ELETRICIDADE E
MAGNETISMO
ELETROSTÁTICA
ELETRODINÂMICA
ELETRICIDADE
Cargas Elétricas
Campo Elétrico
Potencial Elétrico
Capacitores Elétricos
ELETROSTÁTICA
ELETRODINÂMICA
Sumário
INTRODUÇÃO – HISTÓRICA
CARGA
CONSERVAÇÃO DE CARGAS
ELETRIZAÇÃO
FORÇA
Eletromagnetismo
Eletricidade e Magnetismo eram
conhecido como fenômenos distintos.
Tales de Mileto foi o primeiro a
relata que o âmbar (resina fossilizada de árvores) ao ser friccionado adquire a propriedade de atrair objetos leves como, penas e plumas.
Magnetita (Fe3O4) atraiam-se ou repeliam-se, dependendo de como se orientavam, e tinham propriedade de sempre atrair o ferro. (a bússola inventada pelos chineses – 3 A.C).
Eletromagnetismo
Hans Oersted Hans Oersted, em 1819, passando uma
corrente elétrica por um fio metálico, percebeu que a agulha de uma bússola próxima se orientava sempre perpendicular ao fio.
Em 1820, André Ampère, demonstrou
que dois fios paralelos conduzindo corrente se atraem ou se repelem, dependendo, respectivamente, de se as correntes elétricas têm o mesmo sentido ou sentidos opostos. Concluindo que os fenômenos magnéticos são em geral resultante de corrente elétricas e que ímãs apresentam correntes circularem em seu interior.
Eletromagnetismo
James Maxwell No final do século XIX já se tinha uma
sistematização dos fenômenos elétricos e magnéticos em uma ciência unificada, o ELETROMAGNETISMO.
Nesta ciência todos os fenômenos são decorrentes de
uma única entidade, a CARGA ELÉTRICA.
Cargas em repouso interagem umas com as outras
por meio da força elétrica. Quando elas se movem uma em relação às outras, aparecem outra forma de interação, a força magnética. Tal síntese se concretizou graças ao trabalho de Michael Faraday.
James Maxwell sintetizou todas as leis do
eletromagnetismo em quatro equações fundamentais.
James Maxwell também previu que a luz fosse um fenômeno eletromagnético,
Cargas Elétricas
Cargas Elétricas
Cargas Elétricas
Molécula – é a menor parte da matéria que ainda conserva suas características.
UM ÁTOMO DE OXIGÊNIO
E DOIS ÁTOMOS DE HIDROGÊNIO
Cargas Elétricas
Cargas Elétricas
Cargas Elétricas
O átomos é composto de:
PROTÓNS – Possuem Cargas Positivas. ELÉTRONS – Possuem Cargas Negativas.
NEUTRONS – Não Possuem Cargas Elétricas
Massas das partículas individuais
Prótons Neûtrons Elétrons
Massa = 1.67 * 10-27 kg Massa = 1.67 * 10-27 kg Massa = 9.10 * 10-31 Kg
Carga positiva Carga neutra Carga negativa
Cargas Elétricas
O átomos é NEUTRON
N° PROTÓNS = N° ELÉTRONS.
Átomo Ionizado
POSITIVAMENTE N° PROTÓNS >N° ELÉTRONS.
Cargas Elétricas
A carga elétrica é uma quantidade de eletricidade. É uma grandeza física escalar. E no S.I a unidade de carga elétrica é o
Coulomb ( C ).
Denominamos carga elementar o módulo da carga de um elétron, e possui o seguinte valor:
A quantidade de carga elétrica em um corpo será sempre igual a um número inteiro de cargas elementares negativas ou positivas, de tal forma que:
Q = n.e ( ganho de elétrons )
Q = + n.e ( perda de elétrons )
Cargas Elétricas
Princípio da Atração e Repulsão
• Cargas elétricas de mesmo sinal se repelem; • Cargas elétricas de sinais opostos se atraem Princípio da Conservação de Carga
• Num sistema eletricamente isolado, a soma algébrica das quantidades de cargas positivas e negativas é constante.
Cargas Elétricas
Princípio da atração e repulsão
-p p p e e e Cargas diferentes se atraem. Cargas iguais se repelem.
