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Transportes
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•ACUMULA(?AO
A cu mu la c l o e n d u m aq u n a e o m a maquina s c a fe ta r f un c o n a n e nt o d a o u tr a A cu m l a a o T EM P O\Acum\li~<yiiQ nn
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numero de garrafasSobrevclocidade
ob evclecldad d,lll;aquiua ncce .•saria ar cg ar a' "c a~ a.
Esta regra prccls se apllcada entr cada maqulna. Isso slgnlflc que sobrcvelocldade
dC'cmla m{lquina seril nUlio!' antes 1111 depots da m:tquina critica.
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Como
conscguir
uma
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cquilibrada?
rcndlmento .../ ,,_s!~.,:cl)at.'.!r..•..~'-aquina critlc tc boa' confiabllidade ...MallUhll critic ulio dove
arar po falt ou acum lo
dc gar~llfru;
transportadores
O s n sp o a do re s d e e nv as e o ns t u e e le me n uniao e n a s d if e e n c s m aq u n a
de HIlla linh de envasaruento
O s a ns po r a do rc s e r m p o a nc i decisive para f un c o ua mc n c t c ic n d a l in h p o i
pode ervi como pulmilo.
Composlcao basica
transportadores
guialateral
estruiura-ou armacn
esteiras ou orre tc transportadoras
-enp renagens :> e i e d -pe ajustaveis suporte latera -gui lateral motor de acionamento
«ter ao elemento mosuados
a n e no rm e n e , e m o e n o re s f o o c el ul as , o s b ic o n je to re s. d b r b a e j o le to r
b a e n e m
conjurno
Iorrnado
g r g e m a g am a e n e mo s o m e g g e p o e q e n au mecanicameme.Sc.isores
O s e n o re s m u o lo c o s h a e r e r m i o u m e v el oc id ad e d a a q q ua nd o a n p o a do r e s v e v az i o u h e io . o s o : m o o re s e s e i o de m e r h o o n e r q u p o s c a ,[00 o c p a m e no r espaco.- - - ~
/.As esteiras
A s e s e i a s n a d ev e f i o t l me n e s d a E n e l outreda r·'rrente ha um espacamento para as eurva dos transporradorcs.
O s e lo s o r e n
sa
unidos POf pinos.H a o i o r e n e s av inox materia!plastico)
S i e m a d e l i h am e n
d e e nv a e s
Q u m e m a h a a r f a e r u sa do , n e e s a r m o du la r e lo c o r o rd o s s en so re s
..ajdstara s g u a s p a
e s e i m en t o u l a a me n d a h a~ - - - . - - - ~
O s o m o s saoe x u l o s e la s laterals se perturbar f un c o na me n d a m aq u p o a co n n a o s e m m a h a u ad a p a f e o r d a h a pnncipal, ;~SIstem de alinhament de envase
Iinhas
A s e n a da s a id a d a m aq u n a n a mesas d e a cu m ul o e re n e s e lo c e s m o corrente. a b a sa o o u \ ' u f n g" fo ff im d o senvases pode e r d im i u i raves da menor pressno posstvel 11:1 l in h a ( pl ac a
monas)
Transportadore de garrafas
U t o r e n e s o rm a e mac
inox od rn tilizarm al pl ti a. C on s u ca o modular o m u s e s altura pe e m m a te r a l p la s c o . A c o na rn en r o r m o o re s o m e lo c o u e g l a e ! m e n i m e n o u p e variador de frequenciaransport de garrafas PE
Para garrafas.plasticas utiliza-se transporte
e r o i p o e m d u de
prcnde as garrafas pelo pCSCOyo.
O s o r o d esrar preso proxirnos e t Ollm e m o o r pes,
as garrafas .<,"t1l. cheias > : esteiras plasticas
T ra n p o r d e l a a s
o r o de mo s e r
esteiras plasticas
posslvei urilizarmo transporte ieleferico
co transporte par cabos lubrificados
o r vacuo.
Transportede
barris
- - ~ ~ - - - - . - - - ~ - - - ~
c,.~~a . , ~ , , , , , . , , _ ~ . c() rransporte d e b a n s C e o r o lo s
U90 carbon galvaruzado
at
rnaqui apes util za-s correntc de
p l o rm a e r m o x
· ·· ·· r
, .
Transportado de caixas
o r o rm a o x C o e n d e l a a fo rm a e m m a e r a l l a c o plataforma emborrachada, A s o r e n e s o m o le te s e m e le v d o a o p o a nd e g a ) , R o e s o s e to s e sA s a ix a a o a n p o a d p o a v d ad e q ua nd o v az ia s
-Ele aproveitam es lvei do transportadores.
