CÂMARA MUNICIPAL DE LOURES BOLETIM DE DELIBERAÇÕES E DESPACHOS
ISSN 1646-7027
Edição n.º 21
28 de outubro de 2015
CÂMARA MUNICIPAL
Pág. 5DIRETOR: Presidente da Câmara Municipal de Loures,
Dr. Bernardino José Torrão Soares
PERIODICIDADE: Quinzenal
PROPRIEDADE: Município de Loures EDIÇÃO ELETRÓNICA
DEPÓSITO LEGAL n.º 148950/00 ISSN 1646-7027
COORDENAÇÃO, ELABORAÇÃO, LAYOUT E PAGINAÇÃO GABINETE LOURES MUNICIPAL
Resolução do Conselho de Ministros n.º 8/2011
Diário da República, 1.ª série, n.º 17, de 25 de janeiro de 2011
Toda a correspondência relativa a LOURES MUNICIPAL
deve ser dirigida a
CÂMARA MUNICIPAL DE LOURES
LOURES MUNICIPAL
BOLETIM DE DELIBERAÇÕES E DESPACHOS RUA MANUEL AUGUSTO PACHECO, 6 - 4º
2674 - 501 LOURES
TELEFONE: 21 115 15 82 FAX: 21 115 17 89
http://www.cm-loures.pt
ÍNDICE
Pág.
CÂMARA MUNICIPAL
50.ª Reunião Ordinária
5
UNIDADES ORGÂNICAS
37
Planeamento, Finanças e Logística
37
Planeamento e Gestão Urbanística
39
Educação
40
ANÚNCIOS - Súmula
40
ANEXO
À PROPOSTA DE DELIBERAÇÃO n.º 495/2015
ANEXO
À PROPOSTA DE DELIBERAÇÃO n.º 497/2015
ANEXO
À PROPOSTA DE DELIBERAÇÃO n.º 503/2015
ANEXO
À PROPOSTA DE DELIBERAÇÃO n.º 513/2015
N.º 21
28 de OUTUBRO de 20155
CÂMARA
MUNICIPAL
DELIBERAÇÕES
50.ª Reunião Ordinária,
realizada em 28 de outubro de 2015
VOTO DE PESAR Voto de Pesarpelo falecimento do Trabalhador dos SIMAR Adelino Teixeira da Silva
PROPOSTA DE DELIBERAÇÃO n.º 518/2015
No passado dia 15 de outubro de 2015, faleceu Adelino Teixeira da Silva, de 56 anos de idade, num trágico acidente ao serviço dos SIMAR. Adelino Teixeira da Silva era funcionário dos SMAS de Loures, agora SIMAR, há mais de 20 anos. Trabalhador de trato simples, reconhecido pelos seus pares como excelente profissional e um colega solidário e solícito para todos aqueles com quem privava profissionalmente. Foi com grande consternação que os seus colegas de trabalho se viram despojados de um colega e amigo.
Pelos seus anos dedicados aos SMAS/SIMAR, propõe-se que esta Câmara, na reunião ordinária no dia 28 de outubro de 2015, delibere:
1. Apresentar à família de Adelino Teixeira da Silva, bem como a todos os seus colegas e amigos, votos de profundo pesar pelo seu falecimento.
2. Guardar um minuto de silêncio em memória de Adelino Teixeira da Silva.
Loures, 28 de outubro de 2015 Os Vereadores da CDU Os Vereadores do PSD Os Vereadores do PS
(Aprovado por unanimidade, sendo cumprido um minuto de silêncio)
APROVAÇÃO DE ATAS
Projeto de Ata da 39.ª Reunião Ordinária de Câmara Municipal, realizada em 13 de maio de 2015.
(Aprovado por maioria, com os votos contra da Sr.ª e Srs. Vereadores eleitos pelo Partido Socialista)
Projeto de Ata da 45.ª Reunião Ordinária de Câmara Municipal, realizada em 19 de agosto de 2015.
(Aprovado por unanimidade, sem a votação do Sr. Vice-Presidente e da Sr.ª Vereadora Sónia Paixão, por não terem estado presentes na reunião)
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PLANEAMENTO, FINANÇAS E LOGÍSTICA PARTICIPAÇÃO DO MUNICÍPIO NO IRS Proposta de aprovação, e de submissão a deliberação da Assembleia Municipal, da participação do Município em 5% no IRS dos sujeitos passivos com domicílio fiscal no Concelho de Loures, a incidir nos rendimentos do ano de 2016 e a arrecadar pelo Município em 2017.
PROPOSTA DE DELIBERAÇÃO n.º 499/2015
Considerando que:
A. Nos termos da alínea e) do artigo 14.º da Lei n.º 73/2013, de 13 de setembro, que estabelece o regime financeiro das autarquias locais e das entidades intermunicipais, constitui receita dos municípios o produto da participação nos recursos públicos determinada nos termos do disposto nos artigos 25.º e seguintes daquele diploma legal; B. O artigo 26.º da Lei n.º 73/2013, de 13 de setembro, estabelece que os municípios têm direito a uma participação variável até 5% no IRS dos sujeitos passivos com domicílio fiscal na respetiva circunscrição territorial, nos termos definidos naquele preceito legal; C. De acordo com aquele mesmo preceito legal,
a participação variável deliberada deve ser comunicada à Autoridade Tributária, por via eletrónica, até ao dia 31 de dezembro do ano anterior àquele a que respeitam os rendimentos, sob pena de perda do direito àquela participação por parte do município. Tenho a honra de propor que:
A Câmara Municipal de Loures, nos termos do artigo 26.º da Lei n.º 73/2013, de 13 de setembro, e do disposto na alínea c) do n.º 1 do artigo 25.º conjugada com a alínea ccc) do n.º 1 do artigo 33.º, ambas do Anexo I da Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro, delibere submeter, à Assembleia Municipal de Loures, para deliberação, a participação de 5% no IRS dos sujeitos passivos com domicílio fiscal no concelho de Loures, a incidir nos rendimentos de 2016 e a arrecadar pelo Município em 2017.
Loures, 22 de outubro de 2015 O Presidente da Câmara
(a) Bernardino Soares
Pela Sr.ª e Srs. Vereadores eleitos pelo Partido Socialista foi apresentada uma Proposta alternativa, que recebeu o n.º 519/2015, que a seguir se transcreve.
PROPOSTA DE DELIBERAÇÃO n.º 519/2015
Considerando que:
a) De acordo com a alínea e) do art.º 14.º da Lei n.º 73/2013, de 3 de setembro, constitui receita dos municípios o produto da participação nos recursos públicos, determinada nos termos do disposto nos artigos 25.º e seguintes, daquele diploma legal;
b) Nos termos da alínea c) do n.º 1 do art.º 25.º e do n.º 1 do art.º 26.º, ambos da já referida lei, os municípios têm direito, em cada ano, a uma participação variável, até 5%, no IRS dos sujeitos passivos com domicílio fiscal na respetiva circunscrição territorial, relativa aos rendimentos do ano imediatamente anterior, que é calculada sobre a respetiva coleta líquida das deduções previstas no n.º 1 do art.º 78.º do Código do IRS;
c) Pelo terceiro ano consecutivo se propõe a manutenção da participação máxima no IRS pelo Município, como consta na Proposta de Deliberação n.º 499/2015, não refletindo uma política de apoio às famílias residentes no concelho e não tendo em conta a atual crise financeira.
Ternos a honra de propor que:
A Câmara Municipal de Loures, nos termos do disposto no artigo 26.º da Lei n.º 73/2013, de 3 de setembro, e do disposto na alínea c) no n.º 1 do artigo 25.º conjugado com a alínea ccc) do n.º 1 do artigo 33.º, ambas da Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro, delibere submeter à Assembleia Municipal de Loures, para deliberação, a participação de 4% no IRS dos sujeitos passivos com domicílio fiscal no Concelho de Loures, a incidir nos rendimentos de 2016 e a arrecadar pelo Município em 2017.
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Loures, 28 de outubro de 2015. Os Vereadores do Partido Socialista (Colocadas à votação em alternativa, a Proposta n.º 499/2015 foi aprovada por maioria, com os votos do Sr. Presidente da Câmara, Sr. Vice-Presidente, Sr.ª Vereadora e Srs. Vereadores eleitos pela Coligação Democrática Unitária e Srs. Vereadores eleitos pela Coligação “Loures Sabe Mudar”)
Esta deliberação carece de aprovação pela Assembleia Municipal
IMPOSTO MUNICIPAL SOBRE IMÓVEIS Proposta de fixação, e de submissão a deliberação da Assembleia Municipal, de taxas do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) a aplicar em 2016.