Cargas Elétricas
N
N
ELEMENTOS
NEUTROS OU
SEM CARGA,
NADA
ACONTECE
Cargas Elétricas
-CARGAS IGUAIS
-Cargas Elétricas
CARGAS
DIFERENTES
-Cargas Elétricas
De acordo com o experimento de eletrização realizado por Benjamim Franklin, as cargas se transfere de um corpo para o outro, no entanto a quantidade de carga total sempre é a mesma, ou seja, a carga total se conserva.
Próton = (+) Elétron= ( -)
“ A soma algébrica de todas as cargas em um sistema isolado
nunca se altera.”
A eletrização de um corpo inicialmente
neutro pode ocorrer de três maneiras:
- Atrito
- Contato
- Indução
Cargas Elétricas
Na eletrização por atrito, os
dois corpos adquirem a mesma
quantidade de cargas, porém de
sinais contrários.
Atrito
Exemplo:
Durante uma tempestade, a movimentação das gotículas de água vão atritando as nuvens, formando duas seções: uma com cargas elétricas positivas e outra com cargas elétricas negativas.
Atrito
Os condutores adquirem cargas de
mesmo sinal. Se os condutores tiverem
mesma forma e mesmas dimensões, a
carga final será igual para os dois e dada
pela média aritmética das cargas iniciais.
A eletrização de um
condutor neutro pode ocorrer
por simples aproximação de um
outro corpo eletrizado, sem que
haja o contato entre eles.
No processo da indução
eletrostática, o corpo induzido
será eletrizado sempre com
cargas de sinal contrário ao das
cargas do indutor.
Condutores elétricos
Meios materiais nos quais as cargas
elétricas movimentam-se com facilidade.
Isolantes elétricos ou dielétricos
Meios materiais nos quais as cargas
elétricas
não
têm
facilidade
de
movimentação.
Condutores e isolantes
O que determina se um material será bom ou mau condutor térmico são as ligações em sua estrutura atômica ou molecular. Assim, os metais são excelentes condutores de calor devido ao fato de possuírem os elétrons mais externos "fracamente" ligados, tornando-se livres para transportar energia por meio de colisões através do metal.
Condutores e isolantes
Por outro lado temos que materiais como lã, madeira, vidro, papel e isopor são maus condutores de calor (isolantes térmicos), pois, os elétrons mais externos de seus átomos estão firmemente ligados
Condutores
Átomos com :
Poucos elétrons na última camada.
Têm facilidade de perder elétrons. No átomo de um material
(considerado condutor), os elétrons da última camada (elétrons livres), ficam trocando constantemente de átomo.
Isolantes
Muitos elétrons na última camada
são isolantes.
Tem facilidade de receber elétrons.
Condutores e isolantes
Além ...
Semicondutores
Condutividade elétrica é intermediária
entre os condutores e isolantes. Podemos
controlar uma corrente elétrica.
Supercondutores
Materias que apresentam resistência nula
(ou condutividade infinita) ao fluxo de carga.
Condutores Esféricos
Teoremas para cascas esféricas:
Uma casca esférica uniformemente carregada
atrai ou repele uma partícula carregada
exterior à casca como se toda a carga da casca
estivesse concentrada em seu centro.
Uma casca esférica uniformemente carregada
não exerce nenhuma força eletrostática sobre
uma partícula carregada que esteja localizada
em seu interior.
Lei de Coulomb
Experimento da balança de Torção
Lei de Coulomb
Coulomb chegou às seguintes conclusões:
A força elétrica é diretamente proporcional a cada
uma das duas cargas.
A força elétrica é inversamente proporcional ao
Lei de Coulomb
Unidades:
A força elétrica é muito mais intensa que a força gravitacional.
A força elétrica é cerca de 1039
vezes mais intensa que a força gravitacional. Considerando o r = 5.3*10-11.
Lei de Coulomb
Mantendo-se a distância entre as cargas e dobrando a quantidade de carga, a força elétrica será multiplicada por 4.
Mantendo-se as cargas
elétricas e dobrando-se a distância a força elétrica será dividida por 4.
Lei de Coulomb
Exemplos:
1. Duas esferas condutoras idênticas, A e B, eletricamente isoladas, separadas por uma distância a que é grande comparada às esferas. A esfera A tem uma carga positiva +Q; a esfera B está eletricamente neutra; e inicialmente, não há nenhuma força eletrostática entre as esferas.
