Ministério da Educação
Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia
Catarinense Câmpus Araquari
PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO
SUPERIOR (PPCS)
MEDICINA VETERINÁRIA
BACHARELADO
CÂMPUS ARAQUARI
ARAQUARI SC AGOSTO/2013Instituto Federal de Educação, Ciência e
Tecnologia Catarinense - Câmpus Araquari
FRANCISCO MONTÓRIO SOBRAL REITOR
JOSETE MARA STAHELIN PRO-REITORA DE ENSINO
JONAS CUNHA ESPINDOLA DIRETOR DO CÂMPUS ARAQUARI
JOSEFA SUREK DE SOUZA DE OLIVEIRA DIRETORA DE DESENVOLVIMENTO E ENSINO
JULIANO SANTOS GUERETZ COORDENADOR DO CURSO
NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE
BETHÂNIA DA ROCHA MEDEIROS CARLOS EDUARDO NOGUEIRA MARTINS
JULIANO SANTOS GUERETZ SIMONE MACHADO PEREIRA
SUMÁRIO
1. APRESENTAÇÃO ________________________________________________________ 1 2. DENOMINAÇÃO DO CURSO _______________________________________________ 2 3. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE _________________________________________ 3 4. LEGISLAÇÃO ___________________________________________________________ 3 5. PERFIL DO CURSO _______________________________________________________ 4 6. OBJETIVOS DO CURSO ___________________________________________________ 5
6.1 Geral ___________________________________________________________________ 5 6.2 Específicos _____________________________________________________________ 5
7. PRINCÍPIOS FILOSÓFICOS E PEDAGÓGICOS DO CURSO __________________________ 7 8. RELAÇÃO TEORIA E PRÁTICA ______________________________________________ 8 9. INTERDISCIPLINARIDADE _________________________________________________ 8 10. PERFIL DO EGRESSO ___________________________________________________ 9 11. CAMPO DE ATUAÇÃO _________________________________________________ 10 12. FORMA DE ACESSO AO CURSO __________________________________________ 10 13. MATRIZ CURRICULAR _________________________________________________ 11
13.1 Matriz curricular de disciplinas obrigatórias ______________________________ 11
13.2 Matriz curricular de disciplinas optativas _________________________________ 15
13.3 Resumo da matriz curricular ____________________________________________ 16
14. EMENTÁRIO _________________________________________________________ 17 15. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM _________ 90 16. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO CURSO _____________________________________ 92 17. TRABALHO DE CONCLUSÃO (TC) ________________________________________ 92 18. ESTÁGIO CURRICULAR ________________________________________________ 93 19. ESTÁGIO NÃO OBRIGATÓRIO ___________________________________________ 94 20. PESQUISA ___________________________________________________________ 95
21. AÇÕES DE EXTENSÃO _________________________________________________ 95 22. ATIVIDADES DO CURSO: Atividades Curriculares Complementares ____________ 96 23. CORPO DOCENTE _____________________________________________________ 96 24. CORPO TÉCNICO ADMINISTRATIVO ______________________________________ 97 25. INFRAESTRUTURA ____________________________________________________ 99
25.1 Ações para atender a acessibilidade para portadores de deficiência _______ 99
25.2 Biblioteca _____________________________________________________________ 100
25.3 Unidades de Ensino e Aprendizagem (UEA) e Laboratórios do Câmpus
Araquari ____________________________________________________________________ 101
26. CERTIFICAÇÃO E DIPLOMA ____________________________________________ 103 REFERÊNCIAS ____________________________________________________________ 104
1. APRESENTAÇÃO
Os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, criados por meio da Lei 11.892/2008, constituem um novo modelo de instituição de educação profissional e tecnológica, que visa responder de forma eficaz, às demandas crescentes por formação profissional, por difusão de conhecimentos científicos e tecnológicos e de suporte aos arranjos produtivos locais.
Presentes em todos os estados, os Institutos Federais contém a reorganização da rede federal de educação profissional, oferecem formação inicial e continuada, ensino médio integrado e subsequente, cursos superiores de tecnologia, bacharelados, licenciaturas e pós-graduações.
O Instituto Federal Catarinense resultou da integração das antigas Escolas Agrotécnicas Federais de Concórdia, Rio do Sul e Sombrio juntamente com os Colégios Agrícolas de Araquari e de Camboriú, até então vinculados à Universidade Federal de Santa Catarina.
O Instituto Federal Catarinense oferece cursos em sintonia com a consolidação e o fortalecimento dos arranjos produtivos locais, estimulando a pesquisa aplicada, a produção cultural, o empreendedorismo e o cooperativismo, e apoiando processos educativos que levem à geração de trabalho e renda, especialmente a partir de processos de autogestão.
Para que os objetivos estabelecidos pela lei 11.892/2008 sejam alcançados faz-se necessário a elaboração de documentos que norteiem todas as funções e atividades no exercício da docência, os quais devem ser construídos em sintonia com o PDI e o PPI, com as Políticas Públicas de Educação e com as Diretrizes Curriculares Nacionais.
Nessa perspectiva, o presente documento apresenta o Projeto Pedagógico do Curso de Medicina Veterinária - Bacharelado, com o intuito de embasar as ações pedagógicas bem como subsidiar as decisões a serem tomadas no dia a dia do curso dentro de cada campus, considerando o Projeto Pedagógico Institucional (PPI) e o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI).
2. DENOMINAÇÃO DO CURSO
DENOMINAÇÃO DO CURSO: BACHARELADO EM MEDICINA VETERINÁRIA MODALIDADE: PRESENCIAL
GRAU: BACHARELADO
TITULAÇÃO: Médico Veterinário
HABILITAÇÃO: MEDICINA VETERINÁRIA - BACHARELADO LOCAL DE OFERTA:
CNPJ: 10.635.424.0003-48
Razão Social: INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CATARINENSE – CÂMPUS ARAQUARI.
Esfera Administrativa: Federal
Endereço:Rod BR 280 - km 27 - Araquari – SC – CEP 89.245-000 Telefone/Fax: (47) 3803-7200
E-mail de contato: [email protected]
Site da unidade Área do Plano: http://www.ifc-araquari.edu.br Área do Plano: Ciências Agrárias
COORDENADOR: Juliano Santos Gueretz CPF: 411.574.789-72
REGIME DE TRABALHO: DE TITULAÇÃO: Mestre
ENDEREÇO DE E-MAIL: [email protected] TELEFONE: (47) 3803-7200
TURNO: INTEGRAL
NÚMERO DE VAGAS: 40 VAGAS ANUAIS/ENTRADA ÚNICA CARGA HORÁRIA MÍNIMA DO CURSO: 4695 HORAS
PERIODICIDADE: SEMESTRAL
3. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE
Nome CPF Regime de trabalho
Titulação E-mail Telefone
Bethânia da Rocha Medeiros 027.700.119-60 DE Mestre bethania.medeiros@ifc -araquari.edu.br (47) 3803-7200 Carlos Eduardo Martins Nogueira 940.908.070-34 DE Doutor [email protected] (47) 3803-7200 Juliano Santos Gueretz 411.574.789-72 DE Mestre [email protected] (47) 3803-7200 Simone Machado Pereira 036.940.579-00 DE Mestre [email protected] (47) 3803-7200 Viviane Milczewski 839.155919-04 DE Doutora viviane.milczewski@ifc -araquari.edu.br (47) 3803-7200
4. LEGISLAÇÃO
Constituição Federal de 1988. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional 9394 de 20 de dezembro de 1996.
Plano Nacional de Educação 10172 de 9/1/2001
Parecer CNE/CES 105/2002, de 13 de março de 2002, Parecer CNE/CES 8/2007, de 31 de janeiro de 2007. Lei Nº 11.892, de 29 de dezembro de 2008.
Resolução CNE/CES nº 1, de 18 de fevereiro de 2003. Resolução nº 2, de 18 e junho de 2007.
Referenciais Curriculares Nacionais dos Cursos de Bacharelado e Licenciatura.
5.
PERFIL DO CURSO
Atendendo ao novo modelo de instituição de educação profissional e tecnológica criado pelo MEC, o foco dos Institutos Federais é a justiça social, a competitividade econômica e a geração de novas tecnologias, cuja principal função é a intervenção na realidade na perspectiva de construção de um país soberano. Levando em consideração que os IFEs responderão, de forma ágil e eficaz, às demandas crescentes por formação profissional, por difusão de conhecimentos científicos e tecnológicos e de suporte aos arranjos produtivos locais, o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Catarinense apresenta o Curso de Bacharelado em Medicina Veterinária.
