Relatorio
Anual
20
11
Mensagem do Presidente
Edital de Convocação
Relatório da Administração
Demonstrações Contábeis
Notas Explicativas
Parecer do Conselho Fiscal
Relatório de Auditoria
Informações Gráficas
Ações Implementadas
Propostas Realizadas 2011
Diretrizes para 2012
Pontos de Atendimento
05
07
08
13
18
30
31
32
35
38
38
39
ÍNDICE
4 I rElAtórIO ANuAl 2011 sicoob nossacoop
Pac
PuC
Inaugurado em 2011, em frente à Pontifícia
rElAtórIO ANuAl 2011 sicoob nossacoop I 5
Senhores Cooperados,
No ano de 2011, o Sicoob Nossacoop obteve grande crescimento estrutural. Consolidamos mais dois PACs – o PAC-PUC e o PAC-MTE – de acordo com as normas do novo padrão visual da marca Sicoob. Realizamos treinamentos para os funcionários, visando melhor atendimento aos Cooperados, que são os que movem a Cooperativa.
Não poderia deixar de ressaltar os 15 anos do Sicoob Nossacoop, que comemoramos em grande estilo, criando taxas especiais de empréstimos e aplicações para os Cooperados. Os números confirmam esse êxito, pois obtivemos grande adesão a essas campanhas, como você verá nas páginas adiante.
A solenidade em comemoração aos 15 anos do Sicoob Nossacoop também agradou a todos os que compareceram ao Hotel Ouro Minas. As apresentações artísticas, a palestra do diretor de fiscalização do Banco Central do Brasil, Dr. Anthero de Moraes Meirelles, a homenagem aos Cooperados Fundadores do Sicoob Nossacoop e a confraternização foram de grande orgulho para todos que colaboram para o sucesso do Sicoob Nossacoop.
Fechamos o ano com ótimas expectativas para 2012. Trabalharemos para continuar a gestão de sucesso que conduziu a Cooperativa durante esses 15 anos, reconhecendo a importância de todos que contri-buem para a realização da ajuda mútua, em que o coletivo se une para ajudar o individual. Nesse caso, tanto o coletivo quanto o individual somos nós, associados do Sicoob Nossacoop.
Belo Horizonte, março de 2012
Alfredo Alves de Oliveira Melo Diretor Presidente
Novo
tOtEM
O novo totem com a marca Sicoob na Praça de Serviços da UFMG.
EDITAL DE CONVOCAÇÃO
ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA
SICOOB NOSSACOOP - Cooperativa de Economia e Crédito dos Empregados das Ins-tituições de Ensino Superior e Pesquisas Científica e Tecnológica e dos Servidores do Ministério do Trabalho e Emprego de Minas Gerais Ltda.
CNPJ (MF).: 01.760.242/0001-46 NIRE 31400020446
O Diretor Presidente do SICOOB NOSSACOOP - Cooperativa de Economia e Crédito dos Empregados das Instituições de Ensino Superior e Pesquisas Científica e Tecnológica e dos Servidores de Ministério do Trabalho e Emprego de Minas Gerais Ltda., no uso das atribuições legais e estatutárias, convoca os 64 (sessenta e quatro) delegados, em pleno gozo de seus direitos sociais, que representarão os 7.744 (sete mil setecentos e quarenta e quatro) cooperados homologados pelo Conselho de Administração até 24/02/2012, para a Assembleia Geral Ordinária a ser realizada no dia 31 de março de 2012, e por sua SEDE não comportar, se realizará no Auditório 1 – Bloco de Seminários – da Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Federal de Minas Gerais, situado à Avenida Presidente Antônio Carlos, nº 6627, Campus UFMG Pampulha, cidade de Belo Horizonte/MG, em primeira convocação às 10 horas, com a presença de 2/3 (dois terços) do número total de delegados. Caso não haja número legal para a instalação, ficam desde já convocados para a segunda convocação às 11 horas, no mesmo dia e local com a presença de metade mais 1 (um) do número total de delegados. Persistindo a falta de “quórum legal”, a Assembleia realizar-se-á no mesmo dia e local, em terceira e última convocação às 12 horas com a presença de, no mínimo, 10 (dez) delegados, para deliberarem sobre a seguinte ordem do dia: a) leitura para discussão e julgamento do Relatório do Conselho de Administração, Parecer do Conselho Fiscal, Balanço Geral, Demonstração do Resultado e demais contas do exercício encerrado em 31 de dezembro de 2011;
b) destinação do resultado do exercício de 2011;
c) uso e aplicação do Fundo de Assistência Técnica Educacional e Social “FATES”; d) deliberar sobre a instituição da Ouvidoria Sistêmica pelo Sicoob Confederação;
e) deliberar sobre a fixação de honorários da Diretoria Executiva e valor da cédula de presença para os Conselheiros Administrativos e Fiscais;
f) assuntos de interesse geral sem caráter deliberativo
Belo Horizonte, 29 de fevereiro de 2012 Alfredo Alves de Oliveira Melo
8 I rElAtórIO ANuAl 2011 sicoob nossacoop
4. Captação
As captações, no total de R$ 38.751 mil, apresen-taram uma evolução em relação ao exercício ante-rior de 29,07%.
As captações encontravam-se assim distribuídas:
Os Vinte Maiores Depositantes representavam na data-base de 31/12/2011 o percentual de 36,06% da captação, no montante de R$ 13.972 mil.
5. Patrimônio de Referência
O Patrimônio de Referência do SICOOB NOS-SACOOP era de R$ 15.970 mil. O quadro de as-sociados era composto por 7.749 Cooperados, havendo um acréscimo de 7,68% em relação ao exercício anterior.
6. Política de Crédito
A concessão de crédito está pautada em prévia análise do propenso tomador, havendo limites de alçadas pré-estabelecidos a serem observados e cumpridos, cercando ainda a Singular de todas as consultas cadastrais e com análise do Associado através do “RATING” (avaliação por pontos), bus-cando assim garantir ao máximo a liquidez das op-erações.
O SICOOB NOSSACOOP adota a política de clas-sificação de crédito de sua carteira de acordo com as diretrizes estabelecidas na Resolução CMN nº 2.682/99, havendo uma concentração de 96,57% nos níveis de “A” a “C”.
7. Governança Corporativa
Governança corporativa é o conjunto de
mecanis-rElAtórIO
DA
Administração
Senhores Associados,
Submetemos à apreciação de V.S.as as Demons-trações Contábeis do exercício de 2011 da Coope-rativa de Economia e Crédito dos Empregados das Instituições de Ensino Superior e Pesquisas Cienti-fica e Tecnológica e dos Servidores do Ministério do Trabalho e Emprego de Minas Gerais Ltda. - SI-COOB NOSSACOOP na forma da Legislação em vigor.
1. Política Operacional
Em 14/11/2011 o SICOOB NOSSACOOP comple-tou 15 anos mantendo sua vocação de instituição voltada para fomentar o crédito para seu público alvo, os cooperados. A atuação junto aos seus co-operados se dá principalmente através da conces-são de empréstimos e captação de depósitos.
2. Avaliação de Resultados
No exercício de 2011, o SICOOB NOSSACOOP ob-teve um resultado antes da Provisão dos Juros ao Capital no valor de R$ 1.530 mil representando um retorno anual sobre o Patrimônio Líquido de 9,57%.
3. Ativos
Os recursos depositados na Centralização Finan-ceira somaram R$ 16.630 mil. Por sua vez a cartei-ra de créditos representava R$38.457 mil.
