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SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL

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SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL C

COONNSSEELLHHOOREREGGIIOONNAALLDDEEEENNGGEENNHHAARRIIAA,, EEAAGGRROONNOOMMIIAADDOOEESSTTAADDOODDEEMAMATTOOGRGROOSSSSOO C

CRREEAA--MMTT

Aos treze dias do mês de março do ano de dois mil e dezoito, às dezessete horas e 1

trinta minutos, no Plenário Engenheiro Civil Rubens Paes de Barros Filho, sede do 2

CREA-MT, sito na Avenida Historiador Rubens de Mendonça, n° 491, nesta Capital, 3

realizou-se a Sessão Plenária Ordinária N° 724, presidida pelo Presidente do CREA-4

MT: Engenheiro Agrônomo João Pedro Valente, sendo auxiliado pela Conselheira e 5

Diretora Administrativa: Engenheira Civil Rejane Mara Castiglioni Alves Scaravelli 6

(ABENC/MT). Para também compor a mesa, foi convidado o Conselheiro e Vice 7

Presidente: Engenheiro Florestal Joaquim Paiva de Paula (AMEF) e também o 8

Conselheiro Federal Juares Silveira Samaniego. A Sessão contou com a 9

participação dos seguintes Conselheiros: Engenheiro Agrônomo Adilson Amorim 10

Brandão (UNIVAG), Engenheiro Agrônomo Adriano Ronchi (AEA/MT), Engenheiro 11

Civil Archimedes Pereira Lima Neto (ABENC/MT), Engenheiro Sanitarista e de Seg. 12

do Trabalho Aubeci Davi dos Reis (AMAEST), Engenheiro Florestal Benedito Carlos 13

de Almeida (AMEF), Engenheiro Sanitarista Benildo Valério de Farias (AESA), 14

Engenheiro Agrônomo Bruno Boscov Braos ( AEASA-SAPEZAL), Geólogo Caiubi 15

Emanuel Souza Kuhn (GEOCLUBE), Engenheiro Agrônomo Carlos Luiz Milhomem 16

de Abreu (AEA/MT), Engenheiro Agrimensor Carlos Roberto Michelini (AREA), 17

Engenheiro Agrônomo Clovis do Lago Albuquerque (AEAPL), Engenheiro Agrônomo 18

Davi Martinotto (AEA/MT), Engenheiro Eletricista Edson Dias (AMEE), Engenheiro 19

Eletricista Edson Domingues de Miranda (SENGE), Engenheiro Civil Elesbão 20

Moreno da Fonseca (SENGE), Engenheiro Agrônomo Eliandro Zaffari (AEAS), 21

Engenheiro Florestal Joaquim Paiva de Paula (AMEF), Engenheiro Agrônomo 22

Cicero Ramos Pereira (AENOR), Engenheiro Civil José Francisco Barbosa Ortiz ( 23

IBAPE), Engenheiro Civil João de Deus Guerreiro Santos (UFMT), Engenheiro Civil 24

André Vitor de Abreu (SENGE), Engenheiro Agrônomo José Mauro Ribamar e Silva 25

(ANHANGUERA), Engenheiro Civil José Mura Junior (IEMT), Engenheiro Agrônomo 26

José Renato Perinete (AEAGRO), Engenheiro Agrônomo Luiz Omar Pichetti 27

(AEAAB), Engenheiro Agrônomo Marcelo Cesar Capelotto França (AEAGRO/ROO), 28

Engenheiro Florestal Marcelo Martins Guimarães e Silva ( AMEF), Engenheira Civil 29

Marciane Prevedello Curvo (ABENC), Engenheiro Eletricista Marcos Vinicius 30

Santiago Silva (AMEE), Engenheira Sanitarista Alessandra Cintra Mardirossian 31

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(AESA), Engenheiro Agrônomo Plinio Barbosa (AEAGRO/ROO), Engenheira Civil 32

Rejane Mara Castiglioni Alves Scaravelli (ABENC/MT), Engenheiro Agrônomo 33

Roberto Knoll (AENOR), Engenheiro Civil Ronaldo de Abreu Gonzalez (AENOR), 34

Engenheiro Florestal Ronaldo Drescher (UFMT), Engenheiro Mecânico Sebastião 35

Weis Andrade Junior (SENGE/MT), Engenheiro Civil Silvano Pohl Moreira de 36

Castilho (ABENC), Geólogo Sinvaldo Gomes de Morais (AGEMAT), Engenheiro Civil 37

Tarciso Bassan Vezzi (ABENC), Engenheiro Agrônomo Valmor Volpato (AEAS), 38

Engenheiro Sanitarista Victor Juliano Barros dos Santos (AESA), Engenheiro 39

Agrônomo Walter José Buzatti (AEAGRO). Passou-se ao primeiro item da pauta: 40

1. VERIFICAÇÃO DO QUORUM. Verificado que fora atingido o quorum mínimo

41

regimental, foi instalada Sessão. 1.1. JUSTIFICATIVAS: apresentaram justificativa 42

pela ausência: Engenheiro Florestal Joaquim Teodoro da Silva Neto (AENOR), 43

Engenheiro Civil José Augusto da Silva (SENGE), Engenheiro Agrônomo Fabiano 44

Alves Marson (AEAS). 1.2. TITULARIDADE: Assumiram a titularidade: Engenheiro 45

Civil José Vitor de Abreu (SENGE/MT), Engenheiro Florestal Cícero Ramos Pereira 46

(AENOR), Engenheiro Agrônomo Eliandro Zafari (AEASMT), Engenheira Sanitarista 47

Alessandra Cintra Mardirossian (AESA/MT). Passou-se ao segundo item da pauta: 48

2. EXECUÇÃO DO HINO NACIONAL: Fora realizada a execução mecânica do Hino

49

Nacional. Passou-se ao terceiro item da pauta: 3. APRESENTAÇÃO PARA 50

APROVAÇÃO DA ATA DA SESSÃO PLENÁRIA ANTERIOR: ATA DA SESSÃO

51

PLENÁRIA ORDINÁRIA Nº 723, realizada em 16/02/2018, às 17:30 horas. EM 52

DISCUSSÃO: Não Houve. EM VOTAÇÃO: Aprovada por unanimidade. Passou-se

53

ao quarto item da pauta: 4. LEITURA DE EXTRATO DE CORRESPONDÊNCIAS 54

RECEBIDAS E EXPEDIDAS. 4.1. Correspondência recebida: Não houve. 4.2.

