EDUCAÇÃO FINANCEIRA – IMPACTOS DA
CRISE
METODOLOGIA
Obs.: Ao longo do relatório alguns gráficos não fecham em 100% devido ao arredondamento dos valores e/ou respostas múltiplas. 2
•
Público alvo: residentes em todas as capitais brasileiras, com idade igual ou superior a 18 anos, ambos os sexos e todas as
classes sociais.
•
Método de coleta: pesquisa realizada via web e pós-ponderada considerando sexo, idade, escolaridade, classe e região do
país.
•
Tamanho amostral da pesquisa: 805 casos, gerando uma margem de erro no geral de 3,5 p.p. para um intervalo de
confiança a 95%.
OBJETIVOS DO ESTUDO
Conhecer a percepção e os efeitos dos impactos da crise financeira no orçamento das famílias e
atitudes com relação às suas finanças para 2018.
Impacto da
crise
econômica na
gestão das
finanças
pessoais
• 72% mudaram seus hábitos financeiros por causa da crise econômica. Entre os pontos que foram mudados estão passar a
evitar compras de bens supérfluos (55%), reduzir gastos com lazer (55%) e pesquisa de preços (54%).
• Os principais sentimentos em relação a essa mudança de hábitos são o alívio e tranquilidade por não estourar o orçamento
(42%), alegria por conseguir manter ao menos o essencial (36%) e frustração por ter de deixar de comprar os produtos que gosta
(32%).
• Mesmo supondo que a crise econômica seja resolvida em 2018, 83% pretendem manter os hábitos adquiridos. Entre os motivos
para esta continuidade estão conseguir administrar melhor o orçamento (52%), aprender a economizar dinheiro (51%) e controlar
melhor o impulso por compras (50%).
• Entre os principais aprendizados com a crise sobre as finanças, destacam-se: passar a pesquisar os preços (55%), ter mais
controle sobre as compras por impulso (48%) e aprender a organizar os gastos (46%).
Sexo Idade Classe Geral
MUDOU OS HÁBITOS EM RELAÇÃO AO DINHEIRO POR CAUSA
DA CRISE ECONÔMICA?
72% mudaram seus hábitos em relação ao dinheiro por causa da
crise, enquanto 19% não mudaram.
72,3% 68,8% 75,7% 70,2% 77,3% 70,4% 76,7% 71,1%
19,1% 21,1% 17,2% 21,2% 16,8% 18,6% 19,9% 18,9%
8,6% 10,1% 7,1% 8,6% 5,9% 11,1% 3,4% 10,0%
Geral Dez/17 Homem Mulher 18 a 34 anos 35 a 49 anos 50 ou mais A/B C/D/E
Sim Não Não sei
Geral 2017 Masculino Feminino 18 a 34 35 a 49 50 ou mais A/B C/D/E
QUAIS HÁBITOS EM RELAÇÃO AO DINHEIRO ADOTOU EM
DECORRÊNCIA DA CRISE:
55% passaram a evitar compras de bens supérfluos, sobretudo
os mais velhos e as classes A/B. Outros 55% reduziram os gastos com lazer (percentual que é menor entre os
mais jovens), 54% passaram a fazer pesquisas de preço antes de adquirir um produto (especialmente as
classes A/B) e 52% passaram a ficar mais atentos às promoções, buscando um preço menor.
* Somente para quem mudou os hábitos em relação ao uso do dinheiro
por causa da crise econômica.
RESPOSTAS - RM Geral Sexo Idade Classe
Dez/2017 Masculino Feminino 18 a 34 35 a 49 50 ou mais A/B C/D/E
Evitar a compra de bens supérfluos 55,3% 49,6% 60,2% 48,3% 51,9% 67,9% 69,1% 51,1%
Reduzir os gastos com lazer 55,2% 56,0% 54,6% 43,3% 58,7% 67,1% 60,4% 53,7%
Pesquisas de preço antes de adquirir um produto 54,0% 53,4% 54,5% 48,6% 57,2% 57,7% 63,8% 51,0% Atenção às promoções, sempre buscando um preço menor 51,7% 44,7% 57,7% 49,1% 52,6% 54,0% 65,6% 47,4% Buscar economizar nos serviços de luz, água e telefone,
pensando no valor da conta 51,5% 52,0% 51,0% 36,2% 51,9% 70,7% 61,9% 48,2%
Substituição de produtos por marcas similares mais baratas 45,9% 40,6% 50,5% 39,1% 44,8% 55,8% 44,9% 46,2% Controle dos gastos pessoais e/ou da família 44,4% 43,0% 45,5% 38,2% 49,4% 47,2% 62,4% 38,8%
Evitar parcelamentos muito longos 43,1% 42,0% 44,2% 33,7% 41,3% 57,2% 54,6% 39,6%
Pechincha/negociação nas minhas compras 37,0% 36,8% 37,2% 29,6% 38,3% 45,4% 51,3% 32,7%
Mudar o local onde está acostumado a fazer compras por
outro com preços melhores 36,2% 38,8% 33,9% 34,4% 31,0% 43,8% 41,4% 34,6%
Compra de produtos supérfluos no supermercado, como
bebidas, carnes nobres, guloseimas etc 27,6% 25,4% 29,5% 14,9% 30,0% 41,6% 34,6% 25,4%
Poupar ao menos parte dos rendimentos 26,0% 28,5% 23,8% 24,5% 27,8% 26,0% 27,9% 25,4%
Geral 2017 Masculino Feminino 18 a 34 35 a 49 50 ou mais A/B C/D/E
SENTIMENTOS QUE TEVE À MUDANÇA DE HÁBITO POR
CAUSA DA CRISE:
42% sentiram-se aliviados e tranquilos por não estourar o orçamento, 36%
sentiram-se alegres por conseguir manter ao menos o essencial (principalmente as classes A/B) e 32%
frustração por ter que deixar de comprar produtos que gostam.