A carteira de crédito encontrava-se assim distribu-ída:
Os Vinte Maiores Devedores representavam na data-base de 31/12/2011 o percentual de 11,38% da carteira, no montante de R$ 4.376 mil.
Empréstimos R$ 36.113 93,90% Financiamentos R$ 2.013 5,23% Títulos Descontados R$ 331 0,86% Depósitos à Vista R$ 2.601 6,71% Depósitos a Prazo R$ 36.150 93,29% Em milhares de R$ Em milhares de R$
mos e controles, internos e externos, que permi-tem aos associados definir e assegurar a execu-ção dos objetivos da cooperativa, garantindo a sua continuidade, os princípios cooperativistas ou, sim-plesmente, a adoção de boas práticas de gestão. Nesse sentido, a administração do SICOOB NOS-SACOOP tem na assembleia geral, que é a reunião de todos os associados, o poder maior de decisão. A gestão do SICOOB NOSSACOOP está alicerça-da em papéis definidos, com clara separação de funções. Cabem ao Conselho de Administração as decisões estratégicas e à Diretoria Executiva, a gestão dos negócios do SICOOB NOSSACOOP no seu dia a dia.
O SICOOB NOSSACOOP possui ainda um Agente de Controle Interno, supervisionado diretamente pelo SICOOB CENTRAL CECREMGE, que, por sua vez, faz as auditorias internas.
Os balanços da Cooperativa são auditados por auditor externo, que emite relatórios, levados ao conhecimento do Conselho de Administração, Con-selho Fiscal e da Diretoria Executiva. Todos esses processos são acompanhados e fiscalizados pelo Banco Central do Brasil, órgão ao qual cabe a com-petência de fiscalizar as Cooperativas e também pelo SICOOB CENTRAL CECREMGE.
Tendo em vista o risco que envolve a intermedia-ção financeira, o SICOOB NOSSACOOP adota fer-ramentas de gestão. Para exemplificar, na conces-são de crédito, o SICOOB NOSSACOOP adota o Manual de Crédito, aprovado, como muitos outros manuais, pela confederação SICOOB e homologa-do pelo SICOOB CENTRAL CECREMGE.
Além do Estatuto Social, são adotados regimen-tos e regulamenregimen-tos, entre os quais destacamos o Regimento Interno, o Regimento do Conselho de Administração, o Regimento do Conselho Fiscal e o Regulamento Eleitoral.
O SICOOB NOSSACOOP adota procedimentos para cumprir todas as normas contábeis e fiscais, além de ter uma política de remuneração de seus empregados e estagiários dentro de um plano de cargos e salários que contempla a remuneração adequada, a separação de funções e o gerencia-mento do desempenho de todo o seu quadro fun-cional.
Todos esses mecanismos de controle, além de ne-cessários, são fundamentais para levar aos asso-ciados e à sociedade em geral a transparência da gestão e de todas as atividades desenvolvidas pela instituição.
8. Conselho Fiscal
Eleito a cada triênio por meio da AGO, com man-dato até à AGO de 2014, o Conselho Fiscal tem função complementar à do Conselho de Adminis-tração. Sua responsabilidade é verificar de forma sistemática os atos da administração do SICOOB NOSSACOOP, bem como validar seus balancetes mensais e seu balanço patrimonial anual. Em 2011, todos os membros efetivos e suplentes do Conse-lho Fiscal participaram de curso de formação mi-nistrado pela SICOOB CENTRAL CECREMGE, com o objetivo de detalhar as responsabilidades dos conselheiros fiscais e as formas de exercê-las.
9. Código de Ética
Todos os integrantes da equipe do SICOOB NOS-SACOOP aderiram, em 17/09/2009, reformado e aprovado em reunião do Conselho de Administra-ção em 27/05/2010, por meio de compromisso fir-mado, ao Código de Ética e de Conduta Profissional proposto pela Confederação Nacional das Coope-rativas do SICOOB – SICOOB CONFEDERAÇÃO. A partir de então, todos os novos funcionários, ao ingressar no SICOOB NOSSACOOP, assumem o mesmo compromisso.
10. Sistema de Ouvidoria
A Ouvidoria, constituída em 2007 representou um importante avanço a serviço dos cooperados, dis-põe de diretor responsável pela área e de um Ou-vidor. Atende às manifestações recebidas por meio do Sistema de Ouvidoria do SICOOB, composto por sistema tecnológico específico, atendimento via DDG 0800 e sítio na internet integrado com o sistema informatizado de ouvidoria tendo a atri-buição de assegurar o cumprimento das normas relacionadas aos direitos dos usuários de nossos produtos, além de atuar como canal de comunica-ção com os nossos associados e integrantes das comunidades onde estamos presentes.
No exercício de 2011 a Ouvidoria do SICOOB NOS-SACOOP registrou 6 manifestações de cooperados
sobre a qualidade dos produtos e serviços ofereci-dos pelo SICOOB NOSSACOOP. Dentre elas, ha-via reclamações, pedidos de esclarecimento de dúvidas e solicitações de providências relaciona-das principalmente a atendimento, conta corrente, cartão de crédito e operações de crédito.
Das 6 reclamações, todas foram resolvidas dentro dos prazos legais, de maneira satisfatória para as partes envolvidas, em perfeito acordo com o pre-visto na legislação vigente.
11. Gerenciamento de Risco a. Risco operacional
O gerenciamento do risco operacional do SICOOB NOSSACOOP objetiva garantir a aderência às normas vigentes e minimizar o risco operacional, por meio da adoção de boas práticas de gestão de riscos, na forma instruída na Resolução CMN nº 3.380/06.
Conforme preceitua o art. 11 da Resolução CMN nº 3.721/09, o SICOOB NOSSACOOP aderiu à estrutura única de gestão do risco operacional do Sicoob, centralizada na Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob Ltda. - Sicoob Confedera-ção, a qual se encontra evidenciada em relatório disponível no sítio www.sicoob.com.br.
O processo de gerenciamento do risco operacio-nal está estruturado com base no preenchimento de Listas de Verificação de Conformidade (LVC), baseadas na metodologia (Control Self Assess-ment - CSA), processo por meio do qual, sob a responsabilidade da Diretoria Executiva e a coor-denação do Agente de Controle Interno e Risco, subordinado ao Conselho de Administração, são identificadas situações de risco que são avaliadas quanto ao impacto e à probabilidade de ocorrência, de forma padronizada.
Para as situações de risco identificadas são esta-belecidos planos de ação, com a aprovação da Di-retoria Executiva, que são registrados em sistema próprio para acompanhamento, pelo Agente de Controle e Risco.
Da mesma forma, perdas operacionais ocorridas têm as causas e as ações de mitigação identifica-das, sendo as informações devidamente registra-das em sistema informatizado para
acompanha-mento pelo Agente de Controle e Risco.
Não obstante a centralização do gerenciamento do risco operacional, o SICOOB NOSSACOOP possui estrutura compatível com a natureza das opera-ções, a complexidade dos produtos e serviços ofe-recidos e é proporcional à dimensão da exposição ao risco operacional.
b. Risco de mercado
O gerenciamento do risco de mercado do SICOOB NOSSACOOP objetiva garantir a aderência às nor-mas vigentes e minimizar o risco de mercado, por meio das boas práticas de gestão de riscos, na for-ma instruída na Resolução CMN nº 3.464/07. Conforme preceitua o art. 11 da Resolução CMN nº 3.721/09, a Cooperativa aderiu à estrutura única de gestão do risco de mercado do Sicoob, centra-lizada no Banco Cooperativo do Brasil S.A. (Ban-coob), a qual se encontra evidenciada em relatório disponível no sítio www.sicoob.com.br.
