Economia
e mercados
Economia e mercados
1. Como o economista é visto;
2. O papel do economista;
3. O que projetar e como projetar: onde investir hoje?
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[CONFIDENCIAL]
A imagem do economista
• Distanciamento da realidade;
• Pouco compromisso com opiniões e posições;
• Pouca capacidade de acertar projeções;
• Falta de consenso: há muito ruídos políticos:
– As relações de causalidade entre gastos públicos, taxa de juros e taxa de
câmbio;
– A polarização entre PT e PSBD.
• Millôr Fernandes:
– “o especialista é o que só não ignora uma coisa”.
• É bom desconfiar:
– Dunga, Barrichello e Ronaldinho Gaúcho.
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[CONFIDENCIAL]
O papel do economista
• Instrumento para se entender relações:
– Saber acumulado: três séculos de conhecimento cristalizado em modelos
teóricos e matemáticos;
• Instrumento para se medir e projetar relações:
– A estatística (correlações, causalidades e regressões) permite ao economista
romper com o senso comum;
• Importância do preço (restrição orçamentária):
– há sempre um preço que reflete os desejos dos agentes.
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[CONFIDENCIAL]
O papel do economista
• Academia e governo:
– é preciso avaliar o passado para propor respostas/políticas públicas;
– diagnóstico correto importa mais que a trajetória esperada da economia;
• Setor privado:
– entender o futuro é mais importante que analisar o passado;
– é preciso preparar estrategicamente as empresas para possíveis cenários:
• projeções de receitas e custos.
• avaliação de riscos;
– modelos que simplifiquem a realidade e as relações são instrumentos concisos
para tomada de decisões;
– Decisões precisam ser tomadas o tempo todo, com o conjunto de informações
disponível.
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[CONFIDENCIAL]
O papel do economista
• Conjunto de informações:
– Seleciona variáveis que realmente importam;
– organiza raciocínios e relações;
– organizam informações dispersas pela empresa e funcionários.
• Tomada de decisões:
– futuro é, por definição, desconhecido e incerto, mas é possível medir
incertezas (riscos calculados);
– Melhor informação disponível naquele momento;
– É o melhor que se pode fazer: não tomar decisão não faz sentido.
– Millôr Fernandes: “De todas as taras sexuais não existe nenhuma mais
estranha que a abstinência”.
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[CONFIDENCIAL]
O papel do economista
• Projeções:
– Vantagens:
• erros de projeções/diagnósticos não são mérito de economistas;
• ganhos dos modelos se ampliaram com a estabilidade econômica/institucional;
• as economias são parecidas: todos estão condicionados pelo ambiente global;
• modelos teóricos e empíricos refletem comportamentos racionais e estáveis
(inércia) dos agentes.
– Desvantagens:
• Millôr Fernandes: “as estatísticas provam: as estatísticas não provam nada”;
• Há demanda por números precisos:
– constrangimento da decisão;
– Longas explicações de hipóteses e intervalos de confiança costumam irritar.
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[CONFIDENCIAL]
Passado e futuro
• Desvantagens:
– Acerto é evento raro:
• Hipóteses, valores centrais, intervalos, choques;
– Os modelos estatísticos se apóiam em hipóteses fortes:
• os agentes econômicos agem racionalmente;
• o futuro repetirá o passado;
• É muito difícil antecipar rupturas: comportamentos irracionais (bolhas,
euforias, corridas bancárias);
• São raros os eventos que efetivamente alteram a estrutura da economia.
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[CONFIDENCIAL]
Passado e futuro
• Desvantagens:
– Projeções financeiras são mais desafiadoras:
• Seguem movimento randômico: os preços dos ativos refletem
instantaneamente todo o conjunto de informações disponível e probabilidade
de diversos cenários;
• Refletem também movimentos técnicos: fluxos e limites de posicionamento;
• Por isso análise gráfica pode ajudar mais.
