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GERDAU S.A. e empresas controladas

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Academic year: 2021

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Gerar valor para nossos clientes, acionistas, equipes e a sociedade, atuando na indústria do aço de

Ser global e referência nos

SEGURANÇA das pessoas acima de tudo PESSOAS respeitadas, comprometidas e realizadas

EXCELÊNCIA com SIMPLICIDADE INTEGRIDADE com todos os públicos SUSTENTABILIDADE econômica, soc

A Gerdau é líder no segmento

fornecedoras de aços longos especiais no mundo.

colaboradores, possui operações industriais

Europa e na Ásia -, as quais somam uma capacidade instalada superior a 25

milhões de toneladas por ano

mundo, transforma, anualmente, milhões de toneladas de sucata em aço. Com

mais de 140 mil acionistas, a Gerdau está listad

Paulo, Nova Iorque e Madri.

Destaques do

4º Trim. de 2011

Produção (1.000 t)

Aço bruto (placas/blocos/tarugos) 4.732

Laminados 3.982

Vendas (1.000 t) 4.709 Receita líquida (R$ milhões) 9.066 EBITDA (R$ milhões) 1.025 Lucro líquido (R$ milhões) 472

Margem bruta 13%

Margem EBITDA 11%

Patrimônio líquido (R$ milhões) 26.520 Ativos totais (R$ milhões) 49.982 Dívida bruta / Capitalização total 1 34% Dívida líquida / Capitalização total 2 25% Dívida bruta / EBITDA 3 2,9x Dívida líquida / EBITDA 3 2,0x

Informações selecionadas

3) EBITDA acumulado dos últimos 12 meses

1) Capitalização total = patrimônio líquido + dívida bruta 2) Capitalização total = patrimônio líquido + dívida líquida

Missão

Gerar valor para nossos clientes, acionistas, equipes e a sociedade, atuando na indústria do aço de forma sustentável.

Visão

Ser global e referência nos negócios em que atua.

Valores

Ter a preferência do CLIENTE SEGURANÇA das pessoas acima de tudo PESSOAS respeitadas, comprometidas e realizadas

EXCELÊNCIA com SIMPLICIDADE Foco em RESULTADOS

INTEGRIDADE com todos os públicos

SUSTENTABILIDADE econômica, social e ambiental

no segmento de aços longos nas Américas e uma das

fornecedoras de aços longos especiais no mundo. Com

, possui operações industriais em 14 países

-, as quais somam uma capacidade instalada superior a 25

por ano. É a maior recicladora da América Latina e, no

mundo, transforma, anualmente, milhões de toneladas de sucata em aço. Com

de 140 mil acionistas, a Gerdau está listada nas bolsas de

Destaques do 4º trimestre de 2011

4º Trim. 4º Trim. Variação 3º Trim. Variação Exercício de 2011 de 2010 4T11/4T10 de 2011 4T11/3T11 de 2011 4.732 4.378 8% 5.018 -6% 19.623 3.982 3.663 9% 4.210 -5% 16.419 4.709 4.513 4% 4.849 -3% 19.164 9.066 7.800 16% 8.967 1% 35.407 1.025 815 26% 1.215 -16% 4.651 472 420 12% 713 -34% 2.098 13% 12% 15% 11% 10% 14% 26.520 20.148 26.630 26.520 49.982 42.891 49.427 49.982 34% 42% 34% 25% 38% 26% 2,9x 2,8x 3,0x 2,0x 2,4x 2,1x 1) Capitalização total = patrimônio líquido + dívida bruta

2) Capitalização total = patrimônio líquido + dívida líquida

Gerar valor para nossos clientes, acionistas, equipes e a sociedade, atuando na indústria do aço de

de aços longos nas Américas e uma das principais

mais de 45 mil

- nas Américas, na

, as quais somam uma capacidade instalada superior a 25

. É a maior recicladora da América Latina e, no

mundo, transforma, anualmente, milhões de toneladas de sucata em aço. Com

a nas bolsas de valores de São

Exercício Exercício Variação de 2011 de 2010 2011/2010 19.623 17.852 10% 16.419 14.782 11% 19.164 17.363 10% 35.407 31.393 13% 4.651 5.201 -11% 2.098 2.457 -15% 14% 18% 13% 17% 26.520 20.148 49.982 42.891 34% 42% 25% 38% 2,9x 2,8x 2,0x 2,4x

(2)

Mercado de Aço Global

• A produção mundial de aço apresentou aumento no 4T11 quando comparada com o 4T10 (vide

quadro acima). Todas as regiões em que a Gerdau atua apresentaram recuperação no nível de produção em maior ou menor grau. A China permanece como importante player no mercado internacional, com aumento de sua produção no 4T11 em relação ao 4T10, representando 43% da produção global. A taxa de utilização da capacidade de produção global em 2011 foi de 79%. Em relação ao 3T11, Brasil e América da Norte apresentaram redução na produção pela sazonalidade do período. A China apresentou desaceleração do forte ritmo de produção alcançado em virtude do menor crescimento recente na economia do país. A América Latina apresentou aumento, mesmo em um período de menor atividade, em virtude do bom momento vivido pelo setor de construção na região.

A World Steel Association divulgou, em outubro de 2011, seu Short Range Outlook, com projeções

do consumo aparente mundial de aço para 2012. A worldsteel projeta um aumento de 5,4% no consumo mundial de aço laminado. De acordo com a associação, o resultado desse ano será puxado, em especial, por países emergentes (BRIC e MENA). Cabe ressaltar ainda que, apesar das projeções de fraco crescimento para os países desenvolvidos, a worldsteel não acredita em uma segunda onda de recessão. A associação ressaltou que os maiores desafios do mercado para os próximos meses serão a crise fiscal na Zona do Euro, o risco de recessão dos EUA e a desaceleração da economia chinesa, e neste cenário considera suas projeções como “cautelosamente otimistas”. A worldsteel estima que, em 2012, o consumo aparente de aço nos países desenvolvidos ainda estará cerca de 15% abaixo dos níveis de 2007. Ao mesmo tempo, nas economias emergentes, o consumo de 2012 deverá ser 44% maior que o de 2007. De acordo com os resultados projetados para 2012, acredita-se que as economias em desenvolvimento serão responsáveis por cerca de 73% de todo o aço consumido no mundo. Em 2007, este percentual era de 61%.

