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Colégio
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Turma
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.
6lfMAT
DIGITALIZADOAritmética
• 2.0 ediçãoMANOEL
JAIRO
BEZERRA
F E
N
a
M E
-
Fundação Nacional de Material Escolar
MINISTÉRIO DE EDUCAÇÃO E CULTURA
,
.
l
•
Esta edição de Cadernos MEC Matemática-Aritmética fo1 publicado pelo FENAME - Fundação Nocional de Material Escolar (Ex-Campanha Nocional de Mate ·
1 de Ensino), sendo Presidente do República o Excel ~~a si.mo Senhor Marechal Arthur da Costa e Sil en r~-n1stro de Estado do Educação e Cultura ~a e Mr
-Torso Outra. 0 eputado
•
Neste Coderno MEC-Aritmético, o Professor Ma -noel Joiro Bezerro pôs em prático, com clareza e simplicidade, princípios da moderna pedagogia das ma -temáticos, para ensinar os aspectos mais elementares dos quatro operações fundomentais,_ajudando também a compreender melhor as outros operações elementa-res, como o potenciação, a radiciação e a logaritma -ção, que se integram num todo lógico sistemático.
Leva o aluno, através de exercícios variados e n u-me·rosos, do concreto paro o abstrato, pois. só o caso concreto lhe ministro os elementos básicos para pos-teriormente fundamentar as suas abstrações. Assim, a Aritmética é ensinada experimentalmente, porque ela é, em certa medida, ciência experimental.
Para tornar êsse estudo mais atrativo e despertar vocações matemáticas, o autor do presente Caderno teve a feliz idéia de, em função dos mencionados exer -cícios, oferecer notas biográficos de grandes matemáti-cos, como Leibniz, Gauss, Newton, Galois e o nosso Sousinha, Joaquim Gomes de Souza, um dos maiores matemáticos brasileiros, sôbre o qual escreveu Euclides do Cunho: "Um gigante !ntelectuol, o mais completa cerebração do século."
Tudo isso justifica a boa aceitação que o estu -dante brasileiro dispensou ao Caderno MEC-Aritmética do Professor Joiro Bezerra. A Fundação Nacional de Material Escolar está c~rta de que esta 2.a edição do referido Caderno alcançará idêntico sucesso.
Rio de Janeiro, junho de 1968.
Humberto Grande Diretor Execurivo
Meu caro aluno:
l:ste caderno foi fei .
com o objetivo d . , to especialmente para você, Aritmética. Atr
~
aiuda-loª
compreender melhor 0aves de e , .
sos, espero qu A xerc1c1os variados e
numero-e voce veja , .
portante para 0 .d como a Matemático e 1rn-v1 a e corn • .
N- 0 e interessante e curiosa.
b . ao pense, contudo A ,
su st1tuir 0 seu f ' que este caderno podera
. . Pro essor I
contrario, êle n- . ou o seu livro didático. Pe o
ra - ao os d1spe . .
Çao constante d nsa, ex191ndo uma colabo-t' 1 e arnb
a- o na solução d os poro esclarecê-lo e
orien-s- as pergu t ·
ao apresentados n os e problemas que aqui , Faça de seu "Ca
e o quo lhe dese·a 1 derno de Aritmética" um amigo; 0 professor
Jairo Bezerro
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5Numeração
Exercício 1
Observe as gravuras anteriores, leia as seguintes perguntas, pense e responda a seguir.
1
Os algarismos que usamos atualmente eram os mesmos usados antigamente?
2
Notou que os antigos romanos sabiam escrever os números de 1 a 1 O m -conheciam o zerar .... , as nao
3
Percebeu que
mos hoje - os algarismos que usa-. . , e que soa cham d d • . Ja eram conhe .d 0 os e arab1cos,
c1 os dos hindus? 6
4
'b" os sÓO Sabia que os algarismos aro 1c ,.,,
. d
tere
a_ss1~ chamados porque, apesar
e
divul· sido introduzidos pelos hindus, foram gados na Europa pelos árabes?5
. • ehº'
Muitos matemáticos e professores 'bÍ' mam os algarismos arábicos de ind0 · 0 '0
e V • '
·
co
7os. oce acha mais justo e mais logi ·
6
oi·
. Observou alguma modificação nosre·
garismos indo-arábicos usados hoje,
eri;
00
7
lação aos usados pelos italianos em lst7
Algum do 1 . 1os
hind s
ª
garismos usados pe , us no ano deªºº
de
.
do é er1' pregado em nossos dias? . ., amExercício 2
Você ~abio que ...
... 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9 não é o sucessão dos números naturais e sim dos al-garismos arábicos significativos?
. .. a sucessão dos números naturais
1, 2, 3, .. . 9, 10, 11, 12 ... é ilimitada?
... a sucessão dos números inteiros é
· t ·s:>
constituída do zero e dos numeras na ura1 .
. .. o palavra algarismos é originado de Al-Karismi, cognome do ilustre mate-mático árabe Abuchofar Mohamed Aben Musam, que viveu em Bagdá, no primeira metade do século IX?
J
. .. numero e algarismo não são a mesmo coiso?
. .. zero é número?
. .. zero é por?
... os números consecutivos diferem de uma unidade?
. .. os números pares consecutivos, e também os impores consecutivos, diferem de duas unidades?
... os algarismos romanos são 1, V, X,
L, C, D e M?
Exercício 3
Coloque à direita de cada sentença no espaço indicado, um V ou F confo '
a · - rme
proposrçao seja verdadeira ou foi sa.
1
Zero é o único número inteiro que
n-é natural. .. ao
2
Nossos antepassados h
zero antes dos , con eceram o numeras naturais.
3
duz Número cardinal é o ,
quantos element numero que
tro-as tem .
um con1unto. 8
4
Quando um número é utilizado paro indicar a posição de certo elemento de un'IO coleção, chamo-se ordinal.
5
S e n representar um elemento q uai·
d . .
seu
quer o coniunto dos números naturais, consecutivo superior será representado por n + l
6
D
ois números pares consecutivos ~ dem ser representados por x e x+
2.7
S oi·
e x representar um elemento qu l.I
quer do con.
se
Junto dos números ímpares, consecut·
ivo superior será x
+ 3
.8
Não existe · · rõO
além d . m sistemas de numero.,. o sistema d
1 e numeração decima ·
-
-
---
-
-
--
-
~
9
São dez os algarismos romanos.
10
São dez os algarismos arábicos.
11
i: possível determinar o maior número inteiro.
12
No nosso sis~ema de numeração, dez unidades de uma ordem formam uma uni-dade de ordem imediatamente superior.
13
Dez é a base de nosso sistema de numeração atual.
14
O valor absoluto de um algórismo de um número pode ser igual ao seu valor relativo.