PROPOSTA DE DELIBERAÇÃO n.º 500/2015
Considerando que:
A. De acordo com o Código do Imposto Municipal sobre Imóveis (CIMI), aprovado pelo Decreto-Lei n.º 287/2003, de 12 de novembro, com as respetivas alterações, o Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) incide sobre o valor patrimonial tributário dos prédios urbanos e rústicos situados em território português, constituindo receita dos municípios onde os mesmos se localizem.
B. Nos termos da alínea a) do artigo 14.º da Lei n.º 73/2013, de 3 de setembro, que estabelece o regime financeiro das autarquias locais e das entidades intermunicipais, constitui receita dos municípios o produto da cobrança do IMI, sem prejuízo da receita legalmente afeta às freguesias nos termos da alínea a) do n.º 1 do artigo 23.º da mesma lei.
C. Ao abrigo da alínea d) do n.º 1 do artigo 25.º do Anexo I da Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro, que estabelece o regime jurídico das autarquias locais, aprova o estatuto das entidades intermunicipais, estabelece o regime jurídico da transferência de competências do Estado para as autarquias locais e para as entidades intermunicipais e aprova o regime
jurídico do associativismo autárquico, compete à assembleia municipal, sob proposta da câmara municipal, fixar anualmente o valor da taxa do IMI.
D. O artigo 112.º do CIMI reitera que compete aos municípios, mediante deliberação da respetiva assembleia municipal, fixar as taxas do IMI a aplicar em cada ano de acordo com os intervalos e metodologias previstas na lei; bem como minorar e majorar taxas.
E. De acordo com o preceito legal supra invocado, as deliberações ali previstas devem ser comunicadas à Autoridade Tributária, por via eletrónica, até ao dia 30 de novembro, sob pena de aplicação das taxas mínimas.
Tenho a honra de propor que:
A Câmara Municipal de Loures, nos termos do disposto no artigo 112.º do CIMI e do disposto na alínea d) do n.º 1 do artigo 25.º, conjugado com a alínea ccc) do n.º 1 do artigo 33.º, ambas do Anexo I da Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro, delibere submeter à Assembleia Municipal de Loures, para deliberação, a proposta de fixação das seguintes taxas do IMI a vigorar em 2016: 1. Nos termos do n.º 5 do artigo 112.º do CIMI: a) Prédios rústicos: 0,8%;
b) Prédios urbanos: 0,389%.
2. Nos termos do n.º 3 do artigo 112.º do CIMI: A elevação da taxa aprovada na alínea b) do ponto 1 ao triplo nos casos de prédios urbanos que se encontrem devolutos há mais de um ano ou em ruínas, conforme informação n.º 369/DPCA/ACC de 2015.10.15 e listagem em anexo à mesma.
3. Nos termos do n.º 8 do artigo 112.º do CIMI: A majoração de 30% da taxa aplicável a prédios urbanos degradados, que como tal tenham sido identificados e considerados, conforme informação n.º 369/DPCA/ACC de 2015.10.15 e listagem em anexo à mesma. 4. Nos termos do n.º 13 do artigo 112.º do CIMI:
A redução da taxa aprovada na alínea b) do ponto 1 nos termos fixados no quadro que se segue, nos casos de imóvel destinado a habitação própria e permanente coincidente com o domicílio fiscal do proprietário:
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Número de dependentes a cargo Redução de taxa 1 (um) 1,5% 2 (dois) 7,5% 3 (três) ou mais 16% Loures, 22 de outubro de 2015 O Presidente da Câmara(a) Bernardino Soares
Pela Sr.ª e Srs. Vereadores eleitos pelo Partido Socialista foi apresentada uma Proposta alternativa, que recebeu o n.º 520/2015, que a seguir se transcreve.
PROPOSTA DE DELIBERAÇÃO n.º 520/2015
Considerando que:
a) De acordo com o Código do Imposto sobre Imóveis (CIMI), aprovado pelo Decreto-Lei n.º 287/2003, de 12 de novembro, com as respetivas aIterações, o Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) incide sobre o valor patrimonial tributário dos prédios urbanos e rústicos situados em território português, constituindo receita dos Municípios onde os mesmos se localizem;
b) Nos termos da alínea a) do artigo 14.º da Lei n.º 73/2013, de 3 de setembro, que estabelece o regime financeiro das autarquias locais e das entidades intermunicipais, constitui receita dos municípios o produto da cobrança do IMI, sem prejuízo da receita legalmente afeta às freguesias, nos termos da alínea a) do n.º 1 do artigo 23.º da mesma lei;
c) Ao abrigo da alínea d) do n.º 1 do artigo 25.º do Anexo I da Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro, que estabelece o regime jurídico das autarquias locais, aprova o estatuto das entidades intermunicipais, estabelece o regime jurídico da transferência de competências do Estado para as Autarquias Locais e para as entidades intermunicipais e aprova o regime jurídico do associativismo autárquico, compete à Assembleia Municipal, sob proposta da Câmara Municipal, fixar anualmente o valor da taxa do IMI;
d) O artigo 112.º do CIMI reitera que compete aos municípios, mediante deliberação da respetiva Assembleia Municipal, fixar as taxas do IMI a aplicar em cada ano de acordo com os intervalos e metodologias previstas na lei, bem como minorar e majorar taxas;
e) De acordo com o preceito legal supra invocado, as deliberações ali previstas devem ser comunicadas à Autoridade Tributária, por via eletrónica, até ao dia 30 de novembro; f) A descida da taxa do Imposto Municipal sobre
Imóveis constante da Proposta de Deliberação n.º 500/2015, de 0,395% para 0,389% não acompanha os sacrifícios das famílias do Concelho de Loures, por um lado pela excessiva carga fiscal existente, e por outro lado pela indefinição face ao fim da cláusula de salvaguarda, aumentando o esforço dos munícipes.
Temos a honra de propor que:
A Câmara Municipal de Loures, nos termos do disposto no artigo 112.º do CIMI e do disposto na alínea d) no n.º 1 do artigo 25.º conjugado com a alínea ccc) do n.º 1 do artigo 33.º, ambas da Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro, delibere submeter à Assembleia Municipal de Loures, para deliberação, a proposta de fixação das seguintes taxas de IMI a vigorar em 2016:
1. Nos termos do n.º 5 do artigo 112.º do CIMI: a) Prédios rústicos:0,8%;
b) Prédios urbanos: 0,375%.
2. Nos termos do n.º 3 do artigo 112.º do CIMI: A elevação da taxa aprovada na alínea b) do ponto 1 ao triplo nos casos dos prédios urbanos identificados que se encontrem devolutos há mais de um ano ou em ruínas.
3. Nos termos do n.º 8 do artigo 112.º do CIMI: A majoração de 30% da taxa aplicável a prédios urbanos degradados, que como tal tenham sido identificados.
4. Nos termos do n.º 13 do artigo 112.º do CIMI: A redução da taxa aprovada na alínea b) do ponto 1 nos termos fixados no quadro que se segue, nos casos de imóvel destinado a habitação própria e permanente coincidente com o domicílio fiscal do proprietário:
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Número de dependentes a cargo Redução de taxa 1 (um) 10% 2 (dois) 15% 3 (três) ou mais 20% Loures, 28 de outubro de 2015. Os Vereadores do Partido Socialista (Colocadas à votação em alternativa, a Proposta n.º 500/2015 foi aprovada por maioria, com os votos do Sr. Presidente da Câmara, Sr. Vice-Presidente, Sr.ª Vereadora e Srs. Vereadores eleitos pela Coligação Democrática Unitária e Srs. Vereadores eleitos pela Coligação “Loures Sabe Mudar”)Esta deliberação carece de aprovação pela Assembleia Municipal
DERRAMA
Proposta de aprovação e de submissão a deliberação da Assembleia Municipal de autorização para lançamento de derrama de 1,5% sobre o lucro tributável sujeito e não isento de IRC, referente a 2015 e a cobrar em 2016, bem como de uma taxa reduzida de derrama de 1% a todos os sujeitos passivos com volume de negócios do ano anterior que não ultrapasse € 150.000,00.
