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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA

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(1)

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO DEPARTAMENTO DE EXPRESSÃO GRÁFICA CURSO DE DESIGN

(2)

Prof. Dr.

Isaac A. Camargo

ILUMINAÇÃO

(3)

Luz e fotografia: iluminação

natural e artificial

Ajustes e adequação da luz

no ambiente natural.

Iluminação artificial: estúdio

fotográfico.

(4)

Luz e fotografia: iluminação

natural e artificial

(5)

A constituição do termo

fotografia inclui nele a sua

própria sua filiação e

dependência: a luz

(6)

Como sabemos o controle da

luz depende, principalmente, de

dois componentes da câmera

fotográfica:

Diafragma e

Obturador

(7)

O diafragma controla a

quantidade de luz que entra na

máquina: Maior abertura mais

luz, menor abertura, menos luz.

Entretanto, as aberturas

controlam também o Foco (f):

Aberturas maiores – menos

foco

(8)

O obturador controla o tempo, o

período de exposição da

imagem na câmera.

Velocidades lentas, podem

captar mais luz, mas também

podem borrar a imagem.

Velocidades rápidas deixam

entrar menos luz e também

(9)

Se a luz do ambiente, luz

existente, fosse sempre

equilibrada em relação à

sensibilidade que temos (ISO),

tudo seria fácil, no entanto,

temos que ajustar a câmera

para a realização das fotos em

função das variações de

luminosidade

(10)

Mas sabemos também que as

alterações dos ajustes da

câmera também implicam em

alterações nas imagens obtidas,

daí a necessidade de

estudarmos a luz e as

possibilidades de adequação

dela à fotografia

(11)

Como se sabe, a exposição à

luz foi um dos problemas que

mobilizou inventores e

fotógrafos ao longo da

existência e desenvolvimento

da fotografia

(12)

Nos seus primeiros

momentos, a fotografia

dependia quase que

exclusivamente da luz

(13)

Os Estúdios eram construídos com clarabóias que pudessem

ser abertas ou fechadas em

função da luz exterior, com isso o fotógrafo poderia controlar o

(14)

Outra opção era o uso de

placas brancas pintadas ou

bastidores de tecido branco

usados para fazer com que a

luz refletisse neles e

aumentasse a iluminação do

modelo, estes aparatos são

(15)

Mesmo assim, era necessário

aumentar consideravelmente

a luz, a abertura do diafragma

ou o tempo de exposição

devido à baixa sensibilidade

do material produzido para os

(16)

Com o passar do tempo, este problema foi resolvido. De um lado pelo desenvolvimento de filmes mais sensíveis e, de outro

pelo surgimento de

equipamentos capazes de

iluminar e controlar a iluminação com mais eficiência e precisão

(17)

A luz natural que iluminava as primeiras fotografias recebeu uma grande ajuda

de equipamentos de

iluminação. No começo dada pelo flash de pólvora com magnésio, mistura que ao receber uma carga elétrica produzia um clarão intenso e

(18)

Depois os flashes que usavam lâmpadas de

magnésio, que

espocavam ao serem ligadas, produzindo uma

luz forte. Tanto as

misturas incandescentes quanto as lâmpadas de

magnésio tinham uso limitado, queimavam e

(19)

Posteriormente surgiram os flashes eletrônicos

com lâmpadas

halógenas e de xenon, que funcionam ao

receber uma descarga elétrica curta, acendem

por uma fração de segundo e apagam

(20)

Mais tarde os flashs

eletrônicos alimentados

com pilhas comuns ou

recarregáveis, também

com lâmpadas halógenas

e de xenon, que

funcionam do mesmo

modo

(21)

O grande diferencial deste tipo de equipamento foi o surgimento de

baterias de menor dimensão e maior durabilidade, logo as

lâmpadas tem uma vida útil muito maior do que se podia pensar daqueles flashes precários dos

(22)

O uso de equipamento de iluminação, quer seja no ambiente natural para

reforçar a luz que incide sobre o assunto ou num estúdio, por exemplo, requer uma avaliação mais precisa da luz, no entanto,

fazer isso a “olho nu” não garante que vamos acertar , não somos capazes identificar com precisão quanto de luz é

necessário para gravar uma fotografia numa dada situação

(23)