15
A soma dos valôres relativos dos alga-rismos de um número é igual ao próprio número.
16
A soma dos valôres obsolutos dos alga-rismos de um número (maior do que 9) pode ser igual à soma dos seus valôres relativos.
17
Um algarismo . escrito imediatamente à esquerda de outro r~presenta unidades de ordem imediatamente superior à dêsse outro.
18
O sistema de base 2 é empregado nos cérebros eletrônicos.
19
No sistema de base 2, só são empre-gados os algarismos 1 e O.
20
No sistema de base 12, só emprega-mos dez algarisemprega-mos.
Exercício 4
i
·
2
3
4
-~2
-3
4
-10 . 1ue
os
Leia as perguntas abaixo e co oQ
respostas no quadrado ao lado.
1
os· Qual o menor número notural que
p
sui quatro algarismos iguais?
2
Como se escreve MDLXV em algori5' mos arábicos?
3
l
6.4o~?
0ntas
dezenas há no número4
Q
uantos algarismos são necesso ro'ri05 spara escrever os 536 primeiros núrrie naturais?
Você b
0
qvo·
drado? oca ou de completar
l .1 d as Obserna h ve que . as respostas po d e n'1 ser
orizontal ou na vertical.
Note qu
z
3
e 4 são re e ~s respostas dos itens f~'1·
dação da
~~e~ti
v
amente
,
as datas daiziº
de Janeiro c1d a e de São Sebastião do o'1' talvão como
ª
pos~e do Marquês deM
.
1
e
do descob . Primeiro Vice-Rei do Bras1 rimento do Brasil.
Exercício 5
No sistema de base 12 (duodecimal),
doze unidades de uma ordem formam uma unidade de ordem imediatamente superior.
Uma dúzia, nesse sistema, é uma uni-dade de 2.0
ordem, e escreve-se l 0021• Uma grosa (12 dúzias) é uma unidade de 3.0 ordem e escreve-se l 000 21. 30 = 261121 = 2 dúzias e 6 unidades ou 2 dúzias e meia. base 10 10 11 6 18 base 12 a b 6 16 base 5 20 21 11 base 2 1.01
o
1.011 110 No sistema de base 5, 15 = 30c5J. No sistema de base 2, 9 = 1.001 c2i pois tem uma unidade simples e l unidade de 4.0 ordem= 23 = 8. Então,1. 001 l2l
=
1 X 23+ 0
X 22+
+
0 X 21+
l = 9.Veja também o exemplo do primeiro gravura do Exercício 6.
Observando o que acabamos de mos
-trar, você é capaz de completar o quadro abaixo? 1 3 15 1 20 1 3 31 1 1.100 11
12 Esta rn · re a 1zar 1· aquina e . u- ·
de
, em se 9Undos ''' cereb . 1 • 1 ro e etron ico capai ' ca c:uloO siste s complicadíssimos.
bas e . t2 sse sma de is numeração .
de
algaris'"'"' terna foi nela empregado e o .. "•Os, O escolhid .
do''
cu1t0 si...1 e l, 0 q o por so empregar
. "'P es ue pe . j('
rismos , represent , rm1te, . num duplo e
Por urn 1 ar focil 1 O'
a uz acesa ( l) mente êsses dois o
9
Assim n ou apagada (Q).
tura dos .' o exercício 6 . nurner ( , vem 1 I' e quatro exer . o_s no base 2) .
o~
um exemplo do e sc1c1os Para s indicada pelas lômPººº
erern feitos.
Exercício
6
Coloque, à direito dos itens a, b, e ~ d do gravura abaixo, o número corresponden -te aos esquemas dos lâmpadas de um
cére-bro eletrônico, na base 2.
*
1
2
3
4
'• •
*
(o) • •*
•
*
(b) * • * •*
(e)** * • •
(
d
)* * * * *
2
3
•
4
Exercício 7 Números cruzados Horizontais 1Ano do nascimento de Leibniz.
2
Menor número ímpar de 4 algarismos.
3
MDCCCXXI 1, em arábicos (ano da Independência do Brasil).
4
Ano da morte de Leibniz.
Verticais 1
l 5 no sistema de base 2.
2
Número de algarismos paro escrever de 3 a l .799.
3 51 l no sistema de base 5. 4 necessários Número de centenas de 612.645. 13
O retrato a . ...
m c1m ,
atemático 0 e de Got f ·
a nu"'"' _ alemão que t, ned Wilhelm Leibnis, ... eraçao b' , ' no se 1
de de inf· . 1naria (base
2) cu o XVII, introduziu 1n1tos sistemas · d e m ostrou a possibilida-E screva e numeração ·
dat 00 lado d
as do nasc· o retrato
rnático d imento e da ' no lugar indicado as ' atas e rnorte d" ' no Exerc' . ssas que esse grande
mate-1c10 7 você
' certamente, descobriu 14
Operações Fundament
a
i
s
Exercício
8
As três gravuras seguintes concre ti-zam os propriedades do adição. Escrevo embaixo de cada uma delas, no lugar ind i-cado, o nome do propriedade corresp on-dente. Procure, também, compreender o significado de cada uma delas.
Propriedode _ _ _ _ __ _ __ da adição.
Propriedade - - -- - - ---do adição.
r
1o+18J
c1o+10+81
16 Propriedade - - - do adição.Exercício
9
1 2 3z
3 Números cruzados Horizontais 1Minuendo de uma subtração, no qual
os três números figurantes somam 588.
2
Menor de dois números dos quais o maior é 900 e o diferença é 147.
3
Maior dos dois números cujo somo é
740 e dos quais o menor é 122.
Verticais
1
De quanto aumento o diferença entre
os quantias de duas pessoas, quando uma
dá à outro NCr$ 138,00.
Exercício
1 O
2
De quanto aumenta a diferença de dois números quando se soma 634 ao mi-nuendo e se subtrai 317 ao subtraendo.
3
O complemento aritmético de 562.
Observações
1
Você poderá conferir os problemas d1'JS
horizontais, fazendo também os dos
ver-ticais.
2
Quando completar o exercício, terá o
que se chama um quadrado mágico.
3
Observe que os algarismos dos vértices
são os pores significativos e os outros os
ímpares.
4
Note também que, somando os alga-rismos de uma mesma linha (horizontal), ou coluna (vertical), ou de uma mesmo
diagonal (inclinado), obterá sempre o
re-sultado 15.
s
Peça ao seu amigo, poro formar, como adivinhação, um quadrado dêsse tipo.
As três gravuras seguintes concretizam propriedades do
multiplicação. Escrevo embaixo de cada coluna, no lugar indi -cado, o nome do propriedade correspondente. Procure, também,
compreender o significado de cada uma delas.
4 X 3 X 1 00
=
1 2 X 1 00 Propriedade __ - - - -- da multiplicação. 173
x
a
~~ ~Q
?G
~
;
~
' ~: ,"'-~ !..r ~Pe
-
~
I ..é'~
.