RESPOSTAS - RM
Geral Sexo Idade Classe
Dez/2017 Masculino Feminino 18 a 34 35 a 49 50 ou mais A/B C/D/E Alívio e tranqüilidade por não estourar o
orçamento 42,3% 42,4% 42,2% 42,8% 44,5% 39,5% 45,4% 41,4%
Alegria por conseguir manter pelo menos o
essencial 36,2% 37,4% 35,2% 37,6% 29,1% 41,7% 44,7% 33,6%
Frustração por deixar de comprar certos
produtos que gosta 32,5% 31,8% 33,2% 33,4% 34,8% 29,2% 27,9% 34,0%
Limitação/impotência por querer e não poder
comprar 30,8% 31,9% 29,9% 29,1% 31,4% 32,5% 27,4% 31,9%
Constrangimento por não poder dar para
família o que eles desejam 21,2% 25,1% 17,9% 19,6% 19,8% 24,6% 20,7% 21,4%
Outros 0,7% 1,5% 0,1% 0,9% 0,1% 1,1% 1,6% 0,5%
Geral 2017 Masculino Feminino 18 a 34 35 a 49 50 ou mais A/B C/D/E
599 298 301 276 201 122 282 317
* Somente para quem mudou os hábitos em relação ao uso do dinheiro
Sexo Idade Classe Geral
SUPONDO QUE A SITUAÇÃO ECONÔMICA DO BRASIL
MELHORE EM 2018, O QUE PRETENDE FAZER EM RELAÇÃO
AOS HÁBITOS ADQUIRIDOS:
83% pretendem manter os hábitos que adquiriram
durante a crise se a situação econômica do Brasil melhorar em 2018. Apenas 8% pretendem abandoná-los.
8,1% 7,7% 8,5% 11,4% 9,2%
2,8% 4,6% 9,2%
82,8% 81,0% 84,4% 77,0% 82,6% 90,6% 88,1% 81,2%
9,0% 11,3% 7,1% 11,6% 8,2% 6,6% 7,3% 9,6%
Geral Dez/17 Homem Mulher 18 a 34 anos 35 a 49 anos 50 ou mais A/B C/D/E
Abandonar Manter/Continuar Não sei
Geral 2017 Masculino Feminino 18 a 34 35 a 49 50 ou mais A/B C/D/E
599 298 301 276 201 122 282 317
* Somente para quem mudou os hábitos em relação ao uso do dinheiro
O QUE LEVARIA A DAR CONTINUIDADE AOS HÁBITOS EM
RELAÇÃO AO DINHEIRO ADQUIRIDOS DURANTE A CRISE:
52% poderiam dar continuidade aos hábitos adquiridos durante a crise por conseguirem administrar melhor
o orçamento (principalmente classes A/B). 51% consideram que aprenderam a economizar dinheiro e 50%
a controlar o impulso por compras.
