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Curso Técnico de Cervejaria - Mod. Envasamento

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(1)

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Envasamento;

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Rotulagem.

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Vassouras.Rd

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(2)
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Envasamento

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'Evitand()p~rda

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(\ul'al'antnt('(' .).) envenvasaasamenmentoto

Como

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couraminacao

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prododutut d'd'HrHranantete cnvasamento.cnvasamento.

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(4)

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CO

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da

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ns

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CCI'VCjll, asassisi cocomomo osos reretrtrlglgereranantetes,s,

constitui

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Fa

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o x i g ~ n i o .

o x i g ~ n i o .

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sodidi paparara rerefrfrlglgereranantetes)s)

(5)

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Co

Contnteueu (m(m dede sese veveririfificaca elel enenteteriric:c:

("rirl'rio ("rirl'rio perper

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Onde vx"vx"I:I: m N im N i d;d; :ml.o-s1ra,:ml.o-s1ra,H Q ! 1 ' ;H Q ! 1 ' ; i;i; ('ont('ontr.'r.'ldoldo nnrulnalnnrulnal dodo

pr

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d.lollol.r~.r~ncinci in'in'\;"\;""lu"lu>1l>1l

Ap

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Cri

Criterterioio dndn medmediaia Qn.Qn. 0,640,0,640,

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Embalagens

Embalagens

'o 'o

o b

o b d od o p cp ch Th TT QT Qs as a d ed evarvarlaslas matmaterlerlas- as-primas

primas (sillcato,(sillcato, QxidoQxidodede cacalclcicic),), Transp

Transparenclarencl

·lnodol·o ·lnodol·o

To

Totatalmlmenentctc recrecicictatadodo

Pre

Pressaossao hidhidrostrostatlcaatlca

-C

-Chohoququ tctcrmrmicic Ca

(6)

Embalagens

Ie:) PE da ol que

sa

ao moldes de sopro. -Transparencia de

Pequen ,'ctOl'110 em reciclagem.

-Rerenca decarbonatacao,

Embalagens

:r:~')Lata

SCI' de folh de Ilandres 011 de

aluminio.

·Nao

It

necessidades de Iavadoras, Troc termic facilltada

Conferem segunlm;a Sa reciclavci

Ofercccm grande (Iodet·publicit:kio'

Complcxo

de

maquinas

'Des paletizadora -Desr encaixotador

.(/lvc;ar;,f;c de ; d e can,1.\

iI~t):":.f:"j.~('f' '?Ie!ronr~:~

-Pasteurizador ou flas pasteurizado -Rotuladora

Transportes

(7)

Design Linha

Vidro

Retoruaveis

retornaveis

(pet/lata)

:D~~llal"U;d~;;

-"-: .' -~ Rinse)"

ivlAQUINA

<TRITICA"

ROTU1A\i)ORA PAL!iTllA1XlR DI!f'AI.ETI? AIX)R PAST!':URIi'.AnOR

----

..

--- ---~

(8)

--.;

M a qu in a C r c a

DeOnir;do: M AQ U N A C R C A

dimensionada"

S'clceli da Mal/uina Critica:

o ce s A s e c Q u ('on si d' :f :I\X i(; M< 'C :m i cas Pr ividude Rcudimcnto

"1 pl'ouuvao dalinhaesta limirada producso

11::1maquina r l a , o b e t v o

maquina critic funcionar continuamente

• . • , . . .. , " ' _ ; ': ' ;" _ - m" " . " ~ • • ." "~ ~" ~ - c - ~ . ." • •"w

mcsrno

z e c ad en c d a m a u in a c r c a

e n a o o m a s e a c d e e rm in e e nd im e n

da linh com'piirar producao

pr,od\i(.:ao teorica

R£Nl)t~1ENTO ""

!'ROOtiCAo (N de cmbalagon. produrldas

(9)

Rendimento

d e L in h

A v c a d a P e o rm an c d a L in h

PROl)lJCAO (N ti <",bal~gclI~ [lroolt1.id"s)

(C.d.Jld" NO!l1lnolx(fcmp Dbl,,,"I"d) C o d v e "/ .q uc um e -m u qu m a p a a !" .(Jsistema intciro pa S o ll U; ii ,) : n o s p re c is an ro s o c ul ta r a s m ic ro -p ar ad u das m aq u n a q u p od c a m a fc ta r f un c o nn mc nt o d a maquin criuca ·~P!llmilC' 1\('(JMlJl.;\(AO

•ACUMULA(?AO

A cu mu la c l o e n d u m aq u n a e o m a maquina s c a fe ta r f un c o n a n e nt o d a o u tr a A cu m l a a o T EM P O

\Acum\li~<yiiQ nn

(II;,

numero de garrafas

(10)

Sobrevclocidade

ob evclecldad d,lll;aquiua ncce .•saria ar cg ar a' "c a~ a.

Esta regra prccls se apllcada entr cada maqulna. Isso slgnlflc que sobrcvelocldade

dC'cmla m{lquina seril nUlio!' antes 1111 depots da m:tquina critica.

tJ

' ~ ' ~ , ( ) v

Como

conscguir

uma

linha

cquilibrada?

rcndlmento .../ ,,_s!~.,:cl)at.'.!r..•..~'-aquina critlc tc boa' confiabllidade ...

MallUhll critic ulio dove

arar po falt ou acum lo

dc gar~llfru;

(11)

transportadores

O s n sp o a do re s d e e nv as e o ns t u e e le me n uniao e n a s d if e e n c s m aq u n a

de HIlla linh de envasaruento

O s a ns po r a do rc s e r m p o a nc i decisive para f un c o ua mc n c t c ic n d a l in h p o i

pode ervi como pulmilo.

Composlcao basica

transportadores

guialateral

estruiura-ou armacn

esteiras ou orre tc transportadoras

-enp renagens :> e i e d -pe ajustaveis suporte latera -gui lateral motor de acionamento

«ter ao elemento mosuados

a n e no rm e n e , e m o e n o re s f o o c el ul as , o s b ic o n je to re s. d b r b a e j o le to r

b a e n e m

(12)

conjurno

Iorrnado

g r g e m a g am a e n e mo s o m e g g e p o e q e n au mecanicameme.

Sc.isores

O s e n o re s m u o lo c o s h a e r e r m i o u m e v el oc id ad e d a a q q ua nd o a n p o a do r e s v e v az i o u h e io . o s o : m o o re s e s e i o de m e r h o o n e r q u p o s c a ,[00 o c p a m e no r espaco.

