LAUDO TÉCNICO DE PERICULOSIDADE.
VIGÊNCIA: FEVEREIRO DE 2015 à FEVEREIRO DE 2016
Empresa:
PANIFICADORA CONDE LTDA – MATRIZ
Equipe Técnica Executora:
Reginaldo Beserra Alves
Engº Segurança do Trabalho CREA 5907 – D/PB
SUMÁRIO INTRODUÇÃO ... 2 1. OBJETIVO GERAL ... 3 2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS ... 3 3. METODOLOGIA ... 3 3.1 APLICAÇÃO ... 4 3.2 DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA ... 4 3.3 IDENTIFICAÇÃO DO PROFISSIONAL ... 4 4. PARÂMETROS LEGAIS ... 4 5 PERICULOSIDADE (CLT) ... 5 5.1 PERICULOSIDADE (NR 16) ... 6
5.2 DESCRIÇÃO DO AMBIENTE DE TRABALHO ... 7
5.3 QUANTIDADE DE TRABALHADORES EXPOSTOS AO RISCO...6
5.4 SERVIÇOS COM ELETRICIDADE ... 7
5.5 METODO E EQUIPAMENTOS ... 7 6 ANÁLISE QUALITATIVA ... 8 6.1 ATIVIDADES DESENVOLVIDAS... 8 6.2 FUNDAMENTO LEGAL ... 8 CONCLUSÃO ... 8 BIBLIOGRAFIA... 9
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CARACTERÍSTICAS DA EMPRESA
RAZÃO SOCIAL: PANIFICADORA CONDE LTDA NOME FANTASIA: CONDE DO PÃO – MATRIZ
CNPJ: 04.486.759/0001-49
ENDEREÇO: RUA MARTIN AFONSO, 589 – CJ D. PEDRO I / ALVORADA
CNAE: 47.12-1-00
Atividade Principal: COMÉRCIO VAREJISTA DE MERCADORIAS EM GERAL, COM
PREDOMINÂNCIA DE PRODUTOS ALIMENTÍCIOS – MINIMERCADOS, MERCEARIAS E ARMAZÉNS.
GRAU DE RISCO: 02
HORÁRIO DE TRABALHO:
ADMINISTRATIVO - 08h00min às 16h30min/ 07h30min às 16h00min
CONFEITARIA - 10h00min às 18h20min/ 08h20min às 17h00min/ 13h10min as 21h30min/ 07h20min as 16h00min/ 13h00min as 18h00min/ 07h45min as 13h00min/ 12h45min as 18h00min/ 08h00min as 12h00min/ 14h00min as 19h00min/ 16h00min as 20h00min
PRODUÇÃO PADARIA - 06h10min as 14h45min/ 08h00min as 16h40min
BALCÃO - 05h10min às 13h30min/ 13h10min as 21h30min EXPEDIÇÃO - 06h00min às 14h30min/ 07h20min as 16h00min/ 12h40min as 21h00min/ 06h10min as 14h45min/ 03h20min as 12h00min/ 12h00min as 20h20min/ 11h20min as 20h20min/ 08h20min as 17h00min
ENCARREGADO BALCÃO - 09h00min às 19h30min GERÊNCIA Balcão - 09h10min às 21h30min
ENCOMENDA - 07h30min às 18h50min
APRENDIZ - 08h00min as 12h00min/ 13h00min as 18h00min MOTORISTA - 09h30min as 18h00min
INTRODUÇÃO
A elaboração do Laudo Técnico de Periculosidade cumpre determinação das Normas Regulamentadoras NR-16, Decreto 93.412 de 14/10/86, e NR-20 respectivamente, os quais
devem ser elaborados por profissional devidamente habilitado e registrado no respectivo conselho de classe.
O exercício de trabalho em condições de periculosidade, de acordo com a Norma Regulamentadora NR-16 do Ministério do Trabalho de 08 de junho de 1978, assegura ao trabalhador a percepção de adicional de 30% (trinta por cento) sobre o salário base (sem os acréscimos resultantes de gratificações, prêmios, ou participação nos lucros da empresa.
O pagamento do adicional de periculosidade não exime o empregador de implantar medidas que possam neutralizar e até eliminar a situação de risco.
A eliminação, através de medida de proteção coletiva ou individual da situação de risco realizada por especialistas, será comprovada através de avaliação pericial no qual permitirá a cessação do pagamento do adicional de periculosidade.