Mesa giradora
direciona o u p a o te s d a p o a n v e p a o s o n o u e - e r o m caixas.Mesa prograrnador
mesa p ro g ra ma do r r ab al h e m s te m a o r o rm a e s e n o re s e m e c a s g e d a a ix a para cornpletar paletizacao,."
le
e i o le s o n n t d o o u e j m a e r l s m a b a o s O s p o p o o lo s n il o o de r e r u t l i d o p a d es pa le t z ac n g ra ne ! o rrransporte
co transporte de roles.Lubri
f i C < l < ; : 8 0
do transporte
esteiras e ce s o : fi ui a t e n o s p o e s e m b l a e m .higieniY.80io para evira acumulo
ProCeSSO
delubnficacao
;'1;1T!Omel£\J~ reguraoores de pressao
f:ql:lpamentos bori de iubnflcaca Lmha adequada de distribuicao
P l c o o r l c o s o e re n e s S o le nc id e e m po r z ad a E sc ol h d ea ! d o l ub r f ic an te .
---.--Lubrificacao
agua
agua e x e m m po r o ce s o . lg ti de l ub r f ic an te s p o de n d c au sa r p re c ip i a ca o o s b r e s l e presenca C e c au sa nd o m an ch a n o a n p a e sTipos de lubr ficantes
ri ia
detergente (acido graxos anioriicos detergente sinteticos (amina graxas
catienicas)
Lubrificantcs detergentes
Diminu atrito entreas esteiras, porem co p od e d e d e e rg e b a x o e n v e d u e z d a agua, ) o :, 'w i p H a l a l n o agU
Lubrificantc
Detergcnte
Sinteticos
O s I ub r f i a n e s e t o s a o derivados de
o m o s o s m o e m b r m be n e r o b o s m i o r m o
POSSUCIll pH proxim ncutralidadc.
;'.
sc lh do lubrificante
Dureza d a a gu a M a te r a i d e c on s u ca o d a e s e i a s P ro p e da d b io c d a e r e lo c e s e i q u d a d e o s o s m e m o e s e ce s trecho)Coeficiente
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o e Excelente 0.II e n O . ~ 2 a 15 N n a de qu ad a > 0:. .) ,:-:. :l
Substitu
ya do
Lubrificante
S in te t c o p a d e e rg en te : U t l iz a e q p am e n d o a do r d e b r n t o m o l O d Fo~rvl;co e m e g d a e n o m atepH n eu tr o o d lirnpas c o p ro d uacido (gel acido):
Substituicao
Lubrificante
et rgente ar inteti o: Utiliz
e q p am e n d o a do r d e b r a n o m
solucao alcalina b as e d e s od a e m s eg u d a
e n o m g u ate e u
A s e s e i o de m e r o m o d
alcalino (espurna alcalina clorada)
Insp tore
lctrdn co
C om o h um a o n o l l im i a d a t m p o p a , a s o m o d eq ua d p a a l o s e nd im e o s p ro d uc a o t or na -s c necessaria instalaca de um inspccao cletronicaPr nc pals detei os na ga af
Inspefores eletronico
Principais pontes: g r a u de cI r n i n l l C ; ) ode
garrafas dcfeiI l l O S : 1 S e r e m e f m e m o a l a s v el oc id ad e D e e m e r o v m i m o h o e r h o o n o l e f a c d o e to r o r g i o s p ro b e m a q u p od e a o g i--.---.~~---·t·-tr il lu
I 'O J n d u garrafu).
- 2 < A " a! i: l\ ,: I( ) ( ' , I~ lc - Z i ( E \ m c di ., :i l( >0:. ill!cmid:ldc de lu qu p"~S(111I'd"vidro
'3"' Unidad de cjc<;iio (E:\ 1@l{)S{)nnpuls da Clara de ovaliacao, rr~II:OC~nU()I scpala9~o da rcspcctiva garrafa.
r----·IJI$p~y;l"dctundo t ns pc cs o d e b oc al . - In sp cc a d e p ar e ti c l at cr u '!n~1>C9iil) paredc 111\'-'111:1 '<;'Jjx:lil<:;C v c ~;)m" <:1"PC''''~:.\1" hqlll(l(}n:"jd:t,1 (~:l~-y~~f,~".:.;siraoha!"r.garrafa ilumlnad po baix p'OI'IIIml lo
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e le t e r o s m e o s ( a o d . )e co nh e m e S fe i
e s m a m en a ( em i o r e ce p o r m e o s e re n e s o re s d e o n e le t C as e n il o s e a lc an ca d valor limite perrn tido
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tecnica e c o s
n fr av e rm e lh o . g ar ra f a d a r b a o ,
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e o e n o r o r e , h e
Inspecao
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Inspecao
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e i o re m e s e c C m a
g ro s e i p a h ( m a a n q u d e d e
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tit_ a:
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ontrol da rotula em fcit na
proprl rotuladora po sensores (fotocelulas
co si tema pOl'cfimera ca az de ontrol
ca
ve ca
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controle da \'cday,1 levu cmconsidcracao
o do s o s m a e r o rm a A s m pa s m e t l ic a q u a pr es e nt ar e m n cl in ac o e s sao identificadas
e r m e m e o s e d o m scm.
:_::J
solucoes
d e m p e
~·""_A\.-"'v
o d d e e rg e m a utilizado m pe z o i o l s uj e r as , S u a . : a d e te rg e n m a e r temperatures. Vantagens: N i o r o e -O f e g e c om o u b c an t -Rapid solubilidad •Propriedades bactericidassolucces
de
limpeza
us de aditivos melhor qua1idad da lavage da garrafas pois possue
e n o a v o s eq ue s n te s o m p e xa n e s e m
e a e rm i
e mo c e s
incrustacoes pode inibir o d m e util d a m e s rn as .
