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O COLÉGIO MILITAR PARA ALUNOS EXTERNOS?

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Academic year: 2021

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Texto

(1)

2006/07/07

O C

OLÉGIO

M

ILITARPARAALUNOSEXTERNOS

?

João Brandão Ferreira

“Quando não se sabe para que porto se navega nenhum

vento é favorável” (Séneca)

Consta por aí que querem transformar o Colégio Militar (CM)

em externato. Se isso for para a frente terão também que lhe

mudar o nome, pois acabaram de o matar. Justamente, o

que faz o CM é o internato. E já é assim desde 1803. Parece

que não correu mal …

Porque pretendem fazer isto? Porque não há candidaturas

suficientes, dizem. E, mais uma vez, à má maneira portuguesa vai-se atacar efeitos em vez de

causas. Não me permito assumir não ter havido já muita gente a pensar sobre isto. Houve-as

certamente mas, talvez, tenham ido pelas razões mais fáceis e por razões economicistas. A ideia

mais fácil é assumir que a “sociedade” mudou muito e que os jovens têm muitos “apelos” exteriores

ao Colégio.

As teorias economicistas têm a ver com tecnocracias várias que apenas equacionam o “deve” e o

“haver” em termos do vil metal. Não entendem nada como investimento para o futuro e são alheios a

questões do espírito – que são as mais importantes, mas não são contabilizáveis!

A sociedade mudou (está sempre a mudar), é um facto incontestável e, por isso, nós devemos

adoptar novas tácticas, técnicas e métodos. Mas sem pôr em causa objectivos e princípios. Ora é

exactamente isto que está em causa. Além disso a sociedade nem sempre muda para melhor.

Tenho até sérias dúvidas que o que se passou nas últimas décadas tenha, no cômputo geral, uma

margem positiva.

Deste modo permitir o externato só porque a sociedade se tornou mais apelativa ou os jovens já não

quererem sujeitar-se a determinadas regras, não me parece uma adaptação razoável aos tempos;

assemelha-se mais a uma inaceitável abdicação de propósitos.

O laxismo venceu mais uma vez … O que há a fazer não é nada disto; não é entrar pelo campo do

facilitismo. O que há a fazer é interrogarmo-nos porque é que o Colégio de Eton não muda os seus

standards; as universidades de Oxford e Harvard não precisarem de fazer propaganda para terem

candidatos e haver colégios militares no Brasil e EUA, por exemplo, que não deixam de ser

internatos.

O que há a fazer é assumir publicamente as virtudes do CM; desintoxicar a opinião pública dos

ataques continuados à Instituição Militar e já agora a tudo o que é Instituição nacional; valorizar o que

o CM tem de bom e único e que não se pode obter na tão famigerada “sociedade civil”; e, sobretudo,

manter um ensino de excelência e níveis elevados de aferição. É que, ao contrário do que pode

parecer a maioria das pessoas dá valor ao que tem valor e ao que é difícil. Não ao que é fácil.

Há muita coisa errada em Portugal e no mundo, mas não deve ser por isso que nos vamos juntar

aos erros. Não devemos ceder nos princípios para poder colher nas conveniências; vogar ao sabor

de modismos passageiros pondo em causa o trabalho de muitas gerações passadas e

comprometendo o devir das gerações futuras. Incerto, será sempre o provir!

O internato é o ventre onde se forma a alma do CM. O internato é o fulcro da passagem de

testemunho do espírito colegial; o altar das tradições e das praxes; permite a latitude temporal para

aprofundar a vida académica; é o expoente da vivência ordenada (a ordem liberta mais do que

oprime…), permite uma melhor preparação de cerimónias e festividades e é o cadinho onde se

aprofunda o convívio e se forjam laços para toda a vida.

Finalmente, todo este dia a dia entrosado com o rico legado de dois séculos de existência como

instituição educacional e patriótica de sucesso, gera uma mística que marca profundamente os

alunos, mas não são só estes, pois toca em todas as famílias, professores, instrutores e

empregados civis, que estejam ligados ao CM.

Em síntese, acabar com o internato é destruir o espírito colegial que perdura no espaço e no tempo

e representa um elo indestrutível entre todos os meninos da Luz. E também entre estes e Portugal.

