• Nenhum resultado encontrado

ESTÁGIO SUPERVISIONADO MODALIDADE NORMAL: VIVÊNCIAS, APRENDIZADOS E DESAFIOS

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "ESTÁGIO SUPERVISIONADO MODALIDADE NORMAL: VIVÊNCIAS, APRENDIZADOS E DESAFIOS"

Copied!
9
0
0

Texto

(1)

Anais da

Semana de Pedagogia da UEM

ISSN Online: 2316-9435 XXII Semana de Pedagogia X Encontro de Pesquisa em Educação

05 a 08 de Julho de 2016

ESTÁGIO SUPERVISIONADO MODALIDADE NORMAL: VIVÊNCIAS, APRENDIZADOS E DESAFIOS

RODRIGUES, Jéssica Salomão

[email protected]

SILVA, Monique de Oliveira da

[email protected]

Universidade Estadual de Maringá (UEM) Formação de Professores e Intervenção Pedagógica.

INTRODUÇÃO

Através da disciplina Estágio Supervisionado Modalidade Normal, com carga horária de 68h, ofertada no 1º semestre do 4º ano do curso de Pedagogia (2011/2014) da Universidade Estadual de Maringá e orientado pela Profª Drª Luciana Figueiredo Lacanallo, fomos a campo observar e construir uma visão mais ampla da prática docente de Ensino Modalidade Normal. Realizamos o Estágio no Instituto de Educação Estadual de Maringá, localizado na Rua Martim Afonso, N°50, Zona 02, em Maringá- Pr. Desenvolvemos nosso Estágio no período vespertino, com 16h/a de observação e 8h/a de docência realizadas na mesma turma onde fizemos a observação.

O estágio supervisionado é uma exigência da LDB - Lei de Diretrizes e Bases da educação nacional nº 9394/96. Este é um momento de fundamental importância na formação dos professores, e também uma forma excelente de os acadêmicos do curso de pedagogia se relacionarem e aperfeiçoarem o processo de ensino aprendizagem. O estágio tem como objetivo de integrar a teoria e a prática. Neste sentido o estágio supervisionado tem o papel fundamental no processo de formação inicial, pois o mesmo se caracteriza como a prática em meio à aprendizagem na graduação. Segundo Oliveira e Cunha (2006), o Estágio Supervisionado é uma atividade que propicia ao aluno adquirir a experiência profissional que é relativamente importante para a sua inserção no mercado de trabalho. É uma atividade obrigatória que deve ser realizada pelos alunos de cursos de Licenciatura e deve cumprir uma carga horária pré-estabelecida pela instituição de Ensino.

(2)

Uma das razões que justificam este artigo, é a contribuição que essas reflexões e práticas oportunizadas através da disciplina de Estágio Modalidade Normal, trazem para a formação acadêmica em Pedagogia, nos permitindo vivenciar um pouco da realidade de como é conduzir uma turma de adolescentes. O objetivo é apresentar de forma simples como ocorreu o estágio supervisionado, discutindo os pontos positivos e negativos da experiência no campo de estágio. Demonstrar como a teoria se articula com a prática, para enriquecer a experiência de pedagogos e professores.

Atualmente as escolas e os alunos vêm sofrendo mudanças impostas pela dinâmica de uma sociedade em constante transformação pelo avanço da tecnologia e da ciência. Por isso, torna-se imprescindível o desenvolvimento de estágios supervisionados e intervenções pedagógicas com o objetivo de aperfeiçoar o processo de ensino-aprendizagem. Para lidar com essa nova realidade de mudanças e transformações os professores devem estar preparados e engajados em encontrar alternativas em busca da melhoria de sua prática docente e assim contribuir de forma mais significativa com o desenvolvimento de seus alunos.

CARACTERIZAÇÃO DA ADOLESCÊNCIA

De acordo com Bock (1999), a adolescência é identificada pela Psicologia como uma fase do desenvolvimento em que são apresentadas características muito específicas, por exemplo, a crise de identidade, a rebeldia, tendência grupal, necessidade de fantasiar, evolução sexual manifesta etc. Admitir que estas características se encontram na maioria dos jovens não é o suficiente, a Psicologia não apresenta a adolescência como um produto fruto da sociedade.

