A Escola Sabatina e o Discipulado
O valor estratégico da Escola Sabatina para formação espiritual e missional da Igreja Adventista do Sétimo Dia, se aproxima ao que o discipulado foi para a Igreja Cristã Primitiva, sua atividade mais importante. Isso pode ser constatado se comparar a natureza e a estruturação da obra desta escola bíblica com a natureza estrutural do modelo discipulador desenhado por Cristo, e como esse foi praticado pela Igreja cristã apostólica. Neste artigo propõe-se fazer uma breve análise do registro bíblico acerca do conceito do discipulado cristão e de seu processo de formação, em comparação com a estrutura de ensino e dos objetivos da Escola Sabatina, no contexto do potencial de sua obra de formação espiritual e missional dos membros da Igreja.
O discipualdo bíblico
O tema do discipulado embora seja mais recorrente no Novo Testamento, não é estranho ao texto do Antigo Testamento. Em sua narrativa há vários exemplos práticos que comprovam o valor de sua efetividade em ação, por exemplo: Êxodo 33:11 fala de Moisés, que ouvia as Palavras de Deus e discipulava a Josué, quem estava todo o tempo com ele (Êx 24:13; 17:9).
No período do ministério do profeta Samuel, um processo discipulador é constatado nas chamadas ‘escolas dos profetas’ (ver 1Sm 10:5-10; 19:20-24). Sobre elas, ao escrever sobre o seu currículo, Ellen White pondera que a Palavra de Deus, e a relação pessoal de comunhão com Ele, formavam toda a base do ensino, uma prática que contém características essencialmente discipuladoras.1 O registro do ministério profético de Elias e Eliseu em (1Rs 19:19-21), é mais um, entre outros tantos exemplos que constatam a prática do discipulado no Antigo Testamento.
No Novo Testamento o tema do discipulado envolve o contato regular com a Palavra de Deus e a relação pessoal com Ele. Seu valor para o Reino de Cristo na Terra é compreendido como um elemento tão vital que “o cristianismo sem o Cristo vivo é inevitavelmente o cristianismo sem discipulado, e o cristianismo sem discipulado é sempre o cristianismo sem Cristo”,2 e o fazer discípulos não pode ser considerado simplesmente uma das atividades da igreja, mas “a razão de sua existência”.3
Quanto ao significado de discípulo, o Antigo Testamento emprega duas palavras para defini-lo. A primeira, é o termo “talmîd” cujo significado é estudante, discípulo. A segunda, é o substantivo “limmûd” que significa discípulo, ou aquele que é ensinado. A palavra “talmîd” é empregada apenas uma vez no Antigo Testamento, em 1Cr 25:8, em referência ao serviço litúrgico israelita, ao passo que o termo “limmûd” é referido em dois lugares, Is 8:16 e 50:4.4 O maior destaque destes textos, é que os mesmos vinculam o discipulado ao contato direto com a Palavra de Deus e Seu serviço.
No Novo Testamento são utilizadas três palavras que são de grande importância para ajudar a definir o que é ser um discípulo de Cristo. A primeira é “akoloutheo”
(seguir), que indica a ação de alguém seguir outra pessoa. A segunda palavra é
“mathethes” que significa (aluno ou aprendiz), e a terceira é “mimeomai” (imitar), enfatiza um tipo de relação modelada em outra pessoa.5 Neste estudo se elege explorar mais o sentido da expressão “mathethes” por sua predominância e por seu significado para o discipulado cristão, conforme a descrição neotestamentária.
