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Teoria da Contabilidade. Prof. Lincoln Santos Lopes

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Academic year: 2021

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Teoria da Contabilidade

Prof. Lincoln Santos Lopes

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(2)

Conceito de Tributo

Art. 3º Tributo é toda prestação pecuniária

compulsória, em moeda ou cujo valor nela se possa

exprimir, que não constitua sanção de ato ilícito,

instituída em lei e cobrada mediante atividade

(3)
(4)

ELEMENTOS DO TRIBUTO

1. FATO GERADOR

O fato gerador é a natureza do pagamento do imposto. Denomina-se fato gerador a concretização da hipótese de incidência tributaria prevista em abstrato na lei, que gera (faz nascer) a obrigação tributária.

Exemplo: Prestação de serviços = Fato gerador do ISS

2. BASE DE CÁLCULO

A base de cálculo é o valor apurado antes de calcular a alíquota do imposto. Se trata do valor sobre o qual é aplicada a alíquota (percentual) para apurar o valor do tributo a pagar”.

Portanto, entende-se como base de cálculo o valor da operação que será utilizada posteriormente como o montante a aplicar as alíquotas dos impostos, buscando o montante do tributo a recolher.

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ELEMENTOS DO TRIBUTO

3. ALÍQUOTA

É o percentual definido em lei que, aplicado sobre a base de cálculo, determina o montante do tributo a ser pago. Entende-se por alíquota o valor fracionário, definido em legislação ordinária, que representa a faixa de recolhimento de determinado tributo.

Exemplo: Alíquota do PIS no Lucro Presumido: 0,65%

4. ADICIONAL

O valor de tributo adicional é definido por legislação específica. A lei pode determinar o pagamento de um imposto adicional, que incide sobre determinado valor que ela fixar.

(6)

ELEMENTOS DO TRIBUTO

5. MONTANTE DO TRIBUTO

É o valor encontrado o qual o contribuinte deverá recolher ao órgão fiscalizador. Se trata do resultado obtido pela aplicação da alíquota sobre a base de cálculo.

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GRUPO DE TRIBUTOS

O CTN define o tributo em três formas em seu artigo 5°:

“Art.5º Os tributos são impostos, taxas, e contribuições de melhoria”.

1. IMPOSTOS

Art. 16 do CTN: “Imposto é o tributo cuja obrigação tem por fato gerador uma situação independente de qualquer atividade estatal específica, relativa ao contribuinte”.

• ISS • IPTU • IPVA • ICMS • ITCMD • PIS

• COFINS Contribuições Especiais - Vinculação

• CSLL • IRPJ

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GRUPO DE TRIBUTOS

2. TAXAS

Art. 77 do CTN: “As taxas cobradas pela União, pelos Estados, pelo Distrito

Federal ou pelos Municípios, no âmbito de suas respectivas atribuições, têm como fato gerador o exercício regular do poder de polícia, ou a utilização, efetiva ou potencial, de serviço público específico e divisível, prestado ao contribuinte ou posto à sua disposição”.

TFE – Taxa de Fiscalização de Estabelecimentos TFA– Taxa de Fiscalização de Anúncios

Entre outros.

3. CONTRIBUIÇÕES DE MELHORIAS

Art. 81 do CTN: “A contribuição de melhoria cobrada pela União, pelos

Estados, pelo Distrito Federal ou pelos Municípios, no âmbito de suas respectivas atribuições, é instituída para fazer face ao custo de obras públicas de que decorra valorização imobiliária, tendo como limite total a despesa realizada e como limite individual o acréscimo de valor que da obra resultar para cada imóvel beneficiado”.

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Tributos Diretos: Incidentes diretamente com o sujeito que praticou o fato gerador Ex: IRPJ e CSLL

Tributos Indiretos: Incidentes sobre as operações com mercadorias e serviços, repassados ao consumidor final, que se torna o contribuinte de fato destes tributos. Ex: PIS, COFINS, ISS

Custo R$ 10,00 Lucro 10% Total R$ 11,00 Indiretos Diretos Pis 0,65% Lucro R$ 1,00 Cofins 3,00% IRPJ 4,80% R$ 0,05 ISS 5,00% CSLL 2,88% R$ 0,03 Total 8,65% Total R$ 0,08 Preço de Venda PIS/COFINS R$ 0,44

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Princípios Tributários

Princípio da legalidade - Instituir tributo através de lei

Princípio da isonomia - todos os contribuintes são iguais perante o fisco.