Há duas visões que nos auxiliam a compreender a adolescência: a visão liberal e a visão sócio histórica. Na visão Liberal, o Homem tem seu desenvolvimento previsto pela sua própria condição de homem. Este desenvolvimento pode ser facilitado ou dificultado pelo meio externo, social e cultural. Já na visão sócio histórica o Homem é constituído ao longo do tempo, pelas relações sociais, pelas condições sociais e culturais engendradas pela humanidade, portanto é um ser que tem características forjadas pelo tempo, pelas condições de sua sociedade.

A adolescência foi criada historicamente pelo homem. Ela é constituída como significado na cultura e na linguagem que permeia as relações sociais. Os fatos sociais surgem nas relações, e os homens atribuem significados a esses fatos, eles definem, ou criam

(3)

conceitos que representam esses fatos. Quando há a definição da adolescência como isto ou aquilo, há a constituição de significados que serão referências para a constituição dos sujeitos. Não há características naturais na adolescência, pois ela não é um período natural do desenvolvimento, mas sim um momento significado. As mudanças no corpo e o desenvolvimento cognitivo são marcas que mais se destacam neste período. A menina que tem seus seios se desenvolvendo sente e significa como possibilidade de amamentar seus futuros filhos, isso varia de acordo com o tempo que a sociedade vive.

Nem todos passam pela adolescência, porque na visão sócio histórica nada acontece obrigatoriamente. A adolescência acontecerá quando lhe for ofertada condições sociais. É possível que várias pessoas não tenham vivenciado a experiência da adolescência.

A adolescência é um momento rico de desenvolvimento. Visões negativas da adolescência só têm servido para desvalorizar as contribuições sociais e políticas da juventude. Conceber a adolescência de outra forma significa revolucionar nossas teorias e nossas práticas com os jovens. Dentro das salas de aula, as práticas dos professores de ensino médio podem começar a mudar essa realidade.

CARACTERIZAÇÃO DO ENSINO MÉDIO E A CRIAÇÃO DA ESCOLA NORMAL

O ensino médio é definido como etapa final da educação básica. Considerando o ensino médio direcionado a formação de professores, a finalidade é apresentar como ocorreu desde o início a formação de professores como o processo de criação de escolas normais, como instituições encarregadas de preparar professores. Quando foi criada a primeira escola normal, a substituição da escola normal para a habilitação específica de magistério, o novo perfil do curso de pedagogia e apresentar como está ocorrendo essa formação de professores no ensino médio.

No Brasil a questão do preparo de professores emerge de forma explícita após a independência, quando se cogita da organização da instrução popular. A partir daí, examinando-se a questão pedagógica em articulação com as transformações que se processaram na sociedade brasileira ao longo dos últimos dois séculos, podemos distinguir os seguintes períodos na história da formação de professores no Brasil. (SAVIANI,2009, p.01)

A preocupação no país com a formação se deu a partir da independência, pois seria necessário formar as pessoas, para que pudessem fazer seu papel na sociedade, de votar, de assinar o próprio nome e etc. Partindo dessa necessidade, surge no Brasil á primeira escola

(4)

normal, criada em 1794, com essa finalidade de formar professores para repassar seus conhecimentos. Porém, a proposta da escola era uma formação específica, que o professor tinha que ter um preparo somente para o conteúdo, desconsiderado o preparo didático pedagógico.

As escolas normais tinham como característica um didática simples, tinham no máximo dois professores para todas as disciplinas. O curso tinha duração de dois anos, o nível de conteúdo não ia além dos conteúdos primários, a organização do espaço também era precária e não tinha como atender os alunos. As escolas normais com o tempo não resistiram e foram fechadas por falta de alunos, pois a população não tinha interesse na área docente, principalmente por serem direcionadas na época para o público masculino e o salário não era favorável eles não tinham interesse.

A partir de 1870 reabre as escolas normais, com o público feminino como alvo, uma nova proposta, um novo currículo, pensando no papel de mãe que toda mulher tinha e o quanto já iria contribuir para a educação.

O magistério era a única profissão que conciliava as funções domésticas da mulher, tradicionalmente cultivadas, os preconceitos que bloqueavam a sua profissionalização, com o movimento em favor de sua ilustração, já iniciado nos anos 70. (KULESZA, 1998, p.18)

Esta era uma profissão que auxiliaria a mulher a não deixar seus afazeres de casa e uma solução, pois o público masculino não procurava essa profissão.