Determin ca
da
concentracao
da.solucao
de~orjv
(iHLavadora
de Ga!'rafa<
" 1 ' t · W : t - : . -t H ~ rIlL d~ ~dIU{.h'"l'tfi1a'iudol
ti a-,, t"sd tl ln lohw
Tltula-seconn- HO 0,1N al IIso!u,~ passar d~ rosa pa
incolor'
-Anotur volum gnst de HC O,lN vnlo p)
C(>nlinu~r !i!lIJ~~n mHdollando gotasdelndlcadcr
metllornnge
Anotar volume to alg",t<) '110n 'rnlls!~.l"';lra c"l"'·"~l\"
}·N7lIclhn.
-Dlminuir volume tota encontrado do valo de {vulnr m)
Lavadora
de
Garratas
ra o r o n o n ,n e l e sm o o .C : = >
o r m a m i o ul' veldos anques
nccessario
dist dcpcnd
Q'previsro para
lISn b a
rotulos.
Aquccimento
o s
h o
deve SCI'
Durante aqueciment initia corrcntao deformacoc da celulas,
on un ue nt od ga rafa na lavadora importante
lert rmos pa co as garrafas
Pre-esguicho
/1.5garrafas co sujida cs pcsadas«CVCII CI
separada para li peza an alpara
post rlor ntra na aq na st tapa as
gal'rafa sa esvaziadas pre-csguichada inrern oxternnmenre co obje iv de climinar sujeir
rums
grossa pre-aquececonjunto.
imersao.
SCI' engarrafado, temperatur couccntracso
da solu oe do bauhos.'
i'
Detalhes importantes
A s e m e r o n o c e m d a h o
e pe n m a
Dc r-fcilll noMi!>c<Illconcentracfl <Insoltl~ii( de
Iimpcz (v ritl ar reor de arbonatos) para IIO~sh'c
c fo rc o d a s o u ca o .
Caso trabalhe COIl1 rblUlos aluminizados, III'suma
tm tflncl IItiliza~ilQ dcadltivos I' c r a maquin»,
E v i a r fonmll,:ao soluciln d e l im p e za ,
-Evlta ()arrnsr de,~olla
sistem baseia-s bo ba alta
v ru :: a baix pressao, qu faze coma ·du~ii pass an-ave de rambores rotarivos ccnstruldo em chapas pcrfuradas
Os r6tulos dev('I'110satr illteil'os. evitando
ue oi pa
Iirnpeza
resfrfamen to da mesmas an-aves de da
Hit esguichamento qu dade baixa pressiio
It!':'":1:- (''':''. t_ ;,:-:: f(". t:..~:_:.(
pp cit' Clo),1 D; :1~l!~
er ur da otnt vas, os at do csgulcho acompanham boca da g:H'l'nfa.
Descar
as arrafa
ASgai-rnfas no descerem pelo deflctol' ~Igarrafa
teste
da fenolfralein empelo meno ()garrafas
variando o r
v a e m N i e v h a e r e s analisadas,
•Ar
Garrafa
mal
lavadas
·Garrafas manchadas
•Espum
excessiv
Contaminacao
microbiokigica
j'· N i
alinhamento.
·A
co
ressao in uflc cntc
·p
agua
insuflciente.
(e ui ho
es cn ra'eza os
Entu imento de esgulcho
ra
•Du
(paradas prolongadas)
•Insu ficH~l)ciadea itivos
Cnrrafas es ra
icad
Espu
exce siva
n:l
so
Sotucao
imersao.
Contaminacao
rnicrobiologica
(:Te
ra
inadequada.
Mlcr rganis
aderid
es uma.
maquina
(faiiques
-Todas as partes mecanica moveis requerem regularrnente inspecoes lubrificacoe
(e grenagensrodas dentadas unioes ou el da corrente, transmissao).
'E pecial arenca deve se dirigida para
nspeca do nive de le da ca xa rans is ao verifica tensao da engrenagen de transmissa .da corrente corretas temperatures do banhos
condicoe do esguichos.
S e g u r a n ~ a - I a v a d o r a
-T da as maqu na sa pr vide do otao de emergencia para qu haja desligamento de
e ne r o s m a m e
10
equipamento.·IWla!~.deshga os disoosinvo de seguranca para simplificar'a operacoes de trabalho -Protecao contra ruidos, obrigatorio
protetor auricula
-Utilizacao obrigaioria de oculos de seguranca.
Lavadora
de
caixas
Devera sc renradas as caixas quebrada 0\1
muito sujas.
Oproccss consistc em jatearncnt so
pressao deu m a 8 01 u< ;\ 1 dctergcnte alcalino (maxim de f.5% de conc.) co emperatura no
Lavadora
de
caixas
Competem producaoimpe da en iras tanques.
rnpe atur oncenrra ao do banhos -Posiciouament do esguicho
Pres aode ~: ::;i hamcnt de .0 3. I<grlcm -Limpeza geNII da Iavadora alios
trabafho.
