantedirigentes quesedignama esbanjar essesmesmos recursos?

No nossocaso, Industriaisde Táxis,temossido ignoradospelo Conselhoda Administraçãodo Hospitalde Portalegree temosvisto quebradoo acordoexistenteentre este e a Antral, sem qualquerexplicação.

Mais,na fase de transiçãoforamatribuldosserviçosde transportede doentessem serem entreguesos respectivos documentos de suporte(tennos),encontrando-se os mesmosretidos no gabinetedo serviçode doentes,sendoque sem os documentos de suportenão está assegurado o pagamento dosmesmos.

Apenassabemosque nos foi retiradotodo o tipo de transporteque prestávamosaos cidadãos das nossasfreguesias,essemesmotransportepassoua ser efectuadopelosbombeiros.

(Queremossalientarque nadatemoscontraas corporaçõesde bombeiros,bem pelo contrário reconhecemoso méritoda suaactividade,mas nãosão esteumainstituiçãomaisvocacionados parasituaçõesurgentese especiais,ou passarama ser umaempresade transporte).

o que ficarámaisbaratoao SNSpagarum Táxique transporta4/6/9utentesda sua freguesia, onde só se verificao pagamentode duas viagens,ou a uma ambulância(commacae que só transporta2 utentes)que se tem de deslocarde Portalegreàs respectivaslocalidadesfazendo

porissoo dobrodosKm

s

quefazo Táxidessamesmalocalidade, facturando umvalorsuperior

aos 0,36€ pagospor km aosTáxisacrescidode umataxade 20%por utentese transportarem maisde um,oqueoriginaum acréscimode custosparao ServiçoNacionalde Saúde.

2

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Quandose falaemcontenção decustos,é estranhoexistirresponsáveis a esbanjar dinheirode todosos contribuintes. escolhendo umserviçomuitomaisdispendioso e queabrangemenos doentes,aumentando asdificuldades socioeconómicas doscidadãos.

Relativamente à Administração destehospital, é de realçara faltade respeito querpelos

cidadãosdesteDistritocomoa faltade coragemparaassumiremos seusactosperantetodosos Industriaisde Táxi uma vez que pelo "zumzum"que se vai ouvindoexiste muitasinfonnações internasmasnenhumadelasafixadaparaconhecimentodoscidadãosem geral.

Algunscasosexistentes

./ Utentesretiradosaos Industriais de Táxi,parapassarema seremtransportados por ambulâncias ( de umafonnagerale nocasoda fisioterapia o nonnalseriaos utentes iniciaremnumasessãoemambulância e tenninara sessãoa sertransportado por

táxQ;

algoestáerradono sistema!

./ Tambémé do conhecimento geralquea Corporação ou "empresa" de Bombeiros de Portalegre nãotemcapacidade paratodosos serviçossolicitados. estandoporissoa serementregues àsCorporações dosBombeiros doCratoe Marvão.

./ Houveserviçosdadosa industriaisde táxi apóso dia 12de Janeiroe queagorao hospitalignorao acordoexistente comaAntrale negaessepagamento nãoentregando os respectivos tennosdetransporte (osquaisnuncaforamentregues atempo).

Portudoistoe estandoo paisnumasituaçãoeconómica complicada e quandoo governofala tantoemcontenção nãocompreendemos comoseconsegue esbanjar dinheirodestafonna.

Não conseguimoscompreenderesta pressãocontraos industriaisde táxi quejá vem de outros tempos.

3

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- - - - __h ____.___

Parafinalizaragradecemos que os elementosdo ConselhoAdministrativo cumpramcomo firmadonoacordoassinado entreestese aAntral.

Apenaspretendemos quenosdeixemfazero nossotrabalho,todosnósdesejamosqueas Corporações deBombeiros façamtambémo seucommaiordignidade passival.Ascoisasbem organizadas chegam paratodos,vistoque,infelizmente, existemmuitosdoentes.

Em suma, a interpretaçãoquetem sidoefectuadado supracitadodespacho19264/2010de 14 de Dezembroconjugadacoma circularinformativasupracitada,veiogerara confusão.

Percebemos que na fase que Portugalatravessaserá necessárioaplicaro dinheirodos contribuintes de formamaisadequadapossível,no entanto,é manifesto,que o estadonão poupadinheiroao retiraro transportede doentesaostáxise atribuí-lo,em algunscasos,às corporaçOes deBombeiros, diga-sequebempelocontrário.

Os taxistasnãopretendem efectuaros trabalhosdosbombeiros, sendoclaroquequandoos doentesnecessitam detransporte cuidadodevemsertransportados deambulância.

o quenãose entendeé pessoasa seremtransportadas de ambulância apenasporqueé o transporte disponibilizado, efectuando o percursosentadasnasambulâncias, nãonecessitando demacaouqualquer outroapoionotransporte.

Porquanto,desdejá se requer que seja cumpridoo contrato existente,devendoser atrIbuidosaos respectivostáxis o transportedos doentesnão urgentes,que embora clinicamenteseJustifiquea suadeslocação,tal nãoimpliquea necessidade do transporte emambulância,nomeadamente atravésde maca,ououtroscuidadosanálogos.

J~ \~.{~

y,~'11'7fr:71

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