PROPOSTA DE DELIBERAÇÃO n.º 501/2015
Considerando que:
A. Nos termos da alínea b) do artigo 14.º da Lei n.º 73/2013, de 3 de setembro, que estabelece o regime financeiro das autarquias locais e das entidades intermunicipais, constitui receita dos municípios o produto da cobrança de derramas lançadas nos termos do artigo 18.º daquele diploma legal;
B. Ao abrigo do disposto na alínea d) do n.º 1 do artigo 25.º do Anexo I da Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro, que estabelece o regime jurídico das autarquias locais, aprova o estatuto das entidades intermunicipais, estabelece o regime jurídico da transferência
de competências do Estado para as autarquias locais e para as entidades intermunicipais e aprova o regime jurídico do associativismo autárquico, compete à assembleia municipal, sob proposta da câmara municipal, autorizar o lançamento de derramas;
C. O artigo 18.º da Lei n.º 73/2013, de 3 de setembro, estabelece que compete aos municípios deliberar o lançamento de derramas a aplicar em cada ano de acordo com os valores e metodologias previstas na lei;
D. Conforme referido naquele mesmo preceito legal, a deliberação relativa ao lançamento da derrama deve ser comunicada à Autoridade Tributária, por via eletrónica, até ao dia 31 de dezembro do ano anterior ao da sua cobrança, sob pena de não haver lugar à respetiva liquidação e cobrança.
Tenho a honra de propor que:
A Câmara Municipal de Loures, nos termos do artigo 18.º da Lei n.º 73/2013, de 3 de setembro, e do disposto na alínea d) do n.º 1 do artigo 25.º e na alínea ccc) do n.º 1 do artigo 33.º, ambas do Anexo I da Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro, delibere submeter, à Assembleia Municipal de Loures, para deliberação:
1. O lançamento de uma derrama de 1,5% sobre o lucro tributável sujeito e não isento de Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Coletivas referente a 2015 e a cobrar em 2016, nos termos do n.º 1 do artigo 18.º da Lei n.º 73/2013, de 3 de setembro.
2. O lançamento de uma taxa reduzida de derrama de 1% para todos os sujeitos passivos com um volume de negócios no ano anterior que não ultrapasse € 150.000,00, nos termos do n.º 4 do artigo 18.º da Lei n.º 73/2013, de 3 de setembro.
Loures, 22 de outubro de 2015 O Presidente da Câmara
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Pela Sr.ª e Srs. Vereadores eleitos pelo Partido Socialista foi apresentada uma Proposta alternativa, que recebeu o n.º 521/2015, que a seguir se transcreve.
PROPOSTA DE DELIBERAÇÃO n.º 521/2015
Considerando que:
a) Nos termos da alínea b) do art.º 14.º da Lei n.º 73/2013, de 3 de setembro, que estabelece o regime financeiro das autarquias locais e das entidades intermunicipais, constitui receita dos municípios o produto da cobrança de derramas lançadas nos termos do artigo 18.º daquele diploma legal;
b) Ao abrigo do disposto na alínea d) do n.º 1 do artigo 25.º do Anexo I da Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro, que estabelece o regime jurídico das autarquias locais, aprova o estatuto das entidades intermunicipais, estabelece o regime jurídico da transferência de competências do Estado para as Autarquias Locais e para as entidades intermunicipais e aprova o regime jurídico do associativismo autárquico, compete à Assembleia Municipal, sob proposta da Câmara Municipal, autorizar o lançamento de derramas;
c) De acordo com o disposto no n.º 1 do artigo 18.º da Lei n.º 73/2013, de 3 de setembro, os municípios podem lançar anualmente uma derrama até ao limite máximo de 1,5% sobre o lucro tributável sujeito e não isento de Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Coletivas (IRC), que proporcionalmente corresponda ao rendimento gerado na sua área geográfica por sujeitos passivos residentes em território português que exerçam, a título principal, uma atividade de natureza comercial, industrial ou agrícola e não residentes com estabelecimento estável nesse território; d) A comunicação da presente deliberação à
Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) terá de ser efetuada, por via eletrónica, até ao dia 31 de dezembro do ano anterior ao da sua cobrança, sob pena de não haver lugar à respetiva liquidação e cobrança da derrama, conforme o n.º 9 do artigo 18.º da Lei n.º 73/2013, de 3 de setembro.
Ternos a honra de propor que:
A Câmara Municipal delibere submeter à aprovação da Assembleia Municipal de Loures, para deliberação, ao abrigo da alínea ccc) do n.º 1 do artigo 33.º e da alínea d) do n.º 1 do artigo 25.º, ambos do Regime Jurídico das Autarquias Locais aprovado pela Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro, ao abrigo da alínea b) do artigo 14.º, do n.º 2 do artigo 16.º e do artigo 18.º, todos da Lei n.º 73/2013, de 3 de setembro o seguinte:
1. O lançamento, em 2016, de uma Derrama de 1,5% sobre o lucro tributável sujeito e não isento de Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Coletivas;
2. A isenção da Derrama em 2016 para os sujeitos passivos cujo volume de negócios no ano anterior não ultrapasse os 150.000 euros; 3. A isenção da Derrama por um período de 3
anos, para as empresas que tenham instalado ou instalem a sua sede social no Concelho de Loures nos anos de 2014, 2015 ou 2016 e que tenham criado ou criem, e mantenham no período da isenção, no mínimo, 5 novos postos de trabalho.
Loures, 28 de outubro de 2015. Os Vereadores do Partido Socialista (Colocadas à votação em alternativa, a Proposta n.º 501/2015 foi aprovada por maioria, com os votos do Sr. Presidente da Câmara, Sr. Vice-Presidente, Sr.ª Vereadora e Srs. Vereadores eleitos pela Coligação Democrática Unitária e Srs. Vereadores eleitos pela Coligação “Loures Sabe Mudar”)
Esta deliberação carece de aprovação pela Assembleia Municipal
N.º 21
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TAXA MUNICIPAL PELO DIREITO DE PASSAGEM
Proposta de aprovação, e de submissão a deliberação da Assembleia Municipal, de Taxa Municipal pelo Direito de Passagem (TMDP) para o ano de 2016, sendo fixada a taxa percentual de 0,25%.
PROPOSTA DE DELIBERAÇÃO n.º 502/2015
Considerando que:
A. O n.º 2 do artigo 106.º da Lei n.º 5/2004, de 10 de fevereiro, na sua redação atual, estabelece que os direitos e encargos relativos à implantação, passagem e atravessamento de sistemas, equipamentos e demais recursos das empresas que oferecem redes e serviços de comunicações eletrónicas acessíveis ao público, em local fixo, dos domínios públicos e privado municipal podem dar origem ao estabelecimento de uma Taxa Municipal de Direitos de Passagem.
B. À luz do n.º 3 do referido preceito legal, a Taxa Municipal de Direitos de Passagem é determinada com base na aplicação de um percentual sobre o total da faturação mensal emitida pelas empresas que oferecem redes e serviços de comunicações eletrónicas acessíveis ao público, em local fixo, para todos os clientes finais do correspondente município.
C. Resulta ainda do n.º 3 que o referido percentual é aprovado anualmente, até ao fim do mês de dezembro do ano anterior a que se destina a sua vigência e não pode ultrapassar os 0,25%.
D. Ao abrigo do estatuído no n.º 4 do artigo 106.º supra mencionado, nos municípios em que seja cobrada a Taxa Municipal de Direitos de Passagem, as empresas que oferecem redes e serviços de comunicações eletrónicas acessíveis ao público em local fixo são as responsáveis pelo seu pagamento.
E. Nos termos do disposto na alínea b) do n.º 1 do artigo 25.º do Anexo I da Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro, que estabelece o regime jurídico das autarquias locais, aprova o estatuto das entidades intermunicipais, estabelece o regime jurídico da transferência de competências do Estado para as autarquias locais e para as entidades
intermunicipais e aprova o regime jurídico do associativismo autárquico, compete à assembleia municipal, sob proposta da câmara municipal, aprovar as taxas do município e fixar o respetivo valor.
Tenho a honra de propor que:
A Câmara Municipal de Loures, nos termos do disposto no n.º 3 do artigo 106.º da Lei n.º 5/2004, de 10 de fevereiro, na sua redação atual, e do disposto na alínea b) do n.º 1 do artigo 25.º conjugada com a alínea ccc) do n.º 1 do artigo 33.º, ambas do Anexo I da Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro, delibere submeter à Assembleia Municipal de Loures, para aprovação, a fixação da Taxa Municipal de Direitos de Passagem, para o ano 2016, com o percentual de 0,25%.