I .'1
0
.
3 ,'( 5+
~ 18 3 >< 3+
3 >< 2 8 X 3 Propriedade , - - - - -da multiplicaçó0· Propriedade - - - - -do multiplicação. Exercicío 11 Números cruzadoSI Horizontais 1 Múltiplo de 3. 2Número que multiplicado por meia de -zena aumenta de 2. 568 unidades.
3
Número de paginas de um livro em
cuja paginação foram utilizados 1.413
al-garismos.
1
2
3
2
3
Verticais 1Número que, multiplicado por 7,
ter-mino à direita por 155.
2
Múltiplo comum dos 8 menores núme-ros naturais.
3
De quanto aumenta o produto 59.265 X 109 quando se somam 3 unida
-des ao maior fator.
Observações
1
Se você tiver feito certo, obterá um
quadrado mágico, em cujos vértices estão os quatro menores números ímpares; os outros são os cinco menores números pores.
2
Observe que somando os algarismos de uma mesmo linha em diagonal obtém-se sempre uma dúzia.
3
Apresente aos seus colegas, como que -bra-cabeça, o formação de um quadrado
dêsse tipo.
19
-Exercício 12
Números cruzados _ Losango
Horizontais 2
. - Menor valor d ..
v1sao cujo quo . o d1v1dendo de
ciente e resto - . urna
di-sco iguais a 7
4 .
. . Dividendo d
d1v1sor é
12
e urna divisãomaior PQss'' º1 quociente é 5 em que o
ive . e o resto é o
6 Ano ern
sentou os rn. que Leonardo d .
divisão cu· et~dos atuais e Pisa apre-. .' Ja onge . paro ef t
cuia d1vulg - rn e devid e uar o árabes. açao, na Europa af ~os hindus e ' 01 feito P e 1 os 8
Ano ern
o sinal de . que William O h · Para ind· ug tred
20 •cor a d' . -1v1sao. propôs
9
. . Maior número que podemos somar ao
~
1~
11
;ndo
de uma divisão na qual o divisor e1 e o resto 42, sem que 0 quociente se o tere.
10
_Menor número que dividido por 39 dá
quociente igual ao resto.
Verticais
1
Menor dos d · · d'f
renço ·
64 . ois numeras cuja 1 e-a 5 (
7
1 e CUJO quociente é exato e igual secu 0 do nascimento de OughtredL
3 31
x
~uociente
da divisão de x 14 l x 17 por 14 l . 4 Produto d d · . · 185·0 d' . _e ois numeras cuja somo e
1 1v1sao do ·
1 dá
quociente 2 maior pe o menor e resto 23.
s
Maiorsor é 13. resto de uma divisão cujo
divi-7
Menor dos d . . ,
120; o quoc· ois numeras cuja somo
e
pelo menor IZ",i~ exato do divisão do maior 8
. Século em .
genial mote· , ~ue viveu Bicise Pascal, o
re_gras para :at1~0. ~rancês que propôs
as
numero. d1v1s1bilidode por qualquer
11
5 J • Menor d d' · - OS d O. IS n ' ' . ' 0 1v1s00 d umeros cujo somo e ciente e resto ~ m<?ior pelo menor dó quo -rnento de Leona~o1sda 3. (século do nasci·
0 e Piso).
Exercício 13
Respondo às seguintes perguntas
(al-gumas se pode responder com auxílio das gravuras):
1
Você sabia que os primeiros que apli-caram a elevação a uma potência foram sacerdotes mesopotâmicas?
Em 28, 2 é o base da potência e 8 é o
seu expoente?
3
Se o expoente é diferente de zero e de um, a potência de um número é um pro-duto de fotôres iguais a êsse número?
4
A segunda potência de um número
é
o quadrado dêsse número?
s
Como se chamo o terceira potência de um número?
6
Convenciono-se considerar as
potên-cias de expoente l iguais à base?
7
Tôda potência de l é igual a l?
8
Tôda potência de zero, de expoente
diferente de zero, é igual o zero?
9
As potências de l O são os unidades dos diversas ordens do nosso sistema de numeração?
10
.As. potências de
lo
-
.
vendo a direito d . soo obtidas
escre-- 0 unidade t
quantas soo os unid d ontos zeros
o es do expoente?
11
O _orçamento do B .
dpela e cru Primeiro · vez m arar do . rasd, em 1963 f , 01 .
zerros. Escrev que um
trilh-openas quatro
afgori~m
um trilhãousan~~
os.
12
Cada ce t'
piramos co ~ rmetro cúbico
27
.
000
.
ooon~~~
cêrca de . de ar queres-l~ões)
dem~l
éc~
~00
.
000
.
00Q
.
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27
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·: ..
numero gigant as. Você Pode e
qu1nti-e sob a forma 27screver êsse
X 1 QlB?
5 Urna gôta d
milhões de e. sangue cont'
rocê escreverá
~lobulos Verrne~h
cêrca deogo ao do
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.
Como'º
anterior? 0 oanã-14
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l;
todos os cont~uperfície terrs.000.000 ooo'nentes e ilh estre, isto .
o~roxirnada~ .OQO de m as, é de e,
numero d ente. Co etros quad .. ..
e modo . mo se rodos
mais sint. . escreve • '
etrco? esse
22
15
, . Ç?uais os resultados dos seguintes exer·
c1c1osr
2
3 X22
=
·
l 0
3 X104
=
53: 52 =X
210 X 215 = 25 : 2s=
10'=1000 X X 3 X3
4:::. 3•: 3:;::.Exercício 14
Números cruzados Horizontais 1Menor de dois números inteiros
e
con-secutivos cuja soma.é 31 (dia do mês d.e
f~vereiro em que nasceu o grande
motema-tico brasileiro Joaquim Gomes de Sousa
-0 Sousinho).
2
Menor de dois números pares
conse-cutivos cujo soma é 26.
4
Ano do nascimento do matemático
maranhense Sousinho.
8
Verticais
1
Menor de dois números cuja soma é
72; o quociente exato da divisão do maior
pelo menor é 3 (idade com que Sousinha
requereu exame de uma só vez, de tôdas
os matérias do Curso de Engenharia,
con-seguindo aprovação brilhante).
3
Número divisível por 6.
4
Menor número primo de dois algaris-mos.
5
Menor de dois números cuja diferença
é 88 e o maior é o dôbro do menor.
6
Número de notas de NCr$ 5,00 que possui uma pessoa que tem NCr$ 138,00
em 34 notas de NCr$ 5,00 e de NCr$ 1,00
(idade com que Sousinha apresentou no
Instituto de França uma série de memórias).
