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CARACTERIZAÇÃO DO SECTOR ELÉCTRICO. -Portugal Continental-

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DO SECTOR ELÉCTRICO

CARACTERIZAÇÃO DO SECTOR

ELÉCTRICO

(2)

Continental-Rua Dom Cristóvão da Gama n.º 1-3.º 1400-113 Lisboa Tel: 21 303 32 00 Fax: 21 303 32 01 e-mail: [email protected] www.erse.pt

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Índice

Índice

Índice

Índice

1 INTRODUÇÃO...1

2 ENQUADRAMENTO DO SECTOR ELÉCTRICO ...3

2.1 Enquadramento Legislativo ...3

2.2 Enquadramento Económico ...5

2.3 Principais Fluxos Físicos e Financeiros entre Empresas do SEN em 1999...7

3 PRODUÇÃO DE ENERGIA ELÉCTRICA...11

3.1 Potência Instalada no SEN ...11

3.2 Produção de Energia Eléctrica no SEN...12

3.3 Ambiente...16

4 TRANSPORTE DE ENERGIA ELÉCTRICA...17

4.1 Equipamento e Perdas da Rede de Transporte...17

4.2 Trocas de Energia Eléctrica entre Portugal e Espanha...19

4.3 Qualidade de Serviço - Transporte...21

5 DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉCTRICA...23

5.1 Equipamentos e Perdas nas Redes de Distribuição...23

5.2 Qualidade de Serviço - Distribuição ...25

5.2.1 Continuidade de Serviço... 25

5.2.2 Qualidade Comercial... 26

6 CONSUMO DE ENERGIA ELÉCTRICA...29

6.1 Consumo de Energia Eléctrica por Sector de Actividade...29

6.2 Evolução dos Preços Médios de Venda de Energia Eléctrica...30

6.3 Comparação entre o SEP e o SENV...33

6.4 Atribuição do Estatuto de Cliente Não Vinculado ...35

ANEXO ...37

Tarifas e preços para a energia eléctrica em 2001...37

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Índice de figuras

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Índice de figuras

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Figura 2.1 – Evolução do PIB e do consumo de energia eléctrica...6

Figura 2.2 – Evolução de algumas variáveis monetárias...7

Figura 2.3 – Principais fluxos físicos e financeiros entre empresas do SEN em 1999...9

Figura 3.1 – Potência instalada no SEN em 1999 ...11

Figura 3.2 – Produção de energia eléctrica no SEN em 1999...13

Figura 3.3 – Diagrama de carga do dia de ponta do ano de 2000 ...15

Figura 3.4 – Emissões de CO2 das centrais do SEP...16

Figura 4.1 – Evolução dos equipamentos da RNT...18

Figura 4.2 – Evolução das perdas na RNT (% da emissão para a rede) ...19

Figura 4.3 – Trocas comerciais de energia eléctrica entre Portugal e Espanha...20

Figura 4.4 – Evolução da Energia Não Fornecida ...21

Figura 4.5 – Evolução do Tempo de Interrupção Equivalente ...22

Figura 5.1 – Evolução dos equipamentos da rede de distribuição do SEP ...24

Figura 5.2 – Evolução da Energia Não Distribuída...25

Figura 5.3 – Evolução do Tempo de Interrupção Equivalente em MT...26

Figura 5.4 – Número de reclamações e de facturas corrigidas pelas empresas de distribuição...26

Figura 5.5 – Número de leituras em BT por cliente em 1998 e 1999...27

Figura 6.1 – Consumo de energia eléctrica por sector de actividade...29

Figura 6.2 – Repartição do fornecimento de energia eléctrica em 1999 ...30

Figura 6.3 – Decomposição do preço médio de venda das empresas do SEP - Preços constantes de 1999...31

Figura 6.4 – Variação do preço médio de venda de energia eléctrica a clientes finais ...32

Figura 6.5 – Evolução do preço médio por nível de tensão - Preços constantes de 2000...33

Figura 6.6 – Comparação entre o preço de energia no SEP e no SENV (importação) em 2000 – diagrama rectangular...34

Figura 6.7 – Atribuição de estatutos de cliente não vinculado e consumo acumulado...35

Índice de quadros

Índice de quadros

Índice de quadros

Índice de quadros

Quadro 3.1 – Características das centrais termoeléctricas do SEP em 2000...12

Quadro 3.2 – Utilização da potência instalada em 1999...13

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1

11

1 INTRODUÇÃO

INTRODUÇÃO

INTRODUÇÃO

INTRODUÇÃO

A “Caracterização do sector eléctrico” que a ERSE tem publicado anualmente desde 1998, constitui, pelas suas características, uma publicação de referência no sector.