Loures, 22 de outubro de 2015 O Presidente da Câmara
(a) Bernardino Soares
(Aprovada por maioria, com as abstenções da Sr.ª e Srs. Vereadores eleitos pelo Partido Socialista)
Esta deliberação carece de aprovação pela Assembleia Municipal
LOGÍSTICA Processo n. 41767 a 41773/DL/2015
Concurso público com vista à celebração de contratos para a aquisição continuada de bens de consumo alimentar, por lotes, tais como produtos hortícolas e frutas (Lote 1), criação, carne fresca e congelada e charcutaria (Lote 2), produtos de padaria e pastelaria (Lote 3), produtos congelados e ultracongelados (Lote 4), produtos de pescado fresco (Lote 5), produtos de mercearia, azeite, bebidas e lacticínios (Lote 6), produtos dietéticos (Lote 7) e fruta com serviço de distribuição (Lote 8), para os refeitórios do Município de Loures e dos SIMAR, compreendendo as necessidades diárias e as pontuais com eventos e iniciativas Proposta de aprovação dos projetos de minutas de contratos a celebrar e de ratificação do ato de aceitação da caução apresentada pela entidade adjudicatária dos Lotes 4 e 5 do procedimento, praticado pelo Presidente da Câmara Municipal em 21 de outubro de 2015.
N.º 21
28 de OUTUBROde 2015
12
PROPOSTA DE DELIBERAÇÃO n.º 495/2015
Considerando que:
A. Na sequência da aprovação pela Câmara Municipal de Loures e pelo Conselho de Administração dos Serviços Intermunicipalizados de Águas e Resíduos dos Municípios de Loures e Odivelas (SIMAR), foi instruído e lançado, em agrupamento de entidades adjudicantes, um procedimento aquisitivo do tipo concurso público, com vista à celebração de contratos para a aquisição continuada de bens de consumo alimentar, por lotes, tais como, produtos hortícolas e frutas (Lote 1), criação, carne fresca e congelada e charcutaria (Lote 2), produtos de padaria e pastelaria (Lote 3), produtos congelados e ultra congelados (Lote 4), produtos de pescado fresco (Lote 5), produtos de mercearia, azeite, bebidas e lacticínios (Lote 6), produtos dietéticos (Lote 7) e fruta com serviço de distribuição (Lote 8), para os refeitórios do Município de Loures e dos SIMAR, compreendendo as necessidades diárias e as pontuais com eventos e iniciativas, procedimento esse que tem o número de processo 41767 a 41773/DL/2015;
B. Observados que foram todos os procedimentos prévios devidos, quer a Câmara Municipal de Loures, quer o Conselho de Administração dos Serviços Intermunicipalizados de Águas e Resíduos dos Municípios de Loures e Odivelas (SIMAR) deliberaram a aprovação do relatório final e a adjudicação dos respetivos lotes;
C. Foram, entretanto, elaboradas as minutas dos contratos, que se anexam, e correspondentes às adjudicações nos lotes 1, 3, 4, 5, 7 e 8, cuja aprovação se torna necessária, quer pelo órgão competente do Município de Loures, quer pelo órgão competente dos Serviços Intermunicipalizados de Águas e Resíduos dos Municípios de Loures e Odivelas (SIMAR); D. A elaboração da minuta dos contratos
referentes aos lotes 4 e 5 ocorreu depois de uma decisão tomada por mim, na qualidade de Presidente da Câmara e datada de vinte e um de outubro de dois mil e quinze, decisão essa que se traduziu na aceitação da apresentação extemporânea de caução por parte da adjudicatária dos dois referidos lotes, nos termos e com os fundamentos que constam da proposta que me foi sujeita para o efeito e que ora se anexa;
E. Neste procedimento em concreto, e no que diz respeito à entidade adjudicante Município de Loures, a competência para a prática do ato da natureza daquele que pratiquei e que vem identificado no considerando D., bem como a competência para a aprovação das minutas dos contratos, é da Câmara Municipal de Loures.
F. A decisão por mim tomada, conforme identificada no considerando D., foi-o com fundamento na impossibilidade de reunir, extraordinariamente, a Câmara Municipal para deliberar sobre o assunto, e a urgência no processamento do mesmo, tendo presente a data de início de produção de efeitos dos contratos pretendida e, ainda, a necessidade da submissão dos contratos à apreciação do Tribunal de Contas, face ao preço contratual global que decorre do procedimento;
G. A norma legal que fundamenta a prática do ato pelo Presidente da Câmara Municipal, com caráter excecional, é a que consta do n.º 3 do artigo 35.º do Anexo I da Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro (lei que estabelece o regime jurídico das autarquias locais);
H. Sendo a Câmara Municipal o órgão competente para efeito de aprovação do ato praticado pelo Presidente da Câmara Municipal, carece tal ato, pois, de ser ratificado, nos termos previstos na norma acabada de mencionar no considerando G.; I. A presente proposta integra cinco minutas de
contratos correspondentes aos 6 lotes adjudicados, mencionados no considerando C., sendo que relativamente aos lotes 4 e 5 foi elaborada uma única minuta uma vez que a entidade adjudicatária é a mesma em ambos os lotes;
J. Ao abrigo do disposto no artigo 18.º, alínea a), do Regulamento de Taxas do Município de Loures, e conforme previsão do número 4 da cláusula 19.ª do Programa do Concurso, é devida taxa pelas entidades adjudicatárias pela redução dos contratos a escrito.
Tenho a honra de propor:
Que a Câmara Municipal delibere, ao abrigo do disposto no n.º 3 do artigo 35.º e do disposto na alínea dd), do n.º 1 do artigo 33.º, todas as normas do Anexo I à Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro, ao abrigo do disposto nos números 1, 3 e 4 do artigo 98.º do Código dos Contratos Públicos, ao
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abrigo do disposto no n.º 4 da cláusula 19.ª do Programa do Concurso e ainda ao abrigo do disposto na alínea a) do artigo 18.º do Regulamento de Taxas do Município de Loures, e no âmbito do concurso público com vista à celebração de contratos para a aquisição continuada de bens de consumo alimentar, por lotes, tais como, produtos hortícolas e frutas (Lote 1), criação, carne fresca e congelada e charcutaria (Lote 2), produtos de padaria e pastelaria (Lote 3), produtos congelados e ultra congelados (Lote 4), produtos de pescado fresco (Lote 5), produtos de mercearia, azeite, bebidas e lacticínios (Lote 6), produtos dietéticos (Lote 7) e fruta com serviço de distribuição (Lote 8), para os refeitórios do Município de Loures e dos SIMAR, compreendendo as necessidades diárias e as pontuais com eventos e iniciativas, procedimento esse que tem o número de processo 41767 a 41773/DL/2015, o seguinte:
1. Aprovar a minuta do contrato a celebrar entre o Município de Loures e os Serviços Intermunicipalizados de Águas e Resíduos dos Municípios de Loures e Odivelas (SIMAR), enquanto contratantes públicos e a entidade Aires Cardoso, Sociedade Unipessoal, Lda., referente ao Lote 1, e cujo objeto é a aquisição de produtos hortícolas e frutas;
2. Aprovar a liquidação da taxa devida pela respetiva redução do contrato a escrito, referente ao Lote 1, no montante de € 290,00 (duzentos e noventa euros), a pagar pela entidade Aires Cardoso, Sociedade Unipessoal, Lda.;
3. Aprovar a minuta do contrato a celebrar entre o Município de Loures e os Serviços Intermunicipalizados de Águas e Resíduos dos Municípios de Loures e Odivelas (SIMAR), enquanto contratantes públicos e a entidade Panificação Floresta da Póvoa, Lda., referente ao Lote 3, e cujo objeto é a aquisição de produtos de padaria e pastelaria;
4. Aprovar a liquidação da taxa devida pela respetiva redução do contrato a escrito, referente ao Lote 3, no montante de € 174,00 (cento e setenta e quatro euros), a pagar pela entidade Panificação Floresta da Póvoa, Lda.; 5. Ratificar o ato de aceitação da caução
apresentada pela entidade adjudicatária dos lotes 4 e 5 do procedimento em apreço nesta proposta, e praticado pelo Presidente da Câmara Municipal em 21 de outubro de 2015 (documento em anexo);
6. Aprovar a minuta dos contratos a celebrar entre o Município de Loures e os Serviços Intermunicipalizados de Águas e Resíduos dos Municípios de Loures e Odivelas (SIMAR), enquanto contratantes públicos e a entidade Mafripeixe – Comércio de Peixe, Lda., referente aos Lotes 4 e 5, e cujo objeto é a aquisição de produtos congelados e ultra congelados (lote 4) e a aquisição de produtos de pescado fresco (lote 5);
7. Aprovar a liquidação da taxa devida pela respetiva redução do contrato a escrito, referente aos Lotes 4 e 5, no montante de € 348,00 (trezentos e quarenta e oito euros), a pagar pela entidade Mafripeixe – Comércio de Peixe, Lda..