55

Correspondência Expedida: Não houve. Passou-se ao quinto item da pauta: 5.

56

COMUNICADOS DA MESA: Não Houve. Passou-se ao sexto item da pauta: 6.

57

ORDEM DO DIA: 6.1- Retorno de Vista feito pela Conselheira Marciane

58

Prevedello Curvo - Homologação de decisão Ad Referendum Nº 005/2018 e

59

006/2018: 6.1.1 – INTERESSADO: Conselho Regional de Engenharia e Agronomia

60

de Mato Grosso – CREA/MT. ASSUNTO: Decisão Ad Referendum nº 005/2018, que 61

trata da nomeação do Conselheiro Eng. Agrimensor Carlos Roberto Michelini, como 62

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representante do Plenário deste Conselho junto a Câmara Nacional de Engenharia, 63

Agrimensura, Cartografia e Geografia do CONFEA, para o ano de dois mil e dezoito, 64

que após retorno de vista pela Conselheira Marciane Prevedello Curvo (ABENC), 65

sendo favorável á aprovação, consignando que os participantes ao retorno de cada 66

reunião faça uma apresentação ao Plenário do CREA, dos assuntos abordados e 67

que também todas as solicitações, fato que originou o AD Referendum sejam 68

precedidas de rito processual. 6.1.2 – INTERESSADO: Conselho Regional de 69

Engenharia e Agronomia de Mato Grosso – CREA/MT. ASSUNTO: Decisão Ad 70

Referendum nº 006/2018, que trata da nomeação do Conselheiro Engenheiro 71

Sanitarista e de Segurança do Trabalho Aubeci Davi dos Reis, como representante 72

do Plenário deste Conselho junto a Câmara Nacional de Engenharia de Segurança 73

do Trabalho do CONFEA, para o ano de dois mil e dezoito, que após retorno de vista 74

pela Conselheira Marciane Prevedello Curvo (ABENC), sendo favorável á aprovação 75

consignando que os participantes ao retorno de cada reunião faça uma 76

apresentação ao Plenário do CREA, dos assuntos abordados e que também todas 77

as solicitações para participação, fato que originou o AD Referendum, sejam 78

precedidas de rito processual. EM VOTAÇÃO: Aprovado pela maioria. 79

ABSTENÇÕES: Engenheiro Agrimensor Carlos Roberto Michelini (AREA),

80

Engenheiro Civil Silvano Pohl Moreira de Castilho (ABENC), Engenheiro Agrônomo 81

Davi Martinotto (AEA/MT), Geólogo Caiubi Emanuel Souza Kuhn (GEOCLUBE). 82

Passou-se ao próximo item da pauta: 6.2 – PROCESSOS DE REGISTROS: Não 83

Houve. 6.3 – PROCESSOS DE INFRAÇÃO A LEGISLAÇÃO – 6.3.1 – 84

CONSELHEIRO RELATOR MARCELO MARTINS GUIMARÃES E SILVA: 6.3.1.1 – 85

Processo: 2017001742. INTERESSADO: Adélio Cozer – ME. Capitulação: Infração

86

ao Art. 59 da Lei nº 5.194, de 24 de dezembro de 1966 Voto do Conselheiro. Voto do

87

Conselheiro Relator: Pela manutenção da multa aplicada no valor mínimo. EM

88

DISCUSSÃO: Não Houve. EM VOTAÇÃO: Aprovada por unanimidade. 6.3.1.2

89

Processo: 20117010303. INTERESSADO: Maristela Mariana Ferreira de Alcântara. 90

Capitulação: Infração ao art. 1º e 3º da Lei nº 6.496, de 7 de dezembro de 1977:

91

Voto do Conselheiro Relator: Considerando que os argumentos apresentados na

92

defesa são suficientes para desconstituir a lavratura do Auto de Infração, vota-se 93

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pelo arquivamento do processo e extinção da multa aplicada. EM DISCUSSÃO: Não 94

Houve. EM VOTAÇÃO: Aprovada por unanimidade. Passou-se ao próximo item da 95

pauta: 7.0 – APRESENTAÇÃO DE RELATÓRIO DE PARTICIPAÇÃO EM

96

EVENTOS TÉCNICOS: O Presidente João Pedro Valente informa os coordenadores

97

de câmaras que participaram da Reunião de Lideres de Câmara Nacional, que fora 98

realizada em Brasília, caso queiram se manifestar sobre a participação no evento, 99

poderão fazer dentro do prazo de até cinco minutos. Com a palavra o Conselheiro 100

Silvano Pohl Moreira de Castilho (ABENC) coordenador da Câmara de Engenharia 101

Civil: “a reunião da coordenação foi bem produtiva, eu como coordenador de Mato 102

