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Alguns aspectos da teoria da poesia concreta

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Academic year: 2021

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(1)

a ec s a da o

o

J -'1

(2)
(3)
(4)

-as s o e ao se dis em v o z, ll

'

ou I • A leitor , es e r e a sta.s ~ ormar a a cans v o ao s a ( mas a e a concre l

)

'

o a a a para se o to r ar s OI' s rcunst" d para s s a es a j ' , -, . a e.na.ll s c<

i:) para o o erB 8

o a concre B s do J. a • e n .;' b meu e c C' e se s s "'

..

'

c os poe a concreta. ficar uma t / ~ _).. o a pera e e concre "

(5)

r o. co f cola, eran~ s a si a

-ao, s a c i orn uma s oi as:

no

o éJ s l a o s corno no poe a 1e o 8 a •::> a r a c a H se ao o '1 r> v si a 11

'

la, ]_ t e l a L+ n

'

ara éJ r i o n

,

a e 0-e a c l t a ia

(6)

ra, e no marasmo o 11 s, os ter /

,

a s sar a s ao de os poemas a se a o na renovaçao I' e a nacional, so des e s t ' os

les pouc s poemas, a o

como per c ois, E3 e

la ser c a o corre v a as palavras os osos om a ou cas, seus 8 re os • E' 8 o, so. 8 ons c ar u-ler a- 8-s 8-s 8 s e-'" "' C-i

(7)

-uma ao j 1, f z s e

a uma o cu a s

se-r su ava e em qua se a

ses outros s, como !! c

se11 ai '

'

as a sa a-s da o I!

'

1 r a e

"

em mo i i o

'

nal po a concreta, a À sil ir o eco no co a z ao

-que na. o me res o s no

a to lo me s

poe a. eoncreta e se as r azo s o r

S-tara um como nmar a !l

,

Haroldo, r rava, vro, I!

'

co poema concreto rea z v o

11 ou eu a s ar

S--,

s " e e h a. a c çoe o a uns poucos,

OC' o._) urna ou o s

s e os s o ta s o cosu e as ' çoes como a ao lo 1 sa, e a a

(8)

a ...., c a

-

a a z s es s, a em s os o, eram i at r o a na o me 8 mas cia i v o s o ou o s

-,

v e 8 usoes ao 8 emas na o se acesso. 1 lC e tas concretos na l z se c r a a c rela

-ta. z, em 8 e c e o para os c os

(9)

-si cava o r s a ores 2

-

a p e on e na o se a c c am urna ao f o a em ral, po si a d J s c c os a seu r e J8 . , CO-c iam am envo s o co

'

como no caso t ar o ri ava a ua a, e ou a li a ou o s s, c i lo I!

.

3

j

'

s pas a

sao o numerosas as oes r e

on-ereta assem o 1 çao s os tas ou o 1 a o a H o-ston, sta11 • sa p s a na f a a lexão c a s a a concreta t z ej a a em os concre pare am t '

s ao se rem a sua poe a,

80 co. Ou a s ja e i s s stas e, C8-sos, sem S-, sore t os am , E so no sen

(10)

cre sta a. l s,

ao p s ou menos • ao mesmo

.

concre s se me s vanguarda o por so, r a tas a s te ta. sua fato, o

para uma ssoa a seu tempo, a la poe a, o conversas f s' como um ar " oranea, enas r co? :J da edição dos s não

é

diffcil fazer

s sse po, sobre a poe a

,

e rec cer as se jus a-na ao o em os e sem nc como a

'

aceso o se a o se erva ao o e-a oes ou uma o em i l o

(11)

se s J s s a a o aro s, s a e-s s ne se e s. I azer

com ja mais pessoas em c oes f e

o que se fala sobre a e a concre e, o s

haja pessoas o I' çam a a

con-ereta a emas concre os, ou a a

,

ves e muito I' s 1 ocorram as

s na i ia se faz 8 oe a e ... as ço s a

-ao ao onere-ta, um e mas s a c ser " pensa-lo no s a poe a ao so a sem um c s, p , como na a m or p a concreta na vide t a 1 s I' "

os cos e cr1 cos, e nos os a

te a e a concreta (e nas

em-s cita s no c

cos) que se car a or p s

(12)

o

s es e o o. É cer o es o a com

c

s cara c s c as lo cu es les po a e r o l nexa '1 ' o a concre s os poetas e uma o 'a o A n como um 8

( '19

ava os c o ca' s, mesmo a sa 08 si a poe ia / de fosse em ao fes as a a " " a a ter

,

(13)

A

e e esse a c ce- os como a

8 1

e os emas concre na o

s 8 e e para

poe 8 concreta, nem as a

rmaçao e1a c

'

e e se e fosse su t ex ao

-s a zaçao para ar s a o a. outro 1 I' a

poe a concreta como um t

ara-a a en a a a e a s poemas e sem se p ar e a-8 um sses s os ser s aro: ,. s p emas e a co a-senta o e s a poesia oncreta ( ' ~) l 8 o as t z

-

ao 1 a Qé) es os a ~ f a

-8 ao ao na o ne e

,

curso s o que e ou a r o

(14)

se o a se em a s o na ou te a, mas a 110 concre vrar-se je como e

"O

po e c , ma e o

-çoes , cus uma 1 um el lhe

-o o s a 'b ema e

,

je s come ar o e c 11uma e ('1 , e a e J l l l

'

o a a

'

I! 'I o s a a o r

(15)

ro va.11 ,

11a. es

z a.o sma. o ema e

c-co, o mo s a o em 11 7 • a esia. concreta c je os ais, o j tado s ou e

,

a s rn (' ,, Lo 1, e I' i ()

'

uma e o, f

'

a ou j zos nele se diferenciam os s s con o era.

'

o co a. e

s-tinava um poema como 8

,.

Quando a a concreta e uma I' as

im-ssoes no começo de uma essa z

a s conse as, uma vez a assa

num l em f

-

80 s

to no c

..

Mas , e e

so em um o

..

s

(16)

b com s s. e-ma, como, or com c som con tam sao sem som I'

uma ssoa a zer e e

a concretan, , no poerea

'

c s comuns a os s s as

ter as ou as as com ess

..

s ,

quando se z algo como:

11com a public

-

ao em '1

'

a e a concre o I S pro me do em '1 (= t 1 ar" 9

'

a a f ao (uma es do s a. a a concre a c 1')

,

a concreta 1 s lt

'

"poe a concre essa

so-um

'

a s çao

sa-a sa-a ser comunicável), msa-as a o

I'

tado e

..