8. Aprovar a minuta do contrato a celebrar entre o Município de Loures, enquanto contratante público e a entidade PAC & BOM – Comércio e Serviços, Lda., referente ao Lote 7, e cujo objeto é a aquisição de produtos dietéticos; 9. Aprovar a liquidação da taxa devida pela
respetiva redução do contrato a escrito, referente ao Lote 7, no montante de € 145,00€ (cento e quarenta e cinco euros), a pagar pela entidade PAC & BOM – Comércio e Serviços, Lda.;
10. Aprovar a minuta do contrato a celebrar entre os Serviços Intermunicipalizados de Águas e Resíduos dos Municípios de Loures e Odivelas (SIMAR), enquanto contratante público e a entidade Entre Molhos e Caixas, Lda., referente ao Lote 8, e cujo objeto é a aquisição de fruta com serviço de distribuição; 11. Aprovar a liquidação da taxa devida pela
respetiva redução do contrato a escrito, no montante de € 145,00 (cento e quarenta e cinco euros), referente ao Lote 8, a pagar pela entidade Entre Molhos e Caixas, Lda..
Loures, 22 de outubro de 2015 O Presidente da Câmara
(a) Bernardino Soares Anexos:
- 1 documento respeitante ao ato praticado e sujeito a ratificação;
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ATO PRATICADO SUJEITO A RATIFICAÇÃO CONCURSO PÚBLICO
PARA AQUISIÇÃO CONTINUADA DE BENS ALIMENTARES, POR LOTES, PARA O MUNICÍPIO DE LOURES
E OS SERVIÇOS INTERMUNICIPALIZADOS DE ÁGUAS E RESÍDUOS
DOS MUNICÍPIOS DE LOURES E ODIVELAS (SIMAR) PROCESSO n.º 41767 a 41773/DL/2015
ASSUNTO: Proposta ao Sr. Presidente da Câmara Municipal respeitante à apresentação de caução fora do prazo para o efeito, por parte da entidade adjudicatária Mafripeixe - Comércio de Peixe, Lda., referente aos Lotes 4 e 5, e cujo objeto é a aquisição de produtos congelados e ultra congelados (lote 4) e a aquisição de produtos de pescado fresco (lote 5), no âmbito do procedimento supra identificado.
No âmbito do procedimento supra identificado, vem o ora subscritor propor ao Exmo. Sr. Presidente da Câmara Municipal de Loures, que seja tomada uma decisão de aceitação de caução apresentada fora de prazo e supra referida em assunto, com a subsequente sujeição de tal decisão a ratificação pela Câmara Municipal, por ser o órgão competente para o efeito, na primeira reunião realizada após a sua prática, sob pena de anulabilidade, o que faz nos seguintes termos.
Considerando que:
1- No âmbito do procedimento aquisitivo acima melhor identificado, e conforme resulta do documento que se anexa como documento n.º 1, em 14 de setembro de 2015 houve lugar à notificação da entidade Mafripeixe - Comércio de Peixe, Lda., adjudicatária dos lotes 4 e 5 do procedimento, para, em 10 dias úteis, prestar caução nos termos constantes dessa notificação, bem como apresentar os respetivos documentos de habilitação; 2- Tendo ocorrido a notificação no dia 14 de setembro de
2015, o prazo de dez dias úteis terminava no dia 28 de setembro de 2015;
3- A referida entidade adjudicatária, dentro do prazo estabelecido apresentou todos os documentos de habilitação a que se encontrava obrigada;
4- Todavia, quanto à caução apenas a prestou no dia 15 de outubro de 2015, pois somente conseguiu obter uma garantia bancária da Caixa Geral de Depósitos, S.A., no dia 14 de outubro de 2015, mas, ainda assim, entregue à adjudicatária apenas no dia 15 de outubro de 2015 (anexa-se cópia da caução, desdobrada em duas garantias bancárias, uma referente à quota parte do Município de Loures e a outra referente à quota parte dos SIMAR, conforme documentos sob o n.º 2 e n.º 3); 5- A acompanhar a apresentação da referida caução a
entidade Mafripeixe - Comércio de Peixe, Lda.. justificou a apresentação extemporânea da caução nos seguintes termos (conforme cópia do documento, sob o n.º 4, que se anexa):
“Junto envio a caução decorrente da adjudicação nos
lotes 4, 5 do procedimento para efeitos de elaboração do contrato devido.
Boa tarde
Tendo sido efetuado o pedido junto da entidade bancária, dentro do prazo concedido para o efeito, apenas neste momento nos é possível apresentar tal caução, uma vez
que a decisão final da entidade bancária somente foi tomada no dia 14/10/2015.
O atraso verificado decorreu da morosidade do próprio processo de aprovação da garantia bancária pela respetiva entidade, o que nos é alheio, pelo que é nosso entendimento que não nos deve ser imputada qualquer responsabilidade pelo atraso verificado.“.
6- A acrescer aos factos atrás aduzidos dá-se nota que a entidade que concedeu a garantia, a Caixa Geral de Depósitos, S.A., através de e-mail (vide documento que se anexa sob o n.º 5), informou o Município em 6 de outubro de 2015, que tinha aprovado um plafond para emissão de garantias bancárias, que se encontrava em formalização e que permitiria a emissão das mesmas, emissão essa que apenas se veio materializar em 14 de outubro de 2015, como acima se referiu;
7- Assim, pode concluir-se que a entidade adjudicatária foi diligente no sentido de obter a caução a que se encontrava obrigada, e que a apresentação da mesma extemporaneamente apenas decorreu da dificuldade associada ao processo de aprovação que lhe está inerente, podendo mesmo dizer-se, independentemente da entidade financeira junto da qual se procura obtê-la, dificuldade essa que se mostra mais intensa se se tiver presente o quadro de referência económico-financeira que o país atravessa no que a financiamentos, empréstimos ou concessão de garantias diz respeito;
8- Destarte tem-se por adequado que seja tomada uma decisão que vá no sentido de aceitação das garantias apresentadas, ainda que intempestivas, como se de apresentadas em tempo se tratasse;
9- Não obstante estar previsto no n.º 4 do artigo 5.º do documento sob o título “REGRAS DE ENTENDIMENTO PARA CONSTITUIÇÃO DE AGRUPAMENTO DE ENTIDADES ADJUDICANTES” que - e reproduz-se - “A
decisão de aprovação das minutas dos contratos deve ser tomada com o acordo expresso do órgão competente para contratar de cada entidade integrante do agrupamento”,
encontra-se previsto no n.º 3 do artigo 7.º do mesmo documento que ”(...), bem como incumbirá ao Município
de Loures, através da entidade competente para o efeito, a prática dos atos tendentes à (.,.) solicitação de caução (quando aplicável) bem como análise e decisão sobre a conformidade da mesma, e ainda a elaboração da minuta do contrato e elaboração do contrato.”;
10- Assim, a apreciação da apresentação da caução aqui em apreço, e as vicissitudes presentes nessa apresentação, incumbem ao Município de Loures, através da entidade competente para o efeito, entidade essa que é a Câmara Municipal, portanto sem necessidade de sujeição a apreciação do órgão competente para contratar dos SIMAR;
11- Assim, submete-se à consideração de V. Exa. a presente proposta para efeitos de aceitação da caução nos termos em que foi apresentada, sendo certo que a competência para a prática de tal ato cabe à Câmara Municipal; 12- O fundamento que preside à proposta da prática do ato
por parte do Sr. Presidente da Câmara é o que resulta da impossibilidade de reunir, extraordinariamente, a Câmara Municipal para deliberar sobre o assunto, e a urgência no processamento do mesmo, tendo presente a data de início de produção de efeitos dos contratos pretendida e a necessidade, ainda, da submissão dos contratos à apreciação do Tribunal de Contas, face ao preço contratual global que decorre do procedimento;
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13- Aqui chegados, e não obstante ser a Câmara Municipal o órgão competente para o efeito, tem-se por adequado, necessário e subsumível à previsão do n.º 3 do artigo 35.º do Anexo I da Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro, que o Sr. Presidente da Câmara Municipal pratique o ato de aceitação da caução em causa nesta proposta, com a subsequente sujeição de tal ato a ratificação pela Câmara Municipal, na primeira reunião realizada após a sua prática, sob pena de anulabilidade.
