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CoordModular

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Racionaliza

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ão, Industrializa

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ão e

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Coordena

Coordena

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ão Modular

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Material didático da disciplina:

ARQUITETURA VI

Luiz Mauro Passos

2009

(2)

Sum

Sumá

á

rio

rio

• Abordagens e referências básicas da

indústria da construção civil

• Racionalização, Industrialização e

pré-fabricação na construção civil

• Coordenação modular da construção no

Brasil

(3)

Abordagens e referências b

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constru

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ão civil

ão civil

• Economia: processo de trabalho

VARGAS, Nilton (1979). Organização do trabalho e capital: um estudo da construção habitacional. Rio

de Janeiro: COPPE/UFRJ, Tese (Mestrado) Universidade Federal do Rio de Janeiro.

PEREIRA, Paulo César Xavier (1988). Espaço, técnica e construção: o desenvolvimento das técnicas

construtivas e a urbanização do morar em São Paulo.São Paulo: Nobel.

Farah, Marta Ferreira Santos (1996). Processo de trabalho na construção habitacional: tradição e

mudança. São Paulo: Annablume; FAPESP.

• Economia: cadeia produtiva

PROCHNIK, Victor (1987). O Macrocomplexo da Construção Civil. Texto para Discussão, n. 117,

IE/UFRJ.

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Abordagens e referências (continua

Abordagens e referências (continuaç

ç

ão)

ão)

Engenharia: racionalização tecnológica

SABBATINI, Fernando Henrique (1989). Desenvolvimento de métodos, processos e sistemas

construtivos: formulação e aplicação de uma metodologia. São Paulo. 336p. Tese (Doutorado)

____ (1991). Desenvolvimento de métodos, de processos e sistemas construtivos. São Paulo: Edusp.

25p. Boletim Técnico da Escola Politécnica da Usp. Departamento de construção Civil, BT/PCC/32.

BARROS, Mercia M. S. B. (1996). Metodologia para implantação de tecnologias construtivas

racionalizadas na produção de edifícios. São Paulo. Tese (Doutorado).

____ (1996). Diretrizes para o processo de projeto para a implantação de tecnologias construtivas

racionalizadas na produção de edifícios. São Paulo: Edusp. 24p. Boletim técnico da Escola

politécnica da Usp. Departamento de Engenharia de construção Civil, BT/PCC /172.

Arquitetura

Mascaró, Juan Luís. O custo das decisões arquitetônicas. São Paulo: Nobel, 1985. 2a ed. rev.

MASCARO, Lucia (coordenadora). Tecnologia e arquitetura. São Paulo: Nobel, 1990.

Associações/ Encontros

NUTAU Núcleo de Pesquisa em Tecnologia do Ambiente Construído. FAU USP

ANTAC. Associação Nacional de Tecnologia do Ambiente Construído

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Racionaliza

Racionaliza

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ão

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Para ROSSO (1980), racionalizar a Construção Civil significa “agir contra os

desperdícios de materiais e mão-de-obra e utilizar mais eficientemente o

capital [...] por meio da aplicação de princípios de planejamento e

gerenciamento, com objetivo de eliminar a casualidade das decisões”.

SABBATINI (1989) propõe sua definição, adotada por vários autores:

“racionalização da construção é o processo dinâmico que torna possível a

otimização do uso dos recursos humanos, materiais, organizacionais, tecnológicos e

financeiros, visando atingir objetivos fixados nos planos de desenvolvimento de cada

país e de acordo com a realidade sócio-econômica própria”.

Para o Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT)

“através do processo de racionalização, as empresas procuram obter ganhos de

produtividade e minimizar os custos e os prazos, sem uma ruptura da base

produtiva que caracteriza o setor” (IPT apud FRANCO, 1992; grifos meus).

A racionalização deve estar presente em todas as fases do processo, desde as

concepções iniciais, passando pelo desenvolvimento do projeto, até atingir a

etapa de produção.

BRUMATTI, Dioni O.. Uso de pré-moldados: estudo e viabilidade. 2008, p. 12-13. Monografia (Especialista na Construção Civil). Universidade Federal de Minas Gerais.

