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Boletim Regional Florianópolis

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Academic year: 2021

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(1)

Boletim Regional

Florianópolis

Carlos Hamilton Araújo

(2)

2

I.

Introdução

II. Inferências Nacionais

III. Região Sul

IV. Santa Catarina

V. Mercado de Crédito

(3)

3

(4)

4

• Assegurar a estabilidade do poder de

compra da moeda e um sistema financeiro

sólido e eficiente.

(5)

5

Importância da Estabilidade da Moeda

• A experiência internacional e a teoria econômica

apontam inflação baixa e estável como precondição

para o crescimento sustentável.

• Isso porque inflação elevada:

• Eleva prêmios de risco e as taxas de juros;

diminui confiança e encurta horizonte de

planejamento; deprime os investimentos e o

crescimento econômico.

• Reduz emprego e, portanto, renda e consumo.

• Aumenta a concentração de renda e diminui o

bem-estar da sociedade como um todo.

(6)

6

Var. Real PIB

Inflação

1980-1985

2,6

147,1

1986-1994

2,3

842,5

1995-2003

2,2

9,1

2004-2013

3,7

5,5

Média Anual (%)

Período

Fonte: IBGE

A Experiência Brasileira

(7)

7

Retrospectiva - Exterior

Desde a divulgação do último Boletim:

• Os riscos para a estabilidade financeira global permaneceram

elevados:

• Nos Estados Unidos, cabe destacar, o Federal Reserve encerrou o processo de

afrouxamento quantitativo

• Não obstante dados divulgados recentemente, menos positivos do

que se antecipava, mantiveram-se as perspectivas de atividade

global mais intensas no horizonte relevante.

• Nos mercados internacionais, houve recuo nos preços de

commodities.

• De modo geral, a política monetária permaneceu acomodatícia,

nas economias emergentes e nas maduras.

(8)

8

Retrospectiva - Brasil

Desde a divulgação do último Boletim:

• As Contas Nacionais referentes ao segundo trimestre indicaram

alinhamento das taxas de crescimento da absorção interna e do PIB;

e que, na margem, o PIB diminuiu 0,6%.

• Nos mercados de fatores: UCI em ligeiro declínio e mercado de

trabalho com estreita margem de ociosidade.

• A dinâmica de preços nos mercados atacadistas - tanto no

segmento industrial quanto no agrícola

– mostrou-se inicialmente

benigna, mas, na margem, observam-se pressões relevantes

principalmente no segmento agrícola.

• Dois importantes processos de correção de preços relativos (D/E e

A/L) avançaram; e a inflação ao consumidor permaneceu elevada.

(9)

9

Perspectivas – Exterior 2014-2016

• Riscos para a estabilidade financeira global tendem a permanecer

elevados:

• Destaque para os oriundos de mudanças na inclinação da curva de juros em

importantes economias maduras

• Ao longo do horizonte relevante para a política monetária, cenário

central contempla ritmo de atividade global mais intenso, com

crescimento em torno ou ligeiramente acima da tendência:

• Destaque para a heterogeneidade entre os principais blocos

• É provável que se observem novas rodadas de tensão e de

volatilidade nos mercados de moedas.

• No horizonte relevante para a política monetária, perspectivas de

aumento gradual da inflação global.

(10)

10

Perspectivas – Brasil 2014-2016

• Ritmo de expansão da atividade tende a ser menos intenso este

ano, em comparação a 2013:

• A atividade tende a entrar em trajetória de recuperação no próximo ano

• No horizonte relevante para a política monetária, antecipam-se

mudanças na composição da demanda e da oferta agregadas:

• Composição do crescimento de médio prazo tende a ser mais favorável ao

crescimento de longo prazo (crescimento potencial)

• Deficit nas transações correntes tende a continuar sendo

financiado, essencialmente, com fluxos de IED

• Expansão moderada do crédito:

• Crédito ao consumo tende a crescer em ritmo condizente com o do crescimento da

renda disponível das famílias

• Em 2016, inflação tende a entrar em trajetória de convergência

para a meta de 4,5% fixada pelo CMN

(11)

11

(12)

12

Fonte: BCB

Brasil e Regiões

Índice de Atividade Econômica do Banco Central

s

et

03

=

10

0,

de

s

s

az

.