- - - ~

/.

(13)

As esteiras

A s e s e i a s n a d ev e f i o t l me n e s d a E n e l outreda r·'rrente ha um espacamento para as eurva dos transporradorcs.

O s e lo s o r e n

sa

unidos POf pinos.

H a o i o r e n e s av inox materia!plastico)

S i e m a d e l i h am e n

d e e nv a e s

Q u m e m a h a a r f a e r u sa do , n e e s a r m o du la r e lo c o r o r

d o s s en so re s

..ajdstar

a s g u a s p a

e s e i m en t o u l a a me n d a h a

~ - - - . - - - ~

O s o m o s saoe x u l o s e la s laterals se perturbar f un c o na me n d a m aq u p o a co n n a o s e m m a h a u ad a p a f e o r d a h a pnncipal, ;~

(14)

SIstem de alinhament de envase

Iinhas

A s e n a da s a id a d a m aq u n a n a mesas d e a cu m ul o e re n e s e lo c e s m o corrente. a b a sa o o u \ ' u f n g" fo ff im d o s

envases pode e r d im i u i raves da menor pressno posstvel 11:1 l in h a ( pl ac a

monas)

Transportadore de garrafas

U t o r e n e s o rm a e m

ac

inox od rn tilizarm al pl ti a. C on s u ca o modular o m u s e s altura pe e m m a te r a l p la s c o . A c o na rn en r o r m o o re s o m e lo c o u e g l a e ! m e n i m e n o u p e variador de frequencia

ransport de garrafas PE

Para garrafas.plasticas utiliza-se transporte

e r o i p o e m d u de

prcnde as garrafas pelo pCSCOyo.

O s o r o d esrar preso proxirnos e t Ollm e m o o r pes,

as garrafas .<,"t1l. cheias > : esteiras plasticas

(15)

T ra n p o r d e l a a s

o r o de mo s e r

esteiras plasticas

posslvei urilizarmo transporte ieleferico

co transporte par cabos lubrificados

o r vacuo.

Transportede

barris

- - ~ ~ - - - - . - - - ~ - - - ~

c,.~~a . , ~ , , , , , . , , _ ~ . c

() rransporte d e b a n s C e o r o lo s

U90 carbon galvaruzado

at

rnaqui apes util za-s correntc de

p l o rm a e r m o x

· ·· ·· r

, .

Transportado de caixas

o r o rm a o x C o e n d e l a a fo rm a e m m a e r a l l a c o plataforma emborrachada, A s o r e n e s o m o le te s e m e le v d o a o p o a nd e g a ) , R o e s o s e to s e s

(16)

A s a ix a a o a n p o a d p o a v d ad e q ua nd o v az ia s

-Ele aproveitam es lvei do transportadores.

Mesa giradora

direciona o u p a o te s d a p o a n v e p a o s o n o u e - e r o m caixas.

Mesa prograrnador

mesa p ro g ra ma do r r ab al h e m s te m a o r o rm a e s e n o re s e m e c a s g e d a a ix a para cornpletar paletizacao,

."

(17)

le

e i o le s o n n t d o o u e j m a e r l s m a b a o s O s p o p o o lo s n il o o de r e r u t l i d o p a d es pa le t z ac n g ra ne ! o r

rransporte

co transporte de roles.

Lubri

f i C < l < ; : 8 0

do transporte

esteiras e ce s o : fi ui a t e n o s p o e s e m b l a e m .

higieniY.80io para evira acumulo

ProCeSSO

delubnficacao

;'1;1T!Omel£\J~ reguraoores de pressao

f:ql:lpamentos bori de iubnflcaca Lmha adequada de distribuicao

P l c o o r l c o s o e re n e s S o le nc id e e m po r z ad a E sc ol h d ea ! d o l ub r f ic an te .

(18)

---.--Lubrificacao

agua

agua e x e m m po r o ce s o . lg ti de l ub r f ic an te s p o de n d c au sa r p re c ip i a ca o o s b r e s l e presenca C e c au sa nd o m an ch a n o a n p a e s

Tipos de lubr ficantes

ri ia

detergente (acido graxos anioriicos detergente sinteticos (amina graxas

catienicas)

Lubrificantcs detergentes

Diminu atrito entreas esteiras, porem co p od e d e d e e rg e b a x o e n v e d u e z d a agua, ) o :, 'w i p H a l a l n o agU

(19)

Lubrificantc

Detergcnte

Sinteticos

O s I ub r f i a n e s e t o s a o derivados de

o m o s o s m o e m b r m be n e r o b o s m i o r m o

POSSUCIll pH proxim ncutralidadc.

;'.

sc lh do lubrificante

Dureza d a a gu a M a te r a i d e c on s u ca o d a e s e i a s P ro p e da d b io c d a e r e lo c e s e i q u d a d e o s o s m e m o e s e ce s trecho)

Coeficiente

f:

.uriro

o e Excelente 0.II e n O . ~ 2 a 15 N n a de qu ad a > 0

(20)

:. .) ,:-:. :l

Substitu

ya do

Lubrificante

S in te t c o p a d e e rg en te : U t l iz a e q p am e n d o a do r d e b r n t o m o l O d Fo~rvl;co e m e g d a e n o m atepH n eu tr o o d lirnpas c o p ro d u

acido (gel acido):

Substituicao

Lubrificante

et rgente ar inteti o: Utiliz

e q p am e n d o a do r d e b r a n o m

solucao alcalina b as e d e s od a e m s eg u d a

e n o m g u ate e u

A s e s e i o de m e r o m o d

alcalino (espurna alcalina clorada)

(21)

Insp tore

lctrdn co

C om o h um a o n o l l im i a d a t m p o p a , a s o m o d eq ua d p a a l o s e nd im e o s p ro d uc a o t or na -s c necessaria instalaca de um inspccao cletronica

Pr nc pals detei os na ga af

Inspefores eletronico

Principais pontes: g r a u de cI r n i n l l C ; ) o

de

garrafas dcfeiI l l O S : 1 S e r e m e f m e m o a l a s v el oc id ad e D e e m e r o v m i m o h o e r h o o n o l e f a c d o e to r o r g i o s p ro b e m a q u p od e a o g i

(22)

--.---.~~---·t·-tr il lu

I 'O J n d u garrafu).