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Industrializa

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fabrica

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ão

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A industrialização, conforme Ciribini (apud ROSSO, 1980),

“é um método baseado essencialmente em processos organizados de naturezas

repetitivas, nos quais a variabilidade incontrolável e casual de cada fase de trabalho,

que caracteriza as ações artesanais, é substituída, por graus pré-determinados de

uniformidade e continuidade executiva, características das modalidades operacionais

parcial ou totalmente mecanizadas”.

A pré-fabricação, segundo Ordonez (1974), “é uma fabricação fora do canteiro,

de partes da construção, capazes de serem utilizadas mediante ações

posteriores de montagem”.

A pré-fabricação é um instrumento de grande potencial para incrementar os

níveis de industrialização dos processos construtivos, mas de forma algum

único.

ROSSO, T. Racionalização da construção. São Paulo: FAUUSP, 1980.

SABBATINI, Fernando Henrique (1989). Desenvolvimento de métodos, processos e sistemas construtivos: formulação e aplicação de uma

metodologia. São Paulo. 336p. Tese (Doutorado)

Apud:

BRUMATTI, Dioni O.. Uso de pré-moldados: estudo e viabilidade. 2008, p. 12. Monografia (Especialista na Construção Civil). Universidade Federal de Minas Gerais.

(7)

SABBATINI, Fernando Henrique. A contribuição da alvenaria estrutural para a

industrialização do processo de produção de habitações de interesse social.

SABBATINI, Fernando Henrique. A contribuição da alvenaria estrutural para a

industrialização do processo de produção de habitações de interesse social.

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SABBATINI, Fernando Henrique. A contribuição da alvenaria estrutural para a

industrialização do processo de produção de habitações de interesse social.

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Coordena

Coordena

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ão modular da

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constru

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Referências

Referências

BALDAUF, Alexandra Staudt Follmann,

Contribuição à implementação da

coordenação modular da construção no Brasil. 2004. Dissertação (Mestrado).

Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Escola de Engenharia. Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil. Disponível em: http://hdl.handle.net/10183/4885

GREVEN, Hélio Adão; BALDAUF, Alexandra Staudt Follmann. Introdução à coordenação

modular da construção no Brasil: uma

abordagem atualizada. Porto Alegre: ANTAC, 2007. (Coleção Habitare, v. 9). Disponível em: www.habitare.org.br/pdf/publicacoes/arquivos/ colecao10/livro_completo.pdf .

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BALDAUF, Alexandra

BALDAUF, Alexandra

Staudt

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Follmann

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Contribui

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implementa

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ão da coordena

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modular da constru

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ão no Brasil

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. 2004.

. 2004.

A Coordenação Modular pode ser entendida como a ordenação dos espaços na construção civil.

Surgiu entre a Primeira (1914-1918) e a Segunda (1939-1945) Guerras Mundiais e contribuiu de

forma fundamental na reconstrução de edificações residenciais nos países destruídos pela

guerra, principalmente na Alemanha, em função da rapidez e da redução de custos

proporcionadas pela sua utilização. A partir de então, muitos estudos surgiram, aprofundando o

assunto e mostrando os imensos benefícios que a Coordenação Modular trouxe para a

racionalização e a industrialização na construção civil em um grande número de países, sendo

amplamente difundida e, hoje se sabe, utilizada.

O Brasil foi um dos pioneiros, em nível mundial, a aprovar uma norma de Coordenação Modular,

a NB-25R, em 1950, tendo os anos 70 e início dos 80 tomados por seus conceitos e estudos a

respeito. Apesar disso, poucos objetivos foram alcançados mesmo com toda a promoção para a

racionalização da construção.

As atuais preocupações com as questões ambientais, de produtividade e de redução de custos

no setor são aliados para uma retomada dos estudos de Coordenação Modular, que se mostra

como um fator fundamental para que se traga à construção civil os benefícios que a

(14)

Implantação no Brasil :

As últimas ações identificadas foram as normas publicadas em 1982, pouco antes do

fechamento do Banco Nacional da Habitação, até então o principal incentivador da

Coordenação Modular.

Em seguida a esse hiato de duas décadas em que ficou praticamente esquecida,

estudou-se a situação atual da indústria da construção civil sob alguns aspectos e

partiu-se em busca do que pode ser feito para a implementação da Coordenação

Modular no país.

Chegou-se à conclusão de que, apesar dos entraves existentes, o Programa Brasileiro

de Produtividade e Qualidade no Habitat (PBQP-H) mostra-se como um instrumento

propício para essa implementação, pois, além de contar com o suporte estatal, tem

influência sobre todos os intervenientes da cadeia produtiva.

