Determinantes
Determinantes
Sociais
Sociais
da
da
Sa
Sa
ú
ú
de
de
Conferência Mundial sobre Determinantes Sociais da Sa
Conferência Mundial sobre Determinantes Sociais da Saúúde de
(CMDSS) (CMDSS)
Jairnilson
Jairnilson Silva Silva PaimPaim
19 de agosto de 2011
19 de agosto de 2011
D
D
eterminantes sociais de sa
eterminantes sociais de sa
ú
ú
de
de
(DSS)
(DSS)
São as condiç
São as condi
ções sociais em que as pessoas vivem e
ões sociais em que as pessoas vivem e
trabalham
trabalham
ou "as caracter
ou "as caracter
í
í
sticas sociais dentro das quais
sticas sociais dentro das quais
a vida transcorre
a vida transcorre
”
”
((TarlovTarlov, 1996), 1996)
Desigualdades: diferen
Desigualdades: diferen
ç
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as sistem
as sistem
á
á
ticas na situa
ticas na situa
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ão de
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sa
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de de grupos populacionais
de de grupos populacionais
Iniq
Iniq
ü
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idades: desigualdades evit
idades: desigualdades evit
á
á
veis, injustas e
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desnecess
Padrões de Determina
Padrões de Determina
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ão
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Determina
Determina
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ão
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: categoria filos
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ó
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fica; descri
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ão das
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caracter
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sticas; especifica
ção; delimita
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ção; fenômeno
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social como s
social como s
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“
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m
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ltiplas determina
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.
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As formas concretas de inser
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cio
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-
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econômica da
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popula
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ções de trabalho e condi
ões de trabalho e condi
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são relevantes para explicar a sa
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de e o perfil
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epidemiol
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ó
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gico.
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As condi
As condi
ções gerais de existência caracterizam o
ç
ões gerais de existência caracterizam o
modo de
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DETERMINA
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PROCESSO SA
PROCESSO SA
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DE
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DOEN
DOEN
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A
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Emergência da Epidemiologia Social na Am
Emergência da Epidemiologia Social na Am
érica
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Latina:
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Laurell
Laurell
(1976) e
(1976) e
Breilh
Breilh
(1979): tarefas iniciais
(1979): tarefas iniciais
1
1
ªª) Demonstrar que a doen
) Demonstrar que a doen
ç
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a, tem car
a, tem car
á
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ter hist
ter hist
ó
ó
rico e social;
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2
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ªª) Definir o objeto de estudo, que permita um aprofundamento na
) Definir o objeto de estudo, que permita um aprofundamento na
compreensão do processo sa
compreensão do processo sa
ú
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de
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-
-
doen
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ç
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a como processo social;
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3
3
ªª) Modo de conceituar a causalidade, ou melhor, a determina
) Modo de conceituar a causalidade, ou melhor, a determina
ç
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ão
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(
EPIDEMIOLOGIA SOCIAL
EPIDEMIOLOGIA SOCIAL
NO BRASIL
NO BRASIL
A.A.TambeliniTambelini (1975) (1975) –– Acidentes de trânsito (Acidentes de trânsito (““causalidade estruturalcausalidade estrutural””))
R. Guimarães, P. R. Guimarães, P. SabrosaSabrosa, etc.: , etc.: ““SaSaúúde e Medicina no Brasilde e Medicina no Brasil”” (CEBES, 1978)(CEBES, 1978) ..
C. C. VictoraVictora –– Mortalidade Infantil e estrutura agrMortalidade Infantil e estrutura agrááriaria
C. Monteiro C. Monteiro -- Mortalidade Infantil e espaMortalidade Infantil e espaçço urbanoo urbano
M. M. GoldbaumGoldbaum e Luis Jacinto e Luis Jacinto –– DoenDoençça de Chagasa de Chagas
MaurMauríício Barreto cio Barreto –– EsquistossomoseEsquistossomose
N. Almeida Filho N. Almeida Filho –– DoenDoençça mental e urbanizaa mental e urbanizaççãoão
Djalma Agripino de Melo Filho Djalma Agripino de Melo Filho –– Compreensão e crCompreensão e críítica da Epidemiologia Socialtica da Epidemiologia Social
Por
Por
que
que
enfatizar
enfatizar
os
os
determinantes
determinantes
sociais
sociais
?
