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Curso Profissional de Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos AC M4C. Instalação e configuração de redes locais

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(1)

AC – M4C

Curso Profissional de Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos

(2)

A

IMPORTÂNCIA

DOS

MEIOS

FÍSICOS

DE

T

RANSMISSÃO

Numa rede de computadores é necessário existir troca de

informação, estes dados circulam através de algum meio

físico de transmissão de sinal.

Os sinais que circulam numa rede informática podem

passar por cabos elétricos ou óticos, dependendo se o cabo

deixa passar corrente elétrica (eletrões) ou feixes

luminosos, e por meio de transmissão sem fios.

(3)

A

IMPORTÂNCIA

DOS

MEIOS

FÍSICOS

DE

T

RANSMISSÃO

(4)

M

EIOS

DE

TRANSMISSÃO

METÁLICOS

Um dos meios de transmissão utilizados para o envio e

receção de informação são designados cabos elétricos que

são meios de transmissão metálicos e que por essa

razão são bons condutores de corrente elétrica.

Por estes meios podem circular sinais elétricos de 2 tipos:

 Sinais elétricos analógicos

 Sinais elétricos digitais

(5)

M

EIOS

DE

TRANSMISSÃO

METÁLICOS

O ser humano trata o som e a imagem de um modo

analógico (sinal contínuo).

Podemos converter som e imagem do formato analógico

para o digital, mas ao fazê-lo verifica-se uma perda de

informação.

(6)

U

TILIZAÇÃO

E

ADAPTAÇÃO

ÀS

EXIGÊNCIAS

DO

MERCADO

 Os cabos metálicos são os mais utilizados como meio físico de

comunicação e transmissão de sinais elétricos.

 As tecnologias de comunicação sem fios ou com cabos de fibra

ótica tem vindo a crescer.

 No entanto, os condutores metálicos ainda são os preferidos

devido ao seu preço, rendimento e simplicidade de instalação.

(7)

C

ABOS

SIMPLES

Um cabo simples pode ser constituído por 2 ou mais

condutores envolvidos por um material isolante:

 Agrupados em feixe com um isolamento exterior envolvente  Dispostos lado a lado em faixa (flat cable).

No caso de possuírem blindagem exterior, ela pode ser

(8)

C

ABOS

DE

PARES

ENTRANÇADOS

São compostos por um número par de condutores que

formam uma espécie de trança 2 a 2.

A forma de trança faz com que estes cabos sejam menos

sensíveis ao ruído eletromagnético provocado por

outros aparelhos elétricos.

O ruído eletromagnético está presente em todo o tipo de

equipamento elétrico, e se o seu valor for excessivo, o

sinal que circula no cabo pode ser distorcido,

provocando erros na comunicação.

Este problema é mais sensível quanto maior for o

comprimento do cabo e a velocidade de transmissão.

(9)

C

ABOS

DE

PARES

ENTRANÇADOS

Designações de acordo com o tipo de blindagem

 Os cabos de par entrançados podem ter vários tipos de blindagem e designações com o objetivo de reduzir a emissão de radiação eletromagnética (EMR) e a proteção contra interferências eletromagnéticas (EMI) dos sinais.

 Dependendo da construção a ser realizada, e realizada com o grau de blindagem que se pretende para infraestrutura, os cabos de par entrançados podem ser classificados em:

 UTP, FTP, SFTP, STP, SSTP

(10)

C

ABOS

DE

PARES

ENTRANÇADOS

Designações de acordo com o tipo de blindagem

UTP (Unshielded Twisted Pair) – não há blindagem metálica a envolver os condutores.

(11)

C

ABOS

DE

PARES

ENTRANÇADOS

Designações de acordo com o tipo de blindagem

FTP (Foiled Twisted Pair) – o cabo possui uma lâmina de alumínio e poliéster a envolver o conjunto de pares que o compõem.

(12)

C

ABOS

DE

PARES

ENTRANÇADOS

Designações de acordo com o tipo de blindagem

(cont.)

 UTP Cat6

(13)

C

ABOS

DE

PARES

ENTRANÇADOS

Designações de acordo com o tipo de blindagem

(cont.)