O curso de Bacharelado em Medicina Veterinária do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Catarinense, Câmpus Araquari, vem ao encontro do espírito inovador do Instituto, visando suprir a carência de mercado, na formação direcionada de profissionais para atuarem na área.
Nas dinâmicas de produção agrícola e não agrícola, as cadeias produtivas regionais operacionalizam suas ações majoritariamente a partir do setor primário da economia (agricultura e pecuária). Neste sentido, as condições de desenvolvimento
caracterizam-se predominantemente em base de produção familiar, onde estão localizados os maiores Complexos Agroindustriais do Sul do Brasil.
No ano de criação, o Estado de Santa Catarina, não possuía Cursos de Medicina Veterinária oriundos da Rede Pública Federal de Ensino. A justificativa para a implantação do referido curso, recai principalmente sobre um anseio por ensino superior oficial, que atenda à demanda da área de sanidade animal, considerando-se o relevante número de animais no estado, aliado aos princípios da qualidade e gratuidade.
É notória a relevância do setor primário dos volumes exportados pelo Brasil nos últimos anos e, para tanto, algumas exigências adicionais quanto aos sistemas
de criação animal para fins de produção devem ser consideradas. Sistemas que se preocupam com o bem-estar animal, com as fontes de alimentos adequados para as diferentes espécies animais, com a preservação ambiental, com o manejo que impeça maus tratos e com o método de abate, terão vantagens na comercialização de seus produtos. Mecanismos de identificação das fontes de produção, sistemas de rastreamento, são uma obrigatoriedade para o comércio exterior.
O profissional que mais prontamente atende às necessidades dessa nova tendência de modernização em métodos de produção animal e inserção em cadeia produtiva é o Médico Veterinário, o qual possui um amplo campo de atuação: clínicas veterinárias, inspeção sanitária, produção e reprodução animal, direção de hospitais veterinários, além da docência.
6. OBJETIVOS DO CURSO
6.1 Geral
Formar médicos veterinários que contribuam para essa área de conhecimento, usando de um modo seguro e ético os múltiplos instrumentos disponíveis do ensino, da pesquisa e da extensão, sem afastar-se, no entanto, da capacidade analítica e da visão crítica de realidade, em sintonia com o mundo atual, seus desafios e tecnologias.
6.2 Específicos
Habilitar para atuação com clínica e cirurgia de animais, em todas as suas modalidades;
Capacitar para a inspeção e fiscalização, sob o ponto de vista higiênico, tecnológico e sanitário de produtos de origem animal;
Preparar para o ensino, planejamento, direção, coordenação e execução técnica da inseminação artificial, biotecnologia, fisiopatologia da reprodução e produção animal;
Habilitar para a aplicação de medidas de saúde pública, no tocante às zoonoses;
Prover conhecimentos para exames zootécnicos, laboratoriais e pesquisas ligadas às áreas de biologia geral, zoologia e bromatologia;
Tornar apto para o ensino Médico-Veterinário, bem como direção das respectivas seções e laboratórios;
Dotar de conhecimentos para a direção técnica e sanitária dos estabelecimentos industriais, comerciais ou de finalidade recreativa, relacionados aos animais domésticos ou silvestres de cativeiro ou de produtos e subprodutos de origem animal;
Tornar apto para a realização de perícias, elaboração e interpretação de laudos técnicos em todos os campos de conhecimento da Medicina Veterinária;
Fornecer suporte técnico e teórico para prestar assessoria técnica aos diversos órgãos da administração pública federal (Ministério da Agricultura, Ministério das Relações Exteriores, Ministério da Ciência e tecnologia, dentre outros), no país e no exterior, no que se refere a assuntos relativos à produção e à indústria animal;
Contribuir para o relacionamento com os diversos segmentos sociais e atuação em equipes multidisciplinares da defesa e vigilância do ambiente e do bem-estar social;
Contribuir para a formação de um profissional comprometido com a realidade social e com a busca de soluções para os problemas de modo crítico e transformador;
Fornecer suporte técnico teórico e prático que possa embasar o profissional de natureza crítica e investigativa para a produção e difusão do conhecimento científico;
Formar o Médico Veterinário pesquisador, através da integração das atividades de Ensino, Pesquisa e Extensão na perspectiva da articulação do conhecimento cientifico e acadêmico com a realidade em que se insere;
Construir com o estudante uma visão humanista de mundo que valorize a ética, a criatividade e que defenda a convivência respeitosa entre as múltiplas formas de vida presentes na natureza, fazendo da inteligência uma arma contra as iniquidades e contra a ignorância.
7. PRINCÍPIOS FILOSÓFICOS E PEDAGÓGICOS DO
CURSO
O curso de medicina veterinária relaciona produção de alimentos, saúde e bem estar animal. Nesse sentido contribui para a construção de um elo entre o conhecimento científico e o mundo real. Para isso, tendo a ciência como fundamento e a ação cotidiana como sua motivadora, o encaminhamento pedagógico está fundamentado na ciência e no conhecimento, como bens públicos da humanidade.
A inserção nos espaços educativos profissionais, desde os primeiros momentos do curso, através de atividades de campo em cada área do conhecimento científico garantirá que não exista conhecimento distanciado da vida real e será o fator que garante a interdisciplinaridade e a construção da práxis a partir da responsabilidade assumida diante de situações reais de medicina veterinária. Cada encontro didático proporcionará concomitantemente uma ação integrada de ensino, pesquisa e extensão, elemento construtor de um novo conceito de cidadania e atuação profissional e social.
Dessa forma garante-se a autonomia institucional e os direitos de mobilidade do aluno através de um projeto curricular flexível, que integra as áreas do conhecimento fazendo com que o ato de aprender seja interdisciplinar (diálogo entre as diversas áreas, pontos de confluência) necessário para captar
os movimentos do mundo real sem limitar a progressão do estudante e seu acesso a outras áreas de conhecimento.
8. RELAÇÃO TEORIA E PRÁTICA
O conhecimento produzido a partir dos encontros didático-pedagógicos se traduz em novos espaços de gestão da realidade e essa gestão transforma processos e ideais. Partindo desse pressuposto, e considerando que o conhecimento científico é validado a partir das possibilidades que cria para rever a realidade e mantê-la como processo dinâmico, a relação teórico-prática se efetivara a partir de ações desenvolvidas do interior das linhas básicas de pesquisa propostas pelo curso, infundindo o conceito de práticas inovadoras oriundas da pesquisa e da extensão que se apresentam como parte de cada área do conhecimento presente na matriz curricular do curso de medicina veterinária do IF Catarinense Câmpus Araquari.
O processo da relação entre os fundamentos teórico-científicos e a prática profissional inicia-se por meio da criação de espaços de ensino-aprendizagem, na forma de laboratórios de atuação profissional, organizadas em oficinas didáticas, direcionadas para áreas que compõem a identidade do profissional do médico veterinário. Portanto, garante-se a interdisciplinaridade entre os diversos componentes curriculares, por meio dos quais são priorizados uma formação baseada na tríade ensino-pesquisa-extensão.
9. INTERDISCIPLINARIDADE
A interdisciplinaridade permeia o currículo de formação do médico veterinário do Instituto Federal Catarinense, Câmpus Araquari, possibilitando aos acadêmicos a visão da totalidade do conhecimento científico, por meio de atividades fundamentadas na tríade ensino-pesquisa-extensão.
Nesse sentido, a interdisciplinaridade entre os diversos componentes curriculares foi organizada de forma a estes se correlacionarem no mesmo semestre, além de manterem um vínculo nos semestres seguintes, possibilitando um processo de construção constante do conhecimento.
Dessa forma a prática interdisciplinar, no curso de medicina veterinária, permite aos acadêmicos romperem com as barreiras entre teoria e prática e com a fragmentação do conhecimento, possibilitando-lhes compreenderem a dimensão social e política de sua atuação profissional. Nessa perspectiva o conhecimento interdisciplinar não se restringe à sala de aula, mas ultrapassa os limites do saber escolar e se fortalece na medida em que ganha amplitude na vida social. Portanto, a prática interdisciplinar possibilita aos acadêmicos estabelecerem a relação entre o conteúdo do ensino e realidade profissional social do médico veterinário.
