Palestra proferida no
V Sem inário Internacional d e Técnicas Mu nicip ais
ju lho d e 2010/ El Salvad or – Central América
TURISMO RURAL N O SUL D O BRASIL
Profa. Dra. Dora Maria Orth Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC Curso de Graduação d e Arqu itetu ra e Urbanism o Pós-graduação em Engenharia Civil - PPGEC
Grupo de Pesquisa Gestão do Espaço - GrupoGE
Sed e: Florianóp olis, Santa Catarina, Brasil.
Existe d esd e 1960
39 Cu rsos d e Grad u ação 38.000 alu nos
26 cu rsos d e Dou torad o e 104 cu rsos d e Mestrad o e 88 Esp ecializações.
MTur – Ministério do Turismo Governo do Brasil
“La creación del Ministerio de Turismo, en enero del 2003, representa un hito de este gobierno
ya que consideró al sector como una de las
diez prioridades de su gestión, con el propósito de enfrentar, en el área del turismo, el reto de concebir un nuevo modelo de gestión p ú blica, descentralizada
y participativa, con miras a generar divisas para el País, crear empleos, contribuir con la reducción de las desigualdades regionales y posibilitar la inclusión
de los m ás diversos agentes sociales.”
(Plano N acional d e Tu rism o 2007-2010, MTur, Brasília, 2007, pág.43)
Plano Nacional de Turismo 2007-2010
“El Plan N acional d e Tu rism o concibió y el MTur
implementó, como base de su actuación, un modelo de gestión p ú blica d escentralizad a y p articip ativa, ... Este
modelo de gestión propuso la creación de
un sistema nacional de Gestión del Turismo en el País compuesto, en su nivel estratégico, por un nú cleo básico formado por el Ministerio de Turismo, por el Consejo N acional d e Tu rism o y p or el Foro Nacional de
Secretarios y Dirigentes d e Tu rism o d e los estados.”
(idem, pág.43)
Estructura de Coordinación de la Gestión Descentralizada
MINISTERIO DE TURISMO MTUR - Brasil
MACROPROGRAMAS MACROPROGRAMAS
Turismo Rural
O segm ento d e Tu rism o Ru ral insere-se no contexto d o Plano N acional d o
Tu rism o 2003–2007 p rop osto p or este Ministério, na m ed id a em qu e contribu i p ara:
- d iversificar a oferta tu rística;
- au m entar os p ostos d e trabalho e a rend a no m eio ru ral;
- valorizar a p lu ralid ad e e as d iferenças regionais;
- consolid ar p rod u tos tu rísticos d e qu alid ad e; e - interiorizar a ativid ad e tu rística.
Definição: conju nto d e ativid ad es tu rísticas d esenvolvid as no m eio ru ral, com p rom etid o com a p rod u ção agrop ecu ária, agregand o valor a p rod u tos e serviços, resgatand o e p rom ovend o o p atrim ônio cu ltu ral e natu ral d a com u nid ad e.
Fonte: Diretrizes para o Desenvolvimento do Turismo Rural; Ministério do Turismo, Governo Brasileiro, p. 11; 2004
N ecessid ad e d o p rod u tor ru ral em d iversificar su a fonte d e rend a e d e agregar valor aos seu s p rod u tos.
Vontad e d os m orad ores u rbanos d e reencontrar su as raízes, d e conviver com a natu reza, trad ições, costu m es e com as form as d e p rod u ção d as p op u lações d o interior.
Evolução do turismo rural no Brasil
• Em bora a visitação a p rop ried ad es ru rais seja u m a prática antiga e com u m no Brasil, ap enas há pouco m ais d e vinte anos p assou a ser consid erad a u m a ativid ad e econôm ica e caracterizad a com o Tu rism o Rural.
• N a d écad a d e 80, algu m as p rop ried ad es em Santa Catarina e no Rio Grand e d o Su l, d evid o às d ificu ld ad es d o setor agrop ecu ário, resolveram d iversificar su as ativid ad es e p assaram a receber turistas.
Fonte: Tu rism o ru ral: Orientações Básicas; p. 15; 2008.
Tur ismo r ur al: Or ientações Básicas.
Gover no do Br asil, 2 0 0 8 .
Quanto as Características dos turistas:
São moradores de grandes centros urbanos.
Possuem entre 25 e 50 anos.
São casais com filhos.
Têm formação superior e a maioria pós-graduação.
São de classe média para média alta.
Usam automóvel próprio ou vans.
Deslocam-se, geralmente, em um raio de até 150 km do nú cleo emissor.
Fazem viagens de curta duração – fins de semana e feriados.
São apreciadores da gastronomia típica regional.
Possuem elevado nível de consciência a respeito das questões ambientais.
Valorizam produtos autênticos e artesanais.