Princípio da anterioridade - proíbe a cobrança de tributos no mesmo exercício de sua

instituição (As exceções para esse princípio são o Imposto de Importação, o Imposto de Exportação, o IPI, o IOF e os impostos extraordinários (em caso de guerra). NonagesimalPrincípio da irretroatividade - proíbe a lei de retroagir

Princípio da capacidade tributária - os impostos serão graduados conforme a capacidade

econômica do contribuinte.

Princípio da uniformidade - os tributos instituídos pela União serão uniformes em todo o

território nacional

Princípio da inconstitucionalidade - a lei tributária será inconstitucional quando não estiver

de acordo com a CF

Princípio de proteção fiscal - Mandado de segurança para proteger direitos

Principio da vedação ao confisco – Ultrapasse o patrimônio pessoal

Principio da liberdade de tráfego – Limitar deslocamento

Principio da transparência – Informar os gastos públicos e destinação dos tributos

Principio da não cumulatividade – Compensar pagamentos anteriores

Principio da seletividade – Mais essencial, menor a carga

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REGIMES TRIBUTÁRIOS

No cenário tributário brasileiro, existem diversas formas de tributação. A seguir, destacamos as 4 principais maneiras de apuração de tributos federais.

1. SIMPLES NACIONAL

O Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte – Simples Nacional – é o regime de apuração de impostos que unifica todas as contribuições em uma única apuração e guia de pagamento. Seu recolhimento é realizado através do DAS – Documento de Arrecadação do Simples, e tem apuração de forma mensal.

O Simples Nacional tem os seguintes limites de faturamento anual, a partir de 2012:

MEI – Até R$ 60.000,00

ME – de 0,01 a R$ 360.000,00

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REGIMES TRIBUTÁRIOS

1. SIMPLES NACIONAL

Dentro do sistema de arrecadação do Simples Nacional existem 5 anexos que são utilizados de acordo com a atividade em questão.

ANEXO I – Comércio ANEXO II – Indústrias

ANEXO III – Locação de Bens Móveis e Prestação de serviços ANEXO IV – Prestação de serviços (não constantes no Anexo III) ANEXO V – Prestação de serviços (não constantes no Anexo III)

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REGIMES TRIBUTÁRIOS

2. LUCRO PRESUMIDO

É o regime em que o fisco pré-determina um lucro operacional o qual deverão ser aplicadas as alíquotas do IRPJ e CSLL. O PIS e a COFINS tem alíquotas fixas.

PIS – 0,65%

COFINS – 3% na maioria dos casos IRPJ – 15%

CSLL – 9%

No caso da atividade estar sujeita ao ICMS ou ISS, deverão ser aplicadas as regras estadual ou municipal, respectivamente.

As alíquotas de IRPJ e CSLL serão aplicadas após encontradas a base de cálculo através da presunção que pode variar de acordo com a atividade, conforme a seguir.

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REGIMES TRIBUTÁRIOS

2. LUCRO PRESUMIDO

Alíquotas de presunção do IRPJ

Atividades Percentual IRPJ

Atividades em geral (RIR/ 999, art.518) 8%

Revenda de combustíveis 1,6%

Serviços de transporte (exceto o de carga) 16%

Serviços de transporte de cargas 8%

Serviços em geral (exceto hospitalares) 32%

Serviços hospitalares 8%

Intermediação de negócios 32%

Administração, locação ou cessão de bem e direitos de qualquer

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REGIMES TRIBUTÁRIOS

2. LUCRO PRESUMIDO

Alíquotas de presunção da CSLL

Atividades Percentual CSLL Comerciais, industriais, serviços hospitalares e de transportes

12%

Prestação de serviços em geral, exceto a de serviços

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REGIMES TRIBUTÁRIOS

3. LUCRO REAL

O regime do Lucro Real é aquele em que Imposto de Renda e a Contribuição Social são recolhidos com base no lucro que de fato a empresa obteve. No caso da obtenção de prejuízo, não há saldo de IR e CS a pagar. Com isso, entende-se que o Lucro Real é o lucro líquido do período de apuração ajustado pelas adições, exclusões e compensações prescritas ou autorizadas pela legislação do imposto sobre a renda.

