• Nenhum resultado encontrado

FORMULÁRIO PLANO DE ENSINO

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "FORMULÁRIO PLANO DE ENSINO"

Copied!
6
0
0

Texto

(1)

FORMULÁRIO PLANO DE ENSINO

1 – IDENTIFICAÇÃO

Curso: Técnico em Aquicultura

Componente Curricular: Produção de peixes ornamentais Professor: Bruno Estevão de Souza

Turma: Integrado em Aquicultura 2019 Período Le vo: 2020

Ano: 2020 Carga horária (hora/aula): 67h Carga horária (hora/relógio): 80h Horário Semanal de Atendimento ao Estudante: Terças-feiras das 16:00 as 18:00

2 – EMENTA

Introdução, Panorama da Aquicultura Ornamental no Brasil e no Mundo, Cadeia produ va da Aquicultura e pesca de peixes Ornamentais, Principais espécies de peixes ornamentais comercializadas no Brasil e no Mundo, Sistemas de Produção e Manejos, Alimentação e Nutrição de peixes ornamentais; Abordagem sobre a produção de invertebrados ornamentais e plantas aquá cas ornamentais; Manejo sanitário, transporte e aspectos legais envolvidos na produção de organismos aquá cos ornamentais, Comercialização, Aquapaisagismo e Laguismo.

3 – OBJETIVO GERAL DO COMPONENTE CURRICULAR

Proporcionar aos alunos conhecimentos sobre as espécies mais importantes de peixes ornamentais, sistemas de cul vo, sua criação e sua comercialização assim como Técnicas de aquarismos, Aquapaisagismo e Laguismo.

4 - CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS, OBJETIVOS ESPECÍFICOS E INSTRUMENTOS AVALIATIVOS 1º Bimestre

1.0 Introdução

2.0 Panorama mundial da aqüicultura ornamental 3.0 Panorama brasileiro da aqüicultura ornamental 4.0 Legislação

(2)

6.0 Qualidade de água para cultivo de peixes ornamentais

Conteúdos 1° Bimestre:

Objetivos específicos:

Introduzir aos alunos o cultivo de peixes ornamentais e seu mercado mundial e internacional.

Instrumentos avaliativos:

Participação em aulas teórica e práticas Entrega dos relatórios de aulas praticas Avaliação escrita 2º Bimestre 7.0 Espécies cultivadas 8.0 Sistemas de cultivo 9.0 Sistemas de filtragem 10 Montagem de estruturas Conteúdos 2° Bimestre: Objetivos específicos:

Mostrar aos alunos as principais espécies de peixes cultivadas e passar conhecimento para que estes possam estar aptos a montar os sistemas de criação de peixes ornamentais.

Instrumentos avaliativos:

Participação em aulas teóricas e práticas Entrega dos relatórios de aulas praticas Avaliação escrita

(3)

11 Técnicas de criação de varias espécies: 11.1 Anabatídeos 11.2 Ciprinídeos 11.3 Ciclídeos 11.4 Poecilídeos 11.5 Killfishes 11.6 Caracídeos Conteúdos 3° Bimestre: Objetivos específicos:

Conhecer e dominar técnicas de reprodução, larvicultura e engorda das principais espécies de peixes ornamentais de valor comercial.

Instrumentos avaliativos:

Participação em aulas teóricas e práticas Entrega dos relatórios de aulas praticas Avaliação escrita

4°Bimestre

12 Aquapaisagismo 13 Laguismo

14 Plantas aquáticas ornamentais

Conteúdos 4° Bimestre:

Objetivos específicos:

Conhecer e aprender técnicas para instalação de aquários com paisagismo assim como lagos com finalidade de ornamentação.

Instrumentos avaliativos:

(4)

Entrega dos relatórios de aulas praticas Avaliação escrita

5 - PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Metodologia de Ensino

• Aulas expositivas

• Seminários para apresentação de trabalhos; • Trabalhos em grupo;

• Trabalho de campo; • Aula pratica; • Visitas técnicas.

Recursos e Materiais

• Sala de aula: Quadro, Pincel, Kit Multimídia;

• Laboratório: manipulação de organismos aquáticos e aquários; • Animais: Peixes, Crustáceos e macrófitas aquáticas.

6 - AVALIAÇÃO

As avaliações consistem no acompanhamento e uso de ferramentas para verificação da aprendizagem dos alunos tais como, participação nas aulas, entrega de relatórios, apresentação de trabalhos, avaliações escritas e avaliações práticas. Diante do processo de avaliação o aluno receberá os conceitos A, B, C ou D conforme descrito no ART.15 da Resolução 50 de 14 de julho de 2017, sendo que para obtenção dos conceitos em cada bimestre serão considerados os seguintes requisitos:

Bimestre/Semestre Para ter conceito A:

90% de frequência nas aulas;

Excelente participação nas aulas teóricas e práticas;

Entrega dos relatórios das aulas práticas, na data prevista e de acordo com o modelo previamente repassado; Ter atingido o conceito A na avaliação escrita.

(5)

80% de frequência nas aulas;

Ter boa participação nas aulas teóricas e práticas;

Entrega dos relatórios das aulas práticas, na data prevista e de acordo com o modelo previamente repassado; Ter atingido o conceito B na avaliação escrita.

Para ter conceito C:

No mínimo 75% de frequência nas aulas;

Ter uma participação discreta (não se envolver) nas aulas teóricas e práticas;

Falta de entrega dos relatórios das aulas práticas, na data prevista e de acordo com o modelo previamente repassado;

Ter atingido o conceito C na avaliação escrita.