Em regra, os textos que falam da prática do discipulado no Novo Testamento estão espalhados por todos os evangelhos e em Atos dos Apóstolos, mas, em geral, o termo discípulo “mathethes”, nem sempre se refere de maneira específica aos doze,
“a palavra discípulo aparece ao redor de 260 vezes nos evangelhos e no Livro de
Atos, e é empregada de várias maneiras, numa proporção superior a 90% dirigida a outras pessoas fora do círculo dos doze”.6
Na análise da utilização do termo “mathethes”, há provas bíblica de que este também foi usado em contextos diferentes para referir-se ao discipulado e designar
discípulos que não eram os de Jesus, por exemplo: referências de “mathethes” são feitas aos discípulos de João Batista (Jo 1:35), aos discípulos dos fariseus (Mt 22:15, 16; Mc 2:18). Os judeus disseram que eram discípulos de Moisés (Jo 9:28), uma demonstração de que o termo “mathethes” era comum e amplamente empregado nos dias de Cristo, e constitui um fato revelador de que havia pessoas religiosas chamadas de discípulos, porém não eram discípulos de Cristo.
Quanto ao significado, o termo “mathethes” designava simplesmente adesão que se fazia a um líder.7 Por essa razão, a fim de obter uma compreensão clara do processo empregado para a formação do discipulado cristão, é crucial avaliar a forma de fazer discípulos que foi desenvolvida no ministério de Jesus, e como a mesma foi praticada na Igreja apostólica, afinal, a ordem do Mestre é para a Igreja fazer discípulos dele. Isso implica que no discipulado cristão não há margem para aprender, seguir ou imitar uma outra pessoa qualquer, que não seja Cristo, (Mt 16:24; 28:18-20; Mc 14:14; Lc 14:25-33; Jo 8:31; 13:35; 15:8).
O discipualdo cristão e seu processo de formação
Há provas históricas que atestam a presença de práticas discipuladoras na cultura de muitas civilizações pré-cristãs,8 e também há evidências de que o processo do
discipulado cristão tinha semelhanças com outros modelos discipuladores que existiam nos tempos do Novo Testamento,9 porém, o método discipulador de Cristo possui aspectos bem distintos de qualquer outro modelo de formação de discípulos, por exemplo: no método de Cristo, não é o aluno quem escolhe o mestre, o Mestre é quem escolhe o aluno (Mc 3:13; Jo 15:16). O candidato é chamado para um discipulado radical (Lc 14:33). O discipulado de Cristo envolve custos elevadíssimos (Mt 16:24, 25), implica dar a Ele as mais altas prioridades da vida (Lc 14;26, 27),10 e também, diferente de outros métodos discipuladores, o discipulado de Cristo é vitalício (Jo 15:5- 8, 9).
Considerando a descrição do discipulado e a forma como este foi praticado na escola de Cristo, há evidências de um padrão discipulador11 no qual é perceptível a existência de dois tipos de práticas inerentes ao processo de formação de discípulos cristãos, as denominamos de valores essenciais e complementares. Os valores essenciais estão relacionados com o SER, e são derivados da comunhão com Deus através do contato regular e sistemático com a Sua Palavra, ao passo que os valores complementares estão relacionados com o FAZER, envolve a prática de vida em comunidades ou pequenos grupos relacionais, supervisão de liderança, pastoreio, envolvimento efetivo com a missão, e etc. Estes valores operam de forma coesa e concomitante, porém o fazer aparece sempre subordinado ao ser.12
A prática do discipulado no Novo Testamento
A prática do discipulado cristão está amplamente documentada nos evangelhos e livro de Atos, contudo, o processo de sua formação parece ainda ser pouco
compreendido, fazendo-se necessário buscar entendê-lo a partir de sua descrição bíblica, que é o que se propõe fazer em seguida de forma sintetizada.
No evangelho de Mateus o discipulado é apresentado principalmente nas definições de dois termos, “akoulotheo” e “mathethes”, que respectivamente significa
‘seguir’ e ‘aprender’. Neste evangelho, como parte do processo de seu
desenvolvimento, o discípulo é chamado para seguir a Cristo e envolver-se num contínuo aprendizado da Palavra de Deus e crescimento na fé, com o propósito de refletir semelhança com o caráter do Mestre (Mt 4:22; 8:22, 23; 10:38; 16:24, 25; 19:21;
5:3-12, 13-16, 28:18-20; etc.,).
