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Relatório Sucupira 2018

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Academic year: 2021

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Calendário: Coleta de Informações 2018 Ano do Calendário: 2018

Data - Hora do Envio: 14/03/2019 - 10:19

Nome: Oceanografia

Nome em Inglês: Oceanography Área Básica: GEOCIÊNCIAS

Área de Avaliação: GEOCIÊNCIAS Regime Letivo: SEMESTRAL

Modalidade: ACADÊMICO Data de Recomendação: 27/03/2014 Nivel: Mestrado Data de Início: 01/01/2015 Data de Recomendação: 27/03/2014 Situação: EM FUNCIONAMENTO Data da Situação: 18/12/2014

Créditos em Disciplinas para Titulação: 18

Créditos em Trabalhos de Conclusão para Titulação: 6 Outros Créditos para Titulação: 0

Equivalência Hora-Aula/Crédito: 15

CEP: 88040900

Programa

Áreas de Concentração

Nome Data de Início Data de Fim

OCEANOGRAFIA 01/01/2015

Curso(s)

Curso: Oceanografia

Áreas de Concentração do Curso

Nome

OCEANOGRAFIA

Instituições de Ensino

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Logradouro: CAMPUS UNIVERSITÁRIO Número: s/n

Complemento: R. Eng. Agronômico Andrei Cristian Ferreira Bairro: TRINDADE

Município: Florianópolis Fax: ()

E-mail: [email protected] URL: http://ppgoceano.paginas.ufsc.br

Calendário: Coleta de Informações 2018 Ano do Calendário: 2018

Data-Hora do Envio: 14/03/2019 - 10:19

Histórico do curso:

O ano de 2018 marcou os 11 anos da implantação oficial do grupo de Oceanografia na Universidade Federal de Santa Catarina. Esta crescente maturidade é reconhecida com a criação de uma Coordenadoria Especial de Oceanografia (OCN - a qual tem “status” de departamento), agora no Centro de Ciências Físicas e Matemáticas (CFM). Esta compreende o curso de Graduação em Oceanografia e o Programa de Pós-Graduação em Oceanografia (Curso de Mestrado). Com isso, os 58 anos de existência da UFSC, revelam esforços diversos na busca pela excelência, que vêm consolidando a instituição como um importante centro de produção e transmissão de saberes na área de Oceanografia.

Esta ação estruturante de nucleação do grupo de Oceanografia, somada ao aumento do número de laboratórios e grupos de pesquisa nos últimos onze anos, tem colocado a UFSC num cenário de destaque nacional. Isto vem oferecendo oportunidades de formação voltada ao estudo, manejo e gerenciamento dos componentes, processos e recursos do ambiente marinho e de suas zonas de transição.

O reconhecimento da importância do mar e da zona costeira para a sociedade catarinense se revela no grande número de trabalhos acadêmicos desenvolvidos pelos mais diversos departamentos da UFSC e na iniciativa de criar uma estrutura organizacional que abrigasse o grupo de Oceanografia. Apesar da instituição possuir uma massa crítica atuando em Oceanografia, esta encontrava-se dispersa em diferentes unidades acadêmicas, dificultando a integração. Somado a isso, entre as grandes áreas do

Telefone: (48 ) 37213527 Ramal: 3527

Proposta

Histórico e Contextualização do Programa

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conhecimento, a Ciências Exatas e da Terra (onde se insere tradicionalmente a Oceanografia) é a que possuí maior carência na oferta de cursos de pós-graduação na UFSC e no estado de Santa Catarina.

Na busca de reversão desse quadro histórico, dois esforços foram realizados visando uma maior integração entre os pesquisadores da UFSC dedicados à Oceanografia:

- O primeiro, foram as atividades desenvolvidas entre 2003 e 2005 pelo grupo denominado “MARUFSC” que integrou um conjunto de professores e servidores que atuavam em assuntos relacionados ao mar. O principal objetivo do MARUFSC foi criar canais institucionais que facilitassem a integração e a disseminação de informações sobre a zona costeira e o ambiente marinho na universidade. O MARUFSC integrou cerca de 50 professores e servidores técnico-administrativos e fomentou a realização de oficinas nas quais a comunidade de professores teve a oportunidade de trocar experiências e divulgar suas pesquisas.

- O segundo foi a criação do curso de Bacharelado em Oceanografia da UFSC no Departamento de Geociências do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH). A primeira turma iniciou seus estudos em março de 2008 e se formou no segundo semestre de 2012. Cabe destacar que na ocasião cerca de metade dos formandos foram aprovados em cursos de mestrado fora de Santa Catarina, por não existirem no estado cursos de mestrado na área.

Ao longo da implantação do curso de graduação, novos professores foram contratados para atuar nas áreas de Oceanografia Física, Química, Biológica, Geológica e Gestão Costeira, criando um corpo sólido de professores com atuação específica na área de Oceanografia ("núcleo duro"). Naturalmente, esses professores aspiravam desenvolver atividades de orientação no nível de pós-graduação, criando oportunidades de formação e consolidação de equipes de investigação. Adicionalmente ao longo do ano de 2017, este quadro foi ampliado com mais duas vagas de docentes para o Grupo de Oceanografia (Oceanografia Química - contratado em 2017 e Oceanografia Geológica contratado em 2018).

Considerando-se a inexistência de uma unidade acadêmica especificamente voltada à Oceanografia na UFSC, o Departamento de Geociências - até o ano de 2017 no Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH) - aglutinou os professores que trabalhavam com os aspectos abióticos da Oceanografia, qualificando-se para sediar a criação do Programa de Pós-Graduação em Oceanografia. O departamento contribuiu, na formação do quadro docente do curso de pós-graduação, com onze professores. Destes, seis atuavam na Linha de Pesquisa “Oceanografia Costeira e Geologia Marinha” do Programa de Pós-Graduação em Geografia da UFSC.

Externamente, a criação do Programa de Pós-Graduação em Oceanografia na UFSC em 2014 foi favorecido por ações governamentais, tais como o Plano Setorial para os Recursos do Mar (PSRM) da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (CIRM) e o Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro (PNGC). Ambos programas reconheciam a necessidade de promover a incorporação dos recursos do mar

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à realidade socioeconômica brasileira. Os PSRMs, em especial, tem reconhecido igualmente que as instituições de ensino de Graduação, os programas de Pós-Graduação e os Grupos de Pesquisa que se dedicam ao mar, no país, continuam aquém das necessidades para promover o conhecimento integrado da Zona Econômica Exclusiva (ZEE) e da Plataforma Continental Jurídica Brasileira (Amazônia Azul).

Em 2012 a Pró-Reitoria de Pós-Graduação (PROPG) criou uma comissão para a elaboração do Programa de Pós-Graduação em Oceanografia da UFSC. Da mesma forma quando a Pró-Reitoria de Ensino de Graduação criou uma comissão em 2006 para elaborar o Projeto Pedagógico do curso de Graduação em Oceanografia.

A PROPG, no intuito de qualificar a proposta, subsidiou a visita do Coordenador da Área de Geociências da CAPES à UFSC no final de 2012, quando foram discutidos diversos aspectos do projeto em elaboração. Está prática tornou-se uma constante, e o programa continuou fomentando a vinda dos coordenadores de área nos anos seguintes (2015, 2016, 2017 e 2018).

Em março de 2014 a CAPES aprovou o Curso de Mestrado do Programa de Pós-Graduação em Oceanografia da UFSC. No mesmo ano foi realizada a primeira seleção de discentes, sendo a primeira turma composta por onze alunos, em sua maioria egressos dos Curso de Graduação em Oceanografia da UFSC e UNIVALI. Desta turma, 7 discentes obtiveram o grau de mestre com um período médio de 27 meses (formação variou de 23 a 33 meses), com apenas uma aluna defendendo com 40 meses de andamento. Já na turma de 2016 houve o ingresso de 13 alunos de diferentes partes do Sul/Sudeste do Brasil (UFSC, UNIVALI e UFPR), um estrangeiro (Haiti), sendo que sete alunos defenderam dentro do prazo de 24 a 31 meses, no ano de 2018. E em 2017, houve o ingresso de 24 alunos também oriundos de diferentes regiões do Brasil (RS, SC, PR, SP, BA, DF, MG) e uma aluna estrangeira (Equador). A maioria destes alunos preparam-se para suas defesas no ano de 2019, mas uma discente já teve sua defesa realizada em apenas 18 meses de andamento de seu mestrado, com apresentação em língua inglesa e membro de banca estrangeiro. Por fim, no ano de 2018, houve 10 alunos matriculados das mais diversas universidades do Brasil (UFPR, UNESP, UFS de Sergipe, além de egressos UFSC), com defesas previstas para 2020.

A fim de fomentar o desenvolvimento e consolidação do curso, a UFSC/PROPG, no ano de 2015, viabilizou a contratação de quatro (04) professores visitantes (dois brasileiros e dois estrangeiros) que permaneceram no corpo de docentes até 2017. Destes, um continuou como professor voluntário. O quadro de professores visitantes viabilizou a permanência de profissionais que, com sua experiência e produção, auxiliaram na consolidação tanto da graduação como da pós-graduação em Oceanografia da UFSC. Em 2015 houve também a incorporação de um professor visitante com bolsa de Produtividade em Pesquisa nível 2 e de um professor colaborador ao PPGOceano. No ano 2017 houve o cadastramento de mais um professor ao programa da área de Oceanografia Química, que apresentava um número reduzido de pesquisadores. Em 2018 dois professores foram cadastrados, uma para área de Oceanografia Biológica e um para Oceanografia Geológica. Ao final de 2018 o programa contava com 16 professores permanentes

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e 3 colaboradores.