(17)

le ssa ao, s o conj emas a o do l! , como no e e a s c so, o SIDO ou a o ~ çoe 10-da

,

me, s e çoes e a c ta ou sual do voe s c 'c ca') .... n"~O "A a concre , ou p

19

como a da nossa poe a -se como z dos anos ( raro, s ares sua fase as .. " as cons marcaram o I' o dada1smo e, em p e s ao sta ... c z s onere H cre a

..

smo: ar- 011-e a smo, s-se, a a-s

..

(18)

cos: o mo o, I' S.-a como

,

'

e, como s

.

.

.

11 1 "O , s (i onsva e o mo el a a-o co, nos a .. em

'

a no j

'

ou

,

scurso em a c osos. avra-o

..

Como se per c nes s o e C'

•J

cara c zar o e c

eor-..

'

re-se a çao ou e voe ao

c s cos .. si

'

se c t sse cone e c s ou menos assim: um de na t

,

e s l s çao e a forma c os e as sem e c as

o smo seja como o

os emas c onere s.

11-

o,

1

(19)

-sa ao o os o o s: se nasce morre nasce

morre nasce morre

renasce c e

c e

r e snas smorre snas

smorre snasce smorre

nascemoi·rena.sce morrena.sce morre s t çao na.o se ~ ~ c a e-mas orno os de e em a a em em do nome em si a nome em do e a o nome , nomear e o nome o o nome j

(20)

o o

no o a

o a

ou aos ema

os, ou nda a.os as s o

• Que zer: a ao se cos

colocar varias , s emas

t" caracter1s c comuns. C! '"

,

a es s a a l numa s a , se cons

• o

s o zar ll se t concre s a sua se c s a s (ou se de num , e se p começar a erc e r o s a oncreta.

'

se a e a a

'

em

1955,

como o e a

(21)

os), a o a

osição), volta a s a , e o

ver-so (na ca do nsal

se poe a sem palavras ( o r

c a caçao para uma e o a

,

ma s a ou o a e

todas essas manifes es como oe a concre

ficar

S-a sse discurso a

os p c os dis s

eles num orrer

do t o ava a a na I' jus çao poe c e za ou ca as c a oes, s as como f se , is as e sar a a se precaver c a se os es sticos ou al s cara c s as çam emas e a c onere e s o

scurso co a essa poe c e

ess

'

rec se anos.

,

o SSé3 serva o e se na r s contradições s s em s e a concreta, p ao mesrrm s, Décio a e

rec cidos como u1r:a

tura eira - na em e se

esses a res como ocutores e a

(22)

,. i a, orr:o z e as vez s se

'

3 o a, os s ssa ara . , c

._,,

,J a o r a o seu arsenal ar ta em tam e na o se c e seu an de i ou a

-,

a sua claração ~ r a se çoe pol 08 o a sua f r e ia s s nas mero s ou o c

a oncreta. sse caso,

escreveu em na o " ta, ao, a o r c .::> r e s se s o um 8 -se ensar as 8 i s poe onere se

fato ela se o r como

( do, lS 8 a ar ' rel da as com ,

.

da

ela ou cana, r a com a so

al, massas com a c

met p G.N.

19

sse ta ••• a

'

s. "O nÇ)me ori 1, ao mesmo ca e r c creta11 • fo. c a ar lar z r-s s ar ver-e S-e le S- ar-s o-o pa-" e a 11 1 •

(23)

a n

,

L o omum t concre s s, l o a-s t a , no

c

-s 8 s ao, o s s esia concreta si is das co is e o proces o 0-as se a A oranea.

c c oesia onere

for-a

e

i

e-e exaus

is cons se r o passo

pos l, nao l nem to cansa uma

c ensao s tal e a concreta, 8

a a ciação s ' ores. mo c ar- e a s

t 8 e a

-c a a 8 r a o os c os i

-caçao s s o s t a f a sua

sse modo, ora s c ar

es zado s os poemas c

(24)

s-t t o ,. ba bo a onere a, s emas. o a r

(25)

o '1 • IA cons ça

-concre ta as t o do o s a ta como um

uma nova oes:i.a

-,

l loto para o 1

..

je os o c a c "salto a anos c as 8 a e em f as s

-ao 8 H

'

a

).

j a a

(26)

sen-a a f a co A c c o a c C' o 8 8 o. r os t 8 co

-a c ao e para a i ram no a o !1 c , e 8 r 8 ,. d o, em '19 8 a ora cor:creta, '1

-8 a e ses ao , a a a 8 a n s o

-os neles s ao os s t c os o (

-c al as o a o e a

com se verso com o ao !l

t'

I! 2

(27)

s c

o

no o) to s.

'

e

"A

e t s.

'

o ou o f nPoe lf

'

c

,

e c ou senvo s nas s. 11Poe a, ,f' i e.rme e 11

-e so ze ao p lavra se no 8 vro e ta a um11 1 11 steo a a I' v era s relações I' ante, ~ a concreta. s c lt ( a e ) !l (3 j c o s. e: o s e 11 ta c ~3S I' r

(28)
(29)

cer, so o j e I' a e l zaç I' a

'

l c I' a a es ema". o s todo e s soma s s, ou a ta rso c a o mo mero a a a ces o de c poema 1 e o se p a ema

,

ve al (c s como o

les como o a concret 11 a")

a? E o c a t e r el s ( C09) C o ma- strutura se c c s atsu c ' B l , e ão, o t s es? É to re no s a na. es

'

p revelará l

é

es a " le a a se c oca, ao res ar

ano, na uti zaça.o

-

s carac s , na çao das na a ra, em suma, no a ona111 • I' .1' s na.o e so a o l I' s a o e e re-I' e vo11 .. e ? en-ou ao

(30)

s-ract za a ca11 : o z s ouco, o a .... SIDO e o a a ao A as com a c a camera s

o

uso palavra es e ua as

stalt, s e esc arec .,

s em ela s arece, f a ar a ao par· a ver ~

um cesso çao, ora

so, ora a ossa o ema e, as

xa-a se o a z De qualquer a, o je-a ao para os c e i

,

arme em ema, mos nas A en a'-, 0 o c

(31)

as l

-çao menos a mo i ano e vez l E as

neles s a. uma real c a s

..

A

Como se ve, no t

s fazer da i es

cesso de compo çao te po, a 11 a onal11 arece a az o a a ta "revo a. o ca ••• ao

-r o funciona n a

,

"

-a sa c ao, a excesso e açãon. na ne s a os os (; a 11. E I' uma neo e a l I'

..

li ma so vez, o dadalsmo e o surre

-ta z, se r na ao I' be na as c a al as como o z l ara ar a z a e l f are !l l • • • c l o ' s-z n e on I' e u

(32)

..

