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1 A
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00666
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EMBHAPA
EIVIPFIESA BFIASILEIRA DE PESGUISA Asnopscu/in|A
VINCULADA AD IVIIINIISTEPIO DA AGFIICULTUFIACENTRD NACIDNAL DE PESGUISA DE SOJA
FIESULTADDS DE PESGUISA DE SDJA
1882/83
LDNDRINA, PR JULHD DE 1883
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L 8100666
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EMBHAPA
EIVIPFIESA BFIASILEIRA DE PESGUISA Asnopscu/in|A
VINCULADA AD IVIIINIISTEPIO DA AGFIICULTUFIACENTRD NACIDNAL DE PESGUISA DE SOJA
FIESULTADDS DE PESGUISA DE SDJA
1882/83
LDNDRINA, PR JULHD DE 1883
EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUARIA_
Vincu1ada a0 Ministerio da Agricu1tura
CENTRO NACIONAL DE PESQUISA DE SOJA
Resultados de pesquisa de S03-a 1983 LV—l983.00666
\\|l\l|\\\\l| I ll ll llll
3621-1RESULTADOS DE PESQUISA DE SOJA 1982/83
Londrina, PR.
1983T,__---Y__.-_.
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Vincu1ada a0 Ministerio da Agricu1tura
CENTRO NACIONAL DE PESQUISA DE SOJA
Resultados de pesquisa de S03-a 1983 LV—l983.00666
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Londrina, PR.
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COMITE DE PUBLICA§6ES DO CNPSO/EMBRAPA
Caixa Postal l06L
86.100 —— Londrina, PR.
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Empresa Brasileira de Pésquisa Agropecuiria. Centro Nacional de Pesquisa de Soja, Londrina, PR.
Resultados de pesquisa de soja 1982/83. Londrina, 1983.
345p.
1. Soja - Pesquisa. I. Tftulo.
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@ EMBRAPA
APRESENTAQKO
0 presente volume de RESULTADOS DE PESQUISA DE SOJA consti tui um apanhado dos principais resultados alcangados pelo Centro Nacig nal de Pesquisa de Soja — CNPSo - nos seus projetos de pesquisa e na g
~
tividade de difusao de tecnologia de soja, desenvolvidos visando
ateg
der tanto aos objetivos nacionais, como aqueles especificos
ao
nivel
do Parani.Registre-se que, na obteng§o destes resultados, o CNPSo
con
tou com a colaboragio de diversas Empresas e Institutes Estaduais de Pesquisa, outras Unidades da EMBRAPA e instituigoes particulares de dg senvolvimento tecnologico, bem como 5rg§os oficiais de assistfincia tég nica e extensio rural e cooperativas agricolas. A todos esses colabg radores, E manifestado o reconhecimento pelas contribuigoes.Cumpre salientar que os resultados inseridos neste documento sic, em sua maioria, de cariter parcial. Constituem-se em subsldios 5 revisio dos projetos de pesquisa em execugao pelas instituigoes inte-grantes do Sistema Nacional de Pesquisa Agropecufipia, para o ano agri cola 1983/84.
Recomenda-se, pois, que a utilizagao desses dados, por parte dos Ergfios de assistsncia téenica, seja feita com a necminia cautela.
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COMITE DE PUBLICA§0ES DO CNPSO/EMBRAPA
Caixa Postal l06L
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Empresa Brasileira de Pésquisa Agropecuiria. Centro
Nacional de Pesquisa de Soja, Londrina, PR.
Resultados de pesquisa de soja 1982/83. Londrina,
1983.
345p.
1. Soja - Pesquisa. I. Tftulo.
CDD 633.34072
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0 presente volume de RESULTADOS DE PESQUISA DE SOJA consti
tui um apanhado dos principais resultados alcangados pelo Centro Nacig nal de Pesquisa de Soja — CNPSo - nos seus projetos de pesquisa e na g
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tividade de difusao de tecnologia de soja, desenvolvidos visando
ateg
der tanto aos objetivos nacionais, como aqueles especificos
ao
nivel
do Parani.
Registre-se que, na obteng§o destes resultados, o CNPSo
con
tou com a colaboragio de diversas Empresas e Institutes Estaduais de
Pesquisa, outras Unidades da EMBRAPA e instituigoes particulares de dg senvolvimento tecnologico, bem como 5rg§os oficiais de assistfincia tég
nica e extensio rural e cooperativas agricolas. A todos esses colabg
radores, E manifestado o reconhecimento pelas contribuigoes.
Cumpre salientar que os resultados inseridos neste documento
sic, em sua maioria, de cariter parcial. Constituem-se em subsldios 5
revisio dos projetos de pesquisa em execugao pelas instituigoes
inte-grantes do Sistema Nacional de Pesquisa Agropecufipia, para o ano agri cola 1983/84.
Recomenda-se, pois, que a utilizagao desses dados, por parte dos Ergfios de assistEncia téenica, seja feita com a necminia cautela.
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iii
CONTHEUDO
PRlNC]PAlS OCORRENCTAS METEOROLDCICAS EM ALCUMAS LOCALIDADES
DA Ruc1Ao PRODUTORA DE SOJA NO PARANA EM 1982/83 . . . ..
PROJETO Exp. l
Exp. I
Exp. 3
Exp. h
PROJETO
Exp. 1
Exp. Z
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Exp.
PROJETO
Exp. 1 Exp. 2
Exp. 3
Exp. 4
PROJETO:
Exp.
PROJETO:
Exp. l
ACIDEZ DO SOLO E EATORES RELACLONADOS . . . ..
Efeito do nlvcis dc calcario sobrc 0 rendimcnto da soja . . . .. Efeito de doses e de formas dc aplicagao dc calci-rio sobre 0 rendimento da soja . . . .. ldentificagao de cultivates de soja tolerantes ao aluminio livre e com alta capacidade de extragfio de fosforo do solo . . . .. ldentificagéo de cultivates dc soja tolerantes ao complexo acidez do solo e com alta capacidade de ex tragao de fosforo . . . ..
DESENVOLVIMENTO DE CULTIVARES DE SOJA TOLERANTES AO
COMPLEXO DH ACIDEZ E com ALTA CAPACLDADE DE uxTRA—
0A0 DE FOSFOR0 Do SOLO . . . ..
Produgfio do gonolipos lolornntos D ucidcz do solo .
ldcnlificugfio do novus iontcs do tolorfiuciu ao COm pl(‘.X() do ;l(‘l(l0Z do solo . . . ..
QUEIMA FOLIAR DA SOJA . . . ..
Efcitos de doses e de modos de aplicagfio do cloreto de potéssio sobre 0 rendimento da soja . . . ..
CALIBRAQAO DE METODOS DE ANALISES DE FOSFORO NOSOL0
Calibragfio do métodos de anélises de fosforo nosolo Efeito de niveis e formas de aplicagio de fosforo na produgéo de trEs cultivares de soja . . . .. Caracterizagéo de tres cultivares de soja quanto a eficiencia de absorgao de fosforo (II) . . . .. Caracterizagao de tres cultivares de soja quanto a Q ~ de fosforo (III) . . . . eficiencia de absorgaoESTUDO DA ADUBAQAO ORGANICA NA SUCESSAO SOJA—TRIGO
Adubagao verde na sucessao s0]a—tr1go . . . .. DINAMICA DE MICRONUTRIENTES E SUA ABSORCAO HHA PLAE TA . . . .. Efeitos de doses de zinco na produgéo de grios de soja . . . ..
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CONTHEUDO
PRlNC]PAlS OCORRDNCTAS METEOROLDCICAS HM ALCUMAS LOCALIDADES
DA Ruc1Ao PRODUTORA DE SOJA NO PARANA EM 1982/83 . . . ..
