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Academic year: 2021

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TÍTULO: PREVALÊNCIA DE SOBREPESO E OBESIDADE EM CRIANÇAS DE 4 A 6 ANOS DE ESCOLAS PÚBLICAS DAS REGIÕES LESTE E SUL DE SÃO PAULO.

TÍTULO:

CATEGORIA: CONCLUÍDO CATEGORIA:

ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE ÁREA:

SUBÁREA: NUTRIÇÃO SUBÁREA:

INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI INSTITUIÇÃO:

AUTOR(ES): VANESSA TOZZATO, BIANCA BARBIERI DOS SANTOS, KARINA ALVES DE MENEZES AUTOR(ES):

ORIENTADOR(ES): LUCIANA SETARO, MARIA DO CARMO AZEVEDO LEUNG, VANESSA YURI SUZUKI

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PREVALÊNCIA DE SOBREPESO E OBESIDADE EM CRIANÇAS DE 4 A 6 ANOS DE ESCOLAS PÚBLICAS DAS REGIÕES LESTE E SUL DE SÃO PAULO.

OVERWEIGH AND OBESITY PREVALENCE IN 4 TO 6 YEARS OLD CHILDREN IN PUBLIC SCHOOLS FROM EASTERN ANS SOUTHERN REION OF SÃO PAULO

Resumo

A obesidade infantil é um grave problema de saúde pública. O presente estudo teve como objetivo comparar a prevalência de sobrepeso e obesidade de pré-escolares em Escolas Municipais de Educação Infantil da região leste e sul de São Paulo. Os índices de massa corpórea foram comparados com as curvas de crescimento e desenvolvimento infantil da organização mundial da saúde. 2158 alunos foram avaliados na zona leste, 48,37% eram do gênero masculino e 51,62% do feminino. Os resultados ilustram a prevalência de sobrepeso 18,1% e 19,3% e obesidade 15% e 10,4% em meninos e meninas respectivamente. Em relação à zona sul, dos 300 alunos, 54,7% eram do gênero masculino e 45,3% do feminino, observou-se prevalência de sobrepeso 8,5% e 8,1% e obesidade de 5,5% e 5,9% nos meninos e meninas, respectivamente. Os resultados apontam que a obesidade infantil se tornou um grande problema de saúde pública, sendo necessário a educação/orientação nutricional.

Palavras-chave: Pré-escolar, obesidade infantil, prevalência. Abstract

The Childhood Obesity is a serious public health problem. The current study compared the prevalence of overweigh and obesity in preschoolers in municipal schools of childhood education in eastern and southern region of São Paulo. The children’s body mass index were compared to the WHO’s growth curves. 2158 preschoolars were assessed in the east side, 48.37% were male, 51.62% female, the results show prevalence of overweigh 18,1% , 19,3% and obesity 15%, 10,4% in boys and girls respectively. In the south side 300 preschoolars were assessed, 54,7% were male, 45,3% female, the results shows prevalence of overweigh 8,5%, 8,1% and obesity 5,5%, 5,9% in boys and girls respectively. The results indicate that the childhood obesity became a big public heath’s problem, being necessary a nutrition education/orientation.

Keywords: preescholar, Pediatric obesity, prevalence. Autores

Luciana Setaro

Nutricionista graduada pelo centro universitário São Camilo, especialista em fisiologia do exercício - UNIFESP, mestre em Nutrição Humana Aplicada – USP, doutora em Ciências dos Alimentos – USP.

Maria do Carmo Leung N

Nutricionista graduada pelo centro universitário São Camilo, mestre em Gestão de Serviços e Saúde.

Vanessa Yuri Suzuki

Nutricionista Graduada pela Universidade Nove de Julho, especialista em Nutrição Clínica e Estética, mestranda em cirurgia Translacional.

Vanessa Tozzato

Graduanda em nutrição pela Universidade Anhembi Morumbi. Bianca Barbieri dos Santos

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Karina Alves de Menezes

Graduada em Educação Física pela Universidade Nove de Julho, Graduanda em nutrição pela Universidade Anhembi Morumbi.

Introdução

A obesidade é uma síndrome multifatorial, caracterizada pelo aumento de tecido adiposo (SIMON ET AL, 2009; FAGUNDES ET AL, 2008; FERNANDES; GALLO; ADVÍNCULA, 2006). A obesidade ocorre mais frequentemente no primeiro ano de vida, entre 5 e 6 anos e na adolescência (DIETZ WH et al, 2001; EBBELING CB; PAWLAK DB; LUDWIG DS et al, 2002).

