Aprovado na reunião conjunta dos Conselhos de Coordenadores, Ensino, Pesquisa, Pós-graduação e MANUAL DE MONGRAFIA E TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO: ELABORAÇÃO,
ENCAMINHAMENTOS E APRESENTAÇÃO.
NORMAS GERAIS E ORIENTAÇÃO BÁSICA
RIO DE JANEIRO
FUNDAÇÃO EDUCACIONAL UNIFICADA CAMPOGRANDENSE – FEUC Wilson Choeri, Presidente
Dieni da Costa Pimenta, Diretora Administrativa Jacintha Reis Ferreira, Diretora de Ensino Durval Neves da Silva, Diretor Superintendente
FACULDADES INTEGRADAS CAMPO-GRANDENSES – FIC Prof. Hélio Rosa de Araújo, Diretor Geral
Profa. Dieni da Costa Pimenta, Vice-diretora e Coordenadora Geral Profa. Sõnia Maria Cardoso de Souza, Vice-coordenadora geral Profa. Roseli Monteiro da Silva, Secretária Institucional
Prof. Manuel Santos Borges Alvarez, Coordenador Acadêmico
Prof ª. Dra. Gabriela dos Santos Barbosa, Coordenadora do CEPOPE
Profª. Dra. Arlene da Fonseca Figueira, Coordenadora do Curso de Licenciatura Plena Letras Prof. Alzir Fourny Marinhos, Coordenador do Curso de Licenciatura Plena Matemática
Profª. Célia Regina Neves da Silva, Coordenadora de Licenciatura Plena em Ciências Sociais Profª. Janice Rosane Silva Souza, Coordenadora de Licenciatura Plena Pedagogia
Prof. Frederico Guilherme Ferreira Lima, Coord. do Curso de Licenciatura Plena em Computação Prof. Frederico Guilherme Ferreira Lima, Coord. do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação
Prof. Luiz Mendes de Carvalho Filho, Coordenador do Curso de Licenciatura Plena Geografia Profª Vivian Cristina da Silva Zampa, Coordenadora de Licenciatura Plena História
Elaboração
Prof. Luiz Mendes de Carvalho Filho Profa. Maria Tereza Marino
Prof. Rafael Dias Ribeiro Profa. Sônia Norberto Gama
Colaboração
Prof. Manuel Santos Borges Alvarez Bibliotecário Guilherme Carneiro Profª. Janice Rosane Silva Souza
Profa. Alessandra Mendonça Cardoso de Souza Prof. Alzir Fourny Marinhos
Profª. Dra. Arlene da Fonseca Figueira Profª. Célia Regina Neves da Silva Prof. Frederico Guilherme Ferreira Lima Profª Vivian Cristina da Silva Zampa
Revisão/aprovação
CONSUP – CONSELHO SUPERIOR/FIC
SUMÁRIO
INTRODUÇÃO... 4
1 OBJETIVO GERAL... 5
2 ETAPAS DE ELABORAÇÃO... 5
3 EIXOS TEMÁTICOS E LINHAS DE PESQUISA... 6
4 ELABORAÇÃO E CONTEÚDO DOS TRABALHOS... 6
5 ORIENTAÇÃO... 7
6 ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES... 7
6.1 COORDENAÇÃO DE CURSO... 7
6.2 ORIENTADORES... 8
6.3 ALUNO(S)... 8
6.4 SECRETARIA... 9
6.5 BIBLIOTECA 9 7 AVALIAÇÃO... 9
7.1 A BANCA EXAMINADORA E A APRESENTAÇÃO... 10
7.2 NORMAS GERAIS... 10
CONSIDERAÇÕES FINAIS... 11
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS... 11
APÊNDICES A – METODOLOGIA DE DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS (MDS)... 12
B – PROTOCOLO DE ACEITAÇÃO... 14
C – FICHA DE ACOMPANHAMENTO... 15
D – ATA DE APRESENTAÇÃO... 16
E – FOLHAS DE ROSTO... 17
INTRODUÇÃO
O profissional da Educação necessita, hoje, mais do que nunca, da pesquisa para atuar nos diferentes espaços de sua competência, seja nas instituições escolares, desenvolvendo uma prática investigativa e uma reflexão na ação e sobre a ação pedagógica, seja nas organizações não-escolares, impulsionando a discussão sobre os problemas com que se defronta no cotidiano de sua atuação, levantando questões e apontando soluções para a melhoria da qualidade de seu trabalho.