Grosso, fiquei responsável no grupo sobre acobertamento, trabalho sobre ações que 103

não estão sendo exercidas por alguns profissionais, exemplo arquitetos. Também 104

foram definidas as sedes onde seriam realizadas reuniões da Câmara de 105

Engenharia Civil, mas parece que segundo decisão Plenária do CONFEA definiram 106

que as reuniões seriam todas realizadas em Brasília, segundo uma definição ou 107

imposição do Tribunal de Contas, o Conselheiro Federal Juares Silveira Samaniego 108

poderia falar sobre isso?” Com a palavra o Conselheiro Federal Juares Silveira 109

Samaniego diz: “não existe nenhuma decisão plenária tomada pelo Presidente do 110

CONFEA, se há essa esta orientação do TCU-Tribunal de Contas da União, não foi 111

passada pela Plenária do CONFEA, sobre reunião centralizada em Brasília”. 112

Conselheiro Carlos Roberto Micheline (AREA) com a palavra: “já estava preparado 113

para falar, sobre nosso trabalho nas câmaras, já havia preparado um relato, tenho 114

participado com os colega sobre o assunto, então vou aproveitar esse momento. 115

São discutidas várias situações, principalmente da agrimensura, que possuímos 116

pouca atribuição, lembro também que fiz propostas, algumas já aprovadas, com uma 117

melhora na nossa grade curricular, pois temos muito sombreamento, e curso de pós 118

graduação que é um aprimoramento profissional da área da agrimensura, cartografia 119

e agrimensura. Eu tive uma relevante importância na reunião realizada no Acre, 120

junto a Universidade Federal de Rio Branco em 2016, pois eles estão construindo a 121

grade curricular do curso da Engenharia, Agrimensura e Cartografia, e neste ano de 122

2018, já me comprometi em comparecer nas reuniões, com o auxilio do Crea ou 123

recursos próprios, pois fui convidado a ministrar duas palestras sobre o Tema dos 124

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livros de minha autoria, e sobre a importância da agrimensura para o Acre. Em 125

Mato Grosso não temos 30(trinta) profissionais de Agrimensura para formar uma 126

associação mato-grossense de Engenheiros Agrimensores, imagine no Acre, que 127

é um Estado menor. Eu não gosto de fazer tudo sozinho, e se o Engenheiro 128

Marcelo Técnico em Agrimensura, quiser participar fique a vontade. A Câmara 129

trabalhou muito com a questão da fiscalização, de sombreamento de atribuições, e 130

este ano trabalharemos bastante quanto a junção da Engenharia de Agrimensura e 131

Cartografia a nível nacional. Gostaria também de informar aos colegas, que eu fiz 132

uma doação de 100(cem) exemplares do livros urbano para a Federação Nacional 133

da Agrimensura, e me comprometi a realizar o curso de Introdução a Engenharia de 134

Avaliações e Pericias, provavelmente será no Acre, ou outro estado que irão 135

escolher, e eu reverterei os meus honorários, de seis mil reais para AREA, e o valor 136

da venda dos livros para que eles possam colaborar na regularização da Entidade e 137

na viabilização do Congresso Nacional da Agrimensura. Tanto os valores dos livros, 138

quanto dos meus honorários. Isso não é segredo o tanto que eu gosto de 139

participar. Tudo o que eu fizer é pouco para agradecer tudo que eu recebi do CREA 140

e da Engenharia. Eu estive na UNESP no Whorkshop, em 30 de outubro de 2017, 141

discutimos sobre as questões de regularidade rural e urbana. Estive na UNIDEP 142

em Nova Lacerda, o ano passado também ministrando palestras. O colégio de lá, 143

possui o apoio do Município. O primeiro livro que eu publiquei, da Legitimidade da 144

Propriedade Rural, foi com o apoio do CREA. O segundo livro que eu produzi é 145

Legitimidade da Propriedade Urbana, lançado em 2017, também com o apoio do 146

CREA. Na reunião da Câmara Nacional foi solicitado que Cuiabá sediasse a 147

segunda ou terceira reunião, porque aqui tem um conhecimento, de grandes 148

problemas na questão fundiária. Eu para finalizar, e eu não poderia deixar de 149

manifestar um agradecimento especial ao Conselheiro Bassan, Juares e ao Marcos 150

Vinicius, pois foram eles que me inseriram no CREA-MT. Fizemos belas equipes, e 151

não mediram esforços para ensinar e colaborar quando eu estive na gestão da 152

AREA em Rondonópolis. É meu último ano como Conselheiro, mas eu espero 153

continuar colaborando com todos, muito obrigada!”. Presidente João Pedro Valente 154

diz: ”a Conselheira Marciane pediu meio minuto e eu irei conceder”. Conselheira 155

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Marciane (ABENC), “foi isso que sugeri, com tanto apoio do CREA-MT, para o 156

Conselheiro Michelini, eu acho que ele não faz mais do que obrigação levantar e vir 157

falar, sobre o apoio do CREA durante tantos anos ajudando esse Conselheiro”. O 158

Presidente João Pedro Valente, diz” Conselheiro Michelini, o CREA é que te 159

agradece pelo trabalho realizado em tantos anos de contribuição, todo apoio, foi 160

para custear o seu trabalho e não para ser colocado no bolso”. Em seguida 161

pergunta se há mais algum coordenador que quisesse fazer uso da palavra. Com 162

a palavra o Conselheiro Caiubi Emanuel Kuh (GEOCLUBE): “passarei o relato da 163

reunião em Brasília, focando dois pontos principais desta reunião, que ao meu ver 164

tem relação com outras profissões também. Nós estamos fazendo um diálogo com a 165

frente parlamentar da agricultura, estivemos reunidos com o coordenador da frente 166

parlamentar da mineração o Deputado Sergio Souza do Paraná, pra discutirmos 167

sobre a possibilidade de uma audiência pública em Brasília sobre a parte de 168

corretivos agrícolas, em específico NPK, calcário, e que é um problema do nosso 169

país, e está relacionado a área de agronomia e também de mineração. Nesta 170

reunião participaram representantes de todo o Brasil, e foi muito importante para 171

mostrar para congresso, que existe um grupo que está preparado para discutir sobre 172

toda a parte de mapeamento geológico, extração de rochas, no país. Assim que a 173

audiência estiver mais encaminhada, passarei os informes aos colegas, pois tenho 174

certeza que muitos terão interesse em debater sobre isso. Outro tema discutido foi a 175

mineração na Amazônia legal e mineração dentro da área de fronteira que são dois 176

temas de relevância para o nosso estado, já que boa parte dele está dentro da 177

