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POSTAL CAPITALIZAÇÃO

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Academic year: 2021

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Fundo de Investimento Mobiliário

POSTAL CAPITALIZAÇÃO

Relatório & Contas

2003

ÍNDICE

1. ENQUADRAMENTO MACRO ECONÓMICO 2

2. MERCADOS FINANCEIROS 4

3. A EVOLUÇÃO DO MERCADO DE FIM EM PORTUGAL 6

4. RELATÓRIO DE GESTÃO 7

5. DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 8

EM ANEXO:

CERTIFICAÇÃO LEGAL DE CONTAS RELATÓRIO DO AUDITOR EXTERNO

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1. ENQUADRAMENTO MACRO ECONÓMICO

Conjuntura Internacional

Em 2003, a conjuntura internacional caracterizou-se pelas perspectivas sucessivamente adiadas de recuperação. Na primeira metade do ano o conflito armado no Iraque constituiu uma condicionante de incerteza que pesou negativamente na confiança dos agentes económicos. A meio do ano, o clima económico pareceu desanuviar-se com o desenlace da guerra e, apesar das condições geopolíticas em todo o Médio Oriente não serem propícias a uma retoma decidida da confiança na generalidade das economias desenvolvidas, registou-se um gradual crescimento do comércio mundial.

Apesar da política orçamental expansionista e da redução sucessiva das taxas de juro de referência do dólar, a economia dos Estados Unidos não evoluiu ao ritmo que se esperava, tendo o PIB crescido 3,1% contra 2,5% em 2002. Este crescimento foi sustentado uma vez mais pelo consumo privado, bem como por uma melhoria do investimento privado na segunda metade de 2003. O dólar registou uma forte depreciação face às principais moedas mundiais e os desequilíbrios da Balança de Transacções Correntes e do défice público registaram, uma nova deterioração no ano, atingindo no final um valor perto dos 6.0% do PIB.

Evolução do PIB

-1,0% 0,0% 1,0% 2,0% 3,0% 4,0% 2000 2001 2002 2003

EUA Japão União Europeia

Na União Europeia, a contenção orçamental a que foram sujeitas as economias da Zona Euro, por força do Pacto de Estabilidade, bem como a fraca procura mundial, que não foi de molde a permitir a recuperação das exportações, conduziram a evoluções negativas em alguns países e a um crescimento global do PIB de apenas 0,5%, na Zona Euro e de 0,7%, no conjunto dos 15 Estados-membros da União Europeia. O crescimento dos preços no consumidor continuou a mostrar uma tendência de desaceleração ao longo de 2003, encerrando o ano ainda acima dos 2.0% de objectivo de inflação estabelecido pelo Bano Central Europeu.

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uma forte recuperação na segunda parte de 2003 que lhes permitiu desempenhar um papel fulcral no cenário de melhoria do ciclo económico mundial a partir do terceiro trimestre.

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Conjuntura Nacional

Em 2003 a economia portuguesa prosseguiu o processo de ajustamento e de correcção de alguns desequilíbrios, nomeadamente o do défice orçamental e da redução das necessidades de financiamento do sector privado face ao exterior. Estes factores de correcção tiveram naturalmente efeitos significativos sobre a procura interna que já em 2002 se tinha reduzido ligeiramente e que, em 2003, terá baixado entre -2 a -3%. A FBCF registou uma quebra que se estima entre -6 e -8% para o que contribuiu de forma significativa a componente construção quer as obras públicas quer a construção de edifícios de iniciativa privada. O consumo privado acusou uma quebra entre -0,5% e -1%.

Aos efeitos sobre a procura interna somou-se a persistência dos factores de incerteza a nível internacional que retardaram a esperada recuperação da procura externa. Apesar da evolução positiva das exportações que pode ter atingido 3%, a evolução do PIB em 2003 foi negativa devendo situar-se entre -0,5% e –1%. Note-se que esta situação depressiva foi acompanhada por factores positivos como sejam a redução da inflação, a redução de défice da balança de transacções correntes e a moderação das taxas de juro. Se a estes factores se juntar a dinâmica da recuperação da procura externa, há condições favoráveis para um crescimento do PIB em 2004 que as Grandes Opções do Plano situam entre 0,5% e 1,5%.

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2. MERCADOS FINANCEIROS

Mercado Monetário

Os receios quanto as consequências para a economia mundial de um conflito no Iraque levou os investidores a anteciparem novas descidas das taxas de juro dos Bancos Centrais, influenciados também, pelos receios de deflação sinalizados pela Reserva Federal norte-americana. As taxas de juro do mercado monetário permaneceram por isso em decréscimo durante todo o primeiro semestre do ano.

As perspectivas de recuperação económica a partir do segundo semestre, aliadas ao fraco potencial demonstrado pela inflação permitiram desde Julho assistir a uma estabilização destas taxas de juro.

Mercado Cambial

Apesar do comportamento mais positivo da economia americana, os discursos da Reserva Federal e do Departamento de Tesouro, proporcionaram um contínuo período de depreciação do dólar, influenciada igualmente pelas baixas taxas de juro nos EUA, bem como pelo elevado nível dos défices comercial e orçamental. O Euro alcançou desta forma uma apreciação de 19.6% face ao dólar em 2003, registando no final de Dezembro os níveis mais elevados desde a sua introdução física, em Janeiro de 2002.

TAXA DE CÂMBIO EURO / DÓLAR

$0,80 $0,90 $1,00 $1,10 $1,20 $1,30 2000 2001 2002 2003

A libra britânica registou igualmente em 2003 o segundo ano consecutivo de forte apreciação contra o dólar. A valorização anual de 10.6% teve essencialmente lugar a partir de Setembro, quando a declaração resultante da reunião do G7 no Dubai fez referência à necessidade de depreciação do dólar a fim de se corrigir os desequilíbrios da economia americana. O iene japonês registou igualmente desde esse evento uma nova fase de apreciação face à moeda americana, que o levou a apresentar pelo segundo ano consecutivo de uma valorização acima dos 9.0%.

Mercado Obrigacionista

A tendência de descida de taxas de juro (e consequente subida dos preços das obrigações) permitiu ao mercado de obrigações de taxa fixa conhecer o seu quarto ano consecutivo de valorização.

Na primeira metade de 2003 os receios de mais um ano decepcionante em termos de crescimento levaram os investidores a procurar ainda refúgio neste mercado. Apesar das expectativas de recuperação das economias na segunda metade do ano, as mensagens dos Bancos Centrais perspectivando a continuação de baixas pressões inflacionistas, especialmente por parte da Reserva Federal americana, contribuíram para manter as taxas em níveis relativamente baixos. Com excepção

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dos meses de Verão, o diferencial entre as taxas dos dez anos nos EUA e na União Europeia permaneceu negativo durante grande parte do ano, ou seja, a União Europeia registou taxas mais elevadas do que os Estados Unidos durante grande parte do ano. Apenas o mercado obrigacionista japonês registou uma desvalorização no ano, de –0.8%, resultado da substancial melhoria das expectativas para a economia nipónica.