 SSTP Cat7

(14)

C

ABOS

DE

PARES

ENTRANÇADOS

Os cabos UTP são padronizados pela EIA/TIA (Eletronic

Industries Association/Telecommunication Association) e

têm a sua aplicação dividida por categorias:

 Categoria 1  Categoria 2  Categoria 3  Categoria 4  Categoria 5  Categoria 5e (enhanced)  Categoria 6  Categoria 7 14

(15)

C

ABOS

DE

PARES

ENTRANÇADOS

Categoria dos cabos de pares não blindados:

15

Categoria Aplicação

1 Utilizado em linhas telefónicas; 2 pares entrelaçados. Com banda de até 60kHz e taxa de 64kbps 2 Cabos e hardware com características de transmissão até 1MHz e utilização em redes de dados IBM (SNA) com taxas

até 2Mbps. 4 pares entrelaçados

3

Cabos e hardware com características de transmissão até

16MHz e utilização em redes de dados IEEE 802.3

(Ethernet) com taxas até 10Mbps. 4 pares entrelaçados

4

Cabos e hardware com características de transmissão até

20MHz e utilização em redes de dados IEEE 802.3 (Token

(16)

C

ABOS

DE

PARES

ENTRANÇADOS

Categoria dos cabos de pares não blindados:

16

Categoria Aplicação

5

Cabos e hardware com características de transmissão até

100MHz e utilização em redes de dados IEEE 802.3 (Fast

Ethernet) e ANSI (FDDI) com taxas até 100Mbps. 4 pares entrelaçados

5e

Cabos e hardware com características de transmissão até

100MHz e utilização em redes de dados IEEE 802.3 (Giga

Ethernet) com taxas até 1Gbps. 4 pares entrelaçados

6

Cabos e hardware com características de transmissão até

250MHz e utilização em redes de dados IEEE 802.3 (Giga

Ethernet) com taxas até 1Gbps. 4 pares entrelaçados

7

Cabos e hardware com características de transmissão até

600MHz e utilização em redes de dados IEEE 802.3 (10

(17)

C

ABOS

DE

PARES

ENTRANÇADOS

Ferramentas utilizadas:

 Para o “cravar” os cabos UTP e STP, são necessários vários equipamentos:

 Ficha RJ45 para redes de computadores

 Ficha RJ11 para ligações de terminais telefónicos

 Alicate de cravar os cabos UTP ou STP nas fichas

 Alicate de descarnar (retirar o isolamento exterior do cabo)

(18)

C

ABOS

DE

PARES

ENTRANÇADOS

Tipos de ligações:

 Para a ligação de computadores numa rede através dos cabos UTP e STP é necessário seguir as normas T568A ou T568B para “cravar” as fichas.

Na construção de um cabo Ethernet do tipo cabo direito (patch cable), a norma utilizada pode ser uma das duas, nas 2 fichas

do cabo.

 Se escolhermos a norma T568B para uma das pontas devemos escolher a mesma norma para a outra ponta.

Os patch cables ligam computadores a uma rede (a um switch, a um router, …).

(19)

C

ABOS

DE

PARES

ENTRANÇADOS

Tipos de ligações:

A construção de um cado Ethernet do tipo crossover, as normas devem ser opostas em cada ficha, isto é, se escolhermos a norma T568B numa ponta temos que escolher a norma T568A na outra.

Os cabos crossover servem para ligar dois computadores um outro ou para ligar dispositivos de interligação (hubs, switchs).

(20)

C

ABOS

DE

PARES

ENTRANÇADOS

Elaboração de cabos

 Caso se esteja a fazer um cabo para interligar uma placa de rede a um hub ou switch deve-se ordenar os cabos da seguinte forma:

20

Pino Ficha RJ45 - PC Ficha Rj45 - hub

1 Verde/Branco Igual 2 Verde Igual 3 Laranja/Branco Igual 4 Azul Igual 5 Azul/Branco Igual 6 Laranja Igual 7 Castanho/Branco Igual 8 Castanho Igual

(21)

C

ABOS

DE

PARES

ENTRANÇADOS

Elaboração de cabos

 Caso haja necessidade de se ligar 2 computadores diretamente, ou se interligar 2 hubs devemos ordenar os cabos da seguinte forma:

21

Pino Ficha RJ45 - PC Ficha Rj45 - PC 1 Verde/Branco Laranja/Branco 2 Verde Laranja 3 Laranja/Branco Verde/Branco 4 Azul Azul 5 Azul/Branco Azul/Branco 6 Laranja Verde 7 Castanho/Branco Castanho/Branco 8 Castanho Castanho

(22)

C

ABOS

DE

F

IBRA

Ó

TICA

É constituído por um condutor de feixes luminosos.