No gerenciamento do risco de mercado são adota-dos procedimentos padronizaadota-dos de identificação de fatores de risco, de classificação da carteira em trading e banking, de mensuração do risco de mer-cado (Value at Risk - VaR), de estabelecimento de limites de risco, de testes de estresse e de aderên-cia do modelo de mensuração de risco (backtesting do VaR).
Para as situações de risco identificadas são es-tabelecidos planos de ação, com a aprovação da Diretoria Executiva, que são registrados em siste-ma próprio para acompanhamento por parte do Agente de Controle e Risco.
Não obstante a centralização do gerenciamento do risco de mercado, o SICOOB NOSSACOOP possui estrutura compatível com a natureza das opera-ções, a complexidade dos produtos e serviços ofe-recidos e é proporcional à dimensão da exposição ao risco de mercado da Entidade.
c. Risco de crédito
O gerenciamento de risco de crédito do SICOOB NOSSACOOP objetiva garantir a aderência às nor-mas vigentes, maximizar o uso do capital e mini-mizar os riscos envolvidos nos negócios de crédito
por meio das boas práticas de gestão de riscos, na forma instruída na resolução CMN nº 3.721/09. Conforme preceitua o art. 10 da Resolução CMN nº 3.721/09, a Cooperativa aderiu à estrutura única de gestão do risco de crédito do Sicoob, centraliza-da no Banco Cooperativo do Brasil S.A. (Bancoob), a qual se encontra evidenciada em relatório dispo-nível no sítio www.sicoob.com.br.
Compete aos responsáveis pela estrutura centra-lizada de riscos a padronização de processos, de metodologias de análises de risco de clientes e de operações, de criação e de manutenção de política única de risco de crédito para o Sicoob, além do monitoramento das carteiras de crédito das
coo-perativas.
Não obstante a centralização do gerenciamento de risco de crédito, o SICOOB NOSSACOOP possui estrutura compatível com a natureza das opera-ções, com a complexidade dos produtos e serviços oferecidos e é proporcional à dimensão da exposi-ção ao risco de crédito da entidade.
Agradecimentos
Agradecemos aos nossos Associados pela prefe-rência e confiança e aos funcionários e colabora-dores pela dedicação.
Belo Horizonte/MG, 31 de dezembro de 2011. Diretoria Executiva
Pensar
DIrErENtE
é
Estar sempre se atualizando com as novas tendências e tecnologia.
Balanços
PAtrIMONIAIS
31 DE DEZEMBrO DE 2011 E DE 2010
COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO DOS EMPREGADOS DAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR E PESQUISAS CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA E DOS SERVIDORES DO MINISTÉRIO DO
TRABALHO E EMPREGO DE MINAS GERAIS LTDA - SICOOB NOSSACOOP
Balanços
PAtrIMONIAIS
31 DE DEZEMBrO DE 2011 E DE 2010
COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO DOS EMPREGADOS DAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR E PESQUISAS CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA E DOS SERVIDORES DO MINISTÉRIO DO
TRABALHO E EMPREGO DE MINAS GERAIS LTDA - SICOOB NOSSACOOP
Demonstrações
SOBrAS Ou PErDAS
ExErCÍCIOS fINDOS EM 31 DE DEZEMBrO DE 2011 E DE 2010
Demonstrações
MutAçõES DO PAtrIMôNIO lÍquIDO
ExErCÍCIOS fINDOS EM 31 DE DEZEMBrO DE 2011 E DE 2010
Demonstrações
fluxOS DE CAIxA
Método Indireto
ExErCÍCIOS fINDOS EM 31 DE DEZEMBrO DE 2011 E DE 2010
18I rElAtórIO ANuAl 2011 sicoob nossacoop
NOtAS ExPlICAtIVAS ÀS
DEMONStrAçõES CONtÁBEIS
1. Contexto operacionalA Cooperativa de Economia e Crédito dos Empre-gados das Instituições de Ensino Superior e Pes-quisas Científica e Tecnológica e dos Servidores do Ministério do Trabalho e Emprego de Minas Gerais Ltda. - SICOOB NOSSACOOP, é uma co-operativa de crédito singular, instituição financei-ra não bancária, fundada em 14 de novembro de 1996, filiada à Central das Cooperativas de Econo-mia e Crédito de Minas Gerais Ltda. – Sicoob Cen-tral Cecremge e componente da Confederação Nacional das Cooperativas do SICOOB – SICOOB CONFEDERAÇÃO, em conjunto com outras co-operativas singulares e centrais. Tem sua cons-tituição e o funcionamento regulamentados pela Lei nº 4.595/64, que dispõe sobre a Política e as Instituições Monetárias, Bancárias e Creditícias, pela Lei nº 5.764/71, que define a Política Nacio-nal do Cooperativismo, pela Lei Complementar nº 130/09, que dispõe sobre o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo e pela Resolução CMN nº 3.859/10, do Conselho Monetário Nacional, que dispões sobre a constituição e funcionamento de cooperativas de crédito.
O SICOOB NOSSACOOP possui SEDE sito à Av. Presidente Antonio Carlos, 6627, Pampulha – Belo Horizonte e Postos de Atendimento Cooperativo – PAC’s nas seguintes localidades: PAC 01 – CE-FET – Av. Amazonas, 5253 - Nova Gameleira – Belo Horizonte; PAC 02 – Novos Horizontes – Rua Alvarenga Peixoto 1270 Santo Agostinho – Belo Horizonte; PAC 03 – Saúde – Av. Alfredo Balena, 190 Sala 1002 – Belo Horizonte; PAC 04 João Pi-nheiro, Av. Alameda das Acácias, 70 - Belo Hori-zonte; PAC 05 – Unimontes. Av. Dr. Rui Braga, s/ nº Campos Darcy Ribeiro – Montes Claros; PAC 06 – Ministério do Trabalho – Rua Curitiba, 820 – Centro – Belo Horizonte; PAC 07 – PUC MINAS
ExErCÍCIOS fINDOS EM 31 DE DEZEMBrO DE 2011 E DE 2010
- Av. Dom José Gaspar, 967 – Bairro Coração Eucarístico – Belo Horizonte
O SICOOB NOSSACOOP tem como atividade preponderante a operação na área creditícia, ten-do como finalidade:
(i) Proporcionar, através da mutualidade, assis-tência financeira aos associados;
(ii) A formação educacional de seus associados, no sentido de fomentar o cooperativismo, através da ajuda mútua da economia sistemática e do uso adequado do crédito; e
(iii) Praticar, nos termos dos normativos vigentes, as seguintes operações dentre outras: captação de recursos, concessão de créditos, prestação de garantias, prestação de serviços, formalização de convênios com outras instituições financeiras e aplicação de recursos no mercado financeiro, in-clusive depósitos a prazo com ou sem emissão de certificado, visando preservar o poder de compra da moeda e remunerar os recursos.
Em 2011, o SICOOB NOSSACOOP, com o objeti-vo de ampliar o atendimento aos seus associados, proporcionou o aumento do Patrimônio Líquido e do limite para operações, garantindo assim, um novo posicionamento no mercado e promoveu a abertura de mais um Posto de Atendimento ao Cooperado – PUC MINAS.
2. Apresentação das demonstrações contábeis As demonstrações contábeis são de responsabi-lidade da Administração da Cooperativa e foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis
adotadas no Brasil, consideradas as alterações exigidas pelas Leis nº 11.638/07 e nº 11.941/09, adaptadas às peculiaridades da legislação co-operativista e às normas e instruções do Banco Central do Brasil – BACEN, bem como apresen-tadas conforme o Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional – COSIF. Con-sideram ainda, no que for julgado pertinente e relevante, os pronunciamentos, orientações e as interpretações técnicas emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis – CPC, tendo sido aprovadas pela administração em 19 de janeiro de 2012.
