Teste de Aplicativo. Sem valor legal.
Ficha de Avaliação do Programa
Ficha de Avaliação
Período de Avaliação: 2007 a 2009 Etapa: Avaliação Trienal 2010
Área de Avaliação: 30 - PLANEJAMENTO URBANO E REGIONAL / DEMOGRAFIA
Programa:
Curso Nível Ano
PLANEJAMENTO
REGIONAL E GESTÃO DA Profissional 2009
Nível
Curso Ano Início
PLANEJAMENTO
REGIONAL E GESTÃO DA Profissional 2001
Dados Disponíveis na Coleta de Dados
31032010007P8 - PLANEJAMENTO REGIONAL E GESTÃO DA CIDADE ( SBI ) Modalidade: Profissional
IES: 31032010 - UCAM - UNIVERSIDADE CÂNDIDO MENDES
PROPOSTA DO CURSO
Itens de Avaliação Peso Avaliação
1.1 Coerência, consistência, abrangência e atualização da(s) área(s) de concentração, linha(s) de atuação, projetos em andamento, proposta curricular com os objetivos do Curso/Programa e da modalidade Mestrado Profissional.
Bom 35.00
1.2 Coerência, consistência e abrangência dos mecanismos de interação efetiva com outras instituições, atendendo demandas sociais, organizacionais ou profissionais.
Bom 15.00
1.3 Infra-estrutura para ensino, pesquisa e extensão. 15.00 Bom
1.4 Planejamento do Curso/Programa visando ao atendimento de demandas atuais ou futuras de desenvolvimento nacional, regional ou local, por meio da formação de profissionais capacitados para a solução de problemas e geração de inovação.
Bom 25.00
1.5 Articulação do Curso/Programa de Mestrado Profissional com cursos acadêmicos do mesmo Programa de Pós-Graduação
Não Aplicável 10.00
Comissão: Bom
1.1
O curso tem por objetivos prover o instrumental teórico e prático no campo do planejamento regional e da gestão urbana, visando a formação de pessoal qualificado capaz de atuar na administração pública e em áreas específicas da iniciativa privada (Proposta do Programa). Face a estes objetivos, julga-se coerentes suas linhas de atuação, e harmônicas com a estrutura curricular. Esta permanece inalterada quanto ao elenco de disciplinas , com as obrigatórias concentradas nos 5 primeiros bimestres (há uma sexta disciplina, focando Técnicas de Pesquisa no Sexto bimestre) e as eletivas oferecidas a partir do quarto bimestre. As ementas das disciplinas apontam para a existência de uma adequada atenção para com os objetivos e foco do Curso. Os aspectos teóricos gerais são bem cobertos pela grade curricular, e em especial, os temas vinculados com a gestão urbana e o planejamento regional. Por exemplo enquanto fundamentos teóricos são reforçados em disciplinas como Desenvolvimento e Região, Economia e Território, Planejamento e Políticas Públicas; outras voltam-se para o aspecto instrumental ou de interface com áreas conexas: Economia do Petroleo, Demografia aplicada ao Planejamento, Instrumentos de Gestão Urbana. É
conveniente ressaltar que a existência de uma disciplina de Demografia – o que deveria ser comum em nossa Área – aponta para uma saudável preocupação para com as interfaces naturais do Planejamento como a Saúde e a Educação.
Mantem-se apenas uma área de concentração (Planejamento Regional e Gestão de Cidades) com duas Apreciação
Teste de Aplicativo. Sem valor legal.
Ficha de Avaliação do Programa
Ficha de Avaliação
linhas de pesquisa: Desenvolvimento Regional e Gestão de Cidades. Aparentemente há um cuidado por parte do Programa em fazer convergir os temas dos projetos de pesquisa para o âmbito das linhas: em 2009 havia apenas um projeto isolado em andamento, 7 projetos alocados na Linha de Desenvolvimento Regional e 8 na de Gestão de Cidades, conservando um bom equilíbrio observado no inicio do Triênio em contraposição ao Triênio anterior quando havia preponderância na Linha de Desenvolvimento.
