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Prof. Lucas HP Silva
TCCC1 – TÉCNICAS DE
CONSTRUÇÃO CIVIL 1
• FORMAS
• ARMAÇÃO
• CONCRETAGEM
ELEMENTOS DE CONCRETO
ARMADO
FÔRMAS
CONCEITO
São as estruturas provisórias,
geralmente de madeira,
destinadas a dar forma e suporte
aos elementos de concreto até a
CUSTOS
• 40% do custo total das estruturas de concreto armado;
• A estrutura representa em média 20% do custo total de um edifício
• A forma é responsável por 60% das horas-homem gastas para execução da estrutura;
A execução dos moldes para os elementos de concreto é um tópico importante para a qualidade das obras.
É nesta fase da obra que podem ocorrer problemas, principalmente na geometria
da edificação, que trarão consequências para todas as demais etapas.
ELEMENTOS DE CONCRETO
ARMADO
Atualmente, com o alto custo da madeira, a necessidade de maior qualidade, a redução das perdas e prazos de entrega, é imperioso que se dê a devida importância ao
dimensionamento das formas e aos escoramentos provisórios, considerando os planos de montagem e desmontagem e o reaproveitamento na mesma obra.
Além da madeira, que pode ser reutilizada várias vezes, tem sido
difundido, ultimamente, o uso de
fôrmas metálicas e mistas,
combinando elementos de madeira com peças metálicas, plásticos, papelão e
pré-moldados.
FÔRMAS
Muitas são as razões para as
fôrmas de madeira ter seu uso
mais difundido na construção
civil.
Entre elas estão:
a utilização de mão-de-obra de
treinamento relativamente fácil;
o uso de equipamentos e
complementos pouco complexos e relativamente baratos (serras manuais e mecânicas, furadeiras, martelos etc.);
boa resistência a impactos e ao
manuseio (transporte e armazenagem);
ser de material possível de ser reutilizado e por apresentar características físicas e químicas condizentes com o uso (mínima variação dimensional devido à temperatura, não tóxico);
As
restrições ao uso de madeira
como elemento de sustentação e
de molde para concreto armado se
referem ao tipo de obra e
condições de uso, como por
exemplo:
• Pouca durabilidade;
• Pouca resistência nas ligações e emendas;
• Grandes deformações quando submetida a variações bruscas de umidade e;
• Ser inflamável.
De acordo com o acabamento superficial:
• Tábuas de madeira serrada;
• Chapa de madeira compensada resinada;
• Chapas de madeira compensada plastificada;
Fôrmas de tábuas
As fôrmas podem ser feitas de tábuas de pinho (araucária - pinheiro do Paraná); cedrinho, jatobá, cambara, eucalipto e pinus (não-recomendado).
Normalmente, as tábuas são utilizadas nas fôrmas como painéis laterais e de
Fôrmas em Chapas compensadas
Normalmente são usadas em
substituição às tábuas nos painéis das fôrmas dos elementos de
concreto armado.
São apropriadas para o concreto aparente, apresentando um
acabamento superior ao conseguido com as tábuas.
Fôrmas em Chapas compensadas
Em algumas obras são utilizadas
chapas resinadas, por serem mais baratas e nas obras onde se requer melhor acabamento, exige-se o uso de chapas plastificadas, que embora de maior custo, obtém-se um maior número de reaproveitamento.
Tipos de Pregos
•Pregos normais com cabeça
•Pregos sem cabeça
Solidarização e reforço de chapas compensadas
Complementos
Os complementos e acessórios são utilizados para reforçar e sustentar os painéis das fôrmas e podem ser peças de madeira, metálicas ou, ainda, conjuntos de
peças de madeira e metal, como por
exemplo: guias, talas de emenda, cunhas, placas de apoio, chapuzes, gravatas,
escoras (mão-francesa), espaçadores, estais, tirantes etc.
São chapas metálicas de diversas
espessuras, dependendo das dimensões dos elementos a concretar e dos esforços que
deverão resistir.