,

eles

-ao e c a o ao r e

zar, mas neles encon es

,

a

e os como o sur-real i 0 H • 8 r o mo, o 1 z zaçao 8 ll em s is vos, na , o r o a c ar ca11 a 8 da noçao

5

,

1 e

'

a a evo v a o a e r-correndo as as e j c

p e a sua aje pas

' con um au a um ,.

-sem uma ao a zoes eus j 8 a a as sses au s o mo s vel s e as r la

-

a r e os au ore t f s bons a ores ou e soei como e a , d

nova o ca, ol e 'e'

-

-ao os sao 8

po s f stas, es s

B como se s os poetas a

(33)
(34)

mo-nos a d .. n

sta za a idéia 8

.,

como o uma

ar-,

me. Ti' j._J, se c a s a i

as e c s ar

r o e are c e a a

s as, ara o

a-roa que os dois es tores nvão e

es an

'

c a s a f a !I a ' c ar orno o r , e a !! • , s serva a s , ,• os os os q a ou e(' L) ou es es-p s como co rol o a l, , arme, pa sar ao ire. s a i , l8 . i o enso a a ional~

sua vez, enc c

ela , por s a 13VeS Fenol s o so c çao not e rd

'

orne a-on be l1

,

esse o bá co

se-'

(35)

"c it S-ano11 se cara c zar 8 1 a

'

i

l~-ma o a onal, are a s o

ar-I' se esvanece: o

'

B a' e co just o r os a s, esse e o co cal .. s-s not<3r eSS8 e ç o a t ... o para o l o cesso evolu v o B la i a, s uma vez, s v o s do asso ar lla os s e s s ,_, "'' S-9 • se

'

f J a r

'

os 8 !!UJ:l s e 80 i o e musical s mo os s a c s s 11

o

s

(36)

o

e a e , J o 11 F cro-macroco

.

.

.

o ~) C'

,

e a s o mos la cave o z o avras, a n , ral11 e ci t zer

,

ar11 e o 11 J a

..

E as s e se ores s 8 s s a,

"A

, e a so s l l , ·- arme, o o

..

a j a na e a c po çao 8 ras; 81'8 um novo c i o o, meio, CO- st l " po c o c a 11- Tudo o veio I! esia, ... • 177-1 o

(37)

" menos um mes s o, es i s, ao a o e a, !I !I o i f I" , ser a r e a ana s z , is alt cara as 1. ÇBO f 1 e o elas . , como J8 se sse a, s a c

0--pera por na versao a es

o

meiro ~ I! e paraJ_so se s c o r s rel o e e ia a , s a s a "A a,, r a na

-c ia , as se , 'c ta A i ' a c l s

um poe corno 11arme nao "

-pe f o de ser pos or a es

(38)

I' a sta evo

o,

o e car a

-cessa na o seu t uz nec -se

-nao seja res, mas 1 I' e, ntA nos

à

obra

...

nNão poucos e vocos se

' se z, as vezes, or c s ces a cesso, e ac s s cas 1 . " orrna sso, r e r ' a 1 s " o o

'

1

(39)

me uma s e

.

.

.

s v a enense (S sas, no c o ca." c a e nova

' s

ica

.

.

.

.

.

.

. .

. . .

. .

~

. . . .

.

. . .

.

n • • • an

o."

s c

'+,

na c as 1 • c a se stinado, sem " ra exo exceçao. oes s cas o a tar •.• 11 " Cone a ao poe )] ( J. o' o t " e c a e-as

'

"c ar na-s

(40)

es-~ I' es a s o s a a-"t e em -i za o <J

'

sa e e-o "esse ç so ans to s, remanso c ' car a are an c para, d s ci ar z e se c rrEar sa s

(41)

o

s o o, o aos a

-c evo ao s él o r

'

a r 1

uma nova p e , c a'? n; ou: "o E; ;

n c obsoleto?n; ou !l

o r a

s anos is, se começou a s a c s

no-1\

-

-v a o a para o po na o sao r e c

15

E sem ia c a '-'•

'

a um s a-ra a evo mover, es c a ei or sa o 8 s r essa s

U--

ao da nec s novo o eja s e

-S8S S80 l! ll o, a a ns ao , ara eomo re

-80 a

'

T:l8S a essa nova s s ar c ao er ao ou sej

'

se se f o se es o

(42)

o c a 1

,

(43)

''sem s c a j s s

vo,

bras e se t o em

-

ao c ,. 11 r o s e co de nossos s v e s suas s acarre com os em s e s, ama os, p ,~ .:::> t ar nem esses e os ao ( su e o , sma c a o

'

,. s e s sus l j a. o s c s v e erc s s: ) corre co, s .... ,. ao e c a, f s s cam o mo

'

o como e a a z ao

,.

e a no

..

c a ao je poe / co. s I! n' abo 8 le f" ' 'c e s temas c os a

'

serl as em rel ao a j a

o-a 8 s

'

se no o e em s e r e-ar, a o

u-'

o s u

(44)

'O

c e ,. rem, com o e ão. 1

é

l se z p I!

.

. .

A ao f

'

aEe~~ as suaB van uma p q ; a z eom no-s z o s num eren s ' a a s s aos t fie ou o om s çar o Oswald o s: çao

-

11

..

se o om s a ta o " a sua o 1J.m ceu com eo a stas, a,

(45)

'

.

a

.

.

.

'

jas c o

-nao z zar--S o ' a s c ao a concreta, " sse e o versa erre ez

o r o stou "o el e i ta' , I C ca'

'

-sua cone çao

t 11

.

o

s 8 " z nat mas o f'

'

nA ar ali e

,

sa, z esse ne ' e c e as nece s ex-s c a c a, ot

-evoc ao, os e o os,

-o oes c

-

ao s H a c cem a. r e ao s a 8 uma ana .r etc. 1l e o

.

s s ou co trans to ( 11Ass na I'

(46)

( 1 e nas lo e se , e s do a o da 's ara ao c a"). E se c a e, pare a r

o jeto a concre , nao

uma, por as zer,

, se esta. sem e

o

o po I!

,

ores 8 e os to a o ar, s ao a ez , a a concreta i

-

, ca11 ao o 8 t 8 s passo f to s e o z ao com a , s e, ate c (concre uma po , postas de 1 (o nao ) ( e s

'

corno j o, ' a e acarre 11 uso s zer: • a a c ) , as avras nessa oe a jetos s .. n tendo a ao s como s,

-.

.