Em aderência ao processo de convergência com as normas internacionais de Contabilidade, algu-mas Noralgu-mas e suas Interpretações foram emiti-das pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), as quais serão aplicadas às instituições financeiras quando aprovadas pelo Banco Cen-tral do Brasil. Nesse sentido, os Pronunciamen-tos contábeis já aprovados pelo Banco Central do Brasil são: Resolução 3.566/2008 - Redução ao Valor Recuperável do Ativo (CPC 01), Resolução 3.604/2008 - Fluxo de Caixa (CPC 03), Resolução 3.750/2010 - Divulgação sobre Partes Relaciona-das (CPC 05), Resolução 4.007/2011 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro (CPC 23) e Resolução 3.823/2009 – Provi-sões, Passivos Contingentes e Ativos Contingen-tes (CPC 25).
3. Resumo das principais práticas contábeis a) Apuração do resultado
Os ingressos e dispêndios são registrados de acordo com o regime de competência. As ope-rações de crédito com taxas pré-fixadas são re-gistradas pelo valor de resgate, e os ingressos e dispêndios correspondentes ao período futuro são apresentados em conta redutora dos respec-tivos arespec-tivos e passivos. Os ingressos e dispêndios de natureza financeira são contabilizados pelo cri-tério “pro-rata temporis” e calculados com base no método exponencial, exceto aquelas relativas a títulos descontados, que são calculadas com base no método linear. As operações de crédito com taxas pós-fixadas são atualizadas até a data do balanço.
As receitas e despesas são reconhecidas na
de-monstração de sobras ou perdas em conformi-dade com o regime de competência. As receitas com prestação de serviços são reconhecidas na demonstração de sobras ou perdas quando da prestação de serviços a terceiros, substancial-mente serviços bancários. Os dispêndios e as despesas e os ingressos e receitas operacionais, são proporcionalizados de acordo com os mon-tantes do ingresso bruto de ato cooperativo e da receita bruta de ato não-cooperativo, quando não identificados com cada atividade.
b) Estimativas contábeis
Na elaboração das demonstrações contábeis faz-se necessário utilizar estimativas para con-tabilizar certos ativos, passivos e outras transa-ções. As demonstrações contábeis do SICOOB NOSSACOOP incluem, portanto, estimativas re-ferentes à provisão para créditos de liquidação duvidosa, à seleção das vidas úteis dos bens do ativo imobilizado, provisões necessárias para passivos contingentes, entre outros. Os resulta-dos reais podem apresentar variação em relação às estimativas utilizadas. O SICOOB NOSSACO-OP revisa as estimativas e premissas, no mínimo, semestralmente.
c) Caixa e equivalentes de caixa
Caixa e equivalentes de caixa, conforme Resolu-ção CMN nº 3.604/08, incluem as rubricas caixa, depósitos bancários e as relações interfinanceiras de curto prazo e de alta liquidez, com risco insig-nificante de mudança de valores e limites, com prazo de vencimento igual ou inferior a 90 dias. O caixa e equivalente de caixa compreendem:
d) Operações de crédito
As operações de crédito com encargos financei-ros pré-fixados são registradas a valor futuro, retificadas por conta de rendas a apropriar e as operações de crédito pós-fixadas são registradas
31/12/2011 31/12/2010 Caixa e depósitos bancários 386 161 Total 17.016 10.738 Relações interfinanceiras -
centralização financeira 16.630 10.577
a valor presente, calculadas “pro rata temporis”, com base na variação dos respectivos indexado-res pactuados.
e) Provisão para operações de crédito
Constituída em montante julgado suficiente pela Administração para cobrir eventuais perdas na realização dos valores a receber, levando-se em consideração a análise das operações em aberto, as garantias existentes, a experiência passada, a capacidade de pagamento e liquidez do tomador do crédito e os riscos específicos apresentados em cada operação, além da conjuntura econômi-ca.
A Resolução CMN nº 2.682/99 introduziu os cri-térios para classificação das operações de crédito definindo regras para constituição da provisão para operações de crédito, as quais estabelecem nove níveis de risco, de AA (risco mínimo) a H (risco máximo).
f) Depósitos em garantia
Existem situações em que a cooperativa questio-na a legitimidade de determiquestio-nados passivos ou ações movidas contra si. Por conta desses ques-tionamentos, por ordem judicial ou por estratégia da própria administração, os valores em questão podem ser depositados em juízo, sem que haja a caracterização da liquidação do passivo.
g) Investimentos
Representados substancialmente por quotas do Sicoob Central Cecremge e ações do Banco Co-operativo do Brasil S.A., ambos avaliados pelo método de custo de aquisição.
h) Imobilizado
Equipamentos de processamento de dados, mó-veis, utensílios e outros equipamentos, instala-ções, veículos, benfeitorias em imóveis de tercei-ros e softwares, são demonstrados pelo custo de aquisição, deduzido da depreciação acumulada. A depreciação é calculada pelo método linear para baixar o custo de cada ativo a seus valores resi-duais de acordo com as taxas divulgadas em nota específica abaixo, que levam em consideração a vida útil econômica dos bens.
i) Diferido
O ativo diferido foi constituído pelas benfeitorias realizadas nas propriedades de terceiros, e pelos softwares adquiridos, registrados pelos custos incorridos nas benfeitorias e pelo custo de aquisi-ção, respectivamente, e classificados nessa conta conforme determinação do COSIF. Esses gastos estão sendo amortizados pelo método linear no período de 05 anos.
Conforme determinado pela Resolução CMN nº 3.617/08, devem ser registrados no ativo diferido, exclusivamente, os gastos que contribuirão para o aumento do resultado de mais de um exercício social. Os saldos existentes em setembro de 2008 são mantidos até a sua efetiva realização. j) Intangível
Correspondem aos direitos adquiridos que te-nham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção do SICOOB NOSSACOOP ou exer-cidos com essa finalidade. Os ativos intangíveis com vida útil definida são geralmente amortiza-dos de forma linear no decorrer de um período estimado de benefício econômico. Os ativos in-tangíveis compreendem softwares adquiridos de terceiros e são amortizados ao longo de sua vida útil estimada.
k) Ativos contingentes
Não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui total controle da situação ou quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis sobre as quais não cabem mais recursos contrários, caracterizando o ganho como praticamente certo. Os ativos contingentes com probabilidade de êxito provável, quando apli-cável, são apenas divulgados em notas explicati-vas às demonstrações contábeis.
l) Obrigações por empréstimos e repasses As obrigações por empréstimos e repasses são reconhecidas inicialmente no recebimento dos recursos, líquidos dos custos de transação. Em seguida, os empréstimos tomados são apresen-tados pelo custo amortizado, isto é, acrescidos de encargos e juros proporcionais ao período incor-rido (pro rata temporis).
m) Demais ativos e passivos
São registrados pelo regime de competência, apresentados ao valor de custo ou de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidos, até a data do ba-lanço. Os demais passivos são demonstrados pe-los valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e das variações monetárias incorridos.
n) Provisões
São reconhecidas quando o SICOOB NOSSACO-OP tem uma obrigação presente legal ou implícita como resultado de eventos passados, sendo pro-vável que um recurso econômico seja requerido para saldar uma obrigação legal. As provisões são registradas tendo como base as melhores es-timativas do risco envolvido.