Mercado Accionista

O mercado accionista europeu registou em 2003, pela primeira vez nos últimos quatro anos, uma valorização anual. O índice da Morgan Stanley para a União Europeia (MSCI 15) apresentou uma subida anual de 16.5%, encerrando o ano nos níveis de Julho de 2002.

Evolução dos principais indices accionistas

40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% 110% 120% 2000 2001 2002 2003

Standard & Poor's (L) MSCI Pan-Euro (L) Nikkey (R)

A performance sectorial foi, em geral, a típica de períodos de subida. Sectores com beta elevado bem como os mais reactivos a conjunturas de recuperação económica, foram aos que maiores valorizações registaram. Os níveis máximos anuais foram sucessivamente atingidos no final do ano, acompanhando uma descida contínua dos níveis de aversão ao risco por parte dos investidores. O mercado accionista português conheceu uma performance em linha com os restantes mercados europeus, tendo o índice PSI20 encerrado o ano com uma valorização de 15.8%.

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3. A EVOLUÇÃO DO MERCADO DE FIM EM PORTUGAL

Após três anos de queda sucessiva, o mercado dos Fundos de Investimento Mobiliário português voltou a registar uma variação positiva. O montante de activos geridos pelo conjunto das Sociedades Gestoras de Fundos de Investimento Mobiliário portuguesas aumentou 2249 milhões de euros (+11%) em 2003, atingindo os 22.857 milhões de euros no final de Dezembro do ano em análise.

Os Fundos de Obrigações constituíram a categoria de fundos que maior contributo deu para o aumento do montante gerido pelas SGFIM portuguesas em 2003, registando um crescimento de 1571 milhões de euros. Em segundo lugar, situaram-se os Fundos de Tesouraria com um aumento de 345 milhões de euros e em terceiro, a categoria de Fundos de Poupança Reforma / Educação (PPR/E) com uma variação positiva de 178 milhões de euros.

A categoria dos Fundos de Capital Garantido obteve um aumento líquido de 154 milhões de euros e registou uma taxa de crescimento homólogo de 45%, a mais elevada do mercado.

Os Fundos de Acções Nacionais e Internacionais beneficiaram das valorizações bolsistas que se registaram a partir do segundo trimestre de 2003 e finalizaram o ano com um saldo positivo de 14 e de 105 milhões de euros, respectivamente.

Na categoria dos Fundos de Fundos manteve-se a tendência negativa que se vem a registar desde há quatro anos, saldando-se numa diminuição de 169 milhões de euros no montante gerido.

Ao longo do ano foram lançados 13 novos fundos e extintos 19, pelo que o total de fundos de investimento mobiliário portugueses baixou para 215. Paralelamente, o número de fundos estrangeiros comercializados em Portugal aumentou para 46, e seu volume cresceu 41%, atingindo os 309 milhões de euros no final do ano.

No final do ano, as cinco maiores sociedades gestoras de Fundos Mobiliários portuguesas detinham uma quota de 89% do mercado de fundos geridos em Portugal. A CAIXAGEST – Técnicas de Fundos SA, em particular, que lançou 5 novos Fundos ao longo do ano, registou um ligeiro aumento da sua quota de mercado de 19,8% para 19,9%.

No plano legal, a aprovação do Decreto-Lei 252/2003, de 17 de Outubro, transpondo para o ordenamento jurídico português a Directiva Comunitária referente aos “OICVM - Organismos de Investimento Colectivo de Valores Mobiliários”, irá condicionar o mercado dos fundos de investimento nos próximos anos. O âmbito de actuação das Sociedades Gestoras de FIM é alargado à gestão

0 € 5.000 € 10.000 € 15.000 € 20.000 € 25.000 € Milhoes de euros 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003

FUNDOS DE INVESTIMENTO MOBILIÁRIO PORTUGUESES

PPA e PPR A. Internacionais Capital Garantido Acções Nacionais Fundos de Fundos Mistos Obrigações Tesouraria

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discricionária, consultoria de investimentos e à gestão de fundos imobiliários, e a comercialização transfronteiriça dos Fundos “harmonizados” em qualquer país da União Europeia é facilitada.

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4. RELATÓRIO DE GESTÃO

Caracterização do Fundo

O Fundo POSTAL CAPITALIZAÇÃO, lançado em 31 de Julho de 1989, constituído como Fundo Aberto de Obrigações Euro, tem como entidade depositária a Caixa Geral de Depósitos e é comercializado nas estações dos CTT. Sendo um fundo de obrigações de taxa fixa euro, o seu património é composto predominantemente por títulos representativos de dívida com taxa de juro fixa, denominados em euros e emitidos por entidades públicas ou privadas, sedeadas, essencialmente na União Europeia.

O POSTAL CAPITALIZAÇÃO encontra-se vocacionado para aplicações de médio/longo prazo, com valor mínimo de 500€ e com capitalização dos rendimentos gerados.

Estratégia de Investimento

O ano de 2003 foi caracterizado por uma excelente performance dos mercados de crédito em geral. Os spreads de crédito evidenciaram um excelente comportamento, em particular no decorrer do primeiro semestre do ano. Esta performance teve origem em diversos factores: esforço de restruturação das empresas com especial ênfase na geração de cash-flow e redução de dívida, redução dos custos de financiamento (o Banco Central Europeu baixou a taxa de referência de 2.75% para 2%), e o contágio positivo dos mercados de acções e mercados emergentes, que iniciaram comportamentos positivos ainda durante o primeiro semestre de 2003. Os mercados de crédito anteciparam assim, em 2003, a recuperação da economia europeia e global que se aguarda a partir do ano de 2004.

À semelhança do que tem sido a estratégia de investimento no passado recente, para além de um investimento residual em instrumentos de mercado monetário, o fundo manteve na sua composição uma significativa componente, diversificada, de obrigações de taxa indexada emitidas por sólidas entidades, devidamente seleccionadas no que diz respeito à notação de risco (rating), com o objectivo de obter rendibilidade superior à obtida com activos de mercado monetário, mantendo um nível de risco adequado. Assim, através de uma adequada distribuição dos prazos de aplicações, e mantendo uma elevada qualidade de crédito dos activos que compõem a sua carteira, foi possível ao fundo beneficiar da interessante rendibilidade proporcionada pelos mercados de crédito. Adicionalmente, o progressivo amadurecimento do mercado de crédito europeu beneficiou a gestão do fundo, contribuindo para uma maior liquidez dos activos em carteira, em particular no mercado de Asset Backed Securities, em que o fundo esteve particularmente activo.

Avaliação do desempenho

Em 2003 o Fundo POSTAL CAPITALIZAÇÃO registou uma rendibilidade líquida de 1,69% e um desvio padrão anual de 0,46%. No final do ano, o valor da carteira do Fundo era de 11.510.600 euros, distribuídos por 882.733 unidades de participação (UPs), ou seja, uma variação de -14% UPs relativamente ao saldo do início do ano.