O conjunto de informações neste item atende aos critérios da área. 1.2
As atividades de atendimento à demandas sociais se iniciaram com o próprio Programa em 2001 e vem sendo incrementadas desde então. Convênios e Acordos de Cooperação Técnica, dentre eles os realizados junto ao CEFET (Centro Federal de Ensino Tecnológico) , SEBRAE, IBAM (Instituto Brasileiro de Administração Municipal) e PETROBRAS, através de seu centro de pesquisas CENPES, resultam em atividades conjuntas de pesquisa e extensão. É notório que o Programa consolidou-se como um núcleo de pesquisas sobre os impactos econômicos e sociais da produção petrolífera na região, inexistentes sob forma sistematica, antes de sua criação. As atividades de atendimento à demanda social, incluindo prefeituras e empresas privadas da Região são coerentes com os objetivos do Programa, e consistentes com suas áreas temáticas. Como exemplo menciona-se uma das atividades mais recentes, O convênio com a FENORTE firmado em 2009 para a elaboração dos planos locais de habitação de interesse social dos municípios de São João da Barra, Itaperuna, Miracema, Nova Friburgo e Varre Sai. Considera-se antendidas as exigências da Área para este ítem.
1.3
O Programa dispõe de espaço físico confortável para suas atividades, bons recursos de informática e excelente biblioteca. O acervo é informatizado, e os serviços oferecidos incluem acesso integral ao Portal de Periódicos Capes, e acesso a informações existentes nas principais bibliotecas brasileiras e na British Library através da Comutação Bibliográfica (COMUT). Deve-se destacar a existência de 8 laboratórios para ensino e pesquisa, onde a ocupação para aulas ou para atividades de investigação se alternam mediante reservas prévias. As salas de aula são climatizadas, em número de 6 exclusivas para a Pós-Graduação com recursos multi-meios variados. Atende aos requisitos formulados pela Área.
1.4
Dois fatos hodiernos marcam de fortemente as perspectivas futuras e imediatas do Programa: Na região de interesse para a atuação do Programa são produzidos 84% do petróleo e 42% do gás brasileiros.. As reservas do présal já identificadas na região ativam o debate sobre o futuro regional, ao mesmo tempo em que ocorre a implantação do maior empreendimento em logística portuária do País , no Porto Açu em São João da Barra. O Programa demonstra estar atento às necessidades de acompanhamento das mudanças, pois pretende “embora mantendo a estrutura curricular já consolidada”, ..”introduzir disciplinas capazes de atender a esses novos desafios analíticos que se colocam ao Programa”. No tocante à linhas de pesquisa foi organizado um grupo de pesquisa voltado para o acompanhamento das transformações. Considera-se assim atendidas as expectativas da Área. 1.5
Não existem outros cursos no mesmo Programa. Outro Mestrado Profissional da mesma instituição existe em Área distinta.
CORPO DOCENTE
Itens de Avaliação Peso Avaliação
2.1 Perfil do corpo docente, considerando experiência como profissional e/ou pesquisador, titulação e sua adequação à Proposta do Curso/Programa e à modalidade Mestrado Profissional.
Muito Bom 50.00
2.2 Adequação da dimensão, composição e dedicação dos docentes permanentes para o desenvolvimento das atividades de pesquisa e formação do
Curso/Programa.
Bom 20.00
2.3 Distribuição das atividades de pesquisa, projetos de desenvolvimento e inovação e de formação entre os docentes do Curso/Programa.
Regular 30.00
Teste de Aplicativo. Sem valor legal.
Ficha de Avaliação do Programa
Ficha de Avaliação
Comissão: Bom
2.1
Todos os docentes Permanentes do Programa são Doutores, assim como o docente Colaborador. Há boas indicações de que os docentes incorporam a dupla característica de pesquisadores e profissionais extra-acadêmicos: A soma da Produção Técnica com Relatórios técnicos de Pesquisa (44 entradas no triênio) , suplanta o dobro da produção em artigos acadêmicos.(23 entradas) A formação dos docentes é diversificada quanto aos ambientes ( 2 docentes oriundos da Economia, 2 da Demografia, 2 do Planejamento e outros da Geografia, Arquitetura e Sociologia). Quanto às IES, há preponderância da UFRJ (50% dos 8 Docentes permanentes em 2009), mas mantém-se alguma diversidade.
O Programa utiliza apenas um docente colaborador: a formação variada dos Docentes Permanentes aparentemente consegue cobrir a amplitude temática das Áreas de Concentração.
Pelos critérios da Área, a avaliação é Muito Bos neste ítem. 2.2
O Programa contou com uma média de 7 docentes Permanentes na avaliação trienal anterior e passou para 9 neste triênio. Em todos os anos contou com apenas um docente colaborador. Dos atuais 8 Docentes Permanentes, 7 atuam em tempo integral na IES (com 40 horas semanais) e apenas um dedica 30 horas/semana. A indicação é, portanto, de uma boa base de Docentes, sem dependências externas. Igualmente, Não são notadas grandes oscilações que pudessem expressar prejuízo na qualidade do Programa. A avaliação para este ítem é BOM.