?
Inequalities in Health – The Black Report (1980)
Why are some people healthy and others not? The Determinants
of Health of Populations
(Evans et al., 1994).
Os determinantes sociais tem um impacto direto na
saúde
Estruturam outros determinantes da saúde
Diferenciais intra
Diferenciais intra
-
-
urbanos e
urbanos e
desigualdades sociais em sa
desigualdades sociais em sa
ú
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de
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Os determinantes sociais que explicam a estrutura
Os determinantes sociais que explicam a estrutura
ç
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espa
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o urbano e as condi
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ões de reprodu
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(biol
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gica, ecol
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ó
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gica, econômica e cultural), definem,
gica, econômica e cultural), definem,
em
em
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ltima an
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lise, o padrão e o perfil epidemiol
lise, o padrão e o perfil epidemiol
ó
ó
gico de
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Comissão sobre Determinantes
Comissão sobre Determinantes
Sociais da Sa
Sociais da Sa
ú
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de da OMS (CSDH)
de da OMS (CSDH)
Criada pela Assembl
Criada pela Assembl
é
é
ia Mundial da Sa
ia Mundial da Sa
ú
ú
de de 2004
de de 2004
Implantada em mar
Implantada em mar
ço de 2005, com mandato at
ç
o de 2005, com mandato at
é
é
mar
mar
ç
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o
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de 2008
de 2008
Composta de 20 membros, destacados l
Composta de 20 membros, destacados l
í
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deres mundiais
deres mundiais
do mundo pol
do mundo pol
í
í
tico, de governos, da sociedade civil e da
tico, de governos, da sociedade civil e da
academia
academia
Liderou iniciativa mundial para criar Comissões
Liderou iniciativa mundial para criar Comissões
Nacionais
Nacionais
Comissão sobre Determinantes
Comissão sobre Determinantes
Sociais da Sa
Sociais da Sa
ú
ú
de da OMS (CSDH)
de da OMS (CSDH)
Michael
Michael MarmotMarmot ((ChairChair) (UK)) (UK) Frances
Frances BaumBaum (Austr(Austráália)lia) Monique
Monique BBéégingin (Canad(Canadáá)) Giovanni
Giovanni BerlinguerBerlinguer (UE)(UE) Mirai
Mirai ChatterjeeChatterjee ((ÍÍndia)ndia) William
William FoegeFoege (US)(US) Yan
Yan GuoGuo (China)(China) Kivoshi
Kivoshi KurokawaKurokawa (Japão)(Japão) Pres. Ricardo Lagos (Chile)
Pres. Ricardo Lagos (Chile)
Stephen Lewis (UN,
Stephen Lewis (UN, ÁÁfrica)frica) Alireza
Alireza MarandiMarandi (Iran)
Pascoal
Pascoal MocumbiMocumbi (Mo(Moççambique)ambique) Ndioro
Ndioro NdiaveNdiave (UM, IOM)(UM, IOM) Charity
Charity NgiluNgilu (Quênia)(Quênia) Hoda
Hoda RashadRashad (Egito)(Egito) Amartya Sem (US)
Amartya Sem (US)
David
David SatcherSatcher (US)(US) Anna
Anna TibaijukaTibaijuka (HABITAT, UN)(HABITAT, UN) Denny
Denny VagerVageröö (Su(Suéécia)cia) Gail
Gail WilenskyWilensky (US)(US)
Comissão Nacional de Determinantes
Comissão Nacional de Determinantes
Sociais da Sa
Sociais da Sa
ú
ú
de (CNDSS)
de (CNDSS)
Decreto presidencial de 13/3/2006.
Decreto presidencial de 13/3/2006.