Com o golpe militar em 1964, houve modificações no campo educacional e com a nova estrutura as escolas normais desapareceram. Contemplando então a habilitação especifica do 2° grau em exercício para o magistério com duração de três anos que habilitava para lecionar até a 4° série e o outro de quatro anos que habilitando o para lecionar até a 6° série. O currículo também modificou, abordava uma formação geral e uma parte diversificada. O curso de pedagogia também sofreu alterações a partir de 1980, direcionadas para a formação de professores da educação infantil e séries iniciais.

Com base nas discussões em sala e estudos dos autores Savini e Kulesza, que abordam o tema ensino médio direcionado a formação de professores, buscamos apresentar como foi o processo de ensino, como era o sistema, as modificações mais importantes, e salientar que a formação de professores ainda tem que melhorar muito. Não há como negar que a formação de professores vem progredindo em tempos, mas a docência ainda necessita uma maior atenção, pois a formação de professores ainda tem o que melhorar. Também

(5)

destacamos que a prática de ensino no período de formação tem que ser mais profunda, buscando formar professores interessados em formar homens com autonomia, e no magistério buscar levar conhecimentos teóricos para os futuros professores, de maneira que eles possam perceber a importância de ser um professor.

CARACTERIZAÇÃO DO CAMPO DE ESTÁGIO

A Instituição de ensino em que realizamos nosso estágio foi o Instituto de Educação Estadual de Maringá. Para melhor conhecermos o local onde realizamos o nosso estágio supervisionado foi realizado com a equipe pedagógica uma entrevista para conhecermos melhor a Instituição. A escola localiza-se em um bairro central da cidade de Maringá, de classe alta, mas os alunos em sua maioria são de classe média e classe média baixa.

A qualidade de recursos oferecidos, que podem ser usados como alternativas para as aulas ou para efetivar o processo de ensino-aprendizagem, é surpreendente, se tratando de uma escola Estadual. Contudo, cabe ressaltar que, embora disponha de vários recursos não são utilizados na maioria das vezes, por falta de habilidades dos professores para manusear os equipamentos ou por incentivo da coordenação pedagógica, para que as aulas sejam mais dinâmicas.

A turma que observamos foi a 3ª série do ensino médio, da professora Marlene, que tem 24 alunos no total, mas para as aulas de estágio, onde ocorreram as observações e a aplicação da regência, a turma foi dividida em dois grupos com 12 alunos cada. Observou-se a relação professor/aluno, aluno/aluno e os conteúdos trabalhados na disciplina de estágio em educação infantil.

METODOLOGIA

A metodologia deste artigo consiste nas aulas teóricas da disciplina de Estágio Supervisionado Modalidade Normal, observações e regência realizadas na turma da 3ª série de ensino médio da modalidade normal.

Auxiliamos a professora da turma, todos os dias de observação em suas atividades sempre que nos solicitava. Observamos também que os alunos da turma eram muito agitados, mas desenvolviam todas as atividades propostas pela professora. Após os dias de observações,

(6)

começamos a planejar nossa regência de dois dias com eles. O tema que a professora da turma nos propôs foi Jogos e Brincadeiras na Educação Infantil.

A seguir os Resultados.

RESULTADOS

A partir das duas observações que realizamos durante o estágio antes da regência como citado anteriormente, pudemos notar a grande dificuldade que a professora encontrava para atrair a atenção dos alunos para o conteúdo no qual estava sendo estudado em sala, e a dificuldade que ela sentia em fazer as alunas entenderem a importância daquele conteúdo. Percebemos também que a professora sempre buscava o diálogo com as alunas, e para que elas prestassem atenção utilizou como método cada aluna ler um parágrafo do texto, sendo assim elas não iriam se dispersar.

Acreditamos que a professora trabalhava de forma eficiente com os conteúdos, pois ela mostrava o domínio que tinha sobre esses, mas a dificuldade maior era prender a atenção dos alunos. Na primeira observação notamos que os alunos estavam cansados, porque a aula de estágio era no período de contra turno, então estavam o dia todo na escola.

Quando pensamos na regência, a principal preocupação era como fazer com que os alunos se interessassem pelo tema, de forma que eles aprendessem o que iríamos apresentar e que o conteúdo contribuísse de forma positiva para a formação dos mesmos. O nosso conteúdo como foi citado acima eram jogos e brincadeiras na educação infantil, conforme orientação da professora da classe, pois seria de grande valia para os alunos, que no decorrer deste ano, irão para campo de estagio e irão desenvolver seus estágios na educação infantil. Eles se basearam em nossas aulas para planejar a regência.