A prática da investigação sistemática no curso de graduação desenvolve nos alunos uma “atitude de pesquisa” e o olhar de inquietação e de questionamento em relação à realidade educacional, possibilitando a reflexão sobre sua prática pedagógica. Favorece, desta forma, a formação dos discentes para a atuação como professor-pesquisador, crítico e reflexivo e/ou como profissional de educação, constantemente atento às transformações e contradições do mundo do trabalho, que lhes possibilita estabelecer o diálogo com seus pares, desenvolver a discussão coletiva sobre as experiências individuais e buscar a autonomia, a elaboração própria e a constante inovação em seus conhecimentos.
O envolvimento do corpo docente do curso com a pesquisa sistemática possibilita o desenvolvimento de uma postura investigativa em sua ação político-pedagógica cotidiana, que suscita o diálogo crítico com o seu saber e a sua prática. Neste processo, o docente amplia o próprio conhecimento e o refaz constantemente, e esta dinâmica se reflete na sua atuação pedagógica com os alunos.
A inserção dos professores em linhas de pesquisa que se desdobram em eixos temáticos favorece a discussão coletiva em grupos temáticos de pesquisa e produção acadêmica docente e discente. Desta forma, a intensificação e o aprofundamento das práticas de pesquisa no curso impulsionam também o aperfeiçoamento e a produção docente, o que resulta na melhoria da qualidade do curso.
A graduação não deve converter-se em espaço de simples transmissão e aquisição de informações, mas no lócus de construção de conhecimentos. É preciso ressaltar que a formação do educador não pode limitar-se ao contexto do exercício profissional, em uma dimensão técnico-profissionalizante, mas deve remeter-se ao contexto do exercício histórico e sociocultural em que atua e intervém, em uma ótica de transformação.
A relevância da pesquisa torna-se então evidente, na medida em que permite desenvolver os processos teórico-metodológicos de investigação da realidade utilizando os instrumentos necessários para a compreensão dos fenômenos e a produção de saberes, de forma crítica e transformadora.
No caso do curso de Bacharelado em Sistemas de Informação, utiliza-se o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) para a mesma finalidade pedagógica da monografia: a formação de profissionais capazes de propor soluções na área da gestão da informação, por meio da construção, implementação e implantação de modelos computacionais (Sistemas de Informação). O curso também tem por objetivo incutir no aluno a preocupação constante com a atualização tecnológica e com o estado da arte em gestão da informação, através da prática investigativa. Assim, espera-se que o egresso deste curso seja capaz de aplicar seus conhecimentos de forma independente e inovadora, acompanhando a evolução do setor e contribuindo na busca de soluções nas diferentes áreas aplicadas.
1 OBJETIVO GERAL
Este documento tem por objetivo estabelecer procedimentos que orientem as coordenadorias, os corpos discente e docente, as equipes da Secretaria e da Biblioteca nas atividades e responsabilidades relacionadas à elaboração, encaminhamentos e apresentação da Monografia ou do TCC.
2 ETAPAS DE ELABORAÇÃO
Na elaboração do projeto de pesquisa, as principais etapas são: a escolha do tema, a formulação do problema e justificativa, a definição dos objetivos e questões do estudo e a definição da metodologia do trabalho. (Previamente estabelecidos e definidos durante as disciplinas de Métodos e Técnicas de Estudo e Elaboração de Projeto).
A escolha do tema é um momento crucial no desenvolvimento da monografia visto que os alunos em geral ficam indecisos diante da variedade de temas que podem ser objeto de estudo. Algumas orientações e critérios quanto à escolha do tema da pesquisa podem, entretanto, ser apontados:
• para as Licenciaturas deve obrigatoriamente estar vinculado à área da Educação; • deve estar relacionado às habilitações do Curso e às Linhas de Pesquisa já definidas e
divulgadas aos professores1;
• deve ser orientado por um professor que esteja trabalhando/pesquisando na área, evitando-se que o aluno seja orientado por um professor com o qual se relacione bem, mas que não domine a temática do estudo;
• o tema deve ter relevância teórica e/ou prática;
• deve estar relacionado aos interesses do aluno, às suas experiências práticas e leituras sistemáticas;
• deve estar adequado à capacidade intelectual do aluno, ao tempo e aos recursos disponíveis para o seu desenvolvimento.