Para aferir com precisão a

intensidade de luz, utiliza-se um Fotômetro, aparelho integrado à

câmera e composto por células fotoelétricas. Embora o fotômetro

da câmera possa medir a luz, nem sempre é suficiente para poder “desenharmos”, com a luz,

(24)

O mais adequado é usar fotômetros manuais cuja

capacidade é adequada para medir a luz emitida por uma fonte, como também, a luz que incide sobre as coisas a serem

(25)
(26)

No ambiente natural, precisamos nos posicionar adequadamente em relação à fonte luminosa, em geral o sol. Ao fotografar contra a

luz precisamos nos preocupar em calçar a luz com rebatedores

ou compensar a exposição ajustando a abertura do

diafragma, ou balanceando o branco

(27)

Luz intensa de fundo, quase sempre exige mais atenção. Podemos também calçar a luz utilizando flash. Ao fotografar a favor da luz, podemos angular a

posição do modelo, do assunto ou mesmo a nossa posição para

desenhar os contornos e seus pontos de incidência

(28)

Podemos usar flashes,

rebatedores e também difusores para atenuar sombras intensas

(29)

É importante mensurarmos a luz que incide sobre o modelo ou assunto, fotometrando a luz bem

próximo do assunto. Ao

afastarmos, teremos a indicação de um excesso de luz, mas isso

não atrapalhará a foto, ao

contrário, dará mais detalhes, embora clareie mais o fundo

(30)

Em situações de baixa

luminosidade, se quisermos

trabalhar com a luz existente,

devemos aumentar o tempo

de exposição, caso contrário,

(31)

Fotografias em ambiente natural também sofrem alterações em relação às condições de horário

(inclinação da luz), condições climáticas (nuvens, chuva, neve),

temperatura (intensidade luminosa) e reflexos, nestes

casos, precisamos usar filtros de correção

(32)

A luz do alvorecer ou entardecer tem mais vermelho do que os outros horários, neste caso, se o alaranjado for um problema para o tipo de imagem que esperamos

produzir, é necessário usar filtros de correção de densidade azul

(33)
(34)

Ao contrário se há muito

influência de tons azuis, como em ambientes de neblina ou

neve, podemos usar filtros alaranjados. Filtros UV–ultra

violeta, são necessários quando temos iluminação muito intensa, neve, deserto ou praia são casos

(35)

Filtros de densidade neutra, são

acinzentados, funcionam para reduzir a intensidade de luz sem que tenhamos

que alterar as aberturas do diafragma ou o tempo de exposição do obturador

(36)

Reflexos indesejáveis podem ser corrigidos por filtros polarizadores. Algumas câmaras digitais possuem ajustes de compensação cromática, portanto facilitam o trabalho e evitam a

(37)
(38)

Em última instância, algumas câmeras e os programas de

tratamento de imagem, também possuem filtros de correção para

melhorar as imagens.

Filtros de efeitos especiais ou fantasia não são usados para correção, portanto, não serão

(39)

Em situações de baixa

luminosidade ou de

iluminação incidente e dura,

no ambiente natural e,

especialmente, fora dele, é

comum o uso de flashes, mas

seu uso obrigatório ocorre nos

(40)

Sabemos que os primeiras

fotógrafos usavam e abusavam

dos estúdios, especialmente na

produção de retratos, pois,

fotografar em situação de luz

ambiente era muito difícil

naquele tempo

(41)

A vantagem do estúdio é que

podiam controlar a luz e

também controlar a posição do

modelo durante o tempo de

(42)

Hoje em dia, o uso de estúdio é

essencial para a produção

fotográfica na medida em que se

deseja iluminação precisa e de

qualidade, para isso é necessário

definir o tipo de fotografias que se

quer produzir, para delimitar a

dimensão do estúdio e os

(43)

Estúdio e iluminação:

(44)