Tenho a honra de propor:
Que, nos termos e com os fundamentos que antecedem, o Exmo. Sr. Presidente da Câmara Municipal aceite a caução apresentada pela entidade adjudicatária Mafripeixe - Comércio de Peixe, Lda., referente aos Lotes 4 e 5, caução essa desdobrada em duas garantias bancárias, uma para o Município de Loures, a outra para os SIMAR, no âmbito do concurso público que corre sob o n.º de processo 41767 a 41773/DL/2015, com vista à aquisição continuada de bens alimentares, por lotes, para o Município de Loures e os Serviços Internunicipalizados de Águas e Resíduos dos Municípios de Loures e Odivelas (SIMAR).
ANEXOS:
Documento n.º 1 - Cópia do documento de notificação da entidade Mafripeixe - Comércio de Peixe, Lda. para apresentar caução;
Documento n.º 2 - Cópia da garantia bancária a favor do Município de Loures;
Documento n.º 3 - Cópia da garantia bancária a favor dos SIMAR;
Documento n.º 4 - Cópia do documento com os fundamentos invocados pela adjudicatária para o atraso na apresentação da caução;
Documento n.º 5 - Cópia do documento enviado pelo banco CGD a explicar, em dado momento, o ponto da situação quanto à emissão de garantias.
Loures, 19 de outubro de 2015 O Chefe da Divisão de Logística
(a) Viriato Aguilar
(Aprovada por maioria, com as abstenções da Sr.ª e Srs. Vereadores eleitos pelo Partido Socialista)
NOTA DA REDAÇÃO: Para comodidade de consulta, os documentos referidos supra (projetos de minuta dos contratos), encontram-se disponibilizados em Anexo, nas páginas finais da presente edição.
Processo n.º 41393/DL/2015
Concurso público para aquisição de serviços de comunicações de rede fixa, dados, móvel e serviços de Disaster Recovery, bem como gestão e manutenção da atual infraestrutura de comunicações fixas, para o Município de Loures, Serviços Intermunicipalizados de Águas e Resíduos dos Municípios de Loures e Odivelas (SIMAR), Gesloures – Gestão de Equipamentos Sociais, E.M., Unipessoal, Lda. e Loures Parque – Empresa Municipal de Estacionamento, E.M., Unipessoal, Lda., pelo período de 36 meses e com início de produção de efeitos pretendido para 1 de fevereiro de 2016
PROPOSTA DE DELIBERAÇÃO n.º 496/2015
Considerando que:
A. Na sequência da aprovação pela Câmara Municipal de Loures, pelo Conselho de Administração dos Serviços Intermunicipalizados de Águas e Resíduos dos Municípios de Loures e Odivelas (SIMAR), pelo Conselho de Administração da Gesloures – Gestão de Equipamentos Sociais, E.M., Unipessoal, Lda. e pelo Conselho de Administração da Loures Parque – Empresa Municipal de Estacionamento, E.M., foi instruído e lançado, em agrupamento de entidades adjudicantes, um procedimento aquisitivo do tipo concurso público, com vista à celebração de um contrato de aquisição de serviços de comunicações de rede fixa, dados, móvel e serviços de Disaster Recovery, bem como a gestão e manutenção da atual infraestrutura de comunicações fixas, pelo período de 36 meses e com início de produção de efeitos pretendido para o dia 1 de fevereiro de 2016, procedimento esse que tem o número de processo 41393/DL/2015;
B. Observados que foram todos os procedimentos prévios devidos, a Câmara Municipal de Loures, o Conselho de Administração dos Serviços Intermunicipalizados de Águas e Resíduos dos Municípios de Loures e Odivelas (SIMAR), o Conselho de Administração da Gesloures – Gestão de Equipamentos Sociais, E.M., Unipessoal, Lda. e o Conselho de Administração da Loures Parque – Empresa Municipal de Estacionamento, E.M. deliberaram a aprovação do relatório final e a concomitante adjudicação;
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C. Foi, entretanto, elaborada a minuta do contrato, que se anexa, e cuja aprovação se torna necessária por parte de todos os órgãos competentes para contratar das entidades adjudicantes;
D. No que diz respeito à entidade adjudicante Município de Loures, a competência para a aprovação da minuta do contrato é da Câmara Municipal de Loures;
E. Ao abrigo do disposto no artigo 18.º, alínea a), do Regulamento de Taxas do Município de Loures, e conforme previsão do número 3 da cláusula 23.ª do Programa do Concurso é devida taxa pela entidade adjudicatária pela redução do contrato a escrito.
Tenho a honra de propor:
Que a Câmara Municipal delibere, ao abrigo do disposto na alínea dd) do n.º 1 do artigo 33.º do Anexo I à Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro, números 1, 3 e 4 do artigo 98.º do Código dos Contratos Públicos, n.º 3 da cláusula 23.ª do Programa do Concurso e alínea a) do artigo 18.º do Regulamento de Taxas do Município de Loures, no âmbito do concurso público com vista à celebração de contrato para a aquisição de serviços de comunicações de rede fixa, dados, móvel e serviços de Disaster Recovery, bem como a gestão e manutenção da atual infraestrutura de comunicações fixas, pelo período de 36 meses, procedimento esse que tem o número de processo 41393/DL/2015, aprovar:
1. A minuta do contrato a celebrar entre o Município de Loures, os Serviços Intermunicipalizados de Águas e Resíduos dos Municípios de Loures e Odivelas (SIMAR), a Gesloures – Gestão de Equipamentos Sociais, E.M., Unipessoal, Lda., e a Loures Parque – Empresa Municipal de Estacionamento, E.M. e a entidade NOS Comunicações S.A.;
2. A liquidação da taxa devida pela respetiva redução do contrato a escrito, no montante de € 203,00 (duzentos e três euros), a pagar pela entidade NOS Comunicações S.A., ao abrigo do disposto no artigo 18.º, alínea a), do Regulamento de Taxas do Município de Loures e conforme previsão do número 3 da cláusula 23.ª do Programa do Concurso.
Loures, 22 de outubro de 2015 O Presidente da Câmara
(a) Bernardino Soares
PROJETO DE MINUTA AQUISIÇÃO
a) MUNICÍPIO DE LOURES, pessoa coletiva de direito público número 501294996, com sede na Praça da Liberdade, 2674-501 Loures, endereço eletrónico [email protected] e telecópia número 211151709, adiante designado por Primeiro Contraente ou Contraente Público, neste ato representado por Bernardino José Torrão Soares, que também usa assinar Bernardino Soares, como Primeiro Outorgante, na qualidade de Presidente da Câmara Municipal de Loures; b) SERVIÇOS INTERMUNICIPALIZADOS DE
ÁGUAS E RESÍDUOS DOS MUNICÍPIOS DE LOURES E ODIVELAS, adiante também designados por SIMAR, pessoa coletiva número 680009671, com sede na Rua Ilha da Madeira, número 2, Freguesia e Município de Loures, endereço eletrónico [email protected], adiante designados por Segundo Contraente, neste ato representados por António Manuel Pombinho Costa Guilherme, como Segundo Outorgante, na qualidade de Vogal do Conselho de Administração;
c) GESLOURES, Gestão de Equipamentos Sociais, E.M., Unipessoal, Lda., pessoa coletiva número 502814063, com sede na Rua António Caetano Bernardo, Piscinas Municipais de Loures, Freguesia e Município de Loures, endereço eletrónico [email protected] e telecópia número 219896911, com o capital social de 3.562.000,00 euro, matriculada na Conservatória do Registo Predial / Comercial de Loures, adiante designada por Terceiro Contraente, neste ato representada por Paulo Jorge Piteira Leão, Terceiro Outorgante, na qualidade de Presidente do Conselho de Administração da mencionada entidade pública empresarial, conforme documentos que se encontram depositados na referida Conservatória;
d) LOURES PARQUE – EMPRESA MUNICIPAL DE ESTACIONAMENTO, E.M., Unipessoal Lda., pessoa coletiva número 505072947, com sede na Avenida Dr. António Carvalho de Figueiredo, número 28-A, 2670-405, Freguesia e Município de Loures, endereço eletrónico [email protected], com o capital social de 798.076,64 euro, matriculada na 1ª Conservatória do Registo Predial/Comercial de Loures, adiante designada por Quarto
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Contraente, neste ato representada por Nuno Ricardo Dinis de Abreu, Quarto Outorgante, na qualidade de Presidente do Conselho de Administração, conforme documentos que se encontram depositados na referida Conservatória.