o) Passivos contingentes
São reconhecidos contabilmente quando, com base na opinião de assessores jurídicos, for con-siderado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, gerando uma provável saída no futuro de recursos para liquidação das ações, e quando os montantes envolvidos forem mensurados com suficiente segurança. As ações com chance de perda possível são apenas divul-gadas em nota explicativa às demonstrações con-tábeis e as ações com chance remota de perda não são divulgadas.
p) Obrigações legais
São aquelas que decorrem de um contrato por meio de termos explícitos ou implícitos, de uma lei ou outro instrumento fundamentado em lei, aos quais o SICOOB NOSSACOOP tem por diretriz. q) Imposto de renda e contribuição social
O imposto de renda e a contribuição social sobre o lucro são calculados sobre o resultado apura-do em operações consideradas como atos não--cooperativos e o Resultado não Operacional. O resultado apurado em operações realizadas com cooperados é isento de tributação.
r) Segregação em circulante e não circulante Os valores realizáveis e exigíveis com prazos in-feriores a 360 dias estão classificados no circulan-te, e os prazos superiores, no longo prazo (não circulante).
s) Valor recuperável de ativos – (impairment) A redução do valor recuperável dos ativos não fi-nanceiros (impairment) é reconhecida como per-da, quando o valor de contabilização de um ativo, exceto outros valores e bens, for maior do que o seu valor recuperável ou de realização. As perdas por (impairment), quando aplicável, são registra-das no resultado do período em que foram identi-ficadas. Em 31 de dezembro de 2011 não existem indícios da necessidade de redução do valor recu-perável dos ativos não financeiros.
4. Títulos e valores mobiliários
Em 31 de dezembro de 2011 e 2010, as aplica-ções em Títulos e Valores Mobiliários do SICOOB NOSSACOOP estavam assim compostas:
Tal recurso tem por objetivo garantir operações firmadas junto ao Banco do Brasil e Caixa Econô-mica Federal
5. Relações interfinanceiras
Referem-se à centralização financeira das dis-ponibilidades líquidas do SICOOB NOSSACOOP, depositadas junto ao SICOOB CENTRAL CECRE-MGE, conforme determinado no art. 37, da Reso-lução CMN nº 3.859/10.
6. Operações de crédito/Classificação da Carteira de Crédito
a) Composição por tipo de operação, e classifica-ção por nível de risco de acordo com a Resoluclassifica-ção CMN nº 2.682 de 21/12/1999:
Descrição 31/12/2011 31/12/2010 Títulos de Renda Fixa 104 - Total 104
* Em Empréstimos estão contidos os valores das Operações Renegociadas.
Em cumprimento às orientações do Banco Central do Brasil, no primeiro semestre de 2011 o Sistema Sicoob concluiu o cronograma de implantação da exigência contida no artigo 3º da Resolução CMN nº 2.682/99, que estabelece que a classificação das operações de crédito de um mesmo cliente ou grupo econômico deve ser definido considerando aquela que apresentar maior risco.
b) Composição da carteira de crédito por faixa de vencimento – operações vincendas (dias):
Obs.: Não inclui Adiantamento a Depositantes, Cheque Especial e Conta Garantida.
c) Movimentação da provisão para créditos de liquidação duvidosa de operações de crédito e outros créditos com características de concessão de crédito:
d) Concentração dos Principais Devedores:
Valores expressos em milhares de R$
Valores expressos em milhares de R$
Valores expressos em milhares de R$
e) Créditos Baixados Como Prejuízo, Renegociados e Recuperados:
7. Outros créditos
Valores referentes às importâncias devidas a Cooperativa por pessoas físicas ou jurídicas domiciliadas no país, conforme demonstrado:
Obs.: as letras a,b,c explicados a seguir referem-se ao ano de 2011.
(a) Em Rendas a Receber estão registrados: rendas a receber da previdência social – INSS e outros convênios no valor de R$ 1 mil; e receita sobre saldo mantido na Centralização Financeira do SICOOB CENTRAL CECREMGE no valor de R$ 162 mil;
(b) Em Devedores por Depósito em Garantia estão registrados depósitos judiciais para: PIS sobre Atos Cooperativos no valor de R$ 181 mil, COFINS sobre Atos Cooperativos no valor de R$ 916 mil; Inter-posição de Recursos Trabalhistas no valor de R$ 15 mil;
(c) Em Títulos e Créditos a Receber estão registrados os valores a receber de Inadimplência de Cartão o valor de R$ 23 mil com características de concessão de crédito; e Liquidações de Parcelas com des-conto em folha de pagamento antecipadas no valor de R$ 945 mil sem características de concessão de crédito; e R$ 3 mil de valores a receber de tarifas.
8. Outros valores e bens
Em Despesas Antecipadas está registrado o valor no montante de R$ 78 mil, referentes a prêmios de seguros, auditoria externa e as despesas de comemoração dos 15 anos do SICOOB NOSSACOOP. 9. Investimentos
O saldo é representado por aportes de capital e o recebimento de distribuição de sobras efetuadas pelo SICOOB CENTRAL CECREMGE e aquisição de ações do BANCOOB e outros investimentos, conforme demonstrado:
Valores expressos em milhares de R$
Valores expressos em milhares de R$
10. Imobilizado de uso
Demonstrado pelo custo de aquisição, menos depreciação acumulada. As depreciações são calcula-das pelo método linear, com base em taxas determinacalcula-das pelo prazo de vida útil estimado conforme abaixo:
11. Diferido
Nesta rubrica registram-se as benfeitorias realizadas nas propriedades de terceiros, e pelos softwares adquiridos, registrados pelos custos incorridos nas benfeitorias e pelo custo de aquisição, respectiva-mente.
12. Intangível
Nesta rubrica registram-se os direitos que tenham por objeto os bens incorpóreos, destinados à ma-nutenção da companhia, como as licenças de uso de softwares.
O valor registrado na rubrica “Intangível”, refere-se a Direito de Uso e Licenciamento do Sistema de Informática do Sicoob - SISBR, adquirida em junho de 2009, da Confederação Nacional das Cooperati-vas do Sicoob Ltda. - Sicoob Confederação. Na mesma data, a Central cedeu exclusivamente às suas filiadas (cooperativas singulares associadas), devidamente autorizado pelo Sicoob Confederação, com prazo de até 31 de maio de 2019, o direito de uso do SISBR, e saldo decorrente da Incorporação da Cooperativa Cosemtra em 2009 e Demais Softwares autorizados como Mastermaq, Visual Sistemas Eletrônicos, VHV Tecnologia da Informação e Riverbed Gold.
Valores expressos em milhares de R$
Valores expressos em milhares de R$
13. Depósitos
Os depósitos à vista não são remunerados. Os depósitos a prazo recebem encargos financeiros con-tratados.
Os depósitos, até o limite de R$ 70.000,00 (setenta mil reais), por CPF/CNPJ, estão garantidos pelo Fundo Garantidor do SICOOB - FGS, o qual é um Fundo constituído pelas Cooperativas do Sistema SICOOB regido por regulamento próprio.
14. Obrigações por empréstimos e repasses
São demonstradas pelo valor principal acrescido de encargos financeiros e registram os recursos captados junto a outras instituições financeiras para repasse aos associados em diversas modalidades (art. 37, da Resolução CMN nº 3.859/2010) e também em Capital de Giro. As garantias oferecidas são cauções dos títulos de créditos dos associados beneficiados.