PROJETO Exp. l
Exp. I
Exp. 3
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PROJETO
Exp. 1
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Exp.
PROJETO
Exp. 1 Exp. 2
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Exp. 4
PROJETO:
Exp.
PROJETO:
Exp. l
ACIDEZ DO SOLO E FATORES RELACLONADOS . . . ..
Efeito do nlvcis dc calcario sobrc 0 rendimcnto da soja . . . .. Efeito de doses e de formas dc aplicagao dc calci-rio sobre 0 rendimento da soja . . . .. ldentificagao de cultivates de soja tolerantes ao aluminio livre e com alta capacidade de extragfio de fosforo do solo . . . .. Identificagéo de cultivates dc soja tolerantes ao complexo acidez do solo e com alta capacidade de ex tragao de fosforo . . . ..
DESENVOLVIMENTO DE CULTIVARES DE SOJA TOLERANTES AO
COMPLEXO DH ACIDEZ E com ALTA CAPACLDADE DE EXTRAE
0A0 DE FOSFOR0 Do SOLO . . . ..
Produgfio do gonotipos lolornntos D ucidcz do solo .ldcnlificugfio do novus iontcs do tolorfiuciu ao COm pl(‘.X() do ;1(‘l(l0Z do solo . . . ..
QUHIMA FOLIAR DA SOJA . . . ..
Efcitos de doses e de modos de aplicagfio do cloreto de potéssio sobre 0 rendimento da soja . . . ..
CALIBRAQAO DE METODOS DE ANALISES DE FOSFORO NOSOL0
Calibragfio do métodos de anélises de fosforo nosolo Efeito de niveis e formas de aplicagio de fosforo na produgéo de trEs cultivares de soja . . . .. Caracterizagéo de tres cultivares de soja quanto a eficiencia de absorgao de fosforo (II) . . . .. Caracterizagao de tres cultivares de soja quanto a Q ~ de fosforo (III) . . . . eficiencia de absorgaoESTUDO DA ADUBAQAO ORGANICA NA SUCESSAO SOJA—TRIGO
Adubagao verde na sucessao s0]a—tr1go . . . ..
Exp. 2: Efeito da aplicagio de micronutrientes na produgio de soja . . . ... . . . .._ _ , _ _ __
PROJETO: FATORES QUE AFETAM A EFICIENCIA DA FIXACAO SIMBIOTI
CA D0 NITROGENIO EM SOJA . . . ..l
Exp. 1: Influencia da aplicagao de Trifluralin e Metribuzin sobre a fixagio do nitrogénio ... . . . .. Exp. 2: Efeito de sistemas de inoculacao sobre a fixagio denitrogenio em soja . . . ... . . . ,_,
PROJETO: IDENTIFICACAO DE METODOS PARA INCORPORACAO E AVALIA
CAO DOS ENDOMICORRIZAS PARA A CULTURA DA SOJA ...
Exp. 1: Identificagao de espécies de fungos micorrizicos que proporcionem um maximo de absorgio de fosforo pela soja ... . . . ... . . . .... . . ..PROJETO: LEVANTAMENTO D0 ESTADO NUTRICIONAL DA SOJA . . . ..
Exp. : Levantamento do estado nutricional da soja no muni-cipio de Londrina .. . . ...PROJETO: PADRONIZACAO DE TESTES DE VIGOR PARA SEMENTES DE SO
JA . . . ... . . . ... . . . ...
Exp. : Padronizagio do teste de envelhecimento precoce, baseada na avaliagio de 10 lotes de sementes da culti var Parané, produzidas na safra 1981/B2 ...,,.,,,
PROJETO: QUALIDADE FISIOLOGICA DE SEMENTES DE SOJA .. . . ...
Exp. 1: Avaliagio de qualidade de sementes fiscalizadas pro duzida na safra de 1981/82, no Estado do Parané ... Exp. 2: Efeito de retardamento de colheita de cultivares de soja sobre a qualidade da semente produzida ... Exp. 3: Efeito do retardamento de colheita sobre de qualida de de duas linhagens de soja com tegumento impermeé vel 5 agua .I... . . . ... . . ... . . . ... Exp. 4: Efeito de niveis de vigor das sementes sobre
diver-sas caracteristicas agronomicas da soja . . . ... . Exp. 5: Efeito da época de semeadura sobre a qualidade dase
mente de cinco cultivares de soja em dois locais no
Mato Grosso do Sul .. . . ...
PROJETO: SECAGEM, BENEFICIAMENTO E ARMAZENAGEM DE SEMENTES
DE SOJA .... . . ..., _ , _ _ _ _ _ _ _ _ __,, Exp. 1: Efeito do retardamento de inicio de secagem sobre aqualidade da semente de soja ... . . . ...
Exp. Z:
Exp. 3
Exp. 4
PROJETO Exp.
PROJETO
Exp.
PROJETO Exp. 1 Exp. 2
Exp. 3: Exp. 4:
Exp. 5:
Exp. 6
PROJETO
Exp. 1
Exp. 2
Exp. 3
PROJETO
Exp.
PROJETO: Exp.
Efeito da classificagao por tamanho da mmmnte de so ja sobre a precisao de semeadura e qualidade fisio-logica . . . .. Comparagio de diversos tipos de embalagem para 0 ar mazenamento de sementes de soja . . . .. Estudo preliminar da viabilidade do armazenamento de soja ‘Tropical’, em Teresina, PI . . . ..
TRATAMENTO QUIMICO DE SEMENTES . . . .. Avaliacio de fungicidas para tratamento de semente
CONSUMO DE ENERGIA EM SISTEMAS DE PRODUCAO DE SOJA E TRIGO ... . . . . ... . . ... Consumo de energia em sistemas de produgio de soja e trigo .... . . ...
SUCESSAO E ROTACAO DE CULTURAS COM A SOJA . . . .. Epoca de semeadura de soja e de trigo . . . .. Resposta de cultivares de soja a sistemas e épocas de semeadura . . . .. Adubagio verde na sucessio soja-trigo .... ...§... Rotagio soja-girassol-milho, sucedida por cultura de inverno, adubagio verde e pousio ... Rotagio soja-milho, sucedida por culturas de inver-no, adubagao verde e pousio . . . .. Alternativas de sucessao e rotagao de culturas com soja e milho semeados em épocas n50 convencionais .
AVALIACAO DE SISTEMAS DE PREPARO DO SOLO E SEMEADU— RA DA SOJA .... . . ... . . . ... Avaliagio de sistemas de preparo do solo e semeadu-ra da soja . . . .. Avaliagio de sistemas de produgio de soja: manejo, rotagio e cultivares . . . .. Levantamento de insetos da soja em diferentes siste mas de preparo do solo ... . . . ...
PRATICAS CULTURAIS PARA MAXIMIZAR O APROVEITAMENTO DOS FATORES CLIMATICOS . . . ... . . . .. Estudo sobre bioclimatologia de cultivares de soja
ESTABELECIMENTO DE LAVOURAS ... Efeito de diferentes tipos de semeadeiras e de den-sidade de semeadura na uniformidade de lavoura de soja ... . . . ... . . . ....
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Exp. 2: Efeito da aplicagio de micronutrientes na produgio de soja . . . ... . . . .._ _ , _ _ __
PROJETO: FATORES QUE AFETAM A EFICIENCIA DA FIXACAO SIMBIOTI
CA D0 NITROGENIO EM SOJA . . . ..l
Exp. 1: Influencia da aplicagao de Trifluralin e Metribuzin sobre a fixagio do nitrogénio ... . . . ..Exp. 2: Efeito de sistemas de inoculacao sobre a fixagio de nitrogenio em soja . . . ... . . . ... . . ,_,
PROJETO: IDENTIFICACAO DE METODOS PARA INCORPORACAO E AVALIA
CAO DOS ENDOMICORRIZAS PARA A CULTURA DA SOJA ...