7
Maior de dois números cuja soma é
123 e a divisão do maior pelo menor dá
quociente e resto iguais a 3.
f Ano em que Joaquim Gomes de Sousa
9
aleceu, em Londres.
11
Número formado de dois algarismos,
cuja soma é 6 e cujo algarismo das
deze-nas excede de 2 o das unidades.
12
. Divisor de uma divisão em que o
quo-ciente é 4, o resto 41 e a somo do dividendo com o divisor é 30 l .
Menor número que dividido por 33 dó
quociente igual ao resto (número de anos
com que morreu Sousinha).
10
Total de anos que esperará uma pes
-soa que tem hoje 27 anos, para ter o triplo
da idade de seu filho, que possui atual-mente um ano apenas.
O Sousinha
t. •co bras1O retrato ·r . e1ro ac1rna é J . do rnaio
conhecid ' oaquirn G r rnatern. o corno Sous1· n a h ornes de S ousa
a-Se Você t· . '
derá cornpleta•ver feito o exer . .
apresentarern r o resurno b' c1c1.o. 14,
po-os a seg . iograf1co
u1r. que
Joaquirn G
nos anais d . ornes de S rn · a 1nt 1 · • ousa "
ais típico rn ~ igencia bra ·r ~epresenta
sante d / ois p't s1 eira , ern
u~a
epre
co
cida~~resco
,
rnais'i~
caso do lta . Propriedade d, na raça'' N teres. de p1curu, no M e seu Pai : asceu . . . . . aranhão 'ª
.
rnargern... de ' no dia .. Assentou . . . . . . . catorze an Praça na E
de Medicinoas. Matricufousscola Militar c corn . - e na F ' orn
R quinze. acuidade
rias d equereu exarn
anos o curso de e Para tôda
o ' recebendo engenharia s as rnaté
. grau de b , a
lo
d . corn -t1cas e f' . acharei e e JUnho d . ·1 · ... o título~!'c~s.
Três , : ciências~at
848, a defesa d autor de besels depois berná.e tese or a e ' o teve
capelo
A
os 19 ·~rnPara anos ·
Escof~atedrático d~nscreveu-se n
fortes cNacionar de Acadernia
M~
.concurso dadiscipo~correntes
e Engenharia l1tar, hojeina. ncanec·d , vencend
' os no o
A estudo
Present
no Instituto ou aos .. bolhas de Fra ... an
sôbre , entre os nç?, urna ~s. de idade o rnod quais serie d '
24 o de indo urna ''D· e tra-gar nov isse
rtaç-os ast ros sern
ªº
auxílio das b -
"M
'
to·
dos ger . 0 servoçoes diretos"e
efOIS d · d'
e·
rencial d
ª
integração do equação 1 o problema do som".Na mes •
Aco·
demia Real ma e_~oca, apareceu no
de
revolucion das C1encias de Londres, ori s su as me""'ou os m . . e1os . c1entif1cos co• . , . ... • ·
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vimentos so re a propagação dos . 1 • nos m . f ·s1CY
091a geral d eios elásticos sôbre o 1 ·
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C1~nc1as
matemáticas~
t.Jde
outras ab metodos analíticos ale,,., Hi· stória , e rang F'I en o Astronomia Botand ' •·
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1 osofia. '
L . Em l 855 r1'I
~'Pzig urn ' apresentou aos editôres, e
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UnÍvers~I
obra imprevista, uma Ant01
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tura arn nos pr/ s. ºPrio
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s francês id· ioma' s na catorze qual figtJ(O r;tero
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Faledia 1 o ceu na cid d
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livro Ern 1 aa2, foi . ,,.,
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Plet ' rit1co r·t , '. is criador deputo 'o erud· 1to. ' erario / em sumo' , um co" · ....,.
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gigante . isse Eucr·
braçõo dinte!ectuar,
~des
.. da Cunho:0 seculo''. mais completa
Curiosidades
1
O primeiro que utilizou o sinal de
=
(que se lê: igual a) foi o matemático inglês Robert Record, em sua obra The Ground of Arts, publicado em Londres, em 1542.2
Os sinais
>
(maior do que) e< (m
enor do que) foram estabelecidos no século XVI 1 pelo inglês Horriot e pelo francês Bouguer.3
O sinal mais antigo para indicar o re-sultado da subtração encontra-se no .
fa-rnoso Papiro Rhind, tal como o escreviam os egípcios.
4
Os sinais de
+
(mais) e de -(~nos
)
são devidos aos mercadores antigos que fa -ziorn marcas nos suas mercadorias. Foram
irnpressos pela primeira vez em 1489 por Johann Widmon em sua Aritmética C
o-rnercial. '
s
O sinal de multiplicar X é atribuído a W. Oughtred, que já o fazia em 1647.
6
O sinal : poro indicar o divisão foi Proposto por Oughtred, em 1647 ·
7
Probl
e
mas clássicos
-Problema
1
Problemas das idades
"Um pai tem 30 anos mais do que seu filho. Se êste tivesse nascido
2
anos mais tarde, suo idade seria, atualmente a têrça parte da idade do pai. A idadeat~al
do filho é .. ... anos". (Concurso de Admissão ao Curso Ginasial do Instituto deEducação do Rio de Janeiro).
Antes de procurar resolver êste pro-blema, que parece difícil, responda às pe
r-guntas e aos problemas formulados o se
-guir, na ordem em que estão apresentados.
O sinal de fração (traço horizontal>
P~ro indicar 0 divisão foi introduzido no 1 s7culo XII 1 por Leonardo de Pisa (Fibona
c-ci) ' que o aprendeu com os ora es· b . Se hoje você tem 2 anos mais do que
\ . . ( 8
Ll.
Joã?
zin~o
,
d?qui a 2.ar~os
quantos anosF · · 1 t 't' france·s Bicise voce tera mais do que ele.
p 01 o genia mo ema 1co
ascal quem propôs, no século XVII, as re -Qras para determinar a divisibilidade por qualquer número.
9
O sinal -7-, que apareceu no século XVI 1, é atribuído ao suíço John Rahn.
10
O sinal de parênteses dato do século XVI, quando apareceu numa das
o~ras
do matemático italiano Nicolo Tartagl10.2
Quando um filho envelhece 1 O anos,
0 pai também envelhece 1 O anos?
3
Há 5 anos eu t· h
O meu f ilho? rnos anos menos? E
4
Quando nasce
entre suo idod uma pessoa o d.f idade do pa·:> e e o de seu po{ é i er;n~o
1. o propria
5
Se hoi·e d. duo 0 1feren
s pessoas é d 5 ço entre os idod permanece semp e anos, essa dºf es de
re o mesma:> i erenço
Quando
anos de idade meu. filho nasceu .
Quantos an . Hoie meu filh eu tinha 25
os eu tenh o tem 17 o mais do • anos.
que ele?