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[CONFIDENCIAL]
Passado e futuro
• Desvantagens:
– Pressão do curto prazo:
• é difícil contrapor à realidade concreta dos números, modelos teóricos imprecisos;
• quando os ativos mudam, as análises costumam mudar junto;
• Dados de alta frequência afetam as projeções;
• as analises são "backward looking": a última impressão é a que fica;
– Pressão do consenso:
• consensos são confortáveis e perigosos (bolhas);
• custo de contrariar a maioria é alto: errar ou acertar com a maioria é mais
confortável que o risco de errar sozinho;
• normalmente se coleciona fatos e argumentos para justificar a tese de consenso.
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[CONFIDENCIAL]
Passado e futuro
• Desvantagens:
– Os economistas podem e devem filtrar o que é tendência e o que é ruído
de curto prazo.
• preços dos ativos dependem de outros fatores, que não apenas os fundamentos
econômicos;
• contribuição do economista é olhar a tendência: ativos sempre convergem para os
fundamentos.
• Há como fazer contraponto crítico às oscilações naturais dos ativos financeiros.
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[CONFIDENCIAL]
A função dos bancos
– Empréstimos:
• É preciso projetar a taxa de juros, câmbio, inadimplência e inflação no futuro;
– Redução dos riscos dos clientes:
• Assessoria financeira;
• Proteção contra oscilação de ativos;
– Aplicações financeiras:
• Bolsa, juros e câmbio;
– Bolsa, juros e câmbio resumem as principais informações demandadas.
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[CONFIDENCIAL]
o Demanda de estrangeiros;
o Preços de commodities;
o Mercado consumidor local.
Principais características
o Bolsa norte-americana;
o Taxa de câmbio;
o Risco soberano;
o Preços de commodities;
o Taxa de juros local.
Principais variáveis utilizadas
O que explica a bolsa?
o Baixo crescimento global;
o Câmbio aprecia;
o Brasil sem surpresas;
o China mantém crescimento;
o Juros em queda.
Modelo e resultados
Principais resultados
Principais variáveis utilizadas
o Bolsa norte-americana;
o Taxa de câmbio;
o Risco soberano;
o Preços de commodities;
o Taxa de juros local.
o Não há ruptura global;
o Brasil segue sendo “porto
seguro”;
o Dúvidas sobre a China são
superadas;
o Juros continuam em queda.
Motivos para recuperação
o Baixo crescimento global;
o Apreciação do câmbio;
o Não há injeção de liquidez;
o Desaceleração na China;
o Desaceleração no Brasil:
Dúvidas sobre ritmo de
desaceleração e custos crescentes
de produção.
Limites da recuperação
Recuperação cautelosa
Bolsas
– Movimentos da bolsa são caóticos e randômicos;
– É possível “limpar” o noticiário diário e concentrar em:
• Crescimento nos Estados Unidos (bolsa);
• Crescimento na China (preços de commodities);
• Rupturas domésticas:
– Taxa de câmbio;
– Taxa de juros.
– Quais os riscos possíveis:
• Estados Unidos e China;
• Análise gráfico: gestão de curto prazo.
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[CONFIDENCIAL]
Bolsa: crescimento global baixo
PIB Estados Unidos (%)
Fonte: Bloomberg, Votorantim Corretora.
Recuperação nos
Estados Unidos tende
a ser gradual.
2,9% 4,1% 2,5% 3,7% 4,5% 4,4% 4,8% 4,1% 1,1% 1,8% 2,5% 3,5% 3,1% 2,7% 1,9% -0,3% -3,5% 3,0% 1,7% 2,1% 2,2% -4,0% -3,0% -2,0% -1,0% 0,0% 1,0% 2,0% 3,0% 4,0% 5,0% 6,0% 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013Bolsa: espaço limitado nos EUA
Médias trimestrais
Fonte: Bloomberg, Votorantim Corretora.
Com crescimento
moderado, espaço
para nova alta dos
preços dos ativos é
menor.
-5,0% -4,0% -3,0% -2,0% -1,0% 0,0% 1,0% 2,0% 3,0% 4,0% 5,0% 6,0% 700 800 900 1.000 1.100 1.200 1.300 1.400 1.500 1.600 2000 - I 2000 - III 2001 - I 2001 - III 2002 - I 2002 - III 2003 - I 2003 - III 2004 - I 2004 - III 2005 - I 2005 - III 2006 - I 2006 - III 2007 - I 2007 - III 2008 - I 2008 - III 2009 - I 2009 - III 2010 - I 2010 - III 2011 - I 2011 - III 2012 - I 2012 - IIISem colapso na China
CRB (dados diários)
Fonte: Bloomberg , Votorantim Corretora.