.

es a st ao f! ) ( ez

..

e-8 t

'

a eu em a

(47)

, a a Ç'1 o es e o na

,

v o e o termo a-vras dÚc s~ s, s

-

do l! çao poema. s as a oe <:3 I! calização cara c s to "como cesso a

,

"Flor e a pa verso no verso, como s no tempo11 , e e 11 s az o-a do-a poe a concreta11 ., se

'

o p ema

"O

j e a H

,

'

o e como ons

'

sta vez lo e s I' s am

-

e s palavras: l barroco, o em s b s .. 11 e me

(48)

A se ve, os pela vez, por je a concre ll com e pe ao ba cara c s co a sua e c i fi o nome

m rec cer na tere

ses s o e s sao s por dois mo s s

'

na nos sas SUB

'

c a um c e r a 8 as as fases uma a e t

..

a e se f razoável a se s t , 1 se cons

(49)

s, c s a] s-sa a a, b s s e a s e-s zer s i tem servar e-poesia concreta, ar pro c s s s, recorrem ao l c s s.

o

mo

.

,

, Ja se pa e

'

ou co se a si ao, !I 11 e !l ema, ll • !l a

-

e a ,. f o r ur:1a r e s

'

c em ao sta, e, na , s a ta, t o entre as o __ 1, i. o a s as e o Úl o nome e a concreta. v e , e l o a j

(50)

c a vo conceito forma -anais como

34

sta ss e foi i ão" (11 - uma I' e o li an, i s Ões11 p s tuição se a I! co n "mÍmica

- '

A ssao de

sua vez, enas as cj_Bs nã.o l'CC a pflÍCO O a j

-l o çao

-na o to ta na 8 s mo sao, s a p o com ana", o ss s uma so ao c co- s t c a versao, P~ a-s st

'

s, o r s n ~ o s: BC ore 8 oral para i o l1 !l s ]_

(51)

c e em noç s s las novo conceito 8 s c s 8 como , ves r si a o r - 8 orno c -se, is

-

I' ao o formau 18 ereta. c s c c o o, / e s as 11 noçõe es o c s s, 8 o se uma s no , poe co-e e a. ~ ao a o c

-8 ao um i concreta; e s c o-I' • e l C8 ao j

(52)

a c ar c j a concre l c pel to erva a a bas a c se vers c i " s s sa a

'

8 o r ou menor ~ rel

-

' vers o ao a a "' ~-na servem-s

'

o a t s ferem arme. ~ o, e s po e can, m ,

'

porem, a a so o o s s s se 1 " se a, z co a

-

ao ss o e c l ar a a se vez que o s s é) e passa a f a onar as }l8Uf:l8 ]_ erva n oes ar c 8 no p e o e p !! a

-a concre a,

-

!l

corno pen s a rea z ç o o

. ,

JB ara e r e zara to

e-ao escrever versos, p e c•

(53)

c r , !! f t l o o , arLe. j s erc s mais c nco11 • a e e na o era sse a ar sl!, acresc 8 s p se !l o s

'

Ber a, J1a s e sse era ~ na o

o

' 8 sa ~o e e e BB zer, s c e

,

e o mesmo o so .

,

Ja na o os se, e a e, ern rel

'

e era "mais e ormedo11 , 8 e ao se a concreta: o no

tll

timo ou am a a 11es a a s ' a a em em ira

-na versao, 8 ia

'

la e e nas

pa-..

çao, ll , , a

-ao

..

a 8 o

s-'

(54)

,. c a caçao c co a" C' ;::) s se a e e a is li . ,

'

Ja na o se z tedo e s

-s ao eram z s na vers sao re s em je a concre do p sta se, o c em l, vem s os s s um s

'

a

,

o cro a a concre e e reva z ' j

,

a e erro 11 , mas e nas se co s i cavam 11uma s çar a repres ao s ar uma es 11 " forn:a o r as a as, a

-

t !! .

,

11 na o 880 por e

'

J8 o uma relação o c a t elas s a o o erenten; e, e .

,

Ja re ce, nos ca s, 11 a re n. e com quase s essa revalo o fato de 11 (cf .. " mes o sao s ora. a, s )

'

o

(55)

r-O D SIDO e o smo saem t

zados ssa vers

..

se p a-"

s, em 11 I o n

,

t s no de ti as s, a das l ram c to enos a s [l "

o Futurismo i l re, para so se ...

za-rem a vez nas as e

'

isso se

!I

se versao do

-em:

(56)

-çao outras , sse e a os m 110 c a e s s ao D faz s açoes : na

,

lS encerrava-se c o a os s encontraria um est8 ss 1/' ' e

,

e o am a rea zar, s concreto

em s como o smo o surrea

~

co 8 rma ao

!I ••• o ss a uma

,

e c a que e s, s s, nao

cristalizar, mas para a na o r bast bast e: com

'

e a sua p

'

imolação.11

-

,

sa ao e os a: ao e o surre smo st a a

Campos e uma c

-

ao leve

com a ao, sem oes a s ou

sse ender e

isso, a a. os stas se

c aram. A deus, ou a causa, ou em a

no t

'

mas lo e s se 1/' afirmado se e pe a s falar em 11press H

,

1 ão11 • fato, to p a ao sta se s esse a c a se bene a do seu sa o ..

,

so apa.rece nessa se versao, j com

, toda tr

-poesia c onere e o r e a ao ! ao a con 1 com

,

e

,

a !! s

(57)

se es e c es ,je col c e

stes em e a

Como se ver, o o o e a

era a ava açao

-

t s os res no

an-ores, to cara como co s

dição moderna na poe a. se zer

'

to opera uma e zaçao s s

ora se a c 1 arme se , s e c a e " verse o e

ora

-(JO s s e rea ar " elaboração a les s a E, f , na vai s ar e a concret

cara c s ca.s c nas

(58)

Observe-se que, coe

aqui, ~o fa

11 ha. pouco, em

11

(59)

2.

s ao e

poe a concreta (

,

çao e com o numero 3 mero concre as. s: a concre nu11 , no c e de sta ad, c f s foram s os e a: concreta11 , 11

,

roldo de ses s TPC, como como quase ar o sao 11m a o de o s. , os c os s s 11. s os uma nova sua neces dade e declarar a f a

s

é

o momento de sua ao .. certo sentido, es es

o to detalhado: ores 1 c esa ) as o e !I a o-r e E sao, s eu

,

e ca, a s c s s

(60)

"· são os l s. s m s nos p s como: e a c ver as pa s .... 11 se a zer ta s como c ~ ca ao, ros l 4' s a e a tentar mos r a es a e a c versos: 11 oes c ca ( 1

e seme a') e o uso espaço como e uma alética ada

à

a uma i to '1 vel.11 para a enas para eonotar est a na base palavras e

,

fenomenolo co, a o-f

,

(61)

mais s s s cos sao os t o e r o ~ s, que merecem c ao s

o

de se c a uma nova na o q s mas q o uma e ? na o , e s-" sao urna c e f 1 s os meios s a

( uso co ano Oll de c o ' )

um( ) novo(a.) o( ) a '

zaçao Sllal

sa nova arte, a po sia concreta,

se c a,

lt

Ótica, "

••• uma uma a CUS c a.,

lo I' uma. s axe, a e s s a fonema) NOVOS11 isso, ro o seu smo s ma a esia c ta

é

urna.:

(62)

'O as f v as mas

-

na o a da c e " s comuns a c a f!