Amazônia legal e também em área de fronteira temos esse problema. Sobre a fala 178

do Conselheiro Michelini, lembrei-me de um outro Conselheiro que não está aqui 179

presente, mas que fez um grande trabalho que é o Conselheiro Durval, e faço um 180

pedido, que nós tenhamos um representante de plenária para a Câmara Nacional 181

que é a única área do CREA que está sem Coordenador Nacional é a Mecânica. 182

Então como ele está tomando posse nessa plenária, faço esse pedido para todos os 183

Conselheiros e para o Presidente”. Com a palavra o Conselheiro Bruno Boscov 184

Braos (AEASA): “boa noite presidente, a mesa e a todos os conselheiros, estou 185

como coordenador da Comissão de Ética, quero falar sobre a propositura de 186

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fazermos reuniões em Minas Gerais e São Paulo, mas foi indeferida, e serão 187

mantidas todas as reuniões em Brasília. Na Reunião da Câmara Nacional, quero 188

falar sobre dois assuntos: Primeiro sobre a SOEA deste ano, que tem como foco a 189

Ética Profissional, e sobre isso estamos propondo um evento diferente para essa 190

SOEA, estamos com palestras, fóruns, mesa redonda para discutir a ética 191

profissional em todas as profissões, sendo interessante que todos os conselheiros 192

participem, e uma outra questão bastante importante que está sendo discutida é a 193

discrepância na dozemetria das penalidades, como isto é feito em todo o Brasil, 194

não existe uma padronização. Quanto ao nosso trabalho junto a Comissão de 195

Ética Profissional, a partir da segunda reunião ordinária, no conselho, aconteceu 196

um evento que me chamou bastante atenção que foi a questão de onze processos 197

de ética, que tiveram deliberação para arquivamento pelo Conselheiro Sinvaldo 198

Gomes de Moraes, por não estarem instruídos corretamente, falha na 199

processualística do próprio CREA. Sendo assim deixamos impune, situações que 200

caracterizavam delito do profissional, mas que por conta da má instrução do 201

processo, resultou em arquivamento. Voltando a Brasília o Coordenador da 202

Câmara, até propôs que eu conversasse com o Presidente para propor um 203

treinamento com os Coordenadores de Câmaras local, orientando como instruir 204

estes processos. Já existe uma nova regulamentação

205

Ética que pode até mesmo ser suspenso o exercício profissional, mas para isso 206

temos que incluir na tramitação novos procedimento que se diferenciam de uma 207

tramitação normal e que devem ser atentados desde o início do processo. Eu 208

como coordenador, me coloco a disposição dos coordenadores caso existam 209

duvidas sobre a instrução de processos éticos que chegam nas câmaras, embora 210

eu esteja começando agora, buscarei informações para dirimir as dúvidas 211

existentes. O que não pode acontecer é de profissionais com características de 212

delitos éticos não serem responsabilizados, por falhas internas do CREA. Essa é 213

a minha fala, e eu agradeço a oportunidade”. Com a palavra o Presidente João 214

Pedro Valente diz: “agradeço a fala do Conselheiro Bruno, e o treinamento não 215

deve ser apenas para os Coordenadores de Câmaras, mas também para todos os 216

Conselheiros, pois o sistema falha ao admitir os Conselheiros, e fazer treinamento 217

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de apenas um dia, é preciso não para este ano, mas sim para o próximo ano, um 218

treinamento para os Conselheiros que chegam com muita vontade de trabalhar 219

mas sem recursos técnicos, sem o conhecimento da processualística, mas que vai 220

aprendendo no dia a dia, e certamente nós erramos na instrução do processo. E 221

muitas vezes recebemos apoio de alguém que também não tem conhecimento, e 222

que tenha aprendido de forma equivocada, e assim o erro segue. Isso incorre em 223

muitos processos arquivados por falha processual. O conselho precisa propiciar, 224

facilitar a compreensão dos processos, como instrução, tramitação, busca na 225

legislação, que propicie um relato adequado. Existem muitos Conselheiros que 226

entraram e saíram de suas funções no Conselho sem pegar na legislação, pelo 227

relato do assessor ele delibera. Concedida a palavra ao Conselheiro Benildo Valério 228

de Farias (AESA) diz: “o Conselheiro Bruno foi muito salutar na propositura dele, 229

hoje eu entreguei um relato de um processo de ética, do qual eu pedi o 230

arquivamento dele, só pra dizer que de réu o indiciado poderia passar a ser vítima, 231

provocando ao CREA um processo de danos morais, automaticamente porque, não 232

ficou constatado na instrução do processo o que o Conselheiro Bruno falou, então o 233

técnico o profissional a partir do momento em que ele foi indiciado com o réu 234

naquele processo, você não fazendo a constatação da ética que ele cometeu por 235

falta de instrução do processo ele passa a ser vítima, e levando esse processo para 236

esfera civil, isso poderia se tornar um processo contra Instituição CREA”. Com a 237

palavra o Conselheiro Valter Buzatti (AEAGRO). “Só para endossar as palavras do 238