- 2 < A " a! i: l\ ,: I( ) ( ' , I~ lc - Z i ( E \ m c di ., :i l( >0:. ill!cmid:ldc de lu qu p"~S(111I'd"vidro

'3"' Unidad de cjc<;iio (E:\ 1@l{)S{)nnpuls da Clara de ovaliacao, rr~II:OC~nU()I scpala9~o da rcspcctiva garrafa.

r----·IJI$p~y;l"dctundo t ns pc cs o d e b oc al . - In sp cc a d e p ar e ti c l at cr u '!n~1>C9iil) paredc 111\'-'111:1 '<;'Jjx:lil<:;C v c ~;)m" <:1"PC''''~:.\1" hqlll(l(}n:"jd:t,1 (~:l~-y~~f,~".:.;siraoha!"r.

garrafa ilumlnad po baix p'OI'IIIml lo

in:'lispa ad centrole qu regula tempo de'iluminacao dependendo datf"llllspaI'Cnd'l do materiat,

;J

(23)

---,---·;\

'A tecnica R o to -s c u t l iz a u rn a f im pa d h aJ 6g cn a p a

iluminar m a IIqlwl

pl"O\'OOO reflexes difuso quando dctcctar danos, fissuras

ou ruptur

tccnic par carucrns

eel).

dctcct dano dag,mTafa segund rneiod rc lcxuo. bs ilumiuacno do bocal

J a a l a , f im c o m m « rOlO triln~fonll;Hl dndos di titais na cl SO,Ivalor limite uJ!mpnssodo cnvin-sc

'JIn ~lIlal:l unidudc dc'climiuacno.

Inspecao

Inspccao

parede

lateral

I I J"inspccionur toda (1l at er a d a g ar ra f

n e c s a r q uc cl a g ir c 3 GO < '< l a n d e l um in ad o d c o rm a

u e o d i:tsupcrflcre <lil g,;rrar" P:IS"," em ff('lll\ IIdllne,;1

",~~·~~:';~9al~rxV':.\.~·~'i'onlvlew'~)

.'c:"C\)n:i(:II1<;V~1 para garratas litogratadas As garrafa

~ ( u m n a a s p u u m o n d e l u l oc al iz ed a o g a b x o ri rncsma co auxili d,~urn camera digual

ceo

e te c e r o r e se n o r o s

estranhos, defcitos atra da cscrit ()\Idcsgastc excessive,

E~(c tipo de in~p~\:;1"nclu ncccssuriumcnt inspc,.,::l;l de fundo,

(24)

-e c

' s

Pela tecnic da cfimer digital, gargat da ilumin ca onde'e capt da im ge d« onto no da bo qu vali da tr ve da C:imcl'a Este sistem serv para detcctar

ca bocatin gal'l'nfa,

dcsgaste dal'0)'1};1, alaN) no gal'galo n3 coroa

inspecao

o s e s e d e r e i

pa art:"!frequencia ou per infravermelho.ambos os e nv as am en t n en hu m g a a f o n e nd o e s d u

o m o me te r o d

Inspecao ie Hq id residual

re

e c e c o s o r

frequencia baseia-se na medica da condutancia

e le t e r o s m e o s ( a o d . )

e co nh e m e S fe i

e s m a m en a ( em i o r e ce p o r m e o s e re n e s o re s d e o n e le t C as e n il o s e a lc an ca d valor limite perrn tido

o co r m a falha instalacao.dc

eliminacao

ativada

(25)

--Inspccao

Iiquido

residual

po infravermelh

tecnica e c o s

n fr av e rm e lh o . g ar ra f a d a r b a o ,

infraverrnelha pass atra es Ii ucdo absorvida

e o e n o r o r e , h e

Inspecao

garrafas estranha

Unidades oticas mode ca

o lo r a o d a a f o u o j g r a tu ra ca o d a o r

Inspecao

de

nivel

enchimenlo rode utilizer

p a e te c a o g a o m v e e r o r

o u e r o r e se j d o a s como tambem

e i o re m e s e c C m a

g ro s e i p a h ( m a a n q u d e d e

espu Aose ze us destesistema necessaria atender ashn?rmas adiopr teca

tit_ a:

(26)

ca

ontrol da rotula em fcit na

proprl rotuladora po sensores (fotocelulas

co si tema pOl'cfimera ca az de ontrol

ca

ve ca

'i

controle da \'cday,1 levu cmconsidcracao

o do s o s m a e r o rm a A s m pa s m e t l ic a q u a pr es e nt ar e m n cl in ac o e s sao identificadas

e r m e m e o s e d o m scm.

(27)

:_::J

solucoes

d e m p e

~·""_A\.

-"'v

o d d e e rg e m a utilizado m pe z o i o l s uj e r as , S u a . : a d e te rg e n m a e r temperatures. Vantagens: N i o r o e -O f e g e c om o u b c an t -Rapid solubilidad •Propriedades bactericidas

solucces

de

limpeza

us de aditivos melhor qua1idad da lavage da garrafas pois possue

e n o a v o s eq ue s n te s o m p e xa n e s e m

e a e rm i

e mo c e s

incrustacoes pode inibir o d m e util d a m e s rn as .

Determin ca

da

concentracao

da.solucao

de

~orjv

(iH

Lavadora

de Ga!'rafa<

" 1 ' t · W : t - : . -t H ~ rIlL d~ ~dIU{.h'"l'tfi1a'iudol

ti a-,, t"sd tl ln lohw

Tltula-seconn- HO 0,1N al IIso!u,~ passar d~ rosa pa

incolor'

-Anotur volum gnst de HC O,lN vnlo p)

C(>nlinu~r !i!lIJ~~n mHdollando gotasdelndlcadcr

metllornnge

Anotar volume to alg",t<) '110n 'rnlls!~.l"';lra c"l"'·"~l\"

}·N7lIclhn.

-Dlminuir volume tota encontrado do valo de {vulnr m)

(28)

Lavadora

de

Garratas

ra o r o n o n ,n e l e sm o o .

C : = >

o r m a m i o u

l' veldos anques

nccessario

dist dcpcnd

Q'

previsro para

lIS

n b a

rotulos.

Aquccimento

o s

h o

deve SCI'

Durante aqueciment initia corrcntao deformacoc da celulas,

(29)

on un ue nt od ga rafa na lavadora importante

lert rmos pa co as garrafas

Pre-esguicho

/1.5garrafas co sujida cs pcsadas«CVCII CI

separada para li peza an alpara

post rlor ntra na aq na st tapa as

gal'rafa sa esvaziadas pre-csguichada inrern oxternnmenre co obje iv de climinar sujeir

rums

grossa pre-aquece

conjunto.

imersao.