7
filh Um Pai tern 30
o. Se 0 flh anos .
antes, nessa
l
oc~st1.~vesse
n~~/~odod
<!ue seu00 O • OIS
Po1 teria
28
anoanos s?E se o flh
mais tord 1 o tivess
ocasião d e, quo1 seria e n?scido do·
o nosciment :>o idade d is ~nos
o. o Pai no
-8Urn p .
filho. Se o1 tem 30
antes o filho . anos rnai
' qual seria tivesse s do que a diferen nascido 2 seu
Ço de su . anos
26 os idades?
E se tivesse nascido dois anos mais tarde?
9
rença
E~
tenho o~ôbro
dt;
suoid~de
.
A dife· e nossas idades e igual o suo?10
Jo- ·
A
difereniº ~em o triplo da idade de
Jodse.
de
José?
ª
e suas idadesé
o dôbro 0Se um n , , tr01
a diferenç umero e o quádruplo do ou r?
0 entre êles é o triplo do rneno ·
12
Se um n,
o
e'st · ume , do outf 1
e e 0 d 0 ~b ro e a metade ro do primeiro?
13
d . Se a idad d te
~ 1dode de e e um filho é o têrço P~r 0 triplo da idod seu Pai, a idade do pai
e
e do filho?
14
Se o .d
ano 1 ode d 3Z
d 5 mais do e um pai que tern
ree seu filho
;~e__~
filho, é o triplo do idade SPonde a '32° ro
da idade do filho cor'anos?
15 Um p .
Quand 01 tem 30
6
filh 0 0 Pai t· anos e seu filho · o, 0 filho te1~er
24
°
dôbro anos? do idade dODaqui a quantos anos o pai terá o
dôbro do idade do filho?
16
Um pai tem 37 anos e seu filho 7.
Daqui o quantos anos o idade do pai será o triplo do do filho?
Diferença dos idades: . . . · · ·
A diferenço dos idades corresponde ao · · · . . . do idade do filho.
A idade do filho será então .. .. anos.
Isto acontecerá daqui a . . . . anos.
17.
Resolvo, de modo análogo ao anterior,
0 seguinte problema:
Eu tenho 37 anos e minha melhor alt.~ no, 15 anos. Há quantos anos eu tive o
tri-plo de suo idade?
18
. Resolvo agora 0 problema proposto
ini-c1alrnente.
Resposta: 18 anos.
19
Faço também êste problema, análogo ao anterior: "Tenho 25 anos mais o · d que . o meu filho Roberto. Se êle tivesse nascido 4 anos antes suo idade seria atualmente
0 metade dà :.ninha. Qual o idade atual do
meu filho?
Resposta: 17 anos.
- - - --- - - ---
-20
Um pai tem 50 anos e seus três filhos
5, 7 e l O anos, respectivamente. Daqui o
quantos anos o somo dos idades dos filhos será igual à do pai?
Resposta: Daqui a 14 anos.
Sugestão: Procure compreender de ini-cio que, a cada ano que posso, os três filhos
juntos fazem diminuir de 2 anos o diferen-ço entre a idade do pai e a somo de suas idades.
Problema
2
Problema d
moedas d . as galinhas .
, o atirador etc. e carneiros, das
Responda ,
problemas as perguntas
mente na oº~resentodos o se e_ resolvo os
r em ern que se gu1r, rigorosa-encontram· 1 d Quantos pés • e 2 Pés? tem, iuntos 2 A quanto . , 20 anim ais .
Pondem 48 Pes? , s animais d e 2 ,
Pes
corres-, Qual a d'f
numero d 1 eren
gafinh "' ar e Pés de ça que ex1'ste
um carneiro entre o e de urna 4 Se voe· onde e . e i nia . nh X1steni 2 91nar
as, o tot 1 a d O anini ais . que num , qu· os Pés d os ' so ani ex. · istern intal . '
28
mais é4ofª''-5
S
·
·s
entre e
~um
quintal estão20
an1m~;i;
~alinhas e coelhos, você pode goro
que ha mais de
40
pes,
:> .6
O , 'rtt
de
40 numero de pés que houver ale ,,.
, correspo d • , quº"
tos coelh n ~ ~ tontos vezes 2 pes, os ex1st1rem?
7
Num . 1110S1
num total dqu1ntal há galinhos e coe ntoS
animais h, e 8 cabeços e 22 pés.
Qu
0R
ª
de cada espécie:>s
esposta: Há 3
coelho~
e 5 galinhº .Sugestão· 1
aue
todos os . · magine inicia/mente d'fe'
rença de ª~'mais são go1
1inhos· vejo 0 1r11o essa difePes que existe nesse 1coso, e co
0
etambém
~~~ç?
é proveniente do fato atolde coelhos. stirern coelhos, calcule 0 t
8
de 12ienho 9alinh tO
Poss cabeços e 3 a4s e, carneiros num
t~ros
uo? Pes. Quantos carne'
Resposta· p
· ossuo 5 carneiros.
9
Num depósito há 85 viaturas, sendo
urnas de 8 rodas e outras de 3.
Pergun-to-se quantos veículos existem de cada es-pécie, sabendo-se que o total de rodos é de 320. (Colégio Militar do Rio de Janeiro, 3-2-1949).
Resposta: Existem 13 veículos de 8
rodas e 72 de 3 rodos.
Sugestão: Raciocine de modo análogo
00 do problema anterior imaginando que
t'd 1
0 as as viaturas sejam de 3 rodos.
10
O Adernar fêz o seguinte troto com
seu Pai: ganharia NCr$ O 20 por item que
ÜC I •
N
ertasse numa provo e pagaria ao paia Cr$ O, 1 O por item que fizesse
errod~.
SeA
Prova tivesse 13 itens, quantos destesN
dernar precisaria acertar paro Cr$ 1, 1 O? ganhar Resposta: Precisaria acertar 8 itens.tas Sugestão: Imagine que Adernar
acer-de se todos, e preste atenção paro o foto
que, em cada problema que êle errasse,
Perderia NCr$ 0,30.
Problema 3
Problema dos correios
Resolva os seguintes problemas,
exata-mente na ordem em que se encontram.
1
Quem anda 20km em 4 horas, quan-tos quilômetros onda em cada hora?
Qual o suo velocidade?
2
Um carro, com o velocidade de .. .
SOkm/h, gastou 3 horas poro percorrer
certo distância. Qual é essa distância?
3
Quantos horas gosto um trem poro percorrer 90km, com a velocidade de 30 km/h?
4
Um trem está 60 k
Em cada hora êle diminmu·1 atrás de outro.
de 20 km. Em essa d"f
outro? quantas hor 1 1 erença
as a cançará o
5
Dois trens
e no mesm partem, no m
tontes 60 ko sentido, de du esn:o instante atrás tem :; uma. da
outr~s
cidades dis-outro 30km/~eloc1dade
deSO
~
que está trem Para ai . Quanto temp lm/h, e o Respost~·anlçar º,outro? o evará um· evara 3 h oras.