Na segunda etapa do desenvolvimento - a fase da documentação - são fundamentais os seguintes passos:
• levantamento da bibliografia. No caso de estudos empíricos, a fase de documentação implica não apenas uma revisão bibliográfica, mas também a coleta dos dados no campo, através de fichas de observação, entrevistas, questionários, documentos e outros materiais;
• seleção da bibliografia (leitura prévia ou pré-leitura);
• leitura seletiva da bibliografia (localização das obras, capítulos ou partes que contêm informações úteis ao trabalho);
• leitura crítica ou reflexiva da bibliografia (destacando as principais ideias do texto); • análise crítica da documentação, quanto à atualidade, validade dos argumentos e
profundidade das ideias dos autores;
• fichamento dos textos (esquemas, resumos, análises, transcrição de trechos, interpretações dos autores, com referências bibliográficas completas).
A terceira etapa – a fase da elaboração propriamente dita – é constituída de três partes que se articulam: a introdução, o desenvolvimento (que pode conter vários capítulos) e a conclusão.
Finalmente, na última etapa – a fase da redação final – é necessária a preocupação com a formatação do trabalho com base nas regras da ABNT.
3 EIXO TEMÁTICO E LINHAS DE PESQUISA
Os trabalhos serão delimitados por eixos temáticos e, no âmbito de cada curso, por linhas de pesquisa, sendo que os temas de pesquisa deverão surgir na interseção entre o eixo temático e a linha de pesquisa.
A Monografia nas licenciaturas tem único eixo temático: Educação. As linhas de pesquisa adotadas por cada curso são:
a) Ciências Sociais
• Educação, Estado e Políticas Públicas; • Movimentos Sociais e Espaços Educacionais. b) Computação
• A utilização de Mídias no Contexto Educacional;
• Metodologias de Aprendizagem com Recursos Midiáticos; • Desenvolvimento de Tecnologias Educacionais.
c) Geografia
• Geografia Humana; • Geografia Física; • Meio Ambiente; • Geotecnologias. d) História
• Sociedade e Cultura no Brasil Contemporâneo: Ensino e Pesquisa; • O Ensino e a pesquisa de História Regional;
• Política, Cultura e Religiosidade: Ensino e Pesquisa; • A Escravidão no Brasil: Ensino e Pesquisa;
• Conceitos e Narrativas no Ensino da História; • A historiografia e o Livro Didático de História. e) Letras
• Lingüística Aplicada ao Ensino;
• Estudos Literários Aplicados ao Ensino. f) Matemática
• Educação Matemática. g) Pedagogia
• Políticas Educacionais; • Cotidiano Escolar;
• Movimentos Sociais e Espaços Educacionais.
O TCC ou a Monografia no Bacharelado não é delimitado por eixo temático, contudo versará sobre uma das seguintes linhas de pesquisa específicas:
a) desenvolvimento de Sistemas de Informação (cuja metodologia de desenvolvimento encontra-se descrita no Anexo F),
b) Banco de Dados, Redes de Computadores; e c) pesquisa em Tecnologias da Informação.
Além disto, respeitadas as características específicas em cada proposta, deverão ser apresentados os estudos de viabilidade, a especificação lógica, a especificação física, a implementação e, obrigatoriamente, a elaboração da documentação do projeto.
4 ELABORAÇÃO E CONTEÚDO DOS TRABALHOS
Os trabalhos monográficos são elaborados individualmente e o TCC poderá ser desenvolvido de forma individual ou em grupos de no máximo 4 (quatro) alunos.
A estrutura dos projetos deve seguir as Normas Técnicas estabelecidos pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) disponíveis na biblioteca da FEUC, a saber:
• NBR 10520 – 01/AGO/2002: Informação e documentação – Citações em documentos – Apresentação;
• NBR 14724 – 30/DEZ/2005: Informação e documentação – Trabalhos acadêmicos – Apresentação;
• NBR 6024 – 01/MAI/2003: Informação e documentação – Numeração progressiva das seções de um documento escrito – Apresentação;
• NBR 6027 – 01/MAI/2003: Informação e documentação – Sumário – Apresentação; • NBR 6028 – 28/NOV/2003: Informação e documentação – Resumo – Apresentação.
Recomendam-se, para uniformização dos trabalhos, que o texto seja digitado em fonte Arial 12 e as Folhas de Rosto e de Aprovação sigam, respectivamente, os modelos dos Apêndices E e F.