(15)

GREVEN, H

GREVEN, Héélio Adão; BALDAUF, Alexandra lio Adão; BALDAUF, Alexandra StaudtStaudt FollmannFollmann. . IntroduIntroduçção ão ààcoordenacoordenaçção modular da ão modular da constru

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Conceito de coordena

Conceito de coordena

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ão modular

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A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT, [1975?]), em uma publicação

intitulada Síntese da Coordenação Modular, define-a como sendo

“a aplicação específica do método industrial por meio da qual se estabelece uma dependência recíproca entre produtos básicos (componentes), intermediários de série e produtos finais (edifícios), mediante o uso de uma unidade de medida comum, representada pelo módulo”.

Já na NBR 5706: “Coordenação Modular da construção – procedimento”, a ABNT (1977)

usa como definição “técnica que permite relacionar as medidas de projeto com as

medidas modulares por meio de um reticulado espacial modular de referência”. Rosso

(1976) é contrário a esta definição, pois acredita que os que a definem como técnica

vêem-na apenas como um instrumento de projeto, rigorosamente disciplinado pelo uso

de retículas e quadrículas, “enquanto na verdade é uma metodologia sistemática de

industrialização”.

Lucini (2001) entende por Coordenação Modular “o sistema dimensional de referência

que, a partir de medidas com base em um módulo predeterminado (10 cm), compatibiliza

e organiza tanto a aplicação racional de técnicas construtivas como o uso de

componentes em projeto e obra, sem sofrer modificações”.

A definição que se pode considerar a mais atual e abrangente, que desmistifica a

Coordenação Modular do rigorosismo a que muitas vezes é associada, é dada por

Greven (2000), que a define como sendo “a ordenação dos espaços na construção

civil”.

(18)

GREVEN, Helio A.; BALDAUF, Alexandra Follmann. A coordenação modular na construção: desafios e oportunidades. Seminário Nacional Construção Civil no Brasil- SNCC. Março 2008

Efeitos negativos da falta de racionaliza

Efeitos negativos da falta de racionaliza

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ão / CM

ão / CM

• Solução de problemas

no canteiro de obras

• Desperdício e Custos

majorados

(19)

Vãos normais e de esquina na arquitetura grega (NISSEN,

1976). Apud (GREVEN; BALDAUF 2007: Fig 1.

As ordens gregas segundo Viñola (VIÑOLA, 1948) Apud

(GREVEN; BALDAUF 2007: Fig 3.

Precedentes hist

Precedentes hist

ó

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ricos da

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modula

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ão

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Residência típica japonesa (CHING, 2002). Apud

(20)

1ª aplicação: Crystal Palace, em Londres, para a

Exposição Universal de 1851

 Módulo utilizado: dimensões das placas de vidro

Coordena

Coordena

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ão modular moderna

ão modular moderna

Alfred Bemis: “método modular cúbico” (Rational

Design: The evolving house, 1936):

teoria da Coordenação Modular: o axioma pelo qual

todos os objetos que satisfaçam à condição de

possuírem dimensões múltiplas de uma medida

comum, são comensuráveis entre si, e, portanto,

também o são em relação à construção.

Le Corbusier (1941):

-metodologia de correlacionamento de dimensões

Ernest Neufert (Bauordnungslehre, 1942):

-sistema de coordenação octamétrica (100cm/8 =

12,5cm).

(21)

10 cm : - módulo adotado

internacionalmente (ISO).

12,5 cm : - módulo adotado pela Alemanha até 1976

(atualmente em declínio de uso)

4” : - módulo adotado pelos Estados Unidos, com

indicadores de ser substituído pelo módulo

internacional de 10 cm.

M

M

ó

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dulos em utiliza

dulos em utiliza

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ão:

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(22)

Normas internacionais

Normas internacionais

• ISO 1791:1983, define os termos necessários para a

concepção e construção de edifícios de acordo com a

coordenação modular;

• ISO 1006:1983, estabelece o valor do módulo básico para

ser usado na coordenação modular de edifícios;

• ISO 2848:1984, princípios e regras da coordenação

modular;

• ISO 6513:1982, séries de medidas multimodulares

preferíveis para dimensões modulares;

• ISO 6514:1982, determina os valores dos incrementos

submodulares;

• ISO 1040:1983, define as medidas dos multimódulos para

dimensões coordenadoras horizontais.