Tendência de
alta de preços
de commodities
continua.
Ritmo, no
entanto, é mais
moderado.
190 240 290 340 390 440 490Juros: testando os limites
Selic (% ao ano)
Fonte: Banco Central, Votorantim Corretora.
Governo aproveita a
oportunidade para
testar limites mais
baixos da taxa de
juros.
18,50% 13,25% 11,25% 13,75% 8,75% 10,75% 11,50% 9,00% 9,00% 8,0% 10,0% 12,0% 14,0% 16,0% 18,0% 20,0% 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013Bolsa: mercado local técnico
Fonte: Bloomberg, Votorantim Corretora.
Valorização de final
de ano não deve se
repetir.
450 650 850 1.050 1.250 1.450 1.650 0 10.000 20.000 30.000 40.000 50.000 60.000 70.000 80.000 jan -02 jan -03 jan -04 jan -05 jan -06 jan -07 jan -08 jan -09 jan -10 jan -11 jan -12Câmbio
• Fundamentos:
– Convergência aos fundamentos;
– Prêmio de risco;
– Preços de commodities;
– Diferencial de juros.
• Variáveis financeiras:
– Aversão a risco (SPX);
– Volatilidade de mercados (VIX, VXY).
• O que olhar:
– Preços de commodities;
– Volatilidade;
– Diferencial de juros (Fed).
27
[CONFIDENCIAL]
Câmbio
• Quais os riscos monitorar:
– Crescimento na China;
– Decisões do FED: afrouxamento quantitativo;
– Interessante: medidas do governo tem efeito temporário.
28
[CONFIDENCIAL]
BRL: reversão aos fundamentos
Fonte: Bloomberg , Votorantim Corretora.
Moeda sempre
reverte aos
fundamentos.
1,20 1,70 2,20 2,70 3,20 3,70 4,20 ja n /00 ju l/00 ja n /01 ju l/01 ja n /02 ju l/02 ja n /03 ju l/03 ja n /04 ju l/04 ja n /05 ju l/05 ja n /06 ju l/06 ja n /07 ju l/07 ja n /08 ju l/08 ja n /09 ju l/09 ja n /10 ju l/10 ja n /11 ju l/11 ja n /12BRL: menor apreciação
Fonte: Bloomberg, Votorantim Corretora.
Tendência de clara
apreciação pode
ter chegado ao
final.
1,84 1,96 2,36 2,92 2,72 2,72 2,29 2,15 1,79 2,40 1,75 1,69 1,84 1,70 1,70 1,50 1,70 1,90 2,10 2,30 2,50 2,70 2,90 3,10 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013Sem colapso na China
CRB (dados diários)
Fonte: Bloomberg , Votorantim Corretora.
Tendência de
alta de preços
de commodities
continua.
Ritmo, no
entanto, é mais
moderado.
190 240 290 340 390 440 490Sem colapso na Europa
VIX (média mensal)
32
[CONFIDENCIAL]
Fonte: Bloomberg, Votorantim Corretora.
Alívio global foi
gatilho para
valorização de
preços de
ativos.
10,00 15,00 20,00 25,00 30,00 35,00 40,00 45,00 50,00 55,00 60,00 65,00 ja n /91 o u t/91 ju l/92 ab r/93 ja n /94 o u t/94 ju l/95 ab r/96 ja n /97 o u t/97 ju l/98 ab r/99 ja n /00 o u t/00 ju l/01 ab r/02 ja n /03 o u t/03 ju l/04 ab r/05 ja n /06 o u t/06 ju l/07 ab r/08 ja n /09 o u t/09 ju l/10 ab r/11 ja n /12Volatilidade está baixa
VIX dados diários
Fonte: Bloomberg, Votorantim Corretora.
Incertezas globais
ainda presentes
reduzem chances de
continuidade de queda
de volatilidade .