Desempenho da Gerdau no 4

o

trimestre de 2011

As Demonstrações Financeiras Consolidadas da Gerdau S.A. são apresentadas em conformidade com as normas internacionais de relatório financeiro – IFRS, emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB e também de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, plenamente convergentes com as normas de contabilidade emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis – CPC e referendados pela Comissão de Valores Mobiliários – CVM, conforme instrução CVM Nº 457, de 13 de julho de 2007, alterada pela instrução CVM N° 485 de 1° de setembro de 2010.

As informações apresentadas neste documento não contemplam dados das empresas associadas e com controle compartilhado, exceto quando mencionado.

Produção do Mercado de Aço 4º Trim. 4º Trim. Variação 3º Trim. Variação Exercício Exercício Variação (Milhões de toneladas) de 2011 de 2010 4T11/4T10 de 2011 4T11/3T11 de 2011 de 2010 2011/2010 Aço Bruto

Brasil 8,3 8,0 4% 8,9 -7% 35,2 32,9 7%

Améric a do Norte (exceto México) 24,8 22,7 9% 25,2 -2% 99,3 93,5 6% Améric a Latina (exceto Brasil) 8,9 7,5 19% 8,5 5% 33,4 28,7 16%

China 169,8 163,8 4% 174,8 -3% 695,5 638,7 9%

Índia 18,3 17,1 7% 18,3 0% 72,2 68,3 6%

Outros 163,0 162,8 0% 139,3 17% 591,3 567,8 4%

Total 393,1 381,9 3% 375,0 5% 1.526,9 1.429,9 7%

(3)

Operações de negócios

As informações deste relatório são apresentadas conforme estabelecido na governança corporativa da Gerdau, a saber:

• Brasil (ON Brasil) – inclui as operações no Brasil, com exceção de aços especiais

• América do Norte (ON América do Norte) – inclui todas as operações na América do Norte, exceto

as do México e as de aços especiais

• América Latina (ON América Latina) – inclui todas as operações na América Latina, com exceção do Brasil

• Aços Especiais (ON Aços Especiais) – inclui as operações de aços especiais no Brasil, na Espanha,

nos EUA e na Índia.

Produção de aço bruto e laminados

Aço Bruto

No consolidado, o aumento da produção no 4T11 em relação ao 4T10 foi reflexo da maior

demanda no período comparado em praticamente todas as operações de negócios, em diferentes intensidades, com destaque para as ONs América do Norte e Brasil (vide quadro acima), que apresentaram os maiores crescimentos em valores absolutos.

No comparativo com o 3T11, a produção consolidada apresentou redução, influenciado pelo grau

de sazonalidade de cada mercado. Com isso, no último trimestre do ano, a Companhia aproveitou para efetuar manutenções programadas em seus equipamentos.

Laminados

Em termos consolidados, o aumento da produção de laminados no 4T11 em relação ao 4T10 e redução em relação ao 3T11 acompanhou o comportamento verificado na produção de aço bruto.

Produção 4º Trim. 4º Trim. Variação 3º Trim. Variação Exercício Exercício Variação

(1.000 toneladas) de 2011 de 2010 4T11/4T10 de 2011 4T11/3T11 de 2011 de 2010 2011/2010

Aço Bruto (placas, blocos e tarugos)

Brasil 1.874 1.718 9% 2.007 -7% 7.573 6.953 9% América do Norte 1.670 1.508 11% 1.726 -3% 6.968 6.209 12% América Latina 414 431 -4% 428 -3% 1.718 1.488 15% Aços Especiais 774 721 7% 857 -10% 3.364 3.202 5% Total 4.732 4.378 8% 5.018 -6% 19.623 17.852 10% Laminados Brasil 1.164 996 17% 1.248 -7% 4.699 4.166 13% América do Norte 1.574 1.421 11% 1.630 -3% 6.426 5.760 12% América Latina 523 525 0% 537 -3% 2.138 1.879 14% Aços Especiais 721 721 0% 795 -9% 3.156 2.977 6% Total 3.982 3.663 9% 4.210 -5% 16.419 14.782 11%

(4)

29% 27% 27% 28% 29% 40% 39% 40% 38% 39% 13% 14% 13% 13% 13% 18% 20% 20% 21% 19% 4T10 1T11 2T11 3T11 4T11

Brasil América do Norte América Latina Aços Especiais

4.178 4.049 4.210 3.982 3.663 40% 38% 39% 36% 40% 34% 34% 37% 35% 35% 10% 9% 9% 9% 9% 17% 18% 18% 17% 16% 4T10 1T11 2T11 3T11 4T11

Brasil América do Norte América Latina Aços Especiais

5.018

4.732 4.378

5.123 4.749

Produção de Aço Bruto

(1.000 toneladas)

Produção de Produtos Laminados

(1.000 toneladas)

Vendas

O maior volume de vendas consolidadas no 4T11 em relação ao 4T10 foi reflexo da maior

demanda em praticamente todas as operações em que a Gerdau atua, com destaques para o mercado interno da ON Brasil e para a ON América do Norte. Na ON Brasil, o aumento das vendas no mercado interno é decorrente do forte crescimento da construção civil. Os financiamentos habitacionais do Sistema Financeiro de Habitação para construção e aquisição de unidades, por exemplo, têm apresentado evolução constante ao longo de 2011, com crescimento de 44% no período de novembro de 2010 a outubro de 2011 comparado com o mesmo período em 2009/2010, conforme informações do Banco Central do Brasil. Na ON América do Norte, a recuperação de volumes foi resultante dos maiores níveis de demanda observados na região, principalmente de clientes da indústria e do setor de energia, além do menor nível de desemprego nos Estados Unidos. O PMI (Purchasing Managers Index) do ISM – Institute for Supply Management, principal indicador de produção industrial norte-americano, atingiu 53,1 pontos em dezembro de 2011, sendo que acima de 50 representa crescimento. Por outro lado, o setor de construção permanece em níveis abaixo do histórico, porém com tendência positiva para a construção não-residencial, o que pode ser verificado pelo aumento de 8% nos investimentos nesse segmento de construção, no 4T11 comparado com o 4T10, conforme Censo do Governo dos EUA. Na ON América Latina, destacam-se as maiores vendas da Argentina, Colômbia e Peru, reflexo da boa demanda do setor de construção nesses países. As vendas da ON Aços Especiais apresentaram relativa estabilidade em virtude dos altos patamares de operação já alcançados, principalmente nos Estados Unidos.