5 ORIENTAÇÃO
A Monografia ou o TCC é produzido previamente pelo(s) aluno(s) com orientação de um professor responsável pela disciplina de Elaboração de Projeto, com encontros semanais presenciais ou semipresenciais. Ao final da disciplina, o(s) aluno(s) indica(m) o provável professor orientador.
Posteriormente, na disciplina de Monografia ou de TCC, após o aceite do professor orientador de conteúdo, este auxiliará o(s) aluno(s) no aprofundamento dos fundamentos teóricos e metodológicos do seu estudo e na elaboração do projeto. Os alunos matriculados nas disciplinas de Monografia ou TCC têm aula semanal ou encontros de frequência obrigatória com o professor orientador, que orienta a estruturação do estudo segundo as normas e regras do trabalho científico, discute aspectos metodológicos da pesquisa de cada um dos alunos e articula a produção científica do(s) aluno(s).
A Monografia ou o TCC será desenvolvido sob a orientação de um professor orientador escolhido pelo aluno dentre os docentes ativos dos Cursos de Graduação da Instituição, no período de desenvolvimento do trabalho.
Em ambos (Monografia ou TCC), a lista de professores orientadores será referendada pela Coordenação e, de acordo com a situação, o professor orientador pode ser indicado pela Coordenação.
6 ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES
Para garantir os resultados esperados com a Monografia e o TCC, são definidas as atribuições e responsabilidades de cada participante do processo.
6.1 COORDENAÇÃO DE CURSO
Caberá ao Coordenador do Curso:
• organizar e disponibilizar cadastro atualizado anualmente, do elenco dos possíveis orientadores e áreas nas quais estarão dispostos a orientar, até 7 (sete) dias decorridos do início do ano letivo;
• propor calendário geral de atividades em conjunto com os professores orientadores; • homologar a indicação dos nomes dos componentes das bancas examinadoras,
apresentados pelos professores orientadores;
• examinar e propor a substituição do orientador, por solicitação fundamentada deste ou do orientado;
• facilitar a divulgação das apresentações;
• receber as Avaliações ou Atas de Apresentação das Monografias ou dos TCC’s e encaminhá-las para a Secretaria com Quadro Resumo;
• registrar os resultados da Monografia ou do TCC no sistema;
• encaminhar para a Biblioteca a listagem dos alunos que devem entregar o original em meio digital (formato PDF);
• referendar sugestões ou avaliar os casos não contemplados pelas Normas da Instituição ou pelo Manual.
6.2 ORIENTADORES
Cabe ao professor responsável pela disciplina de Elaboração de Projeto: • avaliar a coerência metodológica da proposta do Projeto do(s) aluno(s); • auxiliar na definição dos tópicos a serem desenvolvidos;
• solicitar a elaboração de uma proposta de Projeto como forma de avaliação da disciplina;
• o projeto conterá, pelo menos:
- apresentação e justificativa do tema, indicando sua relevância, pertinência e viabilidade;
- passos metodológicos e cronograma de desenvolvimento do trabalho, conforme a metodologia científica ministrada na disciplina de Métodos e Técnicas de Estudo (MTE);
- indicação bibliográfica e/ou levantamento de fontes e referência;
• avaliar e devolver o Projeto do(s) aluno(s) em até cinco dias antes do final do período letivo para que este possa verificar as recomendações (caso existam) do professor e, posteriormente, protocolar junto à Secretaria para encaminhamento à Coordenação do Curso;
Cabe ao professor orientador da Monografia ou do TCC: • avaliar a pertinência do tema;
• providenciar a entrega do Termo de Compromisso de Orientação ao Coordenador no início de cada período letivo, através do qual o professor orientador se compromete a acompanhar o(s) aluno(s) em todo o percurso da pesquisa;
• registrar na Ficha de Acompanhamento os encontros com o(s) aluno(s), detalhando a data e o objetivo do encontro e as atividades desenvolvidas;
• indicar a referência bibliográfica;
• auxiliar na definição dos tópicos a serem desenvolvidos;
• esclarecer as dúvidas quanto às normas de elaboração do trabalho escrito, segundo a ABNT;
• definir a quantidade de cópias;
• Informar à Coordenação o resultado das avaliações do TCC ou Monografia (aprovação, monografia ou relatório, e reprovação);
• indicar os nomes dos membros da banca dos trabalhos a serem defendidos; • reservar os recursos e locais necessários para a apresentação;
• informar da data, hora e local de apresentação à Coordenação.