Rinser
Com Iaucamcnro de embalageu 5('111
retorno, h:i necessldad« deSCI' fcit rn !'iIlSC!" IJIIC'
cousiste ( '1 1 1 ul ll a s C li c dc csguicho coloca lntorval re ulares
Rinser
N a h a (I cs za ru vlrador "'fwi$l('r" 1I('.lal:1 (111(' dclxnm ,11' ai esguichos illtCI110S(':\{Cl'I111 dcssas lata
- - - ~ r
Rinser
lniclalmcnto uriliza-se (,Il ilgiic COll aglla
ftgU: quenre.com
POdCl'IllOS m p e g e n HIIO In
embala ei ar esll'riJ yap!}I' saturado, g:'ls
c:\I'boni~.o llJ!lIa ad
c10I'O.Ollfu 1II:\'Z~I:mlpode o p o m
Rinsers
1" Iase Pivotamont (I (,Iltnl\lll
g a a f e gu r o r m e de
pincas de tranSP9J.:!Le. m e urn m ov im en t d e p iv o a me n o . c an d invertida numa posica vertical cxaiamcnte cima do
b ic o n je to re s f ix os ,
Rinsers
fa Fa <f eslnfc ca (estcrillzncao co vapo snrurudo OS"C insuflad para ri ra 1 1 1 1 1 n ov im e n d e o rc a tambern atinge o a garrafa. Ostempos mantidos para estcrilizacad ep en d d o p ro du to .
Rinsers
3' Rinsagern
Ap rncurio intervale de gotejamento.
v a l a e r b c e s e r o u ga
carbonico, atualmente utiliza-sc d io x o r
Rinser's
4' Ropivotn tcnt de doscaraa
A p6 s g e COf!) o ucal'
garrafa novdmeme pivorada p a o s
i n c ia l ~ 'n ca ll \i l' lt Y. ld a p ar a c nc h cd or a
Vantagcnsdo
sistema
rinser
E x c a d e n u o rg a m o s q u p o v c a iu d a dv e d a a va do r c as o c to ru av c s . n u usual). M in im a s a gu a residuais e r d e IllLigf M im m m e m p d e e m e rm a e ce re m o n e s e m r in se r p o a c o n am e nt o c le tr op nc um a uc o Q u !ISOd o n se r n ec es sa n atcnrarmos p ar a c on s a n e s e r l iz ac a d a e nc hc do rn .
i ~
-.!.i·" '~ .! -",
Enchedora
cnchcd ra
eq ipam en
capa de acondiclonar SCI' inarn osrequisitos eces ar os na fa
enchimento,M o d o d e f un c o n am e n t
(1 Esteir de entrad (2 Barrcira de garrafas (3) Separador (4 Estrel de entrad (5) Carrosscl (6)Estl'cl de said:; (7)Lacl'a~lio (8 Esteir de saidG u
o e
e n h e o r
entr de um maqu na transporte tins garrafas executad atrave da guarniedes de guia stacoe de nchlmento, ma
gual'lli~i'iO deguia tipica f: co nposra de
(1 Barr iras deglll'I'ilfas
(2) Separador
(3) ESIl'ela~
(4)'4rc0 de guia (5) Tulipas Micc'ntl'agcm
e n h lm e
vritvula de hp
entrad simultaueament cilindro de clil'so(2) levanta- comprime-a contra
valvul II., euchimento
vacuo
vacuo
apoia nxaguament do cipi nte, Para dissipar
neccssarlo resfria-la
---~---_/
Processo de Enchimento
enchimento de garrafas
executa-se
divers
passes as ch
adas
angulo,
nroenchedora,
Dispositivos de comand
an es ch mc exccutado pOI' curvas de cornan o. (1 enchimento. dJvulas al as cnch meFase de enchimento
A) e- ca af p r : e -evacuacao. (C) galTafas ec amen as al as cnch en es ar as afEnchedoras Isobarometrica
ocorre segund prin ipia de equilibrio
de pr o) gn
maquina.
devido pesoproprio,
~ ~ • . , ,,""---_
...''---F:lSC
do enchimcnto
CUI"Va fixa
presslona
ench me to ca rcsp ndente re cvac acao
es be cccn en Uo comull ca~a en
interior da g:lI'l'afa
canalde vacu
'V., tit'vaCIIO na ~l\I'I'afa,
2:\Fase
do en4limeut
Nesta fase, cavalctc
\1piuo
elev alavancasupe,dol'
c-reservatorio da maquhia,
flui COFase do enchimeuto
CUl"Va fixa de cornand«
adon novamcnt VaCtIO, de CO al'guI at l'~sidua (1 %) .. '1 "\ \. ,; :<
se
Pressurizacfto com COl' l)l'osscguindo in CUrV;1 fix de comand presslona ruch da valvul de cnchimento que interliga ca al supleruentar CO COlli
garrafa, CO purificado filii para te io equilibrlo da pressao.
sa
Fuse
do
enchimento
Enchhnento, Atingida compcnsa~lio de
td ic
elirnlnada pressa qu rnanti ha ec ad
di tribuida pela pa edes late al internas
arrafa co lo cd
to lo reservatorio.