ADIÇÕES

Adições são ajustes obrigatórios que têm por finalidade aumentar imposto. São valores debitados ao resultado contábil, mas não dedutíveis do lucro real, por isso, na determinação do lucro real deverão ser adicionadas ao lucro líquido apurado pela empresa.

EXCLUSÕES

As exclusões são valores que podem ser abatidos do lucro líquido visando a diminuição do imposto a pagar.

(17)

REGIMES TRIBUTÁRIOS

3. LUCRO REAL

PIS E COFINS NO LUCRO REAL

O PIS e COFINS a pagar serão apurados através dos débitos levantados nas receitas auferidas, confrontados com os créditos de insumos obtidos através dos custos. O Artigo 3º da Lei 10.833 de 2003 relaciona os créditos que poderão ser descontados.

Mesmo que enquadradas no regime do Lucro Real, não estão sujeitas ao regime não-cumulativo para apuração de PIS e COFINS, as empresa que se enquadrem nas disposições do Art. 10 da Lei 10.833 de 2003, que utilizam a sistemática e alíquotas do Lucro Presumido para apuração de PIS e COFINS.

ALÍQUOTAS LUCRO REAL

PIS – 1,65% (Salvo os casos previstos no Art. 10 da Lei 10.833 de 2003). COFINS – 7,6% (Salvo os casos previstos no Art. da Lei 10.833 de 2003). IRPJ – 15%

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REGIMES TRIBUTÁRIOS

4. LUCRO ARBITRADO

O lucro arbitrado é um regime de tributação que pode ser instituído pelo fisco como uma forma de punição ou pode ser uma opção do contribuinte visando a redução do pagamento de impostos.

A empresa que estiver sujeita à tributação com base no Lucro Real e que não mantiver escrituração e deixar de elaborar as demonstrações exigidas pela legislação fiscal poderá ter seu Lucro Arbitrado. No entanto, há a possibilidade de opção pelo lucro arbitrado pelo contribuinte, mesmo mantendo a escrituração contábil e conhecendo o resultado. Quando este for aplicado, por opção do contribuinte, a validade legal está prevista no artigo 531 do RIR/99.

(19)

Atividade (faturamento) Percentual de Arbitramento

CSLL IRPJ

Venda, para consumo, de combustível derivado de petróleo, álcool etílico carburante e gás natural. 12,00% 1,92% Venda de mercadorias ou produtos

12,00% 9,60% Serviços de transportes de cargas

Serviços hospitalares Atividade rural

Industrialização de produtos em que a matéria-prima, ou produto intermediário, ou material de embalagem tenham sido fornecidos por quem encomendou a industrialização.

Atividade imobiliária

Construção por empreitada, quando houver emprego de materiais próprios, em qualquer quantidade. Demais atividades

Demais serviços de transportes 12,00%

19,20% Prestadoras exclusivamente de serviços (exceto hospitalares, de transporte e de prestadoras de serviços com

profissão regulamentada), cuja receita bruta anual não ultrapasse a R$ 120.000,00.

32,00%

Demais serviços: serviços em geral não previstos acima, inclusive os prestadores de serviços com profissão regulamentada; intermediação de negócios, administração, locação ou cessão de bens imóveis, móveis e direitos de qualquer natureza, serviços de mão de obra de construção civil, quando a prestadora não empregar materiais de sua responsabilidade nem se responsabilizar pela execução da obra e factoring.

32,00% 38,40%

Bancos comerciais, bancos de investimentos, bancos de desenvolvimento, caixas econômicas, sociedades de créditos, financiamento e investimento, sociedade de crédito imobiliário, sociedades corretoras de títulos, valores mobiliários e câmbios, distribuidoras de títulos e valores mobiliários, empresas de arrendamento mercantil, cooperativas de crédito, empresas de seguros privados e capitalização e entidades de previdência privada aberta.

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Artigo 113 do CTN

TÍTULO II

Obrigação Tributária CAPÍTULO I Disposições Gerais

Art. 113. A obrigação tributária é principal ou acessória.

§ 1º A obrigação principal surge com a ocorrência do fato gerador, tem por objeto o pagamento de tributo ou penalidade pecuniária e extingue-se juntamente com o crédito dela decorrente.

