• Nenhum resultado encontrado

Determinantes Sociais da Saúde Conferência Mundial sobre Determinantes Sociais da Saúde (CMDSS)

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "Determinantes Sociais da Saúde Conferência Mundial sobre Determinantes Sociais da Saúde (CMDSS)"

Copied!
33
0
0

Texto

(1)

Determinantes

Determinantes

Sociais

Sociais

da

da

Sa

Sa

ú

ú

de

de

Conferência Mundial sobre Determinantes Sociais da Sa

Conferência Mundial sobre Determinantes Sociais da Saúúde de

(CMDSS) (CMDSS)

Jairnilson

Jairnilson Silva Silva PaimPaim

19 de agosto de 2011

19 de agosto de 2011

(2)

D

D

eterminantes sociais de sa

eterminantes sociais de sa

ú

ú

de

de

(DSS)

(DSS)

„

„

São as condiç

São as condi

ções sociais em que as pessoas vivem e

ões sociais em que as pessoas vivem e

trabalham

trabalham

ou "as caracter

ou "as caracter

í

í

sticas sociais dentro das quais

sticas sociais dentro das quais

a vida transcorre

a vida transcorre

((TarlovTarlov, 1996), 1996)

„

„

Desigualdades: diferen

Desigualdades: diferen

ç

ç

as sistem

as sistem

á

á

ticas na situa

ticas na situa

ç

ç

ão de

ão de

sa

sa

ú

ú

de de grupos populacionais

de de grupos populacionais

„

„

Iniq

Iniq

ü

ü

idades: desigualdades evit

idades: desigualdades evit

á

á

veis, injustas e

veis, injustas e

desnecess

(3)

Padrões de Determina

Padrões de Determina

ç

ç

ão

ão

„

„

Determina

Determina

ç

ç

ão

ão

: categoria filos

: categoria filos

ó

ó

fica; descri

fica; descri

ç

ç

ão das

ão das

caracter

caracterí

ísticas; especifica

sticas; especifica

ção; delimita

ç

ão; delimitaç

ção; fenômeno

ão; fenômeno

social como s

social como s

í

í

ntese de

ntese de

m

m

ú

ú

ltiplas determina

ltiplas determina

ç

ç

ões

ões

.

.

„

„

As formas concretas de inser

As formas concretas de inser

ç

ç

ão s

ão s

ó

ó

cio

cio

-

-

econômica da

econômica da

popula

popula

ção (condi

ç

ão (condiç

ções de trabalho e condi

ões de trabalho e condi

ções de vida)

ç

ões de vida)

são relevantes para explicar a sa

são relevantes para explicar a sa

ú

ú

de e o perfil

de e o perfil

epidemiol

epidemiol

ó

ó

gico.

gico.

„

„

As condi

As condi

ções gerais de existência caracterizam o

ç

ões gerais de existência caracterizam o

modo de

modo de

vida

(4)

DETERMINA

DETERMINA

Ç

Ç

ÃO SOCIAL DO

ÃO SOCIAL DO

PROCESSO SA

PROCESSO SA

Ú

Ú

DE

DE

-

-

DOEN

DOEN

Ç

Ç

A

A

„

„

Emergência da Epidemiologia Social na Am

Emergência da Epidemiologia Social na Am

érica

é

rica

Latina:

Latina:

Laurell

Laurell

(1976) e

(1976) e

Breilh

Breilh

(1979): tarefas iniciais

(1979): tarefas iniciais

1

1

ªª

) Demonstrar que a doen

) Demonstrar que a doen

ç

ç

a, tem car

a, tem car

á

á

ter hist

ter hist

ó

ó

rico e social;

rico e social;

2

2

ªª

) Definir o objeto de estudo, que permita um aprofundamento na

) Definir o objeto de estudo, que permita um aprofundamento na

compreensão do processo sa

compreensão do processo sa

ú

ú

de

de

-

-

doen

doen

ç

ç

a como processo social;

a como processo social;

3

3

ªª

) Modo de conceituar a causalidade, ou melhor, a determina

) Modo de conceituar a causalidade, ou melhor, a determina

ç

ç

ão

ão

(

(5)

EPIDEMIOLOGIA SOCIAL

EPIDEMIOLOGIA SOCIAL

NO BRASIL

NO BRASIL

„

„ A.A.TambeliniTambelini (1975) (1975) –– Acidentes de trânsito (Acidentes de trânsito (““causalidade estruturalcausalidade estrutural””))

„

„ R. Guimarães, P. R. Guimarães, P. SabrosaSabrosa, etc.: , etc.: ““SaSaúúde e Medicina no Brasilde e Medicina no Brasil”” (CEBES, 1978)(CEBES, 1978) ..