2.3
Observa-se no transcorrer do triênio, uma diminuição do envolvimento nas atividades em pauta: enquanto nos anos anteriores apenas um docente entre os Permanentes não possuía envolvimento em projetos de pesquisa como responsável ou como participante, em 2009 há 3 Docentes Permanentes sem participação em nenhum dos 17 projetos do Programa, quer como responsável quer como membro da equipe. Há um quarto docente que é responsável por um projeto, mas não participa de nenhum outro. Cerca de 70% da responsabilidade por projetos está concentrada em apenas dois docentes.
O Programa não possui curso de graduação acoplado às suas atividades, de sorte que a participação na orientação e formação neste nível era inexistente. Há sim, a participação de dois docentes na ministração de aulas em outros cursos de graduação, num total de 300 horas.
O Programa buscou, durante o triênio reforçar seus vínculos com a graduação através de medidas proativas como: “participação nas pesquisas coordenadas pelos professores do Mestrado de um crescente número de alunos da Graduação como bolsistas de iniciação científica; - divulgação em seminários internos por meio de palestras e posters, dos resultados das pesquisas financiadas pelos órgãos de fomento regionais e nacionais; - expressiva participação dos alunos de graduação nos eventos científicos e palestras organizados pelo programa de mestrado, destacando-se no VIII Seminário de Integração; - a participação dos alunos de graduação nos eventos promovidos pelo programa de mestrado é validada como atividade complementar prevista na grade curricular dos cursos de graduação da Instituição” (Proposta do Programa)
A avaliação neste ítem é apenas regular devido à indesejável concentração das atividades. As medidas tomadas pelo Programa são positivas, mas ainda não fornecem os resultados desejados.
Apreciação
CORPO DISCENTE E TRABALHOS DE CONCLUSÃO
Itens de Avaliação Peso Avaliação
3.1 Quantidade de trabalhos de conclusão aprovados no período de avaliação e sua distribuição em relação ao corpo docente
Muito Bom 40.00
3.2 Qualidade dos Trabalhos de Conclusão e produção cientifica, técnica ou artística dos discentes e egressos
Regular 35.00
Teste de Aplicativo. Sem valor legal.
Ficha de Avaliação do Programa
Ficha de Avaliação
Comissão: Bom
3.1
No transcorrer do triênio foram contabilizados 41 trabalhos de conclusão, e a distribuição entre os docentes indica uma boa participação nas atividades de orientação. Em 2009 apenas dois docentes não tiveram orientações de trabalho concluídas: um deles possivelmente pela sua chegada recente ao Programa e outro por circunstâncias de fluxo: este mesmo docente formou 4 Mestrandos em 2008. Os dados indicam então um bom fluxo, com boa distribuição, o que é considerado MUITO BOM pelos critérios da Área.
3.2
Aparentemente a avaliação deste item pode estar prejudicada pela qualidade da informação: os dados para 2009 não são reportados, embora o Programa tenha apresentado em anos anteriores um número sugestivo de boa atividade de produção do Corpo Discente. Assim, em 2007 foram anotados 5 discentes-autores e 4 em 2008. Os veículos são variados, constituindo-se em periódicos, serviço técnico, a apresentações de trabalho. Entre os egressos são relatados 3 autores em 2008 (Com publicação em anais de congressos e apresentação de trabalho) e 2 em 2007 em capítulos de livro e Livro:coletânea.)
Há portanto alguma indicação de qualidade para o Programa, porém com a ausência de informações em 2009, a avaliação fica prejudicada e considerada REGULAR
3.3
Este item foi avaliado pelas informações constantes no item anterior, e sobretudo, pelos resumos das Dissertações constantes no caderno de Teses e Dissertações – Cadernos PE-79.
Foram assim examinados 41 resumos. Conquanto não se saiba o impacto efetivo que podem ter causado para a sociedade e para o Programa, foi possível detectar a existência de um bom foco na grande maioria das Dissertações, qual seja a possibilidade de influir na formulação de políticas pública voltadas ao planejamento, ou bem para a adequada instrumentalização da gestão. Julgando-se desta forma, a avaliação do impacto, pelo menos em termos potenciais é muito boa.
Apreciação
PRODUÇÃO INTELECTUAL E PROFISSIONAL DESTACADA
Itens de Avaliação Peso Avaliação
4.1 Publicações do Curso/Programa por docente permanente 35.00 Bom
4.2 Produção técnica, patentes e outras produções consideradas relevantes 45.00 Muito Bom 4.4 Vinculo entre Produção técnica e Publicações qualificadas do
Curso/Programa.