SCI' engarrafado, temperatur couccntracso

da solu oe do bauhos.'

i'

(30)

Detalhes importantes

A s e m e r o n o c e m d a h o

e pe n m a

Dc r-fcilll noMi!>c<Illconcentracfl <Insoltl~ii( de

Iimpcz (v ritl ar reor de arbonatos) para IIO~sh'c

c fo rc o d a s o u ca o .

Caso trabalhe COIl1 rblUlos aluminizados, III'suma

tm tflncl IItiliza~ilQ dcadltivos I' c r a maquin»,

E v i a r fonmll,:ao soluciln d e l im p e za ,

-Evlta ()arrnsr de,~olla

sistem baseia-s bo ba alta

v ru :: a baix pressao, qu faze coma ·du~ii pass an-ave de rambores rotarivos ccnstruldo em chapas pcrfuradas

Os r6tulos dev('I'110satr illteil'os. evitando

ue oi pa

Iirnpeza

resfrfamen to da mesmas an-aves de da

Hit esguichamento qu dade baixa pressiio

(31)

It!':'":1:- (''':''. t_ ;,:-:: f(". t:..~:_:.(

pp cit' Clo),1 D; :1~l!~

er ur da otnt vas, os at do csgulcho acompanham boca da g:H'l'nfa.

Descar

as arrafa

ASgai-rnfas no descerem pelo deflctol' ~Igarrafa

teste

da fenolfralein empelo meno ()garrafas

variando o r

v a e m N i e v h a e r e s analisadas,

(32)

•Ar

Garrafa

mal

lavadas

·Garrafas manchadas

•Espum

excessiv

Contaminacao

microbiokigica

j'

· N i

alinhamento.

·A

co

ressao in uflc cntc

·p

agua

insuflciente.

(e ui ho

es cn ra'eza os

Entu imento de esgulcho

ra

(33)

•Du

(paradas prolongadas)

•Insu ficH~l)ciadea itivos

Cnrrafas es ra

icad

Espu

exce siva

n:l

so

Sotucao

imersao.

Contaminacao

rnicrobiologica

(:

Te

ra

inadequada.

Mlcr rganis

aderid

es uma.

maquina

(faiiques

(34)

-Todas as partes mecanica moveis requerem regularrnente inspecoes lubrificacoe

(e grenagensrodas dentadas unioes ou el da corrente, transmissao).

'E pecial arenca deve se dirigida para

nspeca do nive de le da ca xa rans is ao verifica tensao da engrenagen de transmissa .da corrente corretas temperatures do banhos

condicoe do esguichos.

S e g u r a n ~ a - I a v a d o r a

-T da as maqu na sa pr vide do otao de emergencia para qu haja desligamento de

e ne r o s m a m e

10

equipamento.

·IWla!~.deshga os disoosinvo de seguranca para simplificar'a operacoes de trabalho -Protecao contra ruidos, obrigatorio

protetor auricula

-Utilizacao obrigaioria de oculos de seguranca.

Lavadora

de

caixas

Devera sc renradas as caixas quebrada 0\1

muito sujas.

Oproccss consistc em jatearncnt so

pressao deu m a 8 01 u< ;\ 1 dctergcnte alcalino (maxim de f.5% de conc.) co emperatura no

(35)

Lavadora

de

caixas

Competem producao

impe da en iras tanques.

rnpe atur oncenrra ao do banhos -Posiciouament do esguicho

Pres aode ~: ::;i hamcnt de .0 3. I<grlcm -Limpeza geNII da Iavadora alios

trabafho.

(36)

Rinser

Com Iaucamcnro de embalageu 5('111

retorno, h:i necessldad« deSCI' fcit rn !'iIlSC!" IJIIC'

cousiste ( '1 1 1 ul ll a s C li c dc csguicho coloca lntorval re ulares

Rinser

N a h a (I cs za ru vlrador "'fwi$l('r" 1I('.lal:1 (111(' dclxnm ,11' ai esguichos illtCI110S

(':\{Cl'I111 dcssas lata

- - - ~ r

Rinser

lniclalmcnto uriliza-se (,Il ilgiic COll aglla

ftgU: quenre.com

POdCl'IllOS m p e g e n HIIO In

embala ei ar esll'riJ yap!}I' saturado, g:'ls

c:\I'boni~.o llJ!lIa ad

c10I'O.Ollfu 1II:\'Z~I:mlpode o p o m

(37)

Rinsers

1" Iase Pivotamont (I (,Iltnl\lll

g a a f e gu r o r m e de

pincas de tranSP9J.:!Le. m e urn m ov im en t d e p iv o a me n o . c an d invertida numa posica vertical cxaiamcnte cima do

b ic o n je to re s f ix os ,

Rinsers

fa Fa <f eslnfc ca (estcrillzncao co vapo snrurudo OS"C insuflad para ri ra 1 1 1 1 1 n ov im e n d e o rc a tambern atinge o a garrafa. Ostempos mantidos para estcrilizaca

d ep en d d o p ro du to .

Rinsers

3' Rinsagern

Ap rncurio intervale de gotejamento.

v a l a e r b c e s e r o u ga

carbonico, atualmente utiliza-sc d io x o r

(38)

Rinser's

4' Ropivotn tcnt de doscaraa

A p6 s g e COf!) o ucal'

garrafa novdmeme pivorada p a o s

i n c ia l ~ 'n ca ll \i l' lt Y. ld a p ar a c nc h cd or a

Vantagcnsdo

sistema

rinser

E x c a d e n u o rg a m o s q u p o v c a iu d a dv e d a a va do r c as o c to ru av c s . n u usual). M in im a s a gu a residuais e r d e IllLigf M im m m e m p d e e m e rm a e ce re m o n e s e m r in se r p o a c o n am e nt o c le tr op nc um a uc o Q u !ISOd o n se r n ec es sa n atcnrarmos p ar a c on s a n e s e r l iz ac a d a e nc hc do rn .

i ~

-.!.i

(39)

·" '~ .! -",

Enchedora

cnchcd ra

eq ipam en

capa de acondiclonar SCI' inarn os

requisitos eces ar os na fa

enchimento,

M o d o d e f un c o n am e n t

(1 Esteir de entrad (2 Barrcira de garrafas (3) Separador (4 Estrel de entrad (5) Carrosscl (6)Estl'cl de said:; (7)Lacl'a~lio (8 Esteir de said