Fase
do cnchimeuto
de produt prossegu
ate
que nive do liquidoin tu
de i'ou CO ,intcn'Olllllcndo-sc Intercfimb!o
7: Fase do cnchimento
Descompressao. Ap6s fechamento da valvul de enchimento,' CIIl"Va fixa de comand
pressiona tuch da
alvula.
de dcscarga, travCs de ur onduto co cx de CO re tnnre, no ar al 1.:111'1"1\(.,\, dcsprendc-scgarraf se adllll:lla 'lOSpoucosl\ pressno
ar os er n. liquid cxce cnte cspuma mal1uina.
ifercnca entr enchedoras
iferen entr as en he ra mcdillicas
lS elctI'6nic:l~ est no faro rt eira
il~vrilvu!as dl' enchlmento sa aelonndo 1)01'
curvas pino de comando,
Ja
na enchedora eletrdnica .a valvulas de enchimentoshaciouada cletro-pueumaticamcnte guiada polo tempo.
;)
sistem volumetric podeSCI" utilizado
para bebida alimento Iiquldos em envase
de plasticos
volume ccnhecidos onde sequeira coloca um quantidade exat do produto.
rc cncontro valvul na ev SL'l" cxcessiva
ri
ra r» CIlV:1SC,
·0 movimcnt circul r, evid nccl ra an nHlial
ror~a ccntrffugn sohr hebi f:w.endoCQm
l l ix da lata xi tind crig de tran hordur
P o m o m c liltlls (:UJ~cndlllmcllte nn
descarga
rna- nccc snri lnsufl III1S uunpns .ant (I
Ir"",.",· ,~~,' F~lSCS
de cnchimento
volumetrlco
esterilizacac o v ap o
Elimlnacao do condensado PressurizacaoPressu,t'izll~a()com'COt pW'o
Enchtrnent Desearga
-N reservatorio de dosagc flui um determlnad quantidade de produto,
·A uilidade de ccntrage hahn pucumnticnment -Antes do ejlcbimcllto,s~n' prlmeiro cn;\a~"'.ni!ae p re s d a c o
gas.
-Durante enchlmento ut or
pa cncerrad quando sail v ol um e de produt dcsejado controlado o r m a
sonda, prorluto po baixo.
~
--ez
desinfeccao (CIP)
e n o m e c e r
m pe z o m o l (preferencialmente quentc
Lirnpeza a c b a de acid Iosforic
(eventunlmentex.,
O e o m
U t o d e s e c
Pasteurizador
e q m e
n a v a a o d e m ic ro rg an is mo s n a
bebida pe rneio Of.
Pastcurizacao
iecnic uiiliz temperatures
e le v o m e l m e o s inativar alguns microrganismos ou
m e m o e l m i e s e re n
ees er lizaca qu emprega calo
temperatures mills
q1lllSpar eliminar
mlcrorganismos,
Pasteurizacao
P a e u a l e r c a a c e r s t c a o rg an o le p uc a d o o d o r e a o e q u m ic a ( de s na tu ra ca o d a p ro te in as , c a a m el iz ac a d o s a cu ca re s )causando alteracn no paladar, turv .. escurescimerno
Pasteurizacao
sobre estabilizaca da proteinas,
p r n c p a m e n e cu nd a a s e r a r a s q ua te r a r a s E o q u o nv e o no u
chama! de es at raca pr teica,
n ic ia lm e n d ef o rm a ca o p o s e r o rm e n e , primarias q ue b d a
respectivas ligar;:oes quimicas.
P a e u r z ac a d e B e b d a
mper eu ac p a u ne ! 7 0" C p a a s p a e u z a a o) . m p d e te r rn in ad o e m p o (l(mel m in u e s a s p a n z d e 3 0II60s).T e mp e a tu r
e m p
e m pe ra tu r tempo dcpendcm:Tipo de vasilham (metal idro ·q a! dadc (espessura da arede)
a m an h o
m p
p re te nc e a t n g d cn t d o e c p ie n e .
._---_._---e m ._---_._---e r m c h o e fe i d e paslcuril.1t,:fio. Denrro des raciocinio s ub in d c ad a V07. m a e m e r m o
m c m o e fe i e u e m e no r
tempo (flash pastcrnizacao).
Fatores par Pasteurizacao
..
D e f
e m
temperatura
imponant conhecermo os tipo de
m i o r a n m o s n o v o e x e n e s p a
e r e j m u o r
o do t o s H e m e x o s o .
Carg rn cial de microrgani rnos
e m e d y i e c m a e q e r e du z e m 90% m i o b ( D e m m o e rm i
R e d
microrganismos
seguranca d e U P ( un i a d pasteurizacao) U P 1.393 (HO") Par determinarmos r r d e U P n ec e s a e s e ce s o nh eidentiflcaca dos microrganismos.