'

e, , apre o I! o ser: c e

z camen no r e sem e e

-ao, s s c a ao je li " I' es

'

B sar OSB l

-B nova co e novos, na o I' ssi l, r:1enos es a c a e sse stoe a se , sce s s

1955

ou na e r ou no s

o

I' , s. p r orem, e mo: tta A e a , a tive orm1ea A p c a ao prefi o ema ' D q o ar s suais: co comer al (j mo jeto ao p .. ex.), com c ao je co s o co, o s

(63)

r a s

ara o

o

' de s te a ara en

-sao o esia concreta

é

e

la m e no f sto se )

'

es s s o ao nea 11 : a i orane are '

-

' a ve c comu c ao e a s s c caçao massa.

o

festo s

a-e a-ess s servaçoes, e nao " is ex ,

co-mo t mais

o

é

bas e a

r e to ema de se está

..

t vai a que o al el

e-' ,

or a poe a concreta, o verso, es rado:

"o verso: crise .. o to r s

( t ) 8 uma a con se se C' .:::> ames tentar faz " so scursa s conta do c c a, o e nas vo, J

-co, na o s se c c a e. c a o de s a

(64)

.

.

"

(65)

..

SB s novas, I' e e ' 11 8 no o e

,

e e 8 o 8 forma, aos ca, ar!! e a c onere 8

'

" .::> es aos us s C' ,:) s 8 a o 8. e s s 8 li •

'

s 11 C C""~ 0 0

(66)

o parece ser co

0-e s aos novos os

mas c caçao cons al ar o , 1 co

-

mDis 4 so na o a o

'

p

'

um a I! arn ness t 1 c o uso, o

como "reacion~rio", "revoluç~o

li

,

e c a neces e uso as c nm formar, e scurso !t a o e a a b da 11 a"~'"

5

~

.

" a asso açao

-

do i o os e c, e no no era c ora na {ü versao

-to s sse do o nas s aç~o' t e e c a ma c e te n~o se a como um z comunicaç~o ou para a l s. A st~o o caçao ja relaç~o

'

li 11

'

c " a s e t s for- ver-o s oes enou-se11 , l

-

a

'

os o (

(67)

su-c o c t! r a e r a z ç o se a ces anos s a ta ss evo o, ' a cara c s c as ma.s

---r e lemas te res ara res o o

-no ao c fest sse usa s "o c e e o

,

JJé i e r !!

-s o a-c e-na , o o e a s aos sse 0-e c l

. .

..

o are as s o a o a concre ica e de i como

(68)

o s c o .. .. e cas, ern) e a sen). o nema.,

..

... ( erc e-se na o ]_ 1

-na e Ç80 o-o 81 consumaç o: de s c a mesmo a i a t como p ( o) 8 s tão f 8 '

-çao e consumo, como o a ca ..

s p s sp o

mesmo lema por um o:

ncom a revo a

'

a avra a se je a nou-se, e je c• .:::> e r a p lavra se e mesma, a

a poe a concreta rea za a §j e a pa avra J'

'

J'

• a pa Jarro e a c sa

jarro do jarro, como §la mer 1 srno."

• • • • • • • • • •

"a e a concre ac a com o o

com o 8 o. C-·

tual para a is c ar

Ões. com os f smos c os

a pura .... "

o

meiro s a a i CO-·

mo se evo

-

ao t ç na

(69)

na.

o

se a c ;, a a rmaçao, p o menos, poe a se s na o "' , rDnea po a na oca c s t s se -se enc el os

...

a zaçao concre s s torlas ou, p , . veis: po zer qt1e e essa

,

e do ro e o no an to 1

..

o

t o re exao concr concre a e a concret "

'

sse t

-çao, um l

,

e os effi 1 3 come ' 8

-nA poe a, como çno

me;:1mas a 8 c o f s e o c a es a e ses em-a o i i e

(70)

c a e

..

a c a, a na c s c l a s is zem a " e e

a

-a se ao s

s

-s ru-s-so-s, a oes

'

mos a i !! 11 ar e os formu s e a en

j o co e uma

,

ce, r o vai e

zernos a ia " ma 01) a o nos r e o-' ' 8 c as 8 c • e r e

'

s je os ou f c a 11 • e, se

"como rma al, o

• a c en e ta s e a ,~ ~' co co i 8

(71)

,

e um ouco s (I nu 11 , onn corno 11

li'

p a " ca ao no certo p car a 8 o concre na c ma sa:

,

-se e res çoe

"a poe concre

uma r e tan um s m 71 1 ;!

,

e a sua e çao I ' •.• 'co formas, e , a sao ,,• de SlltlS f s a o ia concre a r e ç ]_

'

p z n a falar I' o ]_ o lemas e N c a al s o J ' . o, lB stá me i co o ixa cer. A ' c bem c va: OI' S-c

,

' e o r-• as

(72)

ttQuando Sto vez, uma za • • • a-um se t a ara i em es e 8 co sem e , o ma ta o'

'

a 8 st s as a a ser jeto plas

,

co .. c e e e te ,

'

s s llosa

&

' a

,

o nês •.• n ta ao t

,

se sse per c e r como o pare o

corre a a a concre

no t

'

sloc o

s em que a lexã.o De c em s e

s cultura

Mas se e::n so esta res

,

ma i çao as

(73)

,.

ju c ar 8 neces i , c a , a

a e a concre a r e

os seus poemas s o o tos co

la is em o

-c ao je s s ' 8 n8o se e, a r e t o s nuncr-1 canse

,

e o c so r e r e 8 ma concreto,se stão

,

je 8 essa e o s s no ano c cação11 , .t'rJl8l! .L c ç < ' to 11 a co rol do cre rno cos, a li c éHla. cre npõe em xe discursi VEJ

reira para o acesso ao

o tempo 11 • • • o poema CD O .::;;.:::...=:=..::::...::..::...: um c c 11 " o r') o f8 o 8 s a os • 1 I! 11

'

e o [1 os, ar-se tas'n , e c N !1 <r e l! z a p enc s jetos11 e , a f !l 8 • ore

'

c o o e- neces- tv a-

(74)

on-concre o s sta a 11

o rea

z da ma a e caz e

as azes la", marca,

f a esse o e s

-S8 8 c a ao s

c ar c s".