„

„ C. C. VictoraVictora –– Mortalidade Infantil e estrutura agrMortalidade Infantil e estrutura agrááriaria

„

„ C. Monteiro C. Monteiro -- Mortalidade Infantil e espaMortalidade Infantil e espaçço urbanoo urbano

„

„ M. M. GoldbaumGoldbaum e Luis Jacinto e Luis Jacinto –– DoenDoençça de Chagasa de Chagas

„

„ MaurMauríício Barreto cio Barreto –– EsquistossomoseEsquistossomose

„

„ N. Almeida Filho N. Almeida Filho –– DoenDoençça mental e urbanizaa mental e urbanizaççãoão

„

„ Djalma Agripino de Melo Filho Djalma Agripino de Melo Filho –– Compreensão e crCompreensão e críítica da Epidemiologia Socialtica da Epidemiologia Social

„

(6)

Por

Por

que

que

enfatizar

enfatizar

os

os

determinantes

determinantes

sociais

sociais

?

?

„

Inequalities in Health – The Black Report (1980)

„

Why are some people healthy and others not? The Determinants

of Health of Populations

(Evans et al., 1994).

„

Os determinantes sociais tem um impacto direto na

saúde

„

Estruturam outros determinantes da saúde

(7)

Diferenciais intra

Diferenciais intra

-

-

urbanos e

urbanos e

desigualdades sociais em sa

desigualdades sociais em sa

ú

ú

de

de

Os determinantes sociais que explicam a estrutura

Os determinantes sociais que explicam a estrutura

ç

ç

ão do

ão do

espa

espa

ç

ç

o urbano e as condi

o urbano e as condi

ç

ç

ões de reprodu

ões de reprodu

ç

ç

ão da vida

ão da vida

(biol

(biol

ó

ó

gica, ecol

gica, ecol

ó

ó

gica, econômica e cultural), definem,

gica, econômica e cultural), definem,

em

em

ú

ú

ltima an

ltima an

á

á

lise, o padrão e o perfil epidemiol

lise, o padrão e o perfil epidemiol

ó

ó

gico de

gico de

uma popula

(8)

Comissão sobre Determinantes

Comissão sobre Determinantes

Sociais da Sa

Sociais da Sa

ú

ú

de da OMS (CSDH)

de da OMS (CSDH)

„

„

Criada pela Assembl

Criada pela Assembl

é

é

ia Mundial da Sa

ia Mundial da Sa

ú

ú

de de 2004

de de 2004

„

„

Implantada em mar

Implantada em mar

ço de 2005, com mandato at

ç

o de 2005, com mandato at

é

é

mar

mar

ç

ç

o

o

de 2008

de 2008

„

„

Composta de 20 membros, destacados l

Composta de 20 membros, destacados l

í

í

deres mundiais

deres mundiais

do mundo pol

do mundo pol

í

í

tico, de governos, da sociedade civil e da

tico, de governos, da sociedade civil e da

academia

academia

„

„

Liderou iniciativa mundial para criar Comissões

Liderou iniciativa mundial para criar Comissões

Nacionais

Nacionais

(9)

Comissão sobre Determinantes

Comissão sobre Determinantes

Sociais da Sa

Sociais da Sa

ú

ú

de da OMS (CSDH)

de da OMS (CSDH)

Michael

Michael MarmotMarmot ((ChairChair) (UK)) (UK) Frances

Frances BaumBaum (Austr(Austráália)lia) Monique

Monique BBéégingin (Canad(Canadáá)) Giovanni

Giovanni BerlinguerBerlinguer (UE)(UE) Mirai

Mirai ChatterjeeChatterjee ((ÍÍndia)ndia) William

William FoegeFoege (US)(US) Yan

Yan GuoGuo (China)(China) Kivoshi

Kivoshi KurokawaKurokawa (Japão)(Japão) Pres. Ricardo Lagos (Chile)

Pres. Ricardo Lagos (Chile)

Stephen Lewis (UN,

Stephen Lewis (UN, ÁÁfrica)frica) Alireza

Alireza MarandiMarandi (Iran)

Pascoal

Pascoal MocumbiMocumbi (Mo(Moççambique)ambique) Ndioro

Ndioro NdiaveNdiave (UM, IOM)(UM, IOM) Charity

Charity NgiluNgilu (Quênia)(Quênia) Hoda

Hoda RashadRashad (Egito)(Egito) Amartya Sem (US)

Amartya Sem (US)

David

David SatcherSatcher (US)(US) Anna

Anna TibaijukaTibaijuka (HABITAT, UN)(HABITAT, UN) Denny

Denny VagerVageröö (Su(Suéécia)cia) Gail

Gail WilenskyWilensky (US)(US)

(10)

Comissão Nacional de Determinantes

Comissão Nacional de Determinantes

Sociais da Sa

Sociais da Sa

ú

ú

de (CNDSS)

de (CNDSS)

„

„

Decreto presidencial de 13/3/2006.

Decreto presidencial de 13/3/2006.