G u

o e

e n h e o r

entr de um maqu na transporte tins garrafas executad atrave da guarniedes de guia stacoe de nchlmento, ma

gual'lli~i'iO deguia tipica f: co nposra de

(1 Barr iras deglll'I'ilfas

(2) Separador

(3) ESIl'ela~

(4)'4rc0 de guia (5) Tulipas Micc'ntl'agcm

(40)

e n h lm e

vritvula de hp

entrad simultaueament cilindro de clil'so(2) levanta- comprime-a contra

valvul II., euchimento

vacuo

vacuo

apoia nxaguament do cipi nte, Para dissipar

neccssarlo resfria-la

---~---_/

Processo de Enchimento

enchimento de garrafas

executa-se

divers

passes as ch

adas

angulo,

nro

enchedora,

(41)

Dispositivos de comand

an es ch mc exccutado pOI' curvas de cornan o. (1 enchimento. dJvulas al as cnch me

Fase de enchimento

A) e- ca af p r : e -evacuacao. (C) galTafas ec amen as al as cnch en es ar as af

Enchedoras Isobarometrica

ocorre segund prin ipia de equilibrio

de pr o) gn

maquina.

devido peso

proprio,

~ ~ • . , ,

,""---_

...

(42)

''---F:lSC

do enchimcnto

CUI"Va fixa

presslona

ench me to ca rcsp ndente re cvac acao

es be cccn en Uo comull ca~a en

interior da g:lI'l'afa

canal

de vacu

'V., tit'vaCIIO na ~l\I'I'afa,

2:\Fase

do en4limeut

Nesta fase, cavalctc

\1

piuo

elev alavanca

supe,dol'

c-reservatorio da maquhia,

flui CO

Fase do enchimeuto

CUl"Va fixa de cornand«

adon novamcnt VaCtIO, de CO al'guI at l'~sidua (1 %) .. '1 "\ \. ,; :<

(43)

se

Pressurizacfto com COl' l)l'osscguindo in CUrV;1 fix de comand presslona ruch da valvul de cnchimento que interliga ca al supleruentar CO COlli

garrafa, CO purificado filii para te io equilibrlo da pressao.

sa

Fuse

do

enchimento

Enchhnento, Atingida compcnsa~lio de

td ic

elirnlnada pressa qu rnanti ha ec ad

di tribuida pela pa edes late al internas

arrafa co lo cd

to lo reservatorio.

Fase

do cnchimeuto

de produt prossegu

ate

que nive do liquido

in tu

de i'ou CO ,intcn'Olllllcndo-sc Intercfimb!o

(44)

7: Fase do cnchimento

Descompressao. Ap6s fechamento da valvul de enchimento,' CIIl"Va fixa de comand

pressiona tuch da

alvula.

de dcscarga, travCs de ur onduto co cx de CO re tnnre, no ar al 1.:111'1"1\(.,\, dcsprendc-sc

garraf se adllll:lla 'lOSpoucosl\ pressno

ar os er n. liquid cxce cnte cspuma mal1uina.

ifercnca entr enchedoras

iferen entr as en he ra mcdillicas

lS elctI'6nic:l~ est no faro rt eira

il~vrilvu!as dl' enchlmento sa aelonndo 1)01'

curvas pino de comando,

Ja

na enchedora eletrdnica .a valvulas de enchimentosh

aciouada cletro-pueumaticamcnte guiada polo tempo.

;)

sistem volumetric podeSCI" utilizado

para bebida alimento Iiquldos em envase

de plasticos

volume ccnhecidos onde sequeira coloca um quantidade exat do produto.

(45)

rc cncontro valvul na ev SL'l" cxcessiva

ri

ra r» CIlV:1SC,

·0 movimcnt circul r, evid nccl ra an nHlial

ror~a ccntrffugn sohr hebi f:w.endoCQm

l l ix da lata xi tind crig de tran hordur

P o m o m c liltlls (:UJ~cndlllmcllte nn

descarga

rna- nccc snri lnsufl III1S uunpns .ant (I

Ir"",.",· ,~~,' F~lSCS

de cnchimento

volumetrlco

esterilizaca

c o v ap o

Elimlnacao do condensado Pressurizacao

Pressu,t'izll~a()com'COt pW'o

Enchtrnent Desearga

-N reservatorio de dosagc flui um determlnad quantidade de produto,

·A uilidade de ccntrage hahn pucumnticnment -Antes do ejlcbimcllto,s~n' prlmeiro cn;\a~"'.ni!ae p re s d a c o

gas.

-Durante enchlmento ut or

pa cncerrad quando sail v ol um e de produt dcsejado controlado o r m a

sonda, prorluto po baixo.

~

(46)

--ez

desinfeccao (CIP)

e n o m e c e r

m pe z o m o l (preferencialmente quentc

Lirnpeza a c b a de acid Iosforic

(eventunlmentex.,

O e o m

U t o d e s e c

(47)

Pasteurizador

e q m e

n a v a a o d e m ic ro rg an is mo s n a

bebida pe rneio Of.

Pastcurizacao

iecnic uiiliz temperatures

e le v o m e l m e o s inativar alguns microrganismos ou

m e m o e l m i e s e re n

ees er lizaca qu emprega calo

temperatures mills

q1lllS

par eliminar

mlcrorganismos,

Pasteurizacao

P a e u a l e r c a a c e r s t c a o rg an o le p uc a d o o d o r e a o e q u m ic a ( de s na tu ra ca o d a p ro te in as , c a a m el iz ac a d o s a cu ca re s )

causando alteracn no paladar, turv .. escurescimerno

(48)

Pasteurizacao

sobre estabilizaca da proteinas,

p r n c p a m e n e cu nd a a s e r a r a s q ua te r a r a s E o q u o nv e o no u

chama! de es at raca pr teica,

n ic ia lm e n d ef o rm a ca o p o s e r o rm e n e , primarias q ue b d a

respectivas ligar;:oes quimicas.

P a e u r z ac a d e B e b d a

mper eu ac p a u ne ! 7 0" C p a a s p a e u z a a o) . m p d e te r rn in ad o e m p o (l(mel m in u e s a s p a n z d e 3 0II60s).