90

100

110

120

130

140

150

160

170

s

et 03

s

et 04

s

et 05

s

et 06

s

et 07

s

et 08

s

et 09

s

et 10

s

et 11

s

et 12

s

et 13

s

et 14

Brasil

NE

SE

S

CO

N

(13)

13

Fontes: IBGE e BCB

Brasil e Regiões – produção de cereais, leguminosas e oleaginosas

Produção Agrícola

Inferências Nacionais

em milhões de toneladas

Discriminação Peso1/

Produção Variação % Produção 20142/ Variação % 2012 20132/ 2013/2012 2014/2013 Brasil 100,0 161,9 188,2 16,2 193,5 2,8 Norte 3,0 4,8 5,0 4,0 5,5 10,0 Nordeste 7,6 11,9 12,0 0,7 15,8 32,2 Sudeste 11,7 19,2 19,8 2,8 17,8 -9,8 Sul 33,8 55,2 73,0 32,2 72,3 -1,1 Centro-Oeste 44,0 70,8 78,5 10,8 82,1 4,7

1/ participação no valor da produção nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas – PAM 2012 2/ estimativa segundo os LSPAs de dezembro/13 e de outubro/14

(14)

14

Fontes: IBGE e BCB

Brasil e Regiões

Produção Física da Indústria

%

Discriminação Peso 1/

2013 2014

set dez mar jun set

Brasil 100 -0,5 -1,6 -0,2 -1,9 -0,2 Norte 6,7 7,7 3,2 -0,5 -3,4 -0,5 Nordeste 7,2 0,1 -3,1 4,2 -3,2 0,2 Sudeste 64,1 -0,3 -2,9 -2,7 0,9 -0,5 Sul 19,7 0,5 -4,0 1,2 -5,6 2,7 Centro-Oeste 2,3 -0,3 0,4 -2,8 4,1 2,0

Variação do trimestre em relação ao anterior; séries com ajuste sazonal.

1/ Participação no Valor da Transformação Industrial (VTI) na PIA-2012, considerando as UFs e as atividades pesquisadas na PIM-PF.

(15)

15

Fonte: IBGE

Brasil e Regiões

Receita Nominal de Serviços

Inferências Nacionais

%

Discriminação

Var. sobre mesmo período

do ano anterior Em 12m até Mês/mês Trim/trim ago/13 ago/14

Brasil 4,6 4,9 8,6 7,4 Norte 5,9 2,5 9,0 6,4 Nordeste 5,1 3,9 9,3 5,7 Centro-Oeste 6,9 10,0 8,2 14,0 Sudeste 4,4 4,9 7,2 7,2 Sul 3,4 4,5 13,5 7,0 Referência: PMS de agosto de 2014

(16)

16

Fontes: IBGE e BCB

Brasil e Regiões

Índice de Volume de Vendas

% Discriminação 2013 2014 % em 12m até set/13 % em 12m até set/14 set dez mar jun set

Comércio varejista Brasil 3,4 0,7 0,1 -0,9 -0,4 4,8 3,4 Norte 1,0 2,1 0,3 0,7 0,1 4,7 5,1 Nordeste 3,5 1,1 1,0 -0,1 -1,0 5,9 5,1 Sudeste 3,3 0,5 -0,1 -0,5 -0,8 4,3 2,8 Sul 3,3 1,3 -0,6 -1,2 -0,1 4,7 3,1 Centro-Oeste 3,4 0,5 0,5 -1,0 -1,2 5,4 3,6 Comércio ampliado Brasil 1,1 0,8 -0,7 -3,0 -1,9 4,9 -0,1 Norte -1,6 1,8 0,0 1,1 0,1 5,2 2,2 Nordeste 2,2 0,8 -0,2 0,0 -1,1 5,4 2,9 Sudeste 1,5 -0,1 -2,5 -2,1 -1,8 4,0 -1,8 Sul 2,7 2,1 -0,6 -5,9 1,0 6,2 1,6 Centro-Oeste 0,9 -0,8 1,2 -2,0 -2,1 6,3 0,1

(17)

