Conceito de Tributo
Art. 3º Tributo é toda prestação pecuniária
compulsória, em moeda ou cujo valor nela se possa
exprimir, que não constitua sanção de ato ilícito,
instituída em lei e cobrada mediante atividade
ELEMENTOS DO TRIBUTO
1. FATO GERADOR
O fato gerador é a natureza do pagamento do imposto. Denomina-se fato gerador a concretização da hipótese de incidência tributaria prevista em abstrato na lei, que gera (faz nascer) a obrigação tributária.
Exemplo: Prestação de serviços = Fato gerador do ISS
2. BASE DE CÁLCULO
A base de cálculo é o valor apurado antes de calcular a alíquota do imposto. Se trata do valor sobre o qual é aplicada a alíquota (percentual) para apurar o valor do tributo a pagar”.
Portanto, entende-se como base de cálculo o valor da operação que será utilizada posteriormente como o montante a aplicar as alíquotas dos impostos, buscando o montante do tributo a recolher.
ELEMENTOS DO TRIBUTO
3. ALÍQUOTA
É o percentual definido em lei que, aplicado sobre a base de cálculo, determina o montante do tributo a ser pago. Entende-se por alíquota o valor fracionário, definido em legislação ordinária, que representa a faixa de recolhimento de determinado tributo.
Exemplo: Alíquota do PIS no Lucro Presumido: 0,65%
4. ADICIONAL
O valor de tributo adicional é definido por legislação específica. A lei pode determinar o pagamento de um imposto adicional, que incide sobre determinado valor que ela fixar.
ELEMENTOS DO TRIBUTO
5. MONTANTE DO TRIBUTO
É o valor encontrado o qual o contribuinte deverá recolher ao órgão fiscalizador. Se trata do resultado obtido pela aplicação da alíquota sobre a base de cálculo.
GRUPO DE TRIBUTOS
O CTN define o tributo em três formas em seu artigo 5°:
“Art.5º Os tributos são impostos, taxas, e contribuições de melhoria”.
1. IMPOSTOS
Art. 16 do CTN: “Imposto é o tributo cuja obrigação tem por fato gerador uma situação independente de qualquer atividade estatal específica, relativa ao contribuinte”.
• ISS • IPTU • IPVA • ICMS • ITCMD • PIS
• COFINS Contribuições Especiais - Vinculação
• CSLL • IRPJ
GRUPO DE TRIBUTOS
2. TAXAS
Art. 77 do CTN: “As taxas cobradas pela União, pelos Estados, pelo Distrito
Federal ou pelos Municípios, no âmbito de suas respectivas atribuições, têm como fato gerador o exercício regular do poder de polícia, ou a utilização, efetiva ou potencial, de serviço público específico e divisível, prestado ao contribuinte ou posto à sua disposição”.
TFE – Taxa de Fiscalização de Estabelecimentos TFA– Taxa de Fiscalização de Anúncios
Entre outros.
3. CONTRIBUIÇÕES DE MELHORIAS
Art. 81 do CTN: “A contribuição de melhoria cobrada pela União, pelos
Estados, pelo Distrito Federal ou pelos Municípios, no âmbito de suas respectivas atribuições, é instituída para fazer face ao custo de obras públicas de que decorra valorização imobiliária, tendo como limite total a despesa realizada e como limite individual o acréscimo de valor que da obra resultar para cada imóvel beneficiado”.
Tributos Diretos: Incidentes diretamente com o sujeito que praticou o fato gerador Ex: IRPJ e CSLL
Tributos Indiretos: Incidentes sobre as operações com mercadorias e serviços, repassados ao consumidor final, que se torna o contribuinte de fato destes tributos. Ex: PIS, COFINS, ISS
Custo R$ 10,00 Lucro 10% Total R$ 11,00 Indiretos Diretos Pis 0,65% Lucro R$ 1,00 Cofins 3,00% IRPJ 4,80% R$ 0,05 ISS 5,00% CSLL 2,88% R$ 0,03 Total 8,65% Total R$ 0,08 Preço de Venda PIS/COFINS R$ 0,44
Princípios Tributários
• Princípio da legalidade - Instituir tributo através de lei
• Princípio da isonomia - todos os contribuintes são iguais perante o fisco.