Transmite através de sinais óticos (fotões).

O revestimento (cadding) possui um grau de refração

diferente do condutor de fibra de vidro, provocando reflexão

do feixe de luz, para que o sinal circule sempre dentro do

núcleo do conduto ótico.

Como a reflexão não é perfeita, regista-se uma perda de

sinal ao longo do cabo. Esta perda de sinal é inferior às

perdas dos sinais elétricos.

(23)

C

ABOS

DE

F

IBRA

Ó

TICA

A fibra ótica é constituída por um núcleo central cilíndrico

em vidro de silício, rodeado por um revestimento (também

de silício ou outro material com características idênticas)

envolvente do núcleo.

A fibra de fortalecimento é um revestimento protetor do

cabo.

(24)

C

ABOS

DE

F

IBRA

Ó

TICA

Vantagens

 Velocidades de transmissão são elevadas.

 As perdas de sinal são inferiores às de um cabo elétrico.

 A quantidade de sinais transmitidos é muito superior à dos cabos UTP. Transmissões na ordem dos Tbps.

 Os cabos tem uma espessura mais finas e são mais leves que os de cobre.

 Completa imunidade a interferências eletromagnéticas, anulando os problemas de ruído eletromagnético.

(25)

C

ABOS

DE

F

IBRA

Ó

TICA

Desvantagens

 A aplicação da fibra ótica não tem tido a evolução esperada em LAN devido:

 Custo dos cabos óticos

 Custo dos acessórios de ligação

 Custo da mão de obra na instalação

 Os cabos UTP suportam cada vez mais velocidades de transmissão mais elevadas, satisfazendo a maioria das aplicações neste tipo de rede.

(26)

C

ABOS

DE

F

IBRA

Ó

TICA

- T

IPOS

São classificadas em 2 grandes grupos:

Fibras multimodo (MMF – Multiple Mode Fiber) – possuem

vários caminhos de propagação da luz, ou seja, os raios podem percorrer o interior da fibra ótica por vários caminhos. São mais grossas que as monomodo.

(27)

C

ABOS

DE

F

IBRA

Ó

TICA

- T

IPOS

São classificadas em 2 grandes grupos:

Fibras monomodo (SMF – Single Mode Fiber) – possuem um

único modo de propagação da luz, ou seja, os raios percorrem o interior da fibra ótica por um só caminho. São mais finas, exigindo técnicas de alta precisão para poder realizar conexões entre segmentos de fibras. Conseguem ter maior comprimento e desempenho do que as MMF.

(28)

C

ABOS

DE

F

IBRA

Ó

TICA

- C

ONETORES

Os conetores mais comuns para fibra ótica são:

LC (Lucent Connector) – foi desenvolvido pela Lucent. É muito

utilizado nas fibras monomodo e em transceivers 10 Gigabit

Ethernet.

(29)

C

ABOS

DE

F

IBRA

Ó

TICA

- C

ONETORES

Os conetores mais comuns para fibra ótica são:

SC (Snap-in Connector) – é um conector muito simples e eficiente,

que usa um sistema simples de encaixe. É bastante utilizado nas redes Gigabit, tanto em cabos multimodo como monomodo.

 Tem como desvantagem o seu tamanho, cada conetor SC tem a

dimensão de 2 conectores RJ45 e quase 2 vezes maior que o conector LC.

(30)

C

ABOS

DE

F

IBRA

Ó

TICA

- C

ONETORES

Os conetores mais comuns para fibra ótica são:

ST (Straight Tip) – é um conector muito parecido com os

conectores BNC. Na sua ponta existe um tubo cilíndrico branco que é responsável por conduzir o núcleo da fibra e fixá-lo dentro do conector.