17

Fonte: BCB

Operações de Crédito do SFN

Inferências Nacionais

Brasil e Regiões

% Discriminação

Var. percentual set/13 Var. percentual set/14

12 meses 12 meses PJ PF Total PJ PF Total Brasil 14,3 17,6 15,8 12,1 14,1 13,0 Norte 16,7 17,7 17,2 3,6 14,6 9,6 Nordeste 16,9 19,6 18,3 3,0 15,1 9,4 Centro-Oeste 26,2 19,5 22,3 20,2 17,6 18,8 Sudeste 12,9 16,0 14,1 14,1 12,1 13,2 Sul 1,24 18,8 15,5 9,5 16,1 12,8

(18)

18

Fonte: IBGE

Brasil e Regiões

Taxa de Desemprego

% Discriminação1/ 2013 2014

set dez mar jun set

Brasil 5,4 4,7 5,0 4,9 4,9

Nordeste 8,1 7,3 7,7 8,0 8,3

Sudeste 5,1 4,4 4,7 4,4 4,3

Sul 3,5 2,7 3,1 3,3 4,6

(19)

19

Fontes: IBGE e BCB

Brasil e Regiões

Inflação (IPCA)

Inferências Nacionais var. % em 12 meses Discriminação Peso

Região out/13 out/14

Brasil 100,0 5,84 6,59 Norte 4,7 6,54 5,95 Nordeste 15,9 5,80 6,52 Sudeste 55,4 5,81 6,66 Sul 16,2 5,88 6,83 Centro-Oeste 7,9 5,71 6,31

(20)

20

Exportações líquidas e contribuição para o PIB

Fonte: BCB

Ano Bal. Comercial US$ milhões Exp. líquidas p.p. para o PIB 2005 13 985 +0,5 2006 46 457 -1,4 2007 40 032 -1,4 2008 24 836 -1,7 2009 25 290 -0,2 2010 20 147 -2,7 2011 29 793 -0,7 2012 19 395 0,0 2013 2014* 2 399 3 000 -0,9 +0,3 * Projeção

(21)

21

Boxe: Evolução Regional da Renda da Pecuária

• Analisa a evolução do VBP da pecuária em nível nacional e regional, no

período 2005-2014

• As evidências indicam que a participação da pecuária no VBP da

agropecuária em nível nacional diminuiu 2,7% no período (recuou em todas

as regiões, exceto no Norte):

• Não obstante o crescimento médio de 4,8% a.a. em nível nacional (7,5% no Norte; 5,6%

no Nordeste e no Centro-Oeste; 4,6% no Sul; e 3,8% no Sudeste)

• Cresceu a participação da pecuária no VBP da agropecuária do Norte e do Centro-Oeste

(Sul detém a maior participação, 32,2%)

• O segmento de bovinos responde pela maior parte da produção pecuária

(no país e em todas as regiões, exceto no Sul, onde prevalece o segmento

de frangos)

(22)

22

Boxe: Desempenho das Exportações Paulistas

• Analisa a evolução das exportações no quinquênio 2009/2013

• As exportações de São Paulo recuaram, em média, 0,5% a.a. no período

(ante aumento de 4,1% a.a. em nível nacional)

• O descompasso entre as taxas reflete, em grande medida, a distinção na estrutura da

pauta de exportações

• A pauta de São Paulo é mais concentrada em produtos manufaturados, mais sensível ao

ciclo econômico dos países importadores

(23)

23

(24)

24

Fonte: IBGE

Participação das Atividades Econômicas no Valor Adicionado Bruto (2012)

Economia do Sul: Composição Setorial

5,3 4,3 13,0 5,7 3,1 12,7 5,4 2,9 7,2 8,2 16,6 15,7 7,7 0,3 17,5 5,4 3,9 14,7 5,7 2,2 6,2 7,9 14,3 14,3

0

5

10

15

20

Agropecuária

Ind. Extrativa

Ind. Transformação

Construção Civil

SIUP

Comércio

Transportes

Serv. Informação

Interm. Financeira

Aluguéis

Administração Pública

Outros Serviços

Brasil

Sul

%

(25)