O programa conta atualmente com cinco Pós-Doutorandos, sendo um deles vinculado ao Programa Nacional de Pós Doutorando (PNPD) da CAPES, um ao Programa da CAPES/IODP Brasil, um vinculado a um projeto financiado pela ANP/PETROBRAS, um vinculado ao INCT/MAR/COI e um financiado pelo CNPQ (Pós-Doutorado Júnior).

No ano de 2017, os Cursos de Graduação e Pós-Graduação e os professores do núcleo duro da Oceanografia migraram para o Centro de Ciências Físicas e Matemáticas (CFM), onde foi criada uma Coordenadoria Especial, a qual possui o mesmo status institucional de um Departamento.

Com esta mudança, o programa obteve melhoras substanciais de infraestrutura. O programa passou a ter uma Secretaria de apoio aos docentes e discentes (40 m2), bem como passou a ter uma Sala de Aula específica para o desenvolvimento das disciplinas e seminários do programa. O grupo de professores passou a ter uma área disponível de aproximadamente 600 m2 no Bloco D do CFM. O espaço foi renovado para abrigar salas de professores e os laboratórios de pesquisa, com áreas de permanência dos alunos de pós-graduação e graduação (iniciação científica). No ano de 2018 a FINEP aprovou a consolidação de um prédio na UFSC, onde cerca de 1000 m2 estarão disponíveis para o grupo de Oceanografia da UFSC e consequentemente para o PPGOceano. A previsão é que este novo prédio esteja disponível a partir de 2019.

Contextualização institucional e regional da proposta:

A criação de um Programa de Pós-Graduação em Oceanografia sempre foi um anseio dos docentes da UFSC. Estando a UFSC localizada em uma Ilha, onde uma série de processos oceanográficos interfere nas mais diversas atividades econômicas do estado, impactando diretamente a vida das comunidades costeiras, a demanda por estudos mais avançados e aplicados tornava-se imperativa. Apesar de diversos programas da UFSC (Geografia, Ecologia, Biologia Vegetal, Engenharia Ambiental, Química, entre outras) acolherem temas relativos às Ciências do Mar, a inexistência de um curso de pós-graduação específico dificultava o estabelecimento de vínculos de pesquisa mais sólidos e, igualmente, não conferia uma projeção institucional compatível com a inserção de seus pesquisadores na comunidade oceanográfica. Pesquisas com interface oceanográfica encontravam-se dispersas em diferentes grupos, departamentos e centros da UFSC. Havia iniciativas de trabalhos conjuntos através de projetos, porém a aglutinação dos esforços em um programa formal de Pós-Graduação tornou mais eficiente a integração e criou uma maior permeabilidade com outras instituições nacionais e internacionais. O contexto atual é rico, oportuno e expõe um grande potencial para o sucesso de pesquisas e a formação de recursos humanos na área, principalmente neste momento que foi incluído oficialmente no organograma da UFSC a Coordenadoria Especial de Oceanografia, ao qual o PPGOceano está vinculado.

O núcleo de professores permanentes que ministram disciplinas e orientam os alunos é formado por docentes de diferentes centros de ensino. Todavia, no presente momento, a Coordenadoria Especial de

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Oceanografia, aglutina a totalidade de professores das áreas de Oceanografia Geológica, Física, Química e Gestão Costeira. Seis professores do PPGOceano são Pesquisadores PQ do CNPq.

O programa oferece o nível de formação - Mestrado Acadêmico a um contingente de profissionais atuando em docência, pesquisa e com qualificação técnica notadamente na Região Sul, através da formação especializada voltada para o ensino superior e a pesquisa acadêmica em instituições públicas e privadas, assim como para atuar nos setores de serviços públicos e serviços privados de consultoria e assessoria de empreendimentos.

Os desafios regionais relacionados a interação entre as atividades humanas e os ambientes e processos marinhos são enormes. Há uma demanda crescente e destacada no Brasil por especialistas em assuntos oceanográficos, sendo que essa demanda tem sido dominantemente suprida por profissionais e pesquisadores formados em outras regiões. Mesmo sendo isto saudável, é fundamental que se criem grupos de pesquisa sintonizados com problemas atuais de caráter regional. Esta qualificação profissional visa ainda ampliar a interação entre as instituições acadêmicas de pesquisa e instituições governamentais que atuam junto às populações costeiras e aquelas que dependem do mar. Cabe ressaltar que no Estado de Santa Catarina inexistia até 2014 um Programa de Pós-Graduação em Oceanografia, embora já existiam dois cursos de Graduação na área (UFSC e UNIVALI).

O Programa vem atraindo alunos de vários municípios catarinenses, de diferentes estados brasileiros e inclusive do exterior, como já foi o caso de alunos do Haití e Equador. No entanto, a demanda tem sido maior para os três estados do sul por considerar, entre outros, as semelhanças dos aspectos da dinâmica oceânica da Região Sul do Brasil e da participação de inúmeros professores das Universidades Federais de Santa Catarina (UFSC), do Paraná (UFPR) e do Rio Grande do Sul (UFRGS e FURG), em projetos relacionados às temáticas propostas pelo programa proposto.

Como estratégia de valorização, o programa vem aumentando o rigor na seleção de seus alunos para ingresso no mestrado acadêmico. É importante destacar que a seleção de alunos está centrada no conhecimento do candidato, na qualidade da proposta e na efetiva capacidade de orientação de seu corpo docente. O processo seletivo de a partir de 2017-2018 viabilizou a realização de provas remotamente, em outros estados ou países. Também permitiu a realização de entrevistas via internet, aumentando assim o espectro de possíveis candidatos.

O programa vem fomentando a integração da graduação com a pós-graduação, permitindo que alunos dos últimos "quatro" períodos da graduação participem de disciplinas que, no futuro, poderão ser validadas na pós-graduação de acordo com o regimento. Também estimula a participação destes em atividades de pesquisa desenvolvidas pelos docentes e seus orientados nos vários laboratórios. Ambas as atividades visam, em médio prazo, incentivar a formação de recursos humanos com pós-graduação em Oceanografia. Os primeiros frutos deste processo de integração com a graduação já estão sendo observados, com formação de alunos com tempo menor que 24 meses. Além disso está sendo fomentada a parceria com instituições de ensino e pesquisa nacionais e estrangeiras possibilitando a expansão dos

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horizontes de aprendizagem.

Espera-se em médio prazo atender demandas da formação de recursos humanos para o mercado, incentivando dissertações em áreas aplicadas da oceanografia bem como na área de tecnologia marinha.

Em conclusão, a manutenção do Curso de Pós-Graduação em Oceanografia na UFSC justifica-se em função dos seguintes pontos:

• A necessidade de se estabelecer uma estrutura acadêmica que possibilite integrar de forma organizada e eficiente as atividades de ensino e pesquisa relacionadas ao ambiente marinho. A união dos diferentes grupos da UFSC em torno de um curso, que beneficia alunos e professores, minimizando o isolamento relativo em que se encontravam.

• A ampliação da oferta de cursos de Pós-Graduação em Oceanografia no sul do Brasil. De fato, apesar da importância econômica e social das regiões oceânica e costeira sul brasileiras, somente duas universidades oferecem curso em nível de Pós-Graduação em Oceanografia, ou área correlata: a FURG em Rio Grande, RS e a UFPR, no PR (“Sistemas Costeiros e Oceânicos”). O PPGOceano é, portanto, o terceiro curso deste tipo em toda a região sul do Brasil.

• Atender um número cada vez maior de alunos egressos de cursos de graduação em Oceanografia interessados em dar continuidade a seus estudos em nível de Pós-Graduação. O curso de mestrado hoje conta com 37 alunos matriculados e a mesma demanda advém de órgãos públicos do estado de Santa Catarina, que procuram incentivar a especialização dos membros de seus quadros.

• Uma última, mas não menos importante justificativa para a criação do curso reside na importância da UFSC assumir um papel de liderança na exploração da vocação marítima do estado de Santa Catarina. O estado de Santa Catarina possuí um extenso litoral de enorme riqueza natural, com seis Portos, sendo três deles importantes centros de econômicos do estado. Nessa região se desenvolvem atividades econômicas importantes como o turismo, a pesca, a maricultura, a navegação e, em futuro próximo, a extração “offshore” de petróleo. Mesmo assim, a UFSC – apesar de situada num local privilegiado como é a ilha de Santa Catarina - vinha mantendo uma postura tímida com relação às “coisas” do mar. Tem-se convicção que a criação do curso de Graduação (2007) e de Pós-Graduação em Oceanografia (2014), e pôr fim a implantação da Coordenadoria Especial de Oceanografia (2017) num centro de Ciências Exatas e da Terra (CFM) representou um passo importante para que a UFSC assuma, também na área marinha, o papel de liderança que desempenha em outras áreas.

Objetivos

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O principal objetivo do Programa de Pós-Graduação em Oceanografia (Curso de Mestrado) é a geração e transmissão de conhecimento sobre processos oceanográficos (biológicos, físicos, químicos e geológicos) dos ambientes costeiros e marinhos (“Blue e Brown Water Oceanography”). As atividades desenvolvidas incluem pesquisas básicas e aplicadas, bem como o desenvolvimento de tecnologias e a gestão do espaço marinho costeiro. Há especial interesse no Estado de Santa Catarina e Região Sul do Brasil.

São objetivos específicos do PPGOceano:

-Formar e qualificar pesquisadores e docentes em nível de mestrado em Oceanografia.