Durante a preparação pensamos em levar um texto teórico para abordar com os alunos a importância dos jogos e brincadeiras para a educação infantil, pois estes fazem parte do ensino/aprendizagem. Também elencamos algumas brincadeiras para demonstrar e desenvolver em sala de aula. Desta maneira, conseguimos executar nossas atividades da forma que planejamos. Buscamos em todos os momentos a participação dos alunos nas aulas, elaborando atividades que os motivassem a querer fazer e não apenas nos escutarem. Durante a nossa docência aplicamos/ensinamos várias brincadeiras para que as aulas fossem dinâmicas. Ensinamos brincadeiras antigas, que alguns dos alunos nem conheciam,

(7)

brincadeiras que com a expansão da tecnologia se perderam. Algumas das brincadeiras foram “espelho vivo”, “vivo ou morto”, “cabo de guerra”, “fui a feira”, entre outras.

O estágio como um todo, consideramos que foi de grande valia para nossa formação. É interessante ressaltar, como foi essa vivência durante esses dias em campo, como contribuiu para a nossa formação de futuras pedagogas, como devemos nos portar em uma sala de aula com adolescentes e como planejar uma regência com eles.

São inúmeros os desafios encontrados durante os estágios, como proceder, como reagir a determinadas situações, como irá ser o convívio com o professor da turma, a relação com os alunos, o desenvolvimento da aula, como executar uma intervenção de forma que contemple todas as áreas que foram solicitadas pela professora da turma, no entanto, desafios esses que são bons e que nos fazem aprender, a progredir e nos da uma fundamentação de como poderemos colocar em prática, todos conhecimentos teóricos que adquirimos no decorrer das aulas teóricas , como poderemos fazer para trabalhar e desenvolver na prática.

Durante a execução do planejamento para a intervenção, tivemos contato com diversos autores sobre o assunto como, Kishimoto, Vygotsky, Oliveira- Formosinho, entre outros, que não só utilizamos para os planejamentos, mas também para nossa formação, para nosso entendimento enquanto professoras. Com base nos estágios notamos a importância da teoria e a prática estarem interligadas uma com a outra, pois uma precisa necessariamente da outra para chegar nos fins desejados.

Os alunos relataram que nossa regência foi de grande ajuda para eles, pois ajudou a todos com o planejamento que deviam preparar para a regência que realizariam no CMEI. Planejar é uma atividade complexa, que exige estudos e dedicação. Na preparação para essa regência não foi diferente. O trabalho do Professor precisa ser planejado e sistematizado, pois teoria e a prática tornam a mediação efetiva. A maior dificuldade era o receio de não conseguir apresentar os conteúdos de forma clara, então buscamos ter o domínio da teoria. Pelos resultados obtidos através das atividades propostas na regência, é possível afirmar que atingimos todos os objetivos, que eram mostrar a importância da mediação do professor, e apresentar jogos e brincadeiras para a educação infantil.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Concluímos ao termino desse estágio, o quanto o estágio supervisionado modalidade normal é importante para formação enquanto acadêmica e futuras pedagogas. O quanto

(8)

aprendemos a partir das observações, das discussões em sala de aula nas aulas teóricas, compreendemos a função do magistério e o que ele tem como objetivo, que é formar profissionais para atuar na educação infantil. Pudemos constatar como é desenvolvida a prática desses adolescentes, quais os anseios dos mesmos diante dessa profissão a expectativa, o que eles já têm de formação.

A Universidade é um espaço onde a teoria une-se a prática, e no curto espaço de quatro anos da graduação de Pedagogia, não há como estudar profundamente a adolescência e a formação de professores na Modalidade Normal, mas o estágio supervisionado vem para tentar suprir essa lacuna, e as experiências que como professoras estagiárias vivenciamos foram muito significativas. O primeiro passo diante desse estágio foi compreender o que seria a modalidade normal. Qual era a finalidade, como era o público (adolescentes) que estão nesse período de formação profissional, como seria nossa prática diante desse público, pois durante os nossos estágios anteriores tivemos a oportunidade de ter contato com crianças e já nesse estágio a oportunidade de estar com adolescentes.