(23)

Tr

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í

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ade b

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á

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sica da Coordena

sica da Coordena

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ão Modular

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(NBR 5706/77):

(NBR 5706/77):

Reticulado Modular de

Referência

Módulo 10 cm:

• Multimódulos

• Submódulos

Ajuste Modular

É uma medida que relaciona a Medida de

Projeto do componente com a medida Modular

compatibilizando um elemento a outro.

Também chamado de folga, junta ou

tolerância.

(24)

Como as juntas são consideradas no

ajuste modular?

Quem fixa a dimensão da junta

de um componente é o

fornecedor. Um fabricante de

esquadrias de madeira, por

exemplo, fixa de acordo com a

precisão do equipamento dele.

Se a janela ocupa 1,50 m, mas

precisa de juntas de 2 cm de

cada lado, então a janela terá

1,46 m. O fabricante tem que

apresentar a solução para o vão,

como uma moldura que cubra a

junta.

Então ele tem que garantir que o espaço

destinado àquele componente será

completamente preenchido?

Cada produtor tem a obrigação

de dizer como o componente se

adapta à coordenação modular

decimétrica. Um pode dizer que

precisa de juntas de 2 cm e,

outro, de apenas 1 cm. Assim,

ele indica que a janela tem 1,48

m e a junta 2 cm. Ele só tem que

preencher aquele 1,50 m. Se

quiser fazer uma janela com

cantos arredondados, tem que

prever o acabamento para

preencher o espaço que lhe

compete.

LOTURCO, Bruno. Entrevista: Hélio Adão Greven. Téchne, n. 148, Julho 2009: http://www.revistatechne.com.br/engenharia-civil/138/artigo102117-2.asp

(25)

Medidas preferíveis

Aquelas que atendem aos

princípios da CM (3M, 6M,

9M, 12M, 15M)

Medidas preferidas

Alguns tamanhos que serão

mais facilmente

comercializados e utilizados

(6M, 120M).

Exemplo compositivo com

componentes modulados

(26)
(27)

Algumas dificuldades

Algumas dificuldades

(28)

O que é zona neutra?

Coordenação modular não é camisa

de força, então não pode mutilar um

projeto arquitetônico, como se fez

no início da coordenação modular.

Hoje, existe a chamada zona

neutra. Num exemplo, dois prédios

iguais formam um ângulo. Todo o

espaço pode estar modulado, mas

há uma região em que há

interferências. Para não mutilar o

projeto, essa região, em que há

superposição de reticulados

modulares, é chamada de zona

neutra. Ou seja, apenas dentro dela

a coordenação modular não é

respeitada.

Esse recurso é útil também para terrenos

com medidas que não respeitam a

coordenação modular.

Os terrenos não são modulados.

Pode ser que um tenha, por

exemplo, 27,95 m. Aí, faz-se 99%

do projeto corretamente e resolve o

que restar da melhor maneira, como

se faz hoje. Ou seja, usa-se

coordenação modular até onde der

e considera-se o espaço que sobrou

como zona neutra. Não se pode

deixar um terreno vazio, de alguns

centímetros, porque está fora da

coordenação modular. Então,

resolve aquela tirinha como der.

LOTURCO, Bruno. Entrevista: Hélio Adão Greven. Téchne, n. 148, Julho 2009: http://www.revistatechne.com.br/engenharia-civil/138/artigo102117-2.asp

(29)

12/1977 12/1977 em vigor em vigor NBR 5706 (orig. NB 25) NBR 5706 (orig. NB 25) Coordena

Coordenaçção modular da construão modular da construçção ão - -Procedimento

Procedimento

2/1982 em vigor

NBR 5717 (orig. NB 339) Espaço modular para escadas

2/1982 em vigor

NBR 5727 (orig. NB 422) Equipamento para complemento da habitação na

construção coordenada modularmente

2/1982 em vigor

NBR 5721 (orig. NB 345) Divisória modular vertical interna

2/1982 em vigor

NBR 5728 (orig. NB 423) Detalhes modulares de esquadrias

2/1982 em vigor

NBR 5731 (orig. TB 202) Coordenação modular da construção - Terminologia

2/1982 em vigor

NBR 5716 (orig. NB 338) Componentes de cerâmica, de concreto ou de

outro material utilizado em lajes mistas na construção coordenada modularmente

2/1982 em vigor NBR 5720 (orig. NB 344) Coberturas 2/1982 em vigor NBR 5712 (orig. NB 307) Bloco vazado modular de concreto