„

„

Grupo de dezessete especialistas e personalidades da

Grupo de dezessete especialistas e personalidades da

vida social, econômica, cultural e cient

vida social, econômica, cultural e cientí

ífica do pa

fica do pa

ís,

í

s,

nomeado pelo Ministro da Sa

nomeado pelo Ministro da Sa

ú

ú

de

de

„

„

Reconhecimento de que a sa

Reconhecimento de que a sa

ú

ú

de

de

é

é

um bem p

um bem p

ú

ú

blico a

blico a

ser constru

ser construí

ído com a participa

do com a participa

ção solid

ç

ão solidá

á

ria de todos os

ria de todos os

setores da sociedade brasileira

(11)

Composi

Composi

ç

ç

ão da CNDSS

ão da CNDSS

„

„

Adib Jatene

Adib Jatene

„

„

Alo

Alo

í

í

sio Teixeira

sio Teixeira

„

„

Ana L

Ana L

ú

ú

cia

cia

Gazzola

Gazzola

„

„

C

ésar

sar

Victora

Victora

„

„

Dalmo Dallari

Dalmo Dallari

„

„

Eduardo E. Gouvêa Vieira

Eduardo E. Gouvêa Vieira

„

„

Elza

Elza

Berqu

Berqu

ó

ó

„

„

Jaguar

„

„

Jairnilson

Jairnilson

Paim

Paim

„

„

Luc

Luc

élia Santos

é

lia Santos

„

„

Moacyr Scliar

Moacyr Scliar

„

„

Roberto Smeraldi

Roberto

Smeraldi

„

„

Rubem C. Fernandes

Rubem C. Fernandes

„

„

Sandra de S

Sandra de S

á

á

„

„

Sonia Fleury

Sonia Fleury

„

„

Zilda Arns

Zilda Arns

„

„

Paulo

Paulo

Buss

Buss

(coord.)

Jaguar

(12)

Grupo intersetorial da CNDSS

Grupo intersetorial da CNDSS

„

„ Casa CivilCasa Civil

„

„ MinistMinistéério da Fazendario da Fazenda

„

„ MinistMinistéério do Planejamentorio do Planejamento

„

„ MinistMinistéério da Sario da Saúúdede

„

„ MinistMinistéério do Desenvolvimento rio do Desenvolvimento

Social e Combate

Social e Combate àà FomeFome

„

„ MinistMinistéério da Educario da Educaççãoão

„

„ MinistMinistéério da Ciência e rio da Ciência e

Tecnologia

Tecnologia

„

„ MinistMinistéério da Culturario da Cultura

„

„ MinistMinistéério do Esporterio do Esporte

„

„ MinistMinistéério das Cidadesrio das Cidades

„

„ MinistMinistéério do Meio Ambiente

„

„ MinistMinistéério do Trabalho e rio do Trabalho e

Emprego

Emprego

„

„ MinistMinistéério da Previdência Socialrio da Previdência Social

„

„ MinistMinistéério do Desenvolvimento rio do Desenvolvimento

Agr

Agrááriorio

„

„ Secretaria de PolSecretaria de Polííticas de ticas de

Promo

Promoçção da Igualdade Racialão da Igualdade Racial

„

„ Secretaria de PolSecretaria de Polííticas para as ticas para as

Mulheres Mulheres „ „ CONASSCONASS „ „ CONASEMSCONASEMS „

„ Conselho Nacional SaConselho Nacional Saúúdede

„

„ OPAS/OMSOPAS/OMS

(13)

CNDSS: LINHAS DE ATUA

CNDSS: LINHAS DE ATUA

Ç

Ç

ÃO

ÃO

„

„

Produ

Produ

ç

ç

ão

ão

e

e

Dissemina

Dissemina

ç

ç

ão

ão

de

de

conhecimentos

conhecimentos

e

e

informa

informa

ções

ç

ões

„

„

Polí

Pol

íticas

ticas

e

e

Programas

Programas

„

„

Mobiliza

Mobiliza

ç

ç

ão

ão

Social

Social

„

„

P

ágina

gina

WEB:

WEB:

http://www.determinantes.fiocruz.br/

http://www.determinantes.fiocruz.br/

„

„

As

As

Causas

Causas

Sociais

Sociais

das

das

Iniquidades

Iniquidades

em

em

Sa

Sa

ú

ú

de

de

no

no

Brasil

Brasil

.

.

Relat

(14)

Modelo de

Modelo de

Dahlgreen

Dahlgreen

e

e

Whitehead

Whitehead

(1991) com interven

(1991) com interven

ç

ç

ões

ões

  Distais Intermediários Proximais Inter-setorialidade Participação social Intervenções sobre os DSS baseadas em evidencias e

(15)

Conferência Mundial sobre Determinantes Sociais da Saúde (WCSDH)

Fechando a lacuna: a pr

Fechando a lacuna: a pr

á

á

tica das

tica das

pol

pol

í

í

ticas sobre os determinantes

ticas sobre os determinantes

sociais da sa

sociais da sa

ú

ú

de

de

Documento de discussão para a Conferência Mundial sobre

Documento de discussão para a Conferência Mundial sobre

Determinantes Sociais da Sa

Determinantes Sociais da Saúúdede Esbo

(16)

Conferência Mundial sobre

Conferência Mundial sobre

Determinantes Sociais da Sa

Determinantes Sociais da Sa

ú

ú

de

de

„

„

Documento t

Documento t

é

é

cnico para a CMDSS e a realidade

cnico para a CMDSS e a realidade

brasileira

brasileira

„

„

Conclusões do Relat

Conclusões do Relat

ó

ó

rio da CSDH

rio da CSDH

1.