-6 Duas p tro d essoas a outrae
marchamde.~ km/h.
E
ada urna co urna ao encon-qulfometros Prn duas horas rn a Velocidadercorridos P 1' qual o tot 1 e e as duas? a de
7 A d" •
de 30 k istancia ent
. m Du re do. 1
instante
d
as Pesso is acais A velocidad e A Para B as Partem n e B é e 24krn;~
respectivarn: de. B Paraº rnesrno encontrare. Quanto tem nte IQUaisa
:k
corn acharão:> '1:1 e a que dP? levarão rn/h· 1stônci Para se R
ª
de A rôo esposta· L se a 1 8 krn .d evarão 3 h e A oras e . se acha -30Problema 4
Proble-"''ª d as caixas . E • 90per
tões. sm tres caixas há 00 todo, 1 . eir" caixa e Passarmos
20
botões do, pril1160
botões P:a.
ª
segunda, esta f icoro'º
111pos· sarrnos5
ais q_ue a primeira. Mas,5~
te'
'
Ceira
b~toes
da segundo paro . CjÚe aseg~~~a
ficará com 40 botõe,srn°
15 ,0dO
caixa?ª·
Quantos botões hoern
. Antes d relO'
t1varnente d"~ ~esolver êste problem,..°1
P'O'
Postas
0 seg1..i" ificiJ, responda . às questoes or
det11
em que se ir, rigorosamente noencontram. 1 S João e p e João d edro têm mais do er 3 a Pedro que João? ,
2
d vf11; 1 O bolas co 0te'º
quantas Pedro a d. Quando e océ1lferença U dou Uma quantia O v
ov'
menta ou
di~~tr:
as nossas quantias tiO?nui do dôbró dessa quon
3
Se
i
enho NC $ cê·Cor e.u lhe der
Ncl
,00 mais do que"º
fi' ei mais do r$ 0,20, com quantoque você?
4
João tem NCr$ 10,00 mais do que Pedro. Se Pedro der NCr$ 2 00 a João, êste ficará com NCr$ 14,00
mai~
do que Pedro?5
Tenho duas cestos com laranjas. Pas-sei 3 laranjas da primeira para o segunda ce~ta e esta ficou com 16 laranjas mais do q.ue o primeira. No segundo cesto já exis-tia rn 1 O laranjas mais do que no primeiro· · . ;>
6
100 O l:sse número triplo de um número, mais 1 O, é 30? é
7
2S. O triplo de um número, menos 5, é l:sse número é 1 O?
8
nia· João tem um pacote de dinheiro e Joãis NCr$ 20,00. Pedro tem o mesmo
d~
E0
°
mais NCr$ 10,00. Quanto tem Pedro. s dois juntos?9
Utti
1.João, Pedro e José, cada um com~rou com ivro do mesmo preço. João ficou ainda J0s · NCr$ 2,00, Pedro com NCr$ 3,00 e
trê: ~om NCr$ 5,00. Antes de comprar os
Pre Juntos possuíam NCr$ 16,00. Qual 0 c;o de cada 1 ivro?
10
Reparto NCr$ 200,00 entre três pes-soas de modo que a segundo receba NCr$ 10,00 mais do que o primeiro, e a terceiro NCr$ 40,00 mais do que a pri-meiro.
Resposta: As três pessoas receberão respectivamente 50, 60 e 90 cruzeiros no-vos.
11
Em três caixas há, ao todo, 31 O bo-tões. Na segundo caixa há 1 O botões mais do que no primeiro, e na terceira há 20 botões mais do que no segunda. Quantos botões há em cada caixa?
Resposta: Há 90, 100 e 120 botões.
12
Resolvo agora, o problema proposto inicialmente, obs~rvondo bem os problemas 5 e 11, já resolvidos.
Resposta: Há respe~tivamente 40, 60 e 9
o
botões em cada caixa.Regras práticas
mental
ou
ab
~ara
o
cálculo
revia do
Multiplicarã
:r 0
Por
11
1
· Número d
e menor do e dois algar'
que dez ismos cu·
d o nú Bosta rnero dod col ocar e t . n re os d . Ja soma
o, a su OIS algo .
Exernplos· o sorna. rrsrnos
35 X 11 .
:::: 385
- Veja se v • e 27 X 11 == 297
çoo, efetu oce corri .
rnultiplica;õ~~~, rnental~=~tndeu
a explic43 · e as
o-5
4 >< >< 11 11 ::: - ' seguintes 62 >< 11=
42 >< 11 :: 2 é~úmero
d"'ª'º'
do e dois 1p que nove a 9Gris1t1os
84 X {fC::de-se co . cuja so111a
1 ) e -screv 924 rno no exe... "•P 1 o a segu·
2) e-se 4. ir: 4+a I querda do ::::: 12· 3) 8 4 (vai 1 ). escreve-se da do n •
+
1 ::::: 9. ' o 2 à es. urnero . . , escrevProcu Ja forrnad e-se o 9 à
cações re efet o.
esquer-, obrev· Uor os 32 IOdornente seguintes , corn0 f . rnultipli-01 feit 0 no exernplo d
(11
~
corno ado, sem precisar escrever 0
dLJ'
"°
se obtern • os algarismos do
pro 38 X 11 -79 X 11=
64 X 11=
48 X 11 ;;: 3 Núrne d~-~
cuja so- rdo e mais de dois
algot•
ti~º
· · '"ª e d • · '" e menor d ois algarismos conse
0 que
10
·
·
p . 1f· 2 7 rocede s segLJ · l 5x
11 ..:_ e como no exemplo o 1) - 29.865 escrev 2) e-se o 5· f' da d 5+
1 - 6 ' . esaLle o 5· - ; escreve-se o 6 o I da 3 l 1+
7 - · save'' do número-: ,8; escreve-se o 8 o e 4) 7 Ja formado· ef' da d 0+
2 - 9 ' · esav número-:. ; escreve-se 0 9 a , 5) Ja formado·1
15
a escrev ''2
esquerda do e~~e finalmente, o 2 de ·
d Se voe· 1 urnero já formado.
r.60
oda e eu e liCº"' •
guint Poderá ef t orn atenção a e><P
s
,e
es multiplie
u~r
abreviadamente 04 3 26 caçoes· . .327 X 11 ::: 12.345 X 1 l ::: 627 18 X 11 ::: . l x 11::: 4
Número de mais de dois algarismos, em que, pelo menos, dois algarismos con-secut' •vos têm sua soma maior do que nove.