2/1982 em vigor NBR 5718 (orig. NB 340) Alvenaria modular 2/1982 em vigor NBR 5710 (orig. NB 305) Alturas modulares de piso a piso, de

compartimento e estrutural

2/1982 em vigor

NBR 5713 (orig. NB 331) Altura modular de teto-piso (entre pavimentos

consecutivos)

2/1982 em vigor

NBR 5725 (orig. NB 417) Ajustes modulares e tolerâncias

Publicação Status

Código Norma

CM: Normas brasileiras em vigor

(30)

2/1982 em vigor NBR 5709 (orig. NB 304) Multimódulos 2/1982 em vigor NBR 5708 (orig. NB 303) Vãos modulares e seus fechamentos

2/1982 em vigor

NBR 5711 (orig. NB 306) Tijolo modular de barro cozido

2/1982 em vigor

NBR 5724 (orig. NB 373) Tacos modulares de madeira para soalhos na

construção coordenada modularmente

2/1982 em vigor

NBR 5730 (orig. SB 62) Símbolos gráficos empregados na coordenação

modular da construção

2/1982 em vigor

NBR 5726 (orig. NB 420) Série modular de medidas

2/1982 em vigor NBR 5719 (orig. NB 343) Revestimentos 2/1982 em vigor NBR 5729 (orig. NB 424) Princípios fundamentais para a elaboração de

projetos coordenados modularmente

2/1982 em vigor

NBR 5707 (orig. NB 302) Posição dos componentes da construção em relação

a quadrícula modular de referência

2/1982 em vigor

NBR 5714 (orig. NB 332) Painel modular vertical

2/1982 em vigor

NBR 5715 (orig. NB 337) Local e instalação sanitária modular

2/1982 em vigor

NBR 5723 (orig. NB 372) Forro modular horizontal de acabamento (placas,

chapas ou similares) 2/1982 em vigor NBR 5722 (orig. NB 346) Esquadrias modulares Publicação Status Código Norma

(31)
(32)
(33)

Coordena

Coordena

ç

ç

ão Modular no Brasil

ão Modular no Brasil

– Um dos primeiros países a publicar uma norma

de Coordenação Modular: a NB-25, em 1950.

– Por que no Brasil a Coordenação Modular não

conseguiu se consolidar?

• Cadeia produtiva sem integração e sem comunicação.

• Tentativas esparsas para a aplicação da Coordenação Modular,

sem êxito por se tratarem de elos simples na cadeia produtiva,

sem o respaldo de compatibilização conjunta entre todos os

componentes utilizados na construção civil.

(34)

Neste momento é imprescindível resgatar

este tema, uma vez que a cadeia produtiva se

conscientizou que para se atingir patamares

mais elevados, visando metas ligadas à

industrialização da construção, a

Coordenação Modular é ferramenta universal

e decisiva para avanços mais significativos

de toda a construção civil brasileira!

(35)

Silva, A. M. F., 2004. Uma Concepção Arquitetônica de Edifício Residencial com Estrutura e Componentes Construtivos Fabricados a partir de Aços Planos. M. Sc. diss., Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, Minas Gerais, Brasil.

Estudo de caso

(36)

Silva, A. M. F., 2004. Uma Concepção Arquitetônica de Edifício Residencial com Estrutura e Componentes Construtivos Fabricados a partir de Aços Planos. M. Sc. diss., Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, Minas Gerais, Brasil.

(37)

Silva, A. M. F., 2004. Uma Concepção Arquitetônica de Edifício Residencial com Estrutura e Componentes Construtivos Fabricados a partir de Aços Planos. M. Sc. diss., Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, Minas Gerais, Brasil.

(38)

Solu

Soluç

ç

ões t

ões t

í

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picas de estrutura / fechamento

picas de estrutura / fechamento

BANDEIRA, Adriana Almeida de Castro. Análise do uso de estruturas de aço em edificações habitacionais de interesse

(39)

Iguatemi corporate. Porto Alegre

Frank Gehry. Walt Disney Music Hall,

under construction, 2002

(40)

Referências

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