1. Melhorar as condiMelhorar as condições de vida ções de vida

2.

2. Combater a distribuiCombater a distribuiçção desigual de poder, dinheiro e recursosão desigual de poder, dinheiro e recursos

3.

3. Mensurar e compreender melhor as desigualdades de saMensurar e compreender melhor as desigualdades de saúúdede (WHO, 2008)(WHO, 2008)

„

„

CMDSS: como essas medidas podem ser

CMDSS: como essas medidas podem ser

implementadas?

implementadas?

(17)

Temas da Conferência Mundial

Temas da Conferência Mundial

Rio de Janeiro, 19

Rio de Janeiro, 19--21 de outubro de 201121 de outubro de 2011

1.

1. GovernanGovernançça para enfrentamento das causas mais profundas das a para enfrentamento das causas mais profundas das desigualdades em sa

desigualdades em saúúde: implementando ade: implementando açções sobre os ões sobre os determinantes sociais da sa

determinantes sociais da saúúde;de; 2.

2. Promovendo participaPromovendo participaçção: lideranão: liderançças comunitas comunitáárias para a arias para a açção ão sobre os determinantes sociais;

sobre os determinantes sociais;

3.

3. O papel do setor, incluindo os programas de saO papel do setor, incluindo os programas de saúúde pde púública, na blica, na redu

reduçção das desigualdades de saão das desigualdades de saúúde;de; 4.

4. AAçções globais sobre os determinantes sociais: alinhando ões globais sobre os determinantes sociais: alinhando prioridades e grupos de interesse;

prioridades e grupos de interesse;

5.

5. Monitorando o progresso: medir e analisar para informar as Monitorando o progresso: medir e analisar para informar as pol

(18)

Governan

Governançça para o enfrentamento das causas mais profundas a para o enfrentamento das causas mais profundas das desigualdades em sa

das desigualdades em saúúde: implementando ade: implementando açções sobre os ões sobre os determinantes sociais da sa

determinantes sociais da saúúde.de.

„

„

Construindo a governan

Construindo a governan

ç

ç

a necess

a necess

á

á

ria para a a

ria para a a

ç

ç

ão

ão

sobre os determinantes sociais

sobre os determinantes sociais

„

„

Implementando a

Implementando a

ç

ç

ões intersetoriais

ões intersetoriais

„

„

Id

Id

é

é

ias de formuladores de pol

ias de formuladores de pol

í

í

ticas (serão

ticas (serão

adicionadas na versão final)

adicionadas na versão final)

(19)

Estado da arte: quais as evidências

de efetividade

„

„ Reflexão crReflexão críítica sobre as possibilidades e potencialidades da atica sobre as possibilidades e potencialidades da açção ão concreta nos diferentes n

concreta nos diferentes nííveisveis

„

„ IntervenIntervençções de prevenões de prevençção dirigidas a doenão dirigidas a doençças e agravos ou a as e agravos ou a grupos vulner

grupos vulnerááveisveis

„

„ AvaliaAvaliaçção de efetividade de aão de efetividade de açções educativas, voltadas para as ões educativas, voltadas para as escolhas individuais, especialmente dirigidas

escolhas individuais, especialmente dirigidas àà prevenprevençção e ão e controle de doen

controle de doençças crônicas e seus fatores de riscoas crônicas e seus fatores de risco

„

„ EstratEstratéégias mais promissoras envolvem agias mais promissoras envolvem açção polão políítica resultado de tica resultado de combina

combinaçções de estratões de estratéégias em vgias em váários nrios nííveis e setores, a partir da veis e setores, a partir da sinergia de macro pol

sinergia de macro polííticas (polticas (polííticas pticas púúblicas, regulablicas, regulaçção) com ão) com micro pol

(20)

Estado da arte: quais as evidências

de efetividade

„

„ Trabalhos relativos Trabalhos relativos ààs pols polííticas ticas intersetoriasintersetorias de promode promoçção da ão da sa

saúúde têm demonstrado efetividade, especialmente em nde têm demonstrado efetividade, especialmente em nííveis veis locais.

locais.

„

„ Consideradas efetivas as aConsideradas efetivas as açções em nões em níível estrutural, tais como vel estrutural, tais como investimento em pol

investimento em polííticas sociais e governamentais, criaticas sociais e governamentais, criaçção de ão de legisla

legislaçção e regulamentaão e regulamentaçção, constituião, constituiçção de parceiras e ão de parceiras e colabora

colaboraçções intersetoriais e interões intersetoriais e inter--organizacionais.organizacionais.

„

„ Persistem lacunas relativas ao resultado de polPersistem lacunas relativas ao resultado de polííticas voltadas para ticas voltadas para redu

reduçção da pobreza e iniqão da pobreza e iniqüüidades em saidades em saúúde, bem como faltam de, bem como faltam estudos que demonstrem o impacto, a longo prazo, das a

estudos que demonstrem o impacto, a longo prazo, das açções ões educativas destinadas a promover comportamentos saud

educativas destinadas a promover comportamentos saudááveis.veis.

