Resumo Resumo TGPTGP
1 - conceitue direito
1 - conceitue direito processual civil conjunto de normas que estuda a processual civil conjunto de normas que estuda a atividade substitutiva do Estado eatividade substitutiva do Estado e a relação jurídica que se
a relação jurídica que se desenvolvedesenvolverá entre as rá entre as partes litigantes e o partes litigantes e o juiz que exerce função jurisdicionaljuiz que exerce função jurisdicional
2- Características do processo civil 2- Características do processo civil
atividade jurisdicional.ormas de !ireito "#blico atividade jurisdicional.ormas de !ireito "#blico
são normas decorrentes da soberania estatal$ não t%m cun&a privado. são normas decorrentes da soberania estatal$ não t%m cun&a privado.
Normas Obrigatórias
Normas Obrigatórias : : são normas cogentes$ imperativas ou de ordem p#blica$ não podendo sersão normas cogentes$ imperativas ou de ordem p#blica$ não podendo ser
afastada pela vontade das
afastada pela vontade das partes.partes.
Normas que estabelecem ônus
Normas que estabelecem ônus:: as regras processuais implicam em 'nus$ pois o as regras processuais implicam em 'nus$ pois o descumprimentodescumprimento
acarreta um peso para quem deveria cumpri-la. acarreta um peso para quem deveria cumpri-la.
Normas autônomas
Normas autônomas :: os princípios do processo são pr(prios em os princípios do processo são pr(prios em relação os do !ireito )ivil.relação os do !ireito )ivil.
Normas
Normas independenteindependentes:s: o processo civil * o processo civil * interdependeninterdependente do !ireito te do !ireito )ivil. +u seja$eles estão ligados$)ivil. +u seja$eles estão ligados$ a razão de ser do processo civil * o !ireito
a razão de ser do processo civil * o !ireito )ivil.)ivil.
3 - aponte
3 - aponte 3 princípios constitucionais do processo3 princípios constitucionais do processo
a,
a, O devido processo legal na O devido processo legal na Constituição ederal-Constituição ederal- + princípio do devido processo legal + princípio do devido processo legal encontra-se expressame
encontra-se expressamente consagrado na )onstituição ederal$ nte consagrado na )onstituição ederal$ no artigo / no artigo / $ inciso 02$ com a$ inciso 02$ com a seguinte redação.+ devido processo legal * uma garantia do cidadão$ que
seguinte redação.+ devido processo legal * uma garantia do cidadão$ que l&e da a constituinte$l&e da a constituinte$ assegurando tanto o exercício do direito de
assegurando tanto o exercício do direito de acesso ao "oder 3udiciário$ como o desenvolvimentoacesso ao "oder 3udiciário$ como o desenvolvimento processual de
processual de acordo com normacordo com normas previamente eas previamente estabelecidasstabelecidas
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.b,!rincípio da !rincípio da isonomia processualisonomia processual - + - + princípio da isonomia processuaprincípio da isonomia processual determina que asl determina que as pessoas dev
pessoas devem ser tratadas deem ser tratadas deforma igual perante a forma igual perante a lei.a subst4ncia lei.a subst4ncia do princípio da isodo princípio da isonomianomia processual$ deriva
processual$ derivado da isonomia indo da isonomia insculpida nocasculpida nocaput do artigo / da )put do artigo / da )onstituição ederaonstituição ederal$ resume-sel$ resume-se no tratar igualmente os
no tratar igualmente os iguaise desigualmente os desiguaisiguaise desigualmente os desiguais
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c" !rinc!rincípio ípio do do contrcontraditóaditório rio e ae ampla mpla de#ede#esa -sa - + contradit(rio e a ampla defesa na+ contradit(rio e a ampla defesa na )onstituição ederal+ princípio do contradit(rio e ampla
)onstituição ederal+ princípio do contradit(rio e ampla defesa esta expresso nadefesa esta expresso na
)onstituição ederal$ no artigo / inciso 02.+ princípio da igualdade das partes imp5e a )onstituição ederal$ no artigo / inciso 02.+ princípio da igualdade das partes imp5e a bilateralidade da au
bilateralidade da audi%ncia$ já que a di%ncia$ já que a possibilidade de possibilidade de reação de quareação de qualquer das partes lquer das partes emem relação 6 pretensão da outra$ depende sempre dinformação do ato
fundamento da citação da parte contrária$ quando válidatabelecendo a relação jurídica processual.
