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Apostila TEC I ALUNO 2017.1

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Academic year: 2021

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(1)

FACULDADE DE FARMÁCIA

DEPARTAMENTO DE MEDICAMENTOS

FARMACOTÉCNICA I

ROTEIRO DE AULAS PRÁTICAS

ANO: 2017

SEMESTRE: 01

Nome: ______________________

DRE n°: _____________________

(2)

ÍNDICE

Prática 1. Boas práticas em manipulação farmacêutica 3

Prática 2. Solução de citrato de sódio 6

Prática 3. Solução de paracetamol 7

Prática 4. Xarope simples e xarope composto de ácido lático 8

Prática 5. Farmacotécnica Homeopática 10

Prática 6. Xarope diet de própolis 12

Prática 7. Elixir de boldo e Solução de jaborandi 14

Prática 8. Talco Canforado 17

Prática 9. Cápsulas e CQ 18

Prática 10. Granulação via úmida e pó efervescente 20

(3)

PRÁTICA 1: BOAS PRÁTICAS EM MANIPULAÇÃO

FARMACÊUTICA

NORMAS GERAIS DE SEGURANÇA

• O Laboratório é local de trabalho sério que requer uma série de cuidados. Trabalhe com atenção, método e calma.

• Não comer, beber ou fumar.

• Respeite rigorosamente as precauções recomendadas.

• Consulte o professor cada vez que notar algo anormal ou imprevisto.

COM RELAÇÃO À UNIFORMIZAÇÃO, DEVE-SE UTILIZAR SEMPRE:

• Jaleco de manga comprida. • Calça comprida.

Sapato fechado ou tênis.

• E.P.I.s (óculos de proteção, touca, máscara, luva).

O QUE NÃO SE DEVE UTILIZAR

• Jóias e bijuterias (ex: relógio, brinco, anel, pulseira, colar). • Maquiagem.

• Perfumes.

COM RELAÇÃO À HIGIENE E ASSEPSIA

Ø Do Manipulador:

• Lavar as mãos com água e sabão, escovando, com auxílio de uma escova, as unhas.

• Após a lavagem, retirar o sabão com bastante água corrente.

Efetuar assepsia das mãos com álcool 70% e secar com papel toalha. Ø Dos Instrumentos de Trabalho/Manipulação:

• Lavar com água e sabão, com o auxílio de uma esponja, os instrumentos de trabalho/manipulação (ex: gral e pistilo, vidrarias).

• Retirar o sabão com bastante água corrente. Fazer duas lavagens com água destilada.

• Realizar assepsia com álcool 70%.

05/ 04/ 2017

(4)

Ø Da Bancada de Trabalho:

• Assepsia com álcool 70%, com auxílio de papel toalha. Ø Das Embalagens de Produto Acabado:

• Lavar as embalagens com sabão e água corrente, com auxílio de uma esponja, antes de envasar o produto final.

• Fazer uma lavagem com água destilada. • Realizar assepsia com álcool 70%. Ø Das Embalagens de Matérias-Primas:

• Assepsia da parte externa da embalagem com papel toalha embebido em álcool 70%.

COMO UTILIZAR AS BALANÇAS CORRETAMENTE

Ø Verificações prévias:

• Antes de iniciar a pesagem verificar se a balança está ligada e estabilizada (balança digital semi-analítica).

• Verificar se está limpa. Se não estiver, efetuar a limpeza com o auxílio de pincel (balança digital semi-analítica) ou algodão embebido em água destilada ou álcool 70% (balança ordinária).

• Verificar se está tarada (balança digital semi-analítica) ou zerada, com os pesos no zero (balança ordinária).

• Após o uso, tarar (balança digital semi-analítica ) ou colocar os pesos no zero (balança ordinária), efetuar a limpeza dos mesmos, conforme descrito anteriormente, e desligar (balança digital semi-analítica).

Ø Procedimento de uso:

• Todas as matérias-primas devem ser pesadas em papel manteiga, identificando-os sempre a lápis.

• Efetuar a pesagem de uma matéria-prima por vez.

• A pesagem deve ser efetuada com as duas portas da balança de gabinete abertas. Para verificar o peso, fechar as portas.

• No caso das balanças ordinárias, mover os pesos até o valor de massa do instrumento de trabalho (ex: gral e pistilo), anotar o valor da tara, somar a massa a ser pesada à tara do instrumento e mover os pesos até o valor calculado.

