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José Roberto R. Afonso
Conferência Internacional Anual Potencial do Imposto sobre a Propriedade Imobiliária Para Mobilização da Receita Municipal Lincoln Institute/IPTI/RICS - S.Paulo, 23/8/2012
Opiniões exclusivamente pessoais.
Reforma Tributária no Brasil:
Avaliação das propostas
com ênfase na tributação imobiliária
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Reformar o capítulo do Sistema Tributário na Constituição
Propostas inúmeras e as mais variadas poucos anos depois de promulgada a Constituição: em comum, fracassaram.
Até que muitas emendas foram aprovadas Constituição mas não se pode dizer que reformaram o sistema: em comum, aumentar a carga e centralizar poderes (na União).
Governo Federal atual não tem mais um projeto: defende uma reforma fatiada, focada no ICMS estadual e com mudanças infraconstituiconais.
Perspectivas e avaliação crítica
Governos desinteressados face ao desempenho excepcional da carga tributária e à acomodação com a divisão federativa de poderes e recursos.
Congresso Nacional mais propenso a reformas abrangentes, porém, segue pautado pelo Executivo Federal.
Empresariado reclama melhorias expressivas na competitividade mas investe na guerra fiscal e aceita desonerações pontuais, como regimes especiais.
Equidade não está na pauta dos debates nacionais: sem maior atenção para a tributação patrimonial, nem mesmo imobiliária, vista como questão local
Contexto Contexto
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Por que
Por que (não) (não) reformar? reformar?
Desempenho da arrecadação: expansão sem
precedentes e nível acima das economias emergentes
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Muitas mudanças mas pontuais ou localizadas:
no capítulo tributário da Constituição de 1988 (em 24 anos)
11 dos 20 artigos do corpo permanente (arts. 145 a 162) já foram modificados, dos quais 2 foram acrescidos...
72 disposições foram alteradas (exclusões, inclusões, nova redação), dos quais 38 envolvendo tributos estaduais e municipais
casos típicos das alteração na tributação imobiliária (pacificar contestações judiciais)
IPTU municipal (EC 2000): progressivo em razão do valor do imóvel e alíquotas diferentes por localização e uso
ITR federal (EC 2003): progressivo e facultada fiscalização e cobrança por Município que firme convênio e não reduza imposto
Efeito básico de aumentar carga e recentralizar poder de tributar:
extintos impostos municipal sobre combustíveis e estadual sobre IR (adicional) enquanto expandidas e criadas contribuições sobre energia/combustíveis e
importados; cobrança temporária de “imposto sobre cheque” (CPMF); desvinculação de 20% de contribuições no orçamento federal
regime simplificado nacional para microempresas, incluindo tributos locais
Constituição foi
Constituição foi (muito) (muito) mudada? mudada?
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67,9% = 23,84% do
PIB 26,1% =
9,16% do PIB 6,0% = 2,12%
do PIB
Arrecadação Direta
União Estados Municípios
57,1% = 20,04% do
PIB 24,6% =
8,66% do PIB 18,3% =
6,42% do PIB
Receita Disponível
União Estados Municípios
Já
Já (bem) (bem) descentralizado? descentralizado?
Divisão federativa da receita tributária (2011):
Estados importam mais na geração da receita e
Municípios são únicos beneficiados por repartições
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EVOLUÇÃO DA DIVISÃO FEDERATIVA DA RECEITA TRIBUTÁRIA POR NÍVEL DE GOVERNO (conceito contas nacionais)
Conceito Central Estadual Local Total Central Estadual Local Total ARRECADAÇÃO DIRETA
1960 11,14 5,45 0,82 17,41 64,0 31,3 4,7 100,0 1970 17,33 7,95 0,70 25,98 66,7 30,6 2,7 100,0 1980 18,31 5,31 0,90 24,52 74,7 21,6 3,7 100,0 2000 20,77 8,61 1,77 31,15 66,7 27,6 5,7 100,0 2011 24,60 9,14 2,12 35,86 68,6 25,5 5,9 100,0 RECEITA DISPONÍVEL
1960 10,37 5,94 1,11 17,41 59,5 34,1 6,4 100,0 1970 15,79 7,59 2,60 25,98 60,8 29,2 10,0 100,0 1980 16,71 5,70 2,10 24,52 68,2 23,3 8,6 100,0 1988 13,48 5,97 2,98 22,43 60,1 26,6 13,3 100,0 2011 20,46 8,81 6,59 35,86 57,1 24,6 18,4 100,0
Fonte: Elaboração própria, a partir de STN, SRF, IBGE, Ministério da Previdência, CEF, Confaz e Balanços Municipais.
Metodologia das contas nacionais inclui impostos, taxas e contribuições, inclusive CPMF, FGTS e royalties, bem assim dívida ativa.
