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ATA N.º 25/ ABERTURA

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Academic year: 2021

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ATA N.º 25/2016

Ata da Reunião Ordinária da Câmara Municipal de Cinfães, realizada em 15 de dezembro de 2016

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conhecendo. Referimos ainda que o valor global não sofreu alterações, conforme podemos observar: ---

Igualmente foram apresentados para o ano de 2017: - as GRANDES OPÇÕES DO PLANO (GOP) que totalizam € 21.165.085,78 (vinte e um milhões cento e sessenta e cinco mil e oitenta e cinco euros e setenta e oito cêntimos), divididas pelo PLANO PLURIANUAL DE INVESTIMENTOS (PPI) no montante de € 9.338.129,78 (nove milhões trezentos e trinta e oito mil cento e vinte e nove euros e setenta e oito cêntimos) e pelo PLANO DE ATIVIDADES MAIS RELEVANTES (PAR) no montante € 11.826.956,00 (onze milhões oitocentos e vinte e seis mil novecentos e cinquenta e seis euros). --- De igual modo é presente o Mapa de Pessoal para o ano de 2017, nos termos do artº 5º da Lei 12-A/2008, de 27 de fevereiro. --- Foram também presentes os Instrumentos de Gestão Previsional para 2017 da Empresa Municipal “Quinta de Tuberais – Ensino Profissional de Cinfães E.M.”. --- Foi deliberado, por maioria, com as abstenções dos Vereadores, srs. Prof. Avelino Evaristo Rosa Cardoso e António Sérgio de Pinho Sales, aprovar as Opções do Plano, Orçamento e Mapa de Pessoal para o ano de 2017, bem como os Instrumentos de Gestão Previsional para 2017 da Empresa Municipal “Quinta de Tuberais – Ensino Profissional de Cinfães E.M.” --- Esta deliberação foi aprovada em minuta para produzir efeitos imediatos. --- 03.4 - TAXAS E LICENÇAS ---

RECEITAS MONTANTE DESPESAS MONTANTE

Correntes € 15.496.268,55 Correntes € 11.247.422,00

De Capital € 5.668.817,23 De Capital € 9.917.663,78

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unidade não se encontra dotada do necessário titular de cargo de direção intermédia 2º grau, lugar vago no Mapa de Pessoal desta Câmara Municipal, aprovado por deliberação da Assembleia Municipal de 30/12/2015; --- - O referido lugar encontra-se vago por motivo de cessação da nomeação da sua anterior titular, na sequência da sentença proferida pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Viseu, no processo n.º 963/15.1BEVIS; --- - Nos termos da Lei n.º 49/2012, de 29 de agosto, alterada pela Lei n.º 82-B/2014, de 31/12, que procede à adaptação à administração local da Lei n.º 2/2004, de 15 de janeiro, alterada pelas Leis n.os 51/2005, de 30 de agosto, 64-A/2008, de 31 de dezembro, 3-B/2010, de 28 de abril, 64/2011, de 22 de dezembro, Lei n.º 68/2013 de 29 de agosto e Lei n.º 128/2015, de 3 de setembro que aprova o estatuto do pessoal dirigente dos serviços e organismos da administração central, regional e local do Estado, pode a Câmara Municipal, deliberar, no sentido da abertura do respetivo recrutamento; --- - Deste procedimento, nos termos do disposto no artigo 13.º da Lei n.º 49/2012 de 29 de agosto, na sua atual redação, fará parte, obrigatoriamente um Júri, composto por um Presidente, dois Vogais efetivos e dois suplentes; --- - Este Júri, ainda de acordo com o mesmo artigo e diploma, deverá ser designado por deliberação da Assembleia Municipal, sob proposta da Câmara Municipal. --- Assim de acordo com as especificidades próprias estabelecidas nos artigos 12.º e 13.º da Lei n.º 49/2012, de 29 de agosto, proponho a abertura do procedimento nas seguintes condições: ---

Requisitos formais: Os titulares dos cargos de direção intermédia são recrutados,