Em relação ao 3T11, as vendas consolidadas apresentaram leve redução, mesmo com a

sazonalidade característica do período. Na ON Brasil, a redução sazonal observada no mercado interno foi totalmente compensada pelas fortes exportações de produtos semi-acabados realizadas no período. Na ON América do Norte, as vendas apresentaram volumes acima do esperado para o período, ainda que o inverno normalmente reduza o ritmo de construção.

Vendas Consolidadas ¹ 4º Trim. 4º Trim. Variação 3º Trim. Variação Exercício Exercício Variação (1.000 toneladas) de 2011 de 2010 4T11/4T10 de 2011 4T11/3T11 de 2011 de 2010 2011/2010 Brasil 1.790 1.811 -1% 1.788 0% 7.065 6.646 6% Mercado Interno 1.239 1.077 15% 1.371 -10% 5.063 4.717 7% Exportações 551 734 -25% 417 32% 2.002 1.929 4% América do Norte 1.584 1.442 10% 1.625 -3% 6.528 5.742 14% América Latina ² 649 565 15% 711 -9% 2.641 2.211 19% Aços Especiais 686 695 -1% 725 -5% 2.930 2.764 6% Total 4.709 4.513 4% 4.849 -3% 19.164 17.363 10%

1 - Excluídas as vendas para empresas controladas. 2 - Não considera volumes de coque vendidos.

(5)

Vendas Consolidadas 1

(1.000 toneladas)

1 - Excluídas as vendas para empresas controladas

Resultado Operacional por ON

Receita líquida

No 4T11, a receita líquida consolidada cresceu em relação ao 4T10 (vide quadro acima) em virtude, principalmente, da maior receita líquida por tonelada vendida em todas as operações de negócios. Nas ONs América do Norte e América Latina, o aumento da receita líquida foi resultado, também, do maior volume vendido. Na ON Brasil, adicionalmente, o maior volume de entregas para o mercado doméstico contribuiu para a melhor receita líquida.

Em relação ao 3T11, a receita líquida consolidada apresentou estabilidade. Nas ONs América do

Norte e América Latina a melhor receita líquida por tonelada vendida foi parcialmente neutralizada pelos menores volumes vendidos.

24% 25% 26% 28% 26% 16% 11% 11% 9% 12% 32% 35% 34% 33% 34% 13% 14% 13% 15% 14% 15% 15% 16% 15% 14% 4T10 1T11 2T11 3T11 4T11

Brasil - Mercado interno Brasil - Exportações América do Norte América Latina Aços Especiais

4.710 4.709

4.513 4.897 4.849

Receita líquida 4º Trim. 4º Trim. Variação 3º Trim. Variação Exercício Exercício Variação (R$ milhões) de 2011 de 2010 4T11/4T10 de 2011 4T11/3T11 de 2011 de 2010 2011/2010 Brasil 3.217 3.048 6% 3.282 -2% 12.697 12.459 2% Mercado Interno 2.562 2.291 12% 2.789 -8% 10.351 10.441 -1% Exportações 655 757 -13% 493 33% 2.346 2.018 16% América do Norte 2.817 2.188 29% 2.676 5% 10.811 8.836 22% América Latina ¹ 1.169 863 35% 1.141 2% 4.383 3.487 26% Aços Especiais 1.863 1.701 10% 1.868 0% 7.516 6.611 14% Total 9.066 7.800 16% 8.967 1% 35.407 31.393 13%

(6)

Custo das vendas e margem bruta

No comparativo do 4T11 com o 4T10, em termos consolidados, o maior custo das vendas foi reflexo, principalmente, dos maiores custos de matérias-primas. Ainda assim, o aumento na margem bruta consolidada (vide quadro acima), com destaque para as ONs Brasil e América Latina, é explicado pelos aumentos na receita líquida por tonelada vendida em todas as operações de negócio. Na ONs Brasil e América Latina, a maior receita líquida por tonelada vendida superou o aumento dos custos das matérias-primas, resultando na melhora da margem bruta, sendo que no Brasil esse efeito foi verificado nas exportações. Por outro lado, na ON Aços Especiais, os maiores custos de matéria-prima superaram a melhor receita líquida por tonelada vendida, resultando em queda da margem bruta.

Em termos consolidados, na comparação do 4T11 com o 3T11, a margem bruta foi inferior em dois pontos percentuais, em virtude do menor volume vendido em praticamente todas as operações de negócios, devido à sazonalidade do período, que resultou na menor diluição dos custos fixos. Na ON América da Norte, adicionalmente, a margem bruta foi afetada por custos com paradas programadas de manutenção. Na ON América Latina, por outro lado, os maiores preços internacionais compensaram a queda nos volumes vendidos e contribuíram para o aumento da margem bruta.

Despesas com vendas, gerais e administrativas

• A participação das despesas com vendas, gerais e administrativas em relação à receita líquida manteve-se praticamente estável em todos os períodos comparados.