• Ao atingir o peso determinado, a ponta da parte móvel da balança nivelará com o respectivo traço mediano na parte fixa da balança, oposta ao prato.

(5)

COMO EFETUAR MEDIÇÕES E MISTURAS

Ø Instrumentos para medir volume: • Cálice, proveta, pipeta.

Ø Instrumentos para triturar e misturar sólidos: • Gral (almofariz) e pistilo.

Ø Instrumentos para auxiliar a mistura de líquidos: • Bastão de vidro.

• Caneco de aço inox. • Cálice.

RÓTULOS DE EMBALAGEM (ETIQUETAS)

Ø Formulações oficinais:

• Colocar a referência (farmacopeia); • Uso interno / externo;

• Validade sugerida; • Data de manipulação; • Nome do manipulador.

Ø Formulações magistrais:

• Todos os componentes da formulação; • Uso interno / externo;

• Validade sugerida; • Data de manipulação; • Nome do manipulador.

(6)

PRÁTICA 2: SOLUÇÃO DE CITRATO DE SÓDIO

(Magistral) Usos: Técnica: Modo de usar: Embalagem: Validade:

Citrato de sódio 1 mEq/mL

Metilparabeno 0,1%

Água destilada q.s.p. 1000mL

12/ 04/ 2017

(7)

PRÁTICA 3. SOLUÇÃO DE PARACETAMOL

(Magistral) Usos: Técnica: Paracetamol 100 mg/Ml PVP K30 2% (p/v) PEG 400 Ciclamato de sódio Sacarina sódica Metabissulfito de sódio Benzoato de sódio Ácido cítrico Água destilada 65% (p/v) 2,6% (p/v) 1,3% (p/v) 0,1% (p/v) 0,05% (p/v) 0,09% (p/v) q.s.p. 100 mL 19/ 04/ 2017

(8)

Modo de usar: Embalagem: Validade:

PRÁTICA 4: XAROPE SIMPLES E XAROPE COMPOSTO DE ÁCIDO LÁTICO 4.1 Xarope simples

(Farm. Bras. 2a ed.)

Açúcar Metilparabeno (nipagin) Água destilada 850 g 0,1% (p/v) q.s.p. 1000 mL Usos: Técnica: Modo de usar: Embalagem: Validade: 26/ 04/ 2017

(9)

4.2. Xarope composto de ácido lático (Magistral) Ácido lático Xarope de groselha Xarope simples 5 mL 12 mL q.s.p. 120 mL Usos: Técnica: Modo de usar: Embalagem: Validade:

(10)

PRÁTICA 5: FARMACOTÉCNICA HOMEOPÁTICA

5.1. Sucussão na Escala Centesimal – Preparo da Arnica 3CH – 10 mL Procedimento: Diluir e dinamizar, manual e mecanicamente, Arnica 1CH para

preparo da 3CH. Arnica 1CH à 100µL * + 9,9mL Álcool 70% * 20gotas (cânula) 1000µL X 100µL X= 2gotas 10mL 2CH 3CH 10mL

Preencher os vidros com o uso do repipetador: adicionar 10mL a cada frasco e retirar 1ml (20gts) com a cânula. Em seguida, proceder à diluição e sucussão.

5.2. Sucussão na Escala Decimal – Preparo de Arnica 2DH – 10 mL

Procedimento: Diluir e dinamizar, manual e mecanicamente, Arnica 1DH para

o preparo da 2DH.

Arnica 1DH à 1000µL (1mL = 20 gotas da cânula) 20 gotas

1DH 2DH 10mL

Preencher os vidros com o uso do repipetador: adicionar 10mL a cada frasco e retirar 1ml (20gts) com a cânula. Em seguida, proceder à diluição e sucussão.

5.3. Tabletagem

03/ 05/ 2017

(11)

Acompanhar o preparo de tabletes inertes através da técnica de tabletagem

Protocolo: pesar 60g de lactose, transferir para gral e adicionar q.s. de álcool 70%. Transferir para a tableteira e secar em estufa (T ≤ 40ºC).