Grupo de dezessete especialistas e personalidades da
Grupo de dezessete especialistas e personalidades da
vida social, econômica, cultural e cient
vida social, econômica, cultural e cientí
ífica do pa
fica do pa
ís,
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s,
nomeado pelo Ministro da Sa
nomeado pelo Ministro da Sa
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Reconhecimento de que a sa
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é
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um bem p
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blico a
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ser construí
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do com a participa
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ç
ão solidá
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ria de todos os
setores da sociedade brasileira
Composi
Composi
ç
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ão da CNDSS
ão da CNDSS
Adib Jatene
Adib Jatene
Alo
Alo
í
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sio Teixeira
sio Teixeira
Ana L
Ana L
ú
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cia
cia
Gazzola
Gazzola
Cé
C
ésar
sar
Victora
Victora
Dalmo Dallari
Dalmo Dallari
Eduardo E. Gouvêa Vieira
Eduardo E. Gouvêa Vieira
Elza
Elza
Berqu
Berqu
ó
ó
Jaguar
Jairnilson
Jairnilson
Paim
Paim
Luc
Luc
élia Santos
é
lia Santos
Moacyr Scliar
Moacyr Scliar
Roberto Smeraldi
Roberto
Smeraldi
Rubem C. Fernandes
Rubem C. Fernandes
Sandra de S
Sandra de S
á
á
Sonia Fleury
Sonia Fleury
Zilda Arns
Zilda Arns
Paulo
Paulo
Buss
Buss
(coord.)
Jaguar
Grupo intersetorial da CNDSS
Grupo intersetorial da CNDSS
Casa CivilCasa Civil
MinistMinistéério da Fazendario da Fazenda
MinistMinistéério do Planejamentorio do Planejamento
MinistMinistéério da Sario da Saúúdede
MinistMinistéério do Desenvolvimento rio do Desenvolvimento
Social e Combate
Social e Combate àà FomeFome
MinistMinistéério da Educario da Educaççãoão
MinistMinistéério da Ciência e rio da Ciência e
Tecnologia
Tecnologia
MinistMinistéério da Culturario da Cultura
MinistMinistéério do Esporterio do Esporte
MinistMinistéério das Cidadesrio das Cidades
MinistMinistéério do Meio Ambiente
MinistMinistéério do Trabalho e rio do Trabalho e
Emprego
Emprego
MinistMinistéério da Previdência Socialrio da Previdência Social
MinistMinistéério do Desenvolvimento rio do Desenvolvimento
Agr
Agrááriorio
Secretaria de PolSecretaria de Polííticas de ticas de
Promo
Promoçção da Igualdade Racialão da Igualdade Racial
Secretaria de PolSecretaria de Polííticas para as ticas para as
Mulheres Mulheres CONASSCONASS CONASEMSCONASEMS
Conselho Nacional SaConselho Nacional Saúúdede
OPAS/OMSOPAS/OMS
CNDSS: LINHAS DE ATUA
CNDSS: LINHAS DE ATUA
Ç
Ç
ÃO
ÃO
Produ
Produ
ç
ç
ão
ão
e
e
Dissemina
Dissemina
ç
ç
ão
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de
de
conhecimentos
conhecimentos
e
e
informa
informa
ções
ç
ões
Polí
Pol
íticas
ticas
e
e
Programas
Programas
Mobiliza
Mobiliza
ç
ç
ão
ão
Social
Social
Pá
P
ágina
gina
WEB:
WEB:
http://www.determinantes.fiocruz.br/
http://www.determinantes.fiocruz.br/
As
As
Causas
Causas
Sociais
Sociais
das
das
Iniquidades
Iniquidades
em
em
Sa
Sa
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ú
de
de
no
no
Brasil
Brasil
.
.
Relat
Modelo de
Modelo de
Dahlgreen
Dahlgreen
e
e
Whitehead
Whitehead
(1991) com interven
(1991) com interven
ç
ç
ões
ões
Distais Intermediários Proximais Inter-setorialidade Participação social Intervenções sobre os DSS baseadas em evidencias e
Conferência Mundial sobre Determinantes Sociais da Saúde (WCSDH)
Fechando a lacuna: a pr
Fechando a lacuna: a pr
á
á
tica das
tica das
pol
pol
í
í
ticas sobre os determinantes
ticas sobre os determinantes
sociais da sa
sociais da sa
ú
ú
de
de
Documento de discussão para a Conferência Mundial sobre
Documento de discussão para a Conferência Mundial sobre
Determinantes Sociais da Sa
Determinantes Sociais da Saúúdede Esbo
Conferência Mundial sobre
Conferência Mundial sobre
Determinantes Sociais da Sa
Determinantes Sociais da Sa
ú
ú
de
de
Documento t
Documento t
é
é
cnico para a CMDSS e a realidade
cnico para a CMDSS e a realidade
brasileira
brasileira
Conclusões do Relat
Conclusões do Relat
ó
ó
rio da CSDH
rio da CSDH
1.