Nos registros feitos por Marcos, a formação e desenvolvimento do discipulado enfatiza as práticas essenciais e as complementares: o chamado para desenvolver uma relação íntima com Jesus por meio do aprendizado contínuo de Sua Palavra, marca o ponto de partida para formar um discípulo. Estar com Cristo e sair para cumprir a missão dele, constitui a essência do discipulado no segundo evangelho (Mc 3:13-19).
No evangelho de Lucas, a descrição do discipulado mantém a mesma linha, com uma peculiaridade, a inclusão de pessoas que não eram parte integrante do povo eleito,13 uma evidência de que o chamado ao discipulado é universal. Em harmonia com os demais sinóticos, o terceiro evangelho destaca a prática discipuladora como resultado de conexão sistemática e regular com a Palavra de Deus. Em Lucas, escutar e obedecer a Palavra, é a maior prova do verdadeiro discipulado (Lc 6:46-47, 49; 8:4-15, 18, 21;
14:26, 27).
Na narrativa do quarto evangelho, no que diz respeito ao processo de descrição do discipulado, há alinhamento com os mesmos princípios apresentados nos sinóticos.
Em João, a ênfase mais forte relacionada à formação de discípulos de Jesus destaca o ato de “permanecer na Palavra” de Deus como ingrediente essencial para alcançar sua efetividade (Jo 5:24; 8:31; 14:23; 15:7, 8; etc). Além disso, a visão joanina aponta a prática de vida em comunidades relacionais como elemento complementar na formação de discípulos que refletem ao mundo o caráter de Seu Mestre (Jo 13:34, 35; 17:9-11).
No livro de Atos, a formação do discipulado segue o mesmo padrão descrito nos evangelhos. O ensino regular e sistemático da Palavra de Deus era basilar na vida da Igreja apostólica, constava como item principal de sua agenda (At 2:42-47).14 Além disso, derivado do registro de suas práticas ministeriais, está claramente demonstrado que a vida em pequenas comunidades relacionais é importante no processo discipulador, por ser parte dos valores complementares, todavia, a nota tônica na descrição do
discipulado em Atos, destaca o que é essencial para a sua formação, o contato
intencional, sistemático e regular com a Palavra de Deus e seus ensinos,15 seguido de obediência prática (At 2:42; 3:11-26; 4:8-13; 5:29-32; 12:24; 15:28-35; 18:26; ...).
A Escola Sabatina, uma estrutura discipuladora
A Escola Sabatina reflete a mesma visão bíblica de proporcionar ensino religioso contínuo para fortalecer e manter viva a fé das pessoas. Essa prática de natureza discipuladora acompanhou o povo de Deus desde os dias dos patriarcas (Dt 6:6-9; 31:9-13;16 1Sm 10:5-10; 2Rs 6:1-3), teve continuação no período pós exílico e nos tempos do NT,17 e foi preservada em vários movimentos religiosos posteriores a era apostólica.18
Em continuidade ao modelo de educação religiosa fundamentado no princípio de transmissão da Palavra de Deus, semelhante àquele instituído no período
patriarcal (Dt 6:6-9; 31:9-13),19 no surgimento do movimento adventista, alguns dos pioneiros tiveram preocupação com a criação e aprimoramento de um instrumento que proporcionasse instrução e educação religiosa aos membros da igreja na
“verdade presente”,20 e foi exatamente para este propósito que a Escola Sabatina veio a existência no movimento adventista.21
Ainda hoje, na visão da Igreja, a Escola Sabatina continua sendo um de seus mais importantes serviços. Oficialmente os adventistas compreendem a relevância de suas atividades da seguinte forma: “A Escola Sabatina, um de nossos mais
importantes serviços, é a igreja dedicada ao estudo. Cada sábado nossos membros e milhares de amigos interessados se reúnem na Escola Sabatina para estudar
sistematicamente a Palavra de Deus. [...]”.22