• Princípio da anterioridade - proíbe a cobrança de tributos no mesmo exercício de sua
instituição (As exceções para esse princípio são o Imposto de Importação, o Imposto de Exportação, o IPI, o IOF e os impostos extraordinários (em caso de guerra). Nonagesimal • Princípio da irretroatividade - proíbe a lei de retroagir
• Princípio da capacidade tributária - os impostos serão graduados conforme a capacidade
econômica do contribuinte.
• Princípio da uniformidade - os tributos instituídos pela União serão uniformes em todo o
território nacional
• Princípio da inconstitucionalidade - a lei tributária será inconstitucional quando não estiver
de acordo com a CF
• Princípio de proteção fiscal - Mandado de segurança para proteger direitos
• Principio da vedação ao confisco – Ultrapasse o patrimônio pessoal
• Principio da liberdade de tráfego – Limitar deslocamento
• Principio da transparência – Informar os gastos públicos e destinação dos tributos
• Principio da não cumulatividade – Compensar pagamentos anteriores
• Principio da seletividade – Mais essencial, menor a carga
REGIMES TRIBUTÁRIOS
No cenário tributário brasileiro, existem diversas formas de tributação. A seguir, destacamos as 4 principais maneiras de apuração de tributos federais.
1. SIMPLES NACIONAL
O Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte – Simples Nacional – é o regime de apuração de impostos que unifica todas as contribuições em uma única apuração e guia de pagamento. Seu recolhimento é realizado através do DAS – Documento de Arrecadação do Simples, e tem apuração de forma mensal.
O Simples Nacional tem os seguintes limites de faturamento anual, a partir de 2012:
MEI – Até R$ 60.000,00
ME – de 0,01 a R$ 360.000,00
REGIMES TRIBUTÁRIOS
1. SIMPLES NACIONAL
Dentro do sistema de arrecadação do Simples Nacional existem 5 anexos que são utilizados de acordo com a atividade em questão.
ANEXO I – Comércio ANEXO II – Indústrias
ANEXO III – Locação de Bens Móveis e Prestação de serviços ANEXO IV – Prestação de serviços (não constantes no Anexo III) ANEXO V – Prestação de serviços (não constantes no Anexo III)
REGIMES TRIBUTÁRIOS
2. LUCRO PRESUMIDO
É o regime em que o fisco pré-determina um lucro operacional o qual deverão ser aplicadas as alíquotas do IRPJ e CSLL. O PIS e a COFINS tem alíquotas fixas.
PIS – 0,65%
COFINS – 3% na maioria dos casos IRPJ – 15%
CSLL – 9%
No caso da atividade estar sujeita ao ICMS ou ISS, deverão ser aplicadas as regras estadual ou municipal, respectivamente.
As alíquotas de IRPJ e CSLL serão aplicadas após encontradas a base de cálculo através da presunção que pode variar de acordo com a atividade, conforme a seguir.
REGIMES TRIBUTÁRIOS
2. LUCRO PRESUMIDO
Alíquotas de presunção do IRPJ
Atividades Percentual IRPJ
Atividades em geral (RIR/ 999, art.518) 8%
Revenda de combustíveis 1,6%
Serviços de transporte (exceto o de carga) 16%
Serviços de transporte de cargas 8%
Serviços em geral (exceto hospitalares) 32%
Serviços hospitalares 8%
Intermediação de negócios 32%
Administração, locação ou cessão de bem e direitos de qualquer
REGIMES TRIBUTÁRIOS
2. LUCRO PRESUMIDO
Alíquotas de presunção da CSLL
Atividades Percentual CSLL Comerciais, industriais, serviços hospitalares e de transportes
12%
Prestação de serviços em geral, exceto a de serviços
REGIMES TRIBUTÁRIOS
3. LUCRO REAL
O regime do Lucro Real é aquele em que Imposto de Renda e a Contribuição Social são recolhidos com base no lucro que de fato a empresa obteve. No caso da obtenção de prejuízo, não há saldo de IR e CS a pagar. Com isso, entende-se que o Lucro Real é o lucro líquido do período de apuração ajustado pelas adições, exclusões e compensações prescritas ou autorizadas pela legislação do imposto sobre a renda.