15. Obrigações sociais e estatutárias
O FATES é destinado a atividades educacionais, prestação de assistência aos cooperados, seus fami-liares e empregados da cooperativa, sendo constituído pelo resultado dos atos não-cooperados e 10% das sobras líquidas, conforme determinação estatutária. A classificação desses valores em contas pas-sivas segue determinação do Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional – COSIF. 16. Outras obrigações - Diversas
(a) Refere-se a Provisões para pagamentos de Salários,Honorários da Diretoria,Férias,Inss sobre férias,Fgts sobre férias e Pis sobre férias.
Valores expressos em milhares de R$ Valores expressos em milhares de R$ Valores expressos em milhares de R$
(b) Refere-se a provisão para pagamento de despesas com Assessoria Técnica no valor de R$ 1 mil, Auditoria Externa no valor de R$ 7 mil, Comunicações no valor de R$ 3 mil, transporte no valor de R$ 2 mil e Seguro Prestamista no valor de R$ 17 mil.
(c) Refere-se a pendências e pagamentos a processar no exercício seguinte.
(d) Refere-se a cheques depositados, relativo a descontos enviados a compensação, porém não baixa-dos até a data-base de 31/12/2011.
(e) Refere-se a Imposto de Renda Pessoa Jurídica e Contribuição Social Sobre Lucros a pagar no valor de R$ 1 mil, Impostos e Contribuições s/serviços terceiros no valor de R$ 1 mil, Impostos e Contribui-ções sobre salários no valor de R$ 54 mil, Impostos sobre aplicaContribui-ções financeiras no valor de R$ 7 mil.– , ISS Próprio no valor de R$ 1 mil e IRRF sobre Juros ao Capital no valor de R$ 142 mil.
17. Outras obrigações - Diversas - Provisões para riscos tributários e trabalhistas
Considerando a avaliação dos consultores jurídicos quanto às chances de êxito em determinados ques-tionamentos fiscais e trabalhistas em que a cooperativa é parte envolvida, foram constituídas as se-guintes provisões:
PIS e COFINS - quando do advento da Lei nº 9.718/98, a cooperativa entrou com ação judicial questio-nando a ilegalidade da inclusão de seus ingressos decorrentes de atos cooperados na base de cálculo do PIS e COFINS. Conseqüentemente, registrou as correspondentes obrigações referentes ao período de março de 1999 a julho de 2004, sendo que os valores equivalentes foram depositados em juízo e estão contabilizados na rubrica Depósitos em Garantia e corrigidos mensalmente pela Taxa SELIC. 18. Instrumentos financeiros
O SICOOB NOSSACOOP opera com diversos instrumentos financeiros, com destaque para disponibi-lidades, aplicações interfinanceiras de liquidez, títulos e valores mobiliários, relações interfinanceiras, operações de crédito, depósitos à vista e a prazo, empréstimos e repasses.
Os instrumentos financeiros ativos e passivos estão registrados no balanço patrimonial a valores con-tábeis, os quais se aproximam dos valores justos, conforme critérios mencionados nas corresponden-tes notas explicativas.
19. Patrimônio líquido a) Capital Social
O capital social é representado por cotas-partes no valor nominal de R$ 1,00 cada e integralizado por seus cooperados. De acordo com o Estatuto Social cada cooperado tem direito em um voto, indepen-dente do número de suas cotas-partes.
b) Reserva Legal
Representada pelas destinações estatutárias das sobras, no percentual de 20%, utilizada para reparar perdas e atender ao desenvolvimento de suas Atividades.
c) Sobras Acumuladas
As sobras são distribuídas e apropriadas conforme Estatuto Social, normas do Banco Central do Brasil e posterior deliberação da Assembleia Geral Ordinária (AGO). Atendendo à instrução do BACEN, por meio da Carta Circular nº 3.224/06, o Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social – FATES é registrado como exigibilidade, e utilizado em despesas para o qual se destina, conforme a Lei nº 5.764/71.
Em Assembléia Geral Ordinária, realizada em 02 de abril de 2011, os cooperados deliberaram pelo aumento do Capital social com as sobras do exercício findo em 31 de dezembro de 2010, no valor de R$ 537 mil.
d) Destinações estatutárias e legais
De acordo com o estatuto social da cooperativa e a Lei nº 5.764/71, as sobras líquidas do exercício terão a seguinte destinação:
A Reserva legal destina-se a reparar perdas e atender ao desenvolvimento de suas Atividades; O Fundo de assistência técnica, educacional e social (FATES) é destinado a atividades educacionais, à prestação de assistência aos cooperados, seus familiares e empregados do SICOOB NOSSACOOP; e os resultados decorrentes de atos não cooperativos são destinados ao FATES.
20. Provisão de Juros ao Capital
A Cooperativa provisionou e pagou juros ao capital com o objetivo de remunerar o capital do asso-ciado. Os critérios para a provisão obedeceram a Lei Complementar 130, artigo 7º, de 17 de abril de 2009. A remuneração foi limitada ao valor da taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia – SELIC. A referida provisão e pagamento foram demonstrados na Demonstração de Sobras ou Perdas – DSP e na Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido – DMPL, conforme Circular BACEN nº 2.739, artigo 3º.
21. Partes Relacionadas
As partes relacionadas existentes são as pessoas físicas que têm autoridade e responsabilidade de pla-nejar, dirigir e controlar as atividades da cooperativa e membros próximos da família de tais pessoas. As operações são realizadas no contexto das atividades operacionais da Cooperativa e de suas atribui-ções estabelecidas em regulamentação específica.
As operações com tais partes relacionadas não são relevantes no contexto global das operações da cooperativa, e caracterizam-se basicamente por transações financeiras em regime normal de opera-ções, com observância irrestrita das limitações impostas pelas normas do Banco Central, tais como movimentação de contas correntes, aplicações e resgates de RDC e operações de crédito.
As garantias oferecidas em razão das operações de crédito são: avais, garantias hipotecárias, caução e alienação fiduciária.
Montante das operações ativas e passivas no exercício de 2011:
Operações ativas e passivas – saldo em 31/12/2011:
Foram realizadas transações com partes relacionadas, na forma de: depósito a prazo, cheque espe-cial, conta garantida, cheques descontados, empréstimos, à taxa/remuneração relacionada no quadro abaixo, por modalidade:
No exercício de 2011, os benefícios monetários destinados às partes relacionadas foram representados por honorários, apresentando-se da seguinte forma:
Valores expressos em milhares de R$
Valores expressos em milhares de R$ Valores expressos em milhares de R$
22. Cooperativa Central
O SICOOB NOSSACOOP, em conjunto com outras cooperativas singulares, é filiada à Cooperativa Central das Cooperativas de Economia e Crédito de Minas Gerais Ltda. – SICOOB CENTRAL CECREM-GE, que representa o grupo formado por suas afiliadas perante às autoridades monetárias, organismos governamentais e entidades privadas.
O SICOOB CENTRAL CECREMGE, é uma sociedade cooperativista que tem por objetivo a organização em comum em maior escala dos serviços econômico-financeiros e assistenciais de suas filiadas (co-operativas singulares), integrando e orientando suas atividades, de forma autônoma e independente, através dos instrumentos previstos na legislação pertinente e normas exaradas pelo Banco Central do Brasil, bem como facilitando a utilização recíproca dos serviços, para consecução de seus objetivos. Para assegurar a consecução de seus objetivos, cabe ao SICOOB CENTRAL CECREMGE a coordena-ção das atividades de suas filiadas, a difusão e fomento do cooperativismo de crédito, a orientacoordena-ção e aplicação dos recursos captados, a implantação e implementação de controles internos voltados para os sistemas que acompanhem informações econômico-financeiras, operacionais e gerenciais, entre outras.
