Centre -jo d» Pre1e*sore» BlblioU c ' , • -> - f.a;aze»a» - Pb.
UFPB
ESTE LIVRO NAO PODE
SAIR DA BISLIOTECA
U N I V E R S I D A D E FEDERAL DA PARAIBA
CENTRO DE FORMACAO DE PROFESSORES
C A M P U S V - C A J A Z E I R A S - P B .
DEPARTAMENTO DE EOUCACAO E LETRAS
Pedagogia
Qa ^c^aram seus memenios
esoiaram seu destine
<Z$eu scrrlse $e menino quanias veses se escono^eu.
JKLas venova-se a esperanca
fytei)a aurora a ca$a $ia
lia $e se cul^ar §o Lrolo
^Pra que a viDa nos $e Qlor e ^-rulo
* * * *
R E L A T O R I O D A S A T I V I D A D E S D E S E M V O L V I O A S
N O E N S I N 0 D E J_z G R A U ~ /
H A B I L I T A C A
*\
falj^JZ£Jfa
LOCAL
D O ESTAGIO: " ^ 6 ^ ^Ja^U
* ' ' *
UNIVSRSIDAD^ FEDERAL DA PARAlBA CENTRO DE FORMAgXO DE PROFE5SORES DEPARTAMENTO DE EHJCAgSO E LETRAS CURSO DE PEDAGrOG-IA
ESTE LIVRO NA# PODE
S/i'IBLIOTECA
i "Documento f i n a l do Estagio de Supervisao E s c o l a rM.
0
COORDSNAgXO / BSfX&tO
Maria n b a n i z a G-omes
Hainronda de Fatiina Neves Coelho
HiAKBJAMBNTO
£ SXBCUgSO#ESTAGIA"RIA
Mara B e t u l i a R i b e i r o de Sousa
CAIvlPO / ESTiGIO: Escola Estadual de i s Grau Conego Manoel jd'come
Dedico este t r a b e l h o a todos que me apoiram e me i n c e n t i varam de f o m a d i r e t a ou i n -d i r e t a para a r e a l i z a g a o -de' mesmo#
M A n e u t r a l i d a d e da educagao, de que r e s u l t a ger e l a e n t e n d i
-da como un que f a z e r puro, a aervigo -da formaQao de um t i p o i d e a l de aer humano, deaencarnado do r e a l , v i r t u o s o e bomte
uma'daa conotaooea fundamentaia da v i a a o ingenua da educa—1 Qg0. " ( FKSIR3,l#982t32p.)
SUMA"RIO 1 - I n t r o dug a o 2~ Sistematiaagao do Trabalho 3- Consideragoeg F i n a l s 4- Referencia B i b l i o g r a f i c a 5- Anexos 5.1- Piano de Trabalho 5•2- Ficbas de L e i t u r a 5.2.1- L e i t u r a s Gerais
i . iNTRODagSo
Falamos muito em nudangaa, p r i n c i p a l m e n t e numa mudanga edu-c a edu-c i o n a l , sendo que a mesma p o d e r i a s e r edu-c o n edu-c r e t i z a d a a p a r t i r de urn esforgo f e i t o por todos a q u e l e s e n v o l v i d o s n a educagao1
"•••eo que temos de f a z e r , entao, enquanto educadoras ou edu-cad°res, | a c l a r a r , assumindo a nOQ3a opgao, que e p o l f t i c a , e g Q r c o e r e n t e s com e l a n a pratica.M(FHEIREj^*982t29p)#
jomando como r e f e r e n c i a a colocagao acima c i t a d a passanos a t r a b a l h a r a s d i f i c u l d a d a s encontradas n a e 3 c o l af p o i s a me3ma apresentavamvarios problemas que estavam afetando a a p r e n d i -1 zagem dos educandos.
0b3ervamo3f paran03 e conclufmos com os p r o f e o s o r e s , que o problema maior e s t a v a n a d e f i c i e n c i a de l e i t u r a nos alunos e a f a l t a de e s t i m u l o por p a r t e de alguns d e l e s a p a r t i c i p a r e m das a u l a s , suporte b a s i c o e p r i n c i p a l para a j u d a r n a aprendizagem. Depoio d i s c u t i m o s a proposta de t r a b a l h o , cliegamos a uma • conclusao de que i r f a m o s t r a b a l h a r l e i t u r a 3 a n i v e l de i n f o r -1 magoes g e r a i s , porque com e s s e estudo, e l e s p r o f e s s o r e s f i c a *1 riam a t u a l i z a d o s , a t u a l i z a g a o eosa, que i r i a a j u d a r no desen**1 volvimento de suas a t i v i d a d e s com os educandos, j a que nao 1 1 tinham d i f i c u l d a d e s ao t r a n s m i t i r 03 conteudos e s p e c i f i c o s *
2. SIST]3£ATIZAgX0 DO TRABALHO
A p r i n c f p i o apresentamos a proposta de t r a b a l h o , onde os p r o -f e s s o r e s acataram a ide'ia uma vez que ir£amos t r a b a l h a r em con-j u n t o com o mesmo o b con-j e t i v o , ou s e con-j a o de estudar e amenizar a s1
necessidades dos educandos para uma melhor aprendizagenu
Em seguida, partimos para as sessoes de estudos e f o i a t r a -1
ves das mesmas que comegamosya e n c o n t r a r 30lugoes para os p r o -1
blemas c i t a d o s a n t e r i o r m e n t e .