ADIÇÕES
Adições são ajustes obrigatórios que têm por finalidade aumentar imposto. São valores debitados ao resultado contábil, mas não dedutíveis do lucro real, por isso, na determinação do lucro real deverão ser adicionadas ao lucro líquido apurado pela empresa.
EXCLUSÕES
As exclusões são valores que podem ser abatidos do lucro líquido visando a diminuição do imposto a pagar.
REGIMES TRIBUTÁRIOS
3. LUCRO REAL
PIS E COFINS NO LUCRO REAL
O PIS e COFINS a pagar serão apurados através dos débitos levantados nas receitas auferidas, confrontados com os créditos de insumos obtidos através dos custos. O Artigo 3º da Lei 10.833 de 2003 relaciona os créditos que poderão ser descontados.
Mesmo que enquadradas no regime do Lucro Real, não estão sujeitas ao regime não-cumulativo para apuração de PIS e COFINS, as empresa que se enquadrem nas disposições do Art. 10 da Lei 10.833 de 2003, que utilizam a sistemática e alíquotas do Lucro Presumido para apuração de PIS e COFINS.
ALÍQUOTAS LUCRO REAL
PIS – 1,65% (Salvo os casos previstos no Art. 10 da Lei 10.833 de 2003). COFINS – 7,6% (Salvo os casos previstos no Art. da Lei 10.833 de 2003). IRPJ – 15%
REGIMES TRIBUTÁRIOS
4. LUCRO ARBITRADO
O lucro arbitrado é um regime de tributação que pode ser instituído pelo fisco como uma forma de punição ou pode ser uma opção do contribuinte visando a redução do pagamento de impostos.
A empresa que estiver sujeita à tributação com base no Lucro Real e que não mantiver escrituração e deixar de elaborar as demonstrações exigidas pela legislação fiscal poderá ter seu Lucro Arbitrado. No entanto, há a possibilidade de opção pelo lucro arbitrado pelo contribuinte, mesmo mantendo a escrituração contábil e conhecendo o resultado. Quando este for aplicado, por opção do contribuinte, a validade legal está prevista no artigo 531 do RIR/99.
Atividade (faturamento) Percentual de Arbitramento
CSLL IRPJ
Venda, para consumo, de combustível derivado de petróleo, álcool etílico carburante e gás natural. 12,00% 1,92% Venda de mercadorias ou produtos
12,00% 9,60% Serviços de transportes de cargas
Serviços hospitalares Atividade rural
Industrialização de produtos em que a matéria-prima, ou produto intermediário, ou material de embalagem tenham sido fornecidos por quem encomendou a industrialização.
Atividade imobiliária
Construção por empreitada, quando houver emprego de materiais próprios, em qualquer quantidade. Demais atividades
Demais serviços de transportes 12,00%
19,20% Prestadoras exclusivamente de serviços (exceto hospitalares, de transporte e de prestadoras de serviços com
profissão regulamentada), cuja receita bruta anual não ultrapasse a R$ 120.000,00.
32,00%
Demais serviços: serviços em geral não previstos acima, inclusive os prestadores de serviços com profissão regulamentada; intermediação de negócios, administração, locação ou cessão de bens imóveis, móveis e direitos de qualquer natureza, serviços de mão de obra de construção civil, quando a prestadora não empregar materiais de sua responsabilidade nem se responsabilizar pela execução da obra e factoring.
32,00% 38,40%
Bancos comerciais, bancos de investimentos, bancos de desenvolvimento, caixas econômicas, sociedades de créditos, financiamento e investimento, sociedade de crédito imobiliário, sociedades corretoras de títulos, valores mobiliários e câmbios, distribuidoras de títulos e valores mobiliários, empresas de arrendamento mercantil, cooperativas de crédito, empresas de seguros privados e capitalização e entidades de previdência privada aberta.
Artigo 113 do CTN
TÍTULO II
Obrigação Tributária CAPÍTULO I Disposições Gerais
Art. 113. A obrigação tributária é principal ou acessória.
§ 1º A obrigação principal surge com a ocorrência do fato gerador, tem por objeto o pagamento de tributo ou penalidade pecuniária e extingue-se juntamente com o crédito dela decorrente.