* Somente para quem mudou os hábitos em relação ao uso do dinheiro por causa da
crise econômica e daria continuidade mesmo com a melhora do cenário em 2018
RESPOSTAS - RM
Geral Sexo Idade Classe
Dez/2017 Masculino Feminino 18 a 34 35 a 49 50 ou mais A/B C/D/E Consegui administrar melhor o meu orçamento 51,9% 50,9% 52,8% 55,3% 50,8% 49,3% 65,7% 47,4%
Aprendi economizar dinheiro 51,2% 51,1% 51,3% 51,8% 53,0% 48,9% 49,6% 51,8%
Aprendi a controlar meu impulso de compras 49,6% 49,8% 49,4% 42,7% 53,8% 53,2% 55,8% 47,5%
Aprendi a fazer compras melhores 46,9% 39,9% 52,6% 45,0% 48,6% 47,3% 54,2% 44,4%
Vi que manter uma vida financeira regrada não
tem nada de ruim 40,9% 44,2% 38,1% 36,2% 50,6% 36,8% 47,6% 38,6%
Aprendi a fazer projeto para o futuro 31,4% 36,2% 27,5% 32,6% 39,4% 22,7% 40,5% 28,4%
Outros 0,6% 1,3% 0,0% 0,0% 0,5% 1,2% 2,3% 0,0%
Geral 2017 Masculino Feminino 18 a 34 35 a 49 50 ou mais A/B C/D/E
O QUE LEVARIA A ABANDONAR OS HÁBITOS EM RELAÇÃO
AO DINHEIRO ADQUIRIDOS DURANTE A CRISE:
44% poderiam
abandonar os hábitos adquiridos durante a crise para dar fim ao momento de privação, querendo voltar
ao tipo de vida que tinham antes. 26% por se sentirem mais seguros em relação ao futuro e, por isso,
não precisarem mais se controlar e 23% tem dificuldades em manter uma vida financeira regrada.
* Somente para quem mudou os hábitos em relação ao uso do dinheiro por causa da crise econômica e abandonaria com a
melhora do cenário em 2018.
RESPOSTAS - RM
Geral Dez/2017 No fim do momento de privação, iria querer voltar ao tipo de vida que tinha antes 44,0%
Não me sinto mais inseguro em relação ao futuro e por isso não preciso mais me controlar 26,2%
Tenho dificuldades em manter uma vida financeira regrada 23,3%
Gosto de comprar boas marcas, mesmo que sejam mais caras 23,1%
Não tenho um projeto para o futuro que me faria economizar mesmo num momento de melhor situação financeira 19,5%
Não gosto economizar, gosto de aproveitar a vida 11,8%
Outros 8,9%
Geral 2017
COM A CRISE QUAIS FORAM OS APRENDIZADOS QUE TEVE
EM RELAÇÃO AS SUAS FINANÇAS:
55% passaram a pesquisar preços, 48%
começaram a ter mais controle sobre as compras por impulso (principalmente as classes A/B) e 46%
aprenderam a organizar os gastos (especialmente as classes A/B).
RESPOSTAS - RM
Geral Sexo Idade Classe
Dez/2017 Masculino Feminino 18 a 34 35 a 49 50 ou mais A/B C/D/E
Passei a pesquisar preços 54,8% 52,5% 57,1% 49,7% 57,8% 58,8% 54,4% 55,0%
Tenho mais controle de compras por impulso 48,5% 49,2% 47,8% 42,2% 49,1% 56,1% 57,0% 46,1%
Aprendi a organizar os meus gastos 46,0% 46,8% 45,3% 44,0% 43,1% 51,4% 54,9% 43,5%
Importância de guardar dinheiro 39,8% 39,0% 40,6% 42,7% 43,9% 32,2% 50,2% 36,8%
Passei a evitar o uso do cartão de crédito 33,8% 37,1% 30,7% 25,8% 35,1% 43,0% 39,3% 32,3%
Só compro quando posso pagar à vista 30,4% 31,1% 29,7% 26,7% 26,4% 38,9% 31,5% 30,1%
Não tive nenhum aprendizado 2,6% 2,9% 2,4% 3,2% 3,9% 0,7% 3,4% 2,4%
Geral 2017 Masculino Feminino 18 a 34 35 a 49 50 ou mais A/B C/D/E
Caracterização
da Amostra
REGIÃO
14 Base Geral 80525,3%
NORDESTE
41,4%
SUDESTE
14,2%
SUL
7,7%
CENTRO-OESTE
11,3%
NORTE
Salvador
6,7%
Fortaleza
5,6%
Recife
5,0%
João Pessoa
2,5%
Maceió
1,7%
São Luís
1,1%
Aracajú
1,1%
Teresina
0,9%
Natal
0,9%
São Paulo
20,6%
Rio de Janeiro
14,7%
Belo Horizonte
5,6%
Vitória
0,4%
Curitiba
8,2%
Porto Alegre
4,2%
Florianópolis
1,9%
Brasília
2,9%
Goiânia
2,6%
Campo Grande
1,3%
Cuiabá
1,1%
Manaus
5,8%
Belém
2,4%
Boa Vista
0,9%
Macapá
0,8%
Rio Branco
0,8%
Porto Velho
0,4%
Palmas
0,2%
SEXO E IDADE
1548,7%
51,3%
Homem
Mulher
16,3%
23,7%
20,3%
16,7%
12,0%
11,0%
18 a 24 anos
25 a 34 anos
35 a 44 anos
45 a 54 anos
55 a 64 anos
65 anos ou mais
Geral 805