É interessante destacar que a relevância da Escola Sabatina para a vida e missão da Igreja foi reconhecida pela sua liderança desde o início do desenvolvimento de sua história. Flora Plummer, quem exerceu uma das lideranças mais influentes e duradoura deste departamento da Igreja, confirma esse fato ao registrar a declaração que se tornou uma de suas marcas mais expressivas, e que melhor traduz o seu valor estratégico para a causa do advento: “o que o coração é para o corpo a Escola Sabatina o é para a
Igreja”.23
De acordo com Ellen G. White, a Escola Sabatina “é importante”, por ser “um instrumento de Deus para a educação de nossos jovens nas verdades da Bíblia”.24 Em sua visão, esta escola proporciona tanto aos jovens como aos adultos não somente o conhecimento da Palavra de Deus, mas também “desperta neles o amor por suas sagradas verdades, e o desejo de estuda-la por si mesmos; ensina-os, sobretudo, a regular sua vida por seus santos ensinos”.25 Somado a isto, Ellen G. White destaca que
“a Escola Sabatina, devidamente dirigida, é um dos melhores instrumentos, e o mais eficaz, para levar as almas a Cristo”.26
A natureza discipuladora da Escola Sabatina é evidente, e se compará-la com o modelo bíblico de discipulado, não exigirá muito esforço reconhecê-la como uma escola de formação de discípulos. O erudito adventista, Denis Fortin, destaca que em sua estruturação há uma nítida vocação dessa natureza. Sua compreensão a esse respeito é sintetizada na seguinte afirmação: “o programa da Escola Sabatina é sem dúvidas, o mecanismo predominante do discipulado e de educação religiosa da Igreja Adventista”.27
A Escola Sabatina e a prática do discipulado
Desde o seu início em 1852, a Escola Sabatina foi percebida como estrutura discipuladora. Tiago White, o seu percursor no adventismo, ao enfatizar a
necessidade da formação religiosa dos mais jovens, fez menção a elementos que possuem conotação de formação de discípulos na obra desta escola, tais como
“treinamento” e “instrução”.28
Ao avaliar a função discipuladora da Escola Sabatina no contexto histórico de seu desenvolvimento estrutural, percebe-se que ela passou por algumas etapas de aperfeiçoamento que a tornou solidamente fundamentada numa estrutura de ensino cuidadosamente construída sobre um forte embasamento bíblico, com a finalidade de estimular a investigação diária da Palavra de Deus através do estudo das Lições da Escola Sabatina. Importante frisar que elas cobrem toda a Bíblia dentro de um período de tempo predeterminado,29 e são preparadas para prover alimento espiritual diário para todas as faixas etárias dos membros da Igreja.30 Estas lições, além de serem preparadas por pessoas altamente capacitadas,31 são revisadas por uma equipe de pessoas capazes para assegurar consistência teológica e pureza doutrinária, que em muito contribui com a preservação da identidade adventista e com a unidade da Igreja.
Na obra discipuladora desta escola também merece destaque a sua estrutura de classes. Estas possuem todas as condições para funcionarem como pequenas
comunidades ou pequenos grupos relacionais, num reflexo do modelo estrutural bíblico para a formação de discípulos, com espaço para a prática dos valores essenciais e complementares, proporcionando o cenário ideal para o pastoreio personalizado dos seus membros, para o ensino aplicado, sistemático e contínuo da Palavra, além da grande contribuição para a confraternização e o fortalecimento das relações sociais e
fraternais da Igreja. Sabe-se que na estrutura da Igreja Adventista do Sétimo Dia, nenhum outro departamento possui tal envergadura.32
Em seu papel discipulador a Escola Sabatina possui outros elementos vantajosos que merecem ser destacados: a sua rede de liderança supervisora, sua promoção no envolvimento missionário local, seu aporte à missão mundial,33 somado ao método de registros das atividades semanais, que possibilita fazer um acompanhamento
individualizado do crescimento espiritual e missional de todos os membros da igreja.