Na fase pré-escolar a criança começa a interessar-se mais pelo ambiente que a cerca. O alimento passa então a ter importância secundária, o que aumenta a ansiedade dos pais com relação à alimentação. As modificações nos padrões alimentar e de atividade física, em geral, são mais aceitas pelas crianças e os hábitos alimentares são fixados neste período (DIETZWH,1997).

Segundo a Pesquisa de Orçamentos Familiares - POF 2008-2009, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE) em parceria com o Ministério da Saúde constatou um aumento significativo no excesso de peso, atingindo 33,5% das crianças de 5 a 9 anos, sendo que 16,6% dos meninos e 11,8% das meninas eram considerados obesos. Dessa forma, verifica-se a importância do monitoramento constante do estado nutricional de pré-escolares, uma vez que a ocorrência excesso de peso nesta fase poderá acarretar prejuízos à saúde na infância e na fase adulta (PIMENTA; ROCHA, 2012).

Na cidade de São Paulo, mostrou que em um período de 22 anos a prevalência de desnutrição manteve-se estável (2,4%) e que a obesidade aumentou (para 3,8%), mas permaneceu baixo e restrito às crianças de alta renda (MONTEIRO CA, CONDE WL. 1974-1996).

O excesso de peso na infância acontece geralmente por uma combinação de fatores, incluindo hábitos alimentares inadequados, genética, estilo de vida familiar, condição socioeconômica, fatores psicológicos e etnia (SALBE; RAVUSSIN, 2000).

A avaliação antropométrica é utilizada para o diagnóstico de obesidade e outros possíveis distúrbios nutricionais em estudos epidemiológicos, por consistir em procedimento simples, não invasivo, rápido e barato (FAGUNDES et al, 2008; ALVES et al, 2008; Miranda et al, 2012).

Para a interpretação e análise dos dados obtidos a partir da avaliação antropométrica em crianças, alguns índices podem ser utilizados: Índice de Massa Corporal/Idade (IMC/I), Peso/Idade (P/I), Peso/Estatura (P/E) e Estatura/Idade (E/I). Tais informações sobre a avaliação são posteriormente comparadas às curvas de referência como as recomendadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Os resultados podem ser obtidos em percentil ou escore-z (ALVES et al, 2008; MIRANDA et al, 2012; ARAÚJO; CAMPOS, 2008).

A identificação do risco nutricional e a garantia de monitoração contínua do crescimento fazem da avaliação nutricional um instrumento essencial para que os profissionais da área conheçam as condições de saúde dos pré- escolares. Ao monitorá-los, é possível obter conhecimento de seu padrão de crescimento. Cabe ressaltar que algumas deficiências nutricionais especificas podem ocorrer em comprometimento antropométrico imediato, e sua detecção depende da realização de cuidadosa anamnese nutricional (BARROS FC, VICTORA CG, HORTA BL,2001).

A detecção da obesidade durante a fase pré-escolar é importante, por permitir uma intervenção precoce e prevenir as complicações da obesidade futuramente (DIETZ WH,1997).

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O presente estudo teve como objetivo comparar a prevalência de sobrepeso e obesidade de pré-escolares em Escolas Municipais de Educação Infantil (EMEI’S) da região leste e sul do município de São Paulo.

Metodologia

Realizou-se um estudo transversal com uma amostra de 2158 crianças de 4 a 6 anos matriculadas em quatorze escolas municipais da Zona Leste de São Paulo, sem distinção de gênero, etnia ou período de frequência às aulas (matutino/vespertino). Foram encaminhados aos pais dos alunos das escolas participantes, formulários de Consentimento Livre e Esclarecido, sendo que só participaram do estudo aqueles alunos que se dispuseram a ser medidos e cujos pais assinaram o termo de consentimento.

As crianças foram submetidas às coletas das medidas de peso e estatura, no período de Agosto a Outubro de 2013, realizada por alunas de nutrição da Universidade Anhembi Morumbi. As medidas antropométricas foram executadas conforme os parâmetros propostos pelo Ministério da Saúde (2008), utilizando-se um estadiômetro portátil da marca AlturaExata e uma balança portátil da marca Plena com capacidade para 150 kg e precisão de 100 gramas. Com tais medidas calculou-se o índice de massa corporal (IMC), utilizando-se como padrão de referência a classificação sugerida pelo Ministério da Saúde (2004).

Para análise dos dados antropométricos, calculou-se as estimativas de baixa prevalência, baixo peso, sobre peso e obesidade. À partir dos indicadores estatura para idade e índice de massa corporal por idade expressos em escore-z. Foi adotado o padrão de referência da OMS de 2006 para crianças até cinco anos de 2007 até seis anos e a classificação sugerida pelo Ministério da Saúde 2008.