10. PERFIL DO EGRESSO
O Médico Veterinário egresso do IF Catarinense Câmpus Araquari deverá ter uma formação generalista, humanista, crítica e reflexiva, apto a compreender e traduzir as necessidades de indivíduos, grupos sociais e comunidades, com relação às atividades inerentes ao exercício profissional, no âmbito de seus campos específicos de atuação.
Este deverá ser capaz de atuar nas áreas das ciências veterinárias, incluindo promoção da saúde animal e da saúde pública, produção animal e inspeção e tecnologia de produtos de origem animal.
A partir do conhecimento dos fatos sociais, culturais e políticos, deverá raciocinar de uma forma lógica, observando, interpretando e analisando dados e informações para a identificação e resolução problemas.
11. CAMPO DE ATUAÇÃO
Prevenção, controle e erradicação de agravos à saúde animal e zoonoses;
Tratamento das enfermidades e dos traumatismos que afetam os animais;
Controle da sanidade dos produtos e subprodutos de origem animal para o consumo humano;
Assistência Técnica e Extensão Rural;
Pesquisa em diversos campos da saúde, Humana e Veterinária.
12.
FORMA DE ACESSO AO CURSO
A admissão do candidato ao curso de Bacharelado em Medicina Veterinária do IF Catarinense Câmpus Araquari é mediante Processo Seletivo, para candidatos que tenham concluído o Ensino Médio. O referido Processo Seletivo é unificado, regido e estabelecido em calendário próprio conforme comissão organizadora designada pelo Reitoria do IF Catarinense. O Processo Seletivo será igualitário a todos os candidatos a um determinado curso, promovendo uma integração dos conteúdos de verificação com os do Ensino Médio. A admissão também poderá ser feita através da classificação do candidato no Exame Nacional do Ensino Médio – ENEM. Outra forma de acesso é via transferência, desde que haja vagas. Será aceita a transferência de aluno oriundo de outra instituição de ensino, nacional ou estrangeira, desde que cursando Medicina Veterinária, mediante adaptação ou complementação de créditos, realizadas de acordo com as normas do Conselho Nacional de Educação e parecer da Coordenação do Curso. O acesso e apoio a pessoas com deficiências ou mobilidade reduzida será garantido segundo Decreto 5.296/2004. Serão ofertadas 40 vagas anuais, sendo 20 vagas para candidatos inscritos no Processo Seletivo do IF Ctarinense e 20 vagas para candidatos inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio – ENEM.
13.
MATRIZ CURRICULAR
Apresenta-se a seguir, a matriz curricular do curso, inicialmente as disciplinas obrigatórias e na sequência as disciplinas optativas. A grade apresenta a quantidade de horas de cada disciplina, bem como a quantidade de atividades consideradas teóricas e práticas, especialmente nas disciplinas onde há a necessidade de atividades em laboratório relacionadas a cada aprendizado.
Pode-se observar na matriz, as disciplinas distribuídas por semestres, sendo que apresentam-se para cada uma delas os créditos correspondentes, divididos semanalmente, o total de horas de cada uma, bem como os pré-requisitos necessários para cursar cada disciplina.
As aulas são ministradas em horário e calendário definidos anualmente, normalmente num semestre são 18 semanas de aula. Desta forma divide-se a carga horária total em aulas de 50 min, sendo que para uma disciplina de 60 horas serão ministradas 72 aulas e estas serão registradas no diário de classe.
13.1 Matriz curricular de disciplinas obrigatórias
1º Semestre
Código Disciplina Créditos Aulas
teóricas
Aulas
práticas Horas Pré-requisito
MV0200101 Português Instrumental 4 4 60 MV0200201 Introdução à Medicina Veterinária 2 2 30 MV0200301 Anatomia Veterinária I 6 2 4 90 MV0200401 Bioquímica e Biofísica Veterinária 6 4 2 90 MV0200501 Bioestatística Veterinária 4 4 60 MV0200601 Embriologia, Citologia e Histologia Geral 6 4 2 90 TOTAL 28 420
2º Semestre
Código Disciplina Créditos Aulas
teóricas
Aulas
práticas Horas Pré-requisito
MV0200702 Anatomia Veterinária II 6 2 4 90 MV0200802 Ecologia 4 2 2 60 MV0200902 Histologia Veterinária 6 3 3 90 MV0200601 MV0201002 Inglês Instrumental 2 2 30 MV0201102 Genética Veterinária 4 4 60 MV0201202 Bem-estar Animal 2 2 30 MV0201302 Sociologia Aplicada 2 2 30 TOTAL 26 390 3º Semestre
Código Disciplina Créditos Aulas
teóricas
Aulas
práticas Horas Pré-requisito
MV0201403 Microbiologia Geral 3 2 1 45 MV0200401 MV0200601 MV0201503 Parasitologia Veterinária 6 3 3 90 MV0200401 MV0200601 MV0201603 Fisiologia Veterinária I 6 3 3 90 MV0200401 MV0200702 MV0200902 MV0200301 MV0201703 Imunologia Veterinária 4 3 1 60 MV0200401 MV0201803 Forragicultura e Pastagens 4 2 2 60 MV0201903 Melhoramento Animal 3 3 45 MV0201102 TOTAL 26 390 4º Semestre
Código Disciplina Créditos Aulas
teóricas
Aulas
práticas Horas Pré-requisito
MV0202004 Microbiologia Veterinária 5 3 2 75 MV0201403 MV0202104 Fisiologia Veterinária II 6 3 3 90 MV0201603 MV0202204 Farmacologia Veterinária 5 3 2 75 MV0200401 MV0202304 Patologia Geral 6 4 2 90 MV0201603 MV0202404 Extensão Rural 2 2 30 MV0202504 Epidemiologia Veterinária 6 3 3 90 MV0201603 TOTAL 30 450
5º Semestre
Código Disciplina Créditos Aulas
teóricas
Aulas
práticas Horas Pré-requisito
MV0202605 Patologia Especial 8 4 4 120 MV0202304 MV0202705 Laboratório Clínico
Veterinário 4 2 2 60 MV0202104
MV0202805 Semiologia Veterinária 4 2 2 60 MV0202104 MV0202905 Diagnóstico por Imagem 4 2 2 60 MV0200301 MV0200702
MV0203005 Doenças Infecciosas dos
Animais Domésticos 5 3 2 75 MV0202104 MV0202304 MV0201703 MV0202004 MV0203105 Nutrição Animal 6 4 2 90 MV0200401 MV0200702 TOTAL 31 465 6º Semestre
Código Disciplina Créditos Aulas
teóricas
Aulas
práticas Horas Pré-requisito
MV0203206 Doenças Parasitárias dos
Animais Domésticos 4 4 60 MV0202504 MV0202104 MV0201503 MV0203306 Terapêutica Veterinária 3 3 45 MV0202204 MV0202104 MV0203406 Bovinocultura de Corte e Leite 6 3 3 90 MV0201202 MV0201903 MV0201803 MV0203105 MV0203506 Toxicologia Veterinária e Plantas Tóxicas 4 4 60 MV0202104 MV0203606 Suinocultura 4 2 2 60 MV0201202 MV0201903 MV0203105 MV0203706 Avicultura 4 2 2 60 MV0201202 MV0201903 MV0203105 TOTAL 25 375
7º Semestre
Código Disciplina Créditos Aulas
teóricas
Aulas
práticas Horas Pré-requisito
MV0203807 Anestesiologia Veterinária 4 2 2 60 MV0203306 MV0203907 Doenças dos suínos 4 4 60 MV0202805
MV0202605 MV0204007 Doenças das Aves Domésticas 4 4 60 MV0202805 MV0202605 MV0204107 Técnica Cirúrgica 6 3 3 90 MV0203005 MV0202104 MV0204207 Fisiopatologia da Reprodução 4 2 2 60 MV0203005 MV0202104 MV0202605 MV0204307 Clinica Médica de Pequenos
Animais I 4 2 2 60
MV0202605 MV0203005 MV0202805 MV0203306
MV0204407 Clinica Médica de Grandes
Animais I 4 2 2 60 MV0202605 MV0203005 MV0202805 MV0203306 TOTAL 30 450 8º Semestre
Código Disciplina Créditos Aulas
teóricas
Aulas
práticas Horas Pré-requisito
MV0204508 Clinica Médica de Pequenos
Animais II 5 3 2 75 MV0204307
MV0204608 Clinica Médica de Grandes Animais II 5 3 2 75 MV0204407 MV0204708 Cirurgia Veterinária 8 4 4 120 MV0204107 MV0203807 MV0202905 MV0204808 Trabalho de Conclusão de Curso I 2 2 30 MV0204908 Obstetrícia e Andrologia Veterinária 5 3 2 75 MV0200702 MV0202104 MV0203807 MV0202905 MV0204307 TOTAL 25 375 9º Semestre
Código Disciplina Créditos Aulas
teóricas
Aulas
práticas Horas Pré-requisito
Curso II
MV0205109 Deontologia e Medicina
Veterinária Legal 4 4 60
MV0205209
Inspeção de Produtos de Origem Animal e Higiene de Alimentos
6 3 3 90 MV0200401
MV0205309 Vigilância Sanitária e Saúde
Pública 6 3 3 90 MV0202504
MV0205409 Gestão da Propriedade Rural 4 4 60 MV0260501 MV0205509 Tecnologia de Carnes, Pescados e Derivados 4 2 2 60 MV0200401 MV0205609 Tecnologia de Leite e Derivados 4 2 2 60 MV0200401 TOTAL 30 450 10º Semestre
Código Disciplina Créditos Aulas
teóricas
Aulas
práticas Horas Pré-requisito
MV0205710 Estágio Curricular Obrigatório 32 576 480
TOTAL 32 480
13.2 Matriz curricular de disciplinas optativas
As disciplinas optativas são ofertadas ao longo do curso. Cada aluno deverá cumprir a carga horária mínima de 150 horas, sendo que poderá cursá-las nos semestres em que as mesmas forem ofertadas, respeitando os pré-requisitos necessários, bem como a adequação do conhecimento a ser adquirido com suas especificidades de formação. As disciplinas optativas poderão ser ofertadas a qualquer tempo e novas disciplinas optativas poderão ser acrescentadas, desde que uma proposta contendo nome, objetivos, justificativa, ementa, bibliografia básica, bibliografia complementar e conteúdo programático seja aprovada pelo NDE e Colegiado do Curso e, posteriormente, anexada a este projeto.