POSTAL CAPITALIZAÇÃO Composição da Carteira Liquidez 15% Obrigações Taxa Index 82% Papel Comercial 3% POSTAL CAPITALIZAÇÃO Variação do Valor da UP 99,5% 100,0% 100,5% 101,0% 101,5% 102,0%

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5. DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

FUNDO DE INVESTIMENTO MOBILIÁRIO ABERTO "POSTAL CAPITALIZAÇÃO" BALANÇOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2003 E 2002

(Montantes expressos em Euros)

2002

Activo Mais- Menos- Activo Activo

ACTIVO Notas bruto -valias - valias/provisões líquido líquido CAPITAL DO FUNDO E PASSIVO Notas 2003 2002

CARTEIRA DE TÍTULOS CAPITAL DO FUNDO

Títulos da dívida pública 3 350,032 524 - 350,556 4,564,420 Unidades de participação 1 4,403,033 5,138,160

Outros fundos públicos e equiparados 3 109,932 60 (50) 109,942 142,768 Variações patrimoniais 1 (45,787,425) (44,613,209)

Obrigações diversas 3 8,439,463 24,770 (6,599) 8,457,634 6,417,131 Resultados transitados 1 52,677,994 52,247,018

Títulos de participação 3 362,046 - (18,907) 343,139 337,729 Resultado líquido do exercício 1 217,000 430,975

Outros instrumentos de dívida 3 513,597 - (44) 513,553 1,168,011 11,510,602 13,202,944

9,775,070 25,354 (25,600) 9,774,824 12,630,059

CONTAS DE TERCEIROS

CONTAS DE TERCEIROS Comissões a pagar 5 9,554 10,986

Obrigações vencidas em contencioso 6 816,581 - (816,581) - - Outros credores 18 61,950 28,201

Juros vencidos em contencioso 6 35,758 - (35,758) - - 71,504 39,187

Devedores por operações sobre futuros 4. h) 96,517 - - 96,517 12,159

Outros devedores 17 - - - - 135,362 CONTAS DE REGULARIZAÇÃO

948,856 - (852,339) 96,517 147,521 Receitas com proveito diferido - 6,266

DISPONIBILIDADES

Depósitos à ordem 3 1,656,484 - - 1,656,484 105,755

Depósitos a prazo e com pré-aviso 3 - - - - 200,000

1,656,484 - - 1,656,484 305,755

CONTAS DE REGULARIZAÇÃO

Proveitos a receber 3 e 5 36,727 - - 36,727 164,739

Outras contas de regularização 5 e 11 17,554 - - 17,554 323

54,281 - - 54,281 165,062

Total do Activo 12,434,691 25,354 (877,939) 11,582,106 13,248,397 Total do Capital do Fundo e do Passivo 11,582,106 13,248,397 2003

FUNDO DE INVESTIMENTO MOBILIÁRIO ABERTO "POSTAL CAPITALIZAÇÃO" DEMONSTRAÇÕES DOS RESULTADOS

PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2003 E 2002 (Montantes expressos em Euros)

CUSTOS Notas 2003 2002 PROVEITOS Notas 2003 2002 CUSTOS E PERDAS CORRENTES PROVEITOS E GANHOS CORRENTES

Juros e custos equiparados: Juros e proveitos equiparados:

Da carteira de títulos 5 9,130 150,562 Da carteira de títulos 5 341,776 682,290 Outras, de operações correntes 5 3,395 - Outros, de operações correntes 5 32,031 58,944 Comissões: Em operações extrapatrimoniais 5 608 265 Da carteira de títulos 5 729 197 Rendimento de títulos 5 1,089 1,089 Outras, de operações correntes 5 122,193 139,249 Ganhos em operações financeiras:

Em operações extrapatrimoniais 5 2,973 255 Na carteira de títulos 5 404,886 709,883 Perdas em operações financeiras: Em operações extrapatrimoniais 5 473,313 58,341 Na carteira de títulos 5 332,358 576,124 1,253,703 1,510,812 Em operações extrapatrimoniais 5 492,154 67,968

Impostos e taxas:

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DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA

2003 2002 OPERAÇÕES SOBRE AS UNIDADES DO FUNDO

Recebimentos:

Subscrição de unidades de participação 825,505 935,652 Pagamentos:

Resgates de unidades de participação (2,734,847) (3,790,147)

Fluxo das operações sobre as unidades do Fundo (1,909,342) (2,854,495)

OPERAÇÕES DA CARTEIRA DE TÍTULOS Recebimentos:

Venda de títulos 9,340,035 9,560,793 Reembolso de títulos 2,816,727 2,025,796 Rendimento de títulos 1,089 1,089 Juros e proveitos similares recebidos 466,075 620,900 Pagamentos:

Compra de títulos (9,099,901) (12,905,514) Juros e custos similares pagos (10,617) (187,873) Taxas de bolsa suportadas (56) (18)

Taxas de corretagem (141) (86)

Outros pagamentos relacionados com a carteira (536) (91)

Fluxo das operações da carteira de títulos 3,512,675 (885,004)

OPERAÇÕES A PRAZO E DE DIVISAS Recebimentos:

Recebimentos em operações cambiais 321,501 12,680 Margem inicial em contratos futuros 10,000 82,112 Pagamentos:

Pagamentos em operações cambiais (319,537) (12,172) Margem inicial em contratos futuros (133,345) (102,620)

Fluxo das operações a prazo e de divisas (121,381) (20,000)

OPERAÇÕES DE GESTÃO CORRENTE Recebimentos:

Juros de depósitos bancários 24,235 48,034 Vencimento de depósitos a prazo e com pré-aviso 85,890,000 232,250,000 Pagamentos:

Comissão de gestão (102,395) (116,881) Comissão de depositário (19,199) (21,915) Juros de depósitos bancários (3,395) -Impostos e taxas (30,233) (35,969) Constituição de depósitos a prazo e com pré-aviso (85,690,000) (228,450,000)

Fluxo das operações de gestão corrente 69,013 3,673,269

OPERAÇÕES EVENTUAIS Pagamentos:

Perdas imputáveis a exercícios anteriores (236)

-Fluxo das operações eventuais (236)

Saldo dos fluxos monetários do período 1,550,729 (86,230)

Depósitos à ordem no início do período 105,755 191,985

Depósitos à ordem no fim do período 1,656,484 105,755

"POSTAL CAPITALIZAÇÃO"

FUNDO DE INVESTIMENTO MOBILIÁRIO ABERTO

O anexo faz parte integrante destas demonstrações. PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2003 E 2002

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ANEXO

INTRODUÇÃO

O Fundo de Investimento Mobiliário Aberto "Postal Capitalização" (adiante designado por “Fundo”), foi autorizado em 24 de Julho d e 1989, por Portaria do Ministério das Finanças, tendo iniciado a sua actividade em 31 de Julho de 1989. Em 18 de Abril de 1997, após autorização da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários o Fundo alterou a denominação de “Fundo Valor Crescente” para a actual. Este Fundo foi constituído por prazo indeterminado e tem por objecto o investimento em obrigações de rendimento fixo. O Fundo é administrado, gerido e representado desde 21 de Agosto de 2000 pela Caixagest - Técnicas de Gestão de Fundos, S.A.. As funções de banco depositário são exercidas desde essa data pela Caixa Geral de Depósitos, S.A.(CGD).