T e mp e a tu r

e m p

e m pe ra tu r tempo dcpendcm:

Tipo de vasilham (metal idro ·q a! dadc (espessura da arede)

a m an h o

m p

p re te nc e a t n g d cn t d o e c p ie n e .

(49)

._---_._---e m ._---_._---e r m c h o e fe i d e paslcuril.1t,:fio. Denrro des raciocinio s ub in d c ad a V07. m a e m e r m o

m c m o e fe i e u e m e no r

tempo (flash pastcrnizacao).

Fatores par Pasteurizacao

..

D e f

e m

temperatura

imponant conhecermo os tipo de

m i o r a n m o s n o v o e x e n e s p a

e r e j m u o r

o do t o s H e m e x o s o .

Carg rn cial de microrgani rnos

e m e d y i e c m a e q e r e du z e m 90% m i o b ( D e m m o e rm i

R e d

microrganismos

seguranca d e U P ( un i a d pasteurizacao) U P 1.393 (HO") Par determinarmos r r d e U P n ec e s a e s e ce s o nh e

identiflcaca dos microrganismos.

UP m u b a x a p e p a e s a b l id ad e o lo g

U P m u e r e s m i

,I

(50)

Pasteurizacao

O s o s m a o a

estabilidade biol gica de um ro ut na deve fica restritoao

p as te u z ad o r aocompromisso

do colabora orcs as oa praticas de fabricacao

As zona

de

pasteurizacao

Yre~<:(quec:menl0 (>2 l.! '{4') Pr4-r;a.'iU'.ulll.UCUO(<1') 47"(:) ;'>;;U"·i.1f!Z,II,}jo (0( (,soC -Resfriamento

Pasteurizador

, ~

-·A!imellfa~'io transporte de garrafas -iernperatur do banhos

"Ch(jau(' termicos

., Dis(j(·,,'ul preisil:) «os esguichos

~Ter::v T em pe ra tu r d e salda LimGr-:.-.ado pasteun.ndor t:

---~;.._---

,---~

(51)

-Transporte da embalagens

t ra ns po r d a e m b al ag e n e i p el o e m a p il ge r o u e - e m . e a a do s e r e lh a m o ve i c om b n a o s g re lh a x a N e o ce s o me n d e o c e me .

te

ernbalagens

J" e to r o - o l e i e r 2 ° b i u s e n g a a va nc o d es lo ca rn en t p a e n A b m 6 e i o b barra fixas v'anlagerr. o s e s e rm a e m m e sm o u g n i n d p e m i m a o r

Aproveitamento da energi

pasteurizador utiliz a f q u e n a m p a e s q u a e o r e s e ce r e l e s e n o . A s o n d e p re -p as te u z ac a p a e u z ac a s § 'isoladas.

(52)

":

Parada do pasteurizado

F e ch a -s e valvul o r o s e s z o na s d e p re -p a e ur iz ac a p as te ur iz a a o , A b v a v u g u do tanques d a z o na s

citadas acima,

Flas Pasteurizaca

f la s p a e u z a a o e m p e g e m po s o s e m pe ra t e s m a a l a s E s t r a a rn e n e rm i c fcito o d embalagem.

Flash pasteurizaca

produt entr cerc de0 ec

b om be ad a p a o r m i

a lo r p a e r a ' ~ le c d a par coreade

56 e m e r

coread e 7 0" C d ep o e m pe ra t d a cerveja deem14°C devido aocontra fluxo

rn rv ja tr

(53)

Razoes basica

para

utilizacao de rotulos

P ro po r o n m a e x u be r

visualizacao extern

(publicidadc),

P ro p o c io n a a o c o ns um id o r u r e sc la re sc im e n sobre produto. R e g M A A l e s e n o u tmello, O s o s e v e r o a e x minima e n de n ci a d e c nr o sc am e n to . D e bom o de r o r agua, S u c ie n e s e nc i m p c to s deslocamento. o l c a a lc al in a a p d a o lu b l i c a d o

R6tu}os

Aluminizados

-Aumenta feito publicitario

c o s t d o d e d uo s c am ad a (papel alumlni

qu

reagem

diferente

e m e l: wa o

a s c o nd ic o e s

el mallc:JS)

'\

(54)

-.-~-.----R6tulos

Os rctulo di torcidos colo ados na caix

c ol e o r d e 6 tu lo s m ag az in e d e o tu lo s proporciona grandc pcrdas em material.

c us to s e nd im e n p ro du t v o O s o t o s e ve m e n x a perfeitarnente 110 magazi .; de rotulo

A rm az e a m e

d e 6 tu lo s

O s o t o s e ve m e r m a o s 5 e c s p ro p climanco ( is en t d e a l a s temperaturas u m a ad e) , e r p os ic a h o z o a n p a q u p o e n x a

perfeitamente !lOmagazine.

Rctulo decorp

R o o s o u o n rondo

R o tu l d e g a g al o

(55)

Colas

D e v er a I lu i h o m o ge ne am e n N a d e e r o v a r e s n go s D ev er a apresenrar u r b o p od e d is pe rs iv e M a e r o s o l h a u alItilizac;1io u m a p e rf e t a aderencia.

Colas

A s o i e r a r a s b a e ln a p ro te in a s i a dc qu ad n p a a s m aq u n a d e o tu l e m n i o du t a l m e n a ca o d o c il in dr o t ra ns m is so re s d e adesivo.

Cola

ca eina

Q u o s e l e m comportamento especial: 2 S 3 0< >C , o l o s o rm a o s f lu in d b e rn .

temperaturade itJO"C, ia ossu li

o rn po s a o g e a t o s c o p ro p e da de s

m e d ia ta s d e f i x a C ; a o o b m o lh a

(56)

C o

e i

B o m e d p e o b molhadas B o o l e m o d Scnsivel temperatur R e s e n o n o nd e

in

B o o t g e o b u e e s

-Boa dissolubilidad soda caustica

c,f,resnenciacontra jgua decondensacao.

