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REVISÃO DO SISTEMA AQS SERVIÇO DE GESTÃO DE RESÍDUOS URBANOS

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Academic year: 2021

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REVISÃO DO SISTEMA AQS

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PROPOSTA DE ALTERAÇÃO

RU01a - Acessibilidade física ao serviço(%)

RU04a – Lavagem de contentores de recolha seletiva

RU04b – Lavagem de contentores de recolha indiferenciada

RU13b – Adequação dos recursos humanos (nº/1000 t)

RU07a – Reciclagem de resíduos de recolha seletiva (%)

RU07b – Reciclagem de resíduos de recolha seletiva (%)

RU08a – Refugo e rejeitados de TM e TB (%)

RU09a – Incineração (%)

RU10a – Capacidade de encaixe de aterro disponível (meses)

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RU01a – ACESSIBILIDADE FÍSICA AO

SERVIÇO (%)

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RU01a - Acessibilidade física ao serviço(%)

PORQUÊ ALTERAR?

• Não é diferenciador, uma vez que este indicador apresenta sempre o valor máximo de qualidade do serviço

• Estabelecer paralelismo com o indicador

da "acessibilidade física do serviço"

aplicado às entidades gestoras em baixa

ALTERAÇÃO:

• Medir a acessibilidade do serviço das entidades gestoras, em termos de distância média, às instalações da entidade gestora em alta

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RU01a - Acessibilidade física ao serviço(%)

dRUXXa - Número de entidades gestoras em baixa que distam mais de 25 km à infraestrutura de tratamento de RU (nº)

INFORMAÇÃO ADICIONAL

• Georeferênciar as unidades de tratamento que recebem resíduos diretamente das entidade gestoras em baixa

• Definir o geocentro de produção de cada entidade gestora em baixa

• Determinar a distância de via entre cada entidade gestora e a unidade de tratamento, como por exemplo estação de transferência ou aterro

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RU04a – LAVAGEM DE CONTENTORES DE

RECOLHA SELETIVA (-)

RU04b – LAVAGEM DE CONTENTORES DE

RECOLHA INDIFERENCIADA (-)

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RU04a - Lavagem de contentores de recolha seletiva (-)

PORQUÊ ALTERAR?

Abranger todo o universo das entidades gestoras, no que respeita ao reporte de informação sobre a lavagem de contentores de recolha seletiva

INFORMAÇÃO ADICIONAL

As entidades gestoras em baixa que responsáveis pela recolha seletiva vão passar a ser avaliada por este indicador

ALTERAÇÕES

RU04a – Lavagem de contentores de recolha seletiva

RU04b – Lavagem de contentores de recolha indiferenciada

MANTÉM-SE A DEFINIÇÃO DE LAVAGEM DE CONTENTORES:

São apenas consideradas as lavagens dos contentores quando

realizadas por dentro e por fora, com limpeza e desinfeção

adequadas, de modo a garantir condições de higiene

salubridade na utilização do equipamento por parte do

utilizador

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RU04b - Lavagem de contentores de recolha indiferenciada (-)

PORQUÊ ALTERAR?

Incluir todo o universo de equipamentos no que respeita à lavagem de contentores de recolha indiferenciada

INFORMAÇÃO ADICIONAL:

Informação relativa à lavagem de equipamentos subterrâneos de recolha indiferenciada

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RU07a – RECICLAGEM DE RESÍDUOS DE

RECOLHA SELETIVA (%)

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INDICADOR RU07a - Reciclagem de resíduos de recolha seletiva (%)

ALTERAR PORQUÊ?

Adaptar o indicador à estratégia definida pelo PERSU 2020 para o cumprimento das metas nacionais no que respeita à "Meta

de retoma de recolha seletiva"

ALTERAÇÃO

A formulação do indicador coincide com a metodologia utilizada para a definição das metas intercalares que constam no

Despacho n.º3350/2015

INFORMAÇÃO ADICIONAL

Não tem impacto na entidade gestora, uma vez que é utilizada informação já reportada

O ponderador de 0,93 corresponde ao coeficiente de

transformação de recolha seletiva em retomas de

recolha seletiva

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RU07a - Reciclagem de resíduos de recolha seletiva (%)

dRU25a – Meta de retoma de recolha seletiva (t/ano)

ALTERAÇÃO

A meta de retoma de recolha seletiva por Sistema de Gestão de Resíduos Urbano para o período 2014-2020 é a que se encontra definida no

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RU07b – RECICLAGEM DE RESÍDUOS DE

RECOLHA SELETIVA (%)

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RU08a - Refugo e rejeitados de TMB e TB (%)

PORQUÊ ALTERAR?

• O indicador proposto foi formulado para avaliar a eficiência das unidades de tratamento mecânico e biológico (TMB) e das unidades de tratamento biológico (TB).

• O indicador representa uma medida que quantifica o esforço das entidades gestoras no efetivo desvio de resíduos urbanos da deposição em aterro.

ALTERAÇÕES

• A entidade gestora deverá reportar a quantidade de refugos e rejeitados não sujeitos a reciclagem com origem nas unidades de TMB ou TB.

• A eficiência das unidades de TMB e TB será avaliada em termos das quantidades de refugos e rejeitados

produzidas.