$ - conceitue %urisdição
7 o poder$ função e atividade de aplicar o direito a um fato concreto$ pelos (rgãos p#blicdestinados a tal$ obtendo-se a justa composição da lide.
& - discorra sobre as di#erenças entre %urisdição contenciosa e volunt'riaContenciosa8 Esp*cie de jurisdição onde existe conflito de interesses$ ou seja$ sua finalidade * dirimir litígios.
)aracteriza-se pelo contradit(rio ou possibilidade de contradit(rio.2oluntária8 esp*cie de jurisdição onde não existe conflito de interesses$ visando a todosos interessados o mesmo objetivo$ como$ por exemplo$ nas separaç5es consensuais$ execuç5es de testamentos$ inventários$ nomeaç5es de tutores$ pedidos de alvará judicial. 9efe-se 6 &omologação de pedidos que não impliquem litígio. ão &á partes$ mas apenas interess. ão &á coisa julgada.
( - diga tr)s princípios b'sicos da %urisdição
*" %ui+ natural ou investidura8 s( pode exercer a jurisdição aquele (rgão a que a )onstitui atribui o poder jurisdicional: a jurisdição s( pode ser exercida por quem dela se ac&e legitimamente investido:
2" ader)ncia ao território8 o exercício da jurisdição deve estar previamente vinculado a uma delimitação territorial:
;" improrrogabilidade: a jurisdição não pode ser exercida fora do territ(rio fixado ao juiz - <exceção8 incompet%ncia relativa,:
$" in,rcia: o juiz$ em regra$ deve aguardar a provocação da parte:
&" indelegabilidade: não pode o juiz delegar suas atribuiç5es$ pois as exerce com exclusividade:
(" indeclinabilidade: o (rgão constitucional investido do poder jurisdicional tem odever de prestar a tutela jurisdicional e não apenas a faculdade.
" quais são as características da %urisdição.atividade provocada atividade p#blica atividade substitutiva.
/ "o que , ação.=ção * a forma processual adequada para defender$ em juízo$ um interesse.=ção * o direito subjetivo p#blico de deduzir uma pretensão em juízo <subjetivo porque pernce a cada um: p#blico porque conferido a todos pelo Estado e porque a lei processual * de ordem p#blica,.
0 - qual a teoria da ação recebida 1o%e pelo ordenamento %urídico brasileiro.!= >E+9= != =?@+ E)07>)=
= teoria que &odiernamente vige * a ecl*tica da ação$ conceituada por um italiano que por muitos anos viveu no Arasil nos anos BC$ Enrico >ullio 0iebman.
= teoria ecl*tica tamb*m possui natureza abstrata$ onde &averia uma categoria estran&a ao m*rito da causa$ as condiç5es da ação$ que seriam preponderantes para a exist%ncia ddireito de ação.
Degundo 0iebman$ o direito de ação s( poderia existir$ se o autor preenc&esse requisitos como$ pena de ocorrer o fen'meno da car%ncia de ação$ com o processo sendo julgado exnto$ sem julgamento de m*rito.
o ordenamento jurídico nacional$ essa teoria já está expressamente recepcionada e positivada no art. FG$ 2$ do )(digo de "rocesso )ivil de 1HG;. )ompactuam dessa teoria varios processualistas$ como os italianos Iandrioli e >ommaseo e no Arasil * defendida por Jumberto >&eodoro 3#nior$ =maral Dantos e 2icente Kreco il&o.
*- quais são os elementos da ação:
Dão elementos da ação8 as partes$ o pedido e a causa de pedir <causa petendi,.
a" as partes - os sujeitos da lide$ os quais são os sujeitos da ação:
b" o pedido - a provid%ncia jurisdicional solicitada quanto a um bem:
c"a causa de pedir - as raz5es que suscitam a pretensão e a provid%ncia.
Estes elementos devem estar presentes em todas as aç5es$ pois são os identificadores destas.
Domente por interm*dio dos elementos da ação * que o juiz poderá analisar a litispend%nciaa coisa julgada$ a conexão$ a contin%ncia etc.$ com o fim de se evitar decis5es conflitantes.
** - condiçes da ação
=s condiç5es da ação são tr%s8
1. 0egitimidade para a causa: . nteresse de agir:
.=s condiç5es da ação são tamb*m requisitos da ação$ mas são requisitos especiais ligados 6 de da ação$ ou seja$ com a possibilidade$ pelo menos aparente$ de %xito do autor da demanda.