(2)

Vai-se trocar tudo isto porquê e para quê? Se hoje se contesta o internato, porque é que amanhã não

se porá em causa as formaturas, o uso de armas, os uniformes? É necessário que as chefias

militares reflictam bem sobre o que está em jogo e não cedam à tentação de dar tiros nos próprios

pés.

Deixo-vos com Hipócrates (460-374 A.C.): “Há verdadeiramente duas coisas diferentes: saber e crer

que se sabe. A ciência consiste em saber; a ignorância consiste em crer que se sabe”.

139 T

EXTOS

R

ELACIONADOS

:

2012/06/21

F

ORÇAS

A

RMADAS EASUARAZÃODE SER

. U

MPROCESSO PEDAGÓGICO

.

Jorge Sêrro Prazeres

2012/06/14

F

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MPROCESSO PEDAGÓGICO

Jorge Sêrro M. Prazeres[1]

2012/05/16

L

OS NEGOCIOS DE LASGUERRAS

(FA)

Miguel A. Fernández y Fernández *

2012/04/20

R

EFLEXÃOSOBREO SUCESSODAINICIATIVA

“S

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EFENCE

Pedro Santos Jorge[1]

2012/03/28

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ESPESACOMAS

F

ORÇAS

A

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João Pires Neves[1]

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P

LANEAMENTODE

D

EFESADA

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2011/10/20

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2011/06/28

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NOVAESTRUTURADA

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Alexandre Reis Rodrigues

2011/06/06

R

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,

NÃOÉA PALAVRADE ORDEM

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Alexandre Reis Rodrigues

2011/05/20

C

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Manuel Borges Gonçalves[1]

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João Brandão Ferreira

2009/06/08

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R

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NTERNACIONAISNO

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J

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B

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João Brandão Ferreira

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C

OISASPOLÍTICO

-

MILITARES QUESE PASSAMAQUIAOLADO

João Brandão Ferreira

2008/07/02

O

S

L

IVROS

B

RANCOSDA

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: O C

OLÉGIO

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ILITAR

João Brandão Ferreira

2008/02/13

A

S

F

ORÇAS

A

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C

OMANDO

O

PERACIONAL

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Alexandre Reis Rodrigues

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EFESA

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O C

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. (2ª P

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João Pires Neves[1]

2007/06/04

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INANCEIROS

,

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ÚMEROS EOSEU

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João Pires Neves[1]

2007/05/29

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M

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João Brandão Ferreira

2007/05/28

A

S

F

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A

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“R

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S

R

ECURSOS

H

UMANOSE A

F

ORMAÇÃO

” (IV)

João Pires Neves[1]

2007/05/20

A

S

F

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A

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”. O

S

R

ECURSOS

H

UMANOSE A

M

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(III)

João Pires Neves[1]

2007/05/14

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S

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ORÇAS

A

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”. O

S

R

ECURSOS

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Q

UADROSDE

P

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A

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ECURSOS

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R

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UMANOSE AS

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A

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A

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João Brandão Ferreira

2007/04/20

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F

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OMPONENTE

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R

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ORÇAS

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João Pires Neves[1]

2007/04/16

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A

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“O

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R

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F

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, U

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M

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F

ORÇAS

A

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”. O S

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F

ORÇAS

(1997),

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11

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S

ETEMBRO DE

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EO

S

ISTEMADE

F

ORÇAS

(2004) (IV)

Autor: João Pires Neves[1]

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M

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João Brandão Ferreira

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A

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A

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STRUTURA

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2007/03/12

A

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RGANIZAÇÃO

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ISTEMADE

F

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STRUTURA

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M

ILITARNO

P

RINCÍPIODO

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Miguel Moreira Freire

2006/10/01

O C

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O

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F

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UARTEL

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C

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QUÍVOCOSA DESFAZER

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Alexandre Reis Rodrigues

2006/09/21

B

OLONHA

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O

E

NSINO

S

UPERIOR

M

ILITAREA

Q

UALIDADE

Casimiro Pacheco Talhinhas

2006/09/14

Q

UESTÕESQUE SEPÕEM AO

E

NSINO

S

UPERIOR

M

ILITAR

João Brandão Ferreira

2006/06/27

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2006/06/08

F

ORÇAS

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IMOR

. C

ADEIADE

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Américo Silva Santos

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R

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FORMACION Y TRANSFORMACION MILITAR

Miguel Fernández y Fernández[1]

