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Roteiro de Recuperação

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Academic year: 2021

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Roteiro de Recuperação

Professora da Disciplina: Maria Cristina Peixoto Data: __/___/17 1º TRIMESTRE Aluno (a): Nº:

Ano: 1º ____ Ensino Médio Período: Matutino

Conteúdos:

Carta ao Editor (jornal, revistas ou sites); Artigo de opinião.

Vamos nos recordar quais são os principais tópicos Carta a um Editor (jornal ou Revista) : Escolha o assunto e a publicação.

 A carta ao editor pode ser uma resposta a diversas coisas, mas ela normalmente costuma responder um artigo específico da publicação ou um evento ou problema na comunidade.

 É melhor responder a um artigo em particular publicado pelo jornal em questão para aumentar as chances de publicação da carta.

 Se está escrevendo sobre um evento ou problema da comunidade, é provável que o jornal local seja o mais apropriado para sua carta.

Leia outras cartas ao editor do jornal escolhido.

 Antes de começar a escrever, confira as cartas anteriores para se inspirar. As publicações de cada jornal são diferentes em estilo, tom, forma e comprimento, sendo uma boa ideia conferir as cartas anteriores para ter uma ideia do que atrai os editores do jornal.

Consulte as diretrizes da publicação escolhida.

 Os jornais costumam possuir diretrizes que guiam as cartas que serão publicadas. Determine seus motivos para escrever a carta.

Existem diversas abordagens que podem ser utilizadas na redação e tudo dependerá do motivo por trás da carta. Decida aquilo que deseja conquistar com a escrita. Algumas razões podem incluir:

 Você está nervoso com um problema e deseja informar outros leitores.

 Você deseja parabenizar ou apoiar algo ou alguém na comunidade.

 Você deseja corrigir as informações de um artigo.

 Você deseja sugerir uma ideia.

 Você deseja influenciar a opinião pública ou persuadir o público a agir.

 Você deseja influenciar políticos.

 Você deseja tornar público o trabalho de determinada organização em relação a um problema atual.

 Normalmente existem regras que regulam o comprimento da carta e exigem que você inclua informações de contato para verificação. Muitos jornais não permitem demonstrações

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de apoio político e limitam o número de vezes que uma pessoa pode enviar cartas. Leia todas as regras antes de enviar seu trabalho.

 Se não encontrar as regras na internet, entre em contato com a publicação.

Escreva a carta dentro de no máximo três dias após a publicação do artigo. O timing é essencial para que a carta seja publicada. Envie a carta pouco tempo após o artigo para aumentar suas chances, afinal, o texto ainda estará fresco na cabeça do editor e dos leitores.

Se está respondendo um artigo em um jornal semanal, envie a carta a tempo para ser publicada na edição seguinte. Consulte as diretrizes do jornal para descobrir o prazo de publicação.

Começando a redigir uma carta

I. Inclua um endereço de devolução e informações de contato no topo da carta. Informe não apenas seu endereço físico, mas também um endereço de e-mail e um telefone.

 Se a carta for escolhida, os editores utilizarão as informações fornecidas para entrar em contato com você.

 Se o jornal possui um sistema de envio de cartas online, é provável que haja um campo para essas informações.

Inclua a data. Após as informações de contato, pule uma linha e adicione a data de modo formal, como faria em uma carta profissional, como em "Segunda-feira, 16 de novembro de 2015."

Inclua o nome e o endereço do destinatário. Não importa se você está enviando uma carta física ou digital, enderece-a como faria normalmente.[5] Inclua o nome, o cargo na empresa e o endereço do editor. Se não possui os dados dele, procure-os na página do jornal ou escreva "Editor".

Escreva uma saudação simples. Não é necessário exagerar, basta escrever algo como "Ao editor" ou "Prezado editor". Finalize a saudação com uma vírgula ou com dois pontos.

Deixe claro o assunto da carta. Oriente os leitores rapidamente incluindo o nome do artigo ao qual está respondendo e a data de publicação original. Além disso, inclua um resumo geral do que foi dito.

Por exemplo: "Como professor de literatura, preciso responder ao editorial 'Por que os romances não importam na sala de aula' publicado em 18 de março".

Declare sua opinião. Após anunciar sobre o que está argumentando, é necessário

esclarecer sua posição. Caso sua autoridade se associe ao problema de algum

modo, inclua sua ocupação na carta. Utilize o espaço para demonstrar o porquê

disso ser relevante, mas seja breve.

Por exemplo: "Por mais que o artigo deixe claro que os universitários não sentem prazer

na leitura, toda minha experiência na sala de aula evidencia o contrário. O artigo é

impreciso e precipitado ao citar as razões pelas quais os alunos são desafiados pelas

leituras de ficção na universidade. Eles não ficam "entediados" com a leitura pelos

romances não serem relevantes: seu entusiasmo está diminuindo porque os professores

estão perdendo o interesse no assunto que estão lecionando."

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Ao final do texto, inclua uma saudação simples como "Sinceramente," ou "Cumprimentos," seguida de seu nome e sua cidade. Caso o jornal não seja local, inclua também o estado em que você se encontra.

PROPOSTA DE PRODUÇÃO DE TEXTO

As cartas do leitor são publicadas nas seções de jornais, revistas e sites. O autor da carta se dirige ao veículo de comunicação para explicitar sua opinião ao veículo de comunicação para explicitar sua opinião sobre um texto publicado anteriormente, seja notícia, reportagem, entrevista, crônica ou artigo de opinião. O leitor/autor da carta precisa convencer o editor e os outros leitores de seu ponto de vista sobre o texto elaborado pelo jornal.