Código Disciplina Créditos Aulas
teóricas Aulas práticas Horas Pré-requisito MV0207006 Piscicultura 4 2 2 60 MV0203105 MV0201202 MV0207201 Libras 2 2 30
MV0207306 Produção e manejo de ovinos e caprinos 3 2 1 45 MV0203105 MV0207609 Especialidades em clínica de pequenos animais 4 2 2 60 MV0204508 MV0208206 Etologia 3 2 1 45 MV0208404 Marketing em Veterinária 3 3 45 MV0209006 Produção e manejo de equinos 3 2 1 45 MV0209108 Enfermidades metabólicas em ruminantes. 2 2 30 MV0209206 Produção de bivalves 4 4 60 MV0209306 Anatomia topográfica 4 2 2 60 MV0209407 Zoonoses 3 3 45 MV0203206 MV0203005 MV0209506 Sanidade em aquicultura 3 3 45 MV0202304 MV0201403 MV0209808 Medicina de animais silvestres e de cativeiro 3 3 45 MV0202605 MV0202805 MV0209909 Oncologia veterinária 4 2 2 60 MV0204708 MV0204508 MV0210008 Nutrição clínica em pequenos animais 3 3 MV0204307 MV0210108 Cardiologia 2 2 30 MV0204307 MV0210207 Biotecnologia aplicada à reprodução equina 3 1 2 45 MV0204207 MV0210306 Equinocultura 3 2 1 45 MV0202104 MV0210404 Apicultura 2 2 30
13.3 Resumo da matriz curricular
Carga horária Créditos
Total Disciplinas 3765 251
Estágio Curricular 480 32
Atividades Complementares 300 20 Disciplinas Optativas 150 10
14.
EMENTÁRIO
1º SEMESTRE
PORTUGUÊS INSTRUMENTAL
O padrão culto da língua portuguesa. Revisão gramatical. Análise e interpretação de textos. Compreensão e produção de textos acadêmicos na perspectiva da metodologia científica e da análise de gêneros discursivos acadêmicos. Produção textual: os gêneros textuais acadêmicos (Resenha crítica – artigo científico – ensaio – resumo).
Bibliografia básica
MARCONI, M. de A.; LAKATOS, E. M. Metodologia científica: ciência e conhecimento cientifico, métodos científicos, teoria, hipóteses e variáveis, metodologia jurídica. 6. ed. rev. e ampl. São Paulo, SP: Atlas, 2011. 314 p.
MARCONI, M. de A.; LAKATOS, E. M. Fundamentos de metodologia científica. 7. ed. São Paulo, SP: Atlas, 2010. 300 p.
BASTOS, C. L.; KELLER, V. Aprendendo a aprender: introdução à metodologia cientifica. 18. ed. Petrópolis: Vozes, 2005. 111p.
Bibliografia complementar
CERVO, A. L.; BERVIAN, P. A.; SILVA, R. da. Metodologia científica. 6. ed. São Paulo, SP: Pearson, 2007. 162 p.
DEMO, P. Introdução à metodologia da ciência. 2. ed. São Paulo, SP: Atlas, 1985. 118 p.
MARCONI, M. de A.; LAKATOS, E. M. Metodologia científica. 5. ed. rev. e ampl. São Paulo: Atlas, 2008. 312 p.
PECORA, A. Problemas de redação. 6. ed. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2011. 112 p.
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. São Paulo, SP: Cortez, 2007. 304p.
INTRODUÇÃO À MEDICINA VETERINÁRIA
A medicina veterinária, suas áreas de conhecimento, ensino e escolas. Áreas de formação da medicina veterinária. Conhecimentos sobre a atividade médica veterinária no estado e no país.
Bibliografia básica
BARROS, G.C. DE O Ensino Superior No Brasil E Na Medicina Veterinária. Revista Conselho Federal De Medicina Veterinária, 1995, N. 1, P.13-14. Conselho Federal De Medicina Veterinária. Código De Deontologia E De Ética Do Médico Veterinário.
FARACO, C.B.; SEMINOTTI, N. A Relação Homem- Animal E A Prática Veterinária. Revista Conselho Federal De Medicina Veterinária, 2004, N. 32, P.57-62
RIBEIRO, O.C. ET. AL. O Ensino Da Medicina Veterinária No Brasil. Revista Conselho Federal De Medicina Veterinária, 1997, N. 9, P. 7-11.
Bibliografia complementar
BRASIL. Lei N.º 6681, de 16 de agosto de 1979. Dispõe sobre a inscrição de médicos, cirurgiões-dentistas e farmacêuticos militares em Conselhos Regionais de Medicina, Odontologia e Farmácia, e dá outras providências.
BRASIL. Lei N.º 6885, de 09 de dezembro de 1980. Dispõe sobre a inscrição de médicos veterinários militares nos Conselhos Regionais de Medicina Veterinária.
BRASIL. Lei N.º 8670, de 30 de junho de 1993. Dispõe sobre a criação de Escolas Técnicas e Agrotécnicas Federais e dá outras providências.
BRASIL. Lei N.º 9436, de 05 de fevereiro de 1997. Dispõe sobre a jornada de trabalho de Médico, Médico de Saúde Pública, Médico do Trabalho e Médico Veterinário, da Administração Pública Federal direta, das autarquias e das
fundações públicas federais, e dá outras providências.
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ANATOMIA VETERINÁRIA I
Conceitos gerais sobre Anatomia Veterinária. Osteologia, artrologia e miologia dos animais domésticos, comparando as espécies.
Bibliografia básica
DYCE, K.M.; SACK, W.O.; WENSING, C.J.G. Tratado de anatomia veterinária. 4. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.
KONIG, H.E.; LIEBICH, H. Anatomia dos animais domésticos: texto e atlas colorido. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2011.
SALOMON, F. V.; GEYER, H. Atlas da anatomia aplicada dos animais domésticos. 2ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan. 2006.
Bibliografia complementar
ASHDOWN, R. R.; DONE, S. H. Atlas colorido de anatomia veterinária dos ruminantes. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.
ASHDOWN, R. R.; DONE, S. H. Atlas colorido de anatomia veterinária de equinos. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012.
DONE, S. H.; GOODY, P. C.; EVANS, S. A.; STICKLAND, N. C. Atlas colorido de anatomia veterinária do cão e gato. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.
SISSON, S.; GROSSMAN, J. D.; GETTY, R. Sisson/Grossman: Anatomia dos animais domésticos. 5.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 1v.
SISSON, S.; GROSSMAN, J. D.; GETTY, R. Sisson/Grossman: Anatomia dos animais domésticos. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 2v.