1. Melhorar as condiMelhorar as condições de vida ções de vida
2.
2. Combater a distribuiCombater a distribuiçção desigual de poder, dinheiro e recursosão desigual de poder, dinheiro e recursos
3.
3. Mensurar e compreender melhor as desigualdades de saMensurar e compreender melhor as desigualdades de saúúdede (WHO, 2008)(WHO, 2008)
CMDSS: como essas medidas podem ser
CMDSS: como essas medidas podem ser
implementadas?
implementadas?
Temas da Conferência Mundial
Temas da Conferência Mundial
Rio de Janeiro, 19
Rio de Janeiro, 19--21 de outubro de 201121 de outubro de 2011
1.
1. GovernanGovernançça para enfrentamento das causas mais profundas das a para enfrentamento das causas mais profundas das desigualdades em sa
desigualdades em saúúde: implementando ade: implementando açções sobre os ões sobre os determinantes sociais da sa
determinantes sociais da saúúde;de; 2.
2. Promovendo participaPromovendo participaçção: lideranão: liderançças comunitas comunitáárias para a arias para a açção ão sobre os determinantes sociais;
sobre os determinantes sociais;
3.
3. O papel do setor, incluindo os programas de saO papel do setor, incluindo os programas de saúúde pde púública, na blica, na redu
reduçção das desigualdades de saão das desigualdades de saúúde;de; 4.
4. AAçções globais sobre os determinantes sociais: alinhando ões globais sobre os determinantes sociais: alinhando prioridades e grupos de interesse;
prioridades e grupos de interesse;
5.
5. Monitorando o progresso: medir e analisar para informar as Monitorando o progresso: medir e analisar para informar as pol
Governan
Governançça para o enfrentamento das causas mais profundas a para o enfrentamento das causas mais profundas das desigualdades em sa
das desigualdades em saúúde: implementando ade: implementando açções sobre os ões sobre os determinantes sociais da sa
determinantes sociais da saúúde.de.
Construindo a governan
Construindo a governan
ç
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a necess
a necess
á
á
ria para a a
ria para a a
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ç
ão
ão
sobre os determinantes sociais
sobre os determinantes sociais
Implementando a
Implementando a
ç
ç
ões intersetoriais
ões intersetoriais
Id
Id
é
é
ias de formuladores de pol
ias de formuladores de pol
í
í
ticas (serão
ticas (serão
adicionadas na versão final)
adicionadas na versão final)
Estado da arte: quais as evidências
de efetividade
Reflexão crReflexão críítica sobre as possibilidades e potencialidades da atica sobre as possibilidades e potencialidades da açção ão concreta nos diferentes n
concreta nos diferentes nííveisveis
IntervenIntervençções de prevenões de prevençção dirigidas a doenão dirigidas a doençças e agravos ou a as e agravos ou a grupos vulner
grupos vulnerááveisveis
AvaliaAvaliaçção de efetividade de aão de efetividade de açções educativas, voltadas para as ões educativas, voltadas para as escolhas individuais, especialmente dirigidas
escolhas individuais, especialmente dirigidas àà prevenprevençção e ão e controle de doen
controle de doençças crônicas e seus fatores de riscoas crônicas e seus fatores de risco
EstratEstratéégias mais promissoras envolvem agias mais promissoras envolvem açção polão políítica resultado de tica resultado de combina
combinaçções de estratões de estratéégias em vgias em váários nrios nííveis e setores, a partir da veis e setores, a partir da sinergia de macro pol
sinergia de macro polííticas (polticas (polííticas pticas púúblicas, regulablicas, regulaçção) com ão) com micro pol
Estado da arte: quais as evidências
de efetividade
Trabalhos relativos Trabalhos relativos ààs pols polííticas ticas intersetoriasintersetorias de promode promoçção da ão da sa
saúúde têm demonstrado efetividade, especialmente em nde têm demonstrado efetividade, especialmente em nííveis veis locais.
locais.