UP m u b a x a p e p a e s a b l id ad e o lo g
U P m u e r e s m i
,I
Pasteurizacao
O s o s m a o a
estabilidade biol gica de um ro ut na deve fica restritoao
p as te u z ad o r aocompromisso
do colabora orcs as oa praticas de fabricacao
As zona
de
pasteurizacao
Yre~<:(quec:menl0 (>2 l.! '{4') Pr4-r;a.'iU'.ulll.UCUO(<1') 47"(:) ;'>;;U"·i.1f!Z,II,}jo (0( (,soC -ResfriamentoPasteurizador
, ~
-·A!imellfa~'io transporte de garrafas -iernperatur do banhos
"Ch(jau(' termicos
., Dis(j(·,,'ul preisil:) «os esguichos
~Ter::v T em pe ra tu r d e salda LimGr-:.-.ado pasteun.ndor t:
---~;.._---
,---~
-Transporte da embalagens
t ra ns po r d a e m b al ag e n e i p el o e m a p il ge r o u e - e m . e a a do s e r e lh a m o ve i c om b n a o s g re lh a x a N e o ce s o me n d e o c e me .te
ernbalagens
J" e to r o - o l e i e r 2 ° b i u s e n g a a va nc o d es lo ca rn en t p a e n A b m 6 e i o b barra fixas v'anlagerr. o s e s e rm a e m m e sm o u g n i n d p e m i m a o rAproveitamento da energi
pasteurizador utiliz a f q u e n a m p a e s q u a e o r e s e ce r e l e s e n o . A s o n d e p re -p as te u z ac a p a e u z ac a s § 'isoladas.":
Parada do pasteurizado
F e ch a -s e valvul o r o s e s z o na s d e p re -p a e ur iz ac a p as te ur iz a a o , A b v a v u g u do tanques d a z o na scitadas acima,
Flas Pasteurizaca
f la s p a e u z a a o e m p e g e m po s o s e m pe ra t e s m a a l a s E s t r a a rn e n e rm i c fcito o d embalagem.Flash pasteurizaca
produt entr cerc de0 ec
b om be ad a p a o r m i
a lo r p a e r a ' ~ le c d a par coreade
56 e m e r
coread e 7 0" C d ep o e m pe ra t d a cerveja deem14°C devido aocontra fluxo
rn rv ja tr
Razoes basica
para
utilizacao de rotulos
P ro po r o n m a e x u be r
visualizacao extern
(publicidadc),P ro p o c io n a a o c o ns um id o r u r e sc la re sc im e n sobre produto. R e g M A A l e s e n o u tmello, O s o s e v e r o a e x minima e n de n ci a d e c nr o sc am e n to . D e bom o de r o r agua, S u c ie n e s e nc i m p c to s deslocamento. o l c a a lc al in a a p d a o lu b l i c a d o
R6tu}os
Aluminizados
-Aumenta feito publicitario
c o s t d o d e d uo s c am ad a (papel alumlni
qu
reagem
diferentee m e l: wa o
a s c o nd ic o e sel mallc:JS)
'\
-.-~-.----R6tulos
Os rctulo di torcidos colo ados na caix
c ol e o r d e 6 tu lo s m ag az in e d e o tu lo s proporciona grandc pcrdas em material.
c us to s e nd im e n p ro du t v o O s o t o s e ve m e n x a perfeitarnente 110 magazi .; de rotulo
A rm az e a m e
d e 6 tu lo s
O s o t o s e ve m e r m a o s 5 e c s p ro p climanco ( is en t d e a l a s temperaturas u m a ad e) , e r p os ic a h o z o a n p a q u p o e n x aperfeitamente !lOmagazine.
Rctulo decorp
R o o s o u o n rondo
R o tu l d e g a g al o
Colas
D e v er a I lu i h o m o ge ne am e n N a d e e r o v a r e s n go s D ev er a apresenrar u r b o p od e d is pe rs iv e M a e r o s o l h a u alItilizac;1io u m a p e rf e t a aderencia.Colas
A s o i e r a r a s b a e ln a p ro te in a s i a dc qu ad n p a a s m aq u n a d e o tu l e m n i o du t a l m e n a ca o d o c il in dr o t ra ns m is so re s d e adesivo.Cola
ca eina
Q u o s e l e m comportamento especial: 2 S 3 0< >C , o l o s o rm a o s f lu in d b e rn .temperaturade itJO"C, ia ossu li
o rn po s a o g e a t o s c o p ro p e da de s
m e d ia ta s d e f i x a C ; a o o b m o lh a
C o
e i
B o m e d p e o b molhadas B o o l e m o d Scnsivel temperatur R e s e n o n o nd ein
B o o t g e o b u e e s-Boa dissolubilidad soda caustica
c,f,resnenciacontra jgua decondensacao.