(a) Suponha que as esferas são ligadas momentaneamente por um fio condutor. Qual será a força eletrostática entre as esferas depois que o fio é removido?
(b) Suponha que a esfera A seja momentaneamente ligada à terra, e que a ligação-terra seja removida. Qual será, então, a força eletrostática entre as esferas?
Exemplos:
2. Dada a figura, temos uma distribuição de seis partículas mantidas fixas em suas posições, onde a = 2 cm e teta = 30°. As seis cargas tem módulos iguais, qual é a força eletrostática resultante sobre a partícula 1?
ELETRICIDADE
Cargas Elétricas
Campo Elétrico
Potencial Elétrico
Corrente Elétrica
ELETROSTÁTICA
ELETRODINÂMICA
Os corpos eletrizados
atraem ou repelem outros corpos sem tocá-los.
Quando ocorre uma
interação no vácuo entre duas partículas carregadas, como é possível uma delas perceber a existência da outra?
O que existe no espaço
entre as cargas para que a interação seja comunicada de uma para outra?
CAMPO ELÉTRICO
O conceito de Campo
elétrico surgiu para explicar a ação de forças a distância.
O Campo elétrico existe
naquela região independente de ter outra carga próximo.
A carga de prova, também
tem que ser eletricamente carregado, para que haja interação.
P.s: a carga de prova sempre é positiva.
CAMPO ELÉTRICO
Dada uma carga elétrica (Q)
fixa, quando aproximamos uma carga de prova (q), surge uma força de interação elétrica. Essa força ocorre, porque (q) está na região do campo elétrico criado pela carga fixa e puntiforme (Q)
q
F
E
O Campo elétrico criado por uma
carga elétrica puntiforme e fixa é a força por unidade de carga de prova.
CAMPO ELÉTRICO
2 0 0 0 2 0 04
4
1
r
Q
q
r
q
F
E
E Campo elétrico (N/C)
→
F Força elétrica (N)
→
q Carga elétrica (C)
→
Podemos escrever o campo elétrico também como Onde suas unidades são:
CAMPO ELÉTRICO
Para se determinar o vetor campo elétrico (E):
Intensidade:
Direção: mesma de F (reta que une as cargas)
Sentido: se q > O, é o mesmo da força (F);
se q < O, é contrário ao da força(F).
q
F
E
CAMPO ELÉTRICO
Dado o sistema de cargas elétricas:
Linhas de campo
As linhas de força são linhas imaginárias que
construímos ao redor de uma carga elétrica ou
de uma distribuição de cargas, e servem para
mostrar o comportamento do campo elétrico
Linhas de campo
As Linhas de forças (ou de campo) são linhas
imaginárias, tangentes aos vetores campo
elétrico em cada ponto do espaço sob
influência elétrica e no mesmo sentido dos
vetores campo elétrico.
Se Q>0 o vetor
campo elétrico é de
AFASTAMENTO
Se Q<0 o vetor
campo elétrico é de
APROXIMAÇÃO
Linhas de campo
Linhas de campo
A intensidade do campo
elétrico é proporcional à
densidade de linhas, ou seja,
quanto mais próximas as
linhas se encontram, mais
intenso é o campo.
A direção do campo elétrico
é tangente às linhas de força
e o seu sentido é o mesmo
das linhas.
Linhas de campo
• As linhas de força não se cruzam em nenhum
ponto.
• Quanto maior o número de linhas que chegam
a uma carga elétrica ou dela saem, tanto
maior será o módulo dessa carga.
Campo elétrico uniforme
Um campo elétrico é uma região do espaço
onde o vetor representativo do campo (Ē) tem,
em todos os pontos a mesma direção, o mesmo
sentido e o mesmo módulo.
Num campo elétrico uniforme, as linhas de
força são sempre retilíneas, paralelas entre si
e distanciadas igualmente.
Campo elétrico Criado por um Dipolo
Qual o campo elétrico criado por um dipolo num ponto P? O produto qd, que envolve propriedades intrínseca, q e d, é chamado de momento de dipolo.
Campo elétrico Criado por uma linha
Qual o campo elétrico criado num ponto P, a uma distância z do plano do anel ao longo do eixo central?
Qual o campo elétrico criado num ponto P, a uma distância z do plano do anel ao longo do eixo central?