Exp. 1: Identificagao de espécies de fungos micorrizicos que proporcionem um méximo de absorgio de fosforo pela soja ... . . . ... . . . .... . . ..PROJETO: LEVANTAMENTO D0 ESTADO NUTRICIONAL DA SOJA . . . ..
Exp. : Levantamento do estado nutricional da soja no muni-cipio de Londrina .. . . ...PROJETO: PADRONIZACAO DE TESTES DE VIGOR PARA SEMENTES DE SO
JA . . . ... . . . ... . . . ...
Exp. : Padronizagio do teste de envelhecimento precoce, baseada na avaliagio de 10 lotes de sementes da culti var Parané, produzidas na safra 1981/B2 ...,.,,,
PROJETO: QUALIDADE FISIOLOGICA DE SEMENTES DE SOJA .. . . ...
Exp. 1: Avaliagio de qualidade de sementes fiscalizadas produzida na safra de 1981/82, no Estado do Parana ...
Exp. 2: Efeito de retardamento de colheita de cultivares de soja sobre a qualidade da semente produzida ...
Exp. 3: Efeito do retardamento de colheita sobre de qualida de de duas linhagens de soja com tegumento impermeé vel 5 agua .I... . . . ... . . ... . . . ...
Exp. 4: Efeito de niveis de vigor das sementes sobre diver-sas caracteristicas agronomicas da soja . . . ... .
Exp. 5: Efeito da época de semeadura sobre a qualidade dase mente de cinco cultivares de soja em dois locais no
Mato Grosso do Sul .. . . ...
PROJETO: SECAGEM, BENEFICIAMENTO E ARMAZENAGEM DE SEMENTES
DE SOJA .... . . ..., _ , _ _ _ _ _ _ _ _ __,,Exp. 1: Efeito do retardamento de inicio de secagem sobre a qualidade da semente de soja ... . . . ...
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Efeito da classificagao por tamanho da mmmnte de so ja sobre a precisao de semeadura e qualidade fisio-logica . . . ..
Comparagio de diversos tipos de embalagem para 0 ar mazenamento de sementes de soja . . . ..
Estudo preliminar da viabilidade do armazenamento de soja ‘Tropical’, em Teresina, PI . . . ..
TRATAMENTO QUIMICO DE SEMENTES . . . ..
Avaliacio de fungicidas para tratamento de semente
CONSUMO DE ENERGIA EM SISTEMAS DE PRODUCAO DE SOJA E TRIGO ... . . . . ... . . ...
Consumo de energia em sistemas de produgio de soja e trigo .... . . ...
SUCESSAO E ROTACAO DE CULTURAS COM A SOJA . . . ..
Epoca de semeadura de soja e de trigo . . . ..
Resposta de cultivares de soja a sistemas e épocas de semeadura . . . ..
Adubagio verde na sucessio soja-trigo .... ...
Rotagio soja-girassol-milho, sucedida por cultura de inverno, adubagio verde e pousio ...
Rotagio soja-milho, sucedida por culturas de inver-no, adubagao verde e pousio ... . . . ..
Alternativas de sucessao e rotagao de culturas com soja e milho semeados em épocas n50 convencionais .
AVALIACAO DE SISTEMAS DE PREPARO DO SOLO E SEMEADU— RA DA SOJA .... . . ... . . . ... Avaliagio de sistemas de preparo do solo e semeadu-ra da soja . . . ..
Avaliagio de sistemas de produgio de soja: manejo, rotagio e cultivares . . . ..
Levantamento de insetos da soja em diferentes siste mas de preparo do solo ... . . . ...
PRATICAS CULTURAIS PARA MAXIMIZAR O APROVEITAMENTO DOS FATORES CLIMATICOS . . . ... . . . .. Estudo sobre bioclimatologia de cultivares de soja
ESTABELECIMENTO DE LAVOURAS ... Efeito de diferentes tipos de semeadeiras e de den-sidade de semeadura na uniformidade de lavoura de soja ... . . . ... . . . ....
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vi
PROJETO: ESTUDOS DE SISTEMAS DE CONTROLE DE PLANTAS DANINHAS
EM SOJA .... . . ... . . . ... . . ..
Exp. 1: Efeitos da competigio de plantas daninhas nas linhas e entre linhas da cultura da soja . . . ... Exp. 2: Eficécia e economicidade de sistemas de controle de plantas daninhas . . . ..PROJETO: CONTROLE QUIMICO DE PLANTAS DANINHAS EM SEMEADURA CONVENCIONAL DA SOJA ... . . . ..
Exp. 1: Efeitos de herbicidas pré e p6s-emergentes no
con-trole de capim marmelada (Brachiaria plantaginea) e
seus efeitos na cultura da soja . . . .. Exp. 2: Efeitos de herbicidas pré e p5s-emergentes no con-trole de plantas daninhas dicotiledoneas ... Exp. 3: Efeitos da combinagio de herbicidas pos-emergentes no controle de gramineas e folhas largas . . . ..
Exp. 4: Controle quimico de Euphorbia heterophylla ...
Exp. 5: Comportamento das cultivares de soja recomendadas no Brasil ao herbicida metribuzin . . . ..
PROJETO: CONTROLE QUIMICO DE PLANTAS DANINHAS EM SEMEADURA DIRETA DA SOJA .... . . ...
Exp. 1: Efeitos sinérgicos nas ap1icac5es de glifosate com sulfato de am5nio ... Exp. 2: Efeitos sinérgicos nas ap1icag5es com paraquat epro dutos inibidores da fotossintese ...
PROJETO: ASPECTOS BIOLCGICOS E ECOLOGICOS DAS PLANTAS DANI-NHAS ... . . . ..
Exp. : Estudos de competigio de amendoim bravo (Euphorbia
heterophylla L.) e a soja . . . ... ...
OCORRENCIA DE DOENCA DA SOJA EM SISTEMA DE PLANTIO DIRETO E CONVENCIONAL EM DIFERENTES REGIOES DE CULTIVO DOS ESTADOS DO PARANA, SANTA CATARINA E MATO GROSSO D0 SUL ...' . . . ... . . . ..
PROJETO: EPIDEMIOLOGIA E CONTROLE DE Sclerotvlnia sclerotiorwn ..
Exp. 1: Estudos de rotagio e sucessio de culturas, na inci-déncia da Podridio de Esclerotinia em soja causada
pelo fungo Salerotinia sclerotiorum ...
Exp. 2: Efeito da populagfio de plantas, na incidéncia da Pg dridio de Esclerotinia causada pelo fungo
ScZer0ti-nia salerotiorum . . . ... . . . ...
Exp, 3; Influéncia do tipo de prepare do solo, na.LpcidEncia
do fungo Sclerotimla sclerotiorwn em plantas de soja ..
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Exp. 4:
Exp. 5:
Exp. 6
Exp. 7:
PROJETO Exp. 1
Exp. 2
Exp. 3:
PROJETO
Exp. 1
Exp. 2;
Exp. 3:
PROJETO
Exp. 1:
Exp. 2
Exp. 3
Exp, 4
PRQJET0:
vii
Eficiéncia de produtos quimicos e biologicos sobre a incidgncia da Podridio Branca da soja, causada pe
lo fungo S. sclerotiorum . . . ... . . ..
Efeito da pulverizagio de fungicidas na parte aérea da soja, como medida de controle da Podridfio Branca da Haste da Soja, causada pelo fungo S. sclerotiorwm Estudo da sobrevivéncia de Esclerécios dofungo Sale rotinia sclerotiorum, em condigfies de campo ... Reagio de cultivares comerciais de soja a
SaZer0ti-nia sclerotiorum ... . . .... . . ..