(31)

C

ABOS

DE

F

IBRA

Ó

TICA

- C

ONETORES

Os conetores mais comuns para fibra ótica são:

MT-RJ (Mechanical Tranfer Registered Jack) – é um conector

compacto. A sua utilização tem vindo a crescer.

(32)

C

ABOS

DE

F

IBRA

Ó

TICA

- C

ONETORES

É possível utilizar conectores diferentes nos dois lados do

cabo, usando conetores LC de um lado e conetores SC do

outro lado.

Cada conector tem as suas particularidades e a escolha de

qual utilizar tem a ver com a exigência dos fabricantes dos

equipamentos onde pretendemos ligar a fibra.

(33)

M

EIOS

SEM

FIOS

As tecnologias mais importantes utilizam:

 ondas de rádio

 microondas

 radiação infravermelha  raios laser

(34)

M

EIOS

SEM

FIOS

- R

ÁDIO

Propagam-se limitadas pela altura da atmosfera e seguem

a curvatura da Terra.

Propagam-se em todas as direções a partir do emissor de

sinal.

Os emissores estão colocados, normalmente, em antenas de

altura variável ou instalados em locais de grande altitude

para que as emissões cheguem mais longe.

(35)

M

EIOS

SEM

FIOS

– M

ICRO

-

ONDAS

A transmissão é direcional e necessita de uma linha de

vista, ou seja, o emissor e o recetor têm que se ver.

A distância de 50km serve de referência devido à curvatura

da Terra (esta distância também depende da altura da

antena e da sua posição).

(36)

M

EIOS

SEM

FIOS

– M

ICRO

-

ONDAS

Quando não é possível ter uma linha de vista entre o

emissor e o recetor, são utilizados repetidores para a

transmissão.

 Sendo esta uma alternativa para as transmissões onde não viável a instalação de cabos (torna-se mais barato construir postes de 50 em 50km do que soterrar um cabo de cobre, alumínio ou fibra).

(37)

M

EIOS

SEM

FIOS

– M

ICRO

-

ONDAS

Neste tipo de transmissão, a informação pode ser

capturada por outras pessoas e é sensível a

interferências provocadas por outras fontes de sinais na

mesma banda de frequência da rede, por tempestades ou

outros fenómenos atmosféricos.

Nas ligações micro-ondas podemos ter:

 Ligações terrestres – usadas na interligação de redes privadas quando há linha de vista entre emissor e recetor.

 Ligações terra-satélite – usadas para interligar estações

(38)

E

QUIPAMENTOS

DE

I

NTERLIGAÇÃO

DE

R

EDES

Para a ligação de redes locais ou alargadas são utilizados

dispositivos designados por interligação.

Esses dispositivos são:

 Repetidor  Hub Switch Bridge Router Gateway Modem 38

(39)

E

QUIPAMENTOS

DE

I

NTERLIGAÇÃO

DE

R

EDES

Repetidor

Assim, o Repetidor é o dispositivo que amplia o sinal ao

longo da rede.

 São utilizados de 185 em 185 metros porque o comprimento da cablagem é limitado e se não respeitarmos o limite o sinal poderá não chegar ao destino desejado.

O “caminho” existente entre repetidores chama-se segmento.

(40)

E

QUIPAMENTOS

DE

I

NTERLIGAÇÃO

DE

R

EDES

Repetidor

 Qualquer cabo elétrico utilizado numa rede de área local tem um alcance limitado em relação à propagação do sinal.

Os cabos de pares entrelaçados têm um limite variável, que pode situar-se entre os 5 e os 100 metros (conforme a qualidade do cabo).

Os cabos coaxiais podem ir até cerca dos 180 metros.

Os cabos de fibra ótica têm um alcance maior que pode situar-se à volta dos 2 km.

(41)

E

QUIPAMENTOS

DE

I

NTERLIGAÇÃO

DE

R

EDES

Repetidor

 Os repetidores não efetuam qualquer mudança na informação que recebem nem analisam endereços (origem e destino), apenas os repetem.

Atualmente, os repetidores estão em desuso em redes

locais cabladas, na medida em que um planeamento correto

da rede deve evitar a sua necessidade, dimensionando-se as ligações de acordo com os comprimentos máximos dos cabos.  Em redes sem fios podem ser muito úteis.