§ 2º A obrigação acessória decorre da legislação tributária e tem por objeto as prestações, positivas ou negativas, nela previstas no interesse da arrecadação ou da fiscalização dos tributos. – (Dever

Instrumental)

§ 3º A obrigação acessória, pelo simples fato da sua inobservância, converte-se em obrigação principal relativamente à penalidade pecuniária.

CAPÍTULO II Fato Gerador

Art. 114. Fato gerador da obrigação principal é a situação definida em lei como necessária e suficiente à sua ocorrência.

Art. 115. Fato gerador da obrigação acessória é qualquer situação que, na forma da legislação aplicável, impõe a prática ou a abstenção de ato que não configure obrigação principal.

(21)

Regra Matriz de Incidência Tributária

Conhecida como RMIT – Paulo de Barros Carvalho

Antecedente – Consequente, Hipótese de Incidência Tributária

Antecedente

Critério Material: Verbo + Complemento

Critério Espacial: Limite Territorial

Critério Temporal: Tempo, Data,

Consequente

Aspecto Pessoal: Sujeito Passivo x Sujeito Ativo

Aspecto Quantitativo: Base de Cálculo x Alíquota

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Obrigação Tributária Principal

Art. 113. A obrigação tributária é principal ou

acessória.

§ 1º A obrigação principal surge com a

ocorrência do fato gerador, tem por objeto o

pagamento de tributo ou penalidade pecuniária

e extingue-se juntamente com o crédito dela

decorrente.

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Obrigação Tributária Acessória

§ 2º A obrigação acessória decorre da legislação

tributária e tem por objeto as prestações, positivas

ou negativas, nela previstas no interesse da

arrecadação ou da fiscalização dos tributos. –

(Dever Instrumental)

§ 3º A obrigação acessória, pelo simples fato da

sua inobservância, converte-se em obrigação

principal relativamente à penalidade pecuniária.

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Lançamento

É a constituição do crédito tributário

• Oficio

• Homologação

• Declaração ou Misto

(25)

Suspensão do Crédito Tributário

È a paralisação temporária de sua exigibilidade

• Moratória (postergação do imposto);

• o depósito do montante integral;

• as reclamações e os recursos administrativos;

• a concessão de medida liminar em mandado de

segurança;

• a concessão de medida liminar ou de tutela

antecipada, em outras espécies de ação judicial;

• o parcelamento.

(26)

Extinção do Crédito Tributário

• pagamento do crédito tributário;

• compensação;

• transação;

• remissão;

• Decadência (perde o direito de efetuar o lançamento);

• Prescrição (perde o direito de cobrar o tributo);

• pela conversão do depósito em renda;

• com a homologação do pagamento antecipado;

• com a consignação em pagamento (Ação do contribuinte);

• com a decisão administrativa favorável ao sujeito passivo de caráter

irreformável;

• com a decisão judicial transitada em julgado;

• dação em pagamento em bens imóveis.

(27)

Exclusão do Crédito Tributário

È a não-exigibilidade do crédito tributário

• Isenção – Pratica o fato gerador mas a lei o

desobriga de pagar

• Anistia – Multas e juros

(28)

Obrigação Principal e

Acessória

• 28 - Amarela

• As obrigações tributárias dividem-se em principais e

acessórias. Dentre as alternativas relacionadas,

assinale a que corresponde a uma obrigação

principal.

• A) Escrituração dos livros fiscais.

• B) Emissão da nota fiscal de venda de mercadoria ou

serviço.

• C) Cálculo do saldo credor de ICMS por uma empresa

exportadora.

• D) Pagamento dos tributos incidentes sobre a

prestação de serviços de qualquer natureza.

(29)

Obrigação Principal e

Acessória

• 28 - Amarela

• As obrigações tributárias dividem-se em principais e

acessórias. Dentre as alternativas relacionadas,

assinale a que corresponde a uma obrigação

principal.

• A) Escrituração dos livros fiscais.

• B) Emissão da nota fiscal de venda de mercadoria ou

serviço.

• C) Cálculo do saldo credor de ICMS por uma empresa

exportadora.

• D) Pagamento dos tributos incidentes sobre a

prestação de serviços de qualquer natureza.