Para que haja monitoramento da situação de risco, faz-se necessário uma revisão anual do respectivo laudo.
1. OBJETIVO GERAL
Cumprir determinações legais, através de parecer técnico de situações de riscos nos quais possam caracterizar periculosidade.
2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS
A elaboração deste laudo tem como finalidade avaliar as condições de riscos em periculosidade nos ambientes de trabalho da empresa PANIFICADORA CONDE LTDA –
CONDE DO PÃO - MATRIZ, provenientes das atividades de cada situação considerada
agressiva a segurança e a saúde dos colaboradores. Bem como verificar as condições de exercício do trabalho com características especiais visando a identificação de atividades e operações perigosas, de acordo com os parâmetros estabelecidos pelas normas regulamentadoras n° 16, da portaria n°3214/78, do Ministério do Trabalho e Emprego e outros dispositivos legais correlatas.
3. METODOLOGIA
Visita nas instalações da empresa, NR-16, Artigos 193 a 197 da CLT, Portaria 93.412 de 14/10/86 e outros requisitos legais.
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3.1 APLICAÇÃO
Aplicam-se nas dependências, processos e atividades da empresa:
PANIFICADORA CONDE LTDA – MATRIZ
3.2 DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA
NR 16 - Atividades e Operações Perigosas.
3.3 IDENTIFICAÇÃO DO PROFISSIONAL
Responsável Técnico: Reginaldo Beserra Alves
Profissão: Engenheiro de Segurança do Trabalho
Registro CREA: 5.907-D/PB
Período: Fevereiro de 2015 a Fevereiro de 2016.
4. PARÂMETROS LEGAIS
Este documento foi elaborado conforme o que descreve as legislações vigentes do Ministério do Trabalho e Emprego- MTE. Os critérios para a emissão dos foram fundamentados no capítulo V, Título II da CLT – Consolidação das Leis do Trabalho, em sua redação dada pela Lei 6.514, de 22/12 1977, portaria 3.214 de 08/06/1978, dentre outras legislações cabíveis;
• Normas Regulamentadoras – NR n° 16 – Periculosidade
• Da portaria n° 3.214/78 da Lei 6.514 de 22 de dezembro de 1977, do Ministério do Trabalho e Emprego- MTE.
• Lei n° 7369, de 20 de setembro de 1985, institui salário adicional para os empregos do setor de energia elétrica, em condições de periculosidade.
• Decreto n° 93.412, de 14 de outubro de 1986 institui salário adicional para os empregos do setor de energia elétrica, em condições de periculosidade,
• Consolidação das Leis do Trabalho- CLT no caso específico das atividades perigosas, diz os artigos 193 e 194 da CLT;
• Artigo 7° XXIII da Constituição Federal de 1988;
“... Enunciado n° 361, de 13 de agosto de 1988 do Trabalho Superior do Trabalho – TST Adicional de Periculosidade Eletricitários – Exposição Intermitente.
O trabalho exercido em condições perigosas, embora de forma intermitente, dá direito ao empregado a receber o adicional de periculosidade de forma integral, tendo em vista que a Lei 7.369/85 não estabeleceu qualquer proporcionalidade em relação ao seu pagamento...”
“... Orientação Jurisprudencial n° 324, Publicada no DJ em 09/12/2003, é assegurado o adicional de periculosidade apenas aos empregados que trabalham em sistema elétrico de potencia em condições de risco, ou que façam com equipamentos e instalações elétricas similares, que ofereçam risco equivalente, ainda que em unidade consumidora de energia elétrica...”
5 PERICULOSIDADE (CLT)
Artigo 193 “... consideram-se atividades ou operações perigosas, na forma da regulamentação aprovada pelo Ministério do Trabalho, aquelas que, por sua natureza ou métodos de trabalho, impliquem o contato permanente com inflamáveis ou explosivos em condições de risco acentuado...”
1º “ o trabalho em condições de periculosidade assegura ao empregado um adicional de 30% (trinta por cento), sobre o salário sem os acréscimos resultantes de gratificação, prêmios de participação nos lucros da empresa.
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Art. 194- O direito do empregado ao adicional de insalubridade ou de periculosidade cessará com a eliminação do risco á sua saúde ou integridade física, nos termos desta e das normas expedidas pelo Ministério do Trabalho.
5.1 PERICULOSIDADE (NR 16)
São consideradas atividades e operações perigosas as constantes nos anexos números 1 e 2 desta Norma Regulamentadora (NR16).
