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Capacidade de ferrovias FEB-UNESP/2016

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Academic year: 2021

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Capacidade de ferrovias

FEB-UNESP/2016

(2)

Operação

Licenciamento

 É o conjunto de normas e procedimentos que garantem a

circulação segura dos trens

 Por espaço: espaço entre trens garantido

Sinalização

 É o sistema que realiza o licenciamento

Capacidade da via

(3)

OPERAÇÃO FERROVIÁRIA - SINALIZAÇÃO

Telex/Telegrama/Telefone Staff CTC CBTC ATC ATO Aumento de capacidade e segurança ATC ATO Segurança Capacidade 3

(4)
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OPERAÇÃO FERROVIÁRIA - SINALIZAÇÃO

Telex/Telegrama/Telefone Staff CTC CBTC ATC ATO Aumento de capacidade e segurança ATC ATO Segurança Capacidade

(7)

Sistemas de sinalização

(8)
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Sistemas de sinalização

(10)

Sistemas de sinalização

ATC – Controle de tráfego automático

 Ganho de segurança e capacidade. Maior confiabilidade, maior

proximidade entre os trens;

 O sistema anterior CTC, ainda permite que o maquinista

avance o sinal vermelho

 ATC =CTC +

 Velocidade inadequada: se o maquinista não atende ao sinal

sonoro, o sistema corta a tração

 Sinal na cabine

(11)

Sistemas de sinalização

11

ATO (Automatic Train Operation)

 Alta capacidade e segurança;

 Sempre passageiros e praticamente todos em sistemas

enterrados

 Alto custo

 Composições pequenas  Intervalos muito pequenos

 Metrô: composição pequena (tamanho da estação) e alta

(12)

Sistemas de Sinalização

Telemática

 Enquanto a sinalização clássica controla os trens nos espaços

entre os sinais, a telemática utiliza o conceito CBTC, o qual representa: controle de trens baseado em comunicação. O CBTC além de dispor de alguns códigos e procedimentos padrões está baseado fundamentalmente na obediência do maquinista as determinações da central de controle

(13)
(14)

Linha dividida em trechos (blocos)

Comprimento maior que a distância de frenagem

Necessidade de longas distâncias de frenagem Critérios rigorosos para separação mínima

Controlado por sinais luminosos

CTC (Centralized Train Control) e ATO (Automatic Train Operation)

Sistema de bloqueio automático do bloco

Três fases (sinais): vermelho, amarelo e verde

Operação por blocos

(15)

Operação por blocos

OPERAÇÃO FERROVIÁRIA - SINALIZAÇÃO

(16)

Tonelagem cuja circulação é viável em um período

(Número de trens X Lotação média dos trens)

CAPACIDADE DE VIA

CAPACIDADE DE TRÁFEGO

Número de trens cuja circulação é viável no período; Importância:

Viabilidade econômica da via Desempenho operacional

(17)

CAPACIDADE UNIDIRECIONAL

FERROVIAS

COM LINHAS

DUPLICADAS

(18)

Es

paço

Trem 1 Trem 2

frente do trem traseira do trem

Bloco Bloco Sinal Sinal Sinal C om pr im ento do tr em folga

Operação por blocos

(19)

19

Determinação dos tempos – distância limitativa

Es paço Tempo Trem 1 Trem 2 Bloco 2 Bloco 1 Headway mínimo

CAPACIDADE UNIDIRECIONAL

(20)

Headway mínimo

Comprimento dos blocos Tamanho da composição Velocidade de operação

Folga de segurança (zona de dilema)

2 60 B f mín d L d h V     

hmín: headway mínimo de tempo [min] dB: comprimento do bloco [km]

L: comprimento da composição [km]

df: distância de decisão para frenagem [km]

V: velocidade de operação [km/h] d: distância limitativa= dB + L + df

(21)

21

Distância limitativa

Capacidade teórica [trens/dia]

mín

d h

V

hmín: headway mínimo de tempo [h]

d: distância limitativa [km] V: velocidade de operação [km/h] 24 24 t mín V c h d

     hd: mín: headway mínimo de tempo [min] distância limitativa [km] V: velocidade de operação [km/h]

(22)

Capacidade pode ser melhorada

Aumentando a velocidade dos trens Diminuindo o comprimento dos blocos

Segmentos cujo tempo seja o menor possível Segmentos dependem do perfil longitudinal que definem a velocidade dos trens

Efeito de trens com velocidade diferentes

Redução na capacidade

Manobras de ultrapassagem

(23)

CAPACIDADE BIDIRECIONAL

FERROVIAS

COM LINHAS

SINGELAS

(24)

Vias singelas

Desvios e pátios de manobras

Prioridade de passagem

Atrasos ao trem que entra no desvio

Diagrama espaço-tempo

Trens com prioridade

Trens com baixa prioridade

Manutenção da via permanente

Redução da velocidade operacional

(25)

OPERAÇÃO FERROVIÁRIA

24 i +1 i Tempo (horas) Espaço (km) headway Intervalo entre trens sucessivos (horas) 25

(26)

OPERAÇÃO FERROVIÁRIA

Espaço (km)

(27)

CAPACIDADE - BIDIRECIONAL

Fórmula de Colson para capacidade

Linha Singela

Licenciamento Simples

Garantia de intervalo entre trens 24 60 trens i v c N k t t t     

Ntrens: capacidade (número de trens)

ti: maior tempo entre estações na ida [min] tv: maior tempo entre estações na volta [min]

tc: tempo de cruzamento (parada nas estações) [min] k: fator de ajuste devido à atrasos aleatórios (k<1)

(28)

 A capacidade também depende do projeto dos terminais e estações

 Terminais de carga – tipos de equipamentos para o

transbordo (eficiência)

 Terminais de passageiros – depende do layout das

estações (operação de embarque e desembarque) e tamanho da plataforma (que define o

comprimento do comboio ferroviário)

(29)

29

(30)

http://genoads.com.br/infraestrutura-logistica/dimensionamento-de-sistemas-logisticos

http://www.bombardier.com/en/transportation/products-services/rail-control-solutions.html

http://www.railway-technical.com/sigtxt6.shtml

http://www.trainweb.org/tubeprune/Victoria%20Line%20A

TO.htm

http://www.symeo.com/pt/aplicacoes/telemetria/index.ht

ml

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