B o o tu la ge m d e g a a fa s u en te s
\ 1e !: o c od e n ic ia l <it: pega
C o
e s m o
e m e r us d e f n id a p e l f ab r c an te , e n e s e v e r o re a 2 5 3 0 C . o l d a e m e m pe ra t e s a s p e d e o de r adesao, e s e s o t m a o l e m d e s iv aobtencao de umabo I1xac;i\Odo rorulo, evitando ur eventual deslocarnento inicia do m es m n a
g u a s d o a n p o a do r a le m do m e a pr es en ta ca o ( en ru ga do )
colas novas nilo d ev e s e m is tu rn s an!igas.
plic ca da cola sobr os rotulo
c ol a na a pl i a d o b r superflcie o ta ! d o o t o s sobre superficie parcia
Vantagens: M e o r o n s m o o l o a o r garrafas rnolhadas F a d e p re no u e n o do s o t o s a s g a a s o ce s d e v ag em . m p o a n q u e sc ov am e n e j e f c az , a ze nd o p re s 5 . 0 .
- - - _ . . . - - - _ . . . : . . . _ - - - /
--.---.-.
~ - - - . - - - ,
Rotulage
equipamentos
Cilindro c o p al he ta s m o ve i ( ca p a do r d e o l a n e r d o d e o t o s M ag az i d e o t o s C i d ro c p ta do r d e roiulos rotulador m b o lla
lo
la
U m a b om b m e n o l o m o l p ar t u pe r o r e x e ss o e to m ad o p a
recipiente de cola
U m e g e l e te rm i
espessura dofilm cola
Aspalheras sa alimentadas co cola pelo d r d e o l p a h a p o e r o r e n e , e u
respectiv percurso ai
rotulos,
A po s e b o l e r perfil
ci palhet esrarnpado n i d ar ne n n o r ol o
tula em ~cili
rotula
l in d r o u la do r p o s u i g a a s o u p in ca s
qu retira os rotulo dapalheta vira-lo,
l ad o o la n e , c on se qu en te m en t f ic a e xp o s
para fora.
ar
e j e s e x h e
l in d d e
colagern
retira da superflci a gl u n an t ( co m c ol a) .R o t
e r
o t
o r
g a e s o n e s a ba ix o d o o tu l p re ss io n este U l m o c on t a ga r a f d ev id am en t c en t a da . U m o s e rm i o l o t o t e s o v o s o t o s na sejarnPalete
O s p al ct esa
c on fl gu ra co e s d e e m p h am e o , o d z id a h a d e e n va s a tr av e s d a e m p il h ad e ir as .e l e , g e 1,05Paiete
p a e t m a e r e s b i d ad c d o que supona atrave de [has grampora r e r ad o s p ar a p ro ce s d e despaletizacao
Oespa
etizador
m aq u n a q u
ternpo
finalidade d e e mp i h a e n d a a r a d d e o n e n e n e s o s o u o de n e r e l COIllO l a a s g ar ra fa s n o va s -'-~~~."-'.'~'---''''.-'-''-'''~-=~'="'''-'-'-~"''_---__;''-'Paletizador
p al e z ad o e r n al id ad e d e e m p l ha r
m a pacotes o u a ix a o n t e nd o as ernbalagens
prontas
para m e a d o mseguranca
Composicao basica da maquinas
st S i e m e l v a a o D i o s do cabecote C ab e co t m e
estacao
p os i l o a do r d e p al e e sj~-'--'"---~.~---'
Est uturadas maquina
D e sp al e z ad o a u p a e t a do r m a d e o n o m o n m a d ua s c ol un a d e s us te n a ca o o b us t q u f ic a soldada e s d e b a e . N e e s d e e sp a e f e n p a a lo j am e n d e c o n r ap e s par compensa e s o s m a e r e re m e le v o s m a
. r
-'t"If;.,
Sistem de eievacao
m o m e
le ador fcto po li moto de r.ci
m a e n o rm a e le va do r s e g u a d o b h o s d e m u p o d e g a
D i p o s v o d e g i d o a be co t
mecanisme' girarorio e g a d a o d i p o s v e e le va do r m o v m cn t
horizo ta Cfeito atra es bravo acionado
pel moioredutor
Cabecote
Tanto d e sp al e z ad o r c o m o puletizador o d o s e s o s e co te s e s e la c o na d d i e t m e r o m a d p o d e embalagern. T od o o s b e o te s d ev e p o e m centralizado pamaterials nas maquinas,
---~----___"---+'--'1)
'J)
ell) r~il)
.~
ell!
iI
'~,)
'1
t)' "} j~ i) '~ (} ,~'J
\~ ;i~ f} f) ~) ?)Cabecotes
tipo de embalage e m o r e s o n e g e - e n e r c am a d c or n s eg u ra nc a Cabecote pOl' p ar a d e sp al e t z a c a x a reti maCabecote gnctb, usad para latas ': iolh de Ilandres
Mesa de entrad
E ss a m e sa s sao m e o n o r o r
rendimento horari requerido.Podern ser: ~ 'h a e r 90"{varrcdura do envases) Duas Vl8Se m Y O " (m a m ' s e s e a o e m pu r a do s E n Ires 18()O o p o d m a r ap id o e f ic ie n e ) .