§ 2º A obrigação acessória decorre da legislação tributária e tem por objeto as prestações, positivas ou negativas, nela previstas no interesse da arrecadação ou da fiscalização dos tributos. – (Dever
Instrumental)
§ 3º A obrigação acessória, pelo simples fato da sua inobservância, converte-se em obrigação principal relativamente à penalidade pecuniária.
CAPÍTULO II Fato Gerador
Art. 114. Fato gerador da obrigação principal é a situação definida em lei como necessária e suficiente à sua ocorrência.
Art. 115. Fato gerador da obrigação acessória é qualquer situação que, na forma da legislação aplicável, impõe a prática ou a abstenção de ato que não configure obrigação principal.
Regra Matriz de Incidência Tributária
Conhecida como RMIT – Paulo de Barros Carvalho
Antecedente – Consequente, Hipótese de Incidência Tributária
Antecedente
Critério Material: Verbo + Complemento
Critério Espacial: Limite Territorial
Critério Temporal: Tempo, Data,
Consequente
Aspecto Pessoal: Sujeito Passivo x Sujeito Ativo
Aspecto Quantitativo: Base de Cálculo x Alíquota
Obrigação Tributária Principal
Art. 113. A obrigação tributária é principal ou
acessória.
§ 1º A obrigação principal surge com a
ocorrência do fato gerador, tem por objeto o
pagamento de tributo ou penalidade pecuniária
e extingue-se juntamente com o crédito dela
decorrente.
Obrigação Tributária Acessória
§ 2º A obrigação acessória decorre da legislação
tributária e tem por objeto as prestações, positivas
ou negativas, nela previstas no interesse da
arrecadação ou da fiscalização dos tributos. –
(Dever Instrumental)
§ 3º A obrigação acessória, pelo simples fato da
sua inobservância, converte-se em obrigação
principal relativamente à penalidade pecuniária.
Lançamento
É a constituição do crédito tributário
• Oficio
• Homologação
• Declaração ou Misto
Suspensão do Crédito Tributário
È a paralisação temporária de sua exigibilidade
• Moratória (postergação do imposto);
• o depósito do montante integral;
• as reclamações e os recursos administrativos;
• a concessão de medida liminar em mandado de
segurança;
• a concessão de medida liminar ou de tutela
antecipada, em outras espécies de ação judicial;
• o parcelamento.
Extinção do Crédito Tributário
• pagamento do crédito tributário;
• compensação;
• transação;
• remissão;
• Decadência (perde o direito de efetuar o lançamento);
• Prescrição (perde o direito de cobrar o tributo);
• pela conversão do depósito em renda;
• com a homologação do pagamento antecipado;
• com a consignação em pagamento (Ação do contribuinte);
• com a decisão administrativa favorável ao sujeito passivo de caráter
irreformável;
• com a decisão judicial transitada em julgado;
• dação em pagamento em bens imóveis.
Exclusão do Crédito Tributário
È a não-exigibilidade do crédito tributário
• Isenção – Pratica o fato gerador mas a lei o
desobriga de pagar
• Anistia – Multas e juros
Obrigação Principal e
Acessória
• 28 - Amarela
• As obrigações tributárias dividem-se em principais e
acessórias. Dentre as alternativas relacionadas,
assinale a que corresponde a uma obrigação
principal.
• A) Escrituração dos livros fiscais.
• B) Emissão da nota fiscal de venda de mercadoria ou
serviço.
• C) Cálculo do saldo credor de ICMS por uma empresa
exportadora.
• D) Pagamento dos tributos incidentes sobre a
prestação de serviços de qualquer natureza.
Obrigação Principal e
Acessória
• 28 - Amarela
• As obrigações tributárias dividem-se em principais e
acessórias. Dentre as alternativas relacionadas,
assinale a que corresponde a uma obrigação
principal.
• A) Escrituração dos livros fiscais.
• B) Emissão da nota fiscal de venda de mercadoria ou
serviço.
• C) Cálculo do saldo credor de ICMS por uma empresa
exportadora.
• D) Pagamento dos tributos incidentes sobre a
prestação de serviços de qualquer natureza.
Espécies Tributárias
• 29 - Amarela
• “Espécie tributária destinada a atender às
despesas
extraordinárias
decorrentes
de
calamidade pública, guerra externa ou sua
iminência.” Este conceito se aplica a:
• A) Taxa.