BIOQUÍMICA E BIOFÍSICA VETERINÁRIA
Água, equilíbrio ácido-básico, tampões. Biomoléculas: carboidratos, lipídios, aminoácidos, proteínas e enzimas, purinas e pirimidinas, nucleotídios, ácidos nucleicos. Metabolismo energético de: carboidratos, lipídios e aminoácidos. Biossíntese de ácidos nucleicos e proteínas. Cinética enzimática. Transporte de Elétrons e Fosforilação Oxidativa. Biofísica de sistema respiratório, cardiovascular, renal, bioeletrogênese, criobiologia, eletroforese, espectrometria e radiações ionizantes.
Bibliografia básica
BERG, J. M.; TYMOCZKO, J. L.; STRYER, L. Bioquímica. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
CAMPBELL, M. K.; FARRELL, S. O. Bioquímica. 5. ed. trad. São Paulo: Cengage Learning, 2011.
NELSON, D. L.; COX, M. M. Princípios de bioquímica de Lehninger. Porto Alegre: Artmed. 5. ed., 2011.
Bibliografia complementar
ALBERTS, B.; JOHNSON, A.; LEWIS, J.; RAFF, M.; ROBERTS, K.; WALTER, P. Biologia molecular da célula. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010.
COOPER, G. M.; HAUSMAN, R. E. A Célula: uma abordagem molecular. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2007.
DEVLIN, T. M. Manual de bioquímica com correlações clínicas. 7. ed. trad. São Paulo: Blucher, 2011.
ÉTIENNE, J. Bioquímica, genética e biologia molecular. 5. ed. São Paulo: Santos, 2003.
KRISH, M. Fundamentals of biochemical calculations. 2. ed. Boca Raton: CRC Press, 2008.
BIOESTATÍSTICA VETERINÁRIA
Estatística descritiva; probabilidade; variáveis aleatórias discretas e contínuas; estimação; gráficos de controle; testes de hipóteses; gráficos de controle; introdução ao planejamento de experimentos: intervalos de confiança e testes de hipóteses para a média, proporções e variâncias; estatística não paramétrica; amostragem, regressão e correlação; planejamento de experimentos; atividades de laboratório relacionadas aos conceitos básicos de estatística, a informática básica e pelo menos um pacote estatístico.
Bibliografia básica
ANDRADE, D.F.; OGLIARI, P.J. Estatística para as ciências agrárias e biológicas: com noções de experimentação. Florianópolis: Ed. UFSC, 2010. 470p. MAGALHÃES, M. N. & LIMA, C. P. Noções de probabilidade e estatística. 7. ed., São Paulo: Ed. Edusp, 2010.
MORETTIN, Luiz Gonzaga. Estatística básica: probabilidade e inferência, volume único. São Paulo: Pearson Addison Wesley, 2010. 375 p.
Bibliografia complementar
BARBETTA, P. A. Estatística: aplicada a Ciências sociais. 7. ed. rev. Florianópolis, SC: Ed. da UFSC, 2011. 315 p.
COSTA NETO, P. L. O. Estatística. 2. ed. rev. São Paulo: E. Blucher, 2002. 266p.
PETERNELLI, L.A.; MELLO, M.P. Conhecendo o R: uma visão estatística. Série Didática. Viçosa-MG: Editora UFV, 2011. 185 p.
PETRIE, A.; WATSON, P. Estatística em ciência animal e veterinária. São Paulo: ROCA, 2009. 236p.
SAMPAIO, I. B. M. Estatística aplicada à experimentação animal, 3. ed. reimpressão. Belo Horizonte: Editora FEPMVZ, Fundação de Ensino e Pesquisa em Medicina Veterinária e Zootecnia, 2010. 265p.
EMBRIOLOGIA, CITOLOGIA E HISTOLOGIA GERAL
Citologia: O estudo da célula. Teoria celular. Composição química, estrutura, ultra-estrutura e metabolismo celular. Embriologia: gametogênese, ciclos sexuais das fêmeas domésticas, fecundação, desenvolvimento embrionário inicial, dobramento embrionário, desenvolvimento inicial dos órgãos e sistemas, placentologia. Histologia básica: tecido epitelial, tecido conjuntivo, tecido muscular e tecido nervoso.
Bibliografia básica
COOPER, G. M.; HAUSMAN, R. E. A Célula: uma abordagem molecular. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2007.
JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, J. Histologia básica. 11. ed. Guanabara Koogan, 2011.
MOORE, K. L.; PERSAUD, T. V. N. Embriologia básica. 7. ed. Elsevier, 2008.
Bibliografia complementar
ALBERTS, B., et al. Biologia molecular da célula. 5. ed. Porto Alegre: ArtMed., 2010.
BACHA, W.J.; BACHA, L.M. Atlas colorido de histologia veterinária. 2. ed. São Paulo: Roca, 2003.
DE ROBERTIS, E. D. P; HIB, J. Bases de biologia celular e molecular. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
HYTTEL, P.; SINOWATZ, F.; VEJLSTED, M. Embriologia veterinária. 1. ed. Elsevier, 2012.
KIERSZENBAUN, A.L.; TRES, L.L. Histologia e biologia celular: uma introdução à patologia. 3. ed. Elsevier, 2012.
ANATOMIA VETERINÁRIA II
Introdução à esplancnologia. Anatomia dos aparelhos respiratório, digestório e urogenital. Angiologia. Sistema nervoso. Órgãos do sentido. Tegumento. Sempre comparando as espécies domésticas.
Bibliografia básica
DYCE, K.M.; SACK, W.O.; WENSING, C.J.G. Tratado de anatomia veterinária. 4. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.
KONIG, H.E.; LIEBICH, H. Anatomia dos animais domésticos: texto e atlas colorido. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2011.
SALOMON, F. V.; GEYER, H. Atlas da anatomia aplicada dos animais domésticos. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan. 2006.
Bibliografia complementar
ASHDOWN, R. R.; DONE, S. H. Atlas colorido de anatomia veterinária dos ruminantes. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.
ASHDOWN, R. R.; DONE, S. H. Atlas colorido de anatomia veterinária de equinos. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012.
DONE, S. H.; GOODY, P. C.; EVANS, S. A.; STICKLAND, N. C. Atlas colorido de anatomia veterinária do cão e gato. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.
SISSON, S.; GROSSMAN, J. D.; GETTY, R. Sisson/Grossman: anatomia dos animais domésticos. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 1v.
SISSON, S.; GROSSMAN, J. D.; GETTY, R. Sisson/Grossman: anatomia dos animais domésticos. 5.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 2v.
Conceitos de Ecologia: populações, comunidades e ecossistemas. Ciclos Biogeoquímicos. Ecologia energética: conceito, produtividade, níveis tróficos e fluxo de energia, qualidade de energia (eMergia). Produção animal e ecossistemas: conceito de “Pegada Ecológica”, conceito de “Sustentabilidade”. Ecologia de ambientes aquáticos. Relações interespecíficas.
Bibliografia básica
BEGON, M.; TOWNSEND, C. R; HARPER, J. L. Ecologia: de indivíduos a ecossistemas. 4. ed. Porto Alegre, RS: Artmed, 2007. 740p.
ODUM, E. P.. Ecologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. 434 p.
RICKLEFS, R. E. A economia da natureza. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c2010. xxiv, 546 p.
Bibliografia complementar
ARIZA, D. Ecologia objetiva. 7. ed. São Paulo (SP): Nobel, 1979. 225p.
BICALHO, R. S.; OLIVEIRA, P. de. Construindo o conhecimento: ecologia. Belo Horizonte: RHJ, 2009. 101 p.
FERRI, M. G. Ecologia: temas e problemas brasileiros. Belo Horizonte: Itatiaia, São Paulo (SP): USP, 1974. 188[17]p. ((Reconquista do Brasil, v.3))
KRONBAUER, M. Ecologia marinha. Florianópolis, SC: FATMA, [1980]. 122p.
MARTINS, C. Biogeografia e ecologia. 3. ed. São Paulo (SP): Nobel, 1978. 115 p.
HISTOLOGIA VETERINÁRIA
Estrutura microscópica e as correlações funcionais dos órgãos que compõem o sistema tegumentar, sistema nervoso, sistema locomotor, sistema cardiovascular e linfático, sangue e hematopoese, aparelho respiratório, aparelho digestório, aparelho urogenital, sistema endócrino e órgãos dos sentidos.