Os painéis metálicos são indicados para a fabricação de elementos de concreto pré-moldados, com as fôrmas permanecendo fixas durante as fases de armação,
lançamento, adensamento e cura.
Nas obras os elementos metálicos mais usados são as escoras e os travamentos.
Embora exijam maiores investimentos, as vantagens do uso de fôrmas metálicas dizem respeito a sua durabilidade.
Geralmente são compostas de painéis de madeira com travamentos e escoramentos metálicos.
As partes metálicas têm durabilidade quase que infinita (se bem cuidadas) e as peças de madeira tem sua durabilidade restrita a uma obra em particular ou com algum aproveitamento para outras obras.
Fôrmas de pilares
Montagem de fôrma de pilar
Detalhe: fechamento lateral
da fôrma de pilar do subsolo
Precauções: além do prumo
e estanqueidade, observar os travamentos com as gravatas, necessário para garantir
contra estufamento da fôrma no momento do lançamento do concreto
Fôrmas de pilares
Montagem de fôrma de pilar
Detalhe: gravatas e abertura (janela) de limpeza
Precauções: antes de
concretar promover a limpeza completa do fundo do pilar, jogando água em abundância para retirar os detritos, lama, serragem, pregos etc. Pouco antes da concretagem,
inspecionar, e se estiver tudo OK, fechar a janela.
Fôrmas de pilares
Montagem de fôrma de pilar
Detalhe: carpinteiro
executando a furos nos painéis para passar os tirantes para evitar que a fôrma estufe no momento da concretagem.
Observação: usar arames
de aço nos tirantes,
evitando de usar arame recozido.
Fôrmas de vigas
As fôrmas das vigas podem ser lançadas após a concretagem dos pilares ou no conjunto de fôrmas pilares, vigas e lajes para serem concretadas ao mesmo tempo.
Fôrmas de lajes
Os procedimentos para lançamento
das fôrmas das lajes dependem do
tipo de laje que vai ser executada e
geralmente fazem parte do conjunto de
atividades da execução das fôrmas de
vigas e pilares.
A exceção de lajes pré-moldadas que são lançadas depois da concretagem das vigas é usual, nos demais casos, providenciar a execução dos moldes
em conjunto com as vigas, para serem solidarizadas na concretagem.
As escoras, também
chamadas
de pontaletes
, são peças de
madeira que são colocadas na
vertical para sustentar os painéis
de lajes e de vigas.
Atualmente, são muito utilizadas
escoras de eucalipto
(peças de
seção circular com diâmetro
mínimo de 8 cm e comprimentos
variando de 2,40 a 3,20 m).
No caso de pontaletes de seção quadrada as dimensões mínimas são: de 2"x2" para madeiras duras e 3"x3" para madeiras menos duras.
Os pontaletes ou varas devem ser inteiros, sendo possível fazer emendas segundo os critérios estabelecidos na norma:
a) Cada pontalete poderá ter somente uma emenda;
b) a emenda somente poderá ser feita no terço superior ou inferior do
pontalete;
c) número de pontaletes com emenda deverão ser inferior a 1/3 do total de pontaletes distribuídos.
As escoras deverão ficar apoiadas sobre calços de madeira assentados sobre terra apiloada ou sobre contrapiso de concreto, ficando uma pequena folga entre a escora e o calço para a introdução de cunhas de madeira.
Escoramento metálico
As escoras metálicas são pontaletes
tubulares extensíveis com ajustes a cada 10 cm, com chapas soldadas na base para servir como calço.
Podem ter no topo também uma chapa soldada ou uma chapa em U para servir de apoio as peças de madeira.
Os mesmos cuidados dispensados ao escoramento de madeira devem ser adotados para os pontaletes metálicos, tais como:
• usar placas de apoio em terrenos sem contrapiso;
• as cargas devem ser centradas e os pontaletes aprumados.
Prazos para desformas
A desforma deve ser progressiva a fim de impedir o aparecimento de fissuras e trincas.