EPIDEMIOLOGIA E CONTROLE DE Rhizoctonia solani .... Reagio de cultivares comerciais de soja ao huge Rhi zoatonia solani Kahn . . . .. Estudos de rotagio e sucessfio de culturas na inci-dencia da morte em reboleira, causada pelo fingo Rhi
zoctonia solani . . . ..
Influéncia do tipo de preparo do solo, na incidén cia do fungo Rhizoctonia solani, em plantas de soja
CONTROLE BIOLOGICO DE PATOGENOS DA SOJA .. . . ..
Controle biolégico da "Podridfio de Esclerécio"
em
plantas de soja, através do uso do fungo Tmlchoderma
sp. com diferentes tipos de aplicacio, em condigfies de campo . . . ... . . . .. Controle biologico do tombamento de plantulas atra— vés do tratamento das sementes com 0 fungo
Trich0-derma sp. .. . . ..
Controle biolégico de fungo Sclerotium rolfsii,
a-gente da Podridio de Esclerécio da soja . . . ..
EPIDEMIOLOGIA E CONTROLE DA MANCHA "0LHO—DE-RA"(Ce§
cospora sojina Hara) EM SOJA ...
Identificacio de ragas de Cercospora sojina Hara
a
nivel nacional "... . . ...
Avaliagio da reagio a Cercospora sojbuzdas
cultiva-res e linhagens do Ensaio de Competicao Intermedia-rio do Centro-Sul e cultivares comerciais em uso no Brasil ... . . . .. Determinagio de fungicidas para controle de Cerc0s-para sojina em sementes . . . ... . . .. Avaliagio dos niveis de danos causados por Cercospo
ra sojina Hara em soja ...
EPIDEMIOLOGIA E CONTROLE DE Phakopsora pachyrhizi .
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viPROJETO: ESTUDOS DE SISTEMAS DE CONTROLE DE PLANTAS DANINHAS
EM SOJA .... . . ... . . . ... . . ..
Exp. 1: Efeitos da competigio de plantas daninhas nas linhas e entre linhas da cultura da soja . . . ...Exp. 2: Eficacia e economicidade de sistemas de controle de plantas daninhas . . . ..
PROJETO: CONTROLE QUIMICO DE PLANTAS DANINHAS EM SEMEADURA CONVENCIONAL DA SOJA ... . . . .. Exp. 1: Efeitos de herbicidas pré e p6s-emergentes no
con-trole de capim marmelada (Brachiaria plantaginea) e
seus efeitos na cultura da soja . . . ..Exp. 2: Efeitos de herbicidas pré e p5s-emergentes no con-trole de plantas daninhas dicotiledoneas ...
Exp. 3: Efeitos da combinagio de herbicidas pos-emergentes no controle de gramineas e folhas largas . . . ..
Exp. 4: Controle quimico de Euphorbia heterophylla ...
Exp. 5: Comportamento das cultivares de soja recomendadas noBrasil ao herbicida metribuzin . . . ..
PROJETO: CONTROLE QUIMICO DE PLANTAS DANINHAS EM SEMEADURA DIRETA DA SOJA .... . . ... Exp. 1: Efeitos sinérgicos nas ap1icac5es de glifosate com
sulfato de am5nio ...
Exp. 2: Efeitos sinérgicos nas ap1icag5es com paraquat epro dutos inibidores da fotossintese ...
PROJETO: ASPECTOS BIOLOGICOS E ECOLOGICOS DAS PLANTAS DANI-NHAS ... . . . .. Exp. : Estudos de competigio de amendoim bravo (Euphorbia
heterophylla L.) e a soja . . . ... ...
OCORRENCIA DE DOENCA DA SOJA EM SISTEMA DE PLANTIO DIRETO E CONVENCIONAL EM DIFERENTES REGIDES DE CULTIVO DOS ESTADOS D0 PARANA, SANTA CATARINA E MATO GROSSO D0 SUL ...' . . . ... . . . ..
PROJETO: EPIDEMIOLOGIA E CONTROLE DE Sclerotvlnia sclerotiorwn ..
Exp. 1: Estudos de rotagio e sucessio de culturas, na inci-déncia da Podridio de Esclerotinia em soja causadapelo fungo Salerotinia sclerotiorum ...
Exp. 2: Efeito da populagfio de plantas, na incidéncia da Pg dridio de Esclerotinia causada pelo fungoScZer0ti-nia salerotiorum . . . ... . . . ...
Exp, 3; Influéncia do tipo de prepare do solo, na.LpcidEncia
do fungo Sclerotimla sclerotiorwn em plantas de soja ..
\
145
145
145
148
148
150
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151
156
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160
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162
164
164
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166
Exp. 4:
Exp. 5:
Exp. 6
Exp. 7:
PROJETO
Exp. 1
Exp. 2
Exp. 3:
PROJETO
Exp. 1
Exp. 2;
Exp. 3:
PROJETO
Exp. 1:
Exp. 2
Exp. 3
Exp, 4
PRQJET0:
vii
Eficiéncia de produtos quimicos e biolégicos sobre a incidgncia da Podridio Branca da soja, causada pe
lo fungo S. sclerotiorum . . . ... . . ..
Efeito da pulverizagio de fungicidas na parte aérea da soja, como medida de controle da Podridfio Branca da Haste da Soja, causada pelo fungo S. sclerotiorwmEstudo da sobrevivéncia de Esclerécios dofungo Sale rotinia sclerotiorum, em condigfies de campo ...
Reagio de cultivares comerciais de soja a
SaZer0ti-nia sclerotiorum ... . . .... . . ..
EPIDEMIOLOGIA E CONTROLE DE Rhizoctonia solani ....
Reagio de cultivares comerciais de soja ao huge Rhi zoatonia solani Kahn . . . ..
Estudos de rotagio e sucessfio de culturas na inci-dencia da morte em reboleira, causada pelo fingo Rhi
zoctonia solani . . . ..
Influencia do tipo de preparo do solo, na inciden cia do fungo Rhizoctonia solani, em plantas de sojaCONTROLE BIOLOGICO DE PATOGENOS DA SOJA .. . . ..
Controle biolégico da "Podridfio de Esclerécio"
em
plantas de soja, através do uso do fungo Tmlchoderma
sp. com diferentes tipos de aplicacio, em condigfies de campo . . . ... . . . ..Controle bio16gico do tombamento de plantulas atra— vés do tratamento das sementes com 0 fungo
Trich0-derma sp. .. . . ..
Controle biol6gico de fungo Sclerotium rolfsii,
a-gente da Podridio de Esclerécio da soja . . . ..EPIDEMIOLOGIA E CONTROLE DA MANCHA "0LHO—DE-RA"(Ce§
cospora sojina Hara) EM SOJA ...
Identificacio de ragas de Cercospora sojina Hara
a
nivel nacional "... . . ...Avaliagio da reagio a Cercospora sojbuzdas
cultiva-res e linhagens do Ensaio de Competicao Intermedia-rio do Centro-Sul e cultivares comerciais em uso no Brasil ... . . . ..Determinagio de fungicidas para controle de Cerc0s-para sojina em sementes . . . ... . . . ..
Avaliagio dos niveis de danos causados por Cercospo
ra sojina Hara em soja ...
EPIDEMIOLOGIA E CONTROLE DE Phakopsora pachyrhizi .
169
169
172
174
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178
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.. 197
204 D
Exp. l
Exp. 2
Exp. 3
PROJETO
Exp.
PROJETO Exp. 1 Exp. 2.
PROJETO
Exp. 1 Exp. 2
PROJETO:
PROJETO Exp.