= falta de uma condição da ação fará com que o juiz indefira a inicial ou extinga o processo por car%ncia de ação$ sem julgamento do m*rito$ de acordo com os arts. H$ FG$ 2 e;H$ todos do )"). )aberá eventualmente emenda da inicial$ art. LB$ )")$ para que ela se ajuste as condiç5es da ação.
*2 - como se classi#icam as açes.
Classi#icação8 ação mandamental$ declarat(ria$ cominat(ria$ constitutiva.= natureza do direito de ação * subjetiva$ p#blica$ abstrata e gen*rica.
=s =ç5es de con&ecimento$ provocam uma provid%ncia jurisdicional que reclama$ para sua prolação$ um processo regular de con&ecimento$ por meio do qual o juiz ten&a pleno con&ecimento do conflito de
interesses a fim de que possa proferir uma decisão pela qual extraia da lei a regra concreta aplicável 6 esp*cie.
=s =ç5es !eclarat(rias visam uma declaração quanto a uma relação jurídica$ e a ação visa tornando certo aquilo que * incerto$ desfazer a d#vida em que se encontram as partesquanto 6 relação jurídica. =s =ç5es )ondenat(rias visam uma sentença de condenação do r*u. >ais aç5es tendem a uma seque$ al*m da declaração quanto 6 exist%ncia de uma relação jurídica$ cont*m a aplicação da onadora. =s =ç5es )onstitutivas se prop5em a verificação e declaração da exist%ncia das condiç5es$quais a lei permite a modificação de uma relação ou situação jurídica e$ em consequ%ncia claração$ a criação$
modificação ou extinção de uma situação jurídica.
as =ç5es Executivas$ o credor$ com fundamento no título executivo extrajudicial ou judicial art. L; do )")$ que * a sentença proferida na ação condenat(ria$ pedirá que se rze essa decisão.
*3 - quais são os meios #acilitadores de acesso 4 %ustiça
Ieios facilitadores de solução de litígio como a 0ei H.CCHMH$ que implantou o 3uizado Especial )ível e )riminal$ que se preocupa em solucionar causas de menor complexidade visando a celeridade.
=ssist%ncia judiciária gratuita da 0ei 1.CFCMC1B
*$- quais são os meios alternativos de acesso 4 %ustiça
5rbitragem - o 4mbito brasileiro$ a arbitragem está disciplinada pela 0ei n/ H.;CGMHF que incorporou o que antes estava previsto no )(digo )ivil e no )(digo de "rocesso )ivil$ revogando$ modificando e introduzindo conte#dos. Esta lei possui grande import4ncia jurídica nas relaç5es comerciais
internacionais$ diante do fen'meno da globalização. = 0ei da =rbitragem surge em um momento de grande avanço econ'mico dos países$ concomitantemente 6 formação de blocos econ'micos e 6 crise do sistema de prestação jurisdicional pelo Estado. Ee não se mostra apto e especializado para tratar dos novos litígios na área comercial$bem como diante da lentidão na solução dos conflitos que l&e são postos$ os quais exigem uma resposta imediata ante a rapidez das informaç5es e da vulnerabilidade das
relaç5es. Já um grande esforço doutrinário de larga escala para que essa 0ei produza efeitos concretos na busca de seu objetivo principal$ que * a solução dos conflitos patrimoniais por vias não judiciais. !iante dessa nova ferramenta$ quando as partes necessitam solucionar um conflito podem optar por faz%-lo empregando m*todos de conciliação$ tamb*m c&amados de autocomposição. a arbitragem * o meio alterno de solução de controv*rsias atrav*s da intervenção de uma ou mais pessoas que recebam se poderes de uma convenção privada$ decidindo com base nela$ sem intervenção estatal$ sendo a
decisão destinada a assumir a mesma eficácia da sentença judicial.
6ediação - Iediação nas palavras de Iorgado$ * o m*todo consensual de solução de conflitos$ que visa 6 facilitação do diálogo entre as partes$ para que mel&or administrem seus problemas e consigam$ por si s($ alcançar uma solução <CC$ p. 1C,. =ssim$ pela mediação$ o que se procura * administrar bem
o conflito$ aprendendo a lidar com ele$ fazendo com que o relacionamento com a outra parte envolvida não seja prejudicado.