Um plano prévio de desforma pode reduzir custos, prazos e melhorar a
Desformas
É indicada a utilização de pessoal capacitado para executar a desforma. Sugere-se atribuir o encargo da desforma a, no mínimo, um auxiliar de carpintaria (nunca deixar a cargo de serventes), sob a supervisão de um carpinteiro experiente ou um oficial pedreiro.
Prazos para desformas
Evitar utilizar ferramentas que
danifiquem as formas ou
mesmo a superfície do
concreto.
nunca usar pés-de-cabra ou
Prazos para desformas
Na tabela a seguir, estão especificados os prazos de desforma definidos pela
norma, tanto para concretos com
cimento portland comum e cura úmida como para concretos aditivados (com
ELEMENTOS DE CONCRETO
ARMADO
ELEMENTOS DE CONCRETO
ARMADO
A execução das armaduras dos elementos de concreto é uma etapa importante para a estabilidade e qualidade das obras.
É nesta fase da obra que podem ocorrer os problemas que trarão consequências desastrosas no futuro.
ELEMENTOS DE CONCRETO
ARMADO -
Armação
Introdução:
A fase de armação das estruturas, também chamada de colocação das
ferragens ou armaduras é uma das mais importantes de uma obra e
temos que dar atenção aos seus mínimos detalhes.
Armação
Acrescente-se, ainda, que é nesta etapa da obra, preliminar a
concretagem, que se deve
providenciar a colocação dos chamados embutidos, como por exemplo:
Tubulações de água, eletrodutos e caixas nas lajes, etc.
Nem todo tipo de obra exige um projeto
estrutural, ficando a cargo do
responsável da obra a tarefa de fazer o
dimensionamento dos elementos
estruturais.
O ideal seria que o próprio calculista realizasse algumas visitas à obra para verificar e acompanhar a execução do projeto.
Definições de projetos de armadura
Os projetos estruturais são bem
detalhados com ref. às armaduras.
Todo o projeto apresenta quadros que mostram a posição, a quantidade, diâmetro, comprimento e detalhes de dobragem, além de quadros com resumo
por bitola, levando ou não em
consideração as perdas que ocorrem na obra.
A maioria dos projetistas de estruturas utiliza programas de computador bastante completos, que fornecem os detalhes imprescindíveis para a execução da estrutura e outros detalhes que facilitam em muito o trabalho de montagem das armaduras.
Procedimentos preliminares na execução das armaduras
• Aquisição do aço;
• Fiscalização na entrega do
material;
• Preparação da área para o corte,
dobramento e montagem;
• Contratação da mão-de-obra para
Aços para a Construção Civil
Marcas de identificação:
De acordo com a norma NBR 7480/96, as barras de aço, seja de que tipo for,
com diâmetro igual ou superior a 10 mm deverão apresentar marcas de laminação em relevo com a marca do fabricante, a categoria e diâmetro, conforme indicado na figura.
Aços para a Construção Civil
Aços para a Construção Civil
Dobra dos ferros
Aços para a Construção Civil
Dobra dos ferros
Aços para a Construção Civil
Kits de armaduras
Depois de cortadas e dobradas as
barras soltas podem ser imediatamente montadas ou amarradas em feixes,
Aços para a Construção Civil
Amarração dos ferros
Aços para a Construção Civil
Emendas nos aços
As emendas devem ser evitadas pois quase sempre acrescentam custos e podem comprometer a segurança. Porém pode ocorrer.
Aços para a Construção Civil
Aços para a Construção Civil
Montagem das armaduras
No caso de armaduras de pilares e vigas recomenda-se colocar a armadura na fôrma com pelo menos
uma das faces já com os
espaçadores devido a dificuldade em coloca-los depois da armadura estar na fôrma.