Equivalência patrimonial

As empresas associadas e com controle compartilhado, cujos resultados são avaliados por

equivalência patrimonial, comercializaram 259 mil toneladas de aço no 4T11, considerando suas 4º Trim. 4º Trim. Variação 3º Trim. Variação Exercício Exercício Variação de 2011 de 2010 4T11/4T10 de 2011 4T11/3T11 de 2011 de 2010 2011/2010

Brasil Receita líquida (R$ milhões) 3.217 3.048 6% 3.282 -2% 12.697 12.459 2%

Custo das vendas (R$ milhões) (2.638) (2.602) 1% (2.653) -1% (10.424) (9.542) 9%

Lucro bruto (R$ milhões) 579 446 30% 629 -8% 2.273 2.917 -22%

Margem bruta (%) 18% 15% 19% 18% 23%

América do Norte Receita líquida (R$ milhões) 2.817 2.188 29% 2.676 5% 10.811 8.836 22%

Custo das vendas (R$ milhões) (2.601) (2.006) 30% (2.384) 9% (9.682) (7.998) 21%

Lucro bruto (R$ milhões) 216 182 19% 292 -26% 1.129 838 35%

Margem bruta (%) 8% 8% 11% 10% 9%

América Latina Receita líquida (R$ milhões) 1.169 863 35% 1.141 2% 4.383 3.487 26%

Custo das vendas (R$ milhões) (1.010) (793) 27% (1.017) -1% (3.821) (3.021) 26%

Lucro bruto (R$ milhões) 159 70 127% 124 28% 562 466 21%

Margem bruta (%) 14% 8% 11% 13% 13%

Aços Especiais Receita líquida (R$ milhões) 1.863 1.701 10% 1.868 0% 7.516 6.611 14%

Custo das vendas (R$ milhões) (1.616) (1.450) 11% (1.574) 3% (6.371) (5.312) 20%

Lucro bruto (R$ milhões) 247 251 -2% 294 -16% 1.145 1.299 -12%

Margem bruta (%) 13% 15% 16% 15% 20%

Consolidado Receita líquida (R$ milhões) 9.066 7.800 16% 8.967 1% 35.407 31.393 13%

Custo das vendas (R$ milhões) (7.865) (6.851) 15% (7.628) 3% (30.298) (25.873) 17%

Lucro bruto (R$ milhões) 1.201 949 27% 1.339 -10% 5.109 5.520 -7%

Margem bruta (%) 13% 12% 15% 14% 18%

Custo das vendas e margem bruta

DVGA 4º Trim. 4º Trim. Variação 3º Trim. Variação Exercício Exercício Variação

(R$ milhões) de 2011 de 2010 4T11/4T10 de 2011 4T11/3T11 de 2011 de 2010 2011/2010

Despesas com vendas 158 157 1% 150 5% 604 552 9%

Despesas gerais e administrativas 484 472 3% 441 10% 1.798 1.806 0%

Total 642 629 2% 591 9% 2.402 2.358 2%

Receita líquida 9.066 7.800 16% 8.967 1% 35.407 31.393 13%

(7)

10% 11% 13% 15% 7% 7% 6% 9% 15% 13% 5% 10% 15% 20% 4T10 1T11 2T11 3T11 4T11

Consolidado Brasil América do Norte

América Latina Aços Especiais

respectivas participações acionárias, resultando em uma receita líquida de vendas de R$ 402 milhões.

Com base na menor performance das empresas associadas e com controle compartilhado, em

função dos maiores custos e despesas, a equivalência patrimonial foi negativa em R$ 22 milhões no 4T11, contra R$ 15 milhões negativos no 4T10 e R$ 5 milhões positivos no 3T11.

EBITDA EBITDA (R$ milhões) Margem EBITDA (%)

4º Trim. 4º Trim. Variação 3º Trim. Variação Exercício Exercício Variação (R$ milhões) de 2011 de 2010 4T11/4T10 de 2011 4T11/3T11 de 2011 de 2010 2011/2010 472 420 12% 713 -34% 2.098 2.457 -15% 82 184 -55% 58 41% 528 685 -23% 15 71 -79% 6 150% 253 502 -50% 456 476 -4% 438 4% 1.772 1.893 -6% - (336) - - - - (336) EBITDA 1.025 815 26% 1.215 -16% 4.651 5.201 -11% Margem EBITDA 11% 10% 14% 13% 17%

Composição do EBITDA consolidado ¹

Lucro líquido

Resultado financeiro líquido

Obs.: O EBITDA não é uma medida utilizada nas práticas contábeis e também não representa o fluxo de caixa para os períodos apresentados, não devendo ser considerado como uma alternativa ao fluxo de caixa na qualidade de indicador de liquidez. O EBITDA não é padronizado, não podendo, portanto, ser comparado ao EBITDA de outras companhias.

Reversão/perdas pela não recuperabilidade de ativos Provisão para IR e CS

Depreciação e amortizações

¹ Contempla o resultado de empresas associadas e com controle compartilhado de acordo com o método da equivalência patrimonial.

4º Trim. 4º Trim. 3º Trim. Exercício Exercício

(R$ milhões) de 2011 de 2010 de 2011 de 2011 de 2010

1.025 815 1.215 4.651 5.201 (456) (476) (438) (1.772) (1.893)

- 336 - - 336

569 675 777 2.879 3.644 ¹ Medição não contábil adotada pela Companhia

² Medição contábil divulgada na Demonstração dos Resultados consolidados LUCRO OPERACIONAL ANTES DO RESULTADO FINANCEIRO E DOS IMPOSTOS ²

Depreciação e amortizações

Reversão/perdas pela não recuperabilidade de ativos Conciliação do EBITDA consolidado

EBITDA ¹ 47% 43% 47% 36% 37% 27% 25% 18% 17% 30% 9% 7% 6% 12% 11% 27% 25% 24% 30% 22% 4T10 1T11 2T11 3T11 4T11

Brasil América do Norte América Latina Aços Especiais

1.309

1.215

1.025 815

1.102

4º Trim. 4º Trim. Variação 3º Trim. Variação Exercício Exercício Variação de 2011 de 2010 4T11/4T10 de 2011 4T11/3T11 de 2011 de 2010 2011/2010

Brasil EBITDA (R$ milhões) 479 383 25% 521 -8% 1.884 2.709 -30%

Margem EBITDA (%) 15% 13% 16% 15% 22%

América do Norte EBITDA (R$ milhões) 187 136 38% 306 -39% 1.177 789 49%

Margem EBITDA (%) 7% 6% 11% 11% 9%

América Latina EBITDA (R$ milhões) 109 48 127% 88 24% 437 419 4%

Margem EBITDA (%) 9% 6% 8% 10% 12%

Aços Especiais EBITDA (R$ milhões) 250 248 1% 300 -17% 1.153 1.284 -10%

Margem EBITDA (%) 13% 15% 16% 15% 19%

Consolidado EBITDA (R$ milhões) 1.025 815 26% 1.215 -16% 4.651 5.201 -11%

Margem EBITDA (%) 11% 10% 14% 13% 17%

(8)

O EBITDA consolidado (lucro líquido antes de juros, impostos, depreciação e amortizações), considerado também como geração de caixa operacional, apresentou um aumento no 4T11 em relação ao 4T10, com maior margem EBITDA (vide quadros acima), ocasionada pelos mesmos motivos explicados anteriormente (vides itens “Custo das vendas e margem bruta” e “Equivalência Patrimonial”).