BACHA JÚNIOR, W. J; BACHA, L. M. Atlas colorido de histologia veterinária. 2. ed. São Paulo: Roca, 2003. 457 p.
GARTNER, L. P.; HIATT, J. L. Tratado de histologia em cores. 3. ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2007. 576 p.
JUNQUEIRA, L. C. U.; CARNEIRO, J. Histologia básica. 11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 524 p. + 1 CD-ROM
Bibliografia complementar
KÜHNEL, W. Histologia: texto e atlas. Porto Alegre: Artmed, 2010. 536 p.
JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, J. Noções básicas de citologia, histologia e embriologia. 13. ed. São Paulo: Nobel, 1981. 185p.
SAMUELSON, D. A. Tratado de histologia veterinária. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. 527 p.
SOBOTTA, J.; WELSCH, U. (Ed.). Sobotta, atlas de histologia: citologia, histologia e anatomia microscópica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. 259 p.
YOUNG, B. Histologia funcional: texto e atlas em cores. 5. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. 436 p.
INGLES INSTRUMENTAL
Reciclagem e desenvolvimento de habilidades: prática oral e fixação de estruturas básicas. Prática escrita. Frases simples e coordenadas. Elementos de gramática. Estratégia do processo de leitura. Estruturas básicas da língua inglesa nas habilidades: de ouvir, de falar, de ler e de escrever. Enriquecimento progressivo do vocabulário geral e especialmente o específico da área de estudo com apoio na estruturação gramatical.
GALLO, L. R. Inglês instrumental para informática: módulo I . São Paulo: Ícone, 2008. 170 p.
HEWINGS, M. Advanced grammar in use: a self-study reference and practice book for advanced students of english. 2. ed. Cambridge: University Press, 2005. 294 p.
RICHARDS, J. C; HULL, J.; PROCTOR, Susan. New interchange: english for international communication : student's book. Cambridge: Cambridge University Press, 1997- v.
Bibliografia complementar
AMERICAN english course: linguaphone – textbook. [Sao Paulo] : Barsa Planeta, [2003]. 3v.
AMERICAN english course: linguaphone – handbook. [Sao Paulo] : Barsa Planeta, [2003]. 3v.
MURPHY, R. English grammar in use: a self-study reference and practice book for intermediate students : with answers. 2nd. ed. New York: Cambridge University Press, 1994. (20. impr. 2003): 350p.
RICHARDS, J. C; HULL, J.; PROCTOR, S. New interchange: english for international communication : student's book 2A. Cambridge: Cambridge University Press, 1997- [78]p.
RICHARDS, J. C; HULL, J.; PROCTOR, S. New interchange: english for international communication : workbook 2A. Cambridge: Cambridge University Press, 1997- [78]p.
GENÉTICA VETERINÁRIA
Estudo da composição, replicação e funcionamento do material genético, dos mecanismos de herança das características e das doenças e das técnicas utilizadas nos estudos de genética.
FUTUYMA, D. J. Biologia evolutiva. 3. ed. Ribeirão Preto: FUNPEC, 2009.
GRIFFITHS, A. J. F. Introdução à genética. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2006. 743p.
WATSON, J. D.; BERRY, A. DNA: o segredo da vida. São Paulo: Companhia das Letras, 2005. 470p.
Bibliografia complementar
ALBERTS, B. et al. Biologia molecular da célula. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010.
CRUZ, C.D. Princípios de genética quantitativa. Viçosa: Editora: UFV, 2005, 394p.
FROTA-PESSOA, O.; FRAGOSO, C.; SANTINI, M. A. Genética e evolução. São Paulo: Scipione, 2001. 312p
NICHOLAS, F.W. Introdução à genética veterinária, 3. ed, Porto Alegre: Artmed, 2011
RAMALHO, M. A. P.; SANTOS, J. B. dos; PINTO, C. A. P. Genética na agropecuária, 4. ed. Lavras: Ed. UFLA, 2008. 464 p.
BEM-ESTAR ANIMAL
Papel do médico veterinário na promoção do bem-estar dos animais, muito além do atendimento básico à saúde. Conceitos científicos para avaliação individual e em grupo, do bem-estar de animais de produção, de companhia, de trabalho, de laboratório e silvestres. Relações entre comportamentos anormais e sistemas e/ou situações de bem-estar animal comprometido. Estudo de práticas de manejo racional e de enriquecimento ambiental. Discussões sobre questões científicas, éticas e
morais da utilização dos animais pelos seres humanos.
BROOM, D. M.; FRASER, A. F. Comportamento e bem-estar de animais domésticos. 4. ed. São Paulo: Manole, 2010. 438 p.
GRANDIN, T. ; JOHNSON, C. O bem estar dos animais: proposta de uma vida melhor para todos os bichos. Rio de Janeiro: Rocco, 2010. 334 p.
SINGER, P. Libertação animal. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2010. 421 p.
Bibliografia complementar
BENSON, G. J.; ROLLIN, B; E. The well-being of farm animals: challenges and solutions. Ames: Blackwell Publishing, 2004. 378 p.
LUDTKE, C. B. et al. ( ). Abate humanitário de suínos. Rio de Janeiro: WSPA, 2010. 132 p.
LUDTKE, C. B. et al. ( ). Abate humanitário de aves. Rio de Janeiro: WSPA, 2010. 120 p.
SILVA, R. G. da. Introdução a bioclimatologia animal. São Paulo: Nobel: FAPESP, 2000. 286 p.
SOUTO, A. Etologia: princípios e reflexões. 3. ed. Recife: Ed. UFPE, 2005. 346 p.
SOCIOLOGIA APLICADA
Principais correntes sociológicas de análise da sociedade. As Instituições Sociais. O trabalho humano e as relações sociais, a organização e o processo de trabalho; estratificação e organização social. A Cultura e o poder na sociedade e nas organizações. Estudos sócio-culturais sobre questões de ordem étnico-raciais no Brasil a partir de comunidades quilombolas e indígenas. Globalização e competitividade, tendências de mudanças nas sociedades globais. Estudos Sociológicos das formas de produção no campo.
CHARON, J M. Sociologia. 5. tir. São Paulo: Saraiva, 2004. 237 p.
FERREIRA, D. Manual de sociologia: dos clássicos à sociedade da informação. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2003.
GIDDENS, A. Sociologia. 6. ed. rev. e atual. Porto Alegre: Penso, 2012.
Bibliografia complementar
ARAÚJO, S. M. de; BRIDI, M. A.; MOTIM, B. L. Sociologia: um olhar crítico. São Paulo: Contexto, c2009.
BOAVENTURA, S. S. Um discurso sobre as ciências. 7 ed. Paulo: Cortez, 2010.
HARVEY, D. A condição pós-moderna: uma pesquisa sobre as origens da mudança cultural. São Paulo: Loyola, 2011.
LARAIA, R. de B. Cultura: um conceito antropológico. 23. ed. Rio de Janeiro: Zahar, 2009. 117 p.
WEBER, M. Ensaios de sociologia. 5 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010.
3º SEMESTRE
MICROBIOLOGIA GERAL
Estudo das características gerais de vírus, fungos e bactérias de interesse em Medicina Veterinária.
Bibliografia básica
FLORES, E. F. Virologia veterinária. Santa Maria: Editora UFSM, 2007.
QUINN, P.J. et al. Microbiologia veterinária e doenças infecciosas. Porto Alegre: Ed. Art med, 2005.
TORTORA, G. J.; FUNKE, B. R.; CASE, C. L. Microbiologia. 10. ed. Porto Alegre: Ed. Art med, 2012, 894p.
Bibliografia complementar
PELCZAR JÚNIOR, M.J. et al. Microbiologia: conceitos e aplicações. 2.ed. São Paulo: Pearson Makron Books, 2009. 524p.
HIRSHT, D. C.; ZEE, Y. C. Microbiologia veterinária. 2. ed. Guanabara Koogan, 2003.
MADIGAN/MARTINKO. Microbiologia de Brock. Editora: PEARSON EDUCATION DO BRASIL, 10. ed. 2004.
SILVA FILHO, G.N.; OLIVEIRA, V.L. Microbiologia: manual de aulas práticas. 2. ed. Florianópolis: Ed. da UFSC, 2007. 155p.
TRABULSI, R.L.; FABIO, A. Microbiologia. 5. ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 2008, 780p.
PARASITOLOGIA VETERINÁRIA
Estudo da parasitologia e regras de nomenclatura zoológica. Interrelação entre parasito-hospedeiro-meio ambiente. Estudo teórico e prático da morfologia, biologia e formas de identificação dos principais artrópodes, protozoários e helmintos parasitos de animais domésticos.