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trabalhadores em funções públicas contratados ou designados por tempo indeterminado, licenciados na área de Engenharia Civil ou Arquitetura, dotados de competência técnica e aptidão para o exercício de funções de direção, coordenação e controlo que reúnam quatro anos de experiência profissional em funções, cargos, carreiras ou categorias para cujo exercício ou provimento seja exigível uma licenciatura; ---

Conteúdo Funcional: O previsto no artigo 15.º da Lei n.º 49/2012, de 29 de agosto

e o aplicável constante na Organização dos Serviços da Câmara Municipal, publicada no Diário da República, 2.ª série, N.º 253, Despacho n.º 19394/2010, de 31/12/2010 e Mapa de Pessoal aprovado para 2016. ---

Perfil: De acordo com o estipulado no Mapa de Pessoal aprovado para 2016 e

Organização dos Serviços da Câmara Municipal, publicada no Diário da República, 2.ª Série, N.º 253, Despacho n.º 19394/2010, de 31/12/2010. ---

Local de Trabalho: Município de Cinfães --- Prazo de candidatura: 10 dias úteis contados após a publicitação na bolsa de

emprego público. --- Não serão aceites candidaturas enviadas pelo correio eletrónico. ---

Remuneração: a remuneração e demais regalias a auferir são as vigentes para a

função pública. ---

Publicitação do procedimento: O procedimento concursal é publicitado por aviso a

publicar em órgão de imprensa de expansão nacional (Correio da Manhã) e na 2.ª série do Diário da República, em local especialmente dedicado a concursos para cargos dirigentes, com a indicação dos cargos a prover e do dia daquela publicitação e bolsa de emprego público, de acordo com n.º 1 e n.º 2 do artigo 21.º da Lei n.º 2/2004, de 15 de janeiro. ---

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competências que lhe forem delegadas ao abrigo do disposto no artigo 132.º daquela Lei; --- Foi deliberado, por unanimidade, no uso da competência prevista na alínea l) do n.º 1 do artigo 33.º do Anexo I da Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro, aprovar a Minuta de Acordo de execução de delegação de competências e submetê‐la, nos termos disposto na alínea m) do n.º 1 da mesma norma legal, à Assembleia Municipal para efeitos de autorização de celebração do respetivo contrato, em conformidade com o preceituado na alínea k) do n.º 1 do artigo 25.º da mesma Lei. --- Esta deliberação foi aprovada em minuta para produzir efeitos imediatos. --- 04 – EQUIPAMENTO RURAL E URBANO --- 04.2 – RUAS E ARRUAMENTOS ---

REPARAÇÕES ASFÁLTICAS E NÃO ASFÁLTICAS EM VIAS

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Foi deliberado, por unanimidade, ratificar o procedimento do sr. Presidente. --- REPAVIMENTAÇÃO E REQUALIFICAÇÃO DA E.M. DE TRAVANCA A FORNELOS: - Presente uma informação dos Serviços Técnicos, engº Hélio Sampaio, do seguinte teor: ---

“A - Da justificação da alteração do objeto do contrato: ---

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imprescindíveis para garantir a continuidade dos trabalhos e conclusão da obra. ---

B - Do valor dos trabalhos acrescentados e suprimidos: ---

Posto isto e face à necessidade de se executarem os trabalhos acima justificados, com preço de proposta e com preços acordados, informo que os mesmos totalizam um valor de 26.273,50 euros. --- Sendo a empreitada por série de preços, os valores previstos na lista de preços unitários (preço de proposta), bem como os preços acordados, foram aplicados às quantidades não prevista. --- Atendendo a que se verifica um montante de Trabalhos a Mais correspondente a

14,60% do montante inicial da empreitada, constata-se que se cumpre o disposto na

alínea c) do nº2 do artigo 370º do Decreto-lei 18/2008 de 29 de Janeiro. --- Os trabalhos suprimidos, ou seja, Trabalhos a Menos que a seguir se segue: - Fornecimento e aplicação de camada betuminosa a quente com característica de desgaste: 3.107 m2 x 4,00 euros = 12.428,00 euros e Pintura: - Marca Longitudinal nos contornos da via: 2.800 ml x 0,50 euros = 1.400,00 euros e Marcas Longitudinal no eixo: 1400 ml x 0,50 euros = 700,00 euros; atingem o valor de