Cobrimento
Cobrimento
Microfissuras
Carbonatação
Relação entre classe de agressividade ambiental e cobrimento da armadura
Tipo de Estrutura Elemento estrutural
Classe de agressividade ambiental
I II III IV
Cobrimento nominal (mm)
Concreto Armado Laje 20 25 35 45 Viga/Pilar 25 30 40 50 Concreto protendido Todos 30 35 45 55
Aços para a Construção Civil
Aços para a Construção Civil
Telas soldadas
Telas soldadas são armaduras de aço prontas para ser utilizadas nas obras, dispensando a amarração dos nós com arame recozido, reduzindo com isso a mão-de-obra significativamente
Aços para a Construção Civil
Telas soldadas
Podem vir em rolos com largura de 2,45 m e comprimento de 60 a 120 metros ou em painéis de 4 x 6 metros.
CONCRETO
ELEMENTOS DE CONCRETO
ARMADO
A execução da
concretagem,
é
sempre um serviço
de grande
responsabilidade.
ELEMENTOS DE CONCRETO
ARMADO -
Concreto
CONCRETO
Introdução
A concretagem é a fase final de um
processo e em geral a mais importante.
A concretagem somente pode ser
liberada
para
execução
por
um
profissional habilitado.
Nestas etapas poderão ocorrer eventos que determinarão futuros colapsos na estrutura e, por isso, é de extrema necessidade a presença constante e atuante do responsável
na fase de concretagem.
CONCRETO
Nessa etapa, de lançamento, adensamento e cura do concreto é extremamente importante a presença do responsável na obra.
No mínimo, é necessária a presença de um mestre-de-obra de inteira confiança e com larga experiência em execução de concretagem.
CONCRETO
Os erros cometidos nessa etapa geralmente acarretam grandes prejuízos futuros. A necessidade de correção das patologias ocorridas nas estruturas provocadas por falta de cuidados na fase de concretagem implicará em perda da reputação e de dinheiro para o profissional e construtora responsáveis.
Procedimentos preliminares à execução das concretagens
Liberação da concretagem:
Para a liberação de uma concretagem é necessário estar atento para os pontos a seguir:
a) Verificar se as estruturas concretadas anteriormente já se encontram
consolidadas e escoradas o suficiente para esse novo carregamento;
Procedimentos preliminares à execução das concretagens
b) dependendo do tipo de concreto
(usinado ou feito no canteiro), verificar as
condições de acesso dos equipamentos
(caminhão-betoneira, carrinhos e jericas, bombas etc.)
c) garantir a existência de fontes de água e de tomadas de energia para ligação dos adensadores, réguas e iluminação, se for o caso;
Procedimentos preliminares à execução das concretagens
d) garantir que os materiais para a elaboração de controle tecnológico (moldes) estejam em perfeitas
condições (limpos e preparados);
e) estabelecer um plano prévio de concretagem, os intervalos entre os caminhões e reprogramar em função do ritmo;
Procedimentos preliminares à execução das concretagens
f) verificar se os eixos das fôrmas
foram conferidos, se estão travadas e escoradas e se os pés dos pilares foram fechados após a limpeza;
g) conferir as armaduras e se foram colocados os espaçadores em
Procedimentos preliminares à execução das concretagens
h) requisitar a presença de equipes de carpinteiros, armadores e eletricistas para estarem de prontidão durante a concretagem para eventuais serviços de reparos e reforços nas fôrmas, armaduras e instalações;
i) acercar-se das condições de segurança interna e externamente à obra, verificando as proteções de taludes, valas, trânsito de veículos próximos, vizinhos e transeuntes (aplicar as recomendações da NR-18);
Concreto misturado
manualmente
Concreto misturado em
betoneira
O trabalho com betoneira simplifica o processo de elaboração do concreto, obtendo-se um material de melhor qualidade do que o obtido na mistura manual.
O tempo de mistura deve ser de 3 minutos, no mínimo.
Concreto misturado em
betoneira
A mistura com betoneira deve obedecer à seqüência abaixo:
- adicionar a água;
- agregado graúdo (brita); - cimento;
Concreto dosado em central
O concreto usinado é obtido em centrais dosadoras, geralmente chamadas de concreteiras.
Na maioria dos casos, para as obras urbanas, a mistura é feita no próprio caminhão, durante o trajeto entre a central de concreto e a obra.