-Impulsionar a busca de conhecimentos e ferramentas inovadoras que alimentem pesquisas básicas e aplicadas de fenômenos oceanográficos, bem como processos de interação oceano- atmosfera e terra-oceano.

-Capacitar profissionais para atuar nas situações de gestão costeira e marinha.

O curso de mestrado é oferecido para profissionais com graduação plena, que atendam os critérios de seleção e deverão desenvolver a capacidade para atuar como: pesquisadores capazes de realizar inovações científicas e tecnológicas, professores para atuar no magistério superior e profissionais capacitados para criar instrumentos e estratégias de uso sustentável dos oceanos.

Para tanto, o Programa de Pós-Graduação em Oceanografia (PPGOceano) tem uma proposta de atuação fortemente vinculada à pesquisa científica, contemplando tanto a ciência básica quanto a aplicada. Essa proposta se reflete no enfoque dado nas disciplinas e nos temas de dissertação.

A primeira turma (março de 2015) formou até 31 de dezembro de 2017, 7 alunos (4 na linha DGSC e 3 na linha DGSO). Destes alunos, uma está desenvolvendo seu Doutorado (Laís Gonçalves Fernandes) na UFPR junto ao Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Recursos Hídricos e Ambiental (Conceito CAPES 5); um está como bolsista (Bruna Alves de Oliveira) no projeto SIMCOSTA – Sistema de Monitoramento da Costa Brasileira (http://www.simcosta.furg.br/ ), um encontra-se trabalhando (Letícia Vasques dos Reis Portella Nascimento ) numa empresa de desenvolvimento de “softwares”, um passou em concurso para a Marinha do Brasil, e outros dois foram contratados para atuar em projetos da UNIVALI. Um dos alunos encontra-se na França (Marcus Vinicius Carpes Barão).

A segunda turma (2016_1) começou a defender suas dissertações em março de 2018. No total 9 alunos defenderam dissertações em 2018, sendo 1 aluno da turma 2015. Um dos alunos foi selecionado em programas de doutorado da FURG e da UFSC, e optou pelo ingresso no doutorado do Programa de pós-graduação em Oceanografia Física, química e geológica da FURG (Luis Henrique Bordin). Outra aluna trabalha atualmente em um projeto de levantamento de pesca na UNIVALI (Faynna Arendartchuk), uma em uma empresa de consultoria em Geologia (Jessica Finco), uma em empresa de mergulho na Republica

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Dominicana (Ana G. Correa) e outra com professora de Química da Fundação Bradesco (Ana Sofia Cardoso).

Da terceira turma (2017_1) até o momento uma aluna apresentou precocemente a dissertação em 18 meses, com defesa em inglês e encontra-se na Griffith University, Austrália, realizando o Doutorado.

A proposta fortemente vinculada à pesquisa científica, permite que os alunos desenvolvam trabalhos de qualidade em revistas com classificação entre Qualis B2 e A1. A aluna Laís Goncalves Fernandes, publicou o artigo científico resultante da sua dissertação em uma revista Qualis A1 (2013-2016) com índice de impacto de 3,76 (referência abaixo). Os demais alunos publicaram em revistas Qualis B1 e B2:

- Fernandes, L.; Rodrigues, R.R. 2018. Changes in the patterns of extreme rainfall events in Southern B r a z i l . I n t e r n a t i o n a l J o u r n a l o f C l i m a t o l o g y , V 3 8 ( 3 ) : 1 3 3 7 - 1 3 5 2 . A c e s s í v e l e m : https://rmets.onlinelibrary.wiley.com/doi/abs/10.1002/joc.5248.

- Barão, M.V.C.; Ristow, J.P.; Bousfield, M.M.; Barrault, G.F.G.; Klein, A.H.F. 2018. Using seismic data from the oil and gas industry for oceanographic structures detection. Brazilian Journal of Geophysics, 36(1): 5-17. Acessível em: https://sbgf.org.br/revista/index.php/rbgf/article/view/803/598.

- Silveira, Y.G.; Bonetti, J., 2018. Assessment of the physical vulnerability to erosion and flooding in a sheltered coastal sector: Florianópolis Bay, Brazil. Journal of Coastal Conservation, pp.1-12. Acessível em: https://link.springer.com/article/10.1007/s11852-018-0659-0.

- Bordin, L.H., Machado, E.D.C., Carvalho, M., Freire, A.S.; Fonseca, A.L. 2019. Nutrient and carbon dynamics under the water mass seasonality on the continental shelf at the South Brazil Bight. Journal of M a r i n e S y s t e m s , 1 8 9 , p p . 2 2 - 3 5 . A c e s s í v e l e m : https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0924796318301970.

O curso de Mestrado foi concebido com uma única área de concentração em Oceanografia e duas linhas de pesquisa: Dinâmica e Gestão de Sistemas Costeiros (DGSC) e Dinâmica e Gestão de Sistemas Oceânicos (DGSO). O caráter interdisciplinar e o quadro de disciplinas estão inseridos nas duas linhas de pesquisa que permeia pelas cinco subáreas clássicas da oceanografia ((Biologia, Física, Química e Geologia, Gestão Costeira e Oceânica). O quadro de disciplinas foi estruturado de forma a facilitar o desenvolvimento de pesquisas integradoras entre as suas respectivas linhas de pesquisa. As pesquisas tem sido voltadas tanto a temas de ciência de base (teóricos) quanto a temas aplicados a solução de problemas. Tal estrutura organizada em linhas de pesquisa vem possibilitado uma formação

Proposta Curricular

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interdisciplinar de Mestres em Oceanografia. Esta organização pedagógica diferencia o curso da UFSC dos demais cursos oferecidos no Brasil.

Tabela com formação dos docentes:

CORPO DOCENTE, VINCULO UFSC, FORMAÇÃO NA GRADUAÇÃO, FORMAÇÃO DOUTORADO, PÓS-DOUTORADO

1) Alberto Lindner, 2009, Biologia (USP, 1999), Biologia (Duke University, EUA, 2005), USP (2009).

2) Alessandra Larissa D´Oliveira Fonseca, 2009, Biologia (UFPR, 1994), Oceanografia (USP, 2004), UFSC (2009) e Lousiana State University (EUA, 2014).

3) Andrea Santarosa Freire, 1999, Biologia (UERJ, 1985), Oceanografia (USP, 1998).

4) Antônio Fernando Hatter Fetter Filho, 2011, Eng. Mecânica (FURG, 1991), Oceanografia Física (EUA, 2008), NASA/JPL (EUA, 2009).

5) Antonio Henrique Fontoura Klein, 2010, Oceanologia (FURG, 1990), Ciências do Mar (Portugal, 2004), USP (2006).

6) Carla Van der Haagen Custodio Bonetti, 2009, Biologia (USP, 1991), Oceanografia (USP, 2000), FRANÇA (2008) e AUSTRALIA (2015).

7) Felipe Mendonça Pimenta, 2013, Oceanologia (FURG, 1998), Oceanografia Física (EUA, 2009), UNIFEI (2010) e INPE (2011).

8) Jarbas Bonetti Filho, 1998, Geografia (USP, 1987), Geografia (USP, 1996), França (2008) e AUSTRALIA (2015).

9) Juliana Leonel, 2017, Oceanologia (FURG, 2004), Oceanografia (USP, 2007), FURG (2011), USP (2012 e 2013).

10) Leonardo Rubi Rorig, 2010, Biologia (UNISINOS, 1990), Ecologia e Recursos Naturais (UFSCAR, 2005).

11) Marinez Eymael Garcia Scherer, 2010, Biologia (UFSC, 1993), Amb Gestão Rec Vivos Mar (ESPANHA, 2001), UNISUL (2005).

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13) Paulo Antunes Horta Junior, Biologia (USP, 1996), Biologia (USP, 2000), INGLATERRA (2013).

14) Paulo Roberto Pagliosa Alves, 2009, Biologia (UFPR, 1993), Ecologia e Recursos Naturais (UFSCAR, 2004), UFSC (2005, 2009) e EUA (2014).

15) Pedro de Souza Pereira, 2018, Oceanologia (FURG, 2002), Oceanografia Física, Química e Geológica (FURG, 2010).

16) Regina Rodrigues Rodrigues, 2010, Oceanologia (FURG, 1992), Oceanografia Física (EUA,2004), NOAA (EUA, 2007) e IOUSP (2010).

17) Renato Ramos da Silva, 2010, Física (USP-1990), Meteorologia (EUA, 2006).

O Professor Carlos Alberto Eiras Garcia, está vinculado ao PPGOCEANO e UFSC desde 2015, inicialmente como Professor Visitante e desde 2018 como Professor Voluntário.

O corpo docente é altamente qualificado, acumulando experiência de orientações, regularidade e qualidade de produção intelectual na área. Destaca-se o vínculo direto do corpo docente com o Curso de Graduação em Oceanografia da UFSC (com excelente potencial para a captação de estudantes para o mestrado), a existência de infraestrutura material (laboratórios, equipamentos e embarcações de pequeno porte) adequados para a formação de alunos e desenvolvimento de pesquisas. Há inserção do grupo de professores em projetos de pesquisa nacionais e internacionais em rede, o que vem criando temas de investigação e publicações de qualidade. Salienta-se que a integração com a Graduação se dá também através do regimento do PPGOceano, o qual fomenta a participação de alunos do último quatro semestres de graduação em disciplinas da pós-graduação. Estes podem validar até 8 créditos no primeiro ano de ingresso no PPGOceano. O objetivo é diminuir o tempo de permanência no programa e/ou maior dedicação a dissertação.

