3 . 1 . O M O D E L O M O N E TA R I S TA D A I N F L A Ç Ã O 3 . 2 . A B O R D A G E M K E Y N E S I A N A 3 . 3 . A T E O R I A E S T R U T U R A L I S TA 3 . 4 . S E I G N I O R A G E E I M P O S T O I N F L A C I O N Á R I O 3 . 5 . I N F L A Ç Ã O E D E S E M P R E G O - A C U R V A D E P H I L I P S E A S M O D I F I C A Ç Õ E S D E F R I E D M A N E P H E L P S
2015
2016
2017
Teoria da Inflação, Paridade do
Poder de Compra e Expectativas
Leituras Recomendadas
Recomendadas
1. Rudgier Dornbusch & Stanley Fischer Richard Startz –Macroeconomia, 11ª Edição-Cap 19, pp- 455-497
2. N. Gregory Mankiew, Princípios de Macroeconomia, 6ª edição pp 250-262
3. Carvalho, Sousa, Sicsu, De Paula, Studart, Economia Monetária e Financeira, Editora Campus, 3ª Edição Revista – Cap 11 pp-149-148
Alternativas
1. Robert Barro and Vittorio Grilli, European Macroeconomics, Macmillan 1994
2. Anibal Campos Caiado, Gestão Bancária, Editora Internacional Lisboa 1998
Conceitos Básicos
1.
Recorda-se do conceito explicativo da inflação, assente no
crescimento continuo dos preços;
2.
O aumento sustentado da taxa de crescimento da moeda,
no longo prazo, leva a um igual aumento da taxa de
inflação;
3.
A taxa de inflação é igual a taxa de crescimento da moeda
ajustada pela tendência de crescimento da moeda real.
4.
O aumento sustentado do crescimento monetário não
exerce influencia sobre o produto.
5.
A escola monetarista defende que a inflação é causada
Tipos de Inflação
Inflação da demanda – excesso de procura
sobre o nivel de oferta disponivel na
economia
Inflação de Custos - decorrente de
aumentos nos custos, respassados para os
preços.
Inflação Inercial- mecanismos de
indexação da economia (preços, cambios,
salários etc...)
Conceitos Básicos
1. A relação entre inflação e crescimento, pode ser apresentada pela Teoria quantitativa da moeda 2. A alegação monetarista é de que a inflação é considerada como um fenómeno predominantemente monetário, assumindo que as mudanças no produto (y) e na velocidade (𝑣) ocorrem em magnitudes pequenas. 3. Hiperinflação – cenários de elevada inflação, a escala de 1000% 𝑀𝑉 = 𝑃𝑌 𝑚 + 𝑣 = 𝜋 + 𝑦 𝜋 = 𝑚 − 𝑦 - 𝑣 Representando em termos de taxas de crescimentoConceitos Básicos
1. Estudos empíricos permitiram identificar uma grande correlação entre a inflação e a ocorrência de deficits orçamentais. Os grandes deficit podem levar a emissão de moeda ou recursos a empréstimos do banco central sem esterilização. 2. Com o aumento da inflação, a receita real elevada pela tributação tende a diminuir, por conta da desfasagem entre o período de apuramento da matéria coletável e o período de pagamento, quando os preços tiverem subido. 3. O deficit orçamentário medido inclui o pagamento de juros sobre a divida. Quando a inflação aumenta, aumenta a taxa de juros nominais e consequentemente o endividamento 𝐷𝑒𝑓𝑖𝑐𝑖𝑡 𝐴𝑗𝑢𝑠𝑡𝑎𝑑𝑜 𝑝𝑒𝑙𝑎 𝐼𝑛𝑓𝑙𝑎çã𝑜 = 𝐷𝑒𝑓𝑖𝑐𝑖𝑡 𝑇𝑜𝑡𝑎𝑙 − 𝑇𝑎𝑥𝑎 𝑑𝑒 𝑖𝑛𝑓𝑙𝑎çã𝑜 ∗ 𝐷𝑖𝑣𝑖𝑑𝑎 𝑠𝑜𝑏𝑒𝑟𝑎𝑛𝑎Correlação Inflação e Oferta de Moeda
Dados Históricos do Brasil
0 5 10 15 20 25Oferta de Moeda
Inflação
Conceitos Básicos
Abordagem Keynesiana
1. Os keynesianos atribuem um papel crucial ao excesso de gastos públicos, passando a usar os gastos como variável de controle da economia. 2. O excesso de gastos públicos provocará inflação, quando a demanda cresce a ponto de pressionar os mercados de fatores de produção. Com isso, os preços dos fatores de produção (mão-de-obra, equipamentos etc.) elevar-se-ão, pressionando os custos e a inflação. Pa ss o 1 Excesso de Gastos Públicos Pass o 2 Excesso de Demanda Agregada Pass o 3 Pressão sobre Mercado de Fatores de Produção Pa ss o 4 Aumentos dos Preços dos Fatores Pass o 5 InflaçãoConceitos Básicos
Abordagem Estruturalista
1. Os estruturalistas entendem que os setores da economia crescem a ritmos diferentes, causando excesso de demanda nos mercados em que a oferta não tem capacidade de resposta. 2. As tensões inflacionárias seriam geradas pela falta de dinamismo da agricultura e da capacidade de importar. Entendiam-se que os países em desenvolvimento tenderiam a perder nas relações de troca à medida que o mundo vai se desenvolvendo, porque a demanda cresce mais para os bens produzidos nos países desenvolvidos do que para os bens produzidos nos países pobres. 3. Os diferentes grupos sociais tentam aumentar as respetivas parqcipações no PIB, fazendo com que a soma dessas tentaqvas seja superior ao todo (o PIB). A “acomodação” a esses pleitos é feita por meio da inflação.Conceitos Básicos
Abordagem Estruturalista
1. Para combater um processo inflacionário crónico, os estruturalistas defendem a adoção de incentivos fiscais e creditícios para aqueles setores que não têm capacidade de maior crescimento, porque são setores que não respondem a estímulos de preços. 2. Para evitar as pressões inflacionárias derivadas da incompatibilidade distributiva, propõem a adoção de politicas de rendas, com intervenção no processo de formação de preços (mercado de bens) e salários (mercado de trabalho).Conceitos Básicos
Abordagem Inercialista
1. Os inercialistas objetivavam explicar uma inflação que permanecia estável por vários anos em patamares elevados, independentemente da existência de excesso de demanda.
2. O inercialistas distinguem fatores aceleradores, mantenedores e sancionadores
da inflação. Essa era uma disqnção nova, que não estava presente na literatura internacional sobre a inflação. 3. Todas as teorias sobre a inflação centravam-se nos fatores aceleradores. Quando buscava descobrir a causa da inflação, uma teoria atinha-se a tentar determinar o que acelerava ou desacelerava a taxa de aumento dos preços. 4. Os monetaristas afirmavam que a inflação era causada (acelerada) pelo aumento da quantidade nominal de moeda acima do aumento da renda; os keynesianos atribuiam-na ao excesso de demanda em relação à oferta agregada; os estruturalistas, a estrangulamentos na oferta e aos efeitos propagadores dos aumentos setoriais de preços; 5. os administrativistas, ao poder monopolista de empresas, sindicatos e do próprio governo, que eram capazes de impor choques constantes de preços, os