e
NOS – COMUNICAÇÕES, S.A., pessoa coletiva número 502604751, com sede na Rua Ator António Silva, n.º 9, Campo Grande, C.P. 1600-404, Freguesia do Lumiar, Município de Lisboa, endereço eletrónico [email protected] e telecópia número 210122021 com o capital social de 566.326.759,00 euro, matriculada na Conservatória do Registo Predial/Comercial da Maia, adiante designada por Quinto Contraente, neste ato representada por ………, Quinto Outorgante, na qualidade de ……, da mencionada sociedade, conforme impressão da Certidão Permanente do Registo Comercial online com o código de acesso 7356-4488-7433, subscrita em 20 de novembro de 2013 e válida até 20 de novembro de 2015, documentos que arquivo. - Tendo em conta as Regras de Entendimento
para a Constituição de Agrupamento de Entidades Adjudicantes celebrado entre o Município de Loures, os Serviços Intermunicipalizados de Águas e Resíduos dos Municípios de Loures e Odivelas, a Gesloures, Gestão de Equipamentos Sociais, E.M., Unipessoal, Lda., e Loures Parque – Empresa Municipal de Estacionamento, E.M., Unipessoal Lda., em 28 de maio de 2015.-Tendo, em conta as deliberações da Câmara Municipal de Loures, tomada na sua 42.ª Reunião Ordinária, realizada em 24 de junho de 2015; do Conselho de Administração dos Serviços Intermunicipalizados de Águas e Resíduos dos Municípios de Loures e Odivelas, tomada na sua 19.ª Reunião, realizada em 17 de junho de 2015; do Conselho de Administração da Gesloures, Gestão de Equipamentos Sociais, E.M., Unipessoal, Lda., tomada na sua reunião de 29 de junho de 2015; e do Conselho de Administração da Loures Parque – Empresa Municipal de Estacionamento, E.M., Unipessoal, Lda., tomada na sua 9.ª Reunião Ordinária, realizada em 15 de junho de 2015, que aprovaram o início do procedimento de Concurso Público e respetivas peças, publicitado na 2.ª Série do Diário da República número 128 de 03 de julho de 2015, bem como no Jornal Oficial da União Europeia número 2015/ 129-237647, de 08 de julho de 2015, Informações Complementares e
retificativas publicitadas no Suplemento do Jornal Oficial da União Europeia número 2015/S 131-240795, de 10 de julho de 2015 e disponibilizado no referido dia 03 de julho na plataforma VortalNext;
- Tendo, também, em conta as deliberações de adjudicação, tomadas pela Câmara Municipal de Loures na sua 48.ª Reunião Ordinária, realizada em 30 de setembro de 2015; pela decisão do Presidente do Conselho de Administração dos Serviços Intermunicipalizados de Águas e Resíduos dos Municípios de Loures e Odivelas, tomada em 24 de setembro de 2015, e ratificada pelo Conselho de Administração dos SIMAR, na sua 26.ª Reunião Ordinária, realizada em 07 de outubro de 2015; pelo Conselho de Administração da Gesloures, Gestão de Equipamentos Sociais, E.M., Unipessoal, Lda., na sua reunião de 28 de setembro de 2015 e pelo Conselho de Administração da Loures Parque – Empresa Municipal de Estacionamento, E.M., Unipessoal, Lda., na sua 15.ª Reunião Ordinária, realizada em 05 de outubro de 2015; e de aprovação da minuta de contrato, tomadas pela Câmara Municipal de Loures na sua …..ª Reunião Ordinária, realizada em ….. de dezembro de …..e pelo Conselho de Administração dos Serviços Intermunicipalizados de Águas e Resíduos dos Municípios de Loures e Odivelas na sua … Reunião de …. de ……de 2015, pelo Conselho de Administração da Gesloures, Gestão de Equipamentos Sociais, E.M., Unipessoal, Lda., na sua reunião de …..de ….. de 2015 e pelo Conselho de Administração da Loures Parque – Empresa Municipal de Estacionamento, E.M., Unipessoal, Lda., na sua …..ª Reunião Ordinária, realizada em … de ….. de 2015; nos termos do disposto no artigo 96.º e seguintes, do Código dos Contratos Públicos.
Acordam em celebrar o presente contrato de Aquisição que se rege pelas Cláusulas seguintes:
Cláusula Primeira (Objeto)
1. O contrato tem por objeto a prestação de serviços de comunicações de rede fixa, dados, móvel, e serviços de Disaster Recovery, bem como a gestão e manutenção da atual infraestrutura de comunicações fixas para o Município de Loures, por parte do Quinto Contraente, de acordo com as especificações técnicas, penalidades contratuais e outras
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regras da prestação de serviços para as comunicações móveis e fixas constantes na Parte II – Cláusulas 19.ª e 20.ª do Caderno de Encargos.
2. O contrato tem por objeto, também, a prestação de serviços de comunicações de rede fixa, dados, móvel, bem como a gestão e manutenção da atual infraestrutura de comunicações fixas para os Serviços Intermunicipalizados de Águas e Resíduos dos Municípios de Loures e Odivelas (SIMAR), por parte do Quinto Contraente, de acordo com as especificações técnicas, penalidades contratuais e outras regras da prestação de serviços de comunicações fixas e móveis, constantes na Parte II – Cláusula 21.ª do Caderno de Encargos.
3. O contrato tem por objeto, também, a prestação de serviços de comunicações de rede fixa, dados, móvel, bem como a gestão e manutenção da atual infraestrutura de comunicações fixas para a Gesloures, Gestão de Equipamentos Sociais, E.M. Unipessoal, Lda., por parte do Quinto Contraente, de acordo com as especificações técnicas, penalidades contratuais e outras regras da prestação de serviços para as comunicações fixas e móveis, constantes na Parte II – Cláusula 22.ª do Caderno de Encargos. 4. O contrato tem por objeto, também, a
prestação de serviços de comunicações de rede fixa, dados, móvel, bem como a gestão e manutenção da atual infraestrutura de comunicações fixas para a Loures Parque – Empresa Municipal de Estacionamento, E.M. Unipessoal, Lda., por parte do Quinto Contraente, de acordo com as especificações técnicas, penalidades contratuais e outras regras da prestação de serviços para as comunicações fixas e móveis, constantes na Parte II – Cláusula 22.ª do Caderno de Encargos.
5. Os serviços objeto do presente contrato são prestados, ainda, de acordo com a Proposta do Quinto Contraente.
Cláusula Segunda (Prazo de Vigência do Contrato e Prazo para Implementação dos Serviços) 1. O presente contrato tem o período de vigência
de 36 meses, com início de produção de efeitos a 1 de fevereiro de 2016.
2. O contrato vigora até ao prazo indicado no número 1 ou até ser atingido o preço contratual definido para o Primeiro, Segundo, Terceiro e Quarto Contraentes, individualmente considerados, conforme o que ocorrer em primeiro lugar.
3. Excetuam-se do previsto nos números anteriores, os serviços de comunicações fixas a prestar ao Terceiro Contraente que têm início de produção de efeitos a 23 de maio de 2016, vigorando o contrato até ao dia 01 de fevereiro de 2019, ou até ser atingido o preço contratual definido para o mesmo.
4. Sem prejuízo do constante nos números anteriores desta cláusula, quer quanto à vigência do contrato quer quanto ao prazo para implementação dos serviços, será integralmente observado o disposto na Cláusula 5.ª do Caderno de Encargos.
Cláusula Terceira
(Obrigações do Quinto Contraente) 1. Constituem, ainda, obrigações principais do
Quinto Contraente:
a) A prestação, supervisão e prestação de informação relativos aos serviços objeto do contrato;
b) Dispor de um gestor técnico de serviço; c) Proceder à instalação dos serviços
adjudicados;
d) Dispor de um gestor de conta, que deverá apresentar relatórios mensais, até ao dia 8 (oito) do mês seguinte àquele a que diz respeito a prestação do serviço, referentes à execução do mesmo;
e) Proceder à redução do tarifário aplicado ao Primeiro, Segundo, Terceiro e Quarto Contraentes, que decorra de imposição normativa ou por qualquer razão de outra natureza;
f) Informar o Primeiro, Segundo, Terceiro e Quarto Contraentes, sempre que o serviço se encontre total ou parcialmente indisponível, de uma hora em uma hora, sobre as medidas tomadas com vista à reposição, devendo ser elaborado e apresentado aos restantes Contraentes relatório no prazo máximo de 8 (oito) dias a contar da data da sua ocorrência; g) Suportar todos os custos, em caso de
suspensão ou interrupção do serviço, não podendo em caso algum ser imputados aos Primeiro, Segundo, Terceiro e Quarto Contraentes quaisquer custos do seu restabelecimento;
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h) Assegurar a atualização e evolução tecnológica do hardware e software da infraestrutura de comunicações de voz e dados, nomeadamente instalando as atualizações disponibilizadas pelos fabricantes, de modo a garantir o nível de desempenho adequado face às necessidades das entidades adjudicantes;
i) Aceitar que a receção da instalação dos serviços é condicionada à realização de testes de qualidade/aceitação por parte do Primeiro, Segundo, Terceiro e Quarto Contraentes. 2. Constituem, também, obrigações específicas
para o Quinto Contraente:
a) Fornecer os bens e serviços, conforme as condições definidas no caderno de encargos e demais documentos contratuais;
b) Não alterar as condições de fornecimento ou da prestação dos serviços adjudicados; c) Comunicar aos Primeiro, Segundo, Terceiro e
Quarto Contraentes, qualquer facto que ocorra durante a execução dos contratos e que altere, designadamente, a sua denominação social, os seus representantes legais com relevância para o fornecimento do bem ou prestação do serviço, a sua situação jurídica e a sua situação comercial.