~adesaida
E s a s m e sa ssa
d r n cn s o na da s d e a co rd o co e nd im e n h o e q e r d o o de r ser: said afuniladora 9 0" (v a envases) = : :, : :: -: : -- -. t: > ; ; '~ " -==-~
---"} ') ') ') "),' ') '} ') ') ") ') '"~ ") "~ ')
'1
')Mesa forrnadora de camada
mesa o rm a o r m a o d e r baixa E m '" ',
Transporte de palete
O s a ns po r a do re s d e p al e e s s il o l im i a do s p o e ce s a m o n m e n o s u av e c a g a n a 10 beV i o r e n e s
"'fi roletes (suporta cargas supenores,
podendo h a ve r h as te s )
Mesa
giratoria
para paletes
mesa giratoria para paletes possuicoroas o m
at
3 6 a pl i a d p a-n ve r o r a -ng u a r d e p a e te s
o s l e t para p o o r e n e s o m p o o le s e ce s d e e le va c p a e s via). (.Maquinas despaletizadora
Despaietizad ra caixas plastica
grand es ad afas st as el Despaletizador grand sp ad barns
Maquinas paletizadora
P a e r a do r d e a ix aplasricas
Paletizadora c a x a d e p ap el a P a e t a do r d e a co te s a nd e Paletizadora e l e t o r e l P a e t z . .a do r d e latas grand , . P al e z ad o d e b aE q u p am e n to s c o m pl e rn e n a re s
M a a z d e p a e te s -Inspeto de palete M a e p o re s m a -Alinhador de palete Centralizado de camada M apaletes
rv
ate
palete (valor para orientacao).
r···-·-~·-J-~----·-Inspetor
de
paletes
e to r e s e c e fe i o s ia ra io e r o re s o s e te s m e o lo s inspetor d e p al et e p o p re ss a d et ec t d e e i o s m e te nd o o s p a e te sc a g a a t
o n o e e r e s suportar, .. ;~" '",Separadores
de
Durante despaletizaca
hi n e e s d ad e d a
e t e n m aenvases.
Aliuhadcr
paletes
um dispositive q u s e v e ar entr li ar c a g a d e p a e te s p a q u o s m es rn o q ue malinhados adescarga. alinhamcnto e i a t a ve s d e b a a s l a e r l s p e o s q ua t lados,
Centralizador de
adas
E s
o s
o n
e le v o r
e n
z a o r
m a
ac on ados pneu ma ticam en te.
M a a z n e d e
caixas
o nh e
o m o e po s o s e se r
a ix a
e nv a a m e o , p o de nd o
armazenar
ate'}caixas.
Pede
ser dispost horizontalment
v e r c a m e n te , d e pe nd e nd o d a
o n
e s
ti
ic
M a p o d o e m o no . C a e c a ga r p c M o m e C i o s m e o re s e s em alta performance. C a (Ilildegraus deliberdade, maier flexibilidade E co no r de espaco na linha T ro c o m b e o te s
.Rob-O-tino
coluna
M a o lun a c c ar bo n e e c M o v e n o m b a x a v i a ca o C i o s m e no re s e s a nd o em alta performance. C ap a d ad e o u g ra u d e b e d ad e e x b i d ad e v a a ve l E c T ro c o m o n b e o te s.~ '~
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Robo
M a qu in a c o nv e nc io n a
V e l i o c d e b e o te s U r o b m a o m e r o r carg de ur l'itkt (230 kg).custo robo tipo co un scmelhantc de
m a m a o n e n o n m a b a manutencao,
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paletizadorns
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A s m aconsirutdas
c o e le va d s eg u a nc a ( ro b us ta ) p a p ro ce ss o d e e se n x o m e n e n o t m e n ocupam poucoespav nu linhas-.'1
--~-.
elevacao
garrafas
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extr rnamente su ves' e, depend nd dotir'
sustentam cabecotc demovimentos qu descreve um
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R o ta r v a -,Jlossuem e s r u u ra s d e c o lu na s e n d o p a g i o r q u a z movimenio c ir cu la r c o m re im trabalho continuo e nc ar to na do ra s o u · a tcrmocncolhtveis.
Encartonadoras
W r o u de papel.Clusrerpack faz tiS? de embalagen
aber as apelao mo da as acor
com produto, COIlSlruC® CO 8y carbone co e st ru ru r p r n c p a p o u ne l ( ag ru pa me n n v formacao de caixas
---_ ---
---(,Termocncolhtvels
S h k p p l e s e c a l e re n e r e m e m o s e n r a e m u nr nm e d e a qu ec im en t y sh r m e m o m eplastico termoencolhive qu anterior usando bandejas CO'.110 suport pa
Capitulo
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Velocidade maxima da esteiras
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Design
Controle
d a L i h a d e
Engarrafamento
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Principios
G e r a d e
Design Controle
da Linhas de Engarrafamento
Pagina41
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caso
nspo ad de
es
p r n c p i
d e a cu mu la ca o
m e m o
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o r o re s
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Velocidade
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taxa
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ranspot.adores de garrafas
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Avallaca da acum lacoes nscessarla
Controle:
calcuto
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Design.
Satisfagao
D ls t b u c a
S ob re ve lo c d a
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C om p m e
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Copy ight Gebo 1998