 Nas redes atuais, existem dispositivos que fazem o papel dos repetidores (Hubs ativos).

(42)

E

QUIPAMENTOS

DE

I

NTERLIGAÇÃO

DE

R

EDES

Hub

Serve para interligar diversos computadores quando a

topologia física usada é a de estrela.

 De cada computador individual sai um cabo que é ligado a uma ficha do hub. Caso exista algum problema num cabo ou ficha somente aquele computador deixa de comunicar.

Internamente tem uma topologia em barramento e portanto os

dados enviados por um computador são transmitidos

(43)

E

QUIPAMENTOS

DE

I

NTERLIGAÇÃO

DE

R

EDES

Hub

Existem dois tipos de hubs:

Hub Passivo – concentra as ligações da estrela sem ampliar os sinais envolvidos nas transmissões.

Hub Ativo – concentra as ligações da estrela e realiza o papel de repetidor, amplificando os sinais.

(44)

E

QUIPAMENTOS

DE

I

NTERLIGAÇÃO

DE

R

EDES

Switch

Dispositivo comutador que tem a mesma função que o hub,

tendo um funcionamento interno diferente.

Internamente tem uma topologia de comutação de portas,

isto é, se dois computadores estiverem a comunicar as duas portas comutam e interligam-se de modo a que os outros computadores possam também comunicar em simultâneo (ligação realizada entre dois pontos). Nunca há colisões porque os switches são

full-duplex.

Encaminha os pacotes para o destinatário correto pois

(45)

E

QUIPAMENTOS

DE

I

NTERLIGAÇÃO

DE

R

EDES

Switch

Os switches agregam avanços tecnológicos capazes de aumentar a velocidade da rede.

Um switch tem o mesmo aspeto de um hub, mas é apenas o aspeto.

Existem, também, os virtual switches, que têm a funcionalidade de criar redes distintas dentro do mesmo

switch, para que os computadores de uma parte da rede não

tenham acesso a outra.

(46)

E

QUIPAMENTOS

DE

I

NTERLIGAÇÃO

DE

R

EDES

46

No caso de um hub com portas a 10 e 100Mbps, se existir 1 computador a comunicar com uma placa a 10Mbps, as restantes comunicações funcionam a 10Mbps (mesmo que as outras máquinas tenham placas de rede a 100Mbps).

 Numa mesma situação utilizando

um switch, o funcionamento altera-se.

 Se um computador tiver um placa a

10Mbps e comunicar com outro pc com uma placa de 100Mbps, a comunicação será a 10Mbps.

 Mas se, ao mesmo tempo, houver 2

computadores a comunicarem a 100Mbps, a comunicação será realizada a 100Mbps, pois são criados caminhos diferentes.

(47)

E

QUIPAMENTOS

DE

I

NTERLIGAÇÃO

DE

R

EDES

Bridge

Dispositivo que permite interligar dois ou mais

segmentos LAN, transferindo a informação de um segmento a outro.

Funciona como um filtro, permitindo a separação do

tráfego entre dois segmentos, evitando a propagação de informação sem interesse para outros segmentos.

 O endereçamento utilizado é o endereçamento MAC das placas de rede (endereçamento físico).

(48)

E

QUIPAMENTOS

DE

I

NTERLIGAÇÃO

DE

R

EDES

Bridge

 Quando a bridge recebe uma mensagem de um segmento e conclui, após análise do endereço físico do destinatário, que ele se encontra noutro segmento, efectua a transferência entre segmentos. Caso contrário, não procede a qualquer transferência.

 Permitem dividir uma rede local em duas ou interligar duas redes já existentes e gerir o tráfego entre essas sub-redes resultantes.

(49)

E

QUIPAMENTOS

DE

I

NTERLIGAÇÃO

DE

R

EDES

Bridge

A bridge sabe quem está à sua esquerda e quem está à sua direita e regista os endereços.

 Desta forma ela apenas encaminha mensagens para uma sub-rede se o destinatário lá estiver.

(50)

E

QUIPAMENTOS

DE

I

NTERLIGAÇÃO

DE

R

EDES

Bridge

Como funciona uma bridge?