(30)

Espécies Tributárias

• 29 - Amarela

• “Espécie tributária destinada a atender às

despesas

extraordinárias

decorrentes

de

calamidade pública, guerra externa ou sua

iminência.” Este conceito se aplica a:

• A) Taxa.

• B) Imposto.

• C) Empréstimo compulsório.

• D) Contribuição de melhoria.

(31)

Espécies Tributárias

• 29 - Amarela

• “Espécie tributária destinada a atender às

despesas

extraordinárias

decorrentes

de

calamidade pública, guerra externa ou sua

iminência.” Este conceito se aplica a:

• A) Taxa.

• B) Imposto.

• C) Empréstimo compulsório.

• D) Contribuição de melhoria.

(32)

Princípios Tributários

• 30 - Amarela

• O conceito de tributo pode ser encontrado no art. 3º do

Código Tributário Nacional, ao exprimir que “tributo é

toda prestação pecuniária compulsória, em moeda ou

cujo valor nela se possa exprimir, que não constitua

sanção de ato ilícito, instituída em lei e cobrada mediante

atividade administrativa plenamente vinculada”. Ao

condicionar a existência do tributo a sua instituição em

lei, tal definição encontra-se amparada por qual dos

princípios constitucionais?

• A) Isonomia.

• B) Legalidade.

• C) Anterioridade.

• D) Irretroatividade.

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Princípios Tributários

• 30 - Amarela

• O conceito de tributo pode ser encontrado no art. 3º do

Código Tributário Nacional, ao exprimir que “tributo é

toda prestação pecuniária compulsória, em moeda ou

cujo valor nela se possa exprimir, que não constitua

sanção de ato ilícito, instituída em lei e cobrada mediante

atividade administrativa plenamente vinculada”. Ao

condicionar a existência do tributo a sua instituição em

lei, tal definição encontra-se amparada por qual dos

princípios constitucionais?

• A) Isonomia.

• B) Legalidade.

• C) Anterioridade.

• D) Irretroatividade.

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(34)

Extinção do Crédito

• 28 - Amarela

• O crédito tributário representa o direito de crédito da

Fazenda Pública perante o contribuinte ou o

responsável a pagar o tributo. O Código Tributário

Nacional define as hipóteses de extinção, suspensão e

exclusão do crédito tributário. Qual dos meios a

seguir NÃO acarreta em extinção da exigibilidade do

crédito tributário?

• A) Pagamento.

• B) Parcelamento.

• C) Compensação.

• D) Decisão judicial passada em julgado.

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Extinção do Crédito

• 28 - Amarela

• O crédito tributário representa o direito de crédito da

Fazenda Pública perante o contribuinte ou o

responsável a pagar o tributo. O Código Tributário

Nacional define as hipóteses de extinção, suspensão e

exclusão do crédito tributário. Qual dos meios a

seguir NÃO acarreta em extinção da exigibilidade do

crédito tributário?

• A) Pagamento.

• B) Parcelamento.

• C) Compensação.

• D) Decisão judicial passada em julgado.

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Entes Tributantes

• 31 - Branca

• De acordo com o a Lei nº 5.172/1.966 (Código

Tributário Nacional), um dos elementos da obrigação

tributária é a sujeição ativa. De acordo com a

definição prevista pelo Código Tributário Nacional

podem ser sujeitos ativos da obrigação tributária os

entes denominados a seguir, EXCETO:

• A) União.

• B) Estados.

• C) Municípios.

• D) Contribuintes.

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Entes Tributantes

• 31 - Branca

• De acordo com o a Lei nº 5.172/1.966 (Código

Tributário Nacional), um dos elementos da obrigação

tributária é a sujeição ativa. De acordo com a

definição prevista pelo Código Tributário Nacional

podem ser sujeitos ativos da obrigação tributária os

entes denominados a seguir, EXCETO:

• A) União.

• B) Estados.

• C) Municípios.

• D) Contribuintes.

(38)

Espécies Tributárias

• 33 - Branca

• As espécies tributárias são definidas pelo Código

Tributário Nacional (Lei nº 5.172/1966). Na hipótese

em que a Secretaria de Obras do Município

pavimente uma determinada rua e desse fato seja

gerada valorização imobiliária aos moradores daquela

rua, a cobrança de qual dos tributos a seguir poderia

ser ensejada pelo Município?

• A) Taxa.

• B) Imposto.