O exercício do trabalho em condições de periculosidade assegura o trabalhador à percepção do adicional de 30% (trinta por cento), incidentes sobre o salário, sem os acréscimos resultantes de gratificações, prêmios ou participações nos lucros da empresa.
É facultado as empresas e aos sindicatos das categorias profissionais interessadas requerer ao Ministério do Trabalho, através das Superintendências Regionais do Trabalho e Emprego a realização de perícia em estabelecimentos ou setor da empresa com o objetivo de caracterizar ou classificar ,ou determinar atividade perigosa.
O disposto no parágrafo anterior não prejudica a ação fiscalizadora do Ministério do Trabalho nem a realização ex-ofício da perícia.
Para os fins desta Norma Regulamentadora são consideradas atividades ou operações perigosas as:
As executadas com explosivos sujeitos a:
a) Degradação química ou auto catalítica;
b) Ação de agentes extintores, tais como calor, umidade, faíscas, fogo ou fenômenos sísmicos, choques e atritos;
c) Inflamáveis líquidos e gasosos;
d) As operações de transporte de inflamáveis líquidos ou gasosos liquefeitos, em quaisquer vasilhames e a granel, são considerados em condição de periculosidade.
5.2 DESCRIÇÃO DO AMBIENTE DE TRABALHO
O Estabelecimento possui as seguintes características estruturais: prédio com paredes de alvenaria, cobertura de alumínio e algumas telhas translúcidas, piso de cimento. A empresa é formada pelos seguintes setores: Confeitaria, Cozinha,
Produção do pão, Expedição, Loja, Açougue, Administração..
5.3 QUANTITATIVO DE TRABALHADORES EXPOSTOS AO RISCO
Intervenções elétricas envolvendo risco da empresa PANIFICADORA CONDE
LTDA – CONDE DO PÃO - MATRIZ é realizado por empresa terceirizada. Para
pequenos serviços de manutenção elétrica tipo troca de lâmpada, substituição de tomadas, etc, esse processo é realizado com circuito desenergizado e por empresa terceirizada. Portanto nenhum colaborador da PANIFICADORA CONDE LTDA –
MATRIZ, está exposto ao risco elétrico. Não há nas instalações da empresa nenhuma
substância inflamável e/ou explosiva.
5.4 SERVIÇOS COM ELETRICIDADE
A empresa PANIFICADORA CONDE LTDA – MATRIZ recebe da concessionária Manaus Energia 220V Trifásico, é distribuído 220V e 110V Monofásico para alimentar as máquinas e equipamentos, instalações prediais, computadores, ar-condicionado, etc.
5.5 METODO E EQUIPAMENTOS
A metodologia utilizada para avaliação do exercício do trabalho em condições de periculosidade nas instalações elétricas foi qualitativa, resultante da inspeção do local de trabalho.
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6 ANÁLISE QUALITATIVA
6.1 ATIVIDADES DESENVOLVIDAS
Quem realiza os serviços de manutenção preventiva de risco nas instalações elétricas e prediais da PANIFICADORA CONDE LTDA – MATRIZ é uma empresa terceirizada.
6.2 FUNDAMENTO LEGAL
A fundamentação legal para o pagamento do adicional de periculosidade ao empregado que exerce atividade no Setor de Energia Elétrica está contido na Lei nº 7.369/85, regulamentada pelo Decreto nº 92.212/85. Esse Decreto foi revogado, a segunda regulamentação é feita pelo decreto nº 93.412 de 14/10/86, em vigor e NR 16.
CONCLUSÃO
Após inspeção in loco nas instalações da PANIFICADORA CONDE LTDA –
MATRIZ, constatou-se que toda e qualquer intervenção envolvendo sistema energizado é
realizada por empresa terceirizada, Não há inflamáveis nem explosivos que caracterize condições perigosas. Portanto, conforme fundamentação técnica e legal, conclui-se que
nenhum colaborador da referida empresa FAZ JUS A PERCEPÇÃO DO ADICIONAL
BIBLIOGRAFIA
NR’s-16 da Portaria 3.214 de 08 de junho de 1978; Lei 6.514, de 22/12/77 aprovadas pela Portaria 3.214/78 da NR-16, tendo sua existência jurídica assegurada através dos artigos 193 a 197 da CLT; Lei 7.369/85 e do Decreto 93.412/86; Lei nº 7.369/85, regulamentada pelo Decreto nº 92.212/85; decreto nº 93.412 de 14/10/86; NBR 5460/81.