As unidades de participação do Fundo são comercializadas através dos CTT - Correios de Portugal, S.A. (CTT). Por esta função, os CTT debitam à Sociedade Gestora uma comissão de comercialização, variável de acordo com o valor do Fundo.

BASES DE APRESENTAÇÃO

As demonstrações financeiras foram preparadas com base nos registos contabilísticos do Fundo, mantidos de acordo com o Plano de Contas dos Fundos de Investimento Mobiliário, estabelecido pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, e regulamentação complementar emitida por esta entidade, na sequência da competência que lhe foi atribuída pelo Decreto -Lei nº 276/94, de 2 de Novembro, aditado pelas alterações constantes do Decreto -Lei nº 323/99, de 13 de Agosto.

As notas que se seguem respeitam a numeração sequencial definida no Plano de Contas dos Fundos de Investimento Mobiliário. As notas cuja numeração se encontra ausente não são aplicáveis ou a sua apresentação não é relevante para a leitura das demonstrações financeiras anexas.

1. CAPITAL DO FUNDO

O património do Fundo está formalizado através de unidades de participação, com características iguais e sem valor nominal, as quais conferem a os seus titulares o direito de propriedade sobre os valores do Fundo, proporcional ao número de unidades que representam.

O movimento ocorrido no capital do Fundo, durante os exercícios de 2002 e 2003, apresenta o seguinte detalhe:

Número total Valor Diferença Resultado de unidades unitário da Valor para o valor Resultados líquido do de participação unidade de base base transitados exercício Total em circulação participação

Saldos em 31 de Dezembro de 2001 6.269.817 (42.890.372) 51.745.431 501.588 15.626.464 1.256.988 12,4317

Subscrições 371.954 563.699 - - 935.653 74.570 12,5473 Resgates (1.503.606) (2.286.541) - - (3.790.147) (301.446) 12,5732

Transferências - - 501.588 (501.588) - -

(13)

-O valor líquido global do Fundo e o valor de cada unidade de participação no último dia de cada trimestre dos exercícios de 2001 a 2003 foi o seguinte:

Valor líquido Valor da Unidade Ano Meses global do Fundo de Participação

2003 Março 13.212.295 12,8903 Junho 12.839.990 12,9425 Setembro 12.326.649 12,9574 Dezembro 11.510.602 13,0397 2002 Março 15.230.309 12,4484 Junho 14.205.539 12,5915 Setembro 13.722.675 12,7471 Dezembro 13.202.944 12,8170 2001 Março 14.454.215 12,1496 Junho 15.788.843 12,1920 Setembro 15.654.021 12,3548 Dezembro 15.626.464 12,4317 2. VOLUME DE TRANSACÇÕES

O volume de transacções durante os exercícios de 2003 e 2002, foi o seguinte:

Compras Vendas Total

Bolsa Fora Bolsa Bolsa Fora Bolsa Bolsa Fora Bolsa

Títulos da dívida pública - - 3.747.473 - 3.747.473 -

Obrigações diversas 4.682.930 - 392.327 - 5.075.257 -

Outros fundos públicos e equiparados - - - -

Papel comercial - 3.995.738 - 4.826.482 - 8.822.220

Bilhetes de tesouro 421.233 - 244.657 - 665.890

-Contratos de futuros 81.278 - 81.247 - 162.525

-5.185.441 3.995.738 4.465.704 4.826.482 9.651.145 8.822.220

Compras Vendas Total

Bolsa Fora Bolsa Bolsa Fora Bolsa Bolsa Fora Bolsa

Títulos da dívida pública 6.771.601 - 4.449.520 - 11.221.121 -

Obrigações diversas 3.664.859 - 3.999.327 - 7.664.186 -

Outros fundos públicos e equiparados 60.000 - - - 60.000 -

Papel comercial - 2.409.054 - 1.241.043 - 3.650.097

Contratos de futuros 7.279 - 7.269 - 14.548

-10.503.739 2.409.054 8.456.116 1.241.043 18.959.855 3.650.097 2003

2002

De acordo com o regulamento de gestão do Fundo, no resgate de unidades de participação é cobrada ao participante uma comissão variável em função dos prazos de detenção das unidades de

participação, de acordo com as seguintes regras: i) 1% até 3 meses;

ii) 0,5% de 3 a 6 meses; e

iii) 0% para prazos superiores a 6 meses.

No apuramento da comissão de resgate, é utilizado o método contabilístico FIFO, ou seja, as unidades de participação subscritas em primeiro lugar são as primeiras a ser consideradas para efeitos de resgate.

(14)

Esta comissão é cobrada nos balcões dos CTT, constituindo um proveito da entidade comercializada das unidades de participação do Fundo.

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Não é cobrada comissão de subscrição.

O número de participantes por escalão, apresenta o seguinte detalhe:

2003 2002 Até € 500 847 19 Entre € 500 e € 2.500 380 670 Entre € 2.500 e € 12.500 147 675 Entre € 12.500 e € 50.000 37 213 Acima de € 50.000 4 25 --- --- Total de participantes 1.415 1.602 ==== ====

3. CARTEIRA DE TÍTULOS E DISPONIBILIDADES

O detalhe da carteira de títulos em 31 de Dezembro de 2003 e 2002 é apresentado Anexo I e II, respectivamente.

Em 31 de Dezembro de 2003 e 2002, a carteira de títulos do Fundo inclui um montante de € 516.678 e € 300.968, respectivamente, correspondente a o brigações emitidas por entidades do mesmo grupo onde se inserem a sociedade gestora e o banco depositário.

O movimento ocorrido nas rubricas de disponibilidades durante os exercícios de 2002 e 2003, foi o seguinte:

Depósitos à ordem

Depósitos a prazo e

com pré-aviso Total Saldos em 31 de Dezembro de 2001 191.985 4.000.000 4.191.985 Aumentos - 228.450.000 228.450.000 Reduções (86.230) (232.250.000) (232.336.230) Saldos em 31 de Dezembro de 2002 105.755 200.000 305.755 Aumentos 1.550.729 85.690.000 87.240.729 Reduções - (85.890.000) (85.890.000) Saldos em 31 de Dezembro de 2003 1.656.484 - 1.656.484

Em 31 de Dezembro de 2003, a composição dos Depósitos à ordem é a seguinte:

Taxa

Moeda Banco Montante de juro

EUR CGD 1.602.183 1,98% EUR BTA 54.130 - EUR CITIBANK 171 - --- 1.656.484 ========

(16)

4. PRINCIPAIS POLÍTICAS CONTABILÍSTICAS

As políticas contabilísticas mais significativas, utilizadas na preparação das demonstrações financeiras, foram as seguintes:

a) Reconhecimento de juros de aplicações

Os juros das aplicações são reconhecidos na demonstração dos resultados do exercício em que se vencem, independentemente do momento em que são recebidos. Os juros são registados pelo montante bruto, sendo o respectivo Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS) reconhecido na demonstração dos resultados do exercício na rubrica “Impostos e taxas - Directos” (Nota 9).