Antes de i n i a r m o s os estudos de t e x t o s passamos p o r urn p r i -1
meiro memento de r e f l e x a o , momento es3e,que nos deu oportunidad de &e r e f l e t i r m o s sobre v i s a o de mundo, homem e condigoes de •1
t r a b a l h o dando oportunidade aos professores para situarem-se ••
na sua v i v e n c i a diaria«
Fizemos estudos de t e x t o que ajudaram ao p r o f e s s o r s o l u c i o -1
n a r os problema3 surgidos nos alunos r e f e r e n t e s a l e i t u r a e ou-t r o s ou-t e x ou-t o s que desperou-taram neles a i m p o r ou-t a n c i a de urn bom d e -1•
sempenho como educador e a i m p o r t a n c i a de ser urn p r o f e s s o r a-1 •
t u a l i z a d o de determinados conhecimentos*
Realizamos uma reuniao e a t r a v e s da mesma conseguimos con-1
v e r s a r com os p a i s sobre as criangas que estavam f a i t a n d o m u i -1
t o as aulas e informamos tambem de como seus f i l h o s estavam a-1
tuando na e s c o l a .
Vale r e s s a l t a r que apos o d e s e n r o l a r de cada a t i v i d a d e f a -f
z£amos uma auto-avaliagao e sentiamos que todo nosso esforgo M estava sendo compensador, p o i s os nossos o b j e t i v o s a cada pas-1
so se se concretizavam#
E ao termino do nosso t r a b a l h o fizemos una reuniao de oa-* r a t e r a v a l i a t i v o , para fazermos a avaliagao do mesmo•
3. 00NSIDERAgT333 FINAIS
Como j a c i t e i a n t e r i o r m e n t e a gituagao encontrada na e s c o l a 1• o r a de a l u n o s com d e f l c i e n o i a em l e i t u r a e deoegtimulados para a3 a u l a s * Diante d e s t e s problemas, os p r o f e s s o r e s estavam angustia^P dos e procurando van meio p a r a que os mesmos fossem amenizados.
A t r a v e s dos estudos f e i t o s de determinados t e x t o s sentlmos I • ' qUe melhoraram a s a t i v i d a d e s de l e i t u r a de cada turma em questao.
com os p a i s em contato com a comunidade e s c o l a r f o i p o s s l v e l ' se t e r de v o l t a una 90fi dos a l u n o s que nao estavam s e i n t e r s s s a r i do p a r a a s s i s t i r e m a s a u l a s .
Concluimos entao, que e s s e t r a b a l h o f o i de grande i m p o r t a n c i af uma v e z que aoos a r e a l i z a c a o d e l e , seixtimos o benef i c i o que o ! •
4. ESPERSNCIAS B I B L I O G M F I C A S
1 - PEEIHE, Paulo• A Importancia do Ato de L e r ; em t r e e a r t i g o a1 1
que se completanu 1 8 I ed«, Sao Paulo, Cortez,1982«
2- RATHS, E. Louis e t a l l i i # Ensinar a Pensar. Sao Paulo, E.$.U., 1977.
3- RODRIGUES, Neidson. Licoes do P r i n c i p e e Outras LiQOes.29 ed., Sao Paulo, Cortes, 1984, p.110-111.
4- SSVERII?Of Antonio Joaquinu Metodologia do Trabalho C i e n t i f i o o .
Sao Paulo, Cortez, 1986.
5- SILVA, E z e q u i e l Theodore. L e i t u r a na Escola e na Biblioteca» 1
5.1 PLANO BE TRABALHO / ESTA^GIO
1# OBJETIVOSj
- Melhorar o n f v e l de l e i t u r a de i s a 4s s e r i e .
Pronover a t i v i d a d e s para melhorar o n f v e l de r e i a c i o -namento e n t r e escola e comunidade*
2. OBJETO DE ESTUDO:
l a Treinamento em Servigo
1»1 Abordagem t e o r i c a de conteudos e s p e c f f i c o s n a i 9
a r eas curriculares»
1«2 Abordagem t e o r i c a de conhecimentos g e r a i s , e n f o -cando aspectos s o c i 6 l 6 g i c o s aspectos f i l o s o f i c o s , p s i c o l o g i c o s da educagao* 3. METGDOLOGIA DE TRABALHO: - Sessoes de estudos - Reunioes - Pichamentos. 4. AVALIAgXOj - Auto-avaliagao - He'tero-avaliacao - Q u e s t i o n a r i o s *
FICHA DE LEITURA. ffl 01
OBRAj Ensinar a Pensar ASSUNTOj Ensinar a Pensar
AUTORj RATHS* E* Louis e t a l l i i Sao Paulo, 3. P. U.,1977»
RESUMO
Otexto "Ensinar a Pensar", nos o r i e n t a como desenvolver no eduoando o a t o de como pensar e nao o que pensar.