Concreto usinado - Vantagens
a) economia de materiais, menor perda de areia, brita e cimento;
b) maior controle tecnológico dos materiais, dosagem, resistência e consistência, com melhoria da qualidade;
c) racionalização do número de ajudantes na obra, com a consequente redução dos encargos trabalhistas;
Concreto usinado - Vantagens
d) melhor produtividade da equipe;
e) redução no controle de suprimentos e
eliminação de áreas de estoque no canteiro;
Recebimento do concreto
usinado
Acessos e espaços de manobras
O trajeto a ser percorrido pelo caminhão-betoneira deve ser preparado para evitar atrasos e
Recebimento do concreto
usinado
Quando utilizar concreto
bombeado, prever os acessos e local de estacionamento para os
Recebimento do concreto
usinado
Recebimento do concreto
usinado -
Controle
Recebimento do concreto
usinado -
Controle
Recebimento do concreto
usinado -
Controle
• Ensaio de resistência à compressão
A determinação da resistência à compressão do concreto é realizada em laboratórios especializados a partir de corpos-de-prova obtidos de amostra representativa do material, conforme estabelece a NBR 12655.
Recebimento do concreto
usinado -
Controle
A norma determina a confecção de 2 corpos-de-prova para cada betonada para cada idade de
Recebimento do concreto
usinado -
Controle
Transporte convencional
O transporte do concreto do local de produção ou descarga na obra até o local de lançamento (fôrmas) pode ser feito, convencionalmente, com a utilização dos seguintes
equipamentos:
a) carrinhos e jericas; b) gruas;
c) calhas e correias transportadoras
Nas obras de
construção civil
é
comum
encarar
a
concretagem
como sendo a etapa final de um
ciclo constituído da execução das
fôrmas,
das
armaduras,
do
lançamento, adensamento e da cura
do concreto.
Tendo em vista que a reparação de uma concretagem executada errada é onerosa e muitas vezes esconde defeitos que irão aparecer algum tempo depois, é muito importante a
presença do profissional técnico.
O objetivo do adensamento do concreto é torná-lo mais compacto, retirando o ar do material, incorporado nas fases de mistura, transporte e lançamento.
Nas obras onde se exige maior qualidade e responsabilidade é necessário promover o adensamento por meio de equipamentos de vibração.
Adensamento do
concreto
O concreto deve ser adensado
imediatamente após seu lançamento nas fôrmas, levando em conta que
tanto a falta de vibração como o excesso pode causar sérios
problemas para o concreto.
•A vibração da armadura cria bolhas
de ar entre a armadura e o concreto prejudicando a aderência entre eles.
•O mangote de vibração devem ser
inseridos na posição vertical ou pouco inclinado.
•Vibrações longas causam
desagregação do concreto.
O concreto deve ser protegido durante o processo cura contra secagem rápida, mudanças bruscas de temperatura, excesso de água, incidência de raios solares, agentes químicos, vibração e choques.
Deve-se evitar bater estacas, utilizar
rompedores de concreto, furadeiras a ar comprimido próximo de estruturas
recém concretadas, assim como, evitar o contato com água em abundância e qualquer outro material que possa
prejudicar o processo de endurecimento e de aderência na armadura.
Para evitar uma secagem muito
rápida do concreto e o consequente aparecimento de fissuras e redução da resistência em superfícies muito
grandes, tais como lajes, é necessário iniciar a cura úmida do concreto tão
logo a superfície esteja seca ao tato.
A seguir são listados alguns dos
métodos mais comuns para a
cura do concreto
, que podem
ser usados isoladamente ou em
concomitantemente:
• molhar continuamente durante 7 dias (no mínimo 3 vezes ao dia) a superfície
concretada;
• espalhar areia, serragem ou sacos sobre a superfície e mantê-los umedecidos (lajes e pisos).
• manter as fôrmas sempre molhadas (pilares, vigas e escadas)
• Em alguns casos especiais, utilizam-se aspersores para uso contínuo.