25

Fontes: IBGE, FEE, Ipardes e SPG

Região Sul e Brasil

Sul: PIB

Região Sul Ano Sul1/ Brasil1/ Valor R$ milhões2/ Variação Real (%) Valor R$ milhões2/ Variação Real (%) 2003 300.859 2,7 1.699.948 1,1 2004 337.657 4,7 1.941.499 5,7 2005 356.211 -1,0 2.147.240 3,2 2006 386.588 3,2 2.369.483 4,0 2007 442.820 6,3 2.661.343 6,1 2008 502.040 3,0 3.032.204 5,2 2009 535.662 -0,7 3.239.404 -0,3 2010 622.255 7,6 3.770.085 7,5 2011 672.049 4,94/ 4.143.015 2,7 2012 710.860 0,34/ 4.392.094 1,0 2013 ... 5,04/ 4.844.815 2,5 20143/ ... 2,84/ 4.983.382 1,4

1/ Contas Regionais (ref. 2002) e Contas Nacionais (ref. 2000) 2/ preços correntes

3/ var. acumulada em 4 trimestres até o 2º trimestre de 2014 4/ projeção com base em estimativas da FEE, Ipardes e SPG.

(26)

26

Fonte: IBGE (2012)

PIB do Sul: Composição por Estado

Paraná 36%

Santa Catarina 25%

Rio Grande do Sul 39%

R$ mil correntes (2012)

UF PIB per capita

PR 24,2

RS 25,8

SC 27,8

Sul 25,6

(27)

27

Fonte: Ipeadata

Sul: Indicadores Sociais

Região Sul

Renda Domiciliar – part. 50% mais pobres

% % % R$ d e 2012

Renda per Capita Média

Renda Domiciliar – part. 1% mais ricos

Taxa de Pobreza (%) Brasil Sul 12,1 16,4 14,6 20,1 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 96 97 98 99 01 02 03 04 05 06 07 08 09 11 12 13,5 12,6 12,3 10,6 9 10 11 12 13 14 96 97 98 99 01 02 03 04 05 06 07 08 09 11 12 703 640 962 795 784 1160 600 700 800 900 1000 1100 1200 96 97 98 99 01 02 03 04 05 06 07 08 09 11 12 34,7 35,8 15,9 25,7 22,9 7,5 5 10 15 20 25 30 35 40 96 97 98 99 01 02 03 04 05 06 07 08 09 11 12

(28)

28

Sul: Programas de Transferência de Renda

Fonte: MDS (2013)

Bolsa Família

Benefício de Prestação Continuada (BPC)

Sul 10,8% Demais regiões 89,2% Sul 6,7% Demais regiões 93,3%

(29)

29

(30)

30

Fonte: IBGE

Participação das Atividades Econômicas no Valor Adicionado Bruto - 2012

PIB de Santa Catarina: Composição Setorial

5,3 4,3 13,0 5,7 3,1 12,7 5,4 2,9 7,2 8,2 16,6 15,7 4,3 0,5 21,5 5,9 5,7 15,5 5,1 2,1 4,8 9,3 12,6 12,5

0

5

10

15

20

25

Agropecuária

Ind. Extrativa

Ind. Transformação

Construção Civil

SIUP

Comércio

Transportes

Serv. Informação

Interm. Financeira

Aluguéis

Administração Pública

Outros Serviços

Brasil

SC

%

(31)

31

Fontes: IBGE e SPG

PIB – Santa Catarina

Santa Catarina

Ano

Santa Catarina1/ Brasil1/ Valor R$ milhões2/ Variação Real (%) Valor R$ milhões2/ Variação Real (%) 2003 66.849 1,1 1.699.948 1,1 2004 77.393 7,5 1.941.499 5,7 2005 85.316 1,6 2.147.240 3,2 2006 93.147 2,6 2.369.483 4,0 2007 104.623 6,0 2.661.343 6,1 2008 123.282 3,0 3.032.204 5,2 2009 129.806 -0,1 3.239.404 -0,3 2010 152.482 5,4 3.770.085 7,5 2011 169.050 3,34/ 4.143.015 2,7 2012 177.276 1,24/ 4.392.094 1,0 2013 ... 3,34/ 4.844.815 2,5 20143/ ... 3,34/ 4.983.382 1,4 1/ Contas Regionais (ref. 2002) e Contas Nacionais (ref. 2000)

2/ preços correntes

3/ variação acumulada em 4 trimestres até o 2º trimestre de 2014 para Brasil 4/ projeção da Secretaria de Estado do Planejamento de SC (SPG)

(32)

32

Fonte: BCB

Índice de Atividade Econômica do Banco Central

s

et

03

=

10

0,

de

s

s

az

.