Regular 20.00
Comissão: Bom
4.1 O Programa tem apresentado boa produtividade intelectual desde seu início. Neste triênio, considerando para fins de comparação apenas a produção qualificada em periódicos, Anais de Eventos, e Capítulos de Livros, encontra-se uma média de 2,7 itens por docente/ano, mantendo a evolução do triênio anterior que apresentou consecutivamente 1,25. 2,0 e 2,43. Há ainda outras produções de importância para o mestrado Profissional, como os Relatórios de Serviços Técnicos e apresentações de trabalho, com média de 2,8/docente-ano.
Não há mais indicações de alguma concentração da publicação, confirmando a trajetória positiva que a evolução no trimestre anterior havia indicado. Apenas um membro do Corpo Docente Permanente deixou de publicar em 2009 e nenhum em 2008, mantendo assim a boa avaliação anterior.
4.2 Neste item o Programa apresenta atividade intensa, embora concentrada em alguns docentes. A Produção se dá sobretudo na Prestação de Serviço - com serviços técnicos, consultorias e assessorias - com 11 referências no triênio; e na Divulgação Técnica, possivelmente um dos pontos fortes nestas atividades: anota-se 27 entradas em apresentações de trabalho, além de palestras e conferências (3), organização de eventos (2), cursos de curta duração (5). A divulgação assume importância na medida em que focaliza temas de grande interesse social, como é o caso da Coletânea “Petroleo no Brasil, o desafio Apreciação
Teste de Aplicativo. Sem valor legal.
Ficha de Avaliação do Programa
Ficha de Avaliação
da abundância” divulgada em 2007, e o banco de dados “Inforoyalties” que atualiza as informações sobre as compensações financeiras referentes aos royalties oriundos da produção e venda do petróle, ambos considerados referências para os trabalhos na Área. Tanto a Coletanea como o Banco de Dados recebem apoio do CNPq.
Há que se referir a um cuidado que o Programa deve considerar neste item: embora atinja nível de muito boa qualidade,
permanecem questões referentes às atividades individuais e/ou qualidade das informações. Assim, em 2007 havia 4 docentes sem produção alguma neste item, que evoluiu para 6 docentes em 2008 (mais da metade do Corpo de Professores) e felizmente, diminuiu para 3 em 2009. Ao mesmo tempo, o total de referências que em 2007 era de 40, cai para apenas 8 em 2009, levando a crer numa possível omissão da informação.
A avaliação mantém-se ainda num nível muito bom devido à relevância da Produção e ao seu volume no total do triênio. 4.4 A desejável vinculação entre as Publicações Qualificadas e a Produção técnica no Coleta Capes ainda não se deu,
prejudicando em parte o julgamento do item. A julgar pelos títulos da publicação qualificada, esta tem vinculação estreita com a produção técnica, decorrendo mesmo das atividades na área aplicada.
INSERÇÃO SOCIAL
Itens de Avaliação Peso Avaliação
5.1 Impacto do Programa 45.00 Muito Bom
5.2 Integração e cooperação com outros Cursos/Programas com vistas ao desenvolvimento da pós-graduação
Muito Bom 5.00
5.3 Integração e cooperação com organizações e/ou instituições setoriais relacionados à área de conhecimento do Curso/Programa, com vistas ao desenvolvimento de novas soluções, práticas, produtos ou serviços nos ambientes profissional e/ou acadêmico
Muito Bom 20.00
5.4 Divulgação e transparência das atividades e da atuação do Curso/Programa 10.00 Deficiente 5.5 Percepção dos impactos pelos egressos e/ou organizações/instituições
beneficiadas
Bom 10.00
5.6 Articulação do MP com outros Cursos /Programas ministrados pela Instituição na mesma área de atuação.
Não Aplicável 10.00
Comissão: Bom
5.1
IMPACTO SOCIAL
Os temas das dissertações apresentadas, assim como as articulações formais com as diversas instituições parceiras apontam para uma firme inserção regional com significativo impacto social.
IMPACTO CULTURAL
O Programa buscou estabelecer laços culturais de maior significado e permanência com a sociedade local, implantando em 2008 o Conselho Consultivo do Curso - CCC, constituído de representantes da FIRJAN-Norte, Associação Comercial e Industrial de Campos dos Goytacazes, secretários de Planejamento dos maiores municípios da região e representantes da Petrobras. Aparentemente, criou-se assim uma instância de dupla mão entre a sociedade com para além suas demandas e o Programa mais além de seus serviços.
IMPACTO ECONOMICO
Atendidas as demandas locais percebidas, o Programa inovou ao estimular a atuação de membros do corpo docente no Apreciação
Teste de Aplicativo. Sem valor legal.