Receita Dispon'ivel = arrecadação própria mais e/ou menos repartição constitucional de receitas tributárias e outros repasses compulsórios.
Carga - % do PIB Composição - % do Total
Municipalizado
Municipalizado (no longo prazo) (no longo prazo)? ?
Divisão federativa da receita tributária (1960/2011):
Municípios cresceram no longo prazo
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Do que mais se reclama?
Do que mais se reclama?
Carga tributária alta para emergentes, demasiados tributos indiretos, sistema oneroso, anti-competitivo
63 80 87 105 107 119 132 135 166 170 180 196
268 271 290 298 316 325 350 350 448
552 615 872
1120 2600
0 500 1000 1500 2000 2500
H o r a s
HORAS GASTAS PARA SE PAGAR IMPOSTOS EM PAÍSES SELECIONADOS
Impostos Consumo Impostos Renda (PJ) Impostos Salários
Do que não se fala?
Do que não se fala?
Sistema muito e crescentemente regressivo , pelo
predomínio de tributos sobre consumo pouco seletivos.
1o 2o 3o 4o 5o 6o 7o 8o 9o 10o
CONTRIB TRABALHISTAS 1,0 1,4 1,9 2,3 2,6 2,7 3,3 3,3 3,7 3,1
IR 0,00 0,01 0,01 0,02 0,03 0,04 0,07 0,20 0,80 3,79
IPTU 1,8 0,6 1,1 1,0 1,1 1,4 1,4 1,8 1,5 1,4
IPVA 0,5 0,3 0,2 0,3 0,3 0,5 0,5 0,7 0,7 0,6
1,0 1,4
1,9 2,3
2,6 2,7 3,3
3,3 3,7
3,1
0,000,01 0,01 0,02 0,03 0,04 0,07 0,20 0,80
3,79
1,8
0,6
1,1 1,0 1,1
1,4 1,4
1,8 1,5 1,4
0,5
0,3 0,2 0,3 0,3 0,5 0,5 0,7
0,7 0,6
0,0 0,5 1,0 1,5 2,0 2,5 3,0 3,5 4,0
%
Carga Tributária Direta por Décimos de Renda:
IPEA - 2002-2003, a partir da POF – Principais Tributos
Concentração pós
Concentração pós--imposto? imposto?
Concentração de renda, das maiores do mundo,
aumenta ainda mais depois da aplicação dos impostos
Composição
Composição (ruim) (ruim) da carga? da carga?
Concentrado em tributação indireta; crescente
contribuições salariais; mas incipiente sobre patrimônio
Arrecadação
(R$ Bilhões) % do Total % PIB R$ per capita
Global 1.289,0 100,0% 34,19% 7.022
Mercadorias, Serviços e Bens 579,8 45,0% 15,38% 3.159
Produção e Vendas em Geral 521,0 40,4% 13,8% 2.838
Produção e Vendas Específicos 41,3 3,2% 1,1% 225
Serviços Públicos 17,5 1,4% 0,5% 96
Salários 334,4 25,9% 8,87% 1.822
Empregados, Servidores 60,7 4,7% 1,6% 331
Empregadores 261,6 20,3% 6,9% 1.425
Outros 12,0 0,9% 0,3% 66
Renda e Ganhos 240,1 18,6% 6,37% 1.308
Famílias 91,2 7,1% 2,4% 497
Empresas & Acionistas 148,4 11,5% 3,9% 808
Outros 0,6 0,0% 0,0% 3
Transações Financeiras 51,5 4,0% 1,37% 280
Patrimônio 45,9 3,6% 1,22% 250
Comércio Internacional 21,1 1,6% 0,56% 115
Outras receitas 16,2 1,3% 0,43% 88
Fonte: Elaboração própria.
Arrecadação Tributária Global por Base de Incidência - 2010
Como
Como (pouco) (pouco) se taxa patrimônio? se taxa patrimônio?
Carga reduzida, inexpressivo na composição, impostos concentrados nos governos subnacionais; tributar veículo supera imóvel urbano; quase inexiste no rural...