Campo elétrico Criado por um Disco
Fazendo R tente ao infinito, temos o campo elétrico criado por uma chapa infinita uniformemente carregada.
ELETRICIDADE
Cargas Elétricas
Campo Elétrico
Lei de Gauss
Potencial Elétrico
Corrente Elétrica
ELETROSTÁTICA
ELETRODINÂMICA
LEI DE GAUSS
A lei de Gauss é equivalente a lei deCoulomb na eletrostática, a escolha de qual utilizar dependerá do tipo de problema proposto.
Lei de Coulomb = problemas que tenham pouco ou nenhum grau de simetria.
Lei de Gauss = problemas com elevado grau de simetria.
LEI DE GAUSS
A figura principal da lei de Gauss é uma superfície fechada hipotética, chamada SUPERFÍCIE GAUSSIANA. Pode ser uma ESFERA, CILINDRICO ou qualquer outra forma simétrica.
Lei de Gauss
Conhecendo a Lei de Gauss podemos calcular com precisão a quantidade de carga líquida que esta no interior da superfície.
Lei de Gauss
Consideremos uma superfície
gaussiana assimétrica imersa num campo elétrico não-uniforme.
Como os quadrados são muito
pequeno, podemos considerar o campo elétrico como sendo constante em todos os pontos.
Lei de Gauss
Lei de Gauss
A lei de Gauss relaciona fluxo do campo através de uma
superfície fechada e a carga líquida que esta envolvida por esta superfície.
q é a soma algébrica de todas as cargas. Podemos escrever
também como
q = positiva, o fluxo é para fora q = negativa, o fluxo é entrando.
As cargas fora da superfície não são incluídas no termo q, e a maneira como as cargas são distribuídas no interior também não importa, só o módulo e o sinal de q importa.
Lei de Gauss
Consideremos duas cargas de módulo iguais mas de sinais
Lei de Gauss
Como a lei de Gauss e Coulomb são equivalentes devemos ser
capazes de deduzir uma apartir da outra.
Carga puntiforme positiva em
torno englobada por uma superfície gaussiana esférica de raio r.
Condutor Isolado
“ Qualquer excesso de carga colocado em um condutor
isolado se moverá inteiramente para a superfície do
condutor. Nenhum excesso de carga será encontrado
no interior do condutor.”
A lei de Gauss nos permite demonstrar um importante teorema
Condutor Isolado
A densidade de carga varia sobre a superfície de um condutor.
Vamos encontrar E imediatamente fora da superfície de um condutor usando a lei de Gauss.
Simetria Cilíndrica
Consideremos uma barra fina de plástico, infinitamente longa,
carregada uniformemente com um densidade linear de carga. Encontremos o campo E a uma distância r do eixo da barra.
A superfície gaussiana deve acompanhar a simetria do problema, neste caso cilíndrica.
Chapa Não-Condutora
Consideremos uma chapa fina isolante e infinita com um
densidade superficial de carga constante. Encontremos o campo E a uma distância r da chapa.
A superfície gaussiana
adequada é um cilindro fechado com área A que atravessa a chapa.
Placa Condutora
Consideremos uma placa condutora fina e infinita com um carga
líquida positiva em excesso. Como a placa é muito fina e grande, supomos que toda carga em excesso esteja sobre as duas faces.
Simetria Esférica
Vimos dois teoremas:
“ Uma casca com uma carga uniforme
atrai ou repele uma partícula carregada
externa à casca, como se toda a carga se
concentrasse no seu centro.”
“Uma casca uniforme não exerce força
eletrostática sobre uma partícula carregada
que se localize no interior da casca.”
Simetria Esférica
Provar Primeiro Teorema:Consideremos uma casca esférica de carga total q e de raio R e duas superfícies esféricas gaussianas concêntricas S1 e S2.
Para S2:
Que é idêntico a um campo criado por uma carga puntiforme. Assim o módulo da força que atua sobre a carga externa é o mesmo que de uma carga colocado no centro da casca.
Simetria Esférica
Provar Segundo teorema:Aplicando a Lei de Gauss paraS1 temos:
ELETRICIDADE
Cargas Elétricas
Campo Elétrico
Lei de Gauss
Potencial Elétrico
Corrente Elétrica
ELETROSTÁTICA
ELETRODINÂMICA
A energia potencial Elétrica:
A energia potencial Elétrica:
O Potencial Elétrico
Um elétron-volts – é uma energia igual ao trabalho necessário para deslocar uma carga elementar através de uma diferença de potencial de exatamente 1 volts.
como
Calcular a diferença de potencial entre dois pontos quaisquer i-f num campo E. Para isto, temos que determinar o trabalho realizado pelo E sobre a carga.