Segu nd o o Ministério d o Tu rism o, Governo d o Brasil:
Em relação ao tam anho d a p rop ried ad e:
43% d as iniciativas tu rísticas no cam p o se situ am em áreas d e até 50 hectares.
31% estão localizad as em áreas d e 51 a 250 hectares.
19% d e 251 a 1500 hectares e 7% acim a d e 1500 hectares.
Com relação à m ão d e obra:
28% é exclu sivam ente fam iliar.
69% é m ão-d e-obra local (fam iliares d e em p regad os d a m esm a p rop ried ad e e/ ou d e p rop ried ad es vizinhas).
3% trabalhad ores contratad os em ou tros centros
Com relação à p rod u ção voltad a ao tu rista:
37% são d e hortaliças, fru tas e grãos.
58% são d e anim ais
29% são p rod u tos d a agroind ú stria artesanal, com o em bu tid os, conservas, qu eijos etc..
75% são artesanato.
As m u lheres cond u zem 92% d os negócios d o tu rism o ru ral.
(FILH O, TREDEZIN I, MAIA e SAN TOS; p . 74; 2007)
Cataratas d o Igu açu & Cam inhos ao Lago d e Itaip u Cam p os Gerais
Corred ores d as Águ as – N oroeste Estrad as & Cam inhos – Centro
Litoral d o Paraná N orte d o Paraná Riqu ezas d o Oeste
Rotas d o Pinhão - Cu ritiba e Região Metrop olitana Terra d os Pinheirais - Centro-Su l
Vales d o Igu açu – Su d oeste
1 - Litoral N orte 2 - Ilha d e Santa
Catarina 3 - Litoral Su l
4 - Cam inho d os Princip es
5 - Vale Eu rop eu
6 - Planalto Serrano
7 - Encantos d o Oeste e term as
Yu cu m ã Missões
H id rom inerais Rota d as Terras Serra Gaú cha Central
Vales
Pam p a Gaú cho Costa Doce
Litoral N orte Gaú cho Grand e Poro Alegre
D ados sobre o Município
N ú m ero d e H abitantes: 3,104 m il Área d o Mu nicíp io: 1.156,78 km ² Altitu d e: 1.200 m etros
Econom ia: Ind ú stria m ad eireira, p ecu ária extensiva, cu ltu ras d e m açã e batata, tu rism o ru ral e ecológico. Era u m a só fazend a, qu e virou m u nicíp io em 1992.
Cachoeirão dos Rodrigues
Fonte: Diretrizes para o Desenvolvimento do Turismo Rural; p. 9; 2004
Benefícios do turismo no espaço rural
• Diversificação d a econom ia
regional, p elo
estabelecim ento d e m icro e pequenos negócios;
• Interiorização do turismo;
• Diminuição do êxodo rural;
• Promoção d e intercâm bio cultural;
• Conservação d os recu rsos naturais;
• Reencontro com origens rurais e com a natureza;
• Melhoria d a infra-estrutura d e transp orte, com u nicação e saneamento;
• Criação d e receitas alternativas qu e valorizam as atividades rurais;
• Melhoria d os equ ip am entos e dos bens imóveis;
• Integração d o cam p o com a cidade;
• Integração d as p rop ried ad es rurais e comunidade;
• Valorização d as p ráticas ru rais, tanto sociais qu anto de trabalho;
• Resgate d a au to-estim a d o campesino.
Ministério do Turismo. Governo do Brasil. Brasilia.
Diretrizes para o Desenvolvimento do Turismo Rural, 2004.
Plano Nacional de Turismo 2007-2010: uma viagem de inclusão, 2007.
Turismo rural: Orientações Básicas, 2008.
Lei Geral do Turismo no Brasil, 2008.
Diagnóstico Tu rism o Ru ral em Brasil – u m concep to em construction.
Instituto Interamericano de Cooperación para la Agricultura – IICA. 2009
ROQUE, Andreia Maria. Turismo no Espaço Rural: um estudo de multicaso nas regiões sul e sudeste de Minas Gerais. (Dissertação de Mestrado em Administração Rural), 2001, UFLA/Lavra - MG.
FILH O ,Dario d e Oliveira Lim a; TREDEZIN I , Cícero Antônio Oliveira;
MAIA , Fabrício Sim p lício; SAN TOS, Ariany Maia d os;.O turismo rural como alternativa econômica para a pequena propriedade rural no Brasil.
Turismo - Visão e Ação - vol. 9 - n.1 p. 69-81 jan. /abr. 2007.
CONTATO Profa.. Dora Orth
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Trindade, CP. 476
CEP - 88.040 - 970 Florianópolis - SC – Brasil Fone: (048) 3721-7765 | (048) 9962-5821
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