A análise dos dados antropométricos foi realizada com o auxílio do software Anthro Versão 3.2.2, onde foi classificado como baixo IMC para idade valores < escore-z -2, IMC adequado ou eutrófico ≥ escore-z -2 e < escore-z +1, sobrepeso ≥ escore-z +1 e < escore-z +2 e para obesidade valores ≥ escore-z +2. Em se tratando da Estatura/Idade considerou-se baixa estatura para idade valores < escore-z -2 e estatura adequada para idade ≥ escore-z -2 (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2004).

Os resultados obtidos serão comparados com o estudo realizado em escolas municipais da zona sul de São Paulo no período de março a junho de 2012.

A realização deste estudo obedeceu aos princípios éticos para pesquisa envolvendo seres humanos, conforme a Resolução nº 196 DE 10/10/1996, do conselho Nacional de Saúde, e foi aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Anhembi Morumbi, conforme o nº 0246.0.201.000-11.

Resultados

Dos 2158 alunos avaliados, 48,37% (n=1044) eram do gênero masculino e 51,62% (n=1114) do feminino em escolas municipais da zona leste do estado de São Paulo. Os resultados obtidos estão expressos na (TABELA 1) observou-se a prevalência de sobrepeso 18,1% (n=189) e 19,3% (n=215) e obesidade 15% (n=157) e 10,4% (n=116) em meninos e meninas respectivamente. Em relação as crianças da zona sul de São Paulo dos 300 alunos avaliados, 54,7% (n=164) eram do gênero masculino e 45,3% (n=136) do feminino.(TABELA 1), observou-se prevalência de sobrepeso 8,5% (n=14) e 8,1% (n=11) e obesidade de 5,5% (n=9) e 5,9% (n=8) nos meninos e nas meninas, respectivamente. A caracterização da situação nutricional das crianças aponta para risco de aparecimento ou desenvolvimento de futuras complicações à saúde, uma vez que os valores encontrados para sobrepeso e obesidade ultrapassaram os 2,3% esperado encontrar em crianças naturalmente mais pesadas em ambos

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os gêneros. O indicador estatura para idade (TABELA 2), nas EMEI’S da zona sul apontaram prevalência de baixa estatura de 2,4% (n=4) apenas nos meninos.

Discussão

É consenso que a prevalência de sobrepeso tem aumentado na população infantil, o que repercute sobre a saúde e qualidade de vida das crianças. No Brasil, observa-se a progressão da transição nutricional na qual há uma redução nos déficits nutricionais e ocorrência mais expressiva de excesso de peso, o que tem preocupado e desafiado pesquisadores e profissionais da saúde (SIMON et al, 2009; FAGUNDES et al, 2008;).

Apesar da diferença do número de amostra entre as zonas Sul e Leste, foi possível observar uma prevalência de sobrepeso e obesidade muito maior na zona leste.

Diversos fatores podem ser considerados como causa da alta prevalência de sobrepeso e obesidade em crianças de baixa renda atualmente.

Primeiro, pode-se citar a localidade. As escolas estudadas, de modo geral, são localizadas em zonas distantes. Isso dificulta para os moradores o acesso a uma vasta gama de opções de alimentos, pois não há supermercados nas proximidades, e as mercearias possuem um estoque pobre em produtos saudáveis.

Outro fato a ser considerado é o nível de educação dos pais, que pode influenciar no comportamento dietético (KEARNEY, at al, 2000). Os hábitos alimentares dos pais influenciam diretamente na construção dos hábitos alimentares dos filhos. Isso pode levar as crianças a não se importarem com a alimentação saudável.

Segundo CASEY, et al (2001), 3% das famílias com crianças, e 7,5% das famílias de baixa renda com crianças já sofreram com deficiências alimentares. Crianças de baixa renda, tanto as com ingestão alimentar adequada quanto as com ingestão inadequada, tem uma proporção similar de ingestão de macronutrientes e micronutrientes, prática de atividade física, hábito de assistir televisão e porcentagem de sobrepeso e obesidade.

Quando comparados com crianças de uma renda mais elevada, crianças de baixa renda consomem menos calorias e menos carboidratos, porém mais colesterol, menos frutas, e passam mais tempo assistindo TV.

Este mesmo estudo observou maior prevalência de sobrepeso e obesidade em crianças de baixa renda, em comparação com as de uma renda mais elevada.

Apesar disso, a Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde – PNDS (2006), verificou uma prevalência de 22,6% de anemia em crianças de até 5 anos na região sudeste brasileira.

Isso se explica pelo baixo consumo de Frutas, Verduras e Vegetais, que segundo POF-2008-9, compunha apenas 2,8 da alimentação dos brasileiros.

A grande prevalência de obesidade também pode ser justificada pela falta da prática do aleitamento materno. Essa prática parece ter efeito protetor contra a obesidade infantil.