Total (R$
Bilhões)
% do
Total % PIB R$ per capita
Patrimônio 45,9 100,0% 1,22% 250
IPVA 21,3 46,3% 0,56% 116
IPTU 16,0 34,9% 0,43% 87
ITBI 5,4 11,8% 0,14% 30
ITCD 2,5 5,5% 0,07% 14
ITR 0,5 1,1% 0,01% 3
Contribuições Melhorias (Municípios) 0,1 0,3% 0,00% 1 Contribuições de Melhorias (Estados) 0,0 0,0% 0,00% 0 POR TRIBUTO PATRIMONIAL
Tipo de Tributo Arrecadação
(R$ Bilhões) % do Total % PIB R$ per capita
1.1 - Impostos 976,7 75,8% 25,91% 5.321
1.1.3 - Impostos sobre Propriedade 45,9 3,6% 1,22% 250
1.1.3.1 - Impostos Recorrentes sobre Propriedade Imóvel (IPTU+ITR) 16,6 1,3% 0,44% 90
1.1.3.2 - Impostos Recorrentes sobre Riqueza Líquida 0,0 0,0% 0,00% 0
1.1.3.3 - Impostos sobre Imóveis, Heranças e Doações (ITBI+ITCMD) 7,9 0,6% 0,21% 43
1.1.3.4 - Impostos sobre Transações Financeiras e de Capital 0,0 0,0% 0,00% 0
1.1.3.5 - Outros Impostos não Recorrentes sobre Propriedade 0,1 0,0% 0,00% 1
1.1.3.6 - Outros Impostos Recorrentes sobre Propriedade (IPVA) 21,3 1,7% 0,56% 116
1.2 - Contribuições Sociais 312,2 24,2% 8,28% 1.701
Total 1.289,0 100,0% 34,19% 7.022
POR CATEGORIA TRIBUTÁRIA (METODOLOGIA IMF/GFS)
IPVA ITR Municípios de origem da base tributária 50% 50%
Como comparado no continente?
Como comparado no continente?
Apesar da carga global superar em muito a dos demais países
latinos, a de impostos tradicionais sobre patrimônios ficam atrás de Chile e Colômbia e igual a da Argentina
Compilado de Andrés Solimano e Juan Pablo Jimenez, CEPAL
Como evoluíram os patrimoniais?
Como evoluíram os patrimoniais?
Principais impostos: irrisórios na superinflação; pós-Real:
IPTU tendência estável, na casa de 0.4% PIB;
IPVA ascendente, até 0.6% PIB (supera IPTU desde 2005) ITR irrisório (melhor carga de 0,026% PIB em 1997)
CARGA TRIBUTÁRIA: GLOBAL E PRINCIPAIS IMPOSTOS PATRIMONIAIS - 1986/2011: EM % DO PIB
Total/Imposto 1986 1987 1988 1989 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 TOTAL 26,190 23,770 22,430 24,130 28,780 25,240 25,010 25,780 29,750 26,932 26,847 27,407 27,671 28,999 31,149 32,329 33,366 32,822 33,694 34,945 34,793 34,462 35,502 34,184 34,190 35,827 PATRIMÔNIO 0,318 0,236 0,208 0,121 0,275 0,535 0,358 0,268 0,395 0,728 0,791 0,884 0,909 0,881 0,939 0,942 0,950 0,933 0,942 0,959 0,978 0,996 0,987 1,072 1,003 1,006 IPTU 0,167 0,131 0,140 0,068 0,180 0,365 0,222 0,148 0,211 0,373 0,398 0,381 0,433 0,430 0,471 0,449 0,468 0,470 0,476 0,463 0,457 0,448 0,426 0,440 0,426 0,414 IPVA 0,140 0,096 0,061 0,049 0,092 0,152 0,132 0,112 0,179 0,339 0,370 0,478 0,455 0,427 0,449 0,478 0,470 0,450 0,454 0,484 0,509 0,537 0,548 0,620 0,564 0,578 ITR 0,011 0,010 0,008 0,004 0,003 0,018 0,005 0,008 0,005 0,016 0,023 0,026 0,021 0,023 0,020 0,015 0,013 0,013 0,012 0,013 0,012 0,012 0,013 0,013 0,013 0,013 1,2% 1,0% 0,9% 0,5% 1,0% 2,1% 1,4% 1,0% 1,3% 2,7% 2,9% 3,2% 3,3% 3,0% 3,0% 2,9% 2,8% 2,8% 2,8% 2,7% 2,8% 2,9% 2,8% 3,1% 2,9% 2,8%
0,0 0,2 0,4 0,6 0,8 1,0 1,2
% do PIB
Impostos Patrimoniais em % do PIB - 1986/2011
IPTU IPVA ITR
Como IPTU perde espaço para ISS?
Como IPTU perde espaço para ISS?
IPTU arrecadava quase o dobro do ISS quando criado atual sistema tributário.
Hoje, mal arrecada a metade daquele imposto. Até o ITBI tem crescido mais:
transmissão rendia um quinto do patrimônio há uma década, hoje já gera quase 40% do IPTU.