95

105

115

125

135

145

155

s

et 03

s

et 04

s

et 05

s

et 06

s

et 07

s

et 08

s

et 09

s

et 10

s

et 11

s

et 12

s

et 13

s

et 14

Brasil

Sul

SC

(33)

33

Fonte: IBGE

Produção de Grãos

Santa Catarina: Safra Agrícola

Santa Catarina

mi

lhões

de tonel

adas

72,3 6,4

5,0

5,2

5,4

5,6

5,8

6,0

6,2

6,4

6,6

35

40

45

50

55

60

65

70

75

200

3

200

4

200

5

200

6

200

7

200

8

200

9

201

0

201

1

201

2

201

3

201

4*

Sul (esq.)

SC (dir.)

mi

lhares d

e tonel

adas

(34)

34

Fontes: IBGE e MAPA

Santa Catarina

23,2 18,9 14,4 9,4 7,1 4,9 4,5 3,8 2,3 2,0 9,6

0

5

10

15

20

25

fumo

mi

lh

o

s

oj

a

ar

roz

maç

ã

c

ebol

a

ban

ana

feijã

o

mand

ioc

a

tomat

e

dema

is

Participação no Valor da Produção

Agrícola 2012

40

60

80

100

120

140

ago

11

fev

12

ago

12

fev

13

ago

13

fev

14

ago

14

bovinos

aves

suínos

Abates de Animais

MM

3m,

2005=

100

%

(35)

35 112,7 104,5 93,2

85

90

95

100

105

110

115

120

s

et 04

s

et 05

s

et 06

s

et 07

s

et 08

s

et 09

s

et 10

s

et 11

s

et 12

s

et 13

s

et 14

Brasil

Sul

SC

Fonte: IBGE e BCB

Média Móvel de 3 Meses

Santa Catarina: Produção Industrial

s

et

04=

100,

des

s

az

.

dados observados: 12 meses/12 meses

anteriores: -2,2% 12 meses/12 meses dados observados: anteriores: -2,3%

dados observados: 12 meses/12 meses

anteriores: -1,2%

(36)

36

Santa Catarina: Composição da Indústria

Fonte: PIA/IBGE (2007 e 2012)

2012

2007

17,3% 8,4% 9,1% 7,3% 49,9% Alimentos Têxteis Máquinas, aparelhos, e mat. elétricos Vestuário e acessórios Outros Máq. e equipamentos 8,0% 17,2% 10,5% 9,0% 6,9% 49,6% Alimentos Máquinas, aparelhos e mat. elétricos Têxteis Vestuário e acessórios Outros Máq. e equipamentos 6,8%

(37)

37

Fontes: IBGE e BCB

Santa Catarina - Receita Nominal de Serviços

Santa Catarina

%

Discriminação

Var. sobre mesmo período

do ano anterior em 12m até Mês/mês Trim/trim ago/13 ago/14

Total 7,9 7,9 9,3 10,8

Serv. prest. às famílias 17,7 12,1 7,9 10,1

Serv. inf. e comunicação 10,1 9,7 7,8 12,1

Serv. profissionais e adm. 11,5 14,7 6,0 12,1

Transportes e correio 2,1 2,1 12,3 8,8

Outros serviços 19,5 21,9 9,0 15,4

(38)

38

Fontes: IBGE e BCB

Média Móvel de 3 Meses

Vendas no Varejo - Índice de Volume de Vendas

s

et

04=

100,

des

s

az

.