Os juros corridos de títulos adquiridos são registados pelo seu montante líquido em “Juros e custos equiparados”, na data da sua liquidação financeira. Simultaneamente, o juro bruto é reflectido em “Juros e proveitos equiparados”, s endo o respectivo imposto registado na rubrica “Impostos e taxas

- Directos” da demonstração dos resultados. b) Aplicações em papel comercial

As aplicações em papel comercial são registadas ao custo de aquisição. A diferença entre o valor nominal e o custo de aquisição, que constitui a remuneração do Fundo, é reconhecida

contabilisticamente como proveito ao longo do período compreendido entre a data de aquisição e a data de vencimento dos títulos.

c) Carteira de títulos

As compras de títulos são registadas, na data da transacção, pelo seu valor efectivo de aquisição. Os títulos em carteira são avaliados ao seu valor de mercado, de acordo com as seguintes regras: i) Os valores mobiliários admitidos à negociação numa bolsa de valores e com transacções

efectuadas nos últimos 30 dias, são valorizados à cotação de fecho fornecida pelas entidades gestoras do mercado onde os valores se encontram admitidos à cotação e captados através da NetBolsa (mercado nacional), da Reuters e da Bloomberg (mercados estrangeiros); ii) Os valores mobiliários cotados sem transacções nos últimos 30 dias e os não cotados são

ambos valorizados à melhor oferta de compra fornecida pelos market makers do mercado, através da Reuters e da Bloomberg;

iii) Os valores mobiliários em processo de admissão à cotação numa bolsa de valores ou num mercado regulamentado, serão valorizados tendo por base os preços de mercado de valores mobiliários da mesma espécie, emitidos pela mesma entidade e admitidos à cotação, introduzindo um desconto que reflicta as características de fungibilidade, frequência e liquidez entre as emissões;

iv) Se os valores mobiliários forem cotados em mais de uma bolsa, será considerado o preço praticado no mercado que apresenta maior liquidez, frequência e regularidade de

transacções;

v) Caso as condições a que se referem as alíneas ii) e iii) acima não se verificarem, será utilizado o método da Discount Margin para as obrigações de taxa indexada. Para as

(17)

O valor de cada unidade de participação é calculado dividindo o valor líquido do património do Fundo pelo número de unidades de participação em circulação. O valor líquido do património corresponde ao somatório das rubricas do capital do Fundo.

(18)

A rubrica "Variações patrimoniais" resulta da diferença entre o valor de subscrição ou resgate relativamente ao valor base da unidade de participação, na data de subscrição ou resgate, respectivamente.

e) Comissão de gestão e de depositário

A comissão de gestão e a comissão de depositário, de acordo com o Decreto -Lei nº 276/94, de 2 de Novembro, constituem um encargo do Fundo, a título de remuneração de serviços a si prestados.

De acordo com o regulamento de gestão do Fundo, estas comissões são calculadas diariamente, por aplicação de uma taxa fixa mensal de 0,067% para a comissão de gestão e de 0,0125% para a comissão de depositário, sobre o valor médio diário do património líquido do Fundo.

A comissão de gestão e a comissão de depositário são liquidadas mensalmente, através da aplicação das percentagens acima definidas, sendo registadas na rubrica “Comissões – Outras, de operações correntes”.

f) Taxa de supervisão

A taxa de supervisão devida à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, de acordo com a Portaria nº 313-A/2000, de 29 de Fevereiro, aditada pela Portaria nº 1303/2001, de 22 de Novembro, constitui um encargo do Fundo. Esta remuneração é calculada por a plicação de uma taxa sobre o valor global do Fundo no final de cada mês. Em 31 de Dezembro de 2003, esta taxa ascendia a 0,0133%o. Sempre que o resultado obtido seja inferior a € 50 ou superior a € 10.000, a taxa mensal

devida, corresponderá a um desses limites. g) Provisões acumuladas

Visam cobrir as perdas potenciais associadas à incobrabilidade de créditos que possam resultar de incumprimentos no pagamento de obrigações ou juros vencidos.

Esta provisão é calculada mediante uma avaliação dos valores mobiliários com serviço de dívida em atraso (capital e juros), de acordo com o princípio da prudência, tendo em consideração as perspectivas que o devedor apresenta para a sua regularização. Regista -se na rubrica do activo “Provisões acumuladas”.

De acordo com instruções da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, as provisões a constituir deverão respeitar as seguintes norm as:

i) Quanto ao capital vincendo de obrigações com cupões já vencidos e não liquidados, o impacto de um eventual incumprimento deverá ser reflectido através do reconhecimento de menos - valias. No vencimento, deverá ser constituída uma provisão para o brigações vencidas, pelo valor total registado no activo;

ii) Quando se verifique o incumprimento do pagamento de juros de um cupão, deverão deixar de ser reconhecidos os juros dos cupões subsequentes, havendo lugar à constituição de provisões pelos juros entretanto reconhecidos como proveitos e não liquidados;

iii) Quando vencidos e não liquidados, tanto capital como juros devem ser transferidos das respectivas contas da carteira de títulos para as correspondentes contas de devedores;

(19)

h) Operações com contratos de “Futuros”

As posições abertas em contratos de futuros, realizadas em mercados organizados, são reflectidas em rubricas extrapatrimoniais. Estas operações são valorizadas diariamente, com base nas cotações de mercado, sendo os lucros e prejuízos, realizados ou potenciais,

reconhecidos como proveito ou custo nas rubricas de “Ganhos/perdas em operações financeiras – em operações extrapatrimoniais”.

A margem inicial, bem como os eventuais reforços do seu valor (ajustamentos de cotações) são registados na rubrica “Devedores por operações sobre futuros”.