IMPOSTOS MUNICIPAIS: % DO PIB
Anos IPTU ISS IPTU/ISS
1970 0,29 0,16 181%
1980 0,25 0,27 93%
1990 0,18 0,43 42%
2000 0,45 0,57 79%
2011 0,41 0,80 52%
2011-1970 0,12 0,64 19%
IPTU em % do ITBI:
em 2000 = 4,7 vezes
em 2011 = 2,7 vezes
ISS xx
Mais fácil de ser cobrado e administrado
Imposto indireto = ônus recai sobre toda a sociedade
Apesar de ser um imposto regressivo, custo político é menor
Concentração da arrecadação em grandes contribuintes facilita o trabalho de
fiscalização, garante bom nível de arrecadação
Base de cálculo é determinada diretamente
= preço do serviço cobrado pelos contribuintes
IPTU
Custos políticos e administrativos
Imposto direto = contribuintes costumam fazer estreita correlação entre o seu
pagamento e os benefícios que podem obter
Princípio da progressividade nem sempre é respeitado
Fundamental ter cadastros imobiliários atualizados e com bom grau de cobertura.
As plantas genéricas de valores devem ser permanentemente corrigidas
Determinação da base de cálculo depende de decisão administrativa = decisão
politizada
Instrumentos administrativos para cobrança do imposto são custosos e requerem bom grau de desenvolvimento dos aparelhos de arrecadação
Por que ISS ao invés de IPTU?
Por que ISS ao invés de IPTU?
IPTU: Cadastro e Planta IPTU: Cadastro e Planta
O Cadastro
Registro das características dos imóveis – tamanho, localização, padrão de construção
Identificação dos contribuintes do imposto
Requisitos para “bons” cadastros = equipe técnica especializada e recursos
tecnológicos sofisticados, p. ex., imagens via satélite para obter informações relativas ao georreferenciamento da zona urbana da cidade
Obstáculos para alcançar edificações localizadas nas áreas marginalizadas da cidade = alta informalidade
Alto índice de edificações irregulares
existentes no país tanto de baixa quanto de alta renda
Baixo grau de cobertura = 50% a 60% dos imóveis do país são cadastrados (Carvalho Jr., 2001)
A Planta
Informa o valor do metro quadrado onde estão inseridos os imóveis da cidade
Instrumento através do qual o fisco determina a base de cálculo do IPTU
Para progressividade fiscal = fundamental que o valor venal dos imóveis seja o mais próximo possível do seu preço de mercado
Fatores dinâmicos afetam o preço de
mercado dos imóveis = imprescindível que a planta seja periodicamente revista
Tendência para avaliações regressivas...
propriedades mais valorizadas com maior defasagem em relação ao seu preço de mercado dos que os imóveis de valor mais baixo
Problema = revisão da planta depende de decisões políticas
Muitos municípios têm cadastro imobiliário.
Muitos municípios têm cadastro imobiliário.
O
O problema é a qualidade... problema é a qualidade...
Percentual de Municípios com Cadastro Imobiliário: 2006
Percentual de Municípios com Cadastro
Imobiliário Informatizado: 2006
Os municípios têm plantas de valores que não Os municípios têm plantas de valores que não refletem os preços de mercado dos imóveis...
refletem os preços de mercado dos imóveis...
Percentual de Municípios com Planta Genérica de Valores: 2006
Percentual de Municípios com Planta de
Valores Informatizada: 2006
Como
Como (pouco) (pouco) se explora IPTU? se explora IPTU?
Cobrado em 99% dos municípios (em 2010) mas...
em 93%, estados arrecadam mais IPVA ...
EM 2010:
IPTU MUNICIPAL VERSUS IPVA ESTADUAL
Comparação NºCidades %Total
IPTU NULO 71 1,4%
IPVA NULO 54 1,0%
IPTU<IPVA 4.861 93,3%
IPTU>IPVA 226 4,3%
TOTAL 5.212 100,0%
IPVA em cada território: por hipótese, duplicada receita municipal com respectiva transferência
Em R$ bilhões, quanto IPTU arrecadaria...
... a mais se IPTU=IPVA quando inferior 7,2
... no País, acrescida equiparação 23,0
Aumento esperado da arrecadação 45,2%
A carga do imposto em % do PIB seria 0,62%
IPTU<IPVA
PR Curitiba -33%
MG Belo Horizonte -22%
AM Manaus -69%
SP Ribeirão Preto -54%
MG Uberlândia -75%
SP Sorocaba -54%
SP Campinas -21%
SP São José dos Campos -47%
MG Contagem -71%
SP Barueri -83%
MT Cuiabá -73%
RS Caxias do Sul -60%
SP Piracicaba -55%
PA Belém -54%
CE Fortaleza -25%
MA São Luís -57%
SP Jundiaí -43%
PI Teresina -70%
SP São Bernardo do Campo -20%
RS Porto Alegre -14%
SP São José do Rio Preto -36%
BA Salvador -18%
SP Santo André -21%
SP Bauru -43%
RN Natal -48%
IPTU>IPVA
SP São Paulo 16%
RJ Rio de Janeiro 64%
SP Guarujá 394%
SP Praia Grande 306%
RJ Niterói 83%
MS Campo Grande 78%
SP Bertioga 811%
SP São Sebastião 390%
SC Florianópolis 31%
SP Santos 20%
SC Balneário Camboriú 112%
SP Ubatuba 369%
SP Itanhaém 231%
SP Caraguatatuba 160%
SP São Vicente 49%
SP Mongaguá 497%
RJ Angra dos Reis 179%
SP Diadema 33%
SP Peruíbe 214%
PR Matinhos 869%
GO Aparecida de Goiânia 53%
SC Itapema 223%
SP Ilha Comprida 2456%
SP Santana de Parnaíba 27%
RJ Volta Redonda 46%
Como
Como (pouco) (pouco) se explora IPTU? se explora IPTU?