„

„ Necessidade de novos indicadores sociais para medir os efeitos, Necessidade de novos indicadores sociais para medir os efeitos, incluindo mudan

incluindo mudançças sociais mais amplas, bem como capazes de as sociais mais amplas, bem como capazes de medir a extensão do impacto das v

(21)

Governan

Governan

ç

ç

a e desafios pol

a e desafios pol

í

í

ticos

ticos

„

„ DT da OMS reconhece que as DT da OMS reconhece que as iniquidadesiniquidades não são naturais, mas não são naturais, mas

o resultado de escolhas pol

o resultado de escolhas polííticas injustasticas injustas..

„

„ Não se trata de Não se trata de ““escolhasescolhas”” ou vontade polou vontade políítica, mas de tica, mas de determinantes estruturais e condicionantes

determinantes estruturais e condicionantes

„

„ Os valores de Os valores de justijustiça socialça social e equidade não incidem, diretamente, e equidade não incidem, diretamente, sobre as bases de poder, a correla

sobre as bases de poder, a correlaçção de forão de forçças polas polííticas e os ticas e os arranjos partid

arranjos partidáários.rios.

„

„ RevitalizaRevitalizaçção da sociedade civil e dos movimentos sociais para o ão da sociedade civil e dos movimentos sociais para o deslocamento do poder frente

deslocamento do poder frente àà crise dos partidos: crise dos partidos:

Sem o envolvimento social mais amplo

Sem o envolvimento social mais amplo éé mais difímais difícil sustentar as acil sustentar as ações ções necess

(22)

Governan

Governan

ç

ç

a para o enfrentamento das causas

a para o enfrentamento das causas

mais profundas das desigualdades em sa

mais profundas das desigualdades em sa

ú

ú

de:

de:

implementando a

implementando a

ç

ç

ões sobre os DSS no Brasil

ões sobre os DSS no Brasil

„

„

Racionalidade formal e racionalidade pol

Racionalidade formal e racionalidade pol

í

í

tica

tica

((MatusMatus, 1996), 1996) „

„

Desde a lei 8080/90 h

Desde a lei 8080/90 h

á

á

propostas de comissões

propostas de comissões

intersetoriais junto ao CNS.

intersetoriais junto ao CNS.

„

„

A no

A no

ç

ç

ão de

ão de

a

a

ç

ç

ões intersetoriais

ões intersetoriais

não

não

é

é

nova:

nova:

Sa

Sa

ú

ú

de em Todas

de em Todas

as Pol

as Pol

í

í

ticas

ticas

(DT5)(DT5)

„

(23)

Pol

Pol

í

í

tica Nacional de Promo

tica Nacional de Promo

ç

ç

ão da

ão da

Sa

Sa

ú

ú

de e A

de e A

ç

ç

ões Intersetoriais

ões Intersetoriais

„ ser transversal, integrada e intersetorial

„ favorecer o diálogo entre o setor sanitário, os outros setores do Governo e

a sociedade

„ articular redes de compromisso e co-responsabilidade

„ Programa Saúde nas Escolas „ Pronasci

„ Plano Nacional de Atividade Física

„ Comitê Nacional pela Saúde, Segurança e Paz no trânsito „ Programa Territórios da Cidadania

(24)

Condi

Condi

ç

ç

ões favor

ões favor

á

á

veis para o trabalho

veis para o trabalho

da CNDSS

da CNDSS

„

„ Comunidade cientComunidade cientíífica nacional com produfica nacional com produçção de alta qualidadeão de alta qualidade „

„ SUS baseado nos princSUS baseado nos princíípios de equidade e gestão participativa pios de equidade e gestão participativa com estruturas descentralizadas onde são tomadas decisões.

com estruturas descentralizadas onde são tomadas decisões.

„

„ DisseminaDisseminaçção das novas tecnologias de comunicaão das novas tecnologias de comunicaçção e ão e informa

informaççãoão

„

„ Legitimidade internacional com apoio da OMSLegitimidade internacional com apoio da OMS „

„ Possibilidades de incorporaPossibilidades de incorporaçção de propostas polão de propostas polííticas que tratem ticas que tratem dos DSS nos novos

(25)

Condi

Condi

ç

ç

ões favor

ões favor

á

á

veis para o trabalho

veis para o trabalho

da CNDSS

da CNDSS

„

„

Convergência de prop

Convergência de prop

ó

ó

sitos entre CNDSS,

sitos entre CNDSS,

Pol

Pol

í

í

tica

tica

Nacional de Promo

Nacional de Promo

ç

ç

ão da Sa

ão da Sa

ú

ú

de

de

(PNPS) e

(PNPS) e

Pacto pela Vida

Pacto pela Vida

.

.

„

„

Possí

Poss

ível sinergismo entre a CNDSS e o Comitê Gestor

vel sinergismo entre a CNDSS e o Comitê Gestor

da PNPS, com amplia

da PNPS, com amplia

ç

ç

ão da atua

ão da atua

ç

ç

ão atrav

ão atrav

é

é

s do

s do

Grupo

Grupo

Intersetorial

Intersetorial

da CNDSS.

da CNDSS.