Obs.: Apenas o quesito frequência nas aulas não garante o respectivo conceito ao aluno, além da frequência nas aulas o aluno deverá atender os demais requisitos previstos para obtenção dos conceitos A, B ou C.

* Ao aluno que não atingir os requisitos para obtenção do conceito C, será atribuído o conceito D, indicando que ele não está apto a passar neste conteúdo programático.

6.1 – METODOLOGIAS DE RECUPERAÇÃO (SUGESTÕES NA RESOLUÇÃO 50 DE 14 DE JULHO DE 2017 – ARTIGO 13º )

Caso seja necessário, serão propostas formas alternativas para recuperação paralela no bimestre/semestre que aluno não atinja o conceito mínimo para aprovação na disciplina.

A recuperação paralela poderá de forma teórica através de novas avaliações escritas ou orais conforme a necessidade do aluno, entrega de trabalhos dirigidos e atendimentos individualizados para permitir ao aluno o entendimento do assunto proposto no bimestre.

As a vidades de recuperação somente serão eficientes se o aluno se comprometer em cumprir as a vidades propostas, sendo de responsabilidade do aluno se esforçar para a ngir o conceito mínimo para aprovação.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS - REFERÊNCIAS BÁSICAS:

ALVES, D.R., Apostila de Enfermidades de Peixes Ornamentais, Rio de Janeiro: Marinnes Informática, 38p., 2006.

CECCARELLI, P.S.; SENHORINI, J.A.; VOLPATO, G. Dicas em piscicultura (perguntas e respostas). Santa Gráfica Editora, Botucatu, SP, 247p., 2000.

(6)

VIDAL JR, M.V. Produção de Peixes Ornamentais, 2ª. ed. Minas Gerais: CPT, 200p., 2003.

POLI, C.R.; POLI, A.T.B.; ABDREATTA, E. BELTRAME, E. Aquicultura: Experiências brasileiras. Ed. Multitarefa, 445p., 2004.

- REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES:

CASTAGNOLLI. N. Fundamentos da nutrição de peixes. Editora Livroceres, 107p., 1979.

CYRINO, J.E.P.; BUREAU, D.; KAPOOR, B.G. Feeding and digestive functions in fishes. Science publishers, V.1. 580p., 2008.

CYRINO, J.E.P.; URBINATI, E.C.; FRACALOSSI, D.M.; CASTAGNOLLI, N. Tópicos Especiais em Piscicultura de Água Doce Tropical Intensiva. Jaboticabal, SP: Sociedade Brasileira de Aquicultura e Biologia Aquática, 533p., 2004.

LOGATO, P. V. R. Nutrição e alimentação de peixes de água doce. Lavras: UFLA/FAEPE, 61p., 2000. FABICHAK, D.; FABICHAK, W. Peixes de aquário. Criação, alimentação, doenças. São Paulo: Ed. Nobel, 72 p. 1987.

Documento assinado eletronicamente por BRUNO ESTEVAO DE SOUZA, Servidor Docente, em 06/03/2020, às 19:58, conforme horário oficial de Brasília, com fundamento no art. 6º, § 1º, do

Decreto nº 8.539, de 8 de outubro de 2015.

Documento assinado eletronicamente por ADILSON REIDEL, Coordenador(a) de Curso, em 29/04/2020, às 17:17, conforme horário oficial de Brasília, com fundamento no art. 6º, § 1º, do

Decreto nº 8.539, de 8 de outubro de 2015.

Documento assinado eletronicamente por LUCIANO MARCOS DOS SANTOS, COORDENADOR(A), em 02/06/2020, às 14:41, conforme horário oficial de Brasília, com fundamento no art. 6º, § 1º, do

Decreto nº 8.539, de 8 de outubro de 2015.

A auten cidade deste documento pode ser conferida no site

h ps://sei.ifpr.edu.br/sei/controlador_externo.php?

acao=documento_conferir&id_orgao_acesso_externo=0, informando o código verificador 0695659 e o código CRC 65B0EA45.

Referência: Processo nº 23411.002443/2020-51 SEI nº 0695659

INSTITUTO FEDERAL DO PARANÁ | FOZ/CC/FOZ/COENS/FOZ/DIEPEX/FOZ/DG/IFPR/FOZ-CC/FOZ Rua Emilio Bertolini, nº 54, Curi ba - PR | CEP CEP 82920-030 - Brasil

Referências

Documentos relacionados

Neste objetivo são feitos anúncios que geram interesses nas pessoas para que pensem na sua empresa e busquem mais informações sobre ela, tanto na loja online quanto na física.?.

a exploração das propriedades constitutivas das TDIC permite a reconstrução do currículo na prática pedagógica, por meio da.. expressão de ideias; a interação

Nesta perspectiva, a escola não seria o centro do conhecimento e do saber, mas segundo Orozco-Gómez (2011), ela conservará sua função de instituição educativa

15, a participação na Ação Estratégica garantirá a pontuação adicional de 10% (dez por cento) no processo de seleção pública para Programas de Residências em Saúde

Esta falha não pode ser detetada pela supervisão da falha de ligação à terra e/ou medição da impedância, uma vez que os valores de referência da impedância podem já ter

108 Os estudos de usuários realizados na década de 70 do século passado consistiam em estudos bibliométricos e cienciométricos, bem como em análise de citações e levantamento

A Tabela 3 dispõe sobre a distribuição percentual dos pacientes com cefaleia que fazem tratamento com acupuntura, segundo o tipo de cefaleia, em uma instituição

Portanto, os números apresentados estão sujeitos a alteração. Desta forma, o total de casos positivos para CoVID-19 referem-se somente àqueles com