Bibliografia básica
FORTES, E. Parasitologia veterinária. 4. ed. São Paulo: Ícone, 2004. 607 p.
MONTEIRO, G.M. Parasitologia na medicina veterinária. São Paulo: Roca, 2010, 356p.
TAYLOR, M.A.; COOP, R.L.; WALL, R.L. Parasitologia veterinária. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. 768p.
ALMOSNY, N. R. P. et al. Hemoparasitoses em pequenos animais domésticos e como zoonoses. Rio de Janeiro: L. F. Livros, 2002. 135 p
BOWMAN, D. D. Parasitologia veterinária de Georgis. 8. ed. Barueri: Manole, 2006. 429 p.
CIMERMAM, B., FRANCO, M. A. Atlas de parasitologia humana com a descrição e imagens de artrópodes, protozoários, helmintos e moluscos. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2011. 166 p.
FOREYT, B. Parasitologia veterinária: manual de referência. 5. ed. São Paulo: Roca, 2005. 240 p.
MARCONDES, C. B. Entomologia médica e veterinária. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2011. 526 p
FISIOLOGIA VETERINÁRIA I
Membranas biológicas, osmose e transporte através de membranas. Homeostase. Fisiologia dos sistemas: nervoso, endócrino, cardíaco e respiratório nas diferentes espécies de animais domésticos.
Bibliografia básica
CUNNINGHAM, J. G. Tratado de fisiologia veterinária. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. 579 p.
DUKES, H. H.; REECE, W. O. Dukes fisiologia dos animais domésticos. 12. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 926 p.
SCHMIDT-NIELSEN, K.; OPPIDO, T.; DUKE, J. B. Fisiologia animal: adaptação e meio ambiente. 5. ed. São Paulo: Santos Ed., 2002. 611p.
Bibliografia complementar
GONÇALVES, P. B. D.; FIGUEIREDO, J. R. de; FREITAS, V. J. de F. Biotécnicas aplicadas à reprodução animal. 2. ed. São Paulo: Roca, 2008. 395p.
HAFEZ, E.S.E.; HAFEZ, B. Reprodução animal. 7. ed. Barueri: Manole, 2004. 513p.
LORENZ, M. D.; KORNEGAY, J. N. Neurologia veterinária. 4. ed. Barueri: Manole, 2006. 467 p.
REECE, W. O. Fisiologia de animais domésticos. São Paulo: Roca, 1996. 351 p.
YOUNGQUIST, R. S; THRELFALL, W. R. Current therapy in large animal theriogenology. 2nd ed. -. St. Louis: Saunders Elsevier, 2007. 1061 p.
IMUNOLOGIA VETERINÁRIA
Estudo do sistema imune, fatores e fenômenos envolvidos na imunidade, com enfoque na área animal comparada. Imunopatologia. Fundamentos e técnicas do imunodiagnóstico.
Bibliografia básica
TIZARD, I. Imunologia veterinária - Uma Introdução. São Paulo: ROCA, 8. ed. 2010.
ABBAS, Abul K; LICHTMAN, Andrew H; PILLAI, Shiv. Imunologia celular & molecular. 6. ed. -. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. 564p.
MURPHY, K.; TRAVERS, P.; WALPORT, M. Imunobiologia de Janeway. 7. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. 885 p.
Bibliografia complementar
COOPER, G. M.; BORGES-OSÓRIO, M. R.; CHIES, T. T. De S. (Trad). A célula: uma abordagem molecular. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. 716 p.
ETTINGER, S. J.; FELDMAN, E. C. Tratado de medicina interna veterinária: doenças do cão e do gato. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. 2156p.
QUINN, P.J. et al. Microbiologia veterinária e doenças infecciosas. Porto Alegre: Ed. Art med, 2005.
ROITT, I.; BROSTOFF, J.; MALE, D. Imunologia. São Paulo: Manole, 6. ed. 2002.
TORTORA, G. J.; FUNKE, B. R.; CASE, C. L. Microbiologia. 10. ed. Porto Alegre: Artmed, 2012. 934 p.
FORRAGICULTURA E PASTAGENS
Agrostologia e forragicultura: morfofisiologia e taxonomia das plantas forrageiras. Fisiografia das regiões pastoris do Estado. Sucessão vegetal e ecologia dinâmica. Características agronômicas das principais espécies forrageiras. Pastagens nativas de Santa Catarina. Implantação de pastagens. Melhoramento das pastagens naturais. Manejo das pastagens. Flutuação estacional das pastagens. Conservação de forragem. Integração lavoura e pecuária. Métodos de avaliação da produção e composição botânica das pastagens. O solo pastoril e suas relações com as plantas e com os animais, sob o comando humano. A biocenose. Princípios de fisiologia vegetal aplicadas ao manejo racional dos pastos. O crescimento do pasto e a qualidade da forragem produzida. Ingestão. O comportamento de pastoreio das principais espécies herbívoras e suas relações com o consumo e a utilização das pastagens. Divisão da área: princípios e necessidades. Hidráulica e paisagismo.
Bibliografia básica
MACHADO, L. A. Z. Manejo de pastagem nativa. Guaíba: Agropecuária, 1999. 156 p.
MELADO, J. Manejo de pastagem ecológica: um conceito para o terceiro milênio. Viçosa: Aprenda Fácil, 2000. 224p.
SIMPÓSIO SOBRE MANEJO DA PASTAGEM, 15., 1998 Piracicaba, SP. Manejo de pastagens de tifton, coastcross e estrela. Piracicaba: Fundação de Estudos Agrarios Luiz de Queiroz, 1998. 296p.
FONSECA, D.M.; MARTUSCELLO, J.A. Plantas forrageiras. Viçosa: Ed. UFV. 2010. 537 p.
FUNDAMENTOS DO PASTEJO ROTACIONADO. ANAIS DO 14° SIMPÓSIO SOBRE MANEJO ADA PASTAGEM. Editores: Aristeu Mendes Peixoto, José Carlos de Moura, Vidal Pedrosos de Faria. FEALQ, 327 p. 2005.
KLUTHCOUSKI, J.; STONE, L.F., AIDAR, H. Integração lavoura-pecuária. Santo Antônio de Goiás: EMBRAPA Arroz e Feijão. 2003. 570 p.
VILELA, H. Pastagem: seleção de plantas forrageiras, Implantação e Adubação. Editora Aprenda Fácil, 283 p. 2011.
MANEJO ALIMENTAR DE BOVINOS – ANAIS... 9° SIMPÓSIO SOBRE NUTRIÇÃO DE BOVINOS. Editores: Carla Maris Machado Bittar, Flávio Augusto Portela dos Santos, Flávio Augusto Portela dos Santos. FEALQ, 511 p
MELHORAMENTO ANIMAL
Noções básicas de genética e estatística; covariância genética entre parentes; parâmetros genéticos; seleção e ganho genético; métodos de seleção; interação genótipo ambiente; endogamia e cruzamento.
Bibliografia básica
CRUZ, C.D. Princípios de genética quantitativa. Viçosa: Editora: UFV, 2005, 394p.
GRIFFITHS, A. J. F.; WEESLER, S. R.; LEWONTIN, R. C.; CARROL, S. B. Introdução à genética. 9. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 712 p. KINGHORN, B.; VAN DER WERF, J.; RYAN, M. Melhoramento animal (uso de novas tecnologias). Piracicaba: Editora FEALQ, 2006. 367p.
Bibliografia complementar
DUARTE, Ricardo P. Considerações para melhoramento em bovinos de corte. Guaíba: Agropecuaria, 2000. 148p.
LOPES, P.S. Teoria do melhoramento animal. Belo Horizonte: Editora: FEPMVZ, 2005, 118p.
PAULINO, Wilson Roberto. Biologia: genética, evolução, ecologia. São Paulo: Ática, 2010.
PEREIRA, J.C.C. Melhoramento genético aplicado à produção animal.3. ed. Belo Horizonte: FEPMVZ Editora, 2008.
TORRES JÚNIOR, Alcides de Moura. Melhoramento genético ao alcance do produtor: bovinocultura de corte. Bebedouro: Scot Consultoria, 2006. 169p.
4º SEMESTRE
MICROBIOLOGIA VETERINÁRIA
Estudo das características específicas dos principais gêneros e espécies de vírus, fungos e bactérias de interesse em Medicina Veterinária.