Consideradas efetivas as aConsideradas efetivas as açções em nões em níível estrutural, tais como vel estrutural, tais como investimento em pol
investimento em polííticas sociais e governamentais, criaticas sociais e governamentais, criaçção de ão de legisla
legislaçção e regulamentaão e regulamentaçção, constituião, constituiçção de parceiras e ão de parceiras e colabora
colaboraçções intersetoriais e interões intersetoriais e inter--organizacionais.organizacionais.
Persistem lacunas relativas ao resultado de polPersistem lacunas relativas ao resultado de polííticas voltadas para ticas voltadas para redu
reduçção da pobreza e iniqão da pobreza e iniqüüidades em saidades em saúúde, bem como faltam de, bem como faltam estudos que demonstrem o impacto, a longo prazo, das a
estudos que demonstrem o impacto, a longo prazo, das açções ões educativas destinadas a promover comportamentos saud
educativas destinadas a promover comportamentos saudááveis.veis.
Necessidade de novos indicadores sociais para medir os efeitos, Necessidade de novos indicadores sociais para medir os efeitos, incluindo mudan
incluindo mudançças sociais mais amplas, bem como capazes de as sociais mais amplas, bem como capazes de medir a extensão do impacto das v
Governan
Governan
ç
ç
a e desafios pol
a e desafios pol
í
í
ticos
ticos
DT da OMS reconhece que as DT da OMS reconhece que as iniquidadesiniquidades não são naturais, mas não são naturais, mas
o resultado de escolhas pol
o resultado de escolhas polííticas injustasticas injustas..
Não se trata de Não se trata de ““escolhasescolhas”” ou vontade polou vontade políítica, mas de tica, mas de determinantes estruturais e condicionantes
determinantes estruturais e condicionantes
Os valores de Os valores de justijustiça socialça social e equidade não incidem, diretamente, e equidade não incidem, diretamente, sobre as bases de poder, a correla
sobre as bases de poder, a correlaçção de forão de forçças polas polííticas e os ticas e os arranjos partid
arranjos partidáários.rios.
RevitalizaRevitalizaçção da sociedade civil e dos movimentos sociais para o ão da sociedade civil e dos movimentos sociais para o deslocamento do poder frente
deslocamento do poder frente àà crise dos partidos: crise dos partidos:
Sem o envolvimento social mais amplo
Sem o envolvimento social mais amplo éé mais difímais difícil sustentar as acil sustentar as ações ções necess
Governan
Governan
ç
ç
a para o enfrentamento das causas
a para o enfrentamento das causas
mais profundas das desigualdades em sa
mais profundas das desigualdades em sa
ú
ú
de:
de:
implementando a
implementando a
ç
ç
ões sobre os DSS no Brasil
ões sobre os DSS no Brasil
Racionalidade formal e racionalidade pol
Racionalidade formal e racionalidade pol
í
í
tica
tica
((MatusMatus, 1996), 1996)
Desde a lei 8080/90 h
Desde a lei 8080/90 h
á
á
propostas de comissões
propostas de comissões
intersetoriais junto ao CNS.
intersetoriais junto ao CNS.
A no
A no
ç
ç
ão de
ão de
“
“
a
a
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ç
ões intersetoriais
ões intersetoriais
”
”
não
não
é
é
nova:
nova:
“
“
Sa
Sa
ú
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de em Todas
de em Todas
as Pol
as Pol
í
í
ticas
ticas
”
”
(DT5)(DT5)
Pol
Pol
í
í
tica Nacional de Promo
tica Nacional de Promo
ç
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ão da
ão da
Sa
Sa
ú
ú
de e A
de e A
ç
ç
ões Intersetoriais
ões Intersetoriais
ser transversal, integrada e intersetorial
favorecer o diálogo entre o setor sanitário, os outros setores do Governo e
a sociedade
articular redes de compromisso e co-responsabilidade
Programa Saúde nas Escolas Pronasci
Plano Nacional de Atividade Física
Comitê Nacional pela Saúde, Segurança e Paz no trânsito Programa Territórios da Cidadania
Condi
Condi
ç
ç
ões favor
ões favor
á
á
veis para o trabalho
veis para o trabalho
da CNDSS
da CNDSS
Comunidade cientComunidade cientíífica nacional com produfica nacional com produçção de alta qualidadeão de alta qualidade
SUS baseado nos princSUS baseado nos princíípios de equidade e gestão participativa pios de equidade e gestão participativa com estruturas descentralizadas onde são tomadas decisões.