PROJETO
Exp. 1
Exp. 2:
PROJETO Exp. 1.
Exp. 2:
Exp. 3:
viii
Levantamento sobre a distribuigéo geogréfica da fer
rugem da soja (Phakopsora paohyrhizi) . . . ... . . .. 204
Avaliagao da reagao de linhagens e cultivares de so ja a ferrugem (Phakopsora pachyrhizi) . . . .. 206
Avaliacio do nivel de danos causados por Phakopsora pachyrhizi em soja com o uso de fungicidas . . . .. 208
AvAL1AgA0 DA SOBREVIVENCIA DE PATOGENOS DE SOJA EM
RESTOS CULTURAIS E SOLO EM SISTEMAS DE PLANTIO DIRE
TO, CONVENCIONAL E CULTIVO M1NIMO . . . .. 209Avaliacao da sobrevivencia de patogenos de soja em restos culturais e solo em sistemas de plantio dire to, convencional e cultivo minimo . . . ... . . .. 209
EPIDEMIOLOGIA E CONTROLE DE Septoria glycines . . . .. 213
Identificacio de fontes de resistencia a S.gZyahws .. 213
Avaliagéo de danos causados por Septoria gfiflfines em cultivares de soja ... . . . .. 213
DESENVOLVIMENTO DE CULTIVARES DE SOJA RESISTENTES AOS NEMATOIDES DAS GALHAS . . . ... . . . .. 222
Geracio de progenies resistentes aos nematéides ... 222
Reagio de genotipos de soja aos nematéides das ga-lhas .... . . ... 223
METODOLOGIA PARA TESTAR A REACAO DE GENOTIPOS DE so
JA AOS NEMATOIDES... . . . ... . . . .. 227
CONTROLE QU1MICO DE PRAGAS DA SOJA . . . ... . . 232
Controle qu mico de pragas da soja ... . . . .. 232
BIOLOGIA E COMPORTAMENTO DE PRAGAS DA SOJA ... 233
Uso de armadilha luminosa no estudo da flutuagéo pp pulacional de alguns insetos da soja . . . .. 233
Efeito de diferentes espagamentos de soja na eficién cia de amostragens de pragas da soja e na incid§n—
cia do fungo Nomuraea rileyi. . . .... . . ..
236
ESTUDOS COM PATOGENOS DE LAGARTAS QUE ATACAM A SOJA . 243
Efeito da época de aplicagao de Baculovirus anticar
sia sobre populagfies da lagarta da soja, Anticarsia
gemmatalis Hflbner, em soja ... . . . ... . . ..
243
Estudo da viabilidade de producio em massa de
Baca-Zovirus anticarsia em telados de campo . . . ..
245
Estudos sobre a interagéo Baculovirus antiaarsia
e
Nomuraea rileyi no controle da lagarta da soja,
An-ticarsia gemmatalis ... . . . .... ...
247
ix Exp. 4: Ocorréncia de um virus de granulose (bamflovirus) em popu1ag6es da broca-das-axilas, Epinotia aporema .. Exp. 5: Efeito de diferentes isolados de Baculovirus
anti-carsia sobre a lagarta da soja, Antianti-carsia gemmatalis.
Exp, 6: Efeito da passagem de Baculovirus anticarsia pelo a parelho digestive de artrépodos predadores na ativi dade do virus ... . . ... . . .. PROJETO: LEVANTAMENTO E BIOLOGIA DE TRIPES EM SOJA . . . .. Exp. : Abundancia estacional de tripes em soja . . . .. PROJETO: CONTROLE DE TRIPES DA SOJA .. . . ... . . . . .. Exp. : Efeito de epocas, densidade de semeadura elwo de in seticida sobre a populagao de tripes, incidéncia da queima do broto e rendimento da soja . . . .. PROJETO: ESTUDO COM PARASITAS NO CONTROLE DE PERCEVEJOS .... Exp. 1: Levantamento de parasitas de ovos de percevejos ... Exp. 2: Utilizagio de parasites no controle de percevejos . Exp. 3: Producio massal de percevejos ... . . . ..Exp. 4: Producio massal de Trissolaus basalis . . . ..
Exp. 5: Eficiéncia de predadores na populacfio de hmetos pragas da soja . . . ... . . . ... . . . ..
PROJETO: NIVEIS DE DANOS DE PERCEVEJOS A SOJA NO CAMPO ... Exp. : Niveis de danos de percevejos 5 soja no campo ... PROJETO: OBTENCAO DE FEROMONIOS SEXUAIS DE PERCEVEJOS ATWES DE SINTESE LABORATORIAL .. . . ... . . .. Exp. : Obtengio de ferom5nios sexuais de percevejos através de sintese laboratorial . . . ... PROJETO: MODELAGEM DE POPULACAO DE INSETOS PRAGAS DA SOJA .... Exp. : Modelagem de populagio de insetos pragas da soja .... PROJETO: DESENVOLVIMENTO DE CULTIVARES RESISTENTES A INSETOS EXP- 1: Teste de linhagens precoces para percevejos ... ... ExP- 2: Teste de linhagens semi-tardias para percevejos ... . EXP- 3: Testes de linhagens para resisténcia a insetos des-folhadores ... . . . ... EXP- 4: Teste de progénies . . . ... E*P- 5: Desenvolvimento de material genético segregante e cruzamentos complementares ...PR0JETo= CARACTERIZACAO, AVALIACAO E CONSERVACAO DA COLECAO
ATIVA DE GERMOPLASMA DA SOJA .. . . ... 249 249 251 254 254 257 257 263 263 263 265 267 271 1'5‘-.|J;-. 274 278 278 280 280 281 281 281 284 290 290 292 E1.._-4--4:.-—-...--—-4E
. 1| E 1 Exp. 1 Exp. 2 Exp. 3 PROJETO Exp. PROJETO Exp. 1 Exp. 2. PROJETO Exp. 1 Exp. 2 PROJETO: PROJETO Exp. PROJETOExp. 1
Exp. 2: PROJETO Exp. 1. Exp. 2: Exp. 3: viii Levantamento sobre a distribuigéo geogréfica da fer rugem da soja (Phakopsora paohyrhizi) . . . ... . . .. 204Avaliagao da reagao de linhagens e cultivares de so ja a ferrugem (Phakopsora pachyrhizi) . . . .. 206
Avaliagio do nivel de danos causados por Phakopsora pachyrhizi em soja com 0 uso de fungicidas . . . .. 208
AVALIACAO DA SOBREVIVENCIA DE PATOGENOS DE SOJA EM
RESTOS CULTURAIS E SOLO EM SISTEMAS DE PLANTIO DIRE
TO, CONVENCIONAL E CULTIVO MTNIMO . . . .. 209Avaliagao da sobrevivencia de patogenos de soja em restos culturais e solo em sistemas de plantio dire to, convencional e cultivo minimo . . . ... . . .. 209
EPIDEMIOLOGIA E CONTROLE DE Septoria glycines . . . .. 213
Identificagao de fontes de resistencia a S.gZyahws .. 213
Avaliagao de danos causados por Septoria gfiflfines em cultivares de soja ... . . . .. 213
DESENVOLVIMENTO DE CULTIVARES DE SOJA RESISTENTES AOS NEMATOIDES DAS GALHAS . . . ... . . . .. 222
Geragio de progenies resistentes aos nematéides ... 222
Reagio de genétipos de soja aos nematéides das ga-lhas .... . . ... 223
METODOLOGIA PARA TESTAR A REACAO DE GENOTIPOS DE so
JA AOS NEMATOIDES... . . . ... . . . .. 227
CONTROLE QUEMICO DE PRAGAS DA SOJA . . . ... . . Z32 Controle qu mico de pragas da soja ... . . . .. 232
BIOLOGIA E COMPORTAMENTO DE PRAGAS DA SOJA ... 233
Uso de armadilha luminosa no estudo da flutuagao pg pulacional de alguns insetos da soja . . . .. 233
Efeito de diférentes espagamentos de soja na eficiég cia de amostragefis de pragas da soja e na incid§n—
cia do fungo Nomuraea rileyi. . . .... . . ..