Procede-se como no exemplo o seguir:
2.943 X 11 = 32.373 1) escreve-se o número 3 ·
'
d ·d
2
>3
+
4
=
7·
escreve-se o7
à esquer-0 o 3; '
q 3) 4
+
9 = 13 · escreve-se o 3 à es-uerda do número formado (vai 1 );es 4) (9
+
1)+
2=
12; escreve-se o 2 àquerda do número já formado (vai 1);
3 , 5l 2
+
1 = 3; escreve-se finalmente o0 esquerda do número já formado.
çõ Procure fazer as seguintes multiplico-en e~ usando a regra de cálculo abreviado
si nado: 356 X 11
=
2.349 X 11=
99.234 X 11=
l23.582 X 11=
Multiplicação
por
12
Prát· Esta rnultiplicaç. ão muito útil no vida
ICQ d '
Obre . ' Po e ser calculada mentalmente ou
V1ad ,
direit emente, acrescentando um zero 0 e em ªs do ':'úmero que se multiplica por
1_2
bro d· egu1da somando ao resultado o do·esse nurner· o .
Exemplo: Poro multiplicar 12 por 25
você pode, mentalmente, acrescentar um zero à direita de 25 (250), e a seguir somar
ao resultado (250) o dôbro de 25 (50) · obt
e-rá (250 + 50) 300. '
Você entendeu essa regra de cálculo
mentol abreviado?
Será capaz de calcular, mentalmente o preço de uma dúzia de blusas a NCr$
15,00 cada uma?
Vejo se efetua, mentalmente ou abre
-viadamente, os seguintes multiplicações:
22 X 12
=
245 X 12=
35 X 12.= 75 X 12
=
Você poderá justificar essa regra? Vejo anteriormente as propriedades distributivos da multiplicação, considere 12
como 1 O
+
2 e escreva essa justificativo.Descubra uma regro análoga para
multiplicar um ~úmero por 13 e escreva, 0
seguir, o enunciado dessa regra:
Paro multiplicar um número por 99
basto acrescentar dois zeros à direita
dês
s~
número e depois subtrair do número for -mado o número considerado inicialmente?Por quê?
Como multiplicar um número por 98
por meio de regra análoga à que foi
dad~
para 99?
Multiplicac-~
ªº
por15
1 Núrnero Par Basta s e acres ornar ao ,todo centar um numero a
. zero à d' ire1ta d . sua rnet d a e
18 X l 5 - o resul-18
+
9 - 270 :::: 27 Acres mos 270 centando . um zero a' d' ire't Calcule d 1 a, obte -22 >< l 5 essa forma 44 :::: os Prod 162 X 15 :::: Utos de: 98 X 15:::: X 15::::2
· Basta numero co a~rescentniero obtid ns1derado ar urn zero . . o sua · e so111 a d1re·
Exe nietade ar ao n· ita do 111plo· . ovo n , 13 X 15 _ - 195 · U-. Cat Porque: 13 t1plicaçõ cufe os Pr O+ 65
-banias d es, enipr odutos da . - l 9 5
e ensin egando s seguint 121
><
l 5 : : a regra que: 11'1ul -2l )( 1 5 -- Ocq_ 45 ::::: 425 >< 15::::: 34><
15 :::::de
d~ultiplicação
de dois nú"''t<l
isalgarismos.
V
eia a.
se'
'
cuia ab . gravura que mostro corri0 .
,,
ir
rev1add
dois
meros d d . amente o produto e
0
v
o5
n:iultipli~a ~is
al_gorismos, completeas
0
av
i'.
rir prát·1 ca çoes indicados f ' e '
para
.1·
a o"'eS
·
aÇ' aça as seguintes mult1p ic
41 21
3
2
J>+<t
-
1
67-
.
2
34 23 5426
-Estrê~as
mág
icas
Eis oqu i uma t • 1 ' · · •
i""'a . es re o magico por nos
"' ginodo '
treze . / _com um 6 no centro e com os
ros d primeiros números inteiros. Os núme
-binaçi:_ssa estrêlo possibilitam curiosas com-·
oes.
12
o
1
As somas de duas parcelas -12 + o
lO
+
2
8+ 4 5+
7 3 + 9 1+
11--=-
nunie SÕo t0 •d os igua. is a 12, que é o dôbro doro central 6.
2
Asso mos de três parcelas
-12+ 6 + 0 10 + 6 + 2 . 4 + 6 + 8 12+ 4 + 2 8+
o
+10 5 + 6 + 7 3+ 6 + 9 11 + 6 + 1 12 + 5 + 1 5 + 10 + 3 3 + 4 + 11 11 +o
+ 7 7 + 2 + 9 9 + 8 + 1- são tôdas iguais o 18, que é 0 triplo do número central 6.
3
As somas de quatro parcelas
-12+ 5 + 3 + 4 4 + 11+ 7 + 2 2 + 9 + 1 + 12 10+ 5+ 1+ 8 8+ 9+ 7 +
o
0+11 + 3 +10- são tôdos iguais o 24, que é o quádruplo do número central 6. 4 As somos de cinco parcelas -3 +6 + 9 + 0 + 12 11 + 6 + 1+ 10 + 2 7 +6 +5 + 8 + 4 11 +6 + 1+ 5 + 7 7 +6+ 5 + 9 + 3 9 + 6+ 3 + 1+ 11
_ são tôdos iguais o 30, que é o quíntuplo do número central 6.
5
As somos de seis parcelas
-12 + 10+ 4 + 0 + 2 + 8
s + 3+ 11 + 7 + 9 + 1
12 + 5
+
l 3+4+ + 11 +0+7 10+3 + 151 ++ l +8+9 - 9+ 7 + 2 - soo tôd . do n, as iguais a 36umero central 6. , que é o sêxtuplo
6 As somas d e sete l O+ 5 ..1.. Parcelas _ 3+ 4+ 3+6+9+ 11+0 11 + 6+1 7 +2 + 7 +6 + 8+9 - são
tôda~
.+
l+
12+
5 do núrnero iguais a 42 central 6 , que é . . o setuplo 7 As s omas d . e oito 12+
5 Parcelas 8+ 9! 3+11+ -2+7+1;+11+~!7
+
9
+
1
- são t"d + 3 + 1 O 3 + 5 + 1 do . 0 os ·+
5+
1 nurnero '9Uois o 48+
9 central 6 , que é . . o octuplo 8 As sorn as d 1 e nov 120+
5+
3 e Parcelas + 3+
4 -1+8+11+ 0+ 11 + 7 9+ 2+ 9+ 7+ 7 + 9+2+ 9 - - + 7 + o + a +1 dos~o
tôdas . + l 1 + 4 + 1 1 + 3 + 1 + 5 nurnero 19Uois 0 5+
3+
5+
l O+ 5 central 6 . 4, que e o , •+
12+
1 nonuplo N trai éªs
estrêla ,n urnero· s' Procur rno 9tco · e . nove ' dois e sorno ~Jo nú ...
d ' conf a d . r rn . 'iero
e núm orme f ors, três entalm cen.
era cent 'Zernos o três ente os
V ocê rol 6. no estr_.1 e a . ., rn nove • . a t. · · · . . 9 º?terá 0 9rc0 ro n o cent , Vez es o ' nre, s Pectiva 36 ro. umero 5 mente 2 que se' ' 3 encon: 9
Múitiplos
e
divisores
Exercício 15 Estudo dirigidosuita
~sponda
às seguintes perguntas, con-n o, se necessário, o seu livro didático:1
Por
5~Ual
O quociente da divisão de 402
A divisão é exata?