Conselheiro Bruno, pois o ano passado eu era membro da Comissão de Ética, e o 239

Coordenador era o Conselheiro Durval, e gostaria de parabeniza-lo pelo 240

posicionamento firme que demonstrou enquanto coordenador, e eu realizei no 241

mínimo uns trinta relatos, e a equipe trabalhou bastante, mas falta apoio. O 242

Conselheiro Durval colocou uma meta, a Comissão de Ética é bastante importante, 243

lembrando o Conselheiro Silvano que participou muito das discussões. A 244

Comissão de Ética é um setor bastante visado dentro do CREA, pelo Tribunal de 245

Contas. A resposta que nós podemos dar para a sociedade, é fazer com que os 246

Conselheiros que estão com processo em carga não esqueçam de devolver. Eu 247

gostaria de lembrar o que o Conselheiro Durval sempre dizia, quem pegar processo 248

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analisa, passa adiante, não fique com os processos. Espero que a comissão deste 249

ano dê mais celeridade, e que realmente nos prepare para analisarmos melhor os 250

processos”. Com a palavra o Conselheiro Adilson Amorin Brandão (UNIVAG), “eu 251

estive na última reunião como representante da Comissão de Ensino e 252

Atribuição Profissional – CEAP, e dentre das pautas principais destaco: que a 253

Comissão de Ensino e Atribuição Profissional se reúna mais vezes, já que esta 254

foi a primeira vez de sua participação. Fora feito uma propositura, já encaminhada 255

ao Presidente do CONFEA, e aproveitando a presença do nosso Conselheiro 256

Federal Juares Silveira Samaniego, solicito o apoio para essa propositura, que trata 257

de uma agenda nacional pra discussão dos assuntos relatados, tanto que alguns 258

que foram discutidos em nossa reunião, parte do pressuposto que nós CREA, 259

CONFEA, que somos pouco ouvidos, poucos consultados quando se trata de 260

educação e atribuição profissional. Não temos representatividade nenhuma perante 261

ao MEC, sendo criados inúmeros nomes e cursos, e eu como professor de uma 262

instituição privada, sei que existem inúmeros cursos que adentram aqui, da qual a 263

atribuição precisamos engolir, dando atribuição para o profissional por conta de uma 264

Lei, ou por conta de um processo. Outra demanda apresentada em nossa reunião 265

foi que, nós tenhamos um conselheiro que faça parte do nosso sistema na 266

Comissão Nacional de Educação - CNE. Volto a repetir, que nesse primeiro ano 267

talvez a gente não consiga fazer com que as reuniões nacionais sejam demandadas 268

pelo CONFEA, mas já me prontifiquei para o presidente na reunião em Brasília e 269

aqui publicamente, que nós estamos dispostos a reunir mesmo que isso não seja 270

algo do CONFEA a princípio, tentando normatizar isso para uma forma única. Só 271

para se ter uma noção, o CREA de Minas Gerais está em outra esfera com relação 272

a atribuição profissional e número de cursos no estado, eles tem hoje um ação 273

jurídica contra o CREA-MG, por se opôs a dar uma atribuição para um determinado 274

profissional de uma instituição privada, e a instituição entrou na justiça e ganhou 275

uma demanda judicial contra o CREA. O Presidente João Pedro Valente diz 276

“Adilson, seu tema, é um tema que eu gosto, minha praia, o que fiz a vida inteira, e 277

eu não consigo ficar sem fazer comentários, mas eu quero passar para o 278

Conselheiro Federal Juares Silveira Samaniego, e dizer que você foi muito feliz 279

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fazendo essa cobrança, e registrar a importância dele em participar de nossas 280

plenárias para que tenhamos a oportunidade de assim o fazer. Com a palavra o 281

Conselheiro Federal Juares Silveira Samaniego diz: “esse é um tema complicado, 282

pois já tivemos várias reuniões com o MEC, e ele determina as titulações, as 283

escolas são um mercado, e isso envolve um poder econômico que é muito mais 284

forte, tendo algumas engenharias que não tem definição. Colocam-se engenharia 285

de produção, mas produção de que? Se você coloca produção modalidade civil, 286

vamos ter engenheiro civil com quatro anos, se coloca modalidade mecânica, 287

teremos engenheiro mecânico, mas ele não define as diretrizes do engenheiro de 288

produção, em qual área ele vai atuar, e isso é determinação do MEC. Logicamente o 289

egresso ele não vai ser prejudicado nunca, ele entra com mandato de segurança, 290

amanhã já vem uma ordem judicial pra você registrá-lo. Temos muita dificuldade 291

junto ao MEC, a politica pública do governo anterior, era colocar muitos cursos de 292

tecnólogo, que eles passaram para técnico de nível médio, esses técnicos em 293

diversa áreas de atuação. Um tecnólogo de alimentos que com dois anos de 294

atuação, ele era um engenheiro agrônomo, ai inventar e dar atribuição de 295

engenheiro agrônomo, um tecnólogo em construção civil, seria engenheiro civil, isso 296

ainda conseguimos barrar, não colocando da forma prevista na regulamentação do 297

tecnólogo. É uma profissão que está sob a guarda do CONFEA, mas não é 298

regulamentada por Lei, quando eles conseguirem a regulamentação por Lei, eles 299

vão brigar por um conselho próprio e vão atravessar as profissões da engenharia”. 300