... prefeituras também coletam mais ISS em 85% das cidades, e mais ITBI em 37%. Se igualasse ITBI e IPVA nas cidades em que arrecada menos, aumento nacional de 47% (para 0.6% do PIB)
EM 2010:
IMPOSTOS MUNICIPAIS
Comparação NºCidades %Total
ISS versus IPTU
IPTU NULO 67 1,3%
ISS NULO 8 0,2%
IPTU/ISS NULOS 4 0,1%
IPTU>ISS 725 13,9%
IPTU<ISS 4.408 84,6%
TOTAL 5.212 100,0%
ITBI versus IPTU
IPTU NULO 40 0,8%
ITBI NULO 90 1,7%
IPTU/ITBI NULOS 31 0,6%
IPTU>ITBI 3.146 60,4%
IPTU<ITBI 1.905 36,6%
TOTAL 5.212 100,0%
Em R$ bilhões, quanto IPTU arrecadaria...
... a mais se IPTU=IPTBI quando inferior 0,25
... no País, se equiparado IPVA/ITBI 23,2
Aumento esperado da arrecadação 46,7%
A carga do imposto em % do PIB seria 0,63%
ITBI>IPTU
SP Barueri 233%
PB João Pessoa 145%
RN Parnamirim 165%
ES Vila Velha 125%
GO Mineiros 293%
GO Valparaíso de Goiás 166%
MS Água Clara 5260%
GO Morrinhos 447%
MS Ribas do Rio Pardo 1418%
SP Paulínia 154%
GO Quirinópolis 484%
MS Inocência 1208%
BA Barreiras 240%
AL Arapiraca 228%
ES Serra 111%
BA São Desidério 1029%
MG Uberlândia 105%
RN São Gonçalo do Amarante 175%
MG Contagem 105%
ES São Mateus 284%
MT Sorriso 157%
MT Nova Xavantina 488%
BA Prado 540%
MG Ibiá 368%
MG São Romão 20282%
GO Catalão 157%
ITBI=
33% do
IPTU
(média
nacional)
21
Tributação mobiliária esteve fora da agenda da reforma tributária (quando muito, se discutiu alguma mudança no ITR).
Nunca despertou menor interesse nos diferentes projetos do governo federal e debates políticos evitam ao máximo mudanças nas competências municipais:
desconhecido caso de transferência para município da cobrança do ITR
• dupla e paradoxal resistência ao ITR: dos proprietários de terra, nada pagam hoje, aos dos defensores da reforma agrária, esperam cobrar )
projetos recorrentes para reformar o ICMS estadual mas evitaram até discutir ISS em um IVA (difícil fronteira entre mercadoria e serviço)
• hipótese remota em debates técnicos de compensar uma fusão do ISS ao ICMS com transferência do IPVA para competência municipal (possível desinteresse estadual que arca com todo custo de fiscalização, pois repassa 50%; mas
municipalização exigiria nacionalizar/estadualizar alíquotas, isenções e cobrança para evitar guerra fiscal entre localidades próximas)
(Sem)
(Sem) Proposta para tributos Proposta para tributos patrimoniais?
patrimoniais?
22
Projeto do Senado para novo sistema tributário (comissão 2008/2010) foi um caso raro a tratar no tema em meio às mudanças profundas nas competências tributárias e no sistema de transferências:
um objetivo pré-definido de concentrar os impostos sobre propriedade na competência dos Municípios
proposta transferência da União para Municípios do ITR e, também, dos foro/laudêmio (patrimônio federal, como áreas costeiras)
consolidação de imposto único sobre propriedade territorial e predial, com legislação e cobrança integralmente municipal
também proposta transferência do imposto estadual sobre herança e doações para competência municipal
criação de um imposto único sobre transmissão de bens imóveis e doações (lei complementar regularia ativos financeiros e fronteiras)
(Rara)
(Rara) Proposta para tributos Proposta para tributos patrimoniais?
patrimoniais?