com estruturas descentralizadas onde são tomadas decisões.
DisseminaDisseminaçção das novas tecnologias de comunicaão das novas tecnologias de comunicaçção e ão e informa
informaççãoão
Legitimidade internacional com apoio da OMSLegitimidade internacional com apoio da OMS
Possibilidades de incorporaPossibilidades de incorporaçção de propostas polão de propostas polííticas que tratem ticas que tratem dos DSS nos novos
Condi
Condi
ç
ç
ões favor
ões favor
á
á
veis para o trabalho
veis para o trabalho
da CNDSS
da CNDSS
Convergência de prop
Convergência de prop
ó
ó
sitos entre CNDSS,
sitos entre CNDSS,
Pol
Pol
í
í
tica
tica
Nacional de Promo
Nacional de Promo
ç
ç
ão da Sa
ão da Sa
ú
ú
de
de
(PNPS) e
(PNPS) e
Pacto pela Vida
Pacto pela Vida
.
.
Possí
Poss
ível sinergismo entre a CNDSS e o Comitê Gestor
vel sinergismo entre a CNDSS e o Comitê Gestor
da PNPS, com amplia
da PNPS, com amplia
ç
ç
ão da atua
ão da atua
ç
ç
ão atrav
ão atrav
é
é
s do
s do
Grupo
Grupo
Intersetorial
Intersetorial
da CNDSS.
da CNDSS.
Colabora
Colabora
ç
ç
ão na implementa
ão na implementa
ç
ç
ão da PNPS:
ão da PNPS:
CONASS, CONASS, CONSEMS, universidades, centros de pesquisa, entidades vinculadaCONSEMS, universidades, centros de pesquisa, entidades vinculadas s àà RSB, RSB, entre outros.
entre outros.
Propostas
Propostas
Câmara de A
Câmara de A
ç
ç
ões Intersetoriais (AI) para Promo
ões Intersetoriais (AI) para Promo
ç
ç
ão da Sa
ão da Sa
ú
ú
de e
de e
Qualidade de Vida
Qualidade de Vida
no âmbito da Casa Civil, contando
no âmbito da Casa Civil, contando
com uma Secretaria T
com uma Secretaria T
écnica/Executiva.
é
cnica/Executiva.
Programa conjunto MCT/MS
Programa conjunto MCT/MS
para apoio a projetos de
para apoio a projetos de
pesquisa sobre DSS
pesquisa sobre DSS
Rede de agências de informaç
Rede de agências de informa
ç
ões com
ões com
indicadores
indicadores
para
para
monitoramento das iniq
monitoramento das iniq
ü
ü
idades e para avalia
idades e para avalia
ç
ç
ão de
ão de
impacto de a
Constrangimentos para
Constrangimentos para
implementa
implementa
ç
ç
ão das AI
ão das AI
ConstruConstruçção da governabilidade a partir de uma gestão fatiada ão da governabilidade a partir de uma gestão fatiada entre for
entre forçças polas polííticas (ticas (““presidencialismo de coalizão)presidencialismo de coalizão)
““LoteamentoLoteamento”” de cargos do governo entre diferentes partidos, de cargos do governo entre diferentes partidos, tendências e grupos pol
tendências e grupos polííticos ticos ((InojosaInojosa, 1998)., 1998).