Na ON Brasil, que representou 47% do EBITDA consolidado do período, o maior volume de

vendas para o mercado interno e a maior receita líquida por tonelada vendida nas exportações, resultaram na melhora da margem EBITDA, mesmo com os maiores custos das matérias-primas. A ON América do Norte contribuiu com 18% do EBITDA consolidado, apresentando margem EBITDA levemente superior em relação ao 4T10. Na ON Aços Especiais, que contribuiu com 24% para o EBITDA do 4T11, a menor margem EBITDA deve-se, principalmente, aos maiores custos de matérias-primas que superaram a melhor receita líquida por tonelada vendida. Na ON América Latina, que contribuiu com os demais 11% do EBITDA consolidado, a diferença entre o crescimento da margem EBITDA em relação à margem bruta é efeito do menor resultado de equivalência patrimonial.

Em termos consolidados, o valor absoluto do EBITDA e a respectiva margem do 4T11 em relação

ao 3T11 apresentaram redução em virtude do menor volume vendido, em praticamente todas as operações de negócios, devido à sazonalidade do período, que resultou na menor diluição dos custos fixos.

Resultado financeiro

.

• No 4T11 quando comparado com o 4T10, as receitas e as despesas financeiras foram afetadas positivamente pela oferta pública de ações finalizada em 18 de abril de 2011. Parte dos recursos obtidos com a oferta foi utilizada para pré-pagamento de dívida, com consequente redução das despesas financeiras, e o saldo remanescente permaneceu em caixa, proporcionando maiores receitas financeiras.

Cabe ressaltar que, com base em normas do IFRS, a Companhia tem designado a maior parte das

dívidas em moeda estrangeira contratadas pelas empresas no Brasil como hedge de parte dos investimentos em controladas no exterior. Como consequencia, o efeito da variação cambial dessas dívidas é reconhecido no patrimônio líquido, reduzindo significativamente os impactos no resultado financeiro da Companhia.

Lucro líquido

O lucro antes dos impostos do 4T11 em comparação com o 4T10, em termos consolidados, ficou

estável, mesmo com o melhor resultado operacional obtido no último trimestre de 2011. Não fosse a reversão de perdas pela não recuperabilidade de ativos no 4T10 no valor de R$ 336 milhões (R$ 208 milhões líquido dos impostos), o lucro antes dos impostos e o lucro líquido consolidado teriam crescido 214% e 123%, respectivamente.

Resultado financeiro 4º Trim. 4º Trim. Variação 3º Trim. Variação Exercício Exercício Variação

(R$ milhões) de 2011 de 2010 4T11/4T10 de 2011 4T11/3T11 de 2011 de 2010 2011/2010

Receitas financeiras 132 74 78% 159 -17% 456 296 54% Despesas financeiras (231) (266) -13% (230) 0% (971) (1.098) -12% Variação cambial, líquida 14 2 600% 12 17% 52 104 -50% Ganhos (perdas) com instrumentos financeiros, líquido 3 6 -50% 1 200% (65) 13 -Resultado financeiro (82) (184) -55% (58) 41% (528) (685) -23%

Lucro líquido 4º Trim. 4º Trim. Variação 3º Trim. Variação Exercício Exercício Variação

(R$ milhões) de 2011 de 2010 4T11/4T10 de 2011 4T11/3T11 de 2011 de 2010 2011/2010

Lucro antes dos impostos ¹ 487 491 -1% 719 -32% 2.351 2.959 -21% Imposto de renda e contribuição social (15) (71) -79% (6) 150% (253) (502) -50% Lucro líquido consolidado ¹ 472 420 12% 713 -34% 2.098 2.457 -15%

(9)

Em relação ao 3T11, o lucro líquido consolidado apresentou redução em virtude do menor resultado operacional obtido no 4T11, influenciado, principalmente, pela sazonalidade do período.

Dividendos

As empresas Metalúrgica Gerdau S.A. e Gerdau S.A., com base nos resultados obtidos no 4T11, aprovaram o pagamento do dividendo mínimo obrigatório, relativo ao exercício de 2011, conforme abaixo:

 Data do pagamento: 08 de março de 2012

 Data base: posição de ações em 27 de fevereiro de 2012

 Data ex-dividendos: 28 de fevereiro de 2012

-

Metalúrgica Gerdau S.A.

 R$ 44,7 milhões (R$ 0,11 por ação)

-

Gerdau S.A.

 R$ 136,4 milhões (R$ 0,08 por ação)

• No ano de 2011, a Metalúrgica Gerdau S.A. e a Gerdau S.A. deliberaram, respectivamente, R$ 224

milhões (R$ 0,55 por ação) e R$ 597 milhões (R$ 0,35 por ação) na forma de dividendos e/ou juros sobre o capital próprio.

Investimentos

• No 4T11, os investimentos em ativo imobilizado somaram R$ 674 milhões. Desse total, 75% foram

direcionados para as unidades no Brasil e os demais 25% para as unidades em outros países. No ano de 2011 os investimentos somaram R$ 2,0 bilhões.