0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 03/jan /91 03/jan /93 03/jan /95 03/jan /97 03/jan /99 03/jan /01 03/jan /03 03/jan /05 03/jan /07 03/jan /09 03/jan /11Risco soberano estável
CDS bps
Fonte: Bloomberg , Votorantim Corretora.
Fatores locais
devem ter menor
peso para
determinar preços
de ativos.
231 102 100 345 123 112 158 120 90 - 50 100 150 200 250 300 350 400 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013Superávit comercial menor
USD bilhões
Fonte: Banco Central, Votorantim Corretora.
Menor saldo
comercial
reduz fluxos
cambiais.
13,1 24,8 33,7 44,8 46,1 39,2 24,2 25,3 20,1 30,3 16,5 19,5 0,1 5,1 10,1 15,1 20,1 25,1 30,1 35,1 40,1 45,1 50,1 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013Desaceleração do fluxo cambial
USD bilhões
Fonte: Banco Central, Votorantim Corretora.
Fluxos financeiros
também indicam
sobras cambiais
menores.
“Tsunami
monetário” não
deve ter
continuidade.
3,1 -3,9 2,4 11,9 19,3 37,3 87,5 -1,0 28,8 24,3 65,3 44,7 -20,0 0,0 20,0 40,0 60,0 80,0 100,0 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012Juros
• Função reação do Banco Central (regra de Taylor):
– Controle de inflação: juros em relação à taxa neutra;
– Comportamento passado da taxa de juros importa.
– Banco Central reage a desvios de crescimento e inflação;
– Desvios de crescimento:
• Quando a economia cresce mais/menos do que a infra-estrutura permite, risco
inflacionário se eleva/reduz: Banco Central eleva/corta juros;
• Quando as expectativas de inflação estão acima/abaixo da meta, risco inflacionário
se eleva/reduz: Banco Central eleva/corta juros;
39
[CONFIDENCIAL]
Juros
• Quais os riscos monitorar:
– Crescimento local;
– Expectativas de inflação;
– Declarações do Banco Central:
• Metas políticas para redução de juros;
• Importância a crescimento ou a inflação;
• Qual meta de inflação?
• Qual a taxa de juros neutra?
• Comportamento das expectativas de inflação.
– Dificuldade atual:
• O que é PIB;
• Economia com duas velocidades.
40
[CONFIDENCIAL]
Crescimento preservado
Taxa de desemprego (%)
Fonte: IBGE, Votorantim Corretora.
Sem colapso global
e com incentivos
locais de política,
mercado de
trabalho se
mantém aquecido.
11,7% 12,3% 11,5% 9,9% 10,0% 9,3% 7,9% 8,1% 6,7% 6,0% 5,6% 5,2% 4% 5% 6% 7% 8% 9% 10% 11% 12% 13% 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013Inadimplência em queda
(%)
Fonte: IBGE, Banco Central, Votorantim Corretora.
Renda real permite
queda da
inadimplência.
0,0% 0,5% 1,0% 1,5% 2,0% 2,5% 3,0% 3,5% 4,0% 5,0% 5,5% 6,0% 6,5% 7,0% 7,5% 8,0% 8,5% 9,0%jan/05 jan/06 jan/07 jan/08 jan/09 jan/10 jan/11 jan/12
Mercado de crédito
Volume total (% anual)
Fonte: Banco Central, Votorantim Corretora.
Menor inadimplência
sustenta expansão do
crédito.
8,8% 19,2% 21,7% 20,7% 27,8% 31,1% 15,2% 20,6% 19,0% 18,5% 17,4% 5% 10% 15% 20% 25% 30% 35% 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013Consumo doméstico aquecido
Vendas no varejo (média anual - %)
Fonte: IBGE, Votorantim Corretora .
Renda e crédito
explicam tendência
amplamente
favorável para
consumo.
-1,6% -0,7% -3,7% 9,2% 4,8% 6,2% 9,7% 9,1% 5,9% 10,9% 6,7% 6,0% 5,9% -6% -4% -2% 0% 2% 4% 6% 8% 10% 12% 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013Produção industrial
Média anual (%)
Fonte: IBGE, Votorantim Corretora .
Indústria, no entanto,
reflete ampla falta de
competitividade do
País.