5. COMPONENTES DO RESULTADO DO FUNDO Estas rubricas têm a seguinte composição: PROVEITOS

Ganhos de Capital Mais Mais

valias valias Juros Rendimento potenciais efectivas Total Vencidos Decorridos Total de títulos Total Operações à vista:

Títulos da dívida pública 39.485 215.944 255.429 53.979 4.191 58.170 - 313.599 Outros fundos públicos equiparados 2.069 - 2.069 2.868 673 3.541 - 5.610 Obrigações diversas 83.974 43.623 127.597 213.832 22.771 236.603 - 364.200 Títulos de participação 18.482 - 18.482 3.778 5.611 9.389 1.089 28.960 Outros instrumentos de dívida 1.309 - 1.309 30.592 3.481 34.073 - 35.382

Depósitos - - - 30.293 1.738 32.031 - 32.031 Operações cambiais - 163 163 - - - - 163 Operações a prazo: Taxa de juro Futuros - 457.334 457.334 608 - 608 - 457.942 Operações cambiais - 15.816 15.816 - - - - 15.816 145.319 732.880 878.199 335.950 38.465 374.415 1.089 1.253.703 2003 Ganhos de Capital Mais Mais

valias valias Juros Rendimento potenciais efectivas Total Vencidos Decorridos Total de títulos Total Operações à vista:

Títulos da dívida pública 296.114 57.565 353.679 225.622 107.992 333.614 - 687.293 Outros fundos públicos equiparados 408 152.189 152.597 3.259 1.248 4.507 - 157.104 Obrigações diversas 199.286 - 199.286 270.403 25.741 296.144 - 495.430 Títulos de participação 4.321 - 4.321 4.274 9.482 13.756 1.089 19.166 Outros instrumentos de dívida - - - 14.019 20.250 34.269 - 34.269

Depósitos - - - 58.595 349 58.944 - 58.944 Operações cambiais - 509 509 - - - - 509 Operações a prazo: Taxa de juro Futuros - 57.832 57.832 265 - 265 - 58.097 500.129 268.095 768.224 576.437 165.062 741.499 1.089 1.510.812 2002

(20)

CUSTOS

Perdas de Capital Menos Menos

valias valias Juros

potenciais efectivas Total Vencidos Decorridas Vencidas Total Total Operações à vista:

Títulos da dívida pública 221.710 112 221.822 - - - - 221.822 Outros fundos públicos equiparados 1.610 32 1.642 - - - - 1.642 Obrigações diversas 94.144 80 94.224 8.903 - - - 103.127 Títulos de participação 13.072 - 13.072 - - - - 13.072 Outros instrumentos de dívida 1.353 245 1.598 227 - - - 1.825

Depósitos - - - 3.395 - - - 3.395 Operações a prazo: Taxa de juro Futuros - 492.154 492.154 - - - - 492.154 Comissões: De gestão - - - - 93.293 7.915 101.208 101.208 De depósito - - - - 17.493 1.484 18.977 18.977 Taxa de supervisão - - - - 1.853 155 2.008 2.008 Da carteira de títulos - - - - 729 - 729 729 De operações extrapatrimoniais - - - - 2.973 - 2.973 2.973 331.889 492.623 824.512 12.525 116.341 9.554 125.895 962.932 Comissões 2003 Perdas de Capital Menos Menos

valias valias Juros

potenciais efectivas Total Vencidos Decorridas Vencidas Total Total Operações à vista:

Títulos da dívida pública 179.012 12.762 191.774 142.609 - - - 334.383 Outros fundos públicos equiparados 578 16 594 195 - - - 789 Obrigações diversas 345.234 9.328 354.562 7.758 - - - 362.320 Títulos de participação 29.194 - 29.194 - - - - 29.194 Operações a prazo: Taxa de juro Futuros - 67.968 67.968 - - - - 67.968 Comissões: De gestão - - - - 106.243 9.101 115.344 115.344 De depósito - - - - 19.920 1.707 21.627 21.627 Taxa de supervisão - - - - 2.100 178 2.278 2.278 Da carteira de títulos - - - - 197 - 197 197 De operações extrapatrimoniais - - - - 255 - 255 255 554.018 90.074 644.092 150.562 128.715 10.986 139.701 934.355 Comissões 2002 6. CONTAS DE TERCEIROS

Esta rubrica é composta por capital e juro vencido de obrigações, que se encontram totalmente provisionados.

(21)

. As mais -valias, nas quais se incluem os rendimentos líquidos obtidos em contratos de futuros, são tributadas nas mesmas condições das auferidas por pessoas singulares residentes em território português. Assim, a o saldo positivo apurado entre as mais -valias e as menos -valias obtidas em cada exercício, é aplicada uma taxa de IRC de 10%, sendo que, para as acções que se encontrem em carteira há mais de um ano não há lugar a tributação. É ainda de referir que, no apuramento das mais -

- valias fiscais decorrentes da alienação de acções, é utilizado o critério FIFO;

. Os dividendos recebidos de empresas estrangeiras e todos os restantes rendimentos não sujeitos a retenção na fonte são tributados em 25%. Ao imposto d evido sobre esses rendimentos pode ser deduzido um crédito de imposto correspondente ao imposto pago no estrangeiro relativamente aos rendimentos em causa ou, se menor, ao imposto que incidiria sobre tais rendimentos nos termos do preceito legal supra refe rido. Existindo uma convenção para eliminar a dupla tributação celebrada por Portugal e o país onde os rendimentos são obtidos que não exclua os fundos de investimento, o crédito de imposto não pode exceder o imposto pago nesse país nos termos previstos p ela

convenção.

Em 31 de Dezembro de 2003 e 2002, a rubrica de “Impostos e taxas – Directos” apresenta a seguinte composição de acordo com o tipo de rendimento gerador de tributação:

2003 2002

Juros de obrigações diversas 47.320 59.243

Juros de títulos da dívida pública 11.634 66.724

Juros de papel comercial 6.163 6.853

Juros de depósitos a prazo 3.366 11.708

Juros de depósitos à ordem 3.040 81

Juros de outros fundos públicos equiparados 708 902

Juros de bilhetes de tesouro 663 -

Mais-valias de operações cambiais 530 -

Juros de depósitos de futuros 152 -

Mais-valias em futuros - 65

--- --- 73.576 145.576 ===== ====== 11. EXPOSIÇÃO AO RISCO CAMBIAL

Em 31 de Dezembro de 2003, o Fundo detinha os seguintes activos expressos em moeda estrangeira:

Posição

Moedas À Vista Forward Futuros Total Opções Global

Dólar Norte Americano 34.819 (34.800) - (34.800) - 19

Contravalor em Euros 27.568 (27.553) - (27.553) - 15

2003 A Prazo

Posição cambial

Em 31 de Dezembro de 2003, a rubrica “Outras contas de Regularização” inclui a reavaliação do contrato a prazo no montante de € 15.816.

Em 31 de Dezembro de 2002, o Fundo não detinha activos ou passivos expressos em moeda estrangeira.

(22)

12. EXPOSIÇÃO AO RISCO TAXA DE JURO

Em 31 de dezembro de 2003 e 2002, os prazos residuais até à data de vencimento dos títulos de taxa fixa, apresentam a seguinte composição:

Valor da carteira Maturidade 2003 2002 Até 1 ano 563.543 1.316.071 De 1 a 3 anos - 952.172 De 3 a 5 anos 315.156 569.028 De 5 a 7 anos - 886.709 Mais de 7 anos - 1.407.749 --- --- 878.699 5.131.729 ====== ========

Em 31 de Dezembro de 2003 e 2002, o Fundo não detém posições em aberto em contratos de futuros de taxa de juro.

17. OUTROS DEVEDORES

Em 31 de Dezembro de 2002, esta rubrica inclui as vendas de títulos, cuja liquidação financeira ainda não ocorreu à data do balanço.