As demonstrações contábeis do SICOOB CENTRAL CECREMGE de 30 de junho de 2011, foram audi-tadas por outros auditores independentes que emitiram relatório de auditoria sobre as demonstrações contábeis, datado de 11 de novembro de 2011, que apresenta opinião com ressalva, em função da demonstração das operações de aplicação de recursos em cotas do Coopmútuo Fundo de Investi-mento Multimercado, que figuravam no grupo Centralização Financeira. As demonstrações contábeis de 31 de dezembro de 2011 são auditadas por outros auditores independentes, cujo trabalho está em andamento.
23. Seguros contratados
A Cooperativa adota política de contratar seguros de diversas modalidades, cuja cobertura é consi-derada suficiente pela Administração e agentes seguradores para fazer face à ocorrência de sinistros. 24. Índice de Basiléia
O Patrimônio de Referência (PR) da Cooperativa encontra-se compatível com o grau de risco da es-trutura dos ativos, apresentando margem para o limite de compatibilização de R$ 10.627 mil em 31 de dezembro de 2011.
25. Contingências Passivas
Segundo a assessoria jurídica do SICOOB NOSSACOOP, dos processos judiciais em que figura como pólo passivo, foi classificado como perda remota hum processo, totalizando R$10 mil.
Belo Horizonte, 26 de janeiro de 2012. Alfredo Alves de Oliveira Melo
Diretor Presidente Rubens Queiroz
Diretor Administrativo
Lousanne Cavalcanti Barros Resende Diretora Financeira
Laércio Lucindro Contador – CRC nº: 085545/0-2
30I rElAtórIO ANuAl 2011 sicoob nossacoop
Ao
Conselho de Administração
O Conselho Fiscal do Sicoob Nossacoop – Cooperativa de Economia e Crédito dos Empregados das Instituições de Ensino Superior e Pesquisas Científica e Tecnológica e dos Servidores do Ministério do Trabalho e Emprego de Minas Gerais Ltda, realizou durante o exercício de 2011 as reuniões conforme estabelece seu Estatuto Social. Neste período procedeu a verificação nos Demonstrativos Contábeis e respectivos documentos anexados; acompanhou os impactos das resoluções do Conselho de Adminis-tração por intermédio das atas lavradas e aprovadas por aquele conselho, bem como o monitoramento on-line implantado pela Central das Cooperativas de Economia e Crédito do Estado de Minas Gerais LTDA – Cecremge e os respectivos relatórios de auditoria; efetuou sistematicamente a conferência de caixa em todos os postos de atendimentos – PAC´s – e na sede da cooperativa.
No mencionado exercício, esse conselho propôs medidas que julgou convenientes, oportunas e necessá-rias, e, ao final, em decorrência da boa gestão aplicada aos objetivos da Cooperativa e aos bons contro-les inerentes aos setores contábil e gerencial viu por bem aprovar as Contas do Exercício de 2011. Por conseguinte propõe aos Associados presentes a aprovação das referidas contas na Assembleia Geral Ordinária a ser realizada no dia 24 de março de 2012 .
Belo Horizonte, 23 de fevereiro de 2012.
Parecer
DO
CONSElhO fISCAl
Conselheiro Efetivo Conselheiro Efetivo Conselheiro Efetivo Conselheiro Suplente Conselheiro Suplente Conselheiro Suplente Alexandre Dias SantosAna Angélica Rodrigues Batista Bruno da Silva Wilke
Cristina Otaviana Cruz e Possas Décio Souza Graça
RELATÓRIO DE AUDITORIA SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Ao Conselho de Administração e Cooperados da
COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO DOS EMPREGADOS DAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR E PESQUISAS CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA E DOS SERVIDORES DO MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO DE MINAS GERAIS LTDA.
SICOOB NOSSACOOP
Belo Horizonte - MG Prezados Senhores:
Examinamos as demonstrações contábeis da Cooperativa de Economia e Crédito dos Empregados das Instituições de Ensino Superior e Pesquisas Científica e Tecnológica e dos Servidores do Ministério do Trabalho e Emprego de Minas Gerais Ltda. - SICOOB NOSSACOOP, que compreendem o balanço patri-monial em 31 de dezembro de 2011 e as respectivas demonstrações de sobras ou perdas, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.
Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis
A administração da Cooperativa de Economia e Crédito dos Empregados das Instituições de Ensino Supe-rior e Pesquisas Científica e Tecnológica e dos Servidores do Ministério do Trabalho e Emprego de Minas Gerais Ltda. - SICOOB NOSSACOOP é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles inter-nos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.
Responsabilidade dos auditores independentes
Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os pro-cedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distor-ção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Cooperativa para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Cooperativa. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.
Opinião
Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Cooperativa de Economia e Crédito dos Empregados das Instituições de Ensino Superior e Pesquisas Científica e Tecnológica e dos Servidores do Ministério do Trabalho e Emprego de Minas Gerais Ltda. - SICOOB NOSSACOOP em 31 de dezembro de 2011, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.
Belo Horizonte, 02 de fevereiro de 2012.
Alexandre Marx Victor Rodrigues
Contador CRC MG 068.570/O-1
CNAI 1909
Evolução dos Depósitos
Evolução das Operações de Crédito
Evolução do Quadro de Associados
Informações
Evolução do Capital Social Integralizado
Evolução das Sobras Líquidas
Evolução do Patrimônio Líquido
Evolução do Ativo
Distribuição de Kit Escolar
AçõES IMPlEMENtADAS
Ações Sociais
A campanha de distribuição de Kits Escolares con-tinua fazendo sucesso. No ano de 2011 o Sicoob Nossacoop distribuiu 1.679 kits escolares para os filhos de Cooperados que realizaram o cadastro de recebimento em outubro de 2010.
Outra ação social promovida pelo Sicoob Nossaco-op foi o Dia de CoNossaco-operar – Dia C, que a CoNossaco-operativa participou, no dia 03 de setembro. Nesta ação, a Cooperativa arrecadou fraldas geriátricas, roupas e produtos de higiene pessoal. Vinte e um volun-tários foram ao Centro de Convivência Paulo Fa-gundes da Fonseca Penido, no bairro Bonsucesso, em Belo Horizonte. Os voluntários levaram kits de maquiagens, adereços e bijuterias, proporcionan-do aos iproporcionan-dosos um “dia de beleza”. Tuproporcionan-do isso com um grupo de samba animando e interagindo com todos que participavam da ação.
Os funcionários do Centro de Convivência agrade-ceram o empenho e a colaboração dos voluntários e ressaltaram a importância do carinho levado por eles aos idosos da casa.
Esse ano foi a primeira vez que o Sicoob Nossacoop participa do Dia C, uma iniciativa do Sistema Oce-mg/Sescoop-MG que, com o apoio e a participação efetiva das cooperativas de Minas Gerais, tem o objetivo de promover e estimular a integração das ações voluntárias de todas as cooperativas, coope-rados, colaboradores e familiares, em um grande movimento de solidariedade cooperativista.
Campanhas
Em 2011 o Sicoob Nossacoop realizou campanhas para facilitar as transações financeiras dos Coope-rados. Durante os meses de outubro e novembro, o Cooperado pôde aplicar com o rendimento de 115% do CDI. Para o tomador de empréstimos, foi criada uma linha especial para quem retirasse até R$15 mil, em 15 meses, a uma taxa especial de 1,55% ao mês.
Na modalidade de aplicação, 452 Cooperados re-alizaram a especial de 15 anos que somaram R$ 1.723 mil. Já no empréstimo, foram 88 Cooperados que tomaram R$ 495 mil.