Escolha um dos textos a seguir e expresse seu ponto de vista sobre as informações nele contidas em uma carta a ser dirigida ao editor do jornal. Você pode concordar ou discordar do conteúdo e também da linguagem empregada pelo jornalista.

Identifique na sua carta o título do texto comentado e o nome do jornalista que escreveu.

Justifique seu ponto de vista com argumentos em informações, exemplos e depoimentos de especialistas.

Estudo diz que usar muito redes sociais aumenta a solidão

Estudo feito por pesquisadores americanos foi publicado em revista científica. Algumas pessoas têm mais riscos de se sentir isoladas socialmente. Patrícia Falcoski

Um estudo feito por pesquisadores americanos e publicado em uma revista científica concluiu que algumas pessoas correm mais risco de se sentir solitárias do que outras. O mostrou que usar muito a rede social aumenta a sensação de solidão.

Os psicólogos americanos dizem que ficar mais de duas horas nos aplicativos de fotos e vídeos dobra os riscos de isolamento. A pesquisa, feita com quase duas mil pessoas entre 19 e 32 anos, diz que quanto mais online, sobra menos tempo para viver situações do dia a dia.

O estudo mostra ainda que a exposição de uma vida ideal nas redes sociais pode causar inveja, além de provocar sentimentos de rejeição quando a pessoa vê amigos em um evento para qual não foi convidada.

O psicólogo especialista em doenças digitais, Cristiano Nabuco, coordenador do Grupo de Dependências Tecnológicas da USP, explica que a rede social veio mesmo para ficar, mas tem que ter bom senso: “Quando que a gente percebe que cruzou a linha do bom senso? Exatamente quando você perde o controle da quantidade de vezes que você abre para ver tuas redes sociais. Eu canso de ver pessoas que estão guiando vendo rede social, no meio do cinema. Então, é como se as pessoas na verdade começassem a progressivamente perder o bom senso, colocando em risco não só sua saúde psicológica, mas também a vida de outros”.

Solidão S.A

POR JOSÉ MARIA MAYRINK

Em 1982, o jornalista José Maria Mayrink, do jornal O Estado de S. Paulo, escreveu uma surpreendente série de reportagens sobre a solidão em São Paulo, a maior metrópole brasileira. Mendigos, trabalhadores noturnos, presidiários, padres, freiras reclusas, cidadãos comuns foram surpreendidos em sua frágil intimidade.

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Eles eram solitários e tristes no meio da multidão. Escrita em estilo literário, como já não se vê na imprensa diária, os relatos comoveram os leitores e tiveram um impacto impressionante. Mais de trinta anos depois, a solidão nas grandes metrópoles não diminuiu. Os solitários continuam sozinhos, agora espalhando suas angústias nas redes sociais. O que era e é ser solitário numa cidade marcada por multidões e ruídos? Quem eram aquelas pessoas que falavam de uma sensação paralisante de abandono?

Um livro absolutamente original e comovente, um relato sobre a angústia e a melancolia, sobre a dor e o desespero — mas também sobre a esperança e o sentido da existência. Este é um livro sobre o amor ao próximo — e sobre a possibilidade de este amor tornar-se real. Porque o que há de espantoso na solidão não é nosso desejo frustrado de ser amado, mas a indiferença de todos nós em relação ao que acontece em nosso íntimo e de como isso se reflete no relacionamento com os demais. Queremos ser amados — mas já nos perguntamos se somos capazes de amar?

Solidão fala de seres esquecidos e rejeitados. Estas pessoas foram ouvidas por quem se dispôs a viver com elas alguns momentos que não foram apenas ocasionais, tal a sua intensidade. Mayrink traça neste livro um painel terrível, real e, paradoxalmente, esperançoso sobre os impasses da grande metrópole. Um livro único e quase perfeito em sua unidade: ele fala de pessoas que estão a caminho da morte e que avançam inexoravelmente para o escuro abismo, mas buscando nessa desesperada rota não a previsível escuridão — mas a luz. É esta a inquietante revelação dessas histórias. Existem no mundo pessoas que sofrem. Elas precisam do outro para sobreviver.

A solidão urbana é mais ampla e assustadora do que se imagina. A solidão de que falam é a mesma que se sente hoje, um dos estigmas da atualidade. A identificação é inevitável. Este livro é um convite à reflexão sobre o que é a solidão particular de cada um.

Sobre o autor

JOSÉ MARIA MAYRINK é escritor e um dos jornalistas mais experientes e renomados da imprensa brasileira. Ganhou vários prêmios nacionais e internacionais, como o Esso de Jornalismo e o Rondon de Reportagem. Trabalha atualmente no jornal O Estado de S. Paulo.

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Título____________________________________________________________ 1_______________________________________________________________________________________ 2______________________________________________________________________________________ 3______________________________________________________________________________________ 4______________________________________________________________________________________ 5______________________________________________________________________________________ 6______________________________________________________________________________________ 7______________________________________________________________________________________ 8______________________________________________________________________________________ 9______________________________________________________________________________________ 10_____________________________________________________________________________________ 11_____________________________________________________________________________________ 12_____________________________________________________________________________________ 13_____________________________________________________________________________________ 14_____________________________________________________________________________________ 15_____________________________________________________________________________________ 16_____________________________________________________________________________________ 17_____________________________________________________________________________________ 18_____________________________________________________________________________________ 19_____________________________________________________________________________________ 20_____________________________________________________________________________________ 21_____________________________________________________________________________________ 22_____________________________________________________________________________________ 23_____________________________________________________________________________________ 24_____________________________________________________________________________________ 25_____________________________________________________________________________________ 26_____________________________________________________________________________________ 27_____________________________________________________________________________________ 28_____________________________________________________________________________________ 29_____________________________________________________________________________________ 30_____________________________________________________________________________________

Referências

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