Conciliação - = conciliação consiste em um processo de informação com a participação de um terceiro inteiente que atua como instrumento de ligação e comunicação entre as partes$ tendo por finalidade conduzi-las a um entendimento$ atrav*s da identificação dos problemas e possíveis soluç5es <0ima il&o$ CC;$ p. F;,$ e está sendo adotada pelo pr(prio poder 3udiciário$ois se encontra prevista nos artigos GG e ;;1 do )(digo de "rocesso )ivil$ bem como na 3ustiça do >rabal&o.= conciliação tem suas pr(prias características$ posto que$ al*m da administração do confl por um terceiro neutro e imparcial$ este mesmo conciliador tem a prerrogativa de poder sugerir um possível acordo$ ap(s uma criteriosa avaliação das vantagens e desvantagens que tal proposição traria a ambas as partes.+
conciliador observa os aspectos objetivos do conflito$ estimula uma solução rápida então exaustiva da questão e assiste os contendores para que alcancem um acordo da sua responsabilidade. =ssume uma posição mais ativa$ em comparação com o mediador$ c&egando mesmo a propor uma solução para o
litígio.
*& - o que signi#ica processo.
"rocesso * o instrumento da jurisdição: * o meio de que se vale o Estado para exercer sua função
jurisdicional$ isto *$ para resolução das lides e$ em conseqN%ncia$ das pretens5einalidade do processo * a composição da lide.
*( - quais são as esp,cies.
a"de con1ecimento: se busca uma tutela de con1ecimento7 uma sentença:
8" condenatória: pressup5e uma condenação$ a exist%ncia de um direito subjetivo violado$ visa aplicar uma sanção$ $ quando transitada em julgado * título executivo <arts. L; e LB,. 7 a maioria das aç5es., declarat(ria8 visa a declaração de um direito ou de uma relação jurídica art. B/$, constitutiva8 visa modificar uma situação jurídica existente por uma nova <ex. separação e div(rcio,
b"de e9ecução: destina-se a fazer cumprir um direito já recon&ecido por sentença judicial ou por algum outro título a que$ por disposição$ a lei atribuir força
executiva.c, cautelar8 <preventiva, visa medida urgente e provis(ria com o fim de assegurar os efeitos de um medida principal$ que pode estar em perigo com a eventual demora.
* - o que signi#ica procedimento.
"rocedimento * a forma de que se veste o processo
*/ - quais são as esp,cies.ipos de procedimento
a,comum <ordinário$ sumário e sumaríssimo, $b,executivo
c,cautelar e
d, especial <jurisdição voluntário e jurisdição contenciosa,
*0 - de#ina: su%eito da lide e su%eitos do processo ;u%eitos parciais do processo - partes8 autor e r*u
;u%eito imparcial do processo O juiz
Dujeitos da relação processual * abordar sobre todos aqueles envolvidos no processo$ seja o juiz$ como representante do Estado no exercício soberano da jurisdição$ ocupando-se em ser presidente e condutor do processo desde de sua postulat(ria at* seu julgamento$ sejam as partes que figuram em seus p(los ativo e passivo$ ou at* mesmo o Iinist*rio "#blico que atua ora como parte$ ora na missão de custos legis.
em sempre o sujeito da lide se identifica com o que promove o processo$ como se dá$ na substituição processual. Ias para o desenvolvimento pleno do processo$ * crucial que os sujeitos processuais sejam partes legítimas
2 - o que signi#ica: capacidade de ser parte7 de estar em %uí+o e postulatória
Capacidade de ser parte - * aptidão para praticar atos jurídicos processuais:a condição deser pessoa natural ou jurídica$ pois toda pessoa * capaz de ter direitos.>%m capacidade de ser parte as pessoas naturais$ as pessoas jurídicas e as pessoas formais <esp(lio$ massa falida$ &erança jacente ou vacante,.
Capacidade de estar em %uí+o ou legitimidade ad processum <para o processo - processual" - * a capacidade de estar em juízo. ão basta que seja pessoa$ tem que ter capacidade para agir$ para praticar os atos processuais. +s absolutamente incapazes deverão ser representados$ e os relativamente incapazes deverão ser assistidos
Capacidade postulatória - * a aptidão que se tem para procurar em juízo <advogados$ defensores p#blicos$ procuradores do Estado,. + advogado pode ser substituído no curso da ação. De o advogado
renunciar$ deverá notificar a parte para que constitua um outrocausídico no prazo de 1C dias$ durante os quais continuará representando a parte. Iorrendo o procurador$ será dado 6 parte o prazo de C dias para constituir novo advogado <)")$ art. F P/,.