• O plano de investimentos em ativo imobilizado para o período de 2012 a 2016 está estimado em

R$ 10,3 bilhões, sendo aproximadamente 70% para as unidades no Brasil, e contempla investimentos estratégicos e para manutenção, conforme tabela a seguir:

Capital de giro e ciclo financeiro

Plano de Investimentos - Principais Projetos Localização de produção (1.000 t)Capacidade adicional Início operação

ON Brasil

Laminadores de planos (bobina a quente e chapas grossas) na usina Açominas - MG Brasil 1.900 2012/2013 Aumento de capacidade de mineração para 7 milhões de toneladas Brasil - 2012 Unidades de corte e dobra e produtos de aço prontos para o uso Brasil - 2013 Laminador de fio-máquina e vergalhões na usina Cosigua - RJ1,2 Brasil 600 2013

ON América do Norte

Forno de reaquecimento na usina de Calvert City - Kentucky EUA - 2012 Aumento da capacidade de aço na usina Midlothian-Texas EUA 200 2014 Aumento da capacidade de laminação na usina Midlothian-Texas EUA 100 2014

ON América Latina

Instalação portuária (para embarque de carvão e coque) Colômbia - 2012 Expansão de laminadores das usinas Tuta e Tocancipá Colômbia 80 2012 Laminador de vergalhões e perfis comercias leves na Guatemala3 Guatemala 200 2012/2013

ON Aços Especiais

Novo lingotamento contínuo com aumento da capacidade de produção na usina de Monroe - Michigan EUA 200 2012 Aumento de capacidade de aço, laminados e acabamentos (em 2 diferentes usinas)2 EUA 300 2014 Laminador de aços especiais e vergalhões, sinterização, coqueria e geração de energia3 Índia 300 2012/2013 Laminador de aços especiais na usina de Pindamonhangaba - SP Brasil 500 2012 Novo lingotamento contínuo e forno de reaquecimento na usina de Pindamonhangaba - SP Brasil - 2013 Ampliação da capacidade de laminação na usina de Mogi das Cruzes - SP Brasil 60 2012 1 Para atender esse laminador será reativado um dos fornos elétricos na aciaria.

2 Investimento com aprovação em fases.

(10)

• O ciclo financeiro (capital de giro dividido pela receita líquida diária do trimestre), em dezembro de 2011, apresentou redução de quatro dias em relação a setembro de 2011, consequencia da redução do capital de giro, em virtude da menor atividade operacional característica do período, e um pequeno crescimento na receita líquida.

Passivo financeiro

• A redução de 27% da dívida líquida (dívida bruta menos caixa) em 31 de dezembro de 2011 quando comparada com 31 de dezembro de 2010 é consequência, principalmente, da oferta pública de R$ 3,6 bilhões realizada em abril de 2011.

• O caixa (disponibilidades de caixa, equivalentes de caixa e aplicações financeiras), por sua vez, mais que dobrou no período. Desse caixa, 22% eram detidos pelas empresas Gerdau no exterior, principalmente em dólares norte-americanos.

• Em 31 de dezembro de 2011, a dívida bruta era composta por 23% em reais, 49% em moeda estrangeira contratada pelas empresas no Brasil e 28% em diferentes moedas contratadas pelas subsidiárias no exterior, sendo que do total da dívida, 13% eram de curto prazo e 87% de longo prazo. A dívida bruta, se comparada a 31 de dezembro de 2010, apresentou redução de 7%, principalmente pelo pré-pagamento de dívidas no valor de R$ 2,1 bilhões, parcialmente neutralizado pelo efeito da desvalorização do real em 13% no período comparado sobre a parcela da dívida denominada em dólares norte-americanos.

• O custo médio nominal ponderado da dívida bruta, em 31 de dezembro de 2011, era de 6,2%, sendo que 8,1% para o montante denominado em reais, de 5,7% mais variação cambial para o

94

84 81 88 84

dez/10 mar/11 jun/11 set/11 dez/11

Capital de Giro (R$ bilhões) Ciclo Financeiro (dias)

8,5 7,8 8,2 8,2 8,8 Endividamento (R$ milhões) 31.12.2011 31.12.2010 Circulante 1.757 1.693

Moeda nacional (Brasil) 821 703 Moeda estrangeira (Brasil) 243 169 Empresas no exterior 693 821

Não circulante 11.927 12.977

Moeda nacional (Brasil) 2.383 2.623 Moeda estrangeira (Brasil) 6.462 5.656 Empresas no exterior 3.082 4.698

Dívida bruta 13.684 14.670

Caixa, equivalentes de caixa e aplicações financeiras 4.578 2.204

(11)

12.5 11.8 7.8 9.1 9.1 2.2 2.4 4.1 4.4 4.6

dez/10 mar/11 jun/11 set/11 dez/11

Dívida Líquida Caixa

13,5 13,7

14,2 14,7

11,9

total denominado em dólares tomados a partir do Brasil e de 5,8% para a parcela tomada pelas subsidiárias no exterior.

Dívida bruta

(R$ bilhões)

• O cronograma de pagamento da dívida, incluindo debêntures, era o seguinte em 31 de dezembro

de 2011:

• Os principais indicadores da dívida eram os seguintes em 31 de dezembro de 2011:

No início de dezembro de 2011, a Moody’s atribuiu o rating Grau de Investimento “Baa3”

(Investment Grade) para os ratings da Gerdau, com perspectiva estável. De acordo com a Moody’s, o rating atribuído à Gerdau reflete a emissão de ações bem sucedida em abril de 2011, por meio da qual a Gerdau captou R$ 3,6 bilhões, além da melhora da posição de liquidez e queda da alavancagem. Do ponto de vista estratégico, os investimentos atuais em autossuficiência dos insumos principais, especialmente minério de ferro, devem melhorar as margens e a competitividade geral da Gerdau no curto e médio prazos. Uma potencial monetização dos ativos

Circulante R$ milhões 1º trimestre de 2012 447 2º trimestre de 2012 383 3º trimestre de 2012 376 4º trimestre de 2012 551 Total 1.757 Não Circulante R$ milhões 2013 1.727 2014 1.173 2015 518 2016 e após 8.509 Total 11.927 Indicadores 31.12.2011 31.12.2010

Dívida bruta / Capitalização total ¹ 34% 42%

Dívida líquida / Capitalização total ² 25% 38%

Dívida bruta / EBITDA ³ 2,9x 2,8x

Dívida líquida / EBITDA ³ 2,0x 2,4x

EBITDA ³ / Despesas financeiras ³ 4,3x 4,6x

EBITDA ³ / Despesas financeiras líquidas ³ 7,4x 6,2x

1 - Capitalização total = patrimônio líquido + dívida bruta 2 - Capitalização total = patrimônio líquido + dívida líquida 3 - Acumulado dos últimos 12 meses

(12)

de minério de ferro pode beneficiar a liquidez da empresa. Com o upgrade da Moody’s, a Gerdau passa a ter o Grau de Investimento pelas três agências de Rating mais conhecidas no mercado de capitais: Fitch Ratings, Moody’s e Standard & Poor’s.