 Verifica se recebeu, se tiver erros, é descartada.

 verifica o endereço da estação de destino para saber em que segmento da rede ela se encontra.

 se a estação de destino estiver no mesmo segmento da estação emissora, a trama é eliminada.

 se a estação de destino não estiver no mesmo segmento da estação emissora, a frame é encaminhada para o segmento devido.

(51)

E

QUIPAMENTOS

DE

I

NTERLIGAÇÃO

DE

R

EDES

Router

Dispositivo que serve para interligar duas ou mais redes

distintas. Exemplo: ligação de uma rede local com vários

computadores à Internet.

Pode interligar redes com arquitecturas distintas (rede Token

Ring, Ethernet, X.25).

 Decide qual o caminho a tomar para o envio. A decisão é baseada em

dois critérios:

 o caminho mais curto.

 o caminho mais descongestionado.

(52)

E

QUIPAMENTOS

DE

I

NTERLIGAÇÃO

DE

R

EDES

Router

Opera na camada de rede e utiliza um endereçamento

lógico (endereço IP).

O endereçamento e feito através de uma tabela de routing (mapa da rede) que permite localizar os computadores e

routers a que está ligado.

 Quando um dos computadores tenta aceder a um endereço, o router analisa se esse endereço existe na rede local, se não o

encontrar , faz uma ligação para o exterior.

 Quando obtiver resposta envia a informação para o computador.

(53)

E

QUIPAMENTOS

DE

I

NTERLIGAÇÃO

DE

R

EDES

Router

Fisicamente um router pode ser:

 Um equipamento independente.

Um computador com software adequado — podemos usar o sistema operativo Linux, pois este tipo de serviço já vem incluído nas distribuições de Linux mais conhecidas. Configurando-se o serviço de router, o computador faz o reencaminhamento das ligações.

(54)

E

QUIPAMENTOS

DE

I

NTERLIGAÇÃO

DE

R

EDES

54

Uma bridge apenas é capaz de discriminar se uma mensagem se destina a um ponto na sua sub-rede de origem ou a um ponto numa outra sub-rede.

Um router analisa e processa os endereços dos pacotes de dados a um nível superior, sendo capaz de determinar qual ao melhor percurso para uma mensagem atingir o seu destino.

(55)

E

QUIPAMENTOS

DE

I

NTERLIGAÇÃO

DE

R

EDES

Gateway

 Chamada de porta de saída.

 É um sistema de interligação de redes distintas.  Pode ser implementado:

em software em hardware

combinação das duas

(56)

E

QUIPAMENTOS

DE

I

NTERLIGAÇÃO

DE

R

EDES

Gateway

A gateway efetua a conversão entre vários protocolos de transportes de dados. Geralmente é associado a uma rede devido a sua capacidade de conversão. Exemplo: o software de gestão de e-mail para redes mais comuns (Microsoft Exchange) não comunicam diretamente com os servidores de e-mail da Internet sem o uso de uma gateway.

A gateway traduz as mensagens de e-mail com o formato utilizado nas redes do tipo LAN em mensagens com o formato

(57)

E

QUIPAMENTOS

DE

I

NTERLIGAÇÃO

DE

R

EDES

57

Os routers e os gateway são dispositivos fundamentais da

interligação dos largos milhares de redes que constituem a Internet.

 São eles que desempenham a função de encaminhar as

mensagens da sua rede de origem à rede de destino.

 Determina os melhores percursos que nem sempre são os mais curtos em extensão, mas os que se apresentam disponíveis, menos congestionados ou com melhores níveis de desempenho.

(58)

E

QUIPAMENTOS

DE

I

NTERLIGAÇÃO

DE

R

EDES

Modem

 Dispositivo que converte os sinais digitais em sinais capazes de serem transmitidos pelas linhas telefónicas (sinais analógicos).

Se o computador estiver ligado por modem a uma linha telefónica analógica ou digital ou a um circuito de televisão por cabo, os modems utilizados serão diferentes.

Neste sentido, temos que ter um modem adequado a cada circuito de transmissão para que a modulação e desmodulação sejam realizadas adequadamente.

Referências

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