2* - o que , sucessão processual
= sucessão processual * a substituição da parte$ em razão da modificação da titularidade direito material afirmado em juízo. 7 a troca da parte. Qma outra pessoa assume o lugar do litigante originário$ fazendo-se parte na relação processual. Ex8 morte de uma das partes.
22 - o que , substituição processual.
= substituição processual ocorre quando algu*m$ autorizado por lei$ age em nome pr(priona defesa de direito e interesse al&eio. Ex8 Iinist*rio "#blico ao defender deficientes físicos.
23 - Conceitue compet)ncia
7 o limite da jurisdição: * o poder de exercer a jurisdição nos limites estabelecidospela lei: * a quantidade de jurisdição atribuída em exercício a cada (rgão.
2$ - o que signi#ica o princípio da =perpetuatio %urisdicionis=.
"erpetuação da jurisdiçãoquando definida a compet%ncia de um juiz que * determinada no momento em que a ação * proposta$ permanece ela at* o julgamento definitivo da causa$ tendo por linalidade impedir que modificaç5es$ possíveis de ocorrer$ depois de proposta a demanda$interfiram no juízo competente para sua decisão:
2& - quais são as 1ipóteses de modi#icação de compet)ncia.
"rorrogar a incompet%ncia significa tornar competente um juízo originariamente incompetente. sto se dá pela incid%ncia de alguma das causas de modificação de compet%ncia.
C5>;5; ?@ 6O?88C5ABO ?@ CO6!@NC85: *D CON@EBO
Encontra-se regulada no art. 1C; do )"). >rata-se de um fen'meno entre demandas$ e não entre aç5es. Dão conexas duas ou mais demandas quando l&es for comum o objetoeMou a causa de pedir. Estas
poderão ser reunidas para julgamento conjunto pelo juízo prevento <arts. 1C e 1CF do )"),.De os juízos tiverem a mesma compet%ncia territorial$ o juízo prevento será aqueleonde se proferiu o primeiro
despac&o preliminar positivodata em que foi proferido o pronunciamento judicial que ordenou fosse o r*u citado <art. 1CF do )"),.De os juízos tiverem diferentes compet%ncias territoriais$ será prevento aqueleque realizou a primeira citação válida <art. 1H do )"),.
5 F@>N8BO ?O; !FOC@;;O; !OF OFA5 ?@ CON@EBO G OHF8I5JF85.
Ruanto a esta questão &á uma diverg%ncia doutrinária. "ara uns ela * obrigat(ria$ era outras * mera
faculdade do juiz.7 coerente o entendimento de que a reunião * obrigat(ria quando existir o risco real de &aver decis5es contradit(rias <pois esta * a razão de ser da conexão,. !esta forma$fica a cargo do juiz analisar a conveni%ncia da reunião$ podendo inclusive faz%-lo poruma questão de economia processual.
2D CON8NNC85
Encontra-se regulada no art. 1CB do )"). >rata-se de uma esp*cie qualificadade conexão$ que se dá quando são comuns o objeto eMou a causa de pedir$ e o pedido formulado em uma das demandas * mais amplo do que o formulado na outra <esta está contida naquela,.
o mais$ a contin%ncia funciona da mesma forma que a conexão.
!O?@6 5; !5F@; @K@I@F O =JF>6 C@NF5K=7 @6 ?@F86@NO ?O; =JF>N; F@I8ON58;=.
Esta questão apresenta diverg%ncia doutrinária e jurisprudencial$ pois &á quem veja nas regras que fixam a compet%ncia dos f(runs regionais um crit*rio absoluto e$ outros$ mera compet%ncia territorial."arece$ contudo$ que se admite apenas a eleição de foro$ e não de f(rum$ de modo que fica apenas a cargo da lei determinar o f(rum competente.
3D LON5?@ ?5; !5F@;
=s partes podem eleger$ por via contratual$ o foro que será competente para os processos de que sejam partes <foro de eleição,.
$D 8NGFC85
Dendo a ação proposta perante juízo relativamente incompetente$ o r*u pode oferecer exceção de
incompet%ncia dentro do prazo para contestação previsto em lei. )aso ele não o faça$ será prorrogada a compet%ncia do juízo <o juízo originariamente relativamente incompetente tornar-se-á competente,.