Quando falamos em técnicas de iluminação de estúdio nos referimos aos recursos usados para adequar a

luz à tomada da imagem fotográfica quanto à capacidade luminosa da objetiva, a sensibilidade do suporte

sensível e, principalmente, como valorizar aquilo que é fotografado, logo, é necessário preparar a luz com

(45)

Nos estúdios a iluminação é extrema e precisamente controlada. Não há como

cometer erros com relação à sua utilização

(46)

Os equipamentos atuais de

iluminação artificial são tão

sofisticados e precisos que

erros só acontecem por

descuido ou desinformação

(47)

A base de um estúdio é o flash, entretanto, não é um simples

cabeçote de emissão de luz. Esses equipamentos possuem potência, intensidade variável e

LLC-Linear Light Control, portanto, podem ter suas

“tochas” ajustadas para diversos tipos de fotografia

(48)

Além disso o estúdio pode se

transformar num cenário ou

possuir simplesmente um fundo

neutro ou infinito para quebra

das linhas de conexão

horizontal/vertical do fundo da

imagem

(49)

Pode usar apenas uma fonte

emissora de luz ou diversas

(50)

Quando se fala em iluminação artificial, sabemos que esta luz

pode ser aplicada direta ou

indiretamente sobre o assunto a ser fotografado:

(51)

A incidência direta provoca

contrastes violentos, portanto,

há a necessidade de equilibrar

a incidência de luz com mais de

um flash, portanto há flashes

principais e auxiliares, para

compensação, preenchimento,

(52)
(53)

Há outros recursos acoplados

aos flashes como as

“sombrinhas”, que recebem o

disparo do flash no seu

interior e distribuem a luz de

modo mais suave

(54)

Tais disparos podem ser

atenuados também por difusores translúcidos interpostos entre o

flash e o assunto. Há também luminárias chamadas de hazy

light que produzem iluminação

(55)
(56)

Os conjuntos de

equipamentos para

iluminação variam em função

das dimensões do estúdio e

do tipo coisas que vão ser

fotografadas

(57)
(58)

Pequenos objetos podem ser

fotografadas em bancadas

chamadas de

(59)
(60)

STILL

Table Lighting Mini Halógena com 2 iluminadores para 2

lâmpadas halógenas palito de 78mm. Acompanha 2 difusores com armação e 4 lâmpadas de 200watts

(61)
(62)

Ao passo que fotografia com

modelos humanos, tipo book

fotográfico, e também coisas

ou objetos medianos podem

ser fotografados com

(63)

ILUMINAÇÃO PARA

ESTUDIO FOTOGRAFICO 4 FLASHS COM TRIPES 1 GIRAFA COM TRIPE FUNDO FOTOGRAFICO AZUL,PRETO E BRANCO.

(64)

Iluminação

1 Gerador 1200 ACL x Bivolt Automático 1 Cabo de Sincronismo

Luz Principal e Preenchimento 2 Tochas Pirex Halógenas 2 Tripés Cadete

2 Soft-Light 60 x 80cm com recuo Luz de Fundo

1 Tocha Pirex Halógena 1 Tripé de Fundo Back-Light 1 Refletor Base Colméia

1 Bandeira atek com Suporte para Filtros 1 Jogo de Filtros com 8 cores

Acessórios

1 Rebatedor de 1 metro Prata e Branco 1 Suporte para Rebatedor

1 Tripé Cadete

Suporte para Fundo 2 Tripés Black

1 Par de Forquilhas 1 Eixo Avulso Completo Fundos Fotográficos

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Luz Principal

1 Flashs 200 Master + Tripé + refletor angular + cabo de sincronismo. - 2 Sombrinhas Plásticas Mini AT-064 R$30 (cada)

Luz de Cabelo

- 1 Flash 160 Plus + 1 Girafa Média + 1 Snoot Concentrador de Luz

Luz de Fundo

- 1 Flash 160 Plus + Tripé de Fundo Back-Light + Refletor 180mm para Fundo

(66)
(67)

Quando se trata de estúdios

de grande porte, em geral, o

sistema de iluminação é

posicionado no teto e

(68)
(69)
(70)
(71)
(72)

Referências

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