Existe um idioma único e vital que tu depositas sobre meus lábios
e com movimentos sábios desenha um poema imortal!
Criaste um versículo amoroso eriçado em arrepio desejoso pelo anseio que guardaste na pele.
(iNsTinTo)
Antes que o riacho congele sopra teu calor sobre as águas
aliça a sereia que dorme...
Provocando a poesia suBverSiVa, (VaNguArDa)
Lambe os verso da língua dela lapida-os e devolve-os ao meu mundo
pois, são o pensamento profundo difundido nas frias veias quentes...
Da dualidade natural do amor.
E, assim, com prazer e dor, criaremos um dialeto rarefeito
lambuzado com fel e o mel razão do equilibrio perfeito que nos permite viver e sentir.
LiNguaJaR pOéTicO
«Razão do equilíbrio perfeito
que nos permite viver e sentir »
PaRabÓlicA
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MALAMBADOCE é um E-MAGAZINE voltada para a literatura e cultura em geral.
Circula no universo poético do Site Recanto das Letras.
O objetivo é divulgar Escritores e Poetas que publicam
seus textos na Internet. Todo mês um poeta será homenageado, a intenção é promover talentos.
Nº 0 Edição Experimental*
Ano 1º Publicação Mensal de Cultura*
Chapada Diamantina-Bahia
Expediente:
Editoração:
Zohar TV Textos:
Recanto das Letras Fotos:
Sthel Braga Google
Criação/Layout Arthur Ghuma Diretor de criação Arthut Ghuma
EDITORIAL
Lovu... A. Ghuma
Texto insólito para uma das maiores poetisas do Recanto das Letras
Parabólica.
Pág. 5 a 15
Cally página amarela Entrevista
Cássia da Rovare Um poema mulher Libertação Caliope Lua A. Ghuma
ÍNDICE PaRabÓLikA
E-MAGAZINE MALAMBADOCE
Distribuição gratuita
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Leoa que ruge na bruma da noite vazia...
Teu rugido de fêmea ecoa do teu leito, peito arfante convite evocando carícias na pele macia, linguadas lambidas, sugadas de todo jeito.
EU «qUe gOsTo dE gOstO nO vErsO», saboreio o mel da concha, néctar incandescente, delirado.
Trafego nauseado pelo perfume que te sai do meio das pernas, fragrância lasciva de amor desejado.
EnRosCanDo e RosNanDo és LeOa eM fUroR bRanDo VeRvE dUbiEz a tua, qUe siBiLas a ChaMaR, TaLveZ?
Ao olhar carinhoso, pedinte, diGno dE eNcaNtaMenTo.
Súplices desejos, aguando minha boca de verso nefando, Prorrompidas rimas, prazer cavalgado, gemidos na altivez Da SeReiA que goza versos doces, gozados em LaMenTo.
Clara Lee (Parabólica)
Clara Lee (Parabólica)
Arthur Ghuma, (Pintura à pastel seco).
Clara Lee (Parabólica)
Clara Lee (Parabólica)
Abri a janela...
E a lua lá estava nua naquela noite fria metade.
Como um pedaço de melancia.
Vermelha como se tivesse passado na manteiga um pedaço de queijo ou
um pedaço de qualquer coisa
pousando seu corpo sobre um monte.
Uma fêmea dengosa se aninhando.
A noite estava lá...
Vestida de lua nua
que se deita sobre um monte.
HOMENS & ANJOS
« Anjos são como fotos;
seres humanos são obras de arte»
Para pensar um pouco...
Uma foto, cena de uma forma Apurada e precisa...
Uma pintura, uma cena, uma tela a mente e alma de artista.
A profundidade da emoção humana, a estética da criatividade humana, e as sutilezas da imaginação.
É isso o que dá valor à pintura.
Anjos criaturas infalíveis, exatos, cliques perfeitos realidades espirituais.
O drama flutuante da existência humana, o conflito perpétuo entre nossa luz interna e a escuridão no mundo,
o espírito humano na procura significado e verdade.
A vida numa obra de arte.
Estava lá, lasciva como uma taça de vinho no toucador, deslumbrante como
uma figura mística, quimera ou fênix, luminosa... (sentei-me na poltrona e fiquei a admirar suas pernas, as curvas do seu bumbum, e a forma como falava
comigo, o tom, o ritmo, Aii! A voz!...
estrelas cintilando sobre minha cabeça, como se estivesse tomando uma bordoada.
Artur Ghuma