236
ESTUDOS COM PATQGENOS DE LAGARTAS QUE ATACAM A SOJA . 243
Efeito da época de aplicagao de Baculovirus anticar
sia sobre populagfies da lagarta da soja, Anticarsia
gemmatalis Hubner, em soja ... . . . ..
243
Estudo da viabilidade de produgio em massa de
Baca-Zovirus anticarsia em telados de campo . . . ..
245
Estudos sobre a interagéo Baculovirus antiaarsia
e
Nomuraea rileyi no controle da lagarta da soja,
An-ticarsia gemmatalis ... . . . ...
247
Exp. 4: Ocorréncia de um virus de granulose (bamflovirus) em popu1ag6es da broca-das-axilas, Epinotia aporema ..
Exp. 5: Efeito de diferentes isolados de Baculovirus
anti-carsia sobre a lagarta da soja, Antianti-carsia gemmatalis.
Exp, 6: Efeito da passagem de Baculovirus anticarsia pelo a parelho digestive de artropodos predadores na ativi dade do virus ... . . ... . . ..
PROJETO: LEVANTAMENTO E BIOLOGIA DE TRIPES EM SOJA . . . ..
Exp. : Abundancia estacional de tripes em soja . . . ..
PROJETO: CONTROLE DE TRIPES DA SOJA .. . . ... . . . . ..
Exp. : Efeito de epocas, densidade de semeadura elwo de ip seticida sobre a populagio de tripes, incidéncia da queima do broto e rendimento da soja . . . ..
PROJETO: ESTUDO COM PARASITAS NO CONTROLE DE PERCEVEJOS ....
Exp. 1: Levantamento de parasitas de ovos de percevejos ...
Exp. 2: Utilizagio de parasitas no controle de percevejos .
Exp. 3: Produgio massal de percevejos ... . . . ..
Exp. 4: Produgio massal de Trissolaus basalis . . . ..
Exp. 5: Eficiéncia de predadores na popu1a¢§o de hmetos pra
gas da soja . . . ... . . . ... . . . ..
PROJETO: NIVEIS DE DANOS DE PERCEVEJOS A SOJA NO CAMPO ...
Exp. : Niveis de danos de percevejos a soja no campo ...
PROJETO: OBTENCAO DE FEROMGNIOS SEXUAIS DE PERCEVEJOS ATWES DE SINTESE LABORATORIAL .. . . ... . . ..
Exp. : Obtengio de ferom5nios sexuais de percevejos através de sintese laboratorial . . . ...
PROJETO: MODELAGEM DE POPULACAO DE INSETOS PRAGAS DA SOJA ....
Exp. : Modelagem de populagio de insetos pragas da soja ....
PROJETO: DESENVOLVIMENTO DE CULTIVARES RESISTENTES A INSETOS
EXP- 1: Teste de linhagens precoces para percevejos ... ...
ExP- 2: Teste de linhagens semi-pardias para percevejos ... . EXP- 3: Testes de linhagens para resisténcia a insetos
des-folhadores ... . . . ...
EXP- 4: Teste de progénies . . . ... E*P- 5: Desenvolvimento de material genético segregante e
cruzamentos complementares ...
PR0JETo= CARACTERIZACAO, AVALIACAO E CONSERVACAO DA COLECAO
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E1»_-4-*4
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X
Exp. 1: Manutencio do banco ativo de germoplasma de Soja
Exp. 2: Atividade da peroxidase na identificacao de ¢u1tiva res de soja ... . . . .. _
EXP- 3! TiPO de pubescéncia e forma das folhas na identifi-cagio de cultivares . . . ... . . ..
PROJETO: DESENVOLVIMENTO DE CULTIVARES ADAPTADAS ASVARIAS RE
GIOES ECOLOGICAS E AS VARIOS SISTEMAS DE PRODUCAO _
Exp. 1: Hibridagio, condugio de popu1ag5es segregantes ea-valiag6es preliminares .... . . ...
Exp. 2: Ensaio intermediario de avaliacio de linhagens _
Exp. 3: Avaliagio final de linhagens de soja para 0 Estado do Parana .... . . ..._ , _ , _ _ _ _ ___ _ _ _ _ _ _ __
PROJETO: DESENVOLVIMENTO DE CULTIVARES PARA UTILIZACAO "IN NATURA" E NA INDUSTRIA DE ALIMENTOS ...
Exp. : Desenvolvimento de cultivares com alto teor de pro-teina na semente ... . . . ...
TAXA INTERNA DE RETORNO DOS INVESTIMENTOS DA EMBRAPA' CENTRO
NACIONAL DE PESQUISA DE SOJA .... . . ...
PROJETO: EFICIENCIA TECNICA E ECONOMICA DE SISTEMAS DE PRODU
. . . .
. . . . .
Exp. : Eficiéncia técnica e econ5mics de sistemas de produ
~ S. 1
cao ... . . . ... . . . . _ _ __,____
DIFUSAO DE TECNOLOGIA ...
...
,,
,_____
s
292
293
293
299
299
300
so;
321
321
323
325
325
327
_1_
BRINCIPAIS OCORRENCIAS METEOROLOGICAS EM ALGUMAS LOCALIDADES DA
REc1A0 PRODUTORA DE SOJA N0 PARANA EM 1982/83
Celso A. Gaudencig e Antonio garcia
O regime de precipitagio e a disponibilidade hidrica do so 1°, estimada pelo balango hidrico de Thornthwaite & Mather (1955), no periodo de setembro de 1982 a abril de 1983, em alghmas localidades do Estado do Parani, s§o apresentadas nas Tabelas e Figuras de 1 a 6. Q5 valores médios, por decEndio, das temperaturas médias diirias de Londrina, Palotina e Ponta Grossa, s§o apresentadas na Tabela 7 ena Figura 7. _
Embora, a descrig§o climfitica tenha cargter geral, ela ob-jetiva ajudar, a cada an0,a interpretag§o dos dados de pesquisa, no que se refere is influgncias do clima nos resultados experimentais, e auxiliar a compreensgo dos resultados obtidos nas principais Ereas de produgao da soja no Estado.
Regiao Norte ~ Londrina e Cambari
Relacionamos a seguir, a influEncia da disponibilidade
hi-drica para soja, em Londrina e Cambari, em seus aspectos mais relevan
Cl
P:
'1
I).
Y
es (Tabelas
1
e 2
e Figuras 1 e 2).
Houve precipitaggo suficiente em todo o periodo de semeadura, favg
recendo a emergEncia e o crescimento das plantas. Mas as chuvasfrg
quentes dificultaram o preparo do solo e atrasaram a semeadura
de
parte da Erea da soja, em relagio a Epoca recomendada.Ocorreu um periodo curto de escasses de precipitaggo pluviométrica em fevereiro que n50 deve ter afetado a soja em Londrina. Em Cam-bari este periodo foi mais longo, podendo ter afetado a soja em pg riodo critico 5 falta de Egua, para as cultivares de ciclo semi--tardio, médio e precoce semeadas no inicio, meados e fins de no-vembro respectivamente.