No que diz respeito ao elenco de disciplinas há, dentro das duas linhas de pesquisa, uma disciplina obrigatória e 20 disciplinas eletivas a serem ofertadas por um corpo docente de 15 professores permanentes e 3 colaboradores (em 2018). Um dos permanente é professor voluntário na UFSC, por já ser aposentado. Dentre os permanentes 6 docentes em 2018 eram PQ do CNPQ. As disciplinas eletivas são oferecidas entre os dois semestres de cada ano, em intervalos de até dois anos. As disciplinas podem ser ministradas de forma concentrada ou ao longo do semestre letivo. Os demais créditos são cursados em disciplinas de Tópicos Especiais, oferecidas pelo PPGOceano ou por outros programas e instituições, desde que reconhecidos pelas CAPES (validação do máximo de 4 créditos - vide tabela abaixo).

No curso de Mestrado Acadêmico o Exame de Qualificação é dividido em duas etapas. A Etapa 1 consta da apresentação do Projeto de Pesquisa (até 6º mês). A segunda etapa é referente a entrega de um

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relatório com resultados parciais e cronograma para defesa (até o 14º mês). No desenvolvimento da dissertação, o discente deverá cursar 16 créditos em disciplinas eletivas e 2 créditos em atividades complementares previstas em regimento (participação de eventos, defesas, palestras, etc.). Salienta-se que na Qualificação e Defesa há um acompanhamento continuado pelo orientador e por um membro das bancas, que é o mesmo durante todo o processo. Ou seja, há uma avaliação continuada do aluno e do orientador, para maior qualidade e efetivo cumprimento de prazos. A banca final é composta por dois avaliadores, sendo pelo menos um externo ao programa.

Adicionalmente o aluno de Mestrado poderá cursar até 30 horas (2 créditos) de estágio docência. Sendo este compulsório a bolsistas da CAPES e FAPESC.

O PPGOceano fomenta a apresentação da dissertação no formato de artigos submetidos a revistas Qualis CAPES A1, A2, B1 ou B2 e/ou capítulo de livros (L1 e L2), bem como a integração preferencial entre as linhas de pesquisa. Para tanto, espera-se formar profissionais com capacidade de inserção na academia e/ou iniciativa privada ou pública, com os seguintes perfis:

- Capacitado para realizar inovações científicas e tecnológicas, - Professores para atuar no magistério superior,

- Capacitados para criar instrumentos e estratégias de resposta ao uso e gestão sustentável da zona costeira e dos oceanos.

Segue a lista de disciplinas obrigatórias e eletivas, carga horária e os professores ministrantes:

OBRIGATÓRIAS

1) Projetos em Oceanografia; (2) 30h/a; Antonio Henrique da Fontoura Klein.

ELETIVAS

1) Análise espacial de dados oceanográficos; (4) 60 h/a; Jarbas Bonetti; 1º Semestre. 2) Análise multivariada de dados oceanográficos; (4) 60 h/a; Carla Bonetti; 1º Semestre.

3) Biogeoquímica do C, N e P e as mudanças globais; (4) 60 h/a; Alessandra Larissa da Fonseca, Juliana Leonel; 1º Semestre.

4) Circulação oceânica e atmosférica do Atlântico Sul; (4) 60 h/a; Regina Rodrigues; 1º Semestre. 5) Direito do mar e legislação aquaviária; (3) 45 h/a; 1º Semestre.

6) Ecologia aplicada a comunidades bênticas marinhas; (4) 60 h/a; Paulo Roberto Pagliosa, Alessadra Larissa da Fonseca; 1º Semestre.

7) Estudos e avaliação de impacto ambiental costeiro e marinho; (5) 75 h/a; Marinez Eymael Sherer; 1º Semestre.

8) Geoacústica submarina e métodos geofísicos associados; (4) 60 h/a; Antonio Henrique da Fontoura Klein; 1º Semestre.

9) Plâncton e processos oceanográficos; (2) 30 h/a; Andrea Freire; 1º Semestre.

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Klein; 2º Semestre.

11) Análise de series temporais; (4) 60 h/a; Antonio F. H. Fetter Filho; 2º Semestre. 12) Geodiversidade do fundo marinho; (4) 60 h/a; Jarbas Bonetti; 2º Semestre. 13) Micropaleontologia marinha; (4) 60 h/a; Carla Bonetti; 2º Semestre.

14) Modelagem numérica dos oceanos e da atmosfera; (4) 60 h/a; Antonio Harter Fetter Filho, Renato Ramos da Silva, Felipe Pimenta; 2º Semestre.

15) Morfossedimentologia de planícies costeiras dominadas por ondas; (4) 60 h/a; Norberto Horn; 2º Semestre.

16) Sedimentologia Costeira e Marinha; (4) 60 h/a; Norberto Horn; 2º Semestre. 17) Estágio Docência I; (1) 15 h/a; A partir do 6º mês.

18) Estágio Docência II; (2) 30 h/a; A partir do 6º mês.

Além disso, dois Tópicos Especiais em Oceanografia (I com 30h/a e II com 60 h/a) são constantemente oferecidos. Em 2018 foram:

1) Tópicos Especiais em Oceanografia I (Advances Techniques for Hybrid Downscaling of Coastal Flooding); (2) 30h/a; 1º Semestre 2018.

2) Tópicos Especiais em Oceanografia II (Tópicos Avançados em Gestão Integrada da Zona Costeira); (4) 60h/a; 1º Semestre 2018.

3) Tópicos Especiais I (Aspectos Geológicos da Margem Continental Sul e Sudeste do Brasil) (2) 30h/a; 1º Semestre 2018.

4) Tópicos Especiais em Oceanografia I (Coastal Management); (2) 30h/a; 2º Semestre 2018.

5) Tópicos Especiais em Oceanografia I (Estudos Morfodinâmicos Através de Vídeo Imageamento); (2) 30h/a; 2º Semestre 2018.

6) Tópicos Especiais em Oceanografia I (Recifes de Coral); (2) 30h/a; 2º Semestre 2018.

7) Tópicos Especiais em Oceanografia I (Sismoestratigrafia & Estratigrafia de Sequências); (2) 30h/a; 2º Semestre 2018.

8) Tópicos Especiais em Oceanografia II (Introdução à Dinâmica de Estuários); (4) 60h/a; 2º Semestre 2018.

9) Tópicos Especiais em Oceanografia II (Métodos Matriciais Aplicados a Oceanografia); (4) 60h/a; 2º Semestre 2018.

10) Tópicos Especiais em Oceanografia II (Modelagem de Emissários em Ambientes Marinhos); (4) 60h/a; 2º Semestre 2018.

11) Tópicos Especiais em Oceanografia II (Poluição Marinha); (4) 60h/a; 2º Semestre 2018.

Adicionalmente os alunos devem realizar:

1) Qualificação Etapa 1 (6º mês) e Etapa 2 (até 14º mês). Para fazer a Etapa 2 da Qualificação os alunos devem ter cumprido na integra a carga horária (18 créditos) e ter média ponderada igual ou maior que 7,0 (Conceito B).

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2) Dissertação de Mestrado; (6) 90h/a; após a qualificação. Para aprovação a nota deve ser maior ou igual a 7,0 (conceito B), sendo o aluno aprovado sem modificações, com modificações ou reprovado.

QUADRO PARA PONTUAÇÃO DOS CRÉDITOS-ATIVIDADES

Tipo; CAPG; Créditos

Participação em eventos científicos internacionais com a publicação do trabalho completo, como autor principal; Prod.Intelectual;1,5

Participação em eventos científicos nacionais ou regionais com a publicação do trabalho completo, como autor principal; Prod.Intelectual;1,0

Participação em eventos científicos internacionais com a publicação de resumo ou resumo expandido, como autor principal; Prod. Intelectual; 0,5

Participação em eventos científicos nacionais ou regionais com a publicação de resumo ou resumo expandido, como autor principal; Prod. Intelectual ; 0,25

Apresentação oral ou painel em eventos científicos internacionais; Prod. Intelectual; 0,5

Apresentação oral ou painel em eventos científicos nacionais ou regionais; Prod. Intelectual; 0,25

Publicação de artigo em revista especializada (ou aceito pela revista); Prod. Intelectual; 2,0

Publicação de livro de sua própria autoria; Prod.Intelectual;2,0

Publicação de capítulo de livro; Prod. Intelectual; 1,5

Organização de livro; Prod. Intelectual; 1,0

Comissão de periódico; Prod. Intelectual; 0,5

Participação em comissão organizadora de evento científico; Seminário; 0,5

Participação, como ouvinte, em qualificações ou defesas de mestrado e doutorado em áreas afins – a cada 8; Seminário;1,0

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Palestrante ou moderador em mesa redonda e ministrante de minicursos; Seminário;0,5

Participação de palestras em áreas afins – a cada 8; Seminário;1,0

Participação do colegiado do programa como representante discente (por ano); 0,5

O PPGOceano tem em seu processo de formação uma avaliação continuada em todas as fases de formação:

1) Incentiva-se que as dissertações envolvam mais de uma área da Oceanografia sempre que possível; 2) Encoraja-se que os alunos participem de disciplinas das duas linhas de pesquisa a fim de terem formação interdisciplinar na Oceanografia;

3) Está sendo implementado o Comitê de Acompanhamento do Desenvolvimento da Dissertação (CADDI). O CADDI será composto por dois docentes, avaliará o projeto de dissertação ao final do primeiro semestre (primeira fase da qualificação). Posteriormente, o CADDI irá avaliar a apresentação de resultados ao final do primeiro ano (segunda fase de qualificação). O comitê terá a função de ajudar a direcionar a dissertação, avaliando se o estudo pode ser feito no prazo estipulado (24 meses). Na Defesa, a participação de pelo menos um dos integrantes do CADDI permitirá a avaliação mais integrada do crescimento científico e profissional do discente.

4) Uma integração com as Ciências Exatas e Engenharias está sendo fomentada, aproveitando o potencial que a UFSC apresenta nesta área.

5) Estimula-se, regimentalmente, que os alunos dos últimos quatro semestres de graduação da UFSC, possam participar das disciplinas do PPGOceano, e que estas sejam no futuro validadas como créditos para o mestrado. Esta possibilidade visa atrair alunos ao programa, assim como diminuir tempo de formação, melhorando a qualidade das dissertações. Um aluno dedicado pode regimentalmente concluir a Graduação em Oceanografia em 4,5 anos, sendo o último dedicado para Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). O aluno reduz o tempo no mestrado pois pode adiantar disciplinas eletivas do PPGOceano, cursadas nos últimos períodos da graduação. Isso significa a possibilidade de diminuição do tempo de formação (Bacharelado + Mestrado) de 7 anos para 5,5 anos. Um TCC pode ser continuado no Mestrado, fazendo com que o aluno avance mais rápido em sua pesquisa, realizando análises mais detalhadas e profundas. Isto também aumenta a probabilidade de publicação de artigos com maior impacto/Qualis científico. Em 2018, a aluna Ana Paula da Silva, egressa da Oceanografia da UFSC, matriculada na turma de 2017-1 no PPGOceano, defendeu no prazo de 18 meses, sendo a defesa realizada em língua inglesa, com a participação do Prof. Hein da Virginia Marine Science (VIMS, EUA) e do Prof. Tércio Ambrizzi (IAG-USP).

As disciplinas contam com a ferramenta MOODLE que facilita a disponibilização de recursos e materiais didáticos. Além disso, as palestras do programa, sempre que possível e com disponibilidade de recursos,

Experiências inovadoras de formação

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estão sendo disponibilizadas via o site:

http://ppgoceano.paginas.ufsc.br/videos-palestras-e-seminarios-tv-led

As bancas de qualificação e defesa podem ser feitas via teleconferência, a fim de diminuir os investimentos em deslocamento das bancas, bem como permitir a participação de pesquisadores de outras instituições, estados e mesmo de outros países. Houve em 2017 uma adaptação institucional a nova realidade econômica e a UFSC mudou o Estatuto permitindo e regulamentando esta possibilidade, que foi então assimilada no regimento do PPGOceano.

Existe um projeto na UFSC para gravar aulas e deixar estas disponíveis no servidor. O PPGOceano estará se candidatando a ser um dos cursos com aulas on-line. Mas há um entrave burocrático, exigência de 75% de frequência em sala de aula em cursos presenciais. Estas aulas num primeiro momento podem apenas ser um complemento para tirar dúvidas.

18 22 14 NA NA NA

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) apresenta um conjunto de laboratórios e equipes de docentes, técnicos e pesquisadores lotados em diferentes departamentos que atuam nas áreas de Oceanografia. O Programa de Pós-Graduação em Oceanografia (PPGOceano) usufrui desta infraestrutura

Oferta e Demanda de vagas

Número de vagas ofertadas no ano - Mestrado

Número de inscritos no ano - Mestrado

Número de aprovados no ano - Mestrado

Número de vagas ofertadas no ano - Doutorado

Número de inscritos no ano - Doutorado

Número de aprovados no ano - Doutorado

Infraestrutura

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de laboratórios, que fomentam e subsidiam estudos e pesquisas nas mais variadas subáreas da Oceanografia e Gestão Costeira. Com a migração do curso para o Centro de Ciências Físicas e Matemáticas (CFM), foi disponibilizado uma área de aproximadamente 600 m2 (Bloco D – CFM) para alocação de novos laboratórios, áreas de permanência de professores e alunos. Em 2017 ficaram disponíveis dois laboratórios didáticos (aproximadamente 100 m2) exclusivos do grupo de Oceanografia, onde aulas práticas tem sido ministradas. Adicionalmente, uma área de aproximadamente 1000 m2 está sendo construída com recurso da FINEP e deve ser finalizada em 2019.

Os laboratórios que neste momento servem de apoio às atividades do PPGOceano são:

-Laboratório de Oceanografia Química - Biogeoquímica marinha (Implantado em 2016): O LOQuim da Coordenadoria Especial de Oceanografia da UFSC visa dar suporte as atividades de pesquisa, ensino de pós-graduação e de extensão no âmbito da Oceanografia Química. Neste espaço são processadas amostras de água e de sedimento para análise química de elementos traços, compostos orgânicos e nutrientes proveniente de ambiente continental e marinho. Amostras da biota também podem ser processadas para avaliar a composição química e o acúmulo de elementos químicos nos tecidos. O laboratório conta com área destinada à experimentação in vitro, permitindo avaliar a transformação da matéria nos diferentes compartimentos dos ecossistemas marinho-costeiros. Os dados gerados visam compreender o transporte e a transformação da matéria na interface terra-mar, na plataforma continental rasa e no oceano profundo; com enfoque aos impactos das atividades antrópicas e às mudanças globais. As atividades desenvolvidas, por meio de uma abordagem multidisciplinar, abordam a ecologia de ecossistemas marinho-costeiros e dos compartimentos oceânicos. O laboratório conta com um técnico laboratorial de análise química e equipamentos como espectrofotômetro, geladeira para incubações e freezer, balanças analíticas, estufa, muflas, destiladores, deionizador, garrafas de Van Dorn e bombas à vácuo.

- Laboratório de Oceanografia Costeira (LOC), que pertence a Coordenadoria Especial de Oceanografia e tem como objetivo desenvolver pesquisas oceanográficas e sedimentológicas, com ênfase nos sistemas costeiros abrigados (estuários, lagunas, baías e enseadas, praias e plataforma continental interna). Encontra-se localizado na Estação de Maricultura da Barra da Lagoa em Florianópolis e seus integrantes têm atuado no curso de graduação em Oceanografia e também no programas de Pós-Graduação em Geografia da UFSC (nível de doutorado principalmente). O laboratório encontra-se equipado para a realização de pesquisas, diagnósticos e monitoramentos costeiros e marinhos nas temáticas de Geomorfologia costeira e submarina, Sedimentologia, Geoacústica marinha e Hidrografia, Hidroquímica, Circulação costeira, Indicadores biossedimentológicos (foraminíferos e tecamebas), e Análise de riscos costeiros e marinhos. Para o desenvolvimento dessas investigações tem priorizado o emprego de técnicas de processamento digital de dados espaciais do meio marinho através da utilização de softwares de integração estatística multivariada e tratamento de bases de dados georreferenciadas (Sensoriamento Remoto e SIG), bem como modelagem numérica de processos costeiros. Sua infraestrutura foi obtida a partir de projetos de pesquisa financiados pela Canadian International Cooperation Agency (CIDA), Fundo

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Nacional para o Meio Ambiente, PETROBRÁS, CNPq (Instituto do Milênio), MCT (CT-Hidro), FINEP, FAPESC, CAPES (Ciências do Mar), MMA, Fundo Clima, entre outras agências de fomento. Participa ativamente de quatro - Institutos Nacionais do CNPQ.

- Laboratório de Dinâmica dos Oceanos (LABDINO) pertence Coordenadoria Especial de Oceanografia e tem como objetivo desenvolver pesquisas nas áreas de circulação costeira e no oceano profundo, estudando seus efeitos no clima, biodiversidade, poluição marinha e energias renováveis. Vem atuando nos cursos de graduação de Oceanografia e Meteorologia. O laboratório encontra-se equipado para a realização de campanhas oceanográficas costeiras, modelagem numérica e processamento de imagens digitais. Sua infraestrutura consiste em 8 computadores desktop, 4 notebooks, 1 Tablet Samsung,1 CTD Castaway, 1 Perfilador de Ventos LIDAR, 1 estação meteorológica completa e um cluster SGI de alto desempenho. Estes equipamentos foram obtido a partir de projetos de pesquisa financiados pelo CNPq, FNDCT, MCT. Dentre os principais convênios mantidos no laboratório, destacam-se: Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia do Mar - Centro de Oceanografia Integrada (INCT-Mar COI); Componente OCEANO do Programa em Mudanças Climáticas – Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCT-Clima), o Núcleo de Apoio à Pesquisa – MUDANÇAS CLIMÁTICAS (NapMC) e o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia - Energias Fluviais e Oceânicas (INCT/INEOF).

- Laboratório de Clima e Meteorologia pertence ao Departamento de Física da UFSC e tem por principal objetivo prover suporte para análise de dados meteorológicos e climáticos e modelagem numérica da atmosfera e dos oceanos. Atua principalmente no suporte a alunos de graduação e pós-graduação nas áreas de Oceanografia, Física e Meteorologia. O laboratório é equipado com 08 computadores de suporte e um cluster de alto desempenho, recebendo financiamento pelo Projeto Universal do CNPq, Projeto CHUVA (INPE), Rede Clima (Sub-rede em desastres naturais); Projeto REMAN (Rede de Monitoramento de Eventos Extremos na Amazônia) e Programa LBA (Large-Scale Biosphere-Atmosphere Experiment in Amazonia).