A caçao

-

r a a o o on

cre "pÕe em xe 8 es lÓ c scur

ti e a se I'

s

s o

o a a rel

- I'

za, mas nao e ise.o o

~

na o

a 88

entf co, uma vez s

be essas c I' e a e a,

a a comum.

r e a esia concre

estar

pos t falava, no seu

'

c

(75)

concreta

é

uma c a, ora a e avra-coi : e a concre ao c ar a art::J s c

,

a (visual), ou c fi e a concre e t se co e fl a 1, s c sas a s ar o seu

-passa a na o a vras o serem um

'

e s poemt:J, o a c o s o mas loca, seu arsenal nova uma s um sas

-

o ema",

...

se ve, o a mesmo, a

palavras num e o envo

co

'

o

S-

mun- mo-r e • • z a-

(76)

caz-p o e s e s

"

ano

t

e , nos seus ss nos

'

erece a a

zar um stema de modo s

nele exi s corre e e

em as coisas do

-A o t z eja o

ze

-çao poe a correre , em o

o "'s não temos e ssao

...

s fez

e-smos com iches observar as

elas vão tec o s

"a s a sa ( as partl ~ )

'

corre a forma

-

I e se a eçao a zao o e s

.

..

!! s,

,

rec cera, no

....

a "naif" c e c n9

,

o seu o discurso sté s.

,

b l se texto e • 'p. 1

..

(77)

na o colo c em s to,

...

çoes st s do (como, 8 , as, em s as de

s

ou a s la e r , e r ar a

e as que possam s para e

mons um te co s Vol ... tão

'

a c o, e c e e z s: no 0-enc ar um e r e ereto e um o r a

,

rem, 8 uma vez,

es s.

.,

(a epoca' revo jorna SIDO e da 8 losÓfico, 8 te a a ~ ema-c onere na o ou a l s !I • • •

Em

se , ne l se faz r exemplo, a ver Bloodst

,

.

mo a ematlca jeitando da de

.

.

..

ara )

,

a

(78)

o ca cl o e um c como e ou 're 0-8 ! ) C8 como recurso es

..

w.

( ) : , I 11

.

.

() nN8 se

,

o 8 a

'

o r-rer na t o !! • • • 11es e ( a I' .t r e

é3-...

' l ao é3 e ç

-e n8o é3 z lo e c ,. 11 se

.

.. ..

11Um c a, corre ser : o emas mesmo modo ao

w

..

o -e-erro' ser s o s a ne I 11 " s um s coras r e 8-r a a so o r o ema concre !I • wa ( ) : c a, o cesso o c

,

, o, o s a 8-8

(79)

se,

s, um ema concre a sua sem e a com seja, c que a corre e as outras artes e té nesse s ar "t mas, a c as cujo ma f a (a obra de co dos 'bons sens des, e e servar as correr do c e v e o, a s ia en e a era are c iz concre s s

,

e o po

'

) o

(80)

r-o

r e

ia como e sas com as artes s c vas E sse o: 11 A produção blemas c

v

as novo mundo novo novo e se s aplicações ( ce uma clara di um 1 , e as novas

-a propos ao "

-

, s d e z, no es- no-um c ema concre um e SIDO um e

.

)

.

11 concre a concre s

ve, nao e s a mesma s ao ema se re erva

um c o o a ç exerc o

mass dia uma a ou menos s

marca suas as em rela ão a e

o

comentário t

,

.

,

f

s, t pa s

'

tlra,

com toda 8 clareza ... as stões se c c

.('

capl

11A moeda concreta fal ",

(81)

l o: o re o?n

,

e a ara o -concre o, c ca o s-sa lavra na como 1a "" ao e va z o a zar-se vo." m s a, curvar tica,

, o f

r a

c CO-s 8 n a-os e-o

(82)

ao o e na t c a o vem no surrea ) • H r e a poesia concreta. momento se faz ao ao ma sa. a j i c se a p da s concretistas e es s de tações de e e s

-

ao ~

da poe a c onere no cume ao

8 s s 8

"em seu uso s

s s i s um C' ' ) ma as 8 e çao c a me e zar za s mo re

(83)

eretos

-

ao o c vos futuro, a '

0--

' a 8 80 c areza e s rec c 8-r a to8-rna8-r estruturas do ma .. !1 l

(84)

rel dos nos t c p

55;

cus ao ç o ' a os m, se. (e uma rela ar " anuncias, na mais, em s no s relaç

-

o com 8

-uma r e ao sanal nao z re sia concre , ve-se " 11A mo concre a

smo

,

pub co, como

são soei no s nos c to das CéJrac a concre cius D 11 • • • s 8-jorna na o

-8 s ar e-a 8-n • S- a-e c a

(85)

i esse está o te o a esla concre e a e o ema c onere um evo ao, j o r "a com o c se sse a sar t uma s conse os e

,

provavel es -es r e .1. to elO , a n '- e A e ve s se t a e o e o c c 8 ) : é c a

)

: ao e a rola ão co s ca re ema concre o 8 v e I!

'

11A e a concreta e çao e:n-- or:cre-e se uma , en-s

(86)

a-...

e a a

'

je-t a c e, I! n_E a c

-

I' zaçao e a c , p c o c a e (; c a (esta o-rec i '-' " " a çao e, c s c se

(87)

..

cur o ll cursore : ... joão c ne-I!

...

..

(88)

o

'

poes a concreta com a

t cor:se a e com , ara c o c se por corre no p o e err: 1 em mel en ern, A alavras: nou como c ' a e LANG11'A (mel 8 uma wel a c outro, , para "

.

a anunc1 -8 o i o E me os: z c c os r na Fi:ELODI s) o s u j 11mas os, ou fi s

'

f z por ta p. /18. s e e

-a o o s en- llS-• ll

.

8 a I H

'

(89)

S-8 urna 11 ta mas s

,

z I! '* o f! 8 o I! a p r d c 8 concret ,

,

U!f>8 lexão mvi 8 ure

c massa, a c a um a o ola, A se OC' ,_, es a

..

No o 8 Q '" tões loca z s s !I !f

r

1 1B s' cer e rt a •

-c çao el oraçao j to po a c o e o o r

mais ou menos claro l!l

r-r o ano a cret 8-ço s, , WJO SO UD

novos poemas concre s11

, 1 beleza"), mas t a terá a e s e

o-,

ela e " • ' p. '1 •

(90)

8 880

8 ' c

s ativos i s

,

(91)

t

o

I o se s i ces O n se sse, c ao s a um t-s sa pe em 1

,

os poe concre ver D sua

'

stica

...

'

como J8 se o r me em seus C.' .:::>

,.

!l s o co-s .. o da 11 • v o a os começam a f e para s v a a acre c 'não sem ervaçao c a ~ s v ao estar a a

,

-e' .LJ e"

'

t3r

..

eci e ls s· c s ... 8 )

rea-..