18. OUTROS CREDORES

Em 31 de Dezembro de 2003 e 2002, esta rubrica corresponde ao imposto a pagar relativo aos rendimentos obtidos fora do território português no decurso do exercício, o qual será liquidado até ao final do mês de Abril do ano seguinte, em conformidade com o Artigo 22º do Estatuto dos Benefícios Fiscais.

(23)

FUNDO DE INVESTIMENTO MOBILIÁRIO ABERTO "POSTAL CAPITALIZAÇÃO "

INVENTÁRIO DA CARTEIRA DE TÍTULOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2003 (Montantes expressos em Euros)

Custo de Mais Menos Valor de Juro Valor de

Aquisição Valias Valias Mercado Corrido Balanço

(Nota 5) Valores Mobiliários Cotados:

M.C.O.B.V. Portuguesa

Outros fundos públicos equiparados:

Parque Expo 98/97-1E 60,000 60 - 60,060 418 60,478

G.R.ACORES I/92 49,932 - (50) 49,882 255 50,137

109,932 60 (50) 109,942 673 110,615

Obrigações diversas:

CGD Val.Real Ind.IPC 61,701 66 - 61,767 - 61,767

CGD Ob.Cx.Sub.Renda+ 137,476 241 - 137,717 74 137,791

CGD-Renda Mais 2ªEm. 6,083 93 - 6,176 11 6,187

BES Cx. Subord. /97 197,441 - (1) 197,440 96 197,536 BES Ob.Perpet.Sub/97 161,557 - (1,517) 160,040 20 160,060 BTA 1-10/95 14,652 283 - 14,935 38 14,973 Lusoleasing /95 447,621 - (2,743) 444,878 1,220 446,098 B.Santander 2/94 613,682 2,905 - 616,587 2,310 618,897 B.Santander /95 173,181 2,684 - 175,865 684 176,549 Mod.Cont.(Warrants) 87,848 1,279 - 89,127 5 89,132 Portucel SGPS 99/04 59,880 - - 59,880 173 60,053 SODIM TX VARIAVEL/97 249,399 - (373) 249,026 1,160 250,186

BNU Subord. 1ªE /97 9,777 58 - 9,835 40 9,875

UBP Cx/96 38,106 4,217 - 42,323 12 42,335 Somague ,SGPS /97 124,699 51 - 124,750 480 125,230 GDP /97 494,309 - (1,247) 493,062 176 493,238 2,877,412 11,877 (5,881) 2,883,408 6,499 2,889,907 Títulos de participação: BANCO MELLO/87 362,046 - (18,907) 343,139 5,611 348,750

M.C.O.B.V. Estados Membros UE Títulos de dívida pública:

GREECE Float 05 350,032 524 - 350,556 4,191 354,747 Obrigações diversas: IBSANP Float 07 69,958 21 - 69,979 242 70,221 DHY 1.5% 01/2004 49,818 173 - 49,991 437 50,428 GELDILUX 06/2005 1 A 150,000 60 - 150,060 119 150,179 MFPLC 3X A2 100,200 2 - 100,202 280 100,482 GRANITE 2003-3 2A 100,000 40 - 100,040 515 100,555 TDA CAM 2 A 26/10/32 97,346 5 - 97,351 339 97,690 BANCAJA 6 A2 08/2017 100,000 30 - 100,030 144 100,174 MPS ASSET SEC 11/12 50,000 - (5) 49,995 152 50,147 SIENA 2002-3 A1 30,012 - (12) 30,000 71 30,071 INTESA 2 BCI A1 50,000 20 - 50,020 88 50,108 SANTANDER 5.25% 2008 249,399 3,990 - 253,389 3,400 256,789 MAGEL 2 A 7/2036 50,000 - - 50,000 181 50,181 NOSTR 1 A 11/2015 50,000 35 - 50,035 149 50,184 INVST.GRAD.EUROPE 07 60,000 376 - 60,376 155 60,531 BSNSA Float 08/2006 49,970 8 - 49,978 148 50,126 CXGD Float 04/07 299,583 417 - 300,000 1,058 301,058 CRLYON 04/2004 70,000 - - 70,000 304 70,304 BBVSMFI FLOAT 03/04 79,922 54 - 79,976 79 80,055 BRADBI Float 07/2006 59,964 - (54) 59,910 197 60,107

(24)

ABBEY NATL 06/2012 74,863 550 - 75,413 13 75,426 CAJAMM Float 04 69,965 - (56) 69,909 223 70,132 CAJAMM Float 08/2004 99,985 - (35) 99,950 284 100,234 PEUGOT Flt. 30/08/04 50,010 - (10) 50,000 87 50,087 KOAG Float 02/04 99,800 144 - 99,944 203 100,147 DCX Float 05/2004 99,950 - (50) 99,900 306 100,206 NINVBKFloat 12/08 200,885 1,206 - 202,091 18 202,109 HBOS Float 01/05 69,944 14 - 69,958 220 70,178 ST GEORG FLOAT 07 69,903 132 - 70,035 11 70,046 CORSJY Float 12/2004 100,000 10 - 100,010 96 100,106 COVENTRY Float 09/08 59,943 30 - 59,973 9 59,982 BK IRELAND Flt.12/13 49,929 133 - 50,062 39 50,101 PEUGEOT FLOAT 04 79,922 28 - 79,950 142 80,092 CAMGLO Float 04 70,000 - - 70,000 57 70,057 RCI BANQUE SA 8/2004 50,000 35 - 50,035 93 50,128 ALLIANC&LEIC Float04 174,990 96 - 175,086 301 175,387 ALLNCE Float 08/2008 49,952 3 - 49,955 129 50,084 CAIXAC Float 08/2008 59,885 85 - 59,970 158 60,128 Northern Rock 03/07 159,555 317 - 159,872 222 160,094 NORT.ROCK 4/04 70,042 - (7) 70,035 236 70,271 EUROB Float 10/2008 59,914 - (34) 59,880 275 60,155 ISFBA Float 06/2005 69,959 24 - 69,983 86 70,069 Allied Ir.Bank 09/08 49,905 - (2) 49,903 7 49,910 UNBP Float 06/2004 72,971 - (190) 72,781 12 72,793 IKB Float 11/2008 49,940 - (4) 49,936 129 50,065 ANGLIA Float 11/2008 59,912 - (32) 59,880 277 60,157 EUROCLEAR 05/10 175,000 919 - 175,919 853 176,772