- Laboratório de Crustáceos / Plâncton pertence ao Departamento de Ecologia e Zoologia da UFSC e tem por objetivos: 1) desenvolver pesquisas sobre ecologia de larvas de crustáceos, ovos e larvas de peixes, larvas de invertebrados, eufausiáceos e copépodos 2) desenvolver pesquisas com caranguejos das ilhas oceânicas brasileiras e crustáceos em unidades de conservação e/ ou de interesse econômico. Esses estudos são realizados na Baía Norte e Sul (Florianópolis, SC), Reserva Biológica Marinha do Arvoredo (SC), Atol das Rocas, Fernando de Noronha, Arquipélago de São Pedro e São Paulo, Abrolhos e Ilha da Trindade. 3) desenvolver atividades de extensão relacionados a educação ambiental e pronto atendimento de animais marinhos e silvestres. O Laboratório de Crustáceos/Plâncton está equipado com 4 microscópios estereoscópicos e 4 computadores e periféricos. Dentre os principais projetos mantidos, cita-se Ecologia e Concita-servação da Fauna Demersal das Baías Norte e Sul da Ilha de Santa Catarina, com vigência até 2014 e que recebe apoio financeiro da FAPESC. O Projeto Monitoramento de longa duração das comunidades recifais das ilhas oceânicas brasileiras recebe apoio financeiro do MCTI/CNPq e tem por parceiros a UFRJ, UFES e UFCE.

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- Laboratório de Biodiversidade e Conservação Marinha situa-se no NEMAR (Núcleo de Estudos do Mar) da UFSC e tem por objetivo realizar estudos acerca da Ecologia de Comunidades Bênticas Marinhas. Atua nos cursos de graduação em Oceanografia e Biologia e nos programas de Pós-Graduação em Ecologia e Botânica. O laboratório encontra-se equipado com 02 computadores, 03 microscópios estereoscópicos e 01 microscópio óptico, além de material para coletas em campo e processamento de amostras de bentos em laboratório, tendo convênios firmados com centros nacionais e internacionais. Os projetos de pesquisa contam com o apoio da FAPESC, CNPq e CAPES. O laboratório também dispõe da estrutura de salas, equipamentos e 02 técnicos para análises sedimentológicas e bioquímicas, de uso comum pelos pesquisadores e discentes vinculados ao NEMAR.

- Laboratório de Ficologia (LAFIC) do Depto de Botânica, CCB-UFSC realiza pesquisa, ensino de pós-graduação e prestação de serviços. Apresenta duas seções em ambientes separados: Seção de Microalgas e Seção de Macroalgas. As linhas de pesquisa envolvem a taxonomia, ecologia, ecofisiologia e biotecnologia de algas. Os trabalhos técnicos abrangem a análise qualitativa e quantitativa do fitoplâncton e fitobentos, ensaios ecotoxicológicos com algas e avaliações ambientais integradas de ecossistemas aquáticos, com ênfase em marinhos. O Laboratório de Ficologia tem seus participantes trabalhando no litoral Brasileiro em projetos de larga escala desde 2008. Composta por espaços destinados às diferentes atividades de laboratório e 3 Salas de Cultura (micro e macroalgas) com controle ambiental. Apresenta várias cepas de microalgas e ainda conta com o setor de algas do Herbário FLOR (Index Herbariorum). O LAFIC conta com estrutura para trabalhos de microscopia (processamento de imagem, microscopia invertida etc.); acesso ao Laboratório Central de Microscopia Eletrônica (LCME – UFSC); infraestrutura para coleta, isolamento e cultivo de microalgas. Os trabalhos envolvendo biologia molecular são realizados em laboratórios parceiros dentro e fora do departamento de Botânica da UFSC. Principais equipamentos: microscópios de pesquisa com analisadores de imagem (2), microscópio invertido, microscópios ópticos (6) espectrofotômetros (2), fluorímetro de pulso de amplitude modulada, radiômetro UVA e UVB, refratômetros (2), condutivímetros (2), turbidímetro, oxímetro, phmetros (2), estufas (6), incubadoras com fotoperíodo (5), medidores de CO2 – IRGA (2), câmaras de cultivo de pequena e média escala, agitadores orbitais (3), GPS (2), computadores (10), analisador de Carbono Orgânico Total, equipamentos de mergulho, câmaras tipo DBO com controle de luz e temperatura (04), destilador de água (01), geladeira (02), freezer (02), agitador magnético (01), centrífuga (01), mesocosmos com temperaturas e irradiância independentes em casa de vegetação climatizada (16 em Santa Catarina e 16 em Arraial da Ajuda- BA , Projeto Coral Vivo), Ultrafreezers (5), capela, bomba a vácuo, bomba para bombear água salgada, além de acessórios e equipamentos de amostragem de água e sedimentos.

- Laboratório de Gestão Costeira Integrada (LAGECI): é integrante da coordenadoria Especial de Oceanografia e tem como objetivos desenvolver atividades de estudos experimentais e/ou análises com fins de produção de resultados teóricos ou práticos, voltados ao ensino, pesquisa e extensão no contexto do planejamento e gestão da zona costeira catarinense e brasileira. No foco das atividades do laboratório estão temas como governança costeira, gestão de praias, análise dos serviços ambientais de

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ecossistemas e ambientes costeiros, planejamento espacial marinho, unidades de conservação costeiro-marinhas, redes de intercâmbio regionais, nacionais e internacionais relevantes ao tema. O LAGECI tem também objetivo de otimizar as atividades que já vem sendo desenvolvidas pelo Grupo de Pesquisa em Gestão Costeira Integrada da UFSC, devidamente registrado no CNPq. Projetos atuais envolvem análise de serviços ecossistêmicos do Sistema Ambiental da Ilha de Santa Catarina; subsídios para o manejo de Unidades de Conservação Costeiro e Marinhas; Coordenação da Rede Ibero Americana de Gestão Costeira Integrada (Rede IBERMAR) e do Fórum do Mar do Brasil.

- Laboratório de Biodiversidade Marinha: pertence ao Departamento de Ecologia e Zoologia da UFSC e desenvolve pesquisas com foco em invertebrados marinhos, notadamente nas áreas de zoologia, ecologia, evolução e oceanografia. O Laboratório também tem como objetivo compartilhar esse conhecimento por meio de atividades de extensão e do ensino nos cursos de graduação em Oceanografia, Ciências Biológicas e Engenharia de Aquicultura, e nos cursos de pós-graduação em Ecologia e Oceanografia da UFSC. A infraestrutura do laboratório inclui microscópios, equipamentos para obtenção de sequências de DNA, e espaço para armazenamento de amostras secas, em álcool e em formol. Dentre os projetos executados e em execução destacam-se Biodiversidade Marinha do Estado de Santa Catarina (http://biodiversidade.ufsc.br/), PELD-Ilhas Oceânicas (http://www.sisbiota.ufsc.br/peld.html) e MAArE (http://www.maare.ufsc.br/). Outras atividades de pesquisa, ensino e extensão podem ser consultadas na página do laboratório na internet: http://www.lindnerlab.ccb.ufsc.br/.

Informações adicionais:

O PPGOceano possui caráter de funcionamento em rede multi e interdisciplinar entre os Centros de Ensino, Departamentos e Laboratórios da UFSC. Os docentes possuem salas em seus departamentos de origem e espaço para acolher seus orientandos. Nas primeiras fases de funcionamento do curso os laboratórios participantes da rede absorveram a demanda computacional e de equipamentos dos alunos que desenvolvem assuntos com interdisciplinaridade de sua área de interesse.

Com relação à infraestrutura administrativa exclusiva para o programa, com a migração para o CFM mudou de 28 m2 para 40 m2 e agora esta se encontra no Prédio denominado de Blocos Modulados do CFM, sala B14. Neste processo de migração, o programa agora conta com uma sala exclusiva para suas aulas (Sala 11, Bloco D) e, quando necessário, pode contar com as salas disponibilizadas pelo Centro de Ciências Físicas e Matemáticas (CFM).

No contexto de funcionamento em rede multi e interdisciplinar o PPGOceano conta com a infraestrutura da Universidade Federal de Santa Catarina. Citam-se a seguir aquelas de maior relevância ao PPGOceano:

• Fortalezas

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localizada na Praia do Forte na Ilha de Santa Catarina (Florianópolis) e a Fortaleza de Santa Cruz, localizada na Ilha de Anhatomirim, distante cerca de 4 Km do norte da Ilha de Santa Catarina. Fazendo parte do complexo da Fortaleza de Santa Cruz/Anhatomirim existem salas e alojamentos que podem ser utilizados como base avançada para pesquisas relacionadas ao PPGOceano. Existem embarcações que fazem o percurso de ida e volta até a ilha, diariamente, permitindo o uso do local por um ou mais dias. Já no Forte de São José da Ponta Grossa existem instalações passíveis de acomodar atividades de pesquisa e ensino relacionadas ao PPGOceano (salas).

•Laboratórios de Maricultura

O PPGOceano pode contar com o apoio de laboratórios de maricultura vinculados ao Departamento de Aquicultura da UFSC. Este departamento conta com cinco Laboratórios para desenvolvimento de projetos de Pesquisa: Estação de Maricultura da Barra da Lagoa: Laboratório de Piscicultura Marinha (LAPMAR), Laboratório de Camarões Marinhos (LCM), Laboratório de Moluscos Marinhos (LMM); o Laboratório de Biologia e Cultivo de Peixe de Água Doce (LAPAD) situado na Lagoa do Peri; e o Laboratório de Diagnóstico e Patologia em Aquicultura (LADPAQ), situado na Estação do Mangue do Itacorubi. Em Barra do Sul, município ao norte de Santa Catarina, dispõe-se ainda da Fazenda Experimental Yakult.