J! a a c a )11

,

r e- ar-a s ..

(92)

no c

-oes sse

'

D .. e no 11 de e camente, o "s c ldo ema tado no c t escreve um aren e vez tar essa emas s "p 11

,

o

nsa c s c o-s a ~ c çao ao ~ , açao e te novas serem s mesmo d ema em L' u a p a

'

se 880 a an s, 11 nomeio a arec , avra o c I! o c o 4. ll ( ante")

,

e s, a a !I

'

o

v

e-!I

'

zer, creve !f

'

(93)

"A

H

a

a concre ~ çao fato, s a na ·-co11

'

nao era e 8 co ser (e nao, ,., ta os c e c sição, v a c s z, 8 1

sa, faz lembrar s ar

so e oes do

tação Sartre se baseava

cio reso o prob as

11A poesia concre a e a s co, para a

nr

,so-s a e-a o

-e çao ess r e-ca: v e a

-ao 3 s cou

(94)

ver-sos ~ hoje a va ema

concreto. 11

5

o e a concreta afas o s , a

e--

"" çao çao c nA onça vai o para o a a-r a ar I ( es pode ser o o ão)?"

o

I' !l !I o co an

foi dado

onere-ta e a realidade na 4, 1 " Nesse s es: 1- 11Pode um p s uma export ão?n;

sal pode ser t r e ou

-se uma 11 Par· a r e a

'

corre ao Oswald a

..

Uma devoração s 11 foi a s t bra so

5-

p .. 1

..

(95)

e co c ia, E isto zer e se 1 e no 11

todos os

as ca, Wiener nos

...

ÇBO s t "' 80 c j

r e

ldo se liza cone to

-

a so

s ara car o cre : s nos o s -ermo uma poe a A • ma-se, em tanclas, ca11 , sa ao j s a.s novas c as'; essa na o

..

• J' ,J 8

'

en-c I! 80 ... ' c a" con-, com a s e com sa

'

(96)

mas, a, A a o co

'

na .... ca, uma s na o se a ensar ermo concre-s o os s co s ja-ses? A em , e

'

-rea

'

a a: na o a

'

a concre a '

-uma çao e e r s a como a es i s .. numa ta

cu

a concreta") o fat I! c c a co o jovens o, c e

,

forma J' ll c a evo o e c a

. .

..

era e c o a s

,

çao o e o

a-.

,

-<3 J a nao se s nessa cont

ca, e a lo que era 8 o ma uma !I

de la e 11

'

"' ao

rmas: poe a concre 11 1

)

'

as

'

"o-ç 11 que

-em çoes I'

no conv1v1o com a rea a na

o-nal como a

-

ao ca, a re

(o-, a relaç~o (

(97)

-c çoes na o o lS o c

'

s lo, a um t

'

no z e c ar s bila anas' ... ,. H v e mo ss es al s a o a e c i s Çí30 sadora, ou sej

'

so-la sua num A esse r e o, veja- um 1960, u n mesmo

'

or: I'

,

lS, c a ao o .L '

cons-..

ao, em uma nova

,

t e, ao mesmo

'

um marco anismo s nenhum o se a

produção e o consumo uma

tica,

t

verdade c

, ,

11 SO e c o se ema assume uma um a: o s senvo o o "'

,

-erado, sem se e r era e ao o

(98)

o !I se !! "

..

..

"' v e e v e o mundo uma em o 8

o

que ara

'

a e a concre 8 s I!

·'

J8 era s em 8 é!S-Sé! 8 ter 8 81 s em to cional11 , e • nacabou-se s

,.

de c Cit s ara z sta"

-a l 8 8 Çé!O

as 8 uma eres e c

en-cerrar essa r e sta 8 8

,• .r 8 p e 8 um pé!lS envo senvo s. Para r e 8 ... C' s s ca, ü rol do S6 socorre, t 80 es f a r a acrescentar

(99)

za com 1 r e cional 11 esta era a uma smo " a s

'

a co .. 9 s

-11 c .... s s

'

"' çao ca, ••• o sã .n 8 a t r

sse seu on8 srno:

!I , no c 8 I' o e ( s s ta-e, e r

co-,

e ca-o em-a um na-f corre-c na-cornes

(100)

i" "" se, ao, jus como o se ser sto co no a a

-

...

mo na aç o

-çao c a

-

,

s a poe c a como uma ativid c ema) evo 1l

,

natural

'

e 8 ca11 o fica ão"

,

t e c a e a

-concepçao tari, 11 o e or·o d r o en-8 a o f /' o-c 8 e,

'

o-8 c a ( ou i os para s

'

na o a

'

o çao

-açao t c no a,

(101)

um d c c o -bui ão c a o a:r,

-poemas s DO ter um na l ..

(102)

E

'

ma ldo

-na noçao so cio ano 8

'

um era 1 o o. 8 8 s a s , como a sto CO • 1110 "' omanos, ss

-8 e sa 8 se 8::'0 c 8recer e c em ll88 Jél

·'

'

em 8 llp e c onere s' av8: nA

,

'88 ... ?. zer 8 8Vé3

...

s aço

'

81

! '

..

v

o-'

U

-zaçao 11

'

a:

(103)

...

,

na o se a co

'

mas

8 o so al e UD c

o-a esse je e , co c çava c

vez s s 8 sua !l enação11• 1

e-se, c se ac u ar, e 8 us j_ eamen-começava 8 ue c a l~ ca,em

• À

c o e

,

s e s a fazem

-

a o c as.

o

r! ção", no c as BC se

'

' rela

-nas as ao o s

-

4' E ao ou crl c a " no mesmo j uma s o "" e le

,

s sores o os? o a o

(104)

...

, na o e s r e 8 massa.11

,

"Eu so me

,

SOo,..So faço ou a e es os meios cil e r

.

,

-c a o la ar

c onere Ja na o nem o mesmo so em

'

sa t es Marx e o s

'

em s

'

z na o

-

ej a concreta,

r are comum e c um s

zer, se o seu o rumo ..

c e v o to de Campos vajam-se "' I' e a crl li tura

-

"' rnaç o e a e sua 1

1977,

o manual sta c a): raes, 1 se dedica exão sobre s iG na tura ar a re corre a o c 12

..

-ao s-e I! e a ar-H e-corno sen-a .. e c a massa corno c

(105)

ses o

'

ora

v e o na es

u-tores

-,

ser jeto, se t correr um

es A es o r :nec

tar um objeto co a com os a

sua za, s l

jeto da e a concreta, fornec

se possa o seu na

'

"

"

a lsso, e necess o a

da.dos ref s ao p

(106)

o 4 .., ao e ta s a poe 8 concreta na se f a !! a a 8 c reta lt 8 s ,• .