Cláusula Quarta (Ativação do Serviço)
Os trabalhos conducentes à ativação do serviço não podem, em circunstância alguma implicar o cancelamento ou interrupção de qualquer outro serviço de comunicações atualmente existentes, dos Primeiro, Segundo, Terceiro e Quarto Contraentes até à realização, com êxito, dos testes de qualidade previstos na alínea i) do número 1 da Cláusula Terceira.
Cláusula Quinta
(Penalidades por incumprimento do prazo de instalação dos serviços) O incumprimento pelo Quinto Contraente do prazo definido para a implementação dos serviços dá lugar a reembolso aos Primeiro, Segundo, Terceiro e Quarto Contraentes, na parte respetiva, nos seguintes termos:
VR = N x T x VM Em que:
- VR = Valor a reembolsar;
- N = Número de dias que excederem o prazo proposto para a implementação;
- T = Taxa 1/30;
- VM =Valor da mensalidade apresentada para o site ou sites em atraso (valor global mensal referenciado no Anexo III do Programa do Concurso).
Cláusula Sexta
(Requisitos e Especificações Técnicas Legais) O Quinto Contraente obriga-se a cumprir os requisitos e especificações técnicas previstas na legislação em vigor para o setor em questão, designadamente, a emitida pela Entidade Reguladora dos Serviços em causa.
Cláusula Sétima
(Preço Contratual e Cabimento Orçamental) 1. Pelos serviços prestados, previstos na
Cláusula Primeira, será pago ao Quinto Contraente, o preço global contratual de € 890.779,15 (oitocentos e noventa mil, setecentos e setenta e nove euro e quinze cêntimos), acrescido de IVA – Imposto sobre o Valor Acrescentado, à taxa legal em vigor se legalmente devido, assim distribuído:
a) Para o Primeiro Contraente:
aa) o preço global contratual de € 742.402,67 (setecentos e quarenta e dois mil quatrocentos e dois euro e sessenta e sete cêntimos), respeitando o preço de € 97.291,78 (noventa e sete mil duzentos e noventa e um euro e setenta e oito cêntimos) aos serviços de rede móvel, e o preço de €645.110,89 (seiscentos e quarenta e cinco mil cento e dez euro e oitenta e nove cêntimos) aos serviços de rede fixa, valores acrescidos de IVA – Imposto sobre o Valor Acrescentado, à taxa legal em vigor se legalmente devido;
aaa) o preço mensal de € 20.622,30 (vinte mil seiscentos e vinte e dois euro e trinta cêntimos), respeitando o preço de € 2.702,55( dois mil setecentos e dois euro e cinquenta e cinco cêntimos) aos serviços de rede móvel , e o preço de €17.919,75 (dezassete mil novecentos e dezanove euro e setenta e cinco cêntimos) ao serviços de rede fixa, valores acrescidos de IVA – Imposto sobre o Valor Acrescentado, à taxa legal em vigor se legalmente devido;
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b) Para o Segundo Contraente:
bb) o preço global contratual de € 134.427,56 (cento e trinta e quatro mil quatrocentos e vinte sete euro e cinquenta e seis cêntimos), respeitando o preço de € 46.029,38 (quarenta e seis mil e vinte e nove euro e trinta e oito cêntimos) aos serviços de rede móvel, e o preço de €88.398,18 (oitenta e oito mil trezentos e noventa e oito euro e dezoito cêntimos) aos serviços de rede fixa, valores acrescidos de IVA – Imposto sobre o Valor Acrescentado, à taxa legal em vigor se legalmente devido;
bbb) preço mensal de € 3.734,10 respeitando o preço de € 1.278,60 (mil duzentos e setenta e oito euro e sessenta cêntimos) aos serviços de rede móvel, e o preço de €2.455,50 (dois mil quatrocentos e cinquenta e cinco euro e cinquenta cêntimos) aos serviços de rede fixa, valores acrescidos de IVA – Imposto sobre o Valor Acrescentado, à taxa legal em vigor se legalmente devido;
c) Para o Terceiro Contraente:
cc) o preço global contratual de € 10.480,32 (dez mil quatrocentos e oitenta euro e trinta e dois cêntimos), respeitando o preço de € 4.803,12 (quatro mil oitocentos e três euro e doze cêntimos) ao serviço de rede móvel, e o preço de € 5.677,20 (cinco mil seiscentos e setenta e sete euro e vinte cêntimos) aos serviços de rede fixa, valores acrescidos de IVA – Imposto sobre o Valor Acrescentado, à taxa legal em vigor se legalmente devido;
ccc) O preço mensal de € 291,12 (duzentos e noventa e um euro e doze cêntimos) respeitando o preço de € 133,42 (cento e trinta e três euro e quarenta e dois cêntimos) aos serviços de rede móvel , e o preço de €157,70(cento e cinquenta e sete euro e setenta cêntimos) aos serviços de rede fixa, valores acrescidos de IVA – Imposto sobre o Valor Acrescentado, à taxa legal em vigor se legalmente devido;
d) Para o Quarto Contraente:
dd) o preço global contratual de € 3.468,60 (três mil quatrocentos e sessenta e oito euro e sessenta cêntimos), respeitando o preço de € 3.139,42 (três mil cento e trinta e nove euro e quarenta e dois cêntimos) ao serviço de rede móvel, e o preço de € 329,18 (trezentos e vinte e nove euro e dezoito cêntimos) ao serviço de rede fixa, acrescidos de IVA – Imposto sobre o Valor Acrescentado, à taxa legal em vigor se legalmente devido;
ddd) O preço mensal de € 96,35 (noventa e seis euro e trinta e cinco cêntimos) respeitando o preço de € 87,21 (oitenta e sete euro e vinte e um cêntimos) aos serviços de rede móvel , e o preço de € 9,14( nove euro e catorze cêntimos) aos serviços de rede fixa, valores acrescidos de IVA – Imposto sobre o Valor Acrescentado, à taxa legal em vigor se legalmente devido;
2. O valor a faturar é determinado em função dos consumos de comunicações efetivamente realizados pelo Primeiro, Segundo, Terceiro e Quarto Contraentes, tendo em conta os preços unitários constantes da proposta do Quinto Contraente, tendo como limite o preço contratual acima mencionado.
3. As comunicações fixo/fixo, fixo/móvel, móvel/fixo e móvel/móvel entre o Primeiro, o Segundo, o Terceiro e o Quarto Contraentes são, a custo zero.
4. O Primeiro, o Segundo, o Terceiro e o Quarto Contraentes são responsáveis pelo pagamento dos serviços que lhe forem prestados pelo Quinto Contraente. Assim, durante a execução do contrato nem o Primeiro, nem o Segundo, nem o Terceiro, nem o Quarto Contraentes, assumem qualquer responsabilidade solidária, ou de qualquer outra natureza, entre si, designadamente no que respeita, eventualmente, a situações de incumprimento em matéria de pagamento dos serviços prestados.
5. Os encargos resultantes do presente contrato serão satisfeitos pelas dotações orçamentais seguintes:
- Câmara Municipal de Loures - classificação orgânica:020103, classificação económica:020209, com o número de compromisso 2015/2925.
- Serviços Intermunicipalizados de Águas e Resíduos dos Municípios de Loures e Odivelas, (SIMAR).
- Gesloures, Gestão de Equipamentos Sociais, E.M. Unipessoal, Lda..
- Loures Parque - Empresa Municipal de Estacionamento, E.M. Unipessoal, Lda..