2006/05/06

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O C

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T

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O M

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C

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R

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-M

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João Brandão Ferreira

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O M

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C

IDADÃO EAS

R

ELAÇÕES

C

IVIL

-M

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João Brandão Ferreira

2006/01/26

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C

IVIL

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MILITARES

. A

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A R

EESTRUTURAÇÃO DO

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ROCESSODE

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ORTUGALEO

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João Ferreira Barbosa

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M

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João Brandão Ferreira

2005/11/08

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João Brandão Ferreira

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M

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João Vieira Borges

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F

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ORTUGAL

João Vieira Borges

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M

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EFESA

[1]

Alexandre Reis Rodrigues

2005/04/22

C

APACIDADEEXPEDICIONÁRIAOUDEFESATERRITORIAL

?

Alexandre Reis Rodrigues

2005/03/23

A U

NIVERSIDADE DE

D

EFESA

N

ACIONALDOS

EUA

João Vieira Borges

2005/03/22

S

EREIASNA

D

EFESA

Américo Silva Santos

2005/03/21

P

OLÍTICADE

D

EFESA

N

ACIONALDO

XVII G

OVERNO

C

ONSTITUCIONAL

Eduardo Silvestre dos Santos

2005/03/06

I

NDEPENDÊNCIAAMEAÇADA

?

Alexandre Reis Rodrigues

2005/02/23

U

MNOVOCICLOPARAA

D

EFESA

? [1]

Alexandre Reis Rodrigues

2005/01/02

R

EFLEXÕES PROGRAMÁTICASPARAA

D

EFESA

[1]

Grupo Trabalho Reflexão e Defesa (IHD)

2004/12/14

P

ROCESSODE

B

OLONHA

: P

ENSARHOJEUM FUTUROMELHOR

João Vieira Borges

2004/06/29

A

LGUNS

C

ONTRIBUTOS PARAA

D

EFINIÇÃODE UMA

P

OLÍTICADE

D

EFESA

Alexandre Reis Rodrigues

2004/05/17

P

ORUM

C

ONCEITO

D

IFERENTE DE

D

EFESA

Rui Arrifano

2004/04/23

O

S

I

NVESTIMENTOS NA

D

EFESA

Alexandre Reis Rodrigues

2004/01/30

O E

NSINO

S

UPERIOR

M

ILITAR

U

NIVERSITÁRIONOS

EUA – O

CASO DE

W

EST

P

OINT

João Vieira Borges

2004/01/29

O E

NSINO

S

UPERIOR

M

ILITAR

U

NIVERSITÁRIOEM

F

RANÇA

: O

EXEMPLODE

S

AINT

-C

YR

João Vieira Borges

2003/12/06

A E

SPECIFICIDADE

M

ILITARNOS

E

STABELECIMENTOS

M

ILITARES DE

E

NSINO

U

NIVERSITÁRIO

João Vieira Borges

2003/11/18

(10)

António Borges de Carvalho

2003/09/30

S

EGURANÇA

N

ACIONAL

-

COMPONENTE MILITAR

Freitas Ribeiro Pacheco

2003/09/29

T

ELEVISÃO

P

ÚBLICA

Dr. António Borges de Carvalho

2003/06/18

O

RELACIONAMENTOPOLÍTICO

-

MILITAR

Alexandre Reis Rodrigues

2003/06/13

U

MNOVOCICLODE PLANEAMENTO

Alexandre Reis Rodrigues

2003/06/12

O C

ENTRODE

I

NVESTIGAÇÃODA

A

CADEMIA

M

ILITAR

(CINAMIL)

João Vieira Borges

2002/10/02

D

ISCUSSÃOPÚBLICADASBASES DO

CEDN

Alexandre Reis Rodrigues

2002/09/16

A

PROPÓSITODADISCUSSÃODASBASESDO

CEDN

Alexandre Reis Rodrigues

2002/08/21

D

EFESA

,

INTERESSES NACIONAISEAMEAÇAS

Alexandre Reis Rodrigues

2001/06/20

O L

IVRO

B

RANCODE

D

EFESA

N

ACIONAL

Alexandre Reis Rodrigues

2001/05/02

A R

EFORMADAS

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ORÇAS

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RMADAS

Alexandre Reis Rodrigues

2000/05/03

P

OLÍTICADE

D

EFESA

N

ACIONAL

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SNOVASMISSÕESDAS

FA

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Referências

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