ELETRICIDADE
Cargas Elétricas
Campo Elétrico
Lei de Gauss
Potencial Elétrico
Capacitores
ELETROSTÁTICA
ELETRODINÂMICA
Capacitores
• Capacitores são elementos elétricos capazes de
armazenar carga elétrica e, conseqüentemente, energia
potencial elétrica.
Capacitores
• Podem ser esféricos, cilíndricos ou
planos, constituindo-se de dois condutores que, ao serem eletrizados, armazenam cargas elétricas de mesmo valor absoluto, porém de sinais contrários.
• Arranjo convencional é o CAPACITOR
DE PLACAS PARALELAS, que consiste em duas placas condutoras paralelas de área A separados por uma distância d.
Capacitância
Quando um Capacitor é carregado, suas placas adquirem cargas
iguais, mas de sinais opostos +q e –q.
Como as placas são condutoras, elas constituem uma superfície
Capacitância
A carga q e a diferença de potencial (V) para um capacitor são
proporcionais uma da outra, logo
C é uma constante de proporcionalidade, cujo valor depende da geometria das placas, que é chamada de CAPACITÂNCIA do capacitor.
q = C.V.
Capacitância
CARREGANDO UM CAPACITOR.
Um meio de carregar um capacitor é colocá-lo num circuito
elétrico com uma bateria.
Uma bateria é um dispositivo que mantém uma ddp (V) entre os
Capacitância
CALCULO DA CAPACITÂNCIA
Uma vez, conhecida a geometria do capacitor podemos calcular a
capacitância.
Receita:
Supor uma carga q sobre as placas; Calcular E entre as placas;
Conhecendo E, calculamos V; Calcular C.
Capacitância
CAPACITOR DE PLACAS PARALELAS
O campo elétrico entre as placas está relacionado com a carga q
sobre uma placa pela lei de Gauss:
A V entre as placas esta
relacionada com o E por:
Logo, a capacitância será
Logo, a capacitância só depende de fatores geométricos A e d.
Capacitância
CAPACITOR CILÍNDRICO
Consideremos um capacitor de comprimento L, formado por
dois cilíndricos de raios a e b.
A V entre as placas esta
relacionada com o E por:
Capacitância
CAPACITOR ESFÉRICO
Consideremos um capacitor esférico concêntrico de raios a e b.
A V entre as placas esta
relacionada com o E por:
Capacitância
CAPACITOR ISOLADO
Podemos atribuir uma capacitância a um único condutor esférico
isolado de raio R supondo que a placa que está faltando é uma esfera condutora de raio infinito.
Paralelo e Série
Quando existe uma combinação de capacitores num circuito,
podemos substituir-lo por um CAPACITOR EQUIVALENTE que tenha a mesma capacitância da combinação.
Capacitores em Série
Dois ou mais capacitores estarão associados em série quando entre eles
não houver nó, ficando dessa forma, o condutor negativo de um ligado diretamente ao condutor positiva do outro.
Ao estabelecermos uma (V) nos terminais da associação, haverá movimentação de elétrons nos fios que unem os capacitores até que estes estejam completamente carregados
Capacitores em Série
Ao ser conectada ao terminal positivo da pilha, o condutor do capacitor C1 fica eletrizada positivamente e induz uma separação de cargas no fio que o liga ao capacitor C2, atraindo elétrons para seu outro condutor que fica eletrizada negativamente, eletrizando o condutor positiva do capacitor C2, que por sua vez induz uma separação de cargas no fio que une este ao capacitor C3, e assim por diante.
CONCLUIMOS QUE:
Capacitores em Série
Denominamos Capacitor Equivalente aquele capacitor que, submetido à mesma (V) que a associação, adquire a mesma carga elétrica Q da associação.
por ser uma associação em série, a V nos terminais da associação é igual à s oma das ddp s individuais em cada capacitor.
Capacitores em Série
logo a capacitância equivalente será
Para n capacitores
A capacitância equivalente da ligação em série é sempre inferior à menor das capacitâncias na série.