A visão grossa que se tem da Modalidade Normal dentro do curso de Pedagogia, é de que os profissionais que são formados estão preparados apenas para cortar e colar. Durante a observação percebemos que isso não é uma verdade, pois há estudos teóricos. A compreensão da importância da Modalidade Normal foi obtida neste estágio. Muitos veem os profissionais desta área apenas como cuidadores, e é muito mais que isso, pois todas as atividades desenvolvidas por estes profissionais, tem cunho educativo. A dificuldade em desenvolver este estágio está na falta de conhecimento científico sobre a adolescência. Mas com os materiais estudados na disciplina teórica conseguimos desenvolver um ótimo trabalho tanto no planejamento da regência, quanto na aplicação deste.

Paralelamente junto com os estudos teóricos, buscamos relacionar a teoria com a prática, buscar um elo entre ambas, e diante da vivencia pudemos notar as dificuldades e facilidades que o professor encontra em sala, ora com a relação com o aluno/adolescente que vive em conflito e tudo o que se estuda no magistério é novo para aquele indivíduo, mas ao mesmo tempo uma série de conhecimentos que são adquiridos.

O trabalho com adolescentes é mais árduo, não apenas pela indisciplina que é mais comum nessa fase, e os fatores sociais, mas também pelos conflitos que eles sofrem internamente e acabam interferindo em todas as áreas da vida deles. A grande dificuldade é fazer eles compreenderem a importância que todos os conteúdos estudados tem e a grande responsabilidade que é ser professor.

(9)

Compreendemos a importância do magistério desde quando ele começou a sua finalidade que era de formar professores qualificados para a educação inicial e a necessidade que foi se tendo em buscar profissionais capazes de dominar teorias práticas pedagógicas. Deve-se considerar a extinção que vem ocorrendo com o magistério, quando se iniciou o magistério havia a falta de interesse em fazer o magistério pela baixa remuneração e hoje ainda notamos no estágio essa falta de interesse. Pessoas que estão ali fazendo, mas que não querem atuar, não consegue ver um progresso. Pensamos que isso deve ser revisto, buscando incentivar as pessoas atuarem na área de alguma forma.

REFERÊNCIAS

BOCK, Ana Marcês Bahia. Adolescência: uma concepção crítica. 1999.

KULUSCA, Wojciech Andrzej. A institucionalização da Escola Normal no Brasil

(1870-1910) R. Brás,. Est. Pedag., Brasília, v.79, n. 193, p.63-71,set./dez. 1998 Disponível em : www.anped.org.br/rbe/rbedigital/rbe14/rbe14_06_leonor_maria_tanuri.pdf

SAVIANI, Dermeval. Formação de professores: aspectos históricos e teóricos do problema, no contexto brasileiro. Revista Brasileira de educação, v.14, n°40, p. 1-13. Jan./abr. 2009. Disponivel em: www. scielo.br/pdf/rbedu/v14n40a12.pdf.

Referências

Documentos relacionados

• Cálculo da impedância complexa do condensador 0.4 • Cálculo da impedância complexa do indutor 0.4 • Cálculo da impedância complexa total 0.8 • Determinação do fasor

São eles, Alexandrino Garcia (futuro empreendedor do Grupo Algar – nome dado em sua homenagem) com sete anos, Palmira com cinco anos, Georgina com três e José Maria com três meses.

segunda guerra, que ficou marcada pela exigência de um posicionamento político e social diante de dois contextos: a permanência de regimes totalitários, no mundo, e o

Deste modo, o autor defende que as estruturas sociais são, ao mesmo tempo, condicionadas e condicionantes das ações; enquanto os indivíduos se apresentam como

b) Execução dos serviços em período a ser combinado com equipe técnica. c) Orientação para alocação do equipamento no local de instalação. d) Serviço de ligação das

Os interessados em adquirir quaisquer dos animais inscritos nos páreos de claiming deverão comparecer à sala da Diretoria Geral de Turfe, localizada no 4º andar da Arquibancada

(1983) estudaram o efeito da adição de monensina (l00mg) em dietas de novilhas da raça holandesa, recebendo 33% de concentrado e 67% de volumoso, verificaram que houve aumento de

Este desafio nos exige uma nova postura frente às questões ambientais, significa tomar o meio ambiente como problema pedagógico, como práxis unificadora que favoreça