(12)

PRÁTICA 6: XAROPE DIET DE PRÓPOLIS

6.1 Xarope diet (Magistral) CMC Metilparabeno Sacarina sódica Ciclamato de sódio Água destilada 0,8% (p/v) 0,15% (p/v) 0,20% (p/v) 0,10% (p/v) q.s.p. 150 mL Usos: Técnica: Modo de usar: Embalagem: 10/ 05/ 2017

(13)

Validade:

6.2 Xarope diet de própolis

(Magistral) Tintura de própolis Xarope diet 10% (v/v) q.s.p. 100mL Usos: Técnica: Modo de usar: Embalagem: Validade:

(14)

PRÁTICA 7: ELIXIR DE BOLDO E SOLUÇÃO DE JABORANDI

7.1 Elixir simples

(Farm. Bras 2a ed.)

Vanilina 0,5 g

Espírito de flor de laranjeira 2 mL

Álcool 230 mL

Xarope de laranja amarga 400 mL

Água destilada q.s.p. 1000 mL Usos: Técnica: Modo de usar: 17/ 05/ 2017

(15)

Embalagem: Validade: 7.2 Elixir de boldo (Magistral) Tintura de Boldo 10 ml Elixir simples q.s.p100 mL Usos: Técnica: Modo de usar: Embalagem: Validade:

(16)

7.3. Solução de jaborandi 40% (Magistral) Ácido salicílico 2% (p/v) Resorcina Tintura de Jaborandi Álcool etílico 96° 2% (p/v) 40% (v/v) q.s.p. 100 mL Usos: Técnica: Modo de usar: Embalagem: Validade:

(17)

PRÁTICA 8. TALCO CANFORADO

Mentol_______________________________________ 1,0 g Amido _______________________________________ 10 g Álcool 96 GL____________________________________ qs Talco ____________ q.s.p. _____________________ 100 g Usos: Técnica: Modo de usar: Embalagem: Validade: 24/ 05/ 2017

(18)

PRÁTICA 9. CÁPSULAS E CQ

Cápsula gelatinosa dura de ____________________________

Aula demonstrativa: Preparar ______ cápsulas de ______ mg de _________________________, usando cápsula n° ____ = _____ ml. CÁLCULOS: Usos: Modo de usar: Embalagem: Validade: Especificação

Peso Médio Teórico = Variação (± 5%)

31/ 05/ 2017

(19)

Valor máximo teórico = Valor mínimo teórico =

Pesos individuais 1 11 2 12 3 13 4 14 5 15 6 16 7 17 8 18 9 19 10 20 Somatório (X) = Peso Médio (X/20) = Valor máximo obtido = Valor mínimo obtido =

Verificar se os valores máximo e mínimo obtidos estão de acordo com a especificação.

STATUS

APROVADO REPROVADO

(20)

PRÁTICA 10. GRANULAÇÃO VIA ÚMIDA E PÓ EFERVESCENTE

10.1 Granulado de tabulose

(Magistral)

Tabulose

Solução granulante (PVPK 30 alcoólico a 10%)

20 g 20 mL

Técnica:

07/ 06/ 2017

(21)

10.2. Pó efervescente (Magistral) Bicarbonato de sódio Ácido cítrico Ácido tartárico 53,42 g 15,53 g 31,05 g Usos: Técnica: Modo de usar: Embalagem: Validade:

(22)

PRÁTICA 11. COMPRESSÃO E CONTROLE DE QUALIDADE DE

COMPRIMIDOS

11.1. Compressão CONCENTRAÇÃO: _________ mg Usos: Técnica:

11.2. Controle de qualidade de comprimidos

1) Técnica

14/ 06/ 2017

(23)

2) Caracterização dos comprimidos: 2.1. Características Organolépticas

2.2. Peso médio (20 comprimidos) - ver tabela FB 4ª ed.

2.3. Friabilidade (20 comprimidos) – (100 RPM / 5 min – Máx. perda de até 1,5 %)

2.4. Dureza (10 comprimidos) – (Min. 4,5 Kgf ou 45 N)

2.5. Desintegração (6 comprimidos)

3) Parecer da análise

(24)

Forma Farmacêutica Faixa de Peso Limites de variação Comprimidos, núcleos para

drágeas, comprimidos efervescentes, comprimidos

sublinguais, comprimidos vaginais e pastilhas Até 80,0 mg Entre 80,0 e 250,0 mg Acima de 250,0 mg ±10,0% ±7,5% ±5,0%

“Conhecimento não é aquilo que você sabe, mas o

que você faz com aquilo que sabe.” (Aldous Huxley)

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