„

„

Colabora

Colabora

ç

ç

ão na implementa

ão na implementa

ç

ç

ão da PNPS:

ão da PNPS:

CONASS, CONASS, CONSEMS, universidades, centros de pesquisa, entidades vinculada

CONSEMS, universidades, centros de pesquisa, entidades vinculadas s àà RSB, RSB, entre outros.

entre outros.

„

(26)

Propostas

Propostas

„

„

Câmara de A

Câmara de A

ç

ç

ões Intersetoriais (AI) para Promo

ões Intersetoriais (AI) para Promo

ç

ç

ão da Sa

ão da Sa

ú

ú

de e

de e

Qualidade de Vida

Qualidade de Vida

no âmbito da Casa Civil, contando

no âmbito da Casa Civil, contando

com uma Secretaria T

com uma Secretaria T

écnica/Executiva.

é

cnica/Executiva.

„

„

Programa conjunto MCT/MS

Programa conjunto MCT/MS

para apoio a projetos de

para apoio a projetos de

pesquisa sobre DSS

pesquisa sobre DSS

„

„

Rede de agências de informaç

Rede de agências de informa

ç

ões com

ões com

indicadores

indicadores

para

para

monitoramento das iniq

monitoramento das iniq

ü

ü

idades e para avalia

idades e para avalia

ç

ç

ão de

ão de

impacto de a

(27)

Constrangimentos para

Constrangimentos para

implementa

implementa

ç

ç

ão das AI

ão das AI

„

„ ConstruConstruçção da governabilidade a partir de uma gestão fatiada ão da governabilidade a partir de uma gestão fatiada entre for

entre forçças polas polííticas (ticas (““presidencialismo de coalizão)presidencialismo de coalizão)

„

„ ““LoteamentoLoteamento”” de cargos do governo entre diferentes partidos, de cargos do governo entre diferentes partidos, tendências e grupos pol

tendências e grupos polííticos ticos ((InojosaInojosa, 1998)., 1998).

„

„ Aprisionamento da polAprisionamento da políítica pelos interesses das elites locais;tica pelos interesses das elites locais; „

„ Burocratismo, corporativismo e limites impostos pela atual Burocratismo, corporativismo e limites impostos pela atual pol

políítica econômica;tica econômica;

„

„ DDúúvidas quanto vidas quanto ààs formas mais adequadas de planejar, organizar, s formas mais adequadas de planejar, organizar, conduzir, gerir e

(28)

Constrangimentos para

Constrangimentos para

implementa

implementa

ç

ç

ão das AI

ão das AI

„

„ Baixa governabilidadeBaixa governabilidade

„

„ ParticipaParticipaçção formal das instituião formal das instituiçções envolvidasões envolvidas

„

„ Representantes institucionais sem poder de decisãoRepresentantes institucionais sem poder de decisão

„

„ Escassos recursos para a propostaEscassos recursos para a proposta

„

„ Ausência de planejamento conjunto, supervisão e avaliaAusência de planejamento conjunto, supervisão e avaliaçção;ão;

„

(29)

Implementando a

Implementando a

ç

ç

ões intersetoriais

ões intersetoriais

„

„ Identificar que setores têm interesses reais em realizar aIdentificar que setores têm interesses reais em realizar açções para resolver os ões para resolver os

problemas (compreensão dos interesses e objetivos dos setores). problemas (compreensão dos interesses e objetivos dos setores). „

„ Modelo conceitual: Modelo conceitual: interrelainterrelaçãoção entre os ventre os vários determinantes sociais com ários determinantes sociais com

todos os setores representados pode ser uma ferramenta

todos os setores representados pode ser uma ferramenta úútil para demonstrar til para demonstrar que todos os setores envolvidos têm um papel a desempenhar.

que todos os setores envolvidos têm um papel a desempenhar. „

„ Conflitos e tradeConflitos e trade--offsoffs entre metas de curto e longo prazo, assim como entre os entre metas de curto e longo prazo, assim como entre os

interesses de setores diferentes, são inevit

interesses de setores diferentes, são inevitááveisveis (P10).(P10).

„

„ Lembrar que as aLembrar que as açções intersetoriais podem incidir sobre a ões intersetoriais podem incidir sobre a distribui

distribuiçção do poder nas organizaão do poder nas organizaçções pões púúblicas, partidos e blicas, partidos e dirigentes;

dirigentes;

„

„ Não confundir Não confundir a intersetorialidadea intersetorialidade com maquiagem dos com maquiagem dos or

(30)

Quem

Quem

decide?

decide?

•As decisiones que afetam de maneira

significativa a vida de uma sociedade são tomadas

pelo Estado.

Testa M. Decidir en Salud: ¿Quén?, ¿Cómo? Y ¿Porqué?, Salud Colectiva. 2007;3(3):257.

•O que é o Estado?

•O que é o Estado capitalista?

•O que é o Estado Brasileiro?

(31)

O mito do desenvolvimento

(Furtado, 1974)

Estado e desenvolvimento

„

Para que e para quem?

„

Apenas para a acumulação do capital e valorização do

mercado ou para atender as necessidades sociais, sob a

regulação do Estado e controle da sociedade?

„

Como dirigir o crescimento econômico, garantindo a

inclusão social e uma melhor distribuição da riqueza?