• C) Empréstimo compulsório.

• D) Contribuição de melhoria.

(39)

Espécies Tributárias

• 33 - Branca

• As espécies tributárias são definidas pelo Código

Tributário Nacional (Lei nº 5.172/1966). Na hipótese

em que a Secretaria de Obras do Município

pavimente uma determinada rua e desse fato seja

gerada valorização imobiliária aos moradores daquela

rua, a cobrança de qual dos tributos a seguir poderia

ser ensejada pelo Município?

• A) Taxa.

• B) Imposto.

• C) Empréstimo compulsório.

• D) Contribuição de melhoria.

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Divida Ativa

• 28.-2017 O Plano de Contas Aplicado ao Setor Público – PCASP

distingue a dívida ativa quanto à origem, conforme previsto na Lei

n.º 4.320/1964: dívida ativa tributária e dívida ativa não tributária.

• Considerando-se o que estabelece a Lei n.º 4.320/64, assinale a

opção que contenha apenas itens que podem dar origem à

inscrição em Dívida Ativa Tributária.

• a) Empréstimos compulsórios, contribuições estabelecidas em lei,

multa de qualquer origem ou natureza.

• b) Foros, laudêmios, aluguéis ou taxas de ocupação, custas

processuais, preços de serviços prestados por estabelecimentos

públicos.

• c) Impostos, taxas, contribuição de melhoria e os respectivos

adicionais e multas.

• d) Indenizações e créditos decorrentes de obrigações em moeda

estrangeira

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Divida Ativa

• 28.-2017 O Plano de Contas Aplicado ao Setor Público – PCASP

distingue a dívida ativa quanto à origem, conforme previsto na Lei

n.º 4.320/1964: dívida ativa tributária e dívida ativa não tributária.

• Considerando-se o que estabelece a Lei n.º 4.320/64, assinale a

opção que contenha apenas itens que podem dar origem à

inscrição em Dívida Ativa Tributária.

• a) Empréstimos compulsórios, contribuições estabelecidas em lei,

multa de qualquer origem ou natureza.

• b) Foros, laudêmios, aluguéis ou taxas de ocupação, custas

processuais, preços de serviços prestados por estabelecimentos

públicos.

• c) Impostos, taxas, contribuição de melhoria e os respectivos

adicionais e multas.

• d) Indenizações e créditos decorrentes de obrigações em moeda

estrangeira

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Legislação Tributária

• 31. De acordo com o que estabelece o Código Tributário Nacional a respeito da interpretação e integração da legislação tributária, é CORRETO afirmar que:

• a) a legislação tributária que disponha sobre suspensão ou exclusão do crédito tributário; a outorga de isenção; e a dispensa do cumprimento de obrigações tributárias acessórias, é interpretada literalmente.

• b) em caso de dúvida quanto à autoria, imputabilidade ou punibilidade, interpretasse a lei tributária que define infrações, ou lhe comina penalidades, da maneira menos favorável ao acusado.

• c) na ausência de disposição expressa, para aplicar a legislação tributária a autoridade competente utilizará, sucessivamente, na ordem indicada: os princípios gerais de direito privado; a equidade; a ampla defesa.

• d) o emprego da analogia e da equidade na interpretação da legislação tributária deverão resultar, respectivamente, em exigência de tributo não previsto em lei e na dispensa do pagamento de tributo devido.

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Legislação Tributária

• 31. De acordo com o que estabelece o Código Tributário Nacional a respeito da interpretação e integração da legislação tributária, é CORRETO afirmar que:

• a) a legislação tributária que disponha sobre suspensão ou exclusão do crédito tributário; a outorga de isenção; e a dispensa do cumprimento de obrigações tributárias acessórias, é interpretada literalmente.

• b) em caso de dúvida quanto à autoria, imputabilidade ou punibilidade, interpretasse a lei tributária que define infrações, ou lhe comina penalidades, da maneira menos favorável ao acusado.

• c) na ausência de disposição expressa, para aplicar a legislação tributária a autoridade competente utilizará, sucessivamente, na ordem indicada: os princípios gerais de direito privado; a equidade; a ampla defesa.

• d) o emprego da analogia e da equidade na interpretação da legislação tributária deverão resultar, respectivamente, em exigência de tributo não previsto em lei e na dispensa do pagamento de tributo devido.

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