• B) Imposto.
• C) Empréstimo compulsório.
• D) Contribuição de melhoria.
Espécies Tributárias
• 29 - Amarela
• “Espécie tributária destinada a atender às
despesas
extraordinárias
decorrentes
de
calamidade pública, guerra externa ou sua
iminência.” Este conceito se aplica a:
• A) Taxa.
• B) Imposto.
• C) Empréstimo compulsório.
• D) Contribuição de melhoria.
Princípios Tributários
• 30 - Amarela
• O conceito de tributo pode ser encontrado no art. 3º do
Código Tributário Nacional, ao exprimir que “tributo é
toda prestação pecuniária compulsória, em moeda ou
cujo valor nela se possa exprimir, que não constitua
sanção de ato ilícito, instituída em lei e cobrada mediante
atividade administrativa plenamente vinculada”. Ao
condicionar a existência do tributo a sua instituição em
lei, tal definição encontra-se amparada por qual dos
princípios constitucionais?
• A) Isonomia.
• B) Legalidade.
• C) Anterioridade.
• D) Irretroatividade.
32Princípios Tributários
• 30 - Amarela
• O conceito de tributo pode ser encontrado no art. 3º do
Código Tributário Nacional, ao exprimir que “tributo é
toda prestação pecuniária compulsória, em moeda ou
cujo valor nela se possa exprimir, que não constitua
sanção de ato ilícito, instituída em lei e cobrada mediante
atividade administrativa plenamente vinculada”. Ao
condicionar a existência do tributo a sua instituição em
lei, tal definição encontra-se amparada por qual dos
princípios constitucionais?
• A) Isonomia.
• B) Legalidade.
• C) Anterioridade.
• D) Irretroatividade.
33Extinção do Crédito
• 28 - Amarela
• O crédito tributário representa o direito de crédito da
Fazenda Pública perante o contribuinte ou o
responsável a pagar o tributo. O Código Tributário
Nacional define as hipóteses de extinção, suspensão e
exclusão do crédito tributário. Qual dos meios a
seguir NÃO acarreta em extinção da exigibilidade do
crédito tributário?
• A) Pagamento.
• B) Parcelamento.
• C) Compensação.
• D) Decisão judicial passada em julgado.
Extinção do Crédito
• 28 - Amarela
• O crédito tributário representa o direito de crédito da
Fazenda Pública perante o contribuinte ou o
responsável a pagar o tributo. O Código Tributário
Nacional define as hipóteses de extinção, suspensão e
exclusão do crédito tributário. Qual dos meios a
seguir NÃO acarreta em extinção da exigibilidade do
crédito tributário?
• A) Pagamento.
• B) Parcelamento.
• C) Compensação.
• D) Decisão judicial passada em julgado.
Entes Tributantes
• 31 - Branca
• De acordo com o a Lei nº 5.172/1.966 (Código
Tributário Nacional), um dos elementos da obrigação
tributária é a sujeição ativa. De acordo com a
definição prevista pelo Código Tributário Nacional
podem ser sujeitos ativos da obrigação tributária os
entes denominados a seguir, EXCETO:
• A) União.
• B) Estados.
• C) Municípios.
• D) Contribuintes.
Entes Tributantes
• 31 - Branca
• De acordo com o a Lei nº 5.172/1.966 (Código
Tributário Nacional), um dos elementos da obrigação
tributária é a sujeição ativa. De acordo com a
definição prevista pelo Código Tributário Nacional
podem ser sujeitos ativos da obrigação tributária os
entes denominados a seguir, EXCETO:
• A) União.
• B) Estados.
• C) Municípios.
• D) Contribuintes.
Espécies Tributárias
• 33 - Branca
• As espécies tributárias são definidas pelo Código
Tributário Nacional (Lei nº 5.172/1966). Na hipótese
em que a Secretaria de Obras do Município
pavimente uma determinada rua e desse fato seja
gerada valorização imobiliária aos moradores daquela
rua, a cobrança de qual dos tributos a seguir poderia
ser ensejada pelo Município?
• A) Taxa.
• B) Imposto.
• C) Empréstimo compulsório.
• D) Contribuição de melhoria.