,

~ ,18 s " 8 8 a c o

-

,

na o s a so uma r e se c a r e e S8S

-

,

s açao a s

,

I' ta () a. v e s parece po n e s cruz r o • !! a ç o

,

e c a

,

orros8 .. o

,

r se em o e a e o a • en e- mo- s-c o • () co s a-c

(107)

e la como o a

E

as e ll

,

e na o "' c a a a:rece uma s al as c a.s nas as ta

Mas o se ll E es e e a as corre e 8 concreta? ~ capl s 8 o se ou

fal

45

11 como uma

c ar me os s 11 !! fornecer se e :rem as e on8l a r e 8 Num artigo

'

tava !!

...

11 a 80 como

anos". 2 sa parece uma boa c z

ma c e enve s

-

.,...

sem a ao aze- ser s

s al s uma seu

..

es-c a H? en-se o ara

na-•

faz ao ..

'

esse z s. 11

..

..

(108)

se c rece ser s 1 li e I! sses oe as se s e la, os se t.

,

8 as • a

ar-o ..

(109)

,. c a um lo, na ' 8 a~ ca .. te, me vozes 1poe a n5

.

.

.

' 11 • • • s o ara e

,

e e as Em oonse novava--s 8 .... aça,o surrea estatuto d d e e. n6 s pass de o na p?;UO corretivo mas e

,

8 as s odo. ue vez, "com a çeo ,... ~ çao ~ r e 8

-a emoç o 8 8 o Bo , op. 5'18. t .. ' p. f zen-a s uro la za e

-

80 81 s renovava-se a c 8 um on8 smo e euresc s-l! • ,

,la mereceu, no sado,

-

ao n corres-cara c s c 8 um a

'

8 a s a e ~...:.::: c• temas., um e SIDO •

(110)

e c neros ' c ss menc a forma o o el

-aos çao s ~ t' rlS lCa s se com uma a v

.

,

.w J8 son na sua za a 11 na ca,

-t a, se na o rea ca11

9:

uma 11 c a assa no na

,

este c a e o a, o lo s

claro, do seu para di

c o r a H

,

o a o r,

.

.

.

'

s smo Lican .. c c c f r a 11 na o na smo [J smo c o na c o as a c o a 'I a !I

'

z s

-çao res-o e

,

m e o~

(111)

...

com maos c a j parece ser um em oco, sar em 4-v ( ' ~,) es e 11 a dução poe

,

ca, a

smo11

se cer que Coutinho

s, tão to s o qual

,

quanto

..

e e a c as s

..

,

da a e c a ssar com o f mais di 'Ils n' re une se s uma carac

-caçoes e 1

11-o

s' mas " na o o r o asso a a. " s ao a a s ser a li e c a atrib " pare-e es s

,

e 8 sua possi encarar um as 8 a I! l! isso

,

a o

,

e e s 8 OI'-8 o F em : s p 1 ur anc l l l 1 esse a .... raça o fa r como re a 1 fas , ta z s ..., a, ensao

(112)

senvo a ma r. f e ll ao e r en no seu s s o um tipo e a ou um s no I' e as e raça o ll

sem nunca .se ter a a c

eram os seus e s. 1 pensar e s na boa co e o om o tulo a s çao f! em se t r a 1 8

19

'

ba c

tos reconc os s ele

,

do

em cres em

do ta do Novo, 13 o avul a, sse

(113)

1

s, comercia

t as. Deve-s ressa

atividades t

(114)

no a o a o i nas ness ,

.

1a, anscrevem-se 8 se os os ass o: !I last s a per c const c o beral arts), se c as) re8s o were c cenc o f work. ll ,• no p 1 o as v e t a z

,

s, a e se cal em

pelo pa1s ••• I A Ii'a

e s, s

-se por tal forma

s os nual 8 19 1 e ( '1

ª

1 • r o c ar l _L d c 8 ne '? 19 r d T e !.) • v. o f I L i\ e in to t s os o , es-e o f r e ( l as e more r8-es r e-f s

'

f cres o )

'

ou 8-ra. i

(115)

,' se ima se stava como as c i s f o ~ ao i te na p I'8 o "

se o nBo

-

ode ser es I' eito da p OS B ta os c res um s polÍ co e como uma a a erc er, e o e tas c a), o o s o ema

s um

-

ao se c al para a notava nosso ter a a I' va s va as 8 era 8 e, er8tura .. ant s i es,

'

no l, o a-e s b c a li co novo c o ros co li s 6 • o z B res 8 ll s e-o a. I' a stamos as m l

(116)

1 s mos, as

,

8 m era c e 0-i a formação p lemas s s e É p le r e ' S-c ,.

.

.

"

E mei e:

"Um encer ou um s OlÍ o eram o

rnes-mo t o, o r e o José em seu je, os p s .

,

e JB eram, e 8 tere se neo e

-'

emen t z ao r e-oes ,• e c el; are o " o

,

z e o o

-esse e z ao 8 es a

-

-

i ao mo caçao o o,

vai r mar em '19 note 8

smo, 11corre 80 i c os

res

-

s e si e nos 8

ment ece l como ll

'

-o, na eçe s os, are s pare 8 a, p 1 N

(117)

8 i e e c s n a a-ta, corre o o s e za erc e- lar s se e i e a o e c a a a c a, uma o r z faz a r e ' C' as ü s e se es J'

t

claro todo. e a ca, ta como o a no 1. s s çoe a r e o d ,• a se a c ,

-z e o es o sao

lec por s anos

p s s ele i

ornal no ao nec

s o e

r a c a e, na per c s o

res les a era o

ores e a f a a f o a i o, el z senc c ll

-

dos ica a renovaçao s c e sos

'

como o r ( '\ C) uma o r ma s co s t s, 110 es tor e o co". •

t.,

(118)

a c com s I! sua

-o, a ao e ssa ava t a o n o c a ca.

o

os o nes a c , e to r .r recusasse ao e c a i a, +-v el e o rece a r a a, , c zoavel a lo r e e s a i o ir o s se c ou e vro

,

is e ]_ o c r b os os sua cruz 1 r eus 1 8 a çao n alta a il11 .. , no a o e c A ve, um , começo se

(119)

zer seus e s se s avam

11

-

j s" levar

s e na o com o CB p a a

que sse o a ses e s em r e o BO

(.~

o zesse com r

sso cional ores, e se 8

..

c

nece s renovaçao a e e t s orno o de al 11 a a"

-

1 zac;ao poe

,

e ao

-

a") '

f 130 poe uma rec a 13 p c a

-na o no a caçao.

e um boa p da versa 11

vol de , e r e

ação" s etas, , e a pessoas

Referências

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