Segundo a OMS (2008) o aleitamento materno exclusivo tem uma média de apenas 54 dias no Brasil, sendo que a recomendação é de 6 meses.

Quanto ao aleitamento materno total, a média brasileira foi de 11,2 meses, tendo uma recomendação de 24 meses.

Conclusão

Os resultados antropométricos apontam maior prevalência de sobrepeso e obesidade em pré-escolares da zona Leste, em ambos os sexos. Porém os resultados de ambas as regiões mostraram-se preocupantes.

A transição nutricional vem crescendo ano a ano, e tornando-se um grande problema de saúde pública.

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Com isso, se faz necessário enfatizar a importância da educação/orientação nutricional, para que se promovam práticas alimentares adequadas e saudáveis, minimizando as carências nutricionais e visando a melhora das condições de alimentação, nutrição e saúde das crianças.

Referências

ALVES, G. et al. Avaliação antropométrica e consumo alimentar de pré-escolares em creches de Umuarama, Paraná. Arq. Ciênc. Saúde Unipar, Umuarama, v. 12, n. 2, p.

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CASEY, P.H. et al. Children in food- Insufficient, Low-Income Families – Prevalence, Health and Nutrition Status. Arch Pediatr Adolesc Med. 2001; 155(4): 508-514. Disponível em <http://archpedi.jamanetwork.com/article.aspx?articleid=190498> Acesso em 12 jun 2014

DIETZ W.H. Periods of risk in childhood for development of adult obesity - What do we need to learn? J Nutr 1997; 127: 1884-6.

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MINISTÉRIO DA SAÚDE. Vigilância alimentar e nutricional – Sisvan: orientações básicas para a coleta e processamento, análise de dados e informação em serviços de saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2004. Disponível em: <http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/orientacoes_basicas_sisvan.pdf>. Acesso em: 22 out. 2013.

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Vigilância alimentar e nutricional – Sisvan: orientações básicas para a coleta e processamento, análise de dados e informação em serviços de saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2004. Disponível em: <http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/orientacoes_basicas_sisvan.pdf>. Acesso em: 8 jun 2014.

MONTEIRO C.A; CONDE W.L. Tendência secular da desnutrição e da obesidade na infância na cidade de São Paulo (1974-1996). Rev Saúde Pública 2000; 34 Suppl 6:52-61.

PIMENTA, T. A. M.; ROCHA, R. A obesidade infantil no Brasil: um estudo comparativo entre a PNSN/1989 e a POF/2008-09 entre crianças de 5 a 9 anos de idade. FIEP

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BULLETIN, v. 82, n. 1, Special Edition, 2012. Disponível em <http://www.fiepbulletin.net/index.php/fiepbulletin/article/view/2224>. Acesso em: 13 jun. 2014.

SALBE, A.D.; RAVUSSIN, E. The determinants of obesity. In: BOUCHARD, C. (Ed.). Physical activity and obesity. Champaign: Human Kinetics, 2000. p.69-102.

SIMON, V. G. N. et al. Prevalência de sobrepeso e obesidade em crianças de dois a seis anos matriculadas em escolas particulares no município de São Paulo. Rev. Bras. Crescimento Desenvolvimento Hum., v. 19, n. 2, p. 211-218, 2009. Disponível em: <http://www.revistasusp.sibi.usp.br/pdf/rbcdh/v19n2/02.pdf>. Acesso em: 13 jun 2014.

WHO (World Health Organization). Physical status: the use and interpretation of antropometry: report of a WHO Expert Committee. Geneva: The Organization; 1995.

ANEXOS

Tabela 1- Prevalência de magreza, sobrepeso e obesidade em crianças de 4 a 6 anos, segundo gênero. São Paulo, 2014.

Zona sul Zona leste

Gênero Magreza Sobrepeso Obesidade Gênero Magreza Sobrepeso Obesidade

N % N % N % N % N % N % Masculino (164) 0 0 14 8,5 9 5,5 Masculino (1043) 7 0,7 189 18,1 157 15 Feminino (136) 0 0 11 8,1 8 5,9 Feminino(1114) 6 0,5 215 19,3 116 10,4 Total (300) 0 0 25 8,3 17 5,7 Total (2157) 13 0,6 404 18,7 12,7 12,7

Tabela 2 – Distribuição de estatura para idade em crianças de 4 a 6 anos, segundo gênero. São Paulo, 2014

Zona sul Zona leste

Gênero Baixa estatura Estatura Adequada Gênero Baixa estatura Estatura Adequada N % N % N % N % Masculino (164) 4 2,4 160 97,6 Masculino (1043) 13 1,2 1030 98,8

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Feminino

(136) 1 0,7 135 99,3 Feminino(1114) 9 0,8 1105 99,2 Total

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