B o o tu la ge m d e g a a fa s u en te s

\ 1e !: o c od e n ic ia l <it: pega

(57)

C o

e s m o

e m e r us d e f n id a p e l f ab r c an te , e n e s e v e r o re a 2 5 3 0 C . o l d a e m e m pe ra t e s a s p e d e o de r adesao, e s e s o t m a o l e m d e s iv a

obtencao de umabo I1xac;i\Odo rorulo, evitando ur eventual deslocarnento inicia do m es m n a

g u a s d o a n p o a do r a le m do m e a pr es en ta ca o ( en ru ga do )

colas novas nilo d ev e s e m is tu rn s an!igas.

plic ca da cola sobr os rotulo

c ol a na a pl i a d o b r superflcie o ta ! d o o t o s sobre superficie parcia

Vantagens: M e o r o n s m o o l o a o r garrafas rnolhadas F a d e p re no u e n o do s o t o s a s g a a s o ce s d e v ag em . m p o a n q u e sc ov am e n e j e f c az , a ze nd o p re s 5 . 0 .

- - - _ . . . - - - _ . . . : . . . _ - - - /

--.---.-.

~ - - - . - - - ,

Rotulage

equipamentos

Cilindro c o p al he ta s m o ve i ( ca p a do r d e o l a n e r d o d e o t o s M ag az i d e o t o s C i d ro c p ta do r d e roiulos rotulador m b o l

(58)

la

lo

la

U m a b om b m e n o l o m o l p ar t u pe r o r e x e ss o e to m ad o p a

recipiente de cola

U m e g e l e te rm i

espessura dofilm cola

Aspalheras sa alimentadas co cola pelo d r d e o l p a h a p o e r o r e n e , e u

respectiv percurso ai

rotulos,

A po s e b o l e r perfil

ci palhet esrarnpado n i d ar ne n n o r ol o

tula em ~cili

rotula

l in d r o u la do r p o s u i g a a s o u p in ca s

qu retira os rotulo dapalheta vira-lo,

l ad o o la n e , c on se qu en te m en t f ic a e xp o s

para fora.

ar

e j e s e x h e

l in d d e

colagern

retira da superflci a gl u n an t ( co m c ol a) .

(59)

R o t

e r

o t

o r

g a e s o n e s a ba ix o d o o tu l p re ss io n este U l m o c on t a ga r a f d ev id am en t c en t a da . U m o s e rm i o l o t o t e s o v o s o t o s na sejarn

(60)

Palete

O s p al ct e

sa

c on fl gu ra co e s d e e m p h am e o , o d z id a h a d e e n va s a tr av e s d a e m p il h ad e ir as .e l e , g e 1,05

Paiete

p a e t m a e r e s b i d ad c d o que supona atrave de [has grampo

ra r e r ad o s p ar a p ro ce s d e despaletizacao

Oespa

etizador

m aq u n a q u

tern

po

finalidade d e e mp i h a e n d a a r a d d e o n e n e n e s o s o u o de n e r e l COIllO l a a s g ar ra fa s n o va s -'-~~~."-'.'~'---''''.-'-''-'''~-=~'="'''-'-'-~"''_---__;''-'

(61)

Paletizador

p al e z ad o e r n al id ad e d e e m p l ha r

m a pacotes o u a ix a o n t e nd o as ernbalagens

prontas

para m e a d o m

seguranca

Composicao basica da maquinas

st S i e m e l v a a o D i o s do cabecote C ab e co t m e

estacao

p os i l o a do r d e p al e e s

j~-'--'"---~.~---'

Est uturadas maquina

D e sp al e z ad o a u p a e t a do r m a d e o n o m o n m a d ua s c ol un a d e s us te n a ca o o b us t q u f ic a soldada e s d e b a e . N e e s d e e sp a e f e n p a a lo j am e n d e c o n r ap e s par compensa e s o s m a e r e re m e le v o s m a

. r

-'t"If;

.,

(62)

Sistem de eievacao

m o m e

le ador fcto po li moto de r.ci

m a e n o rm a e le va do r s e g u a d o b h o s d e m u p o d e g a

D i p o s v o d e g i d o a be co t

mecanisme' girarorio e g a d a o d i p o s v e e le va do r m o v m cn t

horizo ta Cfeito atra es bravo acionado

pel moioredutor

Cabecote

Tanto d e sp al e z ad o r c o m o puletizador o d o s e s o s e co te s e s e la c o na d d i e t m e r o m a d p o d e embalagern. T od o o s b e o te s d ev e p o e m centralizado pa

materials nas maquinas,

(63)

---~----___"---+'--'1)

'J)

ell) r~

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ell!

iI

'~

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t)' "} j~ i) '~ (} ,~

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\~ ;i~ f} f) ~) ?)

Cabecotes

tipo de embalage e m o r e s o n e g e - e n e r c am a d c or n s eg u ra nc a Cabecote pOl' p ar a d e sp al e t z a c a x a reti ma

Cabecote gnctb, usad para latas ': iolh de Ilandres

Mesa de entrad

E ss a m e sa s sao m e o n o r o r

rendimento horari requerido.Podern ser: ~ 'h a e r 90"{varrcdura do envases) Duas Vl8Se m Y O " (m a m ' s e s e a o e m pu r a do s E n Ires 18()O o p o d m a r ap id o e f ic ie n e ) .

~adesaida

E s a s m e sa s

sa

d r n cn s o na da s d e a co rd o co e nd im e n h o e q e r d o o de r ser: said afuniladora 9 0" (v a envases) = : :, : :: -: : -- -. t: > ; ; '~ " -

==-~

(64)

---"} ') ') ') "),' ') '} ') ') ") ') '"~ ") "~ ')

'1

')

Mesa forrnadora de camada

mesa o rm a o r m a o d e r baixa E m '" ',

Transporte de palete

O s a ns po r a do re s d e p al e e s s il o l im i a do s p o e ce s a m o n m e n o s u av e c a g a n a 10 be

V i o r e n e s

"'fi roletes (suporta cargas supenores,

podendo h a ve r h as te s )

Mesa

giratoria

para paletes

mesa giratoria para paletes possuicoroas o m

at

3 6 a pl i a d p a

(65)

-n ve r o r a -ng u a r d e p a e te s

o s l e t para p o o r e n e s o m p o o le s e ce s d e e le va c p a e s via). (.

Maquinas despaletizadora

Despaietizad ra caixas plastica

grand es ad afas st as el Despaletizador grand sp ad barns

Maquinas paletizadora

P a e r a do r d e a ix a

plasricas

Paletizadora c a x a d e p ap el a P a e t a do r d e a co te s a nd e Paletizadora e l e t o r e l P a e t z . .a do r d e latas grand , . P al e z ad o d e b a

(66)

E q u p am e n to s c o m pl e rn e n a re s

M a a z d e p a e te s -Inspeto de palete M a e p o re s m a -Alinhador de palete Centralizado de camada M a

paletes

rv

ate

palete (valor para orientacao).

r···-·-~·-J-~----·-Inspetor

de

paletes

e to r e s e c e fe i o s ia ra io e r o re s o s e te s m e o lo s inspetor d e p al et e p o p re ss a d et ec t d e e i o s m e te nd o o s p a e te s

c a g a a t

o n o e e r e s suportar, .. ;~" '",

(67)

Separadores

de

Durante despaletizaca

hi n e e s d ad e d a

e t e n m a

envases.