INFORMAÇÕES ADICIONAIS

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RU08a – Refugo e rejeitados do TM e TB (%)

dRU18a – Quantidade de refugos e rejeitados do TMB (t/ano) dRUAAa – Quantidade de refugos e rejeitados do TB (t/ano)

INFORMAÇÕES ADICIONAIS

• O dado dRU18a aplica-se apenas a sistemas com TMB.

• O dado dRUAAa aplica-se apenas a sistemas com TB (com fluxo seletivo de RUB).

ALTERAÇÕES

• Os dados contabilizam a quantidade de refugos e rejeitados com origem no TMB/TB.

PORQUÊ INCLUIR?

• Decorre da alteração efetuada no indicador e do foco da avaliação passar a ser a

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RU08a – Refugo e rejeitados do TMB e TB (%)

dRU27a – Resíduos entrados em TMB/TB (t/ano)

ALTERAÇÕES:

• Para sistemas com unidades de TMB o dado contabiliza a quantidade total de resíduos entrados no TM.

• Para sistemas com unidades de TB e com fluxo seletivo de RUB o dado contabiliza a quantidade total de

resíduos entrados no TB.

PORQUÊ INCLUIR?

• Decorre da alteração efetuada no indicador com vista à avaliação da eficiência das unidades de TMB e de TB e não apenas a fase biológica das unidades.

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RU10a – CAPACIDADE DE ENCAIXE DE

ATERRO DISPONÍVEL (MESES)

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RU10a – Capacidade de encaixe de aterro disponível (meses)

PORQUÊ ALTERAR?

• Alinhamento com os objetivos de serviço público dos contratos de concessão reconfigurados.

• Necessidade de garantir a existência permanente de capacidade instalada em aterro para dois anos de operação.

ALTERAÇÕES

• Criação de um novo dado referente à quantidade de resíduos depositados em aterro no ano anterior ao ano em avaliação (n-1).

• Reformulação do dado referente à capacidade

disponível em aterro que irá passar a ser contabilizado a partir do levantamento topográfico efetuado no último mês do ano em análise.

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RU10a – Capacidade de encaixe de aterro disponível (meses)

dRU23a – Capacidade disponível em aterro (t)

INFORMAÇÕES ADICIONAIS

• O valor do dado é obtido através do levantamento topográfico efetuado anualmente pela entidade gestora (Decreto-Lei n.º 183/2009, de 10 de agosto). • Para efeitos de apuramento do dado, considera-se que

a capacidade disponível em aterro obedece à seguinte relação: 1 m3= 1 t.

PORQUÊ ALTERAR?

• Decorre da alteração efetuada no indicador e da necessidade de medir a capacidade futura disponível em aterro.

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RU10a – Capacidade de encaixe de aterro disponível (meses)

dRUEEa – Resíduos depositados em aterro no ano n-1 (t/ano)

PORQUÊ INCLUIR?

• Decorre da alteração efetuada no indicador e da necessidade de medir a quantidade de resíduos depositados em aterro no ano anterior ao ano de avaliação.

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RU13b – ADEQUAÇÃO DOS RECURSOS

HUMANOS (nº/1000 t)

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RU13b – Adequação dos recursos humanos (nº/1000 t)

PORQUÊ ALTERAR?

• Para ajustar o indicador à quantidade de resíduos efetivamente gerida pelas entidades gestoras.

• Na versão anterior do dado a quantidade de resíduos urbanos referia-se à quantidade de resíduos produzida na área de intervenção da entidades gestora e não à

quantidade efetivamente recolhida pela entidade gestora.

ALTERAÇÕES

• A quantidade de resíduos urbanos gerida pelas entidades gestoras passará a excluir a quantidade proveniente da recolha seletiva quando as entidades gestoras não forem responsáveis por esta atividade.

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ÍNDICE DE CUMPRIMENTO DAS METAS

DO PERSU 2020 (%)

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ÍNDICE DE CUMPRIMENTO DAS METAS DO PERSU 2020 (%)

PORQUÊ INCLUIR?

• Enquadra-se no âmbito da adaptação do sistema de AQS ao PERSU 2020.

• Define uma medida que traduz o esforço das entidades gestoras no cumprimento das metas definidas no

PERSU 2020.

• Procede à agregação das três metas definidas no PERSU 2020 numa só medida.

INFORMAÇÃO ADICIONAL

• O cálculo do índice será efetuado adotando as fórmulas de cálculo definidas no anexo III do PERSU 2020 para cada uma das metas.

• Para o cálculo do índice cada uma das parcelas (sub-índices) será normalizada numa escala comum [0; 100]. • Cada um dos sub-indices é ponderado através da

atribuição de um peso (p1, p2 e p3) referente à sua importância relativa.

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INDICADOR DE PERFIL: INCINERAÇÃO (%)

PORQUÊ ALTERAR?

• O indicador representa uma medida de eficácia de operação com um universo de aplicação a apenas duas entidades gestoras.

• A avaliação deste indicador não apresenta uma vantagem notória na comparação de desempenho (benchmarking).

ALTERAÇÕES

• O indicador RU09 – Incineração – passará a ser incluído como indicador de perfil do sistema.

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