23
Mudar aos poucos não é mudar pouco
visão estratégica deveria primeiro a pactuar princípios para mudanças estruturais que organizassem novo sistema tributário e federativo
simular efeitos e, depois, elaborar e apreciar alterações de projetos legislativos seriam os passos seguintes
mudanças sempre passarão por atos diferentes em momentos distintos mas que deveriam seguir um fio condutor para guardarem consistência entre si
Melhores condições para reformar
transparência fiscal ampliaram e facilitaram o acesso às estatísticas, mais detalhadas, especialmente sobre finanças estaduais e municipais
para equalizar situação das finanças locais é possível complementar ou até mesmo substituir parâmetros correlatos (por ex., renda, população, índices de desenvolvimento…) por fiscais (por ex., arrecadação própria, gasto setorial…)
(Boa)
(Boa) Oportunidade para reforma? Oportunidade para reforma?
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José Roberto Afonso é economista do BNDES, a serviço do Senado da República (assessor técnico).
Opiniões de exclusiva responsabilidade do palestrante.
Kleber Castro, Marcia Monteiro e Eliza Gurgel deram apoio para a elaboração desta análise.
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Municipalização (longo prazo) Municipalização (longo prazo)
Divisão federativa: estados perdem espaço
EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA CARGA TRIBUTÁRIA GLOBAL E SUA DIVISÃO FEDERATIVA: % DO PIB CARGA
ANO TOTAL UNIÃO ESTADOS MUNICÍPIOS UNIÃO ESTADOS MUNICÍPIOS
1960 17,41 11,14 5,45 0,82 10,37 5,94 1,11
1988 22,43 16,08 5,74 0,61 13,48 5,97 2,98
2000 31,15 20,77 8,61 1,77 17,38 8,19 5,58
2011 35,86 24,60 9,14 2,12 20,46 8,81 6,59
2011-1960 18,45 13,45 3,69 1,30 10,09 2,87 5,48
100% 73% 20% 7% 55% 16% 30%
2011-1988 13,43 8,52 3,40 1,51 6,98 2,84 3,61
100% 63% 25% 11% 52% 21% 27%
2011-2000 4,71 3,82 0,53 0,36 3,08 0,62 1,01
100% 81% 11% 8% 65% 13% 21%
Carga Tributária: conceito abrangente . Arrecadação: direta. Receita disponível: computa repartições constitucionais.
ARRECADAÇÃO RECEITA DISPONÍVEL
EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA CARGA GLOBAL, ICMS E IPI: % DO PIB
TOTAL ICM/ICMS IPI ICMS+IPI ICMS+IPI/TOT ICMS/TOT IPI/TOT
1968 23,29% 7,28% 4,41% 11,69% 50% 31% 19% > Novo sistema: ICMS+IPI arrecadam metade da carga nacional 1969 24,87% 7,32% 4,46% 11,78% 47% 29% 18% > ICM: alíquota uniforme e cobrado na origem; IPI: recorde histórico 1980 24,52% 4,87% 2,19% 7,06% 29% 20% 9% > ICM: carga mais baixa, incentivos federais, recessão
1988 22,43% 5,34% 2,17% 7,50% 33% 24% 10% > Reforma Constitucional; ICMS+IPI: um terço da carga nacional
1990 28,78% 7,24% 2,40% 9,63% 33% 25% 8% > ICMS: ampliação base - rápido salto
1993 25,78% 6,04% 2,44% 8,49% 33% 23% 9% > FPE/FPM: vigência alíquotas definitivas; IPI: melhor ano pós-constituinte 1994 29,75% 7,33% 2,22% 9,55% 32% 25% 7% > ICMS: maior carga histórica ( guerra fiscal tênue); único a superar 1968 2001 32,33% 7,08% 1,45% 8,52% 26% 22% 4% > ICMS (2001 e 2011): 2ª melhor carga pós-constituinte
2009 34,18% 6,96% 0,85% 7,81% 23% 20% 2% > recessão econômica; IPI: pior carga histórica e nunca pesou tão pouco 2011 35,86% 7,08% 1,00% 8,08% 23% 20% 3% > ICMS: iguala 2001, mas ICMS+IPI tem mais baixo peso relativo histórico