Bibliografia básica
FLORES, E. F. Virologia veterinária. Santa MariaEditora UFSM, 2007.
QUINN, P.J. et al. Microbiologia veterinária e doenças infecciosas. Porto Alegre: Ed. Art med, 2005.
WINN Jr., W.C. et al. Koneman. Diagnóstico microbiológico: texto e atlas colorido. 6. ed. Rio de Janeiro; Guanabara Koogan, 2008. 1760p.
Bibliografia complementar
DWIHT C. HIRST & YUAN CHUNG ZEE. Microbiologia Veterinária 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
Guanabara Koogan, 2003.
PELCZAR JÚNIOR, M.J. et al. Microbiologia: conceitos e aplicações. 2. ed. São Paulo: Pearson Makron Books, 2009. 524p.
SILVA FILHO, G.N.; OLIVEIRA, V.L. Microbiologia: manual de aulas práticas. 2. ed. Florianópolis: Ed. da UFSC, 2007. 155p.
TORTORA, G. J.; FUNKE, B. R.; CASE, C. L. Microbiologia. 10. ed. Porto Alegre: Artmed, 2012. 934 p.
FISIOLOGIA VETERINÁRIA II
Fisiologia dos sistemas: renal, digestório, muscular e reprodutor das diferentes espécies de animais domésticos.
Bibliografia básica
CUNNINGHAM, J. G. Tratado de fisiologia veterinária. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. 579 p.
DUKES, H. H.; REECE, W. O. Dukes fisiologia dos animais domésticos. 12. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 926 p.
SCHMIDT-NIELSEN, K.; OPPIDO, T.; DUKE, J. B. Fisiologia animal: adaptação e meio ambiente. 5. ed. São Paulo: Santos Ed., 2002. 611 p.
Bibliografia complementar
GONÇALVES, P. B. D.; FIGUEIREDO, J. R. de; FREITAS, V. J. de F. Biotécnicas aplicadas à reprodução animal. 2. ed. São Paulo: Roca, 2008. 395p.
HAFEZ, E. S. E.; HAFEZ, B. Reprodução animal. 7. ed. Barueri: Manole, 2004. 513p.
REECE, W. O. Fisiologia de animais domésticos. São Paulo: Roca, 1996. 351 p.
theriogenology. 2. ed. -. St. Louis: Saunders Elsevier, 2007. 1061 p.
LORENZ, M. D.; KORNEGAY, J. N. Neurologia veterinária. 4. ed. Barueri: Manole, 2006. 467 p.
FARMACOLOGIA VETERINÁRIA
Introdução ao estudo da farmacologia, farmacocinética, farmacodinâmica, farmacologia do Sistema Nervoso Autonômo, farmacologia do Sistema Nervoso Central, opióides, antinflamatórios não esteróides, farmacologia cardiovascular, farmacologia do sistema respiratório, farmacologia renal, farmacologia do sistema digestório, antimicrobianos, antiparasitários e antivirais.
Bibliografia básica
ADAMS, H. R. Farmacologia e terapêutica em veterinária. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 1034 p.
ANDRADE, S. F. Manual de terapêutica veterinária. 3. ed. São Paulo: Roca, 2008. 912 p.
SPINOSA, H. de S.; GÓRNIAK, S. L.; BERNARDI, M. M. Farmacologia aplicada à medicina veterinária. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 824 p.
Bibliografia complementar
FORD, R. B.; MAZZAFERRO, E. M.; KIRK, R. W.; BISTNER, S. I. Manual de procedimentos veterinários e tratamento emergencial: segundo Kirk e Bistner. 8. ed. São Paulo: Roca, 2007. 747 p.
HOSKINS, J. D. Geriatria e gerontologia do cão e do gato. 2. ed. São Paulo: Roca, 2008. 437 p.
MASSONE, F. Anestesiologia veterinária: farmacologia e técnicas. 5. ed. ampl. atual. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 571 p.
MedVet, 2009. 774 p.
RANG, H. P.; DALE, M. M. Farmacologia. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. 829 p.
PATOLOGIA GERAL
Conceitos básicos para o entendimento dos mecanismos gerais de formação das doenças e alterações morfológicas e funcionais dos tecidos. Terminologia médica básica. Estudo macroscópico e microscópico dos processos patológicos gerais. Aspectos macroscópicos, microscópicos e mecanismos das principais doenças de animais domésticos. Na parte prática: Técnicas de necropsia, descrição e interpretação das lesões em diferentes órgãos; Coleta e envio de material para exames complementares (histopatológico, citológico, microbiológico e toxicológico).
Bibliografia básica
HUNT, R.D.; KING, N.W.; JONES, T.C. Patologia veterinária. 6. ed. São Paulo: Manole, 2000, 1415p.
KIERSZENBAUM, A. L. Histologia e biologia celular: uma Introdução à patologia. 2. ed. Editora Elsevier, 2008. 695p.
McGAVIN, M.D.; ZACHARY, J.F. Bases da patologia em veterinária. 4. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009, 1478p.
Bibliografia complementar
CUNNINGHAM, J.G.; Tratado de fisiologia veterinária. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004, 579 p.
DUKES, H.; REECE, W.O. Dukes fisiologia dos animais domésticos. 12. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006, 926 p.
JUNQUEIRA, L.C.U.; CARNEIRO, J. Histologia básica. 11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Googan, 2008, 524p.
LEHNINGER, A.L. NELSON, D.L.; COX, M.M. Princípios de bioquímica. 5. ed. Porto Alegre: ArtMed, 2011, 1273 p.
SAMUELSON, D.A. Tratado de histologia veterinária. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007, 527 p.
EXTENSÃO RURAL
Conceituação da Extensão Rural, modelos de extensão rural, cientifização da Extensão Rural. Processos de Comunicação. Difusão de Tecnologias e Metodologias para o Desenvolvimento de Comunidades Rurais. Modernização e dualismo tecnológico na agricultura.
Bibliografia básica
FREIRE, P. Extensão ou comunicação? 15. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2011.
GOHN, M. da G. O protagonismo da sociedade civil: movimentos sociais, ONG's e redes solidárias. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2008. 120p.
RUAS, E. D. et. al. Metodologia participativa de extensão rural para o desenvolvimento sustentável (MEXPAR). Belo Horizonte: EMATER, 2006. 132p. Bibliografia complementar
AGUILAR IDÁÑEZ, M. J. Como animar um grupo: princípios básicos e técnicas. 3 ed. Petropolis: Vozes, 2004. 302p.
ALMEIDA, J. A. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO AGRÍCOLA SUPERIOR. Pesquisa em extensão rural: um manual de metodologia. Brasília: MEC: ABEAS 1989. 182 p.
CARNEIRO, M. A. Educação comunitária: faces e formas. Petropolis: Vozes; [Belo Horizonte]: CENAEC, 1985. 96 p.
SOUZA, M. L. Desenvolvimento de comunidade e participação. 8. ed. São Paulo: Cortez, 1991.
OLINGER, G. Ascensão e decadência da extensão rural no Brasil. Florianópolis: EPAGRI, 1996. 523p.
EPIDEMIOLOGIA VETERINÁRIA
Influência dos fatores ambientais, sociais e econômicos na saúde animal; Formas de manutenção e transmissão de doenças infecciosas em populações animais; Aplicar indicadores de saúde em populações animais; Aplicar metodologias básicas de investigação epidemiológica. Os conhecimentos serão enquadrados em diversas situações comuns à epidemiologia clínica, ao planejamento em sanidade animal e à saúde pública.
Bibliografia básica
FLETCHER, R. H; FLETCHER, S. Epidemiologia clínica: elementos essenciais . 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2006 288 p.
MEDRONHO, R. A. Epidemiologia. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2009. 685 p.
THRUSFIELD, M. Epidemiologia veterinária. 2. ed. São Paulo: Roca, 2004. 556 p.
Bibliografia complementar
GEORGI, J. R. Parasitologia veterinária. 4. ed. São Paulo: Manole, 1998. 379 p.
GOMES, F. P. A estatística moderna na pesquisa agropecuária. Piracicaba: POTAFOS, 1984. 160 p.
MARTIN, W.S.; MEEK, H.A.; WILLEBERG, P. Epidemiologia veterinária. Acribia. 1997
PEREIRA, M.G. Epidemiologia teórica e prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 1999.
QUINN, P.J. et al. Microbiologia veterinária e doenças infecciosas. Porto Alegre: Ed. Art med, 2005.