Governança Corporativa

ISE –Índice de Sustentabilidade Empresarial

• Em novembro de 2011, pelo sexto ano consecutivo, a Metalúrgica Gerdau S.A. e a Gerdau S.A. foram selecionadas para compor a carteira do ISE – Índice de Sustentabilidade Empresarial da BM&FBOVESPA. Participar desse índice reflete as melhores práticas de responsabilidade social e sustentabilidade empresarial, assim como colocam essas empresas no seleto grupo de integrantes de tão importante indicador do mercado de ações brasileiro.

Reunião Apimec

• A Gerdau realizou em Porto Alegre uma Reunião Apimec Sul, no mês de novembro, contando com

115 participantes presenciais.

Prêmio World Steel Association por práticas de segurança

Em outubro de 2011, a Gerdau, em virtude de suas práticas de segurança, foi reconhecida com o

“Safety and Health Excellence Recognition 2011”, concedido pelo World Steel Association. A Companhia foi reconhecida pelo projeto “Caminho do Aço Líquido”, cujo objetivo é assegurar procedimentos seguros durante o processo de fusão, refino e transporte de aço em estado líquido. O prêmio foi entregue durante o 45º encontro anual da associação que reúne as principais empresas do setor do aço, o qual ocorreu de 9 a 12 de outubro em Paris, na França.

Recompra de ações

• Com o objetivo de atender ao Programa de Incentivo de Longo Prazo, a Companhia realizou, em

janeiro de 2012, um programa de recompra de ações de 2,7 milhões de ações preferenciais, sendo 1,4 milhão sob a forma de American Depositary Receipts - ADRs, ao custo médio de R$ 16,68 por ação.

A ADMINISTRAÇÃO

Este documento pode conter afirmações que constituem previsões para o futuro. Essas previsões são dependentes de estimativas, informações ou métodos que podem estar incorretos ou imprecisos e podem não se realizar. Essas estimativas também estão sujeitas a riscos, incertezas e suposições, que incluem, entre outras: condições gerais econômicas, políticas e comerciais no Brasil e nos mercados onde atuamos e regulamentações governamentais existentes e futuras. Possíveis investidores são aqui alertados de que nenhuma dessas previsões é garantia de futuro desempenho, pois envolvem riscos e incertezas. A empresa não assume, e especificamente nega, qualquer obrigação de atualizar quaisquer previsões, que fazem sentido apenas na data em que foram feitas.

(13)

GERDAU S.A.

BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO (Valores expressos em milhares de reais)

2011 2010

ATIVO CIRCULANTE

Caixa e equivalentes de caixa 1.476.599 1.061.034

Aplicações financeiras

Títulos para negociação 3.095.359 1.105.902

Títulos disponíveis para venda 6.290 9.559

Contas a receber de clientes 3.602.748 3.153.027

Estoques 8.059.427 6.797.785

Créditos tributários 815.983 586.056

Ganhos não realizados com instrumentos financeiros 140 783

Outras contas a receber 262.603 231.798

17.319.149 12.945.944 ATIVO NÃO-CIRCULANTE

Aplicações financeiras em títulos disponíveis para venda - 26.797

Créditos tributários 389.035 401.222

Imposto de renda/contribuição social diferidos 1.547.967 1.579.011

Partes relacionadas 111.955 35.037

Ganhos não realizados com instrumentos financeiros - 5.529

Depósitos judiciais 713.480 493.502

Outras contas a receber 201.989 177.143

Gastos antecipados com plano de pensão 533.740 437.072 Adiantamento para futuro investimento em participação societária 65.254 - Investimentos avaliados por equivalência patrimonial 1.355.291 1.264.520

Outros Investimentos 19.366 19.002 Ágios 9.155.789 8.158.098 Outros intangíveis 1.273.708 1.176.823 Imobilizado 17.295.071 16.171.560 32.662.645 29.945.316 TOTAL DO ATIVO 49.981.794 42.891.260 Consolidado

(14)

GERDAU S.A.

BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO (Valores expressos em milhares de reais)

2011 2010

PASSIVO CIRCULANTE

Fornecedores 3.212.163 1.783.274

Empréstimos e financiamentos 1.715.305 1.577.968

Debêntures 41.688 115.069

Impostos e contribuições sociais a recolher 591.983 524.967

Salários a pagar 617.432 475.237

Dividendos a pagar 136.391 90.289

Provisão para passivos ambientais 31.798 29.191

Perdas não realizadas com instrumentos financeiros 314 -

Outras contas a pagar 429.927 425.905

6.777.001 5.021.900 PASSIVO NÃO-CIRCULANTE

Empréstimos e financiamentos 11.182.290 12.360.056

Debêntures 744.245 616.902

Partes relacionadas 6 722

Imposto de renda e contribuição social diferidos 1.858.725 2.270.849 Perdas não realizadas com instrumentos financeiros 5.013 92.476 Provisão para passivos tributários, cíveis e trabalhistas 907.718 645.375

Provisão para passivos ambientais 36.621 42.902

Beneficios a empregados 1.089.784 834.471

Obrigações por compra de ações 533.544 516.706

Outras contas a pagar 327.044 341.286

16.684.990 17.721.745 PATRIMÔNIO LÍQUIDO Capital social 19.249.181 15.651.352 Ações em tesouraria (237.199) (161.405) Outras reservas 217.290 366.602 Reserva de lucros 6.469.596 5.497.895 Lucros Acumulados - -

Ajustes de avaliação patrimonial (701.399) (1.884.002)

ATRIBUÍDO A PARTICIPAÇÃO DOS ACIONISTAS CONTROLADORES 24.997.469 19.470.442

PARTICIPAÇÕES DOS ACIONISTAS NÃO-CONTROLADORES 1.522.334 677.173

PATRIMÔNIO LÍQUIDO 26.519.803 20.147.615

TOTAL DO PASSIVO E DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO 49.981.794 42.891.260 Consolidado

(15)

GERDAU S.A.

DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS (Valores expressos em milhares de reais)

Consolidado

31/12/2011 31/12/2010 31/12/2011 31/12/2010

RECEITA LÍQUIDA DE VENDAS 9.065.801- 7.799.844 35.406.780 31.393.209 Custo das vendas (7.864.563) (6.851.087) (30.298.232) (25.873.476)

LUCRO BRUTO 1.201.238 948.757 5.108.548 5.519.733

Despesas com vendas (157.910) (156.507) (603.747) (551.547) Despesas gerais e administrativas (484.163) (472.368) (1.797.937) (1.805.914) Reversão (Perdas) pela não recuperabilidade de ativos - 336.346 - 336.346 Outras receitas operacionais 35.493 64.465 195.015 207.320 Outras despesas operacionais (3.319) (30.617) (85.533) (100.840) Resultado da equivalência patrimonial (22.215) (15.374) 62.662 39.454

LUCRO OPERACIONAL ANTES DO RESULTADO FINANCEIRO E DOS IMPOSTOS 569.124 674.702 2.879.008 3.644.552 Receitas financeiras 132.196 73.916 455.802 295.563 Despesas financeiras (231.119) (265.961) (970.457) (1.097.633) Variação cambial, líquida 14.384 2.599 51.757 104.364 Ganhos (Perdas) com instrumentos financeiros, líquido 2.556 5.761 (65.438) 12.392

LUCRO ANTES DOS IMPOSTOS 487.141 491.017 2.350.672 2.959.238 Imposto de renda e contribuição social

Corrente 2.185 (64.967) (519.843) (642.306) Diferido (17.732) (6.393) 266.747 140.447

LUCRO LÍQUIDO DO PERÍODO 471.594 419.657 2.097.576 2.457.379

ATRIBUÍDO A:

Participação dos acionistas controladores 438.802 369.024 2.005.727 2.142.488 Participação dos acionistas não-controladores 32.792 50.633 91.849 314.891 471.594 419.657 2.097.576 2.457.379

(16)

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO

(Valores expressos em milhares de reais)

2011 2010

Fluxo de caixa da atividade operacional

Lucro líquido do exercício 2.097.576 2.457.379

Ajustes para reconciliar o lucro líquido ao fluxo de caixa das atividades operacionais:

Depreciação e amortização 1.771.881 1.893.074

Reversão de provisão para perda pela não recuperabilidade de ativos - (336.346)

Equivalência patrimonial (62.662) (39.454)

Variação cambial, líquida (51.757) (104.364)

Perdas (Ganhos) com instrumentos financeiros, líquido 65.438 (12.392)

Benefícios pós-emprego 15.882 82.611

Remuneração baseada em ações 13.974 18.629 Imposto de renda e contribuição social 253.096 501.859 Perda (Ganho) na alienação de imobilizado e investimento 21.006 (20.532) Reversão de perda em aplicações financeiras disponíveis para venda (28.073) - (Reversão) Provisão para risco de crédito 42.980 16.018 Provisão (Reversão) de passivos tributários, cíveis e trabalhistas 261.024 199.092 Receita de juros de aplicações financeiras (265.766) (174.622) Despesa de juros sobre dívidas financeiras 828.106 919.594 Juros sobre mútuos com empresas ligadas (4.388) - Provisão para ajuste ao valor líquido realizável 56.999 50.526 Reversão de ajuste ao valor líquido realizável (122.877) (50.634) 4.892.439 5.400.438

Variação de ativos e passivos:

Redução (Aumento) de contas a receber (203.041) (660.891)

Aumento de estoques (681.604) (1.160.419)

Aumento (Redução) de contas a pagar 1.121.433 110.358

(Aumento) Redução de outros ativos (415.192) 176.403

Aumento (Redução) de outros passivos (127.854) (168.962)

Recebimento de dividendos/juros sobre o capital próprio 61.150 68.647 Aplicações financeiras de títulos para negociação (6.113.717) (712.204) Resgate de aplicações financeiras de títulos para negociação 4.384.832 2.423.597

Caixa (aplicado) gerado pelas atividades operacionais 2.918.446 5.476.967

Pagamento de juros de empréstimos e financiamentos (726.360) (796.799) Pagamento de imposto de renda e contribuição social (482.068) (541.048)

Caixa líquido (aplicado) gerado pelas atividades operacionais 1.710.018 4.139.120

Fluxo de caixa das atividades de investimento

Adições de imobilizado (1.961.379) (1.288.769)

Recebimento pela venda de imobilizado, investimento e íntangíveis 11.473 19.269 Adições de outros ativos intangíveis (141.666) (94.598) Adiantamento para futuro investimento em participação societária (74.785) -Pagamento na aquisição de empresas, líquido de caixa adquirido - (283.110) Aplicações financeiras de títulos disponíveis para venda (723.285) (1.371.835) Resgate de aplicações financeiras de títulos disponíveis para venda 778.484 1.415.981 Caixa adquirido na incorporação de empresas -

-Caixa líquido (aplicado) gerado nas atividades de investimento (2.111.158) (1.603.062)

Fluxo de caixa das atividades de financiamentos

Aumento de capital 3.874.329 -

Compras de ações em tesouraria (78.094) (38.705)

Dividendos e juros sobre o capital próprio pagos (550.706) (1.018.488) Pagamentos de custos de empréstimos e financiamentos (25.530) (4.562)

Empréstimos e financiamentos obtidos 1.378.637 3.885.937

Pagamentos de empréstimos e financiamentos (3.781.247) (3.453.158) Financiamentos com empresas ligadas, líquido (90.325) 39.344 Pagamento na aquisição de participação adicional de controlada - (2.908.969)

Caixa líquido gerado (aplicado) nas atividades de financiamentos 727.064 (3.498.601)

Efeito de variação cambial sobre o caixa e equivalentes de caixa 89.641 (68.367) Aumento (Redução) do caixa e equivalentes de caixa 415.565 (1.030.910) Caixa e equivalentes de caixa no início do exercício 1.061.034 2.091.944

Caixa e equivalentes de caixa no final do exercício 1.476.599 1.061.034

Referências

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