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Carga
Carga tributária tributária 2011: 2011: arrecadação arrecadação
Arrecadação Direta por Esfera de Governo: 2011
R$ Bilhões
(A) % PIB (B) % Total (C)
Per capita (R$)
PIB 4134,6
POPULAÇÃO 192.379.287
TOTAL 1482,6 35,86 100,0 7.707
UNIÃO 1016,9 24,60 68,6 5.286
IR 231,3 5,59 15,6 1.202
IPI 41,1 1,00 2,8 214
IOF 31,9 0,77 2,1 166
Imp. Sobre Comércio Exterior 26,6 0,64 1,8 138
ITR 0,5 0,01 0,0 3
Taxas 7,1 0,17 0,5 37
Previdência (1) 242,2 5,86 16,3 1.259
Cofins 158,2 3,83 10,7 822
CPMF 0,0 0,00 0,0 0
CSLL 57,0 1,38 3,8 296
PIS-PASEP 41,2 1,00 2,8 214
Contrib. Seg. Serv. Público (2) 12,3 0,30 0,8 64 Outras contribuições sociais (3) 10,1 0,24 0,7 52
FGTS 72,3 1,75 4,9 376
Contribuições Econômicas (4) 45,3 1,09 3,1 235
Salário Educação 13,1 0,32 0,9 68
Sistema S (4) 11,6 0,28 0,8 60
Multas e Dívida Ativa 15,2 0,37 1,0 79
Esfera de Governo
R$ Bilhões
(A) % PIB (B) % Total (C)
Per capita (R$)
PIB 4134,6
POPULAÇÃO 192.379.287
TOTAL 1482,6 35,86 100,0 7.707
ESTADOS 378,0 9,14 25,5 1.965
ICMS 292,9 7,08 19,8 1.523
IPVA 24,1 0,58 1,6 125
ITCD 2,7 0,06 0,2 14
IRRF 17,4 0,42 1,2 91
TAXAS 11,4 0,28 0,8 59
Previ. Estadual 19,2 0,47 1,3 100
Contrib.Melhoria/Eco. 0,8 0,02 0,1 4
Multas e dívida ativa 9,4 0,23 0,6 49
MUNICÍPIOS 87,8 2,12 5,9 456
ISS 35,0 0,85 2,4 182
IPTU 17,6 0,42 1,2 91
ITBI 6,5 0,16 0,4 34
IRRF 6,0 0,14 0,4 31
TAXAS 4,7 0,11 0,3 24
Previd. Municipal 6,3 0,15 0,4 33
Contrib.Melhoria/Eco. 3,4 0,08 0,2 18
Multas e dívida ativa 8,3 0,20 0,6 43
Fo nt e: Elab o ração Pró p ria (B alanço Oficial d a União , STN; B alanço d o s Est ad o s , STN; Finb ra, STN; SR F) (1) Dad o s ext raí d o s d a Execução Orçament ária d a União . Inclui SIM PLES/ Previd ência
(2 ) Inclui " C o t a-Part e d o Serv. No Fund o d e Saúd e M ilit ar", clas sificad a co mo " Out ras R eceit as" no Balanço d a STN.
(3 ) Inclui " R eceit a Part . Seg uro -Dp vat -Sis t . Nac. d e Trâns it o " , clas s ifacad a co mo " Out ras Receitas " no B alanço d a STN.
(4 ) Inclui " Util.R ecurs o Hid rico s -Trat . It aip u" , class ificad a co mo "Out ras R eceit as " no B alanço d a STN
Esfera de Governo
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Carga
Carga tributária tributária 2011: 2011: disponível disponível
Receita Tributária Disponível por Esfera de Governo: 2011
R$ Bilhões % PIB % Total Per capita (R$)
PIB 4.134,6
POPULAÇÃO 192.379.287
RECEITA DISPONÍVEL 1.482,6 35,86 100,0 7.707
UNIÃO 846,0 20,46 57,1 4.398
ESTADOS 364,2 8,81 24,6 1.893
MUNICÍPIOS 272,5 6,59 18,4 1.416
Transferências Constitucionais
União para Estados 88,8 2,15 6,0 462
FPE 48,1 1,16 3,2 250
FPEx 3,5 0,09 0,2 18
IOF OURO 0,0 0,00 0,0 0
SEGURO REC. ICMS 1,2 0,03 0,1 6
FUNDEB 14,5 0,35 1,0 75
SAL.EDUCAÇÃO 8,7 0,21 0,6 45
FEX 1/ 1,5 0,04 0,1 8
CIDE 1,6 0,04 0,1 8
ROYALTIES E PARTICIPAÇÕES 9,7 0,24 0,7 51
Receita Disponível
R$ Bilhões % PIB % Total Per capita (R$)
União para Municípios 82,1 1,99 5,5 427
FPM 53,1 1,28 3,6 276
ITR 0,4 0,01 0,0 2
IOF OURO 0,0 0,00 0,0 0
SEGURO REC. ICMS 0,4 0,01 0,0 2
FUNDEB 20,8 0,50 1,4 108