Com a palavra o Presidente João Pedro Valente diz: “só contribuindo, Adilson, esse 301

ano na SOEA, tem esse eixo principal, a ética, mas nós tivemos a oportunidade de 302

sugerir temas para serem comtemplados na SOEA, e eu particularmente, 303

juntamente com outros presidentes, sugerimos educação, por nós entendemos 304

que, esse é um gargalo terrível no sistema, os títulos acadêmicos não são 305

compatíveis com os títulos profissionais, as atribuições estão vinculadas aos títulos 306

profissionais que tem no sistema. Os títulos acadêmicos dada a autonomia das 307

universidades em criar os cursos eles divergem e as universidades efetivamente não 308

nos consultam, e depois somos obrigados a dar a atribuição. Sem contar as 309

modalidades de ensino, distância, semi-presencial. É preciso encostar no MEC, 310

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arrumar um jeito, de interferirmos nisso. Lógico que localmente a nossa força é 311

menor, e o principal problema que eu vejo, é que o mundo acadêmico, não conversa 312

conosco, com o sistema profissional. Vou falar do que eu assisti nas universidades, 313

nós tivemos uma fase na vida universitária que os professores quando saiam pra 314

fazer pós graduação, se encantava com a disciplina, e voltava querendo criar um 315

curso, ligada aquela disciplina. É um tema palpitante, um desafio enorme, e é muito 316

importante que tenhamos professores participando do sistema, de forma 317

comprometida para que realmente consigamos colocar o dedo na ferida, e avançar 318

um pouco nisso. O CONFEA, tem sido dormente nesse assunto, não conseguem 319

mudar esse quadro, e sentimos que ele vem se agravando a cada ano. E agora 320

com as ações de profissionais e instituições de ensino contra o sistema parece que 321

começam a acordar”. Conselheiro Carlos Luiz Milhomem de Abreu (AEA/MT) diz: “a 322

tempos estamos ouvindo esse debate de CREA contra o MEC, que se traduz em 323

uma perca de tempo, nós sabemos que professores criam qualquer curso, como 324

já foi dito, e a bomba chega aqui. Nós precisamos é ir no congresso barrar essas 325

coisas. Vocês já viram curso de tecnólogo em medicina, tecnólogo em direito? Não 326

tem! Por que eles amarram lá no congresso. Temos que trabalhar Leis, não brigar 327

instituições contra instituições”. Com a palavra o Conselheiro Albeci Davi dos Reis 328

(AMAEST) diz: “boa noite conselheiros, presidente, agradeço pela oportunidade de 329

podermos aqui estar, eu também participei do encontro de líderes em Brasília e 330

também participei como representante da Câmara em Brasília, também como 331

representante do Plenário na Câmara de Engenharia de Segurança do Trabalho, e 332

passarei a vocês um pouco do que aconteceu lá, e um pouco do que temos 333

participado nesses anos com Conselheiro. Fizemos a eleição do Coordenador 334

Nacional, e o coordenador que estava antes era um representante da SOBES do Rio 335

de Janeiro Alexandre Mosca, e o Coordenador Adjunto que também era da SOBES 336

Luiz Antonio, foi eleito pra ser o Coordenador Nacional esse ano, com o apoio de 337

todos os membros. Nessa reunião estava presente a Associação Nacional de 338

Engenharia e Segurança do Trabalho que é a AMEST, também presente o 339

Presidente da SOBES, estas duas associações congregam todos os Engenheiros 340

de Segurança do Trabalho, todas as Associações Regionais de Segurança de 341

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Trabalho locais do estado, e aqui nós temos a AMAEST. Também participou da 342

Reunião o atual Ministro do Trabalho que está interinamente ocupando o cargo, 343

mas que também já houve uma manifestação de todas as Câmaras Regionais de 344

Segurança do Trabalho de Coordenadores e das Associações da Engenharia de 345

Segurança do Trabalho Locais dos Estados no sentido de solicitar ao Presidente da 346

República que ele continue como Ministro do Trabalho, porque ele é uma pessoa 347

muito próxima de todas essas entidades que estou citando. É uma Engenharia que 348

congrega várias categorias de profissionais da engenharia, o Presidente do 349

CONFEA Joel também esteve lá dando o seu apoio no sentido de garantir que 350

nada ira acontecer com as Câmaras Estaduais que existe de Engenharia de 351

Segurança do Trabalho, porque já existia um movimento dentro do 352

CONFEA/CREAS no sentido de barrar o crescimento, e aqui em Mato Grosso nós 353

estamos juntos com os colegas que ajudaram a construir a AMAEST, pleiteando 354

também com o apoio do Presidente João Pedro Valente, construir a Câmara de 355

Engenharia de Segurança do Trabalho. Atualmente fazemos parte da Câmara de 356

Engenharia Civil, que é uma Câmara mista, e portanto eu sou um representante do 357

Plenário, e seguindo a orientação da Conselheira Marciane que defendeu também 358

gostaria sim, que todos os eventos que nos participássemos vir até aqui, dar a 359

nossa contribuição e trazer esses informes que eu acho muito importante”. Com a 360

palavra o Presidente João Pedro Valente diz: “com esta dinâmica, de fazer com que 361

a ordem do dia, que os processos tramitem de forma mais rápida, temos realmente 362

o desejo de tornar a nossa Plenária um momento de socializar conhecimento, 363

transferir informações, nossas preocupações, refletir e avançar um pouco mais. Eu 364

quero na próxima plenária, dar oportunidade aos colegas que fazem a 365

representação do conselho nas comissões que já existem, como está semana o 366

Conselheiro Silvano, esteve representando o CREA em uma reunião com o CAU. 367

Passou-se ao próximo item da pauta: 8.0 – COMISSÕES: 8.1. - COMISSÃO DE 368

ORÇAMENTO E TOMADA DE CONTAS – COTC. A) PROCESSO Nº 2017010837

369

– INTERESSADO: CREA/MT. ASSUNTO: BALANCETE OUTUBRO/2017. 370

Deliberação Nº 040/2017-COTC.. EM VOTAÇÃO: Aprovado Pela Maioria.