Por quê?
4
q LJe 4Q Se a d. , 1v1sao . - é exata po emas 1ze d . d. r
e divisível por 5? '
s
t· 'lllo Pod d ernos dizer também que 40 e · mu -'I e 5?
6
Quando um número inteiro é divisível por outro, êle é múltiplo dêsse outro?
7
Você sabia que o produto de 5 por um número inteiro qualquer é um múltiplo de 5?
8
Como zero é um número inteiro, o pro-duto de um número inteiro por zero é um múltiplo dêsse número?
9
Você sabia que zero é divisível por qualquer número diferente de zero?
10
Zero é múltiplo de ·qualquer número natural?
11
Todo número inteiro é múltiplo de outro número igual a si mesmo?
12
Os três menores múltiplos de
5
sãoO
,
5 e 10?T
J
40 é mu 'I t· 1plo de 4,
5e
B?
14 ---40 é múltiplo comum d 4 e ,5
e 8? 155
e8~
.
º
também é , multiplo comum de 4 I 16 Qual é 0 .rente de zero menor múltiplo
' de
4,
5
e 8? comum, dife-Você sob·
n•11uri de d . ia que o
-de ois ou •uenor 'I
zero é mais n · rnu tiplo
Por m.m' c ;> representad umeros, dife co
-. .. o obreviad rente o mente 18 Qual 19
---o rr1.m.c d · os n · umeros5
e 15? Voe· números ed Pode cole 1 nú .m~ro, eterm· u ar 0 e 1nando ~·m.c. d .mult1plos ~~m seguida os multiplos ~ Varias
muns quai' Procurand e cada
20
H·
o menor? o entre os defor~o
Processos mais róp·edsPeciais 1 a 0 Por0 38 m.m.c.? calcularExercício
16
Estudo dirigidoR
espond · ntas, ~ ·sultand o os seguintes pergu
d·dóticO
·
o, se necessário J o seu livro 1 1
Qual 0 quociente de 33 por 3?
2
Essa diviso-o e' 3 Por qu·e. :> 4 exato? Qual 0 d . .•visor dessa divisão?
s
33 é d' tVisível Por 3? 6 33 é múltiplo de 3? '7 3 é d· •Visor de 33?8
. f Você sabia que também se diz que 3
e. dator de 33, ou submúltiplo de 33, ou
arn
ª
que 3 divide 33?9
êsse Se um número é divisível por outro,
outro divide o primeiro?
10
êsse Se um número é múltiplo de outro, outro é divisor do primeiro?
11
A Unidade
é
divisor de qualquernú-mero?
12
tr0
ri'.
0do número natural é divisor de ou-Umero igual?
13
Visor?lJm número pode ter zero como
di-Qual o menor divisor de um número?
15
Qual o maior divisor de um número?
17
3 é divisor comum de 33 e 21?
18
33 e 21 também têm outro divisor comum?
19
3 é divisor comum de 33 e 66?
20
11 também é divisor comum de 33
e 66?
21
Qual é o maior divisor comum de 33
e 66?
22
Você sabia que o maior divisor comum
. esentado abreviadamente, por m.d.c.?
e repr 1
23
Qual 0 m.d.c. de 3 e 33?
24
V ê pode calcular o m.d.c. de vários
16
3 é d. . ....
, oc determinando os divisores de cada
num;:º:es números, e, a seguir, verificando
um es · ior dos divisores comuns?
qual o mo
1v1sor de 33 e de 21
r
25 .
H'
d f a processos
e orma mais ra· .despeciais para
P• a, o m.d.c.? calcular,
26
Vo ce • conh .
sucessivas, tom e~e o processo
de Euclides? bem chamado d das divisões e algoritmo
Exercício 17
Estud dº . o "•gido Respond sultando a às se . , se nec . Quintesessa rio Pergunt
1 , o seu 1 •vro • did as, at1co. . co n-:
o
.
numeroum
•
so tem um divisor:> 2 Todo . Pelo me numero nos, dois d.~aior do 'Visores:> 3H
·
êle a númer mesmo as qu . e a e so t• Unidade? em dois d' . 40 'Visores:4
Todo ·do
is
div· numero que possui apenas
1sores é d enominodo . . numero , P""'º ·
7
5
. Você sab1·a que , r unt nÕO
é
Primo? o nume
o
6
O menor , , .., numero primo e2r
7 Dois é qlJeé
Par? 0 único número primo
8
Primo~S
é divisível por l e por25
.
25
é
9
. Um n, i.Jt(O
'Qual
e
pet~':er
_
od
que é divisível por'?(fio?
ni ade é um número
P''
10
s
Primo? que é , , ,,,efO
multiplo de
5,
é riLJ11
P Ode Um Ser n· umero
Primo? que é múltiplo de olJt(O
é p . Um número, diferente de um, que não
rimo, chama-se número composto?
13
formX-~torar
um número composto étrans-o num produto de fatôres primos?
14
tôres A
~ecomposição
de um número em fa-Pnmos é única?15
Já ve 'f·11úme n 1cou que se l fôsse primo, o ou 12 r~ 6, fatorado, poderia se'r 1 X 2 X 3
2 X 3 OU l3 X 2 X 3?
16
t' º•ten Você con ece o
h
chamado crivo de ra-E
mos? es Para determinar os números
pri-17
b
er se Você conhece outro processo poro sa-um número é primo?18
Pr· 1íl"lo? Você sa b e como verificar que 887 e '
19
rn
lodo .el"los um n~'!'ero composto divisor primo?
admite pelo
Qual o resultado do decomposição de 120 em fatôres primos?
21
Quais os divisores de 40?
22
O número de divisores de um número pode ser obtido determinando os seus divi-sores e realizando depois o cont~gem dêsses divisores?
23
Pode ser obtido, também, decompondo 0 número em fatôres primos e calculando
0 produto dos expoentes de seus fatôres pri
-mos, aumentados de uma unidade?
24
Quantos divisores tem o número 80 := 24 X 5?
25
Os números 16 e 25 têm algum divisor m diferente da unidade?
comu ,
26
Você sabia que 16 e 25 são chamados
printOS entre si?