„

Como adotar um padrão de desenvolvimento que não

deteriore o meio ambiente, nem sacrifique as gerações

futuras?

(32)

Coment

Coment

á

á

rios finais: qual

rios finais: qual

desenvolvimento?

desenvolvimento?

„ A política de transporte é saudável ou gera acidentes, poluição

ambiental e prioridades discutíveis como o trem bala?

„ A política agrícola é saudável ou produz intoxicações por

agrotóxicos e desmatamento? (Novo Código Florestal)

„ A política econômica é saudável ou aumenta o desemprego, a

miséria e a violência? (epidemia de mortes em motociclistas)

„ A política educacional é saudável ou reduz a autonomia das

pessoas na produção da cultura?

„ A política energética é saudável ou vai comprometer o ambiente,

(33)

Referências Bibliogr

Referências Bibliogr

á

á

ficas

ficas

WHO. Ottawa Charter [data de aceso 20 de outubro de 2010] URL di

WHO. Ottawa Charter [data de aceso 20 de outubro de 2010] URL disponsponíível em: vel em: http://www.wpro.who.int/NR/rdonlyres/798A711Dhttp://www.wpro.who.int/NR/rdonlyres/798A711D- -DC30

DC30--4E274E27--8DD68DD6--19561EB969CC/0/ottawa_charter.pdf19561EB969CC/0/ottawa_charter.pdf Minist

Ministéério da Sario da Saúúde. Polde. Políítica Nacional de Promotica Nacional de Promoçção da Saão da Saúúde. [em linha] Brasde. [em linha] Brasíília: MS / Secretaria de Pollia: MS / Secretaria de Polííticas de Saticas de Saúúde, 2002 [data de aceso 20 de, 2002 [data de aceso 20 de outubro de 2010] URL dispon

de outubro de 2010] URL disponíível em: vel em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nac_prom_saudhttp://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nac_prom_saude.pdfe.pdf Minist

Ministéério da Sario da Saúúde. Secretariade. Secretaria--Executiva. CoordenaExecutiva. Coordenaçção de Apoio ão de Apoio ààGestão Descentralizada. [em linha] Diretrizes operacionais parGestão Descentralizada. [em linha] Diretrizes operacionais para os pactos a os pactos pela vida, em defesa do SUS e de gestão.

pela vida, em defesa do SUS e de gestão. ––BrasBrasíília: Editora do Ministlia: Editora do Ministéério da Sario da Saúúde, 2006. [data de aceso 20 de outubro de 2010] URL de, 2006. [data de aceso 20 de outubro de 2010] URL dispon

disponíível em: vel em: http://www.pactopelavida.pe.gov.br/wphttp://www.pactopelavida.pe.gov.br/wp--content/uploads/pacto_pela_vida1.pdfcontent/uploads/pacto_pela_vida1.pdf

Comissão Nacional sobre Determinantes Sociais da Sa

Comissão Nacional sobre Determinantes Sociais da Saúúde. As causas sociais sobre as iniqde. As causas sociais sobre as iniqüüidades em saidades em saúúde no Brasil [em lde no Brasil [em líínea] Rio de Janeiro, nea] Rio de Janeiro,

2008 [data de aceso 20 de outubro de 2010] URL dispon

2008 [data de aceso 20 de outubro de 2010] URL disponíível em: vel em: http://www.cndss.fiocruz.br/pdf/home/relatorio.pdfhttp://www.cndss.fiocruz.br/pdf/home/relatorio.pdf Organizaci

Organizacióón Mundial de la Salud. Comisin Mundial de la Salud. Comisióón sobre Determinantes Sociales de la Salud. Subsanar las desiguan sobre Determinantes Sociales de la Salud. Subsanar las desigualdades en una generacildades en una generacióón: alcanzar n: alcanzar la equidad sanitaria actuando sobre los determinantes sociales d

la equidad sanitaria actuando sobre los determinantes sociales de la salud. Informe final de la Comisie la salud. Informe final de la Comisióón sobre Determinantes Sociales n sobre Determinantes Sociales

de la Salud [en l

de la Salud [en líínea]. OMSnea]. OMS--Ginebra, 2008 [fecha de acceso 03 de noviembre de 2010] URL dispGinebra, 2008 [fecha de acceso 03 de noviembre de 2010] URL disponible en: onible en: http://

http://whqlibdoc.who.intwhqlibdoc.who.int//publicationspublications/2009/9789243563701_/2009/9789243563701_spa.pdfspa.pdf Instituto de Sa

Instituto de Saúúde Coletiva. Universidade Federal da Bahia. Relatde Coletiva. Universidade Federal da Bahia. Relatóório trio téécnico. Polcnico. Polííticas, programas e aticas, programas e açções ões intersetoriasintersetoriasde Promode Promoçção ão ààSaSaúúde: de: balan

balançço das experiências nacionais e internacionais. Cooperao das experiências nacionais e internacionais. Cooperaçção tão téécnica Instituto de Sacnica Instituto de Saúúde Coletiva/ Ministde Coletiva/ Ministéério da Sario da Saúúde, 2010.de, 2010. Buss