371

ABSTENÇÕES: Engenheiro Civil Archimedes Pereira Lima Neto (ABENC/MT),

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Engenheiro Sanitarista Benildo Valério de Farias (AESA). VOTOS CONTRÁRIOS: 373

Não houve. .B) PROCESSO Nº 2018041920 – INTERESSADO: CREA/MT. 374

ASSUNTO: BALANCETE JANEIRO/2018. Deliberação Nº 006/2018-COTC,

375

estiveram presentes os senhores Conselheiros Membros da Comissão de 376

Orçamento e Tomada de Contas: Marciane Prevedello Curvo (ABENC), Plinio 377

Barbosa (AEAGRO) e Tarciso Bassan Vezzi (ABENC). VOTO: Pela Aprovação do 378

Balancete de JANEIRO/18. Voto Contrário: Não houve. Passou-se ao próximo item 379

da pauta: 8.2 - COMISSÃO DE EDUCAÇÃO E ATRIBUIÇÃO PROFISSIONAL – 380

CEAP. A) 8.2.1 – PROCESSO Nº 2017052456: - INTERESSADO: Instituto Federal

381

de Mato Grosso – IFMT Campus Cuiabá-MT Octayde Jorge da Silva. Assunto: 382

Cadastro de Curso de Tecnologia de construção de Edifícios. Voto: Pelo 383

cadastramento do Curso. EM DISCUSSÃO: Não Houve. EM VOTAÇÃO: Aprovada 384

por unanimidade. 8.2.2 - PROCESSO Nº 2017052421– INTERESSADO: Instituto 385

Federal de Mato Grosso – Campus Cuiabá – Bela Vista. ASSUNTO: Cadastramento 386

de Curso de Tecnologia de Gestão Ambiental. Voto: Pelo cadastramento do Curso. 387

EM DISCUSSÃO: Não Houve. EM VOTAÇÃO: Aprovada pela maioria.

388

ABSTENÇÕES: Engenheiro Florestal Marcelo Martins Guimarães e Silva (AMEF).

389

8.2.3 - PROCESSO Nº 2017052419 – INTERESSADO: Instituto Federal de Mato

390

Grosso – Campus Cuiabá – Bela Vista. ASSUNTO: Cadastramento de Instituição de 391

Ensino. Voto: Pelo cadastramento da Instituição de Ensino. EM DISCUSSÃO: Não 392

Houve. EM VOTAÇÃO: Aprovada por unanimidade. 8.2.4 -PROCESSO Nº 393

2018039013 – INTERESSADO: Universidade Federal de Mato Grosso, Campus

394

Várzea Grande-MT. ASSUNTO: Cadastramento do Curso de Bacharelado de 395

Engenharia de Transportes. Voto: Pelo cadastramento do Curso. EM DISCUSSÃO: 396

Não Houve. EM VOTAÇÃO: Aprovada por unanimidade. ABSTENÇÕES: 397

Conselheiro Marcelo Martins Guimarães e Silva (AMEF), item 8.2.2 – Processo 398

2017052421. Passou-se ao próximo item da pauta: 8.3 - COMISSÃO DO CREA 399

JUNIOR – CREAJR. – ASSUNTO: Homologação do Edital de Eleição e

400

Cronograma de Palestras do CREA-JR. EM VOTAÇÃO: Aprovado por unanimidade. 401

Passou-se ao próximo item da pauta: 8.4 – COMISSÃO DO MÉRITO - CME. - 402

ASSUNTO: 8.4.1 - Indicação a Medalha do Mérito e Livro do Mérito. A Comissão

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de Mérito através da Deliberação 001/2018, coloca sob apreciação do Plenário 404

para votação as seguintes indicações, a Medalha do Mérito: Engenheiro 405

Agrônomo Gutemberg Carvalho da Silveira (AEAGRO), Geólogo André Luiz da 406

Silva Molina (AGEMAT), Geólogo Fernando Ximenes de Tavares Salomão 407

(GEOCLUBE). 8.4.2 - Indicação ao Livro do Mérito: Engenheiro Agrônomo Carlos 408

Eloi Prata (AEAGRO), Engenheiro Civil Fernando Flavio Marques de Almeida 409

(GEOCLUBE). EM VOTAÇÃO: Indicação a Medalha do Mérito: Engenheiro 410

Agrônomo Gutemberg Carvalho da Silveira (AEAGRO) 13 - VOTOS, Geólogo André 411

Luiz da Silva Molina (AGEMAT) 0 - VOTOS, Geólogo Fernando Ximenes de Tavares 412

Salomão (GEOCLUBE) 12 - VOTOS. Indicação ao Livro do Mérito: Engenheiro 413

Agrônomo Carlos Eloi Prata (AEAGRO) 13 - VOTOS, Engenheiro Civil Fernando 414

Flavio Marques de Almeida (GEOCLUBE) 12 VOTOS. Para a Medalha do Mérito foi 415

o mais votado o Engenheiro Agrônomo Gutemberg Carvalho da Silveira (AEAGRO), 416

e para o Livro do Mérito o mais votado Engenheiro Agrônomo Carlos Eloi Prata 417

(AEAGRO). Passou-se ao próximo item da pauta: 9.0 - EXTRA PAUTA: – 9.1.- 418

PROTOCOLO: 2018033341 - INTERESSADO: MÚTUA de Assistência dos

419

Profissionais da Engenharia e Agronomia. ASSUNTO: Solicita espaço (10 minutos) 420

para apresentação Institucional da Mútua-MT no período de março a dezembro/18. 421

