CLASSIFICAÇÃO DAS NORMAS
CONSTITUCIONAIS
Direito
NOCOES GERAIS
EFICACIA JURIDICA
• Segundo Marcelo Novelino, “[...] e a aptidao da
norma para produzir os efeitos que lhe sao
proprios. Uma norma e eficaz quando capaz de
produzir efeitos ou de ser aplicada. Em regra,
vem colada a vigencia, exceto nas hipoteses em
que e diferida, ou seja, adiada para o futuro,
como no caso das leis que criam ou majoram
tributos (CF, art. 150, III, b).
NOCOES GERAIS
EFICACIA SOCIAL
• De acordo com Marcelo Novelino, “[...] esta
relacionada a producao concreta de efeitos. Uma
norma e efetiva quando cumpre sua finalidade, a
funcao social para a qual foi criada. Algumas
normas
constitucionais
apresentam
serios
problemas relativamente a sua efetividade. Uma
das causas e o fato de a Constituicao regular o
fenomeno politico, dificil de ser enquadrado
dentro de parametros juridico”.
CLASSIFICACAO QUANTO A EFICACIA
Classificacao proposta por THOMAS COOLEY
• a) Normas autoexecutaveis (self-executing) sao “[...]
que possuem aplicacao direta e imediata aos casos a
que se referem, dispensando qualquer tipo de lei
regulamentadora”.
• b) Normas nao autoexecutaveis (not self-executing)
sao as “[..] requerem uma acao legislativa posterior
para sua efetivacao, ou seja, dependem de lei para
serem executadas”.
CLASSIFICACAO QUANTO A EFICACIA
Classificacao proposta por PONTES DE
MIRANDA
• a)Normas bastante em si.
• b) Normas nao bastante em si.
• c) Normas programaticas.,
• segundo Marcelo Novelino, sao as “[...]
estabelecem apenas as linhas diretivas a serem
implementadas pelos poderes publicos”.
CLASSIFICACAO QUANTO A EFICACIA
Classificacao proposta de JOSE AFONSO DA SILVA
• a)Normas constitucionais de eficacia plena (aplicacao direta, imediata e integral)
• Para Marcelo Novelino, “Pertencem “a esta categoria, de modo geral, as normas que contenham proibicoes (CF, art. 145, §2°), ou vedacoes (CF, art. 19); as que confiram isencoes (CF, art. 184, §5°), imunidades (CF, art. 53 e 150, I a VI) ou prerrogativas (CF, art. 128, §5°, I; alem daquelas que nao indiquem processos especiais para a sua execucao ou que ja se encontrem suficientemente explicitadas na definicao dos interesses nelas resguardados”.
• b) Normas constitucionais de eficacia contida (eficacia redutivel ou restringivel, com
aplicabilidade direta, imediata, mas “possivelmente nao integral”).
• c) Normas constitucionais de eficacia limitada, que subdividem em: • c.1. Normas de principio institutivo (ou organizatorio)
• segundo Marcelo Novelino, sao [...] normas de eficacia limitada que dependem de lei para organizar ou dar estrutura a entidades, orgaos ou instituicoes previstos na
Constituicao [...]’.
• c.2. Normas de principio programático
• para Marcelo Novelino, “[...] em vez de regular direta e imediatamente um interesse, o legislador constituinte opta por tracar apenas princípios indicativos dos fins e objetivos do Estado. Tais principios se distinguem dos anteriores por seus fins e conteudos,
impondo aos orgaos do Estado uma finalidade a ser cumprida (obrigacao de resultado), sem, no entanto, apontar os meios a serem adotados.”