Segundo o a u t o r e x i s t e uma a f i r m a t i v a de que s e r i a de g r a n de i m p o r t a n c i a e u t i l i d a d e na nossa educagao que fosse desen-v o l desen-v i d o no educando o a t o de pensar, e que essa a t i desen-v i d a d o fos. se desenvolvlda a t r a v e s das v i f i a s a t i v i d a d e s comot compara-* gao, resumo, observagao, c l a s s i f i e a g a o , i n t e r p r e t a g a o , c r f t i -ca, imaginagao e decisoes.
Sendo que estas a t i v i d a d e s t e r a o de seren r e a l i z a d a s l e v a n do em conta v a r i o s aspectos como* idade, a capacidade existen. t e em cada educando de observar, s i n t e t i z a r , a p l i c a r d e t e r m i -nada t a r e f a na bora adequada, e t c . Concluindo as3im, que o ••
importante nao e e n s i n a r a pensar e sim d a r oportnnidade para urn desenvolva em s i p r o p r i o com a capacidade que cada urn tern1
FICHA DE LEITURA NF I 02
OBRAj Ligoes do P r f n c i p e e Outras Ligoes ASSUNTOt Desafio Aoa Educadores
AUTORt RODRIGUES, Neidson
2 S e d «f Sao Paulo, Cortez, 1984•
RESUMO
Otexto f a z uma c r f t i c a ao t i p o de educadores que somos, ou • melhor, educadores esses que nao 63tao desenvolvendo nos edu-1
candos o que de f a t o d e v e r i a s e r desenvolirido, ou s e j a , urn
es-p f r i t o c o r a j o s o que e n f r e n t a de cabega erguida os es-problemas do d i a ~ a - d i a , que l u t a ate* que sejam atendidas as suas r e i v i n d i -1
FICHA DE LEITURA N» 03
OBRAj Metodologia do Trabalho C i e n t i f i c o
ASSUHTOt D i r e t r i z e s Para L e i t u r a , A n a l i s e e I n t e r p r e t a g a o » de Text03
AUTORj SEVERINO, Antonio Joaquim Sao Paulo, Cortez, 1986.
RS5UM0
Otexto teve a f i n a l i d a d e de o r i e n t a r 0 l e i t o r na d i n a n i c a da l e i t u r a e 03 3eguimentos da3 etapas de a n a l i s e , ou 3 e j a :
A n a l i s e T e x t u a l : Preparagao do Texto
se r e f e r e a uma preparagao da l e i t u r a onde 0 l e f c t o r deve se— g u i r c e r t o s procedimentos para que e l e tenha uma boa i n t e r p r e -tacao do t e x t o l i d o *
A n a l i s e t e m a t i c a : Compreensao do Texto
Bevemos u s a r 0 metodo de fazermos v a r i a s perguntas para, ob*1
termos respostas d e n t r o da mensagem do a u t o r . Bevemos l e e r e -lermos para melhor compreendermo3 o t e x t o .
A n a l i s e I n t e r p r e t a t i v a i I n t e r p r e t a g a o do Texto
E tomar uma posicao de forma c l a r a e objetmva a mensagem do1
a u t o r ; e f o r g a r 0 mesmo a um d i a l o g o ; e s i n t e t i z a r r e s t r i t a - ' •
me n t e a mensagem do a u t o r .
Bes^m© de Texto: J£ d l z e r em forma c l a r a e r e s t r i t a as i d e i a s
F I O I I A US L E I T U R A N 2 04
OBRA- L e i t u r a na Escola e na B i b l i o t e c a ASSuHTOj L e i t u r a e Conscientizagao AUTOR: SILVA, Ezequiel Theodoro da
RESUMO
Segundo Theodoro, o povo b r a s i l e i r o p r e c i s a mesmo e de l e i - • t u r a para'a sua l i b e r t a c a o e o processo de reconstrucao da sua • sociedacte« Apesar de que esse nao e urn problema t a o novo, e 1 • • gi m um problema que vem agravando o povo b r a s i l e i r o de3de 0
pe-r£odo c o l o n i a l *
3 para entendermos molhor es3a situagao, e 0 s u f i c i e n t e t o -mamos como base 0 grande distanciamento e n t r e os d i s c u r s o s j u s t i f i c a t i v o s sobre a i m p o r t a n c i a de l e i t u r a e as condicoes con-1