6.3 ALUNO(S)
• após o término da disciplina de Elaboração de Projeto, o(s) aluno(s) deverá(ão) encaminhar o seu Projeto ao professor orientador;
• incluir no Projeto o Termo de Compromisso de Orientação;
• elaborar sua Monografia ou seu TCC de acordo com as normas e orientações da Instituição contidas neste Manual;
• entregar na Secretaria (dentro das Normas da ABNT e do prazo estipulado pela Instituição) sua Monografia ou seu TCC, na quantidade estabelecida pelo professor orientador.
6.4 SECRETARIA
• protocolar a entrega da Monografia ou do TCC pelo aluno, dentro do prazo estipulado pela Instituição, conforme a quantidade definida pelo professor orientador;
• solicitar uma listagem com os resultados das avaliações finais da Monografia ou do TCC à Coordenação dos Cursos;
6.5 BIBLIOTECA
Cabe ao Bibliotecário e a sua equipe:
• disponibilizar cópias em papel das Normas da ABNT para consulta dos alunos;
• disponibilizar um modelo oficial de Monografia ou do TCC (digital e papel) para consulta dos alunos na biblioteca;
• protocolar o recebimento das Monografias ou do TCC aprovados pela banca para: confirmação da entrega em meio digital (formato PDF), catalogação e disponibilização; • verificar a estrutura e o conteúdo do trabalho (aprovado pela banca) em meio digital,
conforme o modelo aceito pelas FIC;
• informar à Coordenação, de acordo com a listagem recebida, os alunos que não entregaram o original do trabalho aprovado pela banca, em meio digital (formato PDF).
7 AVALIAÇÃO
Serão avaliados em três momentos. O primeiro corresponde a uma avaliação intermediária do desenvolvimento dos trabalhos, por parte do professor orientador, quanto às exigências iniciais para a elaboração do trabalho. Os critérios de aprovação ou reprovação neste momento são:
• relacionamento do tema com as Linhas de Pesquisa do Curso; • relevância do problema;
• formulação adequada dos objetivos e questões; • aprofundamento da fundamentação teórica; • adequação da metodologia ao objetivo do estudo; • estruturação lógica e coerente do estudo;
• consistência dos resultados e conclusões em relação ao objetivo proposto; • adequação e atualização da bibliografia;
• redação clara e correta;
• adoção das normas do trabalho científico previstas pela ABNT;
• a entrega do trabalho de acordo com as normas (ABNT) e dentro do prazo estipulado pelo professor orientador, de acordo com o período letivo, pois a não entrega do documento implica a reprovação sumária do aluno ou grupo, sem direito a apresentação posterior;
• a capacidade de desenvolvimento do trabalho de forma independente;
• o cumprimento da frequência, do cronograma de atividades, das coleta de dados e das leituras solicitadas pelo professor orientador;
• comprovação da autoria do trabalho entregue.
Como resultado deste primeiro momento, será utilizado o conceito “Aprovado” ou “Reprovado”.
• Os objetivos foram adequadamente propostos e atingidos?
• Qualidade e coerência técnica: Os métodos utilizados foram adequados? • Os métodos foram adequadamente descritos?
• Os resultados foram corretamente apresentados e discutidos?
• Estruturação da parte escrita: O texto encontra-se livre de erros de português e atende às normas da Instituição?
• Coerência e interrelação entre os diferentes itens.
Como resultado deste segundo momento será utilizado o conceito “Aprovado como Relatório” ou “Aprovado para Apresentação”. Somente no último caso, o trabalho será encaminhado para a Banca Examinadora, por isto o professor orientador deverá ter plena certeza da qualidade do trabalho apresentado pelo(s) aluno(s).
Em um terceiro momento, a avaliação se dará por meio de apresentação e apresentação oral, e avaliação da documentação, onde o(s) aluno(s) deverá(ão) demonstrar domínio dos fundamentos das áreas de conhecimento envolvidas perante a Banca. A apresentação é um ato público, aberto a toda comunidade, acadêmica ou não.
A avaliação final levará em consideração: • organização da apresentação;
• domínio técnico sobre o conteúdo do trabalho;
• postura do apresentador (comunicabilidade, capacidade de síntese, capacidade de expressão); e
• tempo de apresentação.
Como resultado deste terceiro momento, será utilizado o conceito “Aprovado como Monografia ou TCC”.