•Laboratório de Vibrações e Acústica (LVA)

Com relação à área de acústica submarina, o Laboratório de Vibrações e Acústica do Departamento de Engenharia Mecânica, possui parceria com o Laboratório de Oceanografia Costeira, com o qual vem trabalhando nos últimos anos em projetos relacionados com sonares e sistemas sísmicos submarinos. Nos últimos 5 anos o LVA desenvolveu três projetos com o apoio do FINEP, envolvendo redução de ruído externo de veículos, otimização das características vibro-acústica de compressores herméticos e desenvolvimento de transdutores piezoelétricos. A maior parte das pesquisas desenvolvidas pelo LVA relaciona-se a: 1) desenvolvimento de software para a predição dos níveis de ruído em plataformas offshore baseado na Análise Estatística Energética (Statistical Energy Analysis - SEA); 2) desenvolvimento de modelos numéricos empregando o Método de Elementos Finitos (Finite Element Method - FEM) e o Método de Elementos de Contorno (Boundary Element Method - BEM); 3) desenvolvimento de modelos numéricos empregando SEA do ruído interno de veículos; 4) estudos numéricos e experimentais das fontes de ruído e vibrações em compressores herméticos; 5) identificação das principais fontes de excitação; 6) desenvolvimento e validação experimental de modelos numéricos empregando FEM e BEM de vários componentes; 7) modelagem de propagação acústica na coluna de água e na subsuperfície.

•Laboratório Central de Microscopia Eletrônica da UFSC

O PPGOceano pode contar ainda com a infraestrutura do Laboratório Central de Microscopia Eletrônica da UFSC (LCME). O LCME constitui-se em um órgão suplementar da UFSC, e tem por finalidade alavancar a pesquisa científica e tecnológica desenvolvida na própria UFSC, assim como em outras instituições

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parceiras, tanto no aspecto qualitativo quanto quantitativo, mediante a disponibilização de recursos de microscopia eletrônica. Este laboratório conta com os seguintes equipamentos: JEM-1011 TEM (Destinado a análises de sistemas orgânicos/biológicos); JEM-2100 TEM (Destinado a análises de metais e cerâmicas); JSM-6390LV Scanning Electron Microscope (Microscópio de varredura convencional com filamento de tungstênio); JEOL JSM-6701F Scanning Electron Microscope; Leica DMI6000 B Microscope, além de recursos para preparação de amostras.

•Disponibilidade de Infraestrutura no Sul e Norte do Estado

A Universidade Federal de Santa Catarina conta com mais dois Campi localizados em municípios costeiros, Araranguá e Joinville. Estes dois Campi contam com infraestrutura de salas de aula, bibliotecas, auditórios que podem ser utilizados pelos mestrando e doutorandos do PPGOceano que realizem pesquisas no sul do estado. No Campus de Araranguá estão laboratórios de pesquisa e de desenvolvimento de soluções tecnológicas nas áreas de automação e robótica móvel (LARM) e Experimentação Remota (RexLaB), os quais podem vir a auxiliar projetos de pesquisa vinculados ao PPGOceano. Neste está em andamento um projeto com medição de ventos sobre a superfície do oceano para aproveitamento energético. Já o Campus Joinville conta com laboratórios de informática e diversos laboratórios relacionados a engenharias, potencialmente colaboradores do PPGOceano.

•Base de Observação do Oceano e Atmosfera (BOOA): A Base de Observação do Oceano e Atmosfera (BOOA) foi construída com recursos do CNPq (406801/2013-4), através de uma parceria realizada entre a UFSC e a empresa "Plataforma de Pesca Entremares" de Balneário Arroio Silva, SC. O objetivo é a instalação de equipamentos para medições (séries temporais) de diversos parâmetros oceanográficos e meteorológicos. O BOOA possui a vantagem de ser uma plataforma fixa, segura, de baixo custo de manutenção, fácil acessibilidade e possibilidade de apoio a futuros projetos. Os projetos arquitetônicos e estruturais foram concluídos de Agosto a Outubro de 2015. A obra do laboratório, incluindo a alvenaria estrutural, pintura, instalação de pisos, janelas e instalação da parte elétrica foi realizada de 15/02/2016 a 05/08/2016. Devido a antecipação de uma torre meteorológica, foi necessária a contratação de um projeto e a instalação de um para-raios na plataforma. Em dezembro de 2016 um LIDAR (perfilador de ventos) foi finalmente instalado na laje do laboratório para medições dos ventos oceânicos. Até o presente, o LIDAR já completou mais de dois anos de coleta de dados. Também foi instalado um sensor de temperatura do mar nos pilares da plataforma. A estrutura da laje do laboratório foi calculada para suportar a instalação de uma torre meteorológica de alumínio auto-portante de 10 m de altura. A mesma foi instalada no final de 2016 e conta com sensores de velocidade e direção do vento, temperatura do ar, umidade, pressão atmosférica. Por estar acima do laboratório da Plataforma de Pesca Entremares, a altura das medições pelo anemômetro sônico corresponde a 20 m acima do nível médio do mar. Através de uma colaboração da UFSC com a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (EPAGRI) dados da estação meteorológica do BOOA estão sendo disponibilizados em tempo real através do portal Litoral-Online do EPAGRI/CIRAM, disponível http://ciram.epagri.sc.gov.br

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• Laboratório de Estudos dos Oceanos e Clima (LEOC), coordenado pelo professor voluntário Carlos Alberto Eiras Garcia, que dispõe da seguinte infraestrutura: estações de trabalho, notebooks (SO: Linux, Windows e OS Mac), discos externos de alta capacidade de armazenamento, impressoras, entre outras facilidades: i) Equipamentos de Oceanografia Física: Inclui 2 sistemas de Roseta/CTD da SeaBird, de 24 e 12 garrafas de 5 litros cada, constituído dos sensores de condutividades, temperatura, oxigênio dissolvido, fluorescência estimulada e atenuação da luz; três sistemas de coleta de dados de correntometria e dados termosalinos (moorings), constituídos de ADCP, correntômetros Aanderaa, e microcats da seaBird; L-ADCP para coleta de correntes durante as estações oceanográficas; e ii) Equipamentos óticos: sensor hiperspectral (136 bandas) para medições da refletância espectral da coluna de água do mar; bóia radiométrica (8 bandas) para medições da refletância da superfície do mar; sensor de medição do retroespalhamento da luz do mar (532 e 660nm) e de 6 bandas (Hidrolab); sensor de medição da absorção da atenuação e absorção da luz do mar (9 bandas); sensor da radiação PAR na coluna da água do mar; sensor de fluorescência estimulada, sensor de atenuação da luz (660nm).

Quanto aos equipamentos adquiridos em 2018:

- 1 (um) ADCP de 1 MHz da Teledyne RDI – Valor R$ 70.017,50;

- 3 (três) boias instrumentadas da empresa AXYS, com sensores para medições de propriedades meteo-oceanográficas (Valor total US $ 458,680);

- 3 (três) ADCPs da Nortek (2 Aquadopp 600 kHz e 1 Signature 1 Mhz) - Valor US$ 96.070; - 50 (cinquenta) sensores de temperatura TIDBIT - Valor R$ 30.621,46;

- 1 (um) Rheometro de Imersão - Anton Paar – Valor R$ 74.718,87;

- 1 (uma) boia instrumentada da empresa AXYS, com sensores para medições de propriedades meteo-oceanográficas US $157,000;

- 5 (cinco) sondas multiparamétricas AAQ RINKO – Valor US $ 129,300;

- 1 (um) Chirp ou perfilador de sub-superfície marca EdgeTech Modelo SB-512i + 1 topside 3200-XS, 1 monitor Dell, 1 mouse, 1 teclado – Valor R$ 650.000,00

1 (um) Sistema Sparker, equipamento para aquisição e processamento de dados geofísicos marinhos -Meridata: 1 MDCS data aquisition system, 1 HD externo, 1 Seismic profilling subsystem (Sparker) com 32 filamentos de eletrodo e 100 metros de cabo, 2 eletrodos ELC1050L 10-300 J, 2 eletrodos ELP790 100-3000 J, 2 eletrodos EDL1020 400-2000 J, 1 cabo de 100 m do equipamento Sparker, 1 antena DGNSS, 1 software de processamento e interpretação MDPS, 1 conversor de dados SEG-Y. Valor: ~ R$ 605.21. - 2 (dois) notebooks e um liberador acústico pelo projeto OBS (LOC e LABDINO) – Valor R$ 250.000,00 - Programa SMS v12.2 Generic Model Interface (gerador de grades não estruturadas)- Valor $ 1.450,00

Através da Superintendência de Governança Eletrônica e Tecnologia da Informação e Comunicação da UFSC, site http://setic.ufsc.br/, os docentes, técnicos administrativos e discentes do PPGOceano tem acesso a uma série de recursos de informática, sendo os mais importantes:

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1) Rede de internet sem fio da UFSC através do ID UFSC e Rede internacional de internet "education roam (eduroam)": ambas viabilizam livre acesso à internet por toda a UFSC e fora desta quando presente. Todos os laboratórios, salas de aula, sala de permanência dos discentes, bem como os gabinetes dos professores, dispõem de microcomputadores ligados à rede do Núcleo de Processamento de Dados (NPD) da UFSC;

2) Rede VPN para acesso remoto a redeUFSC - Permite conectar-se à redeUFSC a partir de qualquer conexão de rede com acesso à Internet, facilitando acesso a sistemas e ao Portal de Periódicos;

3) Além da compra e instalação de softwares pela UFSC, há o Serviço de Terminal de Software (site- site http://servicosti.sistemas.ufsc.br/publico/detalhes.xhtml?servico=107), que provê uma infra-estrutura de servidores virtuais compartilhados onde várias pessoas podem ao mesmo tempo utilizar diversos aplicativos disponibilizados pela UFSC, incluindo aplicativos licenciados de diversas áreas (matemática, tratamento de imagem, CAD, suíte de escritório, etc.). Desta forma pode-se utilizar os aplicativos sem precisar ter os mesmos instalados no computador, a partir de qualquer computador conectado à redeUFSC (Sistema Desktop Gerenciado).