FEX 1/ 0,5 0,01 0,0 3
CIDE 0,5 0,01 0,0 3
ROYALTIES E PARTICIPAÇÕES 6,5 0,16 0,4 34
Estados para Municípios 102,6 2,48 6,9 533
ICMS 57,4 1,39 3,9 298
IPVA 12,1 0,29 0,8 63
FPEX 0,9 0,02 0,1 5
FUNDEB 32,2 0,78 2,2 168
Fonte: Elaboração Propria (STN, ANP e ANEEL)
1/ Fundo destinado ao fomento das exportações (até 2004, era considerado como parcela da Lei Kandir) Receita Disponível
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Carga
Carga tributária tributária 2011: 2011: tributos tributos/bases /bases
Arrecadação Tributária por Principais Impostos e Contribuições: 2011
R$ Bilhões % PIB % Total
Per capita (R$)
PIB 4.134,6
POPULAÇÃO 192.379.287
TOTAL 1482,6 35,86 100,0 7.707
ICMS 292,9 7,08 19,8 1.523
Previdência Social Ampliada (1) 266,9 6,46 18,0 1.388 Imposto de Renda (Global) 254,7 6,16 17,2 1.324
Cofins 158,2 3,83 10,7 822
FGTS 72,3 1,75 4,9 376
IPI 41,1 1,00 2,8 214
Contrib. Lucro 57,0 1,38 3,8 296
Pis/Pasep 41,2 1,00 2,8 214
ISS 35,0 0,85 2,4 182
Imp. Importação 26,6 0,64 1,8 138
IPVA 24,1 0,58 1,6 125
IPTU 17,6 0,42 1,2 91
IOF 31,9 0,77 2,1 166
ITBI 6,5 0,16 0,4 34
ITCD 2,7 0,06 0,2 14
ITR 0,5 0,01 0,0 3
CPMF 0,0 0,00 0,0 0
Demais tributos 153,5 3,71 10,4 798
Fo nt e: Elab o ração Pró p ria (B alanço Oficial d a União , STN; B alanço d o s Es tad o s , STN; Finb ra, STN; SR F) (1) Inclui Sis tema "S" e Salário Ed ucação
Principais Tributos
2011
Arrecadação por Bases de Incidência: 2011
R$ Bilhões % PIB % Total Per capita (R$)
PIB 4.134,6
POPULAÇÃO 192.379.287
TOTAL 1.482,6 35,86 100,0 7.707
BENS E SERVIÇOS 617,8 14,94 41,7 3.211
SALÁRIOS E MÃO-DE-OBRA 379,8 9,18 25,6 1.974
RENDA, LUCROS E GANHOS 315,1 7,62 21,3 1.638
PATRIMONIAIS 51,4 1,24 3,5 267
COMÉRCIO EXTERIOR 26,6 0,64 1,8 138
TAXAS 23,3 0,56 1,6 121
TRANSAÇÕES FINANCEIRAS 31,9 0,77 2,1 166
DEMAIS 36,8 0,89 2,5 191
F o nte : Ela bo ra ç ã o P ró pria (B a la nç o Ofic ia l da Uniã o , S TN; B a la nç o do s Es ta do s , S TN; F inbra , S T N; S R F ) Tributo s c o m puta do s po r c a te go ria :
- B e ns e s e rviç o s : IP I e IC M S (Va lo r Adic io na do ); C OF INS , P IS -P AS EP , C o ntrib.Ec o nô m ic a s (inc lus ive C IDE), IS S (C um ula tivo s ), Co ntribuiç ã o pa ra P IN, S e lo Es pe c ia l de C o ntro le , Lo ja s F ra nc a s e R o ya ltie s
- S a lá rio s : C o ntrib. P re vidê nc ia S o c ia l (INS S ), S is te ma S e S a lá rio -Educ a ç ã o ; F GTS ; Co ntribuiç ã o S e rvido re s (3 e s fe ra s ), C o ntr.R e l a De s pe d. de Empre g. S / J us ta C a us a , Co ntr. s o bre R e m une ra c a o De vida a o Tra ba lh.
- R e nda = IR , CS LL, IR R e tido na F o nte po r Es ta do s e M unic ípio s , C o ntribuiç õ e s de Lo te ria F e de ra l, C o ntribuiç õ e s de B ingo e C o ntribuiç õ e s de M e lho ria - P a trim o nia is = ITR ; IP VA e ITC D; IP TU e ITB I.
- C o m é rc io Exte rio r = im po s to s s o bre e xpo rta ç ã o e im po rta ç ã o .
- Ta xa s = 3 e s fe ra s de go ve rno (inc lui c o ntribuiç ã o munic ipa l de ilumina ç ã o públic a ) - Tra ns a ç õ e s F ina nc e ira s = IOF e C P M F .
- De m a is Tributo s = o utro s tributo s , inc luindo re c e ita da dívida a tiva , m ulta s e juro s
Base de Incidência
2011