Sara Lee/De Ant12/04 50,025 30 - 50,055 78 50,133

CCCI Float 03/05 69,986 - (21) 69,965 36 70,001 Unibank Float 09/09 248,518 2,656 - 251,174 559 251,733 VW Float 09/2004 49,978 23 - 50,001 70 50,071 VW Float 10/2006 59,894 25 - 59,919 207 60,126 RBS Float 10/2013 59,971 143 - 60,114 305 60,419 Bank Scotland 07/04 70,070 - (70) 70,000 319 70,319 LANDESBK 10/2005 70,000 12 - 70,012 223 70,235 HVB Float 10/2006 49,956 39 - 49,995 187 50,182 INTESA 2-BCI A2 100,230 - (50) 100,180 184 100,364 IBSANP Float 10 151,094 - (60) 151,034 28 151,062 GEN ELEC.Float 03/06 89,869 275 - 90,144 101 90,245 GE Float 05/2005 40,000 28 - 40,028 106 40,134 BMW Float 03/04 99,900 - - 99,900 15 99,915 BPI FLOAT 05/2006 69,944 130 - 70,074 219 70,293 BPIN Float 03/05 69,790 178 - 69,968 50 70,018 BPIN Float 06/2005 49,926 - (26) 49,900 61 49,961 5,462,447 12,496 (718) 5,474,225 15,292 5,489,517

Em processo de admissão em mercados nacional Obrigações diversas:

ESF Float 07/2006 99,604 397 - 100,001 981 100,982

Outros valores

Outros Instrumentos de dívida Bilhetes de Tesouro

BT 23JUL2004 176,330 - (44) 176,286 1,311 177,597

Papel comercial:

ESTORIL SOL3ªEM 01/9 337,267 - - 337,267 2,169 339,436

(25)

FUNDO DE INVESTIMENTO MOBILIÁRIO ABERTO "POSTAL CAPITALIZAÇÃO"

INVENTÁRIO DA CARTEIRA DE TÍTULOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2002 (Montantes expressos em Euros)

Custo de Mais Menos Valor de Juro Valor de Aquisição Valias Valias Mercado Corrido Balanço

(Nota 5) Valores Mobiliários Cotados:

M.C.O.B.V. Portuguesa Títulos da dívida pública:

OTRV 1996/2003 499,000 1,000 - 500,000 4,769 504,769 Outros fundos públicos equiparados:

Parque Expo 98/97-1E 60,000 - - 60,000 639 60,639 G.R.ACORES I/92 83,217 - (449) 82,768 609 83,377 143,217 - (449) 142,768 1,248 144,016 Obrigações diversas: BES Cx. Subord. /97 197,441 - (3,428) 194,013 123 194,136 BES Ob.Perpet.Sub/97 161,558 - (161) 161,397 2 6 161,423 BTA 1-10/95 9,702 - - 9,702 3 4 9,736 Lusoleasing /95 447,621 - (1,845) 445,776 1,626 447,402 B.Santander 2/94 613,685 - (4,944) 608,741 3,362 612,103 B.Santander /95 173,183 1,183 - 174,366 1,002 175,368 Sonae Industria /98 212,893 25,809 - 238,702 2,491 241,193 Mod.Cont.(Warrants) 87,848 1,306 - 89,154 6 89,160 Jeronimo Martins /96 29,235 938 - 30,173 178 30,351 SODIM TX VARIAVEL/97 249,399 - (2,394) 247,005 1,593 248,598 BPSM 2/95 24,863 25 - 24,888 146 25,034 Caixa Central /96 198,123 - (539) 197,584 129 197,713 UBP Cx/96 38,106 3,198 - 41,304 1 5 41,319 Carris /96 99,635 - - 99,635 1,486 101,121 Somague ,SGPS /97 249,399 101 - 249,500 1,316 250,816 GDP /97 494,309 - - 494,309 230 494,539 3,287,000 32,560 (13,311) 3,306,249 13,763 3,320,012 Títulos de participação: BANCO MELLO/87 362,046 - (24,317) 337,729 9,482 347,211 M.C.O.B.V. Estados Membros UE

Títulos de dívida pública:

DBR 3.75% 99/2009 335,963 40,763 - 376,726 11,158 387,884 DBR 4.125% 07/2008 238,125 18,445 - 256,570 4,091 260,661 DBR 6% 07/2007 287,029 16,218 - 303,247 6,522 309,769 OBL 5% 08/05 266,614 11,077 - 277,691 3,906 281,597 DBR 5.5% 01/04/31 391,180 22,382 - 413,562 16,408 429,970 DBR 5.25% 01/04/11 385,157 24,959 - 410,116 20,786 430,902 DBR 5% 01/2012 571,459 12,611 - 584,070 21,791 605,861 BKO 3.5% 12/2003 147,770 290 - 148,060 225 148,285 BTPS 3.25% 04/04 97,950 2,780 - 100,730 557 101,287 BTPS 4% 10/2004 281,721 9,377 - 291,098 2,305 293,403 BTPS 4.5% 03/2007 249,875 15,907 - 265,782 3,094 268,876 NETHER 4% 07/2005 279,798 2,854 - 282,652 8,574 291,226 GREECE Float 05 350,031 4,085 - 354,116 3,806 357,922 3,882,672 181,748 - 4,064,420 103,223 4,167,643

(26)

Obrigações diversas: GELDILUX 06/2005 1 A 150,000 - (435) 149,565 159 149,724 GRANITE MORTG. 2A 70,000 - (70) 69,930 543 70,473 MPS ASSET SEC 11/12 50,000 - (25) 49,975 220 50,195 SANTANDER 5.25% 2008 249,399 4,015 - 253,414 4,411 257,825 EUROCLEAR 05/10 175,000 350 - 175,350 1,275 176,625 ST GEORG Float 07 69,903 27 - 69,930 24 69,954 CXGD Float 04/07 299,583 - (183) 299,400 1,568 300,968 BBVSMFI FLOAT 03/04 79,922 - (2) 79,920 106 80,026 Merrill Lynch Fl./03 150,060 - (14) 150,046 631 150,677 ABBEY NATL 06/2012 74,863 - (650) 74,213 11 74,224 ESFG Overseas /98 182,148 8,820 - 190,968 40 191,008 KOAG Float 02/04 99,800 134 - 99,934 271 100,205 Deutsche Telekom /03 99,808 - (1,058) 98,750 578 99,328 NINVBKFloat 12/08 200,885 - (2,285) 198,600 20 198,620 PEUGEOT FLOAT 04 79,922 28 - 79,950 197 80,147 ALLIANC&LEIC Float04 174,991 44 - 175,035 407 175,442 Northern Rock 03/07 159,555 77 - 159,632 305 159,937 UNBP Float 06/2004 72,971 - (117) 72,854 11 72,865 Unibank Float 09/09 248,517 1,557 - 250,074 739 250,813 IBSANP Float 10 151,095 - (1,193) 149,902 60 149,962 BMW Float 03/04 99,900 - (700) 99,200 34 99,234

Ford Can Float 03/03 64,041 129 - 64,170 22 64,192

FRTEL Float 05/03 99,427 643 - 100,070 346 100,416

3,101,790 15,824 (6,732) 3,110,882 11,978 3,122,860

Outros valores

Outros instrumentos de dívida Papel comercial:

JMR 10ªE 720,603 - - 720,603 18,802 739,405

LUSOMUNDO 15ªE 447,408 - - 447,408 1,448 448,856

1,168,011 - - 1,168,011 20,250 1,188,261

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