7.1 A BANCA EXAMINADORA E A APRESENTAÇÃO
• A banca é composta por profissionais internos ou externos, com apresentação pública.
• A banca examinadora será composta por até três membros: o professor orientador e um professor do quadro ativo, da mesma área ou área afim lotado no curso. Como terceiro membro (opcional), pode-se indicar um professor ou um profissional da área. • O presidente da banca é o professor orientador (responsável pelo início e término da
apresentação).
• A apresentação ocorrerá no máximo até a semana destinada aos exames finais, conforme calendário escolar dos cursos de graduação das FIC, em dia e hora previamente divulgados.
• A apresentação será de 15 minutos, seguida da argüição pela banca examinadora. • Recomenda-se que a apresentação não exceda 30 minutos desde seu início até seu
término.
• O presidente da banca deverá confeccionar ata onde devem estar registrados os resultados da avaliação e as pendências indicadas pelos membros da banca. A ata deverá ser assinada pelos membros da banca e o aluno ou grupo avaliado.
7.2 NORMAS GERAIS
• O número de cópias deverá ser igual ao número de membros da banca examinadora. • É de responsabilidade do aluno ou grupo fazer a distribuição das cópias impressas dos
projetos aos membros da banca.
• A versão final (meio digital no formato PDF), com as devidas correções, deverá ser entregue no prazo máximo de 15 dias decorridos da apresentação oral, ou conforme determinação da Coordenação, em acordo com o professor orientador.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
As atividades de pesquisa na Graduação devem ser implementadas através das diversas ações. Destacam-se, entre estas, a busca da articulação entre as linhas de Pesquisa e os eixos temáticos e a constituição de um núcleo ampliado de disciplinas de formação na área da pesquisa, que incluem, além de Métodos e Técnicas de Estudo, Elaboração de Projeto e Monografia ou TCC; as disciplinas relacionadas ao Estágio Supervisionado, à produção de textos (Língua Portuguesa) e a Informática Educativa Aplicada. Para que essa articulação entre as disciplinas aconteça, pretende-se incentivar discussões frequentes dos docentes, com a intenção de proporcionar uma adequada formação de pesquisa dos alunos.
O trabalho da disciplina Monografia ou TCC tem como objetivo aprimorar a produção discente, a partir do estabelecimento de critérios de relevância e qualidade acadêmica, e o resultado final deve revelar alunos aptos e fundamentados, tanto do ponto de vista teórico quanto metodológico.
Além dessas atividades, pretende-se incentivar a produção docente e discente através da divulgação permanente em Congressos, Seminários, Fóruns, Jornadas e Encontros de discussão, e do estímulo à publicação da produção acadêmica.
Esperamos contribuir para a consolidação da pesquisa na Graduação e para a melhoria de qualidade dos Cursos.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: Informação e documentação – Referências – Elaboração. Rio de Janeiro, 2002.
______. NBR 10520: Informação e documentação – Citações em documentos – Apresentação. Rio de Janeiro, 2002.
______. NBR 14724: Informação e documentação – Trabalhos acadêmicos – Apresentação. Rio de Janeiro, 2005.
______. NBR 6024: Informação e documentação – Numeração progressiva das seções de um documento escrito – Apresentação. Rio de Janeiro, 2003.
______. NBR 6027: Informação e documentação – Sumário – Apresentação. Rio de Janeiro, 2003.
APÊNDICE A
METODOLOGIA DE DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS (MDS) 1. INTRODUÇÃO
Uma metodologia de desenvolvimento de sistemas é um instrumento para facilitar o gerenciamento de projetos de desenvolvimento de sistemas. Ela indica o roteiro a ser seguido (etapas/atividades/produtos) e facilita o planejamento, acompanhamento, controle e documentação do projeto ao longo do ciclo de vida do sistema.
2. ETAPAS DA MDS
2.1 Estudo de Viabilidade (Levantamento de Requisitos)
Esta etapa tem por objetivo identificar os requisitos do usuário, apresentando alternativas de solução, com análise das vantagens e desvantagens de cada uma delas, e o plano do projeto para a alternativa escolhida.
Produtos do estudo de viabilidade
• Descrição do problema (mini-mundo)
• Lista de problemas e necessidades do usuário
• Alternativas de solução com indicação da alternativa selecionada
• Plano do projeto (Cronograma do projeto, responsável por cada atividade, produtos de cada etapa etc.)