Além disso, suas atividades coletivas incluindo a revisão e aplicação do estudo diário e temático da Palavra, são realizadas em horário nobre, aos sábados pela manhã, sem a concorrência de programas paralelos e sem as pressões comuns do cotidiano. Isso tudo justifica o reconhecimento de a Escola Sabatina exercer influência sobre a denominação inteira,34 e de ser a instituição educacional universal da Igreja Adventista do Sétimo Dia.35
Conclusão
Declaração oficial da Igreja sobre o discipulado define a sua formação e desenvolvimento da seguinte forma: “o propósito da igreja como o corpo de Cristo é intencionalmente discipular os membros, de modo que eles permaneçam em um relacionamento ativo e frutífero com Cristo e Sua Igreja. O discipulado é baseado em um relacionamento contínuo e duradouro com Jesus. O cristão se compromete a
‘“permanecer em Cristo’” (Jo 15: 8), ser treinado para o discipulado frutífero,
compartilhando Jesus com os outros, e levar outros membros a serem fiéis discípulos”36 [ênfase acrescentada].
Nesta declaração oficial da Igreja sobre o discipulado, é possível perceber a presença dos valores essenciais e complementares do processo discipulador bíblico, os mesmos também estão presentes no conjunto de práticas da Escola Sabatina, um indicativo da existência de afinidades desta compreensão oficial do discipulado com a obra desta escola, que em muitos aspectos possui convergências com o modelo
discipulador bíblico.
Considerando ainda o desenvolvimento dos quatro objetivos gerais da Escola Sabatina, que são “o estudo da Bíblia, a confraternização, o testemunho e ênfase na missão mundial37, e se compará-los com a descrição do discipulado bíblico nos escritos de Ellen G. White, fica solidamente comprovada a existência de elementos de formação de discípulos no conjunto da obra da Escola Sabatina. A análise comparativa destaca a existência de consistentes conexões entre os objetivos desta escola e o modelo estratégico de evangelização delineado por Jesus, e como esse foi praticado na igreja apostólica (Mt 28:19, 20; Jo 8:31; 14:34, 35; 15:7, 8; Atos 2:42, etc.)38.
Em suma: com base na sua fundamentação bíblica, teológica, histórica e nos escritos de Ellen G. White, pode-se afirmar com segurança: existe base para sustentar que a Escola Sabatina é a estrutura com o maior potencial de formação religiosa da Igreja Adventista do Sétimo Dia, e a sua obra é a que mais se aproxima da descrição bíblica do modelo padrão de fazer discípulos de Cristo.
Eronildes Oliveira Chagas – Secretário executivo na Associação Norte Paranaense.
É aluno concluinte do programa de ThD em Missiologia na Universidad Peruana Unión - Sede Lima.
1Ellen G. White, Education (Mountain View, CA: Pacific Press Publishing Association, 1903), 47.
2Dietrich Bonhoeffer, The Cost of Discipleship (New York: A Thouchstone Book, 1995), 59.
3Alejandro Bullón, El discipulado en todos los creyentes (Lima: Universidad Peruana Unión Fondo Editorial, 2017), 19.
4R. Laird Harris y Gleason L. Archer Jr, Bruce K. Waltke, Dicionário internacional de teologia do antigo testamento, 1ra ed. (São Paulo: Edições Vida Nova, 1998), 790-91.
5Lothar Coenen y Colin Brown, Dicionário internacional de teologia do Novo Testamento, 2ª ed. (São Paulo: Edições Vida Nova, 2000), 578-579.
6George Arthur Buttrick, ed., The Interpreter’s Dictionary of the Bible (Nashville NY: Abingdon Press, 1962), 845.
7Ibíd.
8Sylvia Wilkey Collinson, Making disciples: The Significance of Jesus’ Educational Methods for Today Church (Carlise, Cumbria U.K.: Parternoster Press, 2004), 11-23.
9Un Bae Kim, “A Discipleship Strategy for the Seventh-day Adventist Church in Korean” (Tese Doutorado, Andrews University, 1993), 52.
10 Eric Scott, “A Strategy for Motivating and Equipping Volunteers for Evangelismo in the Fresno Northwest Seventh-day Adventist Church” (Tese Doutorado, Andrews University, 2002), 121.