Durante o mês de dezembro o Sicoob Nossacoop presenteou 15 Cooperados com brindes, em ho-menagem aos 15 anos da Cooperativa. O critério para presentear os 15 Cooperados foi através de sorteio na Sede da Cooperativa.
Fotos Luís Fernando Ramos Santos
Inovações
Em 2011 o Sicoob Nossacoop inaugurou dois PACs com o layout padronizado pelo Sistema Sicoob. O PAC-PUC E O PAC-MTE foram os primeiros PACs do Sicoob Nossacoop a aderirem ao novo padrão da marca.
Outra novidade do Sicoob Nossacoop é o novo Totem, localizado na praça de serviços da UFMG. O novo Totem, mais moderno, também segue os padrões da nova marca Sicoob.
Treinamentos
Foi realizada, no dia 05 de fevereiro, uma dinâmica interativa entre os funcionários do Sicoob Nossa-coop. O encontro ocorreu na Fazenda Experimen-tal Professor Hélio Barbosa, em Igarapé, interior do estado de Minas Gerais.
Durante toda manhã, os funcionários assistiram a palestras e participaram de um debate promovido pelos gerentes operacionais da Cooperativa. Dentre os palestrantes estavam a responsável pelo departamento de Desenvolvimento Organizacional
da Central Cecremge, Ana Cristina Maia Penido, o colaborador do Sicoob Nossacoop e o professor Julio Machado, com uma palestra motivacional. Outro treinamento realizado nos dias 12 de no-vembro e 03 de dezembro, visou capacitar os fun-cionários e aprimorar a qualidade no atendimento aos Cooperados.
Ministrado pela consultora organizacional em pla-nejamento e gestão estratégica, Adalgisa Maria de Almeida, da empresa Verso Consultorias, o treinamento teve o objetivo de proporcionar aos participantes uma tomada de consciência sobre os padrões de comportamento adotados na atuação pessoal e profissional no processo do atendimen-to, identificar e aperfeiçoar os conhecimentos re-ferentes às normas e serviços da organização aos processos internos e ação inter processos, estabe-lecendo estratégias de comunicação assertiva com o Cooperado e promover o desenvolvimento de habilidades pessoais, profissionais e interpessoais, contribuindo para o desenvolvimento da equipe, base para um atendimento qualificado.
A Diretoria Executiva do Sicoob Nossacoop inves-te em seus funcionários para garantir sempre ao Cooperado melhor atendimento e qualidade nos serviços prestados.
Fotos Luís Fernando Ramos Santos
Sicoob Nossacoop adere a
novos produtos Bancoob
O Sicoob Nossacoop incorporou novos produtos e serviços para os cooperados. Agora a Cooperativa trabalha com seguros mais completos e competi-tivos, poupanças mais flexíveis, de acordo com a necessidade de cada Cooperado e o plano de pre-vidência privada, o Sicoob Previ.
O seguro Sicoob Nossacoop agora possui três modalidades: automóvel, residencial e vida. Após a adesão do grupo Anellus, o Sicoob Nossacoop pode oferecer preços mais competitivos aos Coo-perados. Na prática, isso quer dizer que mais do que oferecer vantagens financeiras, o Sicoob Nos-sacoop também se preocupa com a segurança e a tranquilidade dos seus Cooperados.
Outra novidade é o plano de previdência privada, o Sicoob Previ. O Cooperado que quiser planejar um futuro mais tranqüilo, pode efetuar o Sicoob Previ contribuindo mensalmente e projetando um ganho bem maior em sua aposentadoria.
Com a adesão aos novos produtos, o Sicoob Nos-sacoop espera proporcionar mais serviços, com menos despesas aos Cooperados, ajudando a pro-mover o Cooperativismo para os associados.
Solenidade comemorativa dos 15 anos
Em solenidade no Hotel Ouro Minas, no dia 25 de novembro, a diretoria executiva, os funcionários e cerca de 300 convidados comemoraram o 15º aniversário de fundação do Sicoob Nossacoop. O evento teve apresentação do contador de histórias, Roberto de Freitas, e do grupo de dança Sarandeiros, que encerrou a solenidade apresentando danças típicas de diferentes regiões do Brasil.
Além das apresentações artísticas, no auditório Ouro Preto do Hotel Ouro Minas, os convidados assis-tiram à palestra do diretor de fiscalização do Banco Central do Brasil, Dr. Anthero de Moraes Meirelles, que abordou sobre a conjuntura econômica financeira nacional e internacional.
Os sócios fundadores foram homenageados com a entrega de placa comemorativa pela Diretoria Exe-cutiva.
Ao final do evento, todos puderam brindar os 15 anos do Sicoob Nossacoop em um coquetel de confra-ternização no salão Centenário do Hotel Ouro Minas.
- Revisar a estrutura organizacional e o quadro funcional, adequando o Sicoob Nossacoop ao projeto de expansão;
- Atingir 10 mil cooperados ao final de 2012;
- Implantar incentivos à captalização, através de campanhas promocionais; - Alavancar negociações dos produtos Bancoob;
- Superar o volume de 80 milhões de total de ativos; - Intensificar parcerias com associações e sindicatos;
- Incentivar os cooperados a elegerem o Sicoob Nossacoop como sua principal Instituição Financeira; - Implementação de sistema de controle gerencial e financeiro, demonstrando a projeção e produtividade da Sede e Pacs.
- Consolidação do PAC-PUC; - Consolidação do PAC-MTE;
- Ampliação da área de atuação agregando os servidores públicos da EPCAR, CIAAR, PAMA, e os servidores municipais da Cidade de Barbacena e São João del-Rei;
- Adesão à padronização do portal Sicoob Central Cecremge;
- Alcance da marca de mil cooperados recebendo salário / vencimentos na Cooperativa.
Propostas Realizadas
DO
2011
Diretrizes para
PONtOS DE AtENDIMENtO
SEDE (Campus UFMG)
Av. Antônio Carlos, 6627, Praça de Serviços - 2º andar Campus UFMG - Pampulha - Belo Horizonte/MG
Cep: 31.270-010 - PABX: (31) 3492-8616 PAC - CEFET
Av. Amazonas, 5253 - Campus I - CEFET, Lojas 237/239 Bairro Nova Suíça - Belo Horizonte/MG
Cep: 30.480-000 - Tel: (31) 3371-1644 PAC - CAMPUS SAÚDE
Av. Alfredo Balena, 190 - Sala 1002 , Faculdade de Medicina da UFMG Bairro Santa Efigênia - Belo Horizonte/MG
Cep: 30.130-100 - Tel: (31) 3274-2266 PAC - NOVOS HORIZONTES
Rua Alvarenga Peixoto, 1270, Faculdade Novos Horizontes Bairro Santo Agostinho - Belo Horizonte/MG
Cep: CEP 30.180-121 - Tel: (31) 3292-2222 PAC - JOÃO PINHEIRO
Alameda das Acácias, 70, Fundação João Pinheiro Bairro São Luiz - Belo Horizonte/MG Cep: 31.275-150 - Tel: (31) 3448-9475 PAC - MINISTÉRIO DO TRABALHO Rua Curitiba, 820, Esquina com Rua Tamoios
Centro - Belo Horizonte/MG Cep: 30.170-120 - Tel: (31) 2511-8616
PAC - PUC Av. Dom José Gaspar, 967 Coração Eucarístico - Belo Horizonte/MG
Cep: 30.535-610 - Tel: (31) 2512-8616 PAC - UNIMONTES
Campus Universitário Prof. Darcy Ribeiro, Prédio 2 CCH – Sala 30 Bairro Vila Mauricéia – Montes Claros/MG