Três tipos de terminais estão disponíveis:

-Terminal de software de uso geral, disponível para servidores técnicos/administrativos e docentes. -Terminal de software acadêmico, disponível para alunos.

-Terminal de softwares administrativos, disponível para servidores técnicos/administrativos e docentes.

Há no Terminal de Software (Acadêmico e Corporativo) os seguintes softwares: 3ds Max 2016, Acrobat Reader DC, Adobe Acrobat Distiller X, Adobe Acrobat X Pro, Adobe After Effects CS6, Adobe Audition CS6, Adobe Content Viewer, Adobe Creative Cloud, Adobe Dreamweaver CS6, Adobe Encore CS6, Adobe Fireworks CS6, Adobe Flash Builder 4.6, Adobe Flash Professional CS6, Adobe Illustrator CS6 (64 Bit), Adobe InDesign CS6, Adobe LiveCycle ES2, Adobe Master Collection CS6, Adobe Photoshop CS6 (64 Bit), Adobe Prelude CS6, Adobe Premiere Pro CS6, Adobe SpeedGrade CS6, ANAREDE 9.7.5, Applied Biosystems, AutoCAD 2016 - English, AutoCAD Map 3D 2016 - English, BEASTv1.8.2, BioEdit, CEPEL, ChemSep, CorelDRAW Graphics Suite X6 (64-Bit), ECONOMATICA, eDrawings 2015 x64, Edition, Enterprise Architect, FontForge, IM Data Editor 2016, Image LabInfrastructure Admin 2016, LAS AF Lite, Leica LAS AF Lite, LibreOffice 5.0, Maintenance MATLAB, Matlab CAPE-OPEN Thermo Import, Matlab CAPE-OPEN Unit Operation, MATLAB R2013a, Microsoft Office 2013, Mozilla Firefox, Multiflash 6.0, Notepad++, novaPDF 7, R - Online, R i386 3.2.2, R x64 3.2.2, Raster Design 2016 on AutoCAD 2016 – English SDS 2.4, SOLIDWORKS 2015, Start CCM, STATISTICA, TreeSize Free.

Adicionalmente os docentes, técnicos administrativos e discentes do PPGOceano têm acesso a:

4) Rede de Computadores da Biblioteca Central para realização de levantamentos bibliográficos;

5) Sala de Informática do Departamento de Física CFM da UFSC: conta com 20 computadores e com uma ampla variedade de softwares livres de interesse direto à Oceanografia.

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seminários de qualificação, dissertações de mestrado, palestras, conferências e outros eventos, a qual conta com o suporte de aparelhos de multimídia (Datashow, Computador, entre outros).

7) Sala da secretaria e coordenação: conta com 2 computadores de mesa, 1 data-show, 1 impressora laser com fax, um scanner de alta capacidade, telefone, 1 TV LED de 50 polegadas para videoconferência e um roteador wireless. Demais necessidades de impressão e scanner, como A3 e fotocópias coloridas são utilizadas as impressoras da Direção do CFM. Além disso, o PPGOceano possui cotas para impressão (fotocópias) que complementam as necessidades da secretaria e da coordenação. O PPGOceano também conta com recursos gráficos obtidos através da Pró-Reitoria de Pós-Graduação da UFSC.

8) Rede de Computadores e Servidores associados a cada laboratório, onde desenvolvem as atividades da dissertação: pode-se dizer que todos os pós-graduandos dispõem de computadores pessoais conectáveis sem fio à redeUFSC, todavia, os trabalhos que demandam de máquinas com maior capacidade de processamento, softwares especializados ou outros equipamentos especiais encontram o apoio nos laboratórios e nos projetos dos professores.

9) Há disponibilidade no Grupo de Oc. Física (LABDINO) de uma SGI Rackable Cluster, para computação de alto desempenho e backup, com as seguintes características: SGI Rackable Cluster configurado com:

- 1 SGI Rack de 20Us com PDUs Single Phase

- 4 compute nodes contidos em 2 servidores SGI C2112-4G10, sendo cada node configurado com: - 32 Cores em 2 sockets AMD Opteron Sixteen-Core 6272 de 2.1-GHz, com 16MB cachê, 6.4 GT/s; - 64-GB de memória DDR3 1600 MHz;

- 1(um) disco SATA2 de 1000-GB 7200 RPM; - 2 (dois) ports Gigabit Ethernet;

- 1 (um) port Infiniband QDR 4x

- 1 compute nodes SGI C2108-G9, cada um configurado com:

- 32 Cores em 2 sockets AMD Opteron Sixteen-Core 6272 de 2.1-GHz, com 16MB cachê, 6.4 GT/s; - 64-GB de memória DDR3 1600 MHz;

- 1(um) disco SATA2 de 1000-GB 7200 RPM; - 2 (dois) ports Gigabit Ethernet;

- 1 (um) port Infiniband QDR 4x

- 1 master node SGI C2108-G9, configurado com:

- 24 Cores em 2 sockets AMD Opteron Twelve-Core 6234 de 2.4-GHz, com 16MB cachê, 6.4 GT/s; - 64-GB de memória DDR3 1600 MHz;

- 5 (cinco) discos SATA2 de 3000-GB 7200 RPM; - 2 (dois) ports Gigabit Ethernet;

- 1 (um) port Infiniband QDR 4x - Fontes Redundantes

- 1(um) Switches Gigabit Ethernet de 24 ports; - 1(um) Switch Infiniband QDR 4x com 36 portas;

- Cabos Infiniband e Gigabit Ethernet Cat5E para interconectar a rede de processamento e a rede de storage/gerenciamento de todo o cluster;

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- Console LCD de 1U com teclado e mouse.

O PPGOceano tem como seu principal suporte bibliográfico a Biblioteca Central (BC) da UFSC, contando ainda com as bibliotecas setoriais localizadas junto aos diversos centros desta instituição, em especial a do CFM, que também oferecem um significativo acervo bibliográfico nas áreas de concentração. Á área total da BC é de 9.134 m2, sendo disponibilizados 956 assentos. Nesse espaço conta-se ainda com duas Salas de projeção, um Auditório, Serviço de Referência, Serviço de Empréstimo, Serviço de Circulação, e as Coleções de Obras Raras, Mapoteca, Coleção de Teses e Dissertações, Publicação da UFSC, gerenciados pelo Serviço de Coleções Especiais, área com estação de consulta ao catálogo. Cerca de 35% dos espaços, estão reservados para estudos e leituras. O Sistema Pergamum (http://portalbu.ufsc.br) gerencia o acervo, cadastro de usuário, empréstimos e aquisição bibliográfica. O acervo está catalogado seguindo padrões internacionais (AACR2, MARC) com classificação bibliográfica através da Classificação Decimal Universal (CDU). A prestação de serviços informacionais, além de contar com o apoio de aplicativos tecnológicos, requer pessoal altamente qualificados, para atender as necessidades informacionais de uma comunidade de usuários cada vez mais exigentes, a equipe da Biblioteca Universitária conta hoje com 167 colaboradores.

O acervo da BC e das setoriais da UFSC conta com um total de 174.668 títulos, sendo 850 títulos (entre Livros, CD, DVD) num total de 1995 exemplares específicos da área de Oceanografia, sendo estes distribuídos, da seguinte forma: Ciências Biológicas, Direito Ambiental, Ecologia Marinha, Acústica Submarina, Pesca, Cartografia, Geologia Marinha, Oceanografia. A Biblioteca Setorial do CCA ainda conta com acervo referente a Oceanografia, Ecologia Marinha, Biologia Marinha, Ecologia, Direito Ambiental e Pesca.

No ano de 2017 foram adquiridos novos títulos para área de Oceanografia da UFSC.

A BC juntamente com as setoriais conta com 6.070 periódicos disponíveis na forma física, sendo entre os de interesse direto da Oceanografia: Acta Adriática, Arquivos de Ciências do Mar, Ciencias Marinas, Gulf and Caribbean Research, Journal of Experimental Marine Biology and Ecology, Journal of the Marine Biological Association of the United Kingdon, Thalassas. Um total de 30 (6 correntes e 27 não correntes).

Recursos bibliográficos informacionais no formato digital adquiridos com recursos próprios da UFSC com exceção o Portal de Periódicos Capes. Permite acesso e consulta a bases de dados, diretórios e portais, que disponibilizam o conteúdo ao texto completo de coleções de periódicos, e-books, capítulos de livros, obras de referências, normas técnicas, patentes e imagens tridimensionais em alta resolução.

Destaca-se a coleção eletrônica de interesse da Oceanografia, ou seja, bases de dados assinadas pela UFSC: Ebrary Academic Complete with DASH; Dissertations & Theses; EBSCO HOST; Wiley online Library; Springer; Portal Capes; Oceanic Abstract. Entre bases de dados de acesso livre cita-se: Portal de Periódicos da UFSC; Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações; Banco de teses e dissertações

Referências

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