EM DISCUSSÃO: Não Houve. EM VOTAÇÃO: Aprovado por unanimidade a

422

apresentação a partir do mês de abril/18. Passou-se ao próximo item da pauta: 9.2 - 423

Substituição dos Representantes da CEEF – Câmara Especializada de

424

Engenharia Florestal e CGMI – Câmara de Geologia Minas e Industrial, na CEP - 425

Comissão de Ética Profissional. EM DISCUSSÃO: Conselheiro Marcelo da 426

(AMEF),diz: “no caso da Câmara Especializada de Engenharia Florestal, peço a 427

substituição do meu nome pelo Conselheiro Ronaldo Drescher como membro da 428

Comissão de Ética, suplente do Conselheiro Benedito Carlos de Almeida (AMEF), 429

sendo eu Coordenador da Câmara não seria recomendável participar da Comissão 430

de Ética. Com a palavra o Conselheiro Sebastião do Weis Andrade Junior (SENGE), 431

“ me foi proposto pelo Conselheiro Caiubi Emanuel Kuhn, ser representante da 432

Comissão de Ética, da (CGMI) em sua substituição, sendo assim eu me disponho 433

a participar da Comissão de Ética. EM VOTAÇÃO: Aprovado por unanimidade. 9.3 - 434

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Ofício Nº 023/2018-PRESIDÊNCIA, ao CONFEA, solicitando prorrogação de prazo

435

referente ao CONVÊNIO Nº 080/2016 – Proc. CF. Nº 2829/2016 – Referente a 436

PRODESU LINHA III-B, referente realização da edificação da Inspetoria de 437

Diamantino. Passou-se ao próximo item da pauta: 10.0 – PALAVRA LIVRE: 438

01/03/2018 – Conselheiro Engenheiro Agrônomo José Mauro de Ribamar Ribeiro 439

(ANHANGUERA/ROO); 03/03/2018 - Conselheira Engenheira Civil Silvia Romfim 440

(Suplente) – (AENOR/SINOP). Encerrada a plenária. E para constar, eu, Rosimar 441

dos Santos Sobral, Analista Administrativo, transcrevi a presente Ata, que após lida, 442

discutida e aprovada, será assinada pelo Presidente da mesa e pelos Conselheiros 443

presentes. 444

Engenheiro Agrônomo João Pedro Valente (PRESIDENTE), 445

Engenheiro Agrônomo Adilson Amorim Brandão (UNIVAG), 446

Engenheiro Agrônomo Adriano Ronchi (AEA/MT), 447

Engenheiro Civil Marcos Valente de Albuquerque (ABENC/MT), 448

Engenheiro San. e de Segurança do Trabalho Albeci Davi dos Reis (AMAEST), 449

Engenheiro Florestal Benedito Carlos de Almeida (AMEF), 450

Engenheiro Sanitarista Benildo Valério de Farias (AESA), 451

Engenheiro Agrônomo Bruno Boscov Braos (AEASA), 452

Geólogo Caiubi Emanuel Souza Kuhn (GEOCLUBE), 453

Engenheiro Agrônomo Carlos Luiz Milhomem Abreu (AEA/MT), 454

Engenheiro Agrimensor Carlos Roberto Michelini (AREA), 455

Engenheiro Agrônomo Clóvis do Lago Albuquerque (AEAPL), 456

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Engenheiro Agrônomo Davi Martinotto (AEA/MT), 457

Engenheiro Eletricista Edson Dias (AMEE), 458

Engenheiro Eletricista Edson Domingues de Miranda (SENGE), 459

Engenheiro Civil Elesbão Moreno da Fonseca (SENGE), 460

Engenheiro Agrônomo Eliandro Zaffari (AEAS) 461

Engenheiro Florestal Joaquim Paiva de Paula (AMEF), 462

Engenheiro Agrônomo Cícero Ramos Pereira (AENOR), 463

Engenheiro Civil João de Deus Guerreiro Santos (UFMT), 464

Engenheiro Civil André Vitor de Abreu (SENGE), 465

Engenheiro Civil José Francisco Barbosa Ortiz (IBAPE), 466

Engenheiro Civil José Mura Junior (IEMT), 467

Engenheiro Agrônomo José Renato Perinete (AEAGRO), 468

Engenheiro Agrônomo Luiz Omar Pichetti (AEAAB), 469

Engenheiro Agrônomo Marcelo Cesar Capellotto França (AEAGRO), 470

Engenheiro Florestal Marcelo Martins Guimarães e Silva (AMEF), 471

Engenheira Civil Marciane Prevedello Curvo (ABENC/MT), 472

Engenheira Sanitarista Alessandra Cintra Mardirossian (AESA), 473

Engenheiro Eletricista Marcos Vinícius Santiago Silva (AMEE), 474

Engenheiro Agrônomo Plínio Barbosa (AEAGRO), 475

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Engenheira Civil Rejane Mara Castiglioni Alves Scaravelli (ABENC/MT), 476

Engenheiro Agrônomo Roberto Knoll (AENOR), 477

Engenheiro Civil Ronaldo de Abreu Gonzalez (AENOR), 478

Engenheiro Florestal Ronaldo Drescher (UFMT) 479

Engenheiro Civil Silvano Pohl Moreira de Castilho Junior (ABENC), 480

Geólogo Sinvaldo Gomes de Morais (AGEMAT), 481

Engenheiro Civil Tarciso Bassan Vezzi (ABENC/MT), 482

Engenheiro Agrônomo Valmor Volpato (AEAS), 483

Engenheiro Sanitarista Antonio Iracildo Rodrigues(AESA), 484

Engenheiro Agrônomo Walter José Souza Buzatti (AEAGRO). 485

Referências

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