1,7% 3,9% -2,0% -0,7% 6,6% 1,6% 2,7% 0,1% 8,3% 3,1% 2,8% 6,0% 3,1% -7,4% 10,5% 0,3% -1,0% 3,6% -11% -9% -7% -5% -3% -1% 1% 3% 5% 7% 9% 11% 13% 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013Crescimento
PIB e tendência (%)
Fonte: IBGE, Votorantim Corretora .
Crescimento oscila ao
redor de 4,0%.
-0,5% 4,7% 5,4% 4,4% 2,1% 3,4% 0,0% 0,3% 4,3% 1,3% 2,7% 1,1% 5,7% 3,2% 4,0% 6,1% 5,2% -0,6% 7,5% 2,7% 2,9% 4,2% -2,0% 0,0% 2,0% 4,0% 6,0% 8,0% 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013Inflação: rodando acima da meta
IPCA
Fonte: IBGE, Banco Central, Votorantim Corretora.
Inflação de serviços
pode manter IPCA
acima da meta.
0,0% 2,0% 4,0% 6,0% 8,0% 10,0% 12,0% 14,0% 16,0% 18,0% 20,0% ja n /99 ja n /00 ja n /01 ja n /02 ja n /03 ja n /04 ja n /05 ja n /06 ja n /07 ja n /08 ja n /09 ja n /10 ja n /11 ja n /12 ja n /13Expectativas de inflação
IPCA
Fonte: IBGE, Banco Central, Votorantim Corretora.
Inflação de serviços
pode manter IPCA
acima da meta.
3,5 4 4,5 5 5,5 6 02/01/08 02/03/08 02/05/08 02/07/08 02/09/08 02/11/08 02/01/09 02/03/09 02/05/09 02/07/09 02/09/09 02/11/09 02/01/10 02/03/10 02/05/10 02/07/10 02/09/10 02/11/10 02/01/11 02/03/11 02/05/11 02/07/11 02/09/11 02/11/11 02/01/12 02/03/12Expectativas de inflação
IPCA
Fonte: IBGE, Banco Central, Votorantim Corretora.
Inflação de serviços
pode manter IPCA
acima da meta.
3,000 3,500 4,000 4,500 5,000 5,50013/jan/10 13/jul/10 13/jan/11 13/jul/11 13/jan/12
Expectativas de inflação
IPCA
Fonte: IBGE, Banco Central, Votorantim Corretora.
Inflação de serviços
pode manter IPCA
acima da meta.
4,000 4,200 4,400 4,600 4,800 5,000 5,200 5,400 5,600 2012 2013 2014 2015 2016 2012 2013 2014 2015 2016Inflação estável
IPCA (%)
Fonte: IBGE, Votorantim Corretora.
Sem choques
adversos, inflação
mostra alguma
acomodação.
6,0% 7,7% 12,5% 9,3% 7,6% 5,7% 3,1% 4,5% 5,9% 4,3% 5,9% 6,5% 5,5% 6,0% 0,0% 2,0% 4,0% 6,0% 8,0% 10,0% 12,0% 14,0% 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013Testando os limites
Selic (% ao ano)
Fonte: Banco Central, Votorantim Corretora.
Governo aproveita a
oportunidade para
testar limites mais
baixos da taxa de
juros.
18,50% 13,25% 11,25% 13,75% 8,75% 10,75% 11,50% 9,00% 9,00% 8,0% 10,0% 12,0% 14,0% 16,0% 18,0% 20,0% 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013Mercado prevê correção
Selic (% ao ano)
Fonte: Bloomberg, Votorantim Corretora.
Os analistas não
acreditam que os
juros baixos possam
ser mantidos nos
níveis atuais.
As projeções de
mercado sugerem
nova alta de juros.
18,50 13,25 11,25 13,75 8,75 10,75 11,50 9,50 11,00 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013Este material meramente informativo foi preparado pela Votorantim Corretora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. (Votorantim Corretora). Não se caracteriza como relatório de análise, para fins da Instrução CVM nº 483/2010, e não foi produzido por analista de valores mobiliários. As informações contidas neste material foram obtidas por meio de comunicação de acesso público, tais como jornais, revistas, internet entre outros, de forma aleatória, e não representam recomendação de
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