Ficha de Avaliação do Programa
Ficha de Avaliação
universitárias e outras da cidade de Campos dos Goytacazes, visando exercer controle social sobre as contas públicas do município.
A avaliação para este ítem e Muito Boa. 5.2
Na avaliação do triênio anterior, a Comissão de Avaliação apontou para a conveniência de firmar acordos de cooperação com instituições de grande visibilidade técnica e acadêmica, além daquelas já consorciadas. Neste triênio o Programa manteve dois dos convênios já existentes (UENF e UNIFACS – Salvador) e selou novas parceiras, com o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - IFF, coma Fundação Estadual do Norte Fluminense – FENORTE e com o Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional – IPPUR da Universidade Federal do Rio de Janeiro; atendendo em grande parte a recomendação, o que leva à uma avaliação de Muito Bom.
5.3
Os Convênios mencionados com a FENORTE e com a UENF respondem positivamente ao quesito em avaliação, com avaliação Muito Boa.
5.4
O Programa não tem página própria na Internet: compartilha o site da UCAM com os outros programas da IES. Na avaliação do triênio anterior havia explícita recomendação para que o Programa providenciasse o cumprimento da determinação da Capes com respeito à disponibilização digital das Dissertações, o que não foi atendido. No site da UCAM há sim, um mecanismo precário de busca por Teses e Dissertações de toda a IES, porém tentativas de resgatar Dissertações defendidas em 2007, 2008 e 2009 resultaram infrutíferas. Decorre assim uma avaliação Deficiente.
5.5
Ao final do Triênio anterior o Programa realizou uma pesquisa com egressos, que não foi repetida no atual, mas programada para 2010. A julgar pela procura na admissão (60 candidatos para 25 vagas), pela contínua demanda por serviços técnicos de assessoria e consultoria, e pela penetração no âmbito social da atuação do Programa, aparentemente percebe-se impactos de natureza positiva, resultando numa avaliação de nível BOM
Quesitos Qualidade
Qualidade dos Dados
PROPOSTA DO CURSO Muito Bom
CORPO DOCENTE Bom
CORPO DISCENTE E TRABALHOS DE CONCLUSÃO Regular
PRODUÇÃO INTELECTUAL E PROFISSIONAL DESTACADA Bom
INSERÇÃO SOCIAL Muito Bom
Bom Comentário
Comissão:
Quesitos Avaliação Comissão
Conceito/Nota CA
Peso
PROPOSTA DO CURSO 0.00 Bom
CORPO DOCENTE 20.00 Bom
CORPO DISCENTE E TRABALHOS DE CONCLUSÃO 30.00 Bom
PRODUÇÃO INTELECTUAL E PROFISSIONAL DESTACADA 30.00 Bom
Teste de Aplicativo. Sem valor legal.
Ficha de Avaliação do Programa
Ficha de Avaliação Conceito Comissão: 4 Bom Nota Comissão: Apreciação
O Programa manteve suas qualidade como reconhecidas na avaliação anterior e evoluiu positivamente em sua inserção social. Permanencem todavia pequenas deficiências, como concentração de atividades e vinculação da produção técnica. O Programa demonstra potencialidade para continuar evoluindo e sanar as dificuldades apontadas.
Data Chancela: 02/09/2010
Complementos
Não A CAPES deve promover visita de consultores ao Programa?
Justificativa da recomendação de visita ao programa.
Apreciações ou sugestões complementares sobre a situação ou desempenho do programa.
Recomendações da Comissão ao Programa.
A Comissão recomenda mudança de área de avaliação?
Justificativa da recomendação de mudança de área de avaliação do programa (em caso afirmativo) Área Indicada:
Não
Comissão Responsável pela Avaliação: Sigla IES
RAINER RANDOLPH UFRJ Coordenador(a) da Área
ROSANA APARECIDA BAENINGER UNICAMP Coordenador(a) Adjunto(a) da Área
BRASILMAR FERREIRA NUNES UFF Consultor(a)
CIRCE MARIA GAMA MONTEIRO UFPE Consultor(a)
EDNA MARIA RAMOS DE CASTRO UFPA Consultor(a)
HELOÍSA SOARES DE MOURA COSTA UFMG Consultor(a)
JAIR LÍCIO FERREIRA SANTOS USP Consultor(a)
JOÃO FARIAS ROVATI UFRGS Consultor(a)
VIRGÍNIA ELISABETA ETGES UNISC Consultor(a)
Nota CTC-ES: Nota CTC-ES Apreciação 4 09/09/2010 Data Chancela: