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Academic year: 2021

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16°

TÍTULO: AUTOEFICÁCIA E A APRENDIZAGEM EM MATEMÁTICA DE ALUNOS DO ENSINO MÉDIO INTEGRADO AO TÉCNICO

TÍTULO:

CATEGORIA: CONCLUÍDO CATEGORIA:

ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS ÁREA:

SUBÁREA: PSICOLOGIA SUBÁREA:

INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE SÃO JUDAS TADEU INSTITUIÇÃO:

AUTOR(ES): JOHN MULLER DE SENA FERRAZ, ALINE MARQUES DA SILVA, ELLEN PRADO

MACHADO, JULIANA CRISTINA DE QUEIROS, LIDIANE DE SOUZA TRINTADE, MARILY NUNES DOS SANTOS

AUTOR(ES):

ORIENTADOR(ES): CLAUDIA BORIM DA SILVA, DIEGO VINICIUS DA SILVA ORIENTADOR(ES):

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Resumo: A autoeficácia pode ser definida como a crença que o indivíduo possui acerca de sua capacidade de executar uma determinada tarefa, visando alcançar certo nível de desempenho. A crença de autoeficácia em relação as próprias capacidades podem determinar o desempenho do aluno na aprendizagem. Tendo como base as exigências sociais sobre o preparo profissional desses alunos, o Ensino Técnico tem se mostrado efetivo em sua inserção no mercado de trabalho. Sendo assim este trabalho teve como foco investigar a relação da crença de autoeficácia e a aprendizagem em matemática do ensino Médio-Técnico, a fim de compreender as condições que influenciam o desempenho matemático. Este estudo foi realizado em uma escola pública de ensino médio integrado ao técnico, da capital de São Paulo, no qual participaram 86 alunos das turmas de primeiros e terceiros anos dos cursos de Administração, Marketing, Automação Industrial e Mecatrônica. Foi utilizada para realização dessa pesquisa a Escala de Autoeficácia Acadêmica Para o Ensino Médio, juntamente com um questionário de identificação. Quando analisado, os alunos que disseram gostar muito de matemática e não ter dificuldade, mostraram ter uma percepção de autoeficácia para aprender significativamente maior. O conhecimento de tais dados, pode auxiliar na mudança de panorama e nas práticas pedagógicas no ensino da matemática.

Palavras-chave: Autoeficácia, aprendizagem matemática, ensino médio, ensino técnico.

Introdução

A Autoeficácia pode ser definida como a crença que o indivíduo possui acerca de sua capacidade de executar uma determinada tarefa, visando alcançar certo nível de desempenho (Barros & Batista-dos-Santos, 2010; Bandura, 2008). Essa definição de Autoeficácia refere-se a uma percepção pessoal quanto às suas aptidões, competências e conhecimentos, definidos pelo termo capacidades, que o indivíduo possui sobre si mesmo. Dessa forma, a crença de Autoeficácia pode influenciar as escolhas acadêmicas e profissionais, assim como o desenvolvimento de estratégias e planos de ação para resolver demandas específicas e para adquirir novas aprendizagens. (Barros & Batista-dos-Santos, 2010; Polydoro & Guerreiro-Casanova, 2015).

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O conceito de autoeficácia é um construto da Teoria Social Cognitiva, desenvolvida pelo psicólogo Albert Bandura, que atribui à cognição um papel importante nas interações do indivíduo. O princípio básico no qual Bandura (2008) baseia a teoria, é a visão de agência humana, que define o indivíduo como agente, e como tal, tem capacidade de se envolver, ser proativo e de influenciar seu próprio desenvolvimento.

A complexidade do ensino médio no Brasil é um dos temas mais discutidos atualmente, por educadores especialistas na área, visto que o Ensino Médio não atende as expectativas dos jovens; foi proposto um novo modelo de educação (Machado, 2008), visando maior qualidade de ensino (Tancredi, 2008), a integração do Ensino Médio ao técnico, a fim de atender as perspectivas de desenvolvimento humano e intelectual e preparar os jovens para o mercado de trabalho.

Sendo os seres humanos sujeitos sociais, a interação social é mediadora relevante no que se refere ao processo de aprendizagem, de uma maneira geral, o que não é diferente para a aprendizagem de matemática. No processo de ensino-aprendizagem de matemática, o desempenho não é adquirido, apenas, a partir das capacidades intelectuais dos indivíduos, mas também de suas relações sociais, afetivas e cognitivas, isto é, a motivação e a atitude que o levam a aprender (Vasconcelos, 2000; Torisu & Ferreira, 2009).

São muitos os problemas enfrentados por alunos e professores na disciplina de matemática, sugerindo que o fracasso nessa disciplina acadêmica já é esperado, sendo uma matéria em que os alunos costumam apresentar maior dificuldade (Torisu & Ferreira, 2009). O processo de ensino-aprendizagem de matemática não é estagnado e imutável, ele está em continua mudança e expansão de seus conceitos, principalmente em decorrência do crescimento tecnológico que provê mais ferramentas capazes de facilitar esse processo de aprendizagem. É exposto por Torisu e Ferreira (2009, p.169) que "a percepção que os alunos têm sobre seu próprio potencial e sua capacidade em lidar com situações escolares pode fazer com que eles desenvolvam (ou não), crenças mais robustas de eficácia". Porque, ainda de acordo com os autores, no que se refere à matemática, crenças positivas de

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autoeficácia facilitarão o processo de ensino-aprendizagem, visto que, os alunos estarão motivados.

Este trabalho teve como foco investigar a relação da crença de autoeficácia e a aprendizagem em matemática do ensino médio-técnico, a fim de compreender as condições que podem influenciar no desempenho matemático, considerando o ambiente escolar, social, cognitivo e afetivo dos alunos. Estudar essa relação mostrou-se relevante, pois é necessário entender quais as variáveis que permeiam o desempenho escolar, a partir da percepção dos próprios alunos, sobre sua aprendizagem em matemática, e trazer uma reflexão sobre o atual sistema de ensino, para contribuir com uma formação mais fiel às demandas atuais, levando em consideração a realidade e a diversidade dos jovens brasileiros.

Objetivo Geral

Verificar o nível de Autoeficácia acadêmica em alunos do ensino médio integrado ao técnico.

Objetivos Específicos

1. Analisar se há relação entre a percepção do aluno em relação à sua dificuldade de aprendizagem em matemática com o nível de crença de autoeficácia para aprender.

2. Verificar se a crença de autoeficácia para aprender, para atuar na escola e para decidir sobre a carreira está relacionada com a série do sujeito.

3. Verificar se a pontuação em crença de autoeficácia para aprender Matemática está relacionada com o gostar ou não de Matemática.

Metodologia

Esta pesquisa foi delineada como descritiva e correlacional por ser a metodologia indicada para orientar a coleta de dados quando se pretende descrever determinados acontecimentos. A forma mais comum de apresentação é o levantamento, que é realizado mediante a apresentação de questionário ou observação sistêmica, que oferece uma descrição da situação no momento da pesquisa. Analisando duas variáveis que possam estar relacionadas entre si (Gil, 2006).

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Desenvolvimento

A participação dos alunos foi voluntária e contou com 86 alunos. Os menores de idade foram autorizados pelo responsável a participar da pesquisa, por meio de assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido e também assinaram um Termo de Assentimento pelo aluno, enquanto os maiores de 18 anos assinaram diretamente o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido.

Para realizar a coleta de dados foram utilizados dois instrumentos: Questionário de caracterização: composto por 20 itens divididos em 4 conjunto de questões: Identificação pessoal, Escolaridade, Rendimento escolar e Carreira. As perguntas 1, 2, 3, 7, 8, 11, 12, 16, 17, 18, 19, 20 foram retiradas de Leal (2013) e as demais foram criadas pelos pesquisadores.

A Escala de Autoeficácia Acadêmica para o Ensino Médio (Polydoro e Guerreiro-Casanova, 2015) foi adaptada a partir da escala de Autoeficácia na Formação Superior - AEFS desenvolvida por Polydoro e Guerreiro-Casanova (2010). A escala de Autoeficácia Acadêmica para o Ensino Médio é composta por 16 itens, do tipo Likert com pontuação variando de 1 (pouco capaz) a 7 (muito capaz), divididos em três dimensões: Autoeficácia para aprender, autoeficácia para atuar na vida escolar e autoeficácia para decisão de carreira. Pontuações mais altas em cada dimensão são indicativos de percepções mais positivas de autoeficácia.

Esta pesquisa iniciou-se após a aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa (parecer nº1.508.671) e da autorização do Responsável pela Escola Técnica na qual a coleta de dados aconteceu. A coleta foi realizada em sala de aula apenas com estudantes que portavam o TCLE assinado (alunos maiores de idade) e o TCLE do responsável e o Termo de Assentimento do próprio menor, com a presença do professor responsável pela aula, de forma coletiva com duração de aproximadamente 30 minutos.

Posteriormente, os dados foram tabulados em planilha no Excel e analisados com o programa estatístico SPSS, versão 21.0. Os dados estão apresentados com frequência, média e desvio padrão. Foram utilizados o teste t para amostras independentes e a Análise de Variância (Anova) de um fator, com nível de significância de 0,05.

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Resultados

Foram participantes dessa pesquisa 86 alunos de uma escola técnica estadual de São Paulo (ETEC), sendo 41 da primeira série e 45 da terceira série, 44 eram do gênero feminino e 42 do masculino, com idades entre 14 e 19 anos. Os alunos estudavam em período integral o ensino médio regular e o curso técnico, destes 34 alunos cursavam administração, 29 marketing, 11 automação industrial e 12 mecatrônica.

Ao analisar as três dimensões da percepção de crença autoeficácia foi possível verificar que todas as dimensões apresentaram média mais alta comparada ao ponto médio da escala (Tabela 1), indicando tendência de percepção mais forte em relação às diferentes dimensões de crença de autoeficácia, principalmente na crença de autoeficácia para atuar na vida escolar.

Tabela 1.

Descrição da pontuação nas dimensões de percepção de crença de autoeficácia (n= 86)

Dimensões Mínimo Máximo Média ± dp Ponto Médio Autoeficácia para aprender 10,0 51,0 33,5 ± 11,2 32 Autoeficácia para atuar na vida

escolar 10,0 28,0 20,4 ± 4,8 16

Autoeficácia para a decisão de

carreira 4,0 26,0 16,4 ± 4,9

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Ao comparar o nível de crença de autoeficácia para aprender com a percepção do aluno em relação à sua dificuldade de aprendizagem em matemática, em suas três áreas (Álgebra, Geometria e Probabilidade e Estatística), pode-se ver na Tabela 2 que os alunos com muita dificuldade apresentam pontuação menor que os alunos com pouca dificuldade e estes com pouca dificuldade ainda apresentam pontuação menor que os alunos que não apresentam dificuldade. Ou seja, quanto maior a dificuldade, menor a pontuação na subescala autoeficácia para aprender, em todas as áreas da Matemática. Esses resultados corroboram os dados obtidos

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no estudo realizado por Faria (2014) que apresenta a influência do autoconceito do sujeito no seu desempenho acadêmico na disciplina, demonstrando que quanto maior for o autoconceito maior será seu desempenho.

Tabela 2.

Dificuldade de aprendizagem em matemática e autoeficácia para aprender

Áreas da matemática

Dificuldade **

Muita* Pouca* Nenhuma* F p

Álgebra 26,1 ± 9,8a 34,9 ± 10,6b 41,7 ± 7,4c 14,111 < 0,001 Geometria 28,0 ± 11,8a 36,2 ± 9,5b 40, 9 ± 6,9c 9,296 < 0,001 Probabilidade

e estatística 26,0 ± 10,2

a 34,6 ± 10,9b 38,6 ± 9,1c 8,173 < 0,001

*médias seguidas de mesma letra indicam não haver diferença significativa na linha **resultados apresentados com média e desvio padrão

Analisando estatisticamente os dados da Tabela 3 verificou-se que só houve diferença significativa na percepção de crença de autoeficácia para decisão de carreira, sendo que os alunos do terceiro ano apresentam uma pontuação significativamente maior, indicando uma maior percepção em relação ao primeiro ano.

Tabela 3.

Percepção de autoeficácia e série do aluno

Autoeficácia

Ano

Primeiro* Terceiro* Ponto médio

t p

Para aprender 35,1 ± 11,3 32,0 ± 11,0 32 1,258 0,212 Para atuar na vida

escolar 20,7 ± 5,0 20,1 ± 4,7 16 0,636 0,526 Para decisão de

carreira 15,3 ± 4,6 17,4 ± 4,2 16 -2,034 0,045 *resultados apresentados com média e desvio padrão

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A diferença na pontuação de autoeficácia para decisão de carreira provavelmente está relacionada com o estágio do ensino, pois o primeiro ano é uma fase marcada pela transição do ensino fundamental para o ensino médio, proporcionando novos desafios e uma nova realidade, tanto social como acadêmica para os respectivos estudantes, influenciando suas possíveis escolhas de carreira (Guerreiro-Casanova, Ferreira & Azzi, 2015). Enquanto o terceiro ano prepara-se para concluir o ensino básico e começa a pensar em formações complementares e a se preparar para iniciar uma carreira de trabalho.

Ainda sobre a pontuação de autoeficácia para decisão na carreira, além da diferença significativa, percebe-se que os alunos do primeiro ano apresentaram média abaixo do ponto médio e o terceiro ano acima, indicando que quanto maior a série do aluno melhor a sua percepção de autoeficácia para decidir sua carreira.

Tabela 4.

Gostar de Matemática e a percepção de autoeficácia para aprender

Gosta de

matemática Frequência Média ± dp F p

Muito 30 40,1 ± 7,7a

23,979 Mais ou menos 31 35,1 ± 9ab

< 0,001

Não 25 23,5 ± 10,4b

*médias seguidas de mesma letra indicam não haver diferença significativa na linha Também foi analisado se gostar ou não de matemática está relacionado com a percepção de autoeficácia para aprender matemática. Na Tabela 4 podemos verificar que os alunos que disseram gostar muito de matemática têm uma percepção de autoeficácia para aprender significativamente maior dos que disseram não gostar. Dobarro e Brito (2010), indicam que sujeitos que apresentam atitude positiva, também apresentam um bom desempenho em Matemática. Então, gostar ou não gostar de matemática poderá interferir no envolvimento com a aprendizagem

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da Matemática e assim influenciar na percepção de autoeficácia para aprender do aluno.

Considerações Finais

No geral, a pontuação de autoeficácia apresentou tendência de percepção mais alta em suas três dimensões, uma vez que a média dos alunos ficou acima do ponto médio, principalmente na autoeficácia para atuar na vida escolar. No entanto, quando comparada por série, somente houve diferença significativa na dimensão de autoeficácia para decisão de carreira, sendo maior nos alunos do 3º ano, o que era esperado uma vez que eles estão prestes a tomar uma decisão sobre sua vida acadêmica.

Verificou-se que a autoeficácia para aprender demonstra ser significativamente maior nos alunos que gostam de matemática comparado aos que não gostam e os que não tem dificuldade para aprender. Ou seja, ao ter interesse por algo, o aluno tende a dedicar-se mais e se sentir capaz de realizar as atividades que lhe são colocadas com êxito.

Os resultados desta pesquisa devem ser analisados com cuidado, uma vez que os dados foram colhidos em apenas uma escola pública e o tamanho da amostra era pequeno.

Faz-se importante continuar pesquisas na área, uma vez que a crença de autoeficácia está associada ao desempenho do aluno. Uma alta percepção de autoeficácia para aprender Matemática pode auxiliar na mudança de um panorama nacional em relação à esta disciplina, que apresenta um grande número de alunos que não gostam e que tem um alto índice de repetência, fatores que levam alunos a escolher carreiras que utilizem pouco ou nada de Matemática.

Fontes Consultadas

Bandura, A. (2008) A Teoria Social Cognitiva na perspectiva da agência. In Bandura, A., Azzi, R. G. & Polydoro, S. A. J. (Orgs) Teoria Social Cognitiva: conceitos básicos (pp. 69-96). Porto Alegre, Artmed.

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Barros, M. & Batista-dos-Santos, A. C. (2010). Por dentro da Autoeficácia: Um estudo sobre seus fundamentos teóricos, suas fontes e conceitos correlatos. Revista

Espaço Acadêmico, 10(112), 1-9.

Dobarro, V. R. & Brito, M. R. F. (2010). Atitude e Crença de Autoeficácia: Relações com o desempenho em matemática. Educação Matemática Pesquisa, 12 (2), 199-220.

Faria, R. S. F. (2014) Autoconceito, Atitude, Desempenho em Matemática: Um estudo de algumas relações. Programa de Pós-Graduação em Educação em Ciências e

Matemática. Vitória, ES. Instituto Federal do Espirito Santo.

Gil, A. C. (2006). Como elaborar projetos de pesquisa (Cap. 4, p.49). São Paulo, Atlas.

Guerreiro-Casanova, D. C., Ferreira, L. C. M. & Azzi, R. G. (2015). Autoeficácia Acadêmica de estudantes de Ensino Médio: Especificidades das séries e turnos.

Psicologia: Ensino & Formação, 6 (1), 95-120.

Leal, M. S. (2013). Autoeficácia percebida em desenvolvimento de carreira e interesses

profissionais em estudantes do ensino médio regular e técnico. Dissertação de

Mestrado, Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto). doi:10,11606/D.59.2013.tde-26092013-111136. Recuperado em 2016-05-03, de www.teses.usp.br

Machado, M.C. (2008). Educação Básica: Ensino Médio terá um novo modelo - São Paulo . Recuperado em 17 de março de 2016, de www.mec.gov.br

Polydoro, S. A. J. & Guerreiro-Casanova, D. C. (2015). Escala de Autoeficácia Acadêmica para o Ensino Médio: Busca de Evidências Psicométricas. Estudos

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Tancredi, L. (2008). Educação Básica: Ensino Médio será Restruturado (2008). Governo Federal - Ministério da Educação. Recuperado em 17 de março de 2016, de www.mec.gov.br

Torisu, E. M., & Ferreira, A. C. (2009). A Teoria Social Cognitiva e o Ensino-aprendizagem da Matemática: Considerações Sobre as Crenças de Autoeficácia Matemática. Ciência & Cognição, 14(3), 168-177.

Vasconcelos, C. C. (2000). Ensino-Aprendizagem da Matemática: Velhos Problemas,

Referências

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