11Collinson, 29-95.
12Denis Fortin, “Oneness in Christ”, Adult Teachers Sabbath Scholl Bible Study Guide, october–december 2018 (Nampa, ID: Pacific Press Publishing Association, 2018), 141. Fortin evidencia a combinação dos valores essenciais e complementários no centro das atividades da igreja apostólica.
13Darrel L. Bock, Baker Exegetical Commentary on the New Testament (Grand Rapids, MI: Baker Books, 1994), 35.
14Fortin, “Oneness in Christ”: 57, 60.
15Ibíd., 141; Wilson Paroschi, “The Book of Acts”: Adult Teachers Sabbath Scholl Bible Study Guide, July–
September 2018, (Nampa, ID: Pacific Press Publishing Association, 2018), 32.
16Duane L. Christensen, Deuteronomy 1-11, Word Biblical Commentary, eds., David A. Hubbard e Glenn W. Barker (Nashville: Thomas Nelson Publishers, 2001), 6A:137-46.
17Robert Gundry, Panorama do Novo Testamento, 4ª ed., (São Paulo: Edições Vida Nova, 1987), 43-46.
18C. B. Eavey, History of Christian Education (Chicago: Moody Press, 1964), 75-120.
19Flora Plummer, From Acorn to Oak: a History of the Seventh-day Sabbath School Work (Washington, D.
C.: Review and Herald Publishing Association, 1922), 5.
20R. W. Schwarz, Light Bearers to the Remnant (Mountain View, CA: Pacific Press Publishing Association, 1979), 121.
21Arthur Spalding, Origin and History of Seventh-Day Adventists, Vol 2 (Washington, D. C.: Review and Herald Publishing Association, 1962), 61-64.
22Igreja Adventista do Sétimo Dia, Manual da Igreja (Tatuí, São Paulo: Casa Publicadora Brasileira, 2015), 124.
23Plummer, The Soul Winning Sabbath School (Washington, D. C.: Review and Herald Publishing Association, 1928), 28.
24Ellen G. White, Sabbath School Worker (April 1, 1889, par. 1.) https://egwwri tings.org/?ref=en_SpTEd.105¶=103.450.
25Ellen G. White, Testimonies on Sabbath-School Work (Mountain View, CA: Pacific Press Publishing Association, 1900), 109.
25Ibíd.
26Ibíd.
27Denis Fortin, “Adventist Concepts of Discipleship and Nonconformity” (Faculty Publications: Paper 77, 2014), 94. http://digitalcommons.andrews.edu/theology-christian-philosophy-pubs/77.
28James White, “An Adress” The Youth’s Instructor (1 de agosto de 1852), 1, 2.
adventistarchivs.org/periodicals /YI/YI18520801-V01-01.pdf.
29General Conference of Seventh-day Adventists, “Sabbath School Reritage” https://www.sabbathschool- personal ministries.org/page-34.
30Manual da Igreja Adventista do Sétimo Dia, 22ª ed., 99.
31General Conference of Seventh-day Adventists, “Preparation of the Bible Study Guides” em https://absg.adventist.org/preparation-of-the-bible-study-guides.
32S. Lela Hoover, “Sabbath-School Department” General Conference Bulletin (GCB) no. 12 (26 de maio de 1909), 171.
33 Manual da Igreja, 22ª ed., 99-103.
34G. B. Thompson, “Report of Sabbath School Department” GCSB no. 01 (20 de mayo, 1913), 73.
35M. E. Olsen, “Sabbath School Department” GCB no. 01 (20 de maio de 1913), 88. Ver também: G. B.
Thompson, “Report of Sabbath School Department” GCB n. 01 (20 de maio de 1913), 73.
36 Manual da Igreja, 133.
37Ibíd, 99.
38Eronildes O. Chagas, “El Rol de la Escuela Sabática y su Relación con el Discipulado Bíblico Cristiano Desde la Perspectiva de Ellen G. White”, (Tese de Mestrado, Universidad Peruana Unión, 2019), 119-142.