BussPaulo Paulo MarchioriMarchiori, Carvalho Antonio Ivo de. Desenvolvimento da promo, Carvalho Antonio Ivo de. Desenvolvimento da promoçção da saão da saúúde no Brasil nos de no Brasil nos úúltimos vinte anos (1988ltimos vinte anos (1988--2008). Ciênc. 2008). Ciênc. Sa

Saúúde Coletivade Coletiva 2009;2009;14(6): 230514(6): 2305--23162316 Nutbeam

NutbeamD. The challenge to provide D. The challenge to provide ‘‘evidenceevidence’’in health promotion. Health Promotion International 1999, 14 (2in health promotion. Health Promotion International 1999, 14 (2): 99): 99--101.101. Jackson SF, Perkins E,

Jackson SF, Perkins E, KhandorKhandorE, E, CordwellCordwellL, L, HamannHamannS, S, BusaiBusaiS. Integrated health promotion strategies: a contribution to taS. Integrated health promotion strategies: a contribution to tackling current ckling current and future health challenges. Health Promotion International 200

and future health challenges. Health Promotion International 2007, 21 (S1). 7, 21 (S1). DoiDoi: 10.1093/hepro/dal054.: 10.1093/hepro/dal054. Raeburn J., Marco

Raeburn J., Marco AkermanAkermanM., M., ChuengsatiansupChuengsatiansupK., Mejia K., Mejia AladepoAladepo. O Community capacity building and health promotion in a global. O Community capacity building and health promotion in a globalized ized world.

world. HealthHealthPromotionPromotionInternationalInternational, , 2006, 21(Supplement 1):842006, 21(Supplement 1):84--90; doi:10.1093/heapro/dal055. 90; doi:10.1093/heapro/dal055. Biglan

BiglanA, Hinds E . Evolving A, Hinds E . Evolving prosocialprosocialand sustainable neighborhoods and communities. and sustainable neighborhoods and communities. Annual Review of Clinical Psychology, 2009 ( 5): 169Annual Review of Clinical Psychology, 2009 ( 5): 169- -196.

196.

Manandhar M, Maimbolwa M, Muulu E, Mulenga MM e O'donovan D. Int

Manandhar M, Maimbolwa M, Muulu E, Mulenga MM e O'donovan D. Intersectoral debate on social research strengthens alliances, advoersectoral debate on social research strengthens alliances, advocacy cacy and action for maternal survival in Zambia. Health Promotion Int

and action for maternal survival in Zambia. Health Promotion International 2008 doi:10.1093/heapro/dan036ernational 2008 doi:10.1093/heapro/dan036 Gillies

GilliesP. EffectivenessP. Effectivenessofofalliancesalliancesandandpartnershipspartnershipsfor health promotion. Health Promotion International 1998, 13: 9for health promotion. Health Promotion International 1998, 13: 999--120.120. Mannheimer

MannheimerLN, LN, LehtoLehtoJ, J, ÖÖstlinstlinP. P. Window of opportunity for intersectoral health policy in SwedenWindow of opportunity for intersectoral health policy in Sweden——open, halfopen, half--open or halfopen or half--shut? Health shut? Health Promot. Int. 2007, 22 (4): 307

Promot. Int. 2007, 22 (4): 307--315. doi: 10.1093/heapro/dam028315. doi: 10.1093/heapro/dam028

Bourdages J, Sauvageau L, Lepage C. Factors in creating sustaina

Bourdages J, Sauvageau L, Lepage C. Factors in creating sustainable intersectoral community mobilization for prevention of heartble intersectoral community mobilization for prevention of heartand lung and lung disease.

disease. HEALTH PROMOTION INTERNATIONAL 2003, 18 (2).HEALTH PROMOTION INTERNATIONAL 2003, 18 (2). Thurston W,

Referências

Documentos relacionados

Nesse momento os participantes estavam desenvolvendo a atividade de produção de videoaula com supervisão e orientação, caso fosse necessário. Em

P19: Quantifique em núm eros os resultados obtidos com o projeto: (Essa questão exige ao m enos um resultado quantificado. Exem plo: 150 árvores foram plantadas; 10 kg de m

Acrescido a isto, existe a exigência de formação de recursos humanos de alto nível, destaque dos demais programas de sua área, nas formas inovadoras de pesquisa e na formação

As narrativas desses poetas do período pré-helênico tinham por objeto, respectivamente, a exposição das relações entre mortais e imortais de forma a explicar as

11º 429 CARLOS DA SILVA LIMA BARTOLOMEU BUENO DA SILVA 4.92. 12º 461 FELIPE NOGUEIRA PAIVA ALFREDO

65%, tendo em conta que o montante em euros não pode ser superior à contribuição do FEG concedida... 65%, tendo em conta que o montante em euros não pode ser superior à

O presente estudo tomou como base para a identificação de algumas PANCs nativas ou exóticas no município de Mineiros, estado de Goiás, os trabalhos já realizados pelo Núcleo de

As iniciativas relacionadas com espaços reclamados de participação na área da saúde, que têm lugar na província de Cabo Delgado, têm potencial para (p.e. Projecto “Mais