Espécies Tributárias
• 33 - Branca
• As espécies tributárias são definidas pelo Código
Tributário Nacional (Lei nº 5.172/1966). Na hipótese
em que a Secretaria de Obras do Município
pavimente uma determinada rua e desse fato seja
gerada valorização imobiliária aos moradores daquela
rua, a cobrança de qual dos tributos a seguir poderia
ser ensejada pelo Município?
• A) Taxa.
• B) Imposto.
• C) Empréstimo compulsório.
• D) Contribuição de melhoria.
Divida Ativa
• 28.-2017 O Plano de Contas Aplicado ao Setor Público – PCASP
distingue a dívida ativa quanto à origem, conforme previsto na Lei
n.º 4.320/1964: dívida ativa tributária e dívida ativa não tributária.
• Considerando-se o que estabelece a Lei n.º 4.320/64, assinale a
opção que contenha apenas itens que podem dar origem à
inscrição em Dívida Ativa Tributária.
• a) Empréstimos compulsórios, contribuições estabelecidas em lei,
multa de qualquer origem ou natureza.
• b) Foros, laudêmios, aluguéis ou taxas de ocupação, custas
processuais, preços de serviços prestados por estabelecimentos
públicos.
• c) Impostos, taxas, contribuição de melhoria e os respectivos
adicionais e multas.
• d) Indenizações e créditos decorrentes de obrigações em moeda
estrangeira
Divida Ativa
• 28.-2017 O Plano de Contas Aplicado ao Setor Público – PCASP
distingue a dívida ativa quanto à origem, conforme previsto na Lei
n.º 4.320/1964: dívida ativa tributária e dívida ativa não tributária.
• Considerando-se o que estabelece a Lei n.º 4.320/64, assinale a
opção que contenha apenas itens que podem dar origem à
inscrição em Dívida Ativa Tributária.
• a) Empréstimos compulsórios, contribuições estabelecidas em lei,
multa de qualquer origem ou natureza.
• b) Foros, laudêmios, aluguéis ou taxas de ocupação, custas
processuais, preços de serviços prestados por estabelecimentos
públicos.
• c) Impostos, taxas, contribuição de melhoria e os respectivos
adicionais e multas.
• d) Indenizações e créditos decorrentes de obrigações em moeda
estrangeira
Legislação Tributária
• 31. De acordo com o que estabelece o Código Tributário Nacional a respeito da interpretação e integração da legislação tributária, é CORRETO afirmar que:
• a) a legislação tributária que disponha sobre suspensão ou exclusão do crédito tributário; a outorga de isenção; e a dispensa do cumprimento de obrigações tributárias acessórias, é interpretada literalmente.
• b) em caso de dúvida quanto à autoria, imputabilidade ou punibilidade, interpretasse a lei tributária que define infrações, ou lhe comina penalidades, da maneira menos favorável ao acusado.
• c) na ausência de disposição expressa, para aplicar a legislação tributária a autoridade competente utilizará, sucessivamente, na ordem indicada: os princípios gerais de direito privado; a equidade; a ampla defesa.
• d) o emprego da analogia e da equidade na interpretação da legislação tributária deverão resultar, respectivamente, em exigência de tributo não previsto em lei e na dispensa do pagamento de tributo devido.
Legislação Tributária
• 31. De acordo com o que estabelece o Código Tributário Nacional a respeito da interpretação e integração da legislação tributária, é CORRETO afirmar que:
• a) a legislação tributária que disponha sobre suspensão ou exclusão do crédito tributário; a outorga de isenção; e a dispensa do cumprimento de obrigações tributárias acessórias, é interpretada literalmente.
• b) em caso de dúvida quanto à autoria, imputabilidade ou punibilidade, interpretasse a lei tributária que define infrações, ou lhe comina penalidades, da maneira menos favorável ao acusado.
• c) na ausência de disposição expressa, para aplicar a legislação tributária a autoridade competente utilizará, sucessivamente, na ordem indicada: os princípios gerais de direito privado; a equidade; a ampla defesa.
• d) o emprego da analogia e da equidade na interpretação da legislação tributária deverão resultar, respectivamente, em exigência de tributo não previsto em lei e na dispensa do pagamento de tributo devido.