As cultivares precoces semeadas em fins de outubro e nos dois pri-meiros decgndios de novembro tiveram sua colheita atrasada, preju-dicando a qualidade do produto destinado para semente, devido ao excesso hidrico de fins de fevereiro 5 inicio de margo, principal-mente em Londrina, que choveu mais nesse periodo. ‘
AS cultivares de ciclo médio e semi—tardio semeadas a partirdo ter ceiro decgndio de novembro, tiveram condigaes desfavoriveis na co-lheita, pela alta frequgncia de chuvas ocorridas a partir do segug do dec§ndio de abril.
OS dias menos chuvosos e mais favoriveis para a colheita ocorreram em meados de fevereiro, fins de margo e inicio de abril, benefici-ando as cultivares implantadas, segundo 0 seu ciclo, nos decéndios seguintes: precoce - no segundo de outubro e, do terceiro de novem bro ao primeiro de dezembro; médio - no terceiro de outubro e nos d°iS primeiros de novembro; semi—tardio -no tmmeinode outubro epri meiro de novembro. As Drecoces tiveram também condigaes favoriveis X
Exp. 1: Manutengao do banco ativo de germoplasma de Soja Exp. 2: Atividade da peroxidase na identificagao de ¢u1tiva
res de soja ... . . . .. _ EXP- 3! TiPO de pubescéncia e forma das folhas na
identifi-cagao de cultivares . . . ... . . ..
PROJETO: DESENVOLVIMENTO DE CULTIVARES ADAPTADAS ASVARIAS RE
GIOES ECOLOGICAS E AS VARIOS SISTEMAS DE PRODUCAO _
Exp. 1: Hibridagio, condugio de popu1ag5es segregantes e a-va1iag6es preliminares .... . . ...
Exp. 2: Ensaio intermediario de avaliagio de linhagens _ Exp. 3: Avaliagio final de linhagens de soja para 0 Estado
do Parana .... . . ..._,____,____ _ _ _ _ _ _ __ PROJETO: DESENVOLVIMENTO DE CULTIVARES PARA UTILIZACAO "IN
NATURA" E NA INDUSTRIA DE ALIMENTOS ...
Exp. : Desenvolvimento de cultivares com alto teor de pro-teina na semente ... . . . ...
TAXA INTERNA DE RETORNO DOS INVESTIMENTOS DA EMBRAPA' CENTRO
NACIONAL DE PESQUISA DE SOJA .... . . ...
PROJETO: EFICIENCIA TECNICA E ECONDMICA DE SISTEMAS DE PRODU
. . . ..
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Exp. : Eficiéncia técnica e econ5mica de sistemas de produ
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DIFUSAO DE TECNOLOGIA ...
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_1_
CIPAIS OCORRENCIAS METEOROLGGICAS EM ALGUMAS LOCALIDADES DA
REGIAO PRODUTORA DE SOJA N0 PARANA EM 1982/83
ERIN
Celso A. Gaudencig e Antonio gafcia
O regime de precipitagio e a disponibilidade hidrica do so 1°, estimada pelo balango hidrico de Thornthwaite & Mather (1955), no periodo de setembro de 1982 a abril de 1983, em alghmas localidades do Estado do Parani, sic apresentadas nas Tabelas e Figuras de 1 a 6. Q5 valores médios, por decEndio, das temperaturas médias diirias de Londrina, Palotina e Ponta Grossa, s§o apresentadas na Tabela 7 ena Figura 7. _
Embora, a descrig§o c1im5tica tenha carater geral, e1a ob-jetiva ajudar, a cada an0,a interpretag§o dos dados de pesquisa, no que se refere is influgncias do clima nos resultados experimentais, e auxiliar a compreensgo dos resultados obtidos nas principais Ereas de pgodugao da soja no Estado.
Regiao Norte ~ Londrina e Cambari
Relacionamos a seguir, a inf1uEncia da disponibilidade
hi-drica para soja, em Londrina e Cambari, em seus aspectos mais relevag
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3
I).
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es (Tabelas
1
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e Figuras 1 e 2).
Houve precipitaggo suficiente em todo o periodo de semeadura, favg
recendo a emergEncia e o crescimento das plantas. Mas as chuvasfrg
quentes dificultaram o preparo do solo e atrasaram a semeadura
de
parte da Erea da soja, em relagio a Epoca recomendada.Ocorreu um periodo curto de escasses de precipitaggo pluviométrica em fevereiro que n50 deve ter afetado a soja em Londrina. Em Cam-bara este periodo foi mais longo, podendo ter afetado a soja em pg riodo critico 5 falta de Egua, para as cultivares de ciclo semi--tardio, médio e precoce semeadas no inicio, meados e fins de no-vembro respectivamente.
As cultivares precoces semeadas em fins de outubro e nos dois pri-meiros decgndios de novembro tiveram sua colheita atrasada, preju-dicando a qualidade do produto destinado para semente, devido ao excesso hidrico de fins de fevereiro 5 inicio de margo, principal-mente em Londrina, que choveu mais nesse periodo. ‘
AS cultivares de ciclo médio e semi-tardio semeadas a partirdo ter ceiro decgndio de novembro, tiveram condigaes desfavoriveis na co-lheita, pela alta frequgncia de chuvas ocorridas a partir do segug do dec§ndio de abril.
seriado por decendio. Capacidade de armazenamento de Egua no solo de 125 mm. Londrina,PR. Setembro de 1982 TABELA 1. Balanco hidrico segundo THORNTHWAITE & HATHER (1955),
.-a M.-aio de 1983.
___ -.? an
MES T (QC) P (mm) DEF (mm) EXC (mm)
19,3
Setembro 22,7
19,7
19,7
Outubro
20,0
23,8
24,0
Novembro
21,8
22,5
21,2
Dezembro
22,0
22,4
23,7
Janeiro 24,1
24,4
23,0
Fevereiro 24,5
24,8
23,4
Margo 22,4
21,1
22,3
Abril 22,]
20,1
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seriado por decendio. Capacidade de armazenamento de Egua no solo de 125 mm. Londrina,PR. Setembro de 1982 TABELA 1. Balango hidrico segundo THORNTHWAITE & HATHER (1955),
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MES T (QC) P (mm) DEF (mm) EXC (mm)
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Outubro
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Novembro
21,8
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Dezembro
22,0
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Janeiro 24,1
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1 TABELA Balango seriado igua no a Abril
hidrico segundo THORNTHWAITE & MATHER (1955), por decéndio. Capacidade de armazenamento de solo de 125 mm. Cambari, PR. Setembro de 1982 de 1983
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FONTE: IAPAR — Servigo de Agrometeorologia - EAM de Cambari, PR. LAT.
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: 1 4 TABELA Balango
seriado igua no a Abril
hidrico segundo THORNTHWAITE & MATHER (1955), por decéndio. Capacidade de armazenamento de solo de 125 mm. Cambari, PR. Setembro de 1982 de 1983
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FIG. 2. Balango hidrico segundo THORNTHWAITE & MATHER (1955), +5 I /I riado por decEndio. Capacidade de armazenamento de figun
no SO10 de 125 mm. Cambari, PR. Setembro de 1982 .‘1 II"
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de colheita, nas semeaduras efetuadas a1Em do periodo_recomendado.
Regiao Oeste — Palotina e Cascavel
O regime hidrico para a cultura da soja na regiao 0este,e§
ti detalhado nas Tabelas e Figuras 3 e 4. Os principais aspectos
da sua influencia sobre a cultura da soja s50 descritos abaixo.
1- Em Pa10tiH& e Cascavel houve disponibilidade hidrica
duran-te todo o ciclo da soja, independenduran-temenduran-te da Epoca de sua imp1an~ tagio. Mas o excesso de chuvas prejudicou o preparo do solo e a o—
peragao de semeadura, atrasando a implantagao da cultura.