2.2 Especificação lógica
Esta etapa tem por objetivo detalhar “O QUE” o sistema irá fazer tão independentemente quanto possível das condições físicas de como será implementado para a alternativa escolhida no Estudo de Viabilidade.
Produtos da especificação lógica
a. Modelo do processo do sistema – opções de paradigmas a serem utilizados: • Análise essencial
- Diagrama de Contexto - DFD 0 e em níveis - Dicionário de Dados
- Especificação dos processos • Orientação a Objetos
- Diagrama de casos de uso - Diagrama de classes
- Diagrama de Colaboração ou Sequência (para os fluxos principais dos casos de uso) - Diagrama de Atividades (descrição dos métodos principais e dos processos de negócio)
- Diagrama de Estado (se for o caso) - Dicionário de Dados
2.3 Especificação Física
Produtos da especificação física
• Projeto Físico do Banco de Dados • Projeto de Interfaces
2.4 Implementação
Esta etapa tem por objetivo construir um sistema a partir da Especificação Física, garantindo a funcionalidade, a portabilidade, a performance e a validação das funções que foram definidas nas etapas anteriores.
Produtos da implementação
• Protótipo contendo as funções básicas de atualização e consulta e relatórios gerenciais;
APÊNDICE B
Obs.: Especificar o nome do curso no cabeçalho
PROTOCOLO DE ACEITAÇÃO TEMA:
OBJETIVO GERAL:
O(s) aluno(s) <Nomes completos por ordem alfabética> declara(m) que aceita(m) o(a) professor(a) <Nome completo> como orientador(a) do trabalho <monográfico ou de conclusão de curso> com o tema e o objetivo geral supracitados. Por sua vez, o(a) professor(a) nomeado(a) declara estar de acordo com o tema e objetivo geral propostos pelo(s) aluno(s) e se compromete em orientá-lo(s) na execução das atividades relativas ao mesmo.
Rio de Janeiro, <dia> de <mês> de <ano>.
... <Assinatura do professor>
... <Assinatura dos alunos, por ordem alfabética>
... <Assinatura dos alunos, por ordem alfabética – se houver>
... <Assinatura dos alunos, por ordem alfabética – se houver>
APÊNDICE C
FICHA REGISTRO DE ACOMPANHAMENTO ALUNO(S):
CURSO:
APÊNDICE D
Obs.: Especificar o nome do curso no cabeçalho
ATA DE APRESENTAÇÃO
Ao(s) <dias por extenso> dia(s) do mês de <mês por extenso> de <ano>, com início às <horas> horas, foi realizada a sessão de avaliação final do trabalho <Título> elaborado(a) por <Nomes completos dos(as) alunos(as) em ordem alfabética> do curso de <LICENCIATURA PLENA EM (ESPECIALIDADE/HABILITAÇÃO) ou BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO> das FACULDADES INTEGRADAS CAMPO-GRANDENSES (FIC) como requisito parcial para obtenção do grau de <Licenciado em Especialidade/Habilitação ou Bacharel em Sistemas de Informação>. A sessão foi presidida pelo(a) professor(a) orientador(a) <Nome completo>, tendo como membros da banca examinadora os professores <Nome completo> e <Nome completo>, que consideram o trabalho <aprovado ou reprovado>. Sem mais a tratar, esta ata foi lida e assinada por todos os participantes:
APÊNDICE E
FOLHAS DE ROSTO
Obs.: Especificar o nome do curso no cabeçalho
NOME DO(S) ALUNO(S)
TÍTULO DA MONOGRAFIA OU DO TCC
RIO DE JANEIRO
Obs.: Especificar o nome do curso no cabeçalho
NOME DO(S) ALUNO(S)
TÍTULO DA MONOGRAFIA OU DO TCC
<Monografia ou TCC> submetida(o) ao corpo docente do
curso de <Licenciatura Plena em Especialidade/Habilitação ou
Bacharelado em Sistemas de Informação> das Faculdades
Integradas Campograndenses (FIC), mantidas pela Fundação
Educacional Unificada Campograndense (FEUC), como parte
dos requisitos necessários à obtenção do grau de <Licenciado
em Especialidade/Habilitação ou Bacharel em Sistemas de
Informação>.
Orientador(a)
Titulação e Nome completo
APÊNDICE F
Obs.: Especificar o nome do curso no cabeçalho