Capacitores em Paralelo
Conectando os nós A e B aos terminais da pilha, os capacitores ficam sujeitos à mesma (V) e, se suas capacidades eletrostáticas forem diferentes, adquirem cargas elétricas Q1 e Q2 diferentes entre si.
Dois ou mais capacitores estão associados em paralelo quando seus terminais estão ligados aos mesmos nós e, conseqüentemente, sujeitos à mesma diferença de potencial V.
Capacitores em Paralelo
a carga elétrica total movimentada pela pilha, dos condutores positivos para as negativos, é igual à soma das cargas Q1 e Q2, até atingido o equilíbrio eletrostático
Capacitores em Paralelo
por ser uma associação em paralelo, a (V) é a mesma em todos os
capacitores
logo a capacitância equivalente será
Para n capacitores
Soma individuais dos capacitores
Armazenamento de
Energia num Campo
Um agente externo deve realizar trabalho para carregar um
capacitor.
O Trabalho necessário para carregar um capacitor é
armazenando na forma de energia potencial U no campo elétrico entre as placas. Esta energia pode ser recuperada a qualquer instante descarregando-se o capacitor em um circuito.
Suponha que um dado instante, uma carga q’ tenha sido
transferida de uma placa de um capacitor para outra. A (V) entre as placas será q’/C. Se transferimos, em seguida, uma carga extra dq’ (V = -W/q)
Armazenamento de
Energia num Campo
A quantidade adicional de trabalho necessário será
O trabalho necessário para elevar a carga total do capacitor até
um valor final q é
Tal W é armazenado sob forma de energia potencial no capacitor
Essa energia são válida para qualquer geometria do capacitor.
Densidade de Energia
Em um capacitor de placas paralelas, o campo elétrico possui o
mesmo valor em todos os pontos entre as placas. Assim a densidade de energia de carga(u), energia potencial por unidade de volume, também deve ser uniforme
Capacitor com um
Dielétrico
O que acontece com a capacitância quando preenchemos o espaço
entre as placas de um capacitor com um dielétrico, isto é, com um material isolante?
Faraday, percebeu que a
capacitância aumentava por um fator k, na qual denominou de constante dielétrica do material introduzido.
Capacitor com um
Dielétrico
Capacitor com um
Dielétrico
Um efeito da introdução de um dielétrico é limitar a (V) que pode
ser aplicada entre as placas a um certo valor máximo (Vmax).
Se esse valor for excedido, o
material dielétrico se romperá originando um caminho entre as placas.
Todo material dielétrico possui
uma rigidez dielétrica característica, que é a intensidade máxima do E que ele pode suportar sem sofrer ruptura.
Capacitor com um
Dielétrico
A capacitância de qualquer capacitor pode ser escrita como
onde L de dimensões de comprimento.
Capacitor placas paralelas L = Ad. Capacitor esférico L=4ab/(b-a)
Capacitor com um
Dielétrico
Para um capacitor com um dielétrico preenchendo
completamente o espaço entre as placas
Onde Car é a capacitância com ar entre as placas.
Capacitor com um
Dielétrico
Em uma região completamente preenchida por um material
dielétrico de constante k, todas as equações eletrostática contendo a constante de permissividade 0 devem ser modificadas substituindo
0 por k0.
Assim, para uma carga pontual no interior de um dielétrico,
temos
Dielétrico: Visão
Atômica
O que acontece em termos atômicos quando colocamos um
dielétrico num E?
Como o material é isolante, os elétrons
não conseguem deixar seus átomos e migrar para a placa positiva.
Os prótons e elétrons de cada átomo se
rearranjam formando dipolos.. Independentemente das moléculas terem momento de dipolo permanente ou não, as moléculas adquirem momento de dipolo por indução quando colocadas num campo elétrico externo.
O alinhamento produz um campo elétrico orientado no sentido oposto
ao do campo e menos intenso.
Quando os dipolos se alinham dizemos que o material está polarizado. O objetivo do dielétrico é criar um campo elétrico com sentido oposto
ao campo criado pelas placas, diminuindo a intensidade do campo quando o dielétrico é introduzido.
Entretanto, com ou sem dielétrico, o campo elétrico total deve
permanecer inalterado se a mesma V e a mesma separação d for mantida entre as placas, E = V/ d.