14.528,00 euros, sendo o montante global da empreitada no valor de 179.970,00 euros, pelo que não haverá de indemnizar a firma adjudicatária nos termos do

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sob os artigos 290, 291º, 294º, 303, 306º, e 308º. --- Sobre o assunto os serviços jurídicos, prestaram o seguinte parecer: --- “I – Requerimento. --- Através do requerimento registado nestes serviços em 04 de novembro de 2016 sob o GSE n.º 11388, os requerentes, João Fernandes Silva Gonçalves e Maria José

Monteiro Joaquim, solicitam, na qualidade de adquirentes, a emissão de parecer

favorável e da correspondente certidão, necessária à constituição de compropriedade, a incidir sobre seis prédios rústicos e sitos na Freguesia de Travanca, Concelho de Cinfães, inscritos na matriz sob os artigos 290, 291º, 294º, 303, 306º, e 308º, todos ali melhor identificados. ---

II - Análise jurídica. ---

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redação, o dever de “a celebração de quaisquer atos ou negócios jurídicos entre vivos de que resulte ou possa vir a resultar a constituição de compropriedade ou a ampliação do número de compartes de prédios rústicos” ser precedida de “parecer

favorável da Câmara Municipal do local da situação dos prédios”. ---

Ora, antes de mais cumpre esclarecer que nos termos do n.º 2 do artigo 54º da Lei n.º 91/95 de 02 de setembro, na redação que lhe foi conferida pela Lei n.º 64/2003 de 23 de agosto, o parecer a emitir pelo Município apenas poderá ser desfavorável “com fundamento em que o ato ou negócio visa ou dele resulta parcelamento físico em violação ao regime legal dos loteamentos urbanos, nomeadamente pela exiguidade da quota ideal a transmitir para qualquer rendibilidade económica não urbana”. --- Fica desta forma demonstrado que o negócio do qual resulte ou possa vir a resultar a constituição de compropriedade ou a ampliação do número de compartes de prédios rústicos nunca violará o “regime legal dos loteamentos urbanos” atualmente consagrado, na medida em que este regime deixou de consagrar o dever geral de licenciamento do fracionamento de parcelas, sejam elas rústicas ou urbanas, “não destinadas imediatamente a urbanização ou edificação”, passando esse dever de licenciamento a existir apenas quando os proprietários pretendam consolidar, desde logo, em cada lote, o direito a promover uma concreta operação urbanística, definindo-se, então, todas as especificações constantes do n.º 1 do artigo 77º do DL n.º 555/99 de 16 de dezembro. ---

III – Conclusão. ---

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No requerimento é indicado que a adjudicação será feita na proporção de ½ a favor de João Fernando Silva Gonçalves e Maria José Monteiro Joaquim. --- Segundo o artigo 54º da Lei n.º 91/95, de 2 de setembro, na redação que lhe foi dada pela Lei n.º 64/2003, de 23 de agosto, o parecer só pode ser desfavorável com fundamento em que o ato ou negócio vise ou dele resulte parcelamento físico em violação ao regime legal dos loteamentos urbanos, nomeadamente pela exiguidade da quota ideal a transmitir para qualquer rendibilidade económica não urbana. ---- Ora, no presente caso (constituição de compropriedade), não se verifica o parcelamento físico de quaisquer dos prédios que integram a transmissão, pelo que, por maioria de razão, do mesmo não resultará qualquer violação do regime legal dos loteamentos urbanos. --- Assim, atendendo à área dos prédios, à respetiva composição e ao facto de, da constituição da compropriedade dos prédios referidos no pedido inicial, não resultar o seu parcelamento físico e que os mesmos não se destinam à construção urbana nem à operação de loteamento, propõe-se a emissão de parecer favorável

ao solicitado, bem como a emissão da respetiva certidão, na medida em que dele não resulta qualquer indício de que seja violado o regime legal dos loteamentos urbanos, atualmente em vigor.” ---

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Referências

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