Aprisionamento da polAprisionamento da políítica pelos interesses das elites locais;tica pelos interesses das elites locais;
Burocratismo, corporativismo e limites impostos pela atual Burocratismo, corporativismo e limites impostos pela atual pol
políítica econômica;tica econômica;
DDúúvidas quanto vidas quanto ààs formas mais adequadas de planejar, organizar, s formas mais adequadas de planejar, organizar, conduzir, gerir e
Constrangimentos para
Constrangimentos para
implementa
implementa
ç
ç
ão das AI
ão das AI
Baixa governabilidadeBaixa governabilidade
ParticipaParticipaçção formal das instituião formal das instituiçções envolvidasões envolvidas
Representantes institucionais sem poder de decisãoRepresentantes institucionais sem poder de decisão
Escassos recursos para a propostaEscassos recursos para a proposta
Ausência de planejamento conjunto, supervisão e avaliaAusência de planejamento conjunto, supervisão e avaliaçção;ão;
Implementando a
Implementando a
ç
ç
ões intersetoriais
ões intersetoriais
Identificar que setores têm interesses reais em realizar aIdentificar que setores têm interesses reais em realizar açções para resolver os ões para resolver os
problemas (compreensão dos interesses e objetivos dos setores). problemas (compreensão dos interesses e objetivos dos setores).
Modelo conceitual: Modelo conceitual: interrelainterrelaçãoção entre os ventre os vários determinantes sociais com ários determinantes sociais com
todos os setores representados pode ser uma ferramenta
todos os setores representados pode ser uma ferramenta úútil para demonstrar til para demonstrar que todos os setores envolvidos têm um papel a desempenhar.
que todos os setores envolvidos têm um papel a desempenhar.
Conflitos e tradeConflitos e trade--offsoffs entre metas de curto e longo prazo, assim como entre os entre metas de curto e longo prazo, assim como entre os
interesses de setores diferentes, são inevit
interesses de setores diferentes, são inevitááveisveis (P10).(P10).
Lembrar que as aLembrar que as açções intersetoriais podem incidir sobre a ões intersetoriais podem incidir sobre a distribui
distribuiçção do poder nas organizaão do poder nas organizaçções pões púúblicas, partidos e blicas, partidos e dirigentes;
dirigentes;
Não confundir Não confundir a intersetorialidadea intersetorialidade com maquiagem dos com maquiagem dos or
Quem
Quem
decide?
decide?
•As decisiones que afetam de maneira
significativa a vida de uma sociedade são tomadas
pelo Estado.
Testa M. Decidir en Salud: ¿Quén?, ¿Cómo? Y ¿Porqué?, Salud Colectiva. 2007;3(3):257.•O que é o Estado?
•O que é o Estado capitalista?
•O que é o Estado Brasileiro?
O mito do desenvolvimento
(Furtado, 1974)Estado e desenvolvimento
Para que e para quem?
Apenas para a acumulação do capital e valorização do
mercado ou para atender as necessidades sociais, sob a
regulação do Estado e controle da sociedade?
Como dirigir o crescimento econômico, garantindo a
inclusão social e uma melhor distribuição da riqueza?
Como adotar um padrão de desenvolvimento que não
deteriore o meio ambiente, nem sacrifique as gerações
futuras?
Coment
Coment
á
á
rios finais: qual
rios finais: qual
desenvolvimento?
desenvolvimento?
A política de transporte é saudável ou gera acidentes, poluição
ambiental e prioridades discutíveis como o trem bala?
A política agrícola é saudável ou produz intoxicações por
agrotóxicos e desmatamento? (Novo Código Florestal)
A política econômica é saudável ou aumenta o desemprego, a
miséria e a violência? (epidemia de mortes em motociclistas)
A política educacional é saudável ou reduz a autonomia das
pessoas na produção da cultura?
A política energética é saudável ou vai comprometer o ambiente,
Referências Bibliogr
Referências Bibliogr
á
á
ficas
ficas
WHO. Ottawa Charter [data de aceso 20 de outubro de 2010] URL di
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balançço das experiências nacionais e internacionais. Cooperao das experiências nacionais e internacionais. Cooperaçção tão téécnica Instituto de Sacnica Instituto de Saúúde Coletiva/ Ministde Coletiva/ Ministéério da Sario da Saúúde, 2010.de, 2010. Buss
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