95

105

115

125

135

145

155

165

175

185

195

s

et 04

mar

05

s

et 05

mar

06

s

et 06

mar

07

s

et 07

mar

08

s

et 08

mar

09

s

et 09

mar

10

s

et 10

mar

11

s

et 11

mar

12

s

et 12

mar

13

s

et 13

mar

14

s

et 14

Brasil

Sul

SC

dados observados: 12 meses/12 meses anteriores: 0,8% dados observados: 12 meses/12 meses anteriores: 3,4% dados observados: 12 meses/12 meses anteriores: 3,1%

(39)

39

Fonte: BCB

Variação em 12 Meses do Saldo das Operações

Santa Catarina: Operações de Crédito

Santa Catarina

%

0

10

20

30

40

2005

2006

2007

2008

2009

2010

2011

2012

2013

2014*

Brasil

SC

(40)

40

Fonte: PNAD/2013 - IBGE

Distribuição dos Trabalhadores por Classe de Rendimento

%

28,2 16,4 17,5 12,9 54,4 63,0 62,5 64,7 17,4 20,6 20,0 22,4

0

10

20

30

40

50

60

70

80

90

100

Brasil

Sul (total)

Sul (exc.SC)

SC

Até 1 SM

De 1 a 3 SM

Acima de 3 SM

(41)

41

Santa Catarina: Investimentos Previstos

Santa Catarina

Fonte: MDIC/Renai

Setor

Valor

US$ milhões

Produtos químicos

2.706,8

Outros equipamentos de transporte

350,3

Metalurgia

333,4

Celulose

269,1

Serv. aux. transporte

216,8

Ind. alimentos

39,0

(42)

42

(43)

43 17,5 10,8 15,3

10

11

12

13

14

15

16

17

18

ago

11

fev

12

ago

12

fev

13

ago

13

fev

14

ago

14

Economia Brasileira – Taxa Preferencial

Mercado de Crédito

%

a.a.

(44)

44

. Período de coleta: de 17 a 30.9.14 (pesquisa qualitativa)

Grandes empresas: 92,0% do total da carteira;

Micro, pequenas e médias empresas: 92,9% do total da

carteira;

Crédito voltado ao consumo: 90,1% do total da carteira;

Crédito habitacional: 99,6% do total da carteira;

Total de 46 Conglomerados/IFs distintas;

. Infere-se comportamento nos últimos três meses (jul-set/14) e

comportamento esperado para próximos três meses

(out-dez/14);

. Indicadores variam de -2 (menos concessões) a +2 (mais

concessões).

Data Base: setembro / 2014 (15ª coleta)

Indicadores de Condições de Crédito

(45)

45

Fonte: Pesquisa Trimestral de Condições de Crédito – Data Base: set/14

Indicadores de Condições de Crédito

Mercado de Crédito

Grandes Empresas

Micro, Pequenas e Médias Empresas

PF - Consumo

PF - Habitacional

Oferta Demanda Aprovação

-0,50 -0,54 -0,29 -0,08 -0,04 -0,08 -0,6 -0,5 -0,4 -0,3 -0,2 -0,1 0,0 0,1 0,2 0,3

Últimos 3 meses

Próximos 3 meses

-0,38 -0,59 -0,12 0,18 -0,24 -0,29 -0,7 -0,6 -0,5 -0,4 -0,3 -0,2 -0,1 0,0 0,1 0,2 0,3

Últimos 3 meses

Próximos 3 meses

0,00 0,00 -0,17 -0,09 -0,09 0,05 -0,3 -0,2 -0,1 0,0 0,1

Últimos 3 meses

Próximos 3 meses

-0,11 -0,11 0,22 0,11 0,11 0,11 -0,2 -0,1 0,0 0,1 0,2 0,3

(46)

46

Indicadores de Condições de Crédito

Fonte: Pesquisa Trimestral de Condições de Crédito – Data Base: set/14

Comparação dos Indicadores de Aprovação - Histórico

-0,4

-0,2

0,0

0,2

0,4

0,6

1T

11

2T

11

3T

11

4T

11

1T

12

2T

12

3T

12

4T

12

1T

13

2T

13

3T

13

4T

13

1T

14

2T

14

3T

14

4T

14 (e

s

t.)

Grandes empresas

Micro, pequenas e médias empresas

PF - Consumo

PF - Habitação

(47)

47

Boletim Regional

Florianópolis

Carlos Hamilton Araújo

Referências

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