2. 0 excesso de precipitagao prejudicou tambem a colheita da soja
implantada nos seguintes decfindiosz precoce - terceiro de
outubro e primeiro de dezembro; médio — nos dois filtimos de
novem-bro e dois primeiros de dezemnovem-bro; semi—tardio - independentemente
da epoca de semeadura.
3. A menor precipitagao ocorrida de fins de margo 5 inicio de abril,
beneficiou a colheita das cultivares semeadas nos decendiosz preco
ce - segundo e terceiro de novembro; medic - dois Gltimos de
outu-bro e primeiro de novemoutu-bro.Regiao Sul — Ponta Grossa e Guarapuava
Os balangos hidricos de Ponta Grossa e Guarapuava s§o apre
gentadgs nas Tabelas e Figuras '5 e 6. Aborda-se abaixo os
possi*%—-veis efeitos do regime hidrico sobre a implantagao e desenvolvimento
da soja nessa regiao.
1. 0 excesso de chuvas na epoca de semeadura da soja, atrasou aimplan tagio da cultura em Ponta Grossa e principalmente em Guarapuava. 2. Houve um veranico nos dois primeiros decendios de fevereiro, poden
do ter afetado a soja em periodo critico, das cultivares de ciclo
semi—tardio, medic e precoce semeadas no inicio, meados e fins de
novembro respectivamente. Esse déficit hidrico foi mais acentuado
em Ponta Grossa.
3. A menor precipitagao, como aconteceu na zona Oeste, ocorreu defins
de margo 5 inicio de abril, 0 que deve ter beneficiado a colheita
neste periodo. A soja que amadureceu antes ou deoois deste periodo
teve a colheita dificultada pelo excesso de chuvns principalmente
em Guarapuava.
As diferengas de temperaturas caracteristicas no ver§o de
Londrina, Palotina e Ponta Grossa, cmnbrme apresentadas na Tabela 7
e Figura 7, refletem as diferengas observadas no desenvolvimento da
soja nestas regiaes, principalmente quanto a duragao do ciclo. Para a semeadura de uma mesma cultivar, numa mesma data nas tres localidadeg tem se observado um encurtamento no ciclo da soja onde predomina tem-peraturas mais altas.
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TABELA 3. Balango seriado igua no a Abril
_ 7 _
hidrico Segundo THORNTHWAITE & MATHER (1955),
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por decendio. Capacidade de armazenamento de
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25 45 31
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76 111 79
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0 47 165
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de colheita, nas semeaduras efetuadas a1Em do periodo_recomendado.
Regiao Oeste — Palotina e Cascavel
O regime hidrico para a cultura da soja na regiao 0este,e§ t5 detalhado nas Tabelas e Figuras 3 e 4. Os principais aspectos da sua inf1uEncia sobre a cultura da soja s50 descritos abaixo.
1- Em Pa10tiH& e Cascavel houve disponibilidade hidrica duran-te todo o ciclo da soja, independenduran-temenduran-te da Epoca de sua imp1an~ tagio. Mas o excesso de chuvas prejudicou o preparo do solo e a o-peragao de semeadura, atrasando a implantagio da cultura.
2. 0 excesso de precipitagao prejudicou também a colheita da soja
implantada nos seguintes decfindiosz precoce - terceiro de
outubro e primeiro de dezembro; médio — nos dois filtimos de novem-bro e dois primeiros de dezemnovem-bro; semi-tardio - independentemente da Epoca de semeadura.
3. A menor precipitagao ocorrida de fins de margo 5 inicio de abril, beneficiou a colheita das cultivares semeadas nos decandiosz preco
ce - segundo e terceiro de novembro; médio - dois Gltimos de
outu-bro e primeiro de novemoutu-bro.
Regiao Sul — Ponta Grossa e Guarapuava
Os balangos hidricos de Ponta Grossa e Guarapuava s§o apre
gentadgs nas Tabelas e Figuras '5 e 6. Aborda-se abaixo os possi*%—-veis efeitos do regime hidrico sobre a implantaggo e desenvolvimento da soja nessa regigo.
1. 0 excesso de chuvas na Epoca de semeadura da soja, atrasou ainplan tagao da cultura em Ponta Grossa e principalmente em Guarapuava. 2. Houve um veranico nos dois primeiros decendios de fevereiro, poden
do ter afetado a soja em periodo critico, das cultivares de ciclo semi-tardio, médio e precoce semeadas no inicio, meados e fins de novembro respectivamente. Esse déficit hidrico foi mais acentuado em Ponta Grossa.
3. A menor precipitagao, como aconteceu na zona Oeste, ocorreu defins de margo 5 inicio de abril, 0 que deve ter beneficiado a colheita neste periodo. A soja que amadureceu antes ou denois deste periodo teve a colheita dificultada pelo excesso de chuvns principalmente em Guarapuava.
As diferengas de temperaturas caracteristicas no ver§o de Londrina, Palotina e Ponta Grossa, cmnbrme apresentadas na Tabela 7 e Figura 7, refletem as diferengas observadas no desenvolvimento da soja nestas regiaes, principalmente quanto a duragao do ciclo. Para a semeadura de uma mesma cultivar, numa mesma data nas trEs localidadeg tem se observado um encurtamento no ciclo da soja onde predomina tem-peraturas mais altas.
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seriado igua no a Abril
_ 7 _
hidrico segundo THORNTHWAITE & MATHER (1955),
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132 O 109
riado por decendio. Capacidade de armazenamento de agua
no solo de 125 mm. Palotina, PR. Setembro de 1982 a
a-bril de 1983. ‘
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56' S
LONG. 53° 26 w
ALT. 760 m
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, DEFICIENCIA
_ 9 _
hidrico segundo THORNTHWAITE & MATHER (1955), por decéndio. Capacidade de armazenamento de solo de 125 mm. Cascavel, PR. Setembro delggg de 1983.
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riado por decendio. Capacidade de armazenamento de agua no solo de 125 mm. Palotina, PR. Setembro de 1982 a
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riado por deCEHd1O Capacidade de armazenamento de igua I
no solo de 125 mm Cascavel PR Setembro de 1982 a
a-bril de 1983
Setembro
Outubro
Novembro
Dezembro
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Fevereiro
Margo
Abril
15,2 19,1 16,3
16,0 16,0 20,0
20,7 18,2 20,1
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19,8 22,0 22,2
20,8 19,2 18,2
19,2 18,8 17,4
O 0 14
132 96 43
55 128 122
24 8] 27
43 52 49
12 98 10
39 62 107
I T0NTE: IAPAR - Servigc de Agrometeorologia —EAM dePonta Crossa,PR
LAT. 25° 13' s
LONG 50
AL
880 m
SET NOV JAN F
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TABEL;fl7KE. Balango hidrico segundo THORNTHWAITE & MATHER (1955)
A
Seriado por decendio C3P1C1d3d€ de armazenamento d Egua no solo de 125 mm Ponta Grossa, PR Setembro de 1982 a Abril de 1983
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7
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Balango hidrico segundo THORNTHWAITE & MATHER (1955), sg
riado por deCEHd1O Capacidade de armazenamento de igua I no solo de 125 mm Cascavel PR Setembro de 1982 a
a-bril de 1983
Setembro
Outubro
Novembro
Dezembro
Janeiro
Fevereiro
Margo
Abril
15,2 19,1 16,3
16,0 16,0 20,0
20,7 18,2 20,1
18,0 21,0 20,5
21,5 22,2 22,1
19,8 22,0 22,2
20,8 19,2 18,2
19,2 18,8 17,4
O 0 14
132 96 43
55 128 122
24 8] 27
43 52 49
12
98 10
39 62 107
I T0NTE: IAPAR - Servigc de Agrometeorologia —EAM dePonta Crossa,PR