Aliuhadcr

paletes

um dispositive q u s e v e ar entr li ar c a g a d e p a e te s p a q u o s m es rn o q ue m

alinhados adescarga. alinhamcnto e i a t a ve s d e b a a s l a e r l s p e o s q ua t lados,

Centralizador de

adas

E s

o s

o n

e le v o r

e n

z a o r

m a

ac on ados pneu ma ticam en te.

(68)

M a a z n e d e

caixas

o nh e

o m o e po s o s e se r

a ix a

e nv a a m e o , p o de nd o

armazenar

ate'}

caixas.

Pede

ser dispost horizontalment

v e r c a m e n te , d e pe nd e nd o d a

o n

e s

ti

ic

M a p o d o e m o no . C a e c a ga r p c M o m e C i o s m e o re s e s em alta performance. C a (Ililde

graus deliberdade, maier flexibilidade E co no r de espaco na linha T ro c o m b e o te s

.Rob-O-tino

coluna

M a o lun a c c ar bo n e e c M o v e n o m b a x a v i a ca o C i o s m e no re s e s a nd o em alta performance. C ap a d ad e o u g ra u d e b e d ad e e x b i d ad e v a a ve l E c T ro c o m o n b e o te s

(69)

.~ '~

";

Robo

M a qu in a c o nv e nc io n a

V e l i o c d e b e o te s U r o b m a o m e r o r carg de ur l'itkt (230 kg).

custo robo tipo co un scmelhantc de

m a m a o n e n o n m a b a manutencao,

ti

paletizadorns

maquina

qu dificilrnen

da

problema

causando

ar da

e r o r

eITO de

p ro g m a

o u

manutencao preventive

Desencaixotadora

n fc i d a o p e ra ca o d e d e se nc a x o ta m e n o :

N a o d e ix a e n a r ( "J . a fa s c o m

biro.

q ue b ra d p ar a e v i a r d an if ic ay a o d a u l p a

(70)

Encaixotadora

operacaode

encaixotamento:

R e

m e

e v

e n

rotuladas,

-Verificar sistem de lubrificacao da

e s e i

e v

e x e s

e s m a

o d

o s 6 t o s

C o m po s

b a

d a m a

a s

Estrutur ou corp 2 · S i e m a e te va c C ab e o t o m u l a s T r o r o r e n o u L~llradad e e n va se s

Esrrutura

A s m a

consirutdas

c o e le va d s eg u a nc a ( ro b us ta ) p a p ro ce ss o d e e se n x o m e n e n o t m e n ocupam poucoespav nu linhas

(71)

-.'1

--~-.

elevacao

garrafas

sa

extr rnamente su ves' e, depend nd do

tir'

sustentam cabecotc de

movimentos qu descreve um

determinad curva.

Cabecote

p o

e co t m a

a d

e l

e r e s e c

para

n s po r d e g a f a p a

caixas.

de

garrafas

para

e n

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Ac to to g1l'0 ale posrcao de alinhamento

- - - ~ . ~

(72)

,)

Classificaca

quanto

movlmcnracao

Alternativ ou posslIcm um

e g m e d e a ba lh o e rm i e m q u a r b e seguido pelo transportadores,

R o ta r v a -,Jlossuem e s r u u ra s d e c o lu na s e n d o p a g i o r q u a z movimenio c ir cu la r c o m re im trabalho continuo e nc ar to na do ra s o u · a tcrmocncolhtveis.

Encartonadoras

W r o u de papel.

Clusrerpack faz tiS? de embalagen

aber as apelao mo da as acor

com produto, COIlSlruC® CO 8y carbone co e st ru ru r p r n c p a p o u ne l ( ag ru pa me n n v formacao de caixas

---_ ---

---(,

Termocncolhtvels

S h k p p l e s e c a l e re n e r e m e m o s e n r a e m u nr nm e d e a qu ec im en t y sh r m e m o m e

plastico termoencolhive qu anterior usando bandejas CO'.110 suport pa

(73)

Capitulo

Capitulo

Ferramentas

Ferramentas

de

de di

dime

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(74)

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(75)

3.

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2.

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(76)

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(77)

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Compriment de

acumulacao

l!!c~

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-1I~~~~~]

Velocidade maxima da esteiras

Velo idad

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cadencta

nominal

Copyright

Or).,')

1998

~ri".s:\rios

Geraisd~

Design

Controle

d a L i h a d e

Engarrafamento

(78)

Cadencia.Igpm)

' a

Cc

Vc;:: Velocidade

de caixas

para

um quan dade

,(mlmin)

loci

tf sp rt

re

caix

Cc

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-

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-

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100

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Cc=O,35m

Entao

Vc=

l05Q*0,35

100*24

100

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rex)

(79)

Vc=

(Cc+d)

Ng

Cc=

0,35

0,3m

Ng=24

Vc

1000 (0,3

+0))124

27m/min

Principios

G e r a d e

Design Controle

da Linhas de Engarrafamento

Pagina41

(80)

,)

caso

nspo ad de

es

p r n c p i

d e a cu mu la ca o

m e m o

o s

o r o re s

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Ante da cicsempacotadora

Depois

empacotadora

Comprimento

de

acumulacao

Vpr

Velocidade

o d

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taxa

Tac=~-

~*L

\Vpr

,.,~¥",."~,,,,_ ,_,. v • Copyright Gebo 1998

P r n c p io s G e ra i d e D e s ig n C o n o l

(81)

ranspot.adores de garrafas

a'<:':l.m~li:l~Q9~.L~-.

~~, ".~."

'v'

Avallaca da acum lacoes nscessarla

Controle:

calcuto

das acumulacoes

Design.

Satisfagao

D ls t b u c a

S ob re ve lo c d a

- T

C om p m e

L a g u

Copy ight Gebo 1998

P r n c p io s G e ra i d e D e s g n C o n o l

Pagina43 das Linha de Engarrafament

Referências

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