Consumidores e empresas que operam no sector eléctrico, órgãos da administração pública, instituições de ensino, estudantes, órgãos de informação, analistas e investigadores encontram nesta publicação um vasto conjunto de informação relevante, compilada de forma sistematizada e coerente.

A edição de 2000 mantém-se, no essencial, actual, pelo que a ERSE decidiu, este ano, publicar uma versão reduzida, na qual se actualizam os principais dados e gráficos da edição anterior. Esta informação encontra-se igualmente disponível no sítio da ERSE na internet, http://www.erse.pt. A ERSE continuará a recolher informação sobre o sector eléctrico e a disponibilizá-la a todos os interessados, garantindo a máxima transparência. A revisão dos regulamentos a efectuar em 2001 e a evolução geral do sector eléctrico deixam prever a necessidade de uma actualização mais profunda da “Caracterização do sector eléctrico “ em 2002.

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2 ENQUADRAMENTO DO SECTOR ELÉCTRICO

ENQUADRAMENTO DO SECTOR ELÉCTRICO

ENQUADRAMENTO DO SECTOR ELÉCTRICO

ENQUADRAMENTO DO SECTOR ELÉCTRICO

2.1

2.1

2.1

2.1 E

E

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E

NQUADRAMENTO NQUADRAMENTO NQUADRAMENTO NQUADRAMENTO

L

LL

L

EGISLATIVOEGISLATIVOEGISLATIVOEGISLATIVO

No plano legislativo, o sector eléctrico conheceu no ano de 2000 desenvolvimentos significativos. Dos diplomas publicados, merecem especial destaque os decretos-Lei que procederam à fixação do regime aplicável à fusão das sociedades de distribuição de energia eléctrica do grupo EDP e à aprovação da 4ª fase de privatização desta empresa.

De seguida, elencam-se os diplomas legais mais significativos publicados durante o ano de 2000. § Decreto-Lei n.º 4/2000, de 29 de Janeiro

Estabelece o regime aplicável à fusão das sociedades distribuidoras de energia eléctrica em MT e AT.

§ Decreto-Lei n.º 141/2000, de 15 de Julho

Aprova a 4.ª fase de privatização da EDP – Electricidade de Portugal, S.A.. § Decreto-Lei n.º 198/2000, de 24 de Agosto

Estabelece a existência de uma única licença de distribuição vinculada de energia eléctrica em MT e AT, no território continental, que passará a ser detida pela EDP – Distribuição Energia, S.A.. Estabelece que a maioria do capital da entidade concessionária da RNT (Rede Nacional de Transporte) será detido por entes públicos, na acepção da alínea e) do n.º 2 do artigo 1.º da Lei n.º 71/88, de 24 de Maio.

§ Portaria n.º 30/2000, 27 de Janeiro

Estabelece a fórmula de cálculo da remuneração das instalações de co-geração licenciadas ao abrigo do Decreto-Lei n.º 538/99, de 13 de Dezembro, cuja potência de ligação seja inferior ou igual a 10 MW, pelo fornecimento de energia eléctrica às redes do SEP.

§ Portaria n.º 31/2000, 27 de Janeiro

Estabelece a fórmula de cálculo da remuneração das instalações de co-geração licenciadas ao abrigo do Decreto-Lei n.º 538/99 de 13 de Dezembro, cuja potência de ligação seja superior a 10 MW, pelo fornecimento de energia eléctrica às redes do SEP.

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§ Despacho n.º 4463/2000 do Ministro da Economia, de 25 de Fevereiro, publicado no Diário da República, II Série

Fixa os valores dos parâmetros necessários à aplicação das fórmulas de cálculo estabelecidas nas Portarias n.os 30 e 31, de 27 de Janeiro de 2000.

§ Aviso n.º 9118-A/2000 do Director-Geral da Energia, de 1 de Junho, publicado no Diário da República

Estabelece os critérios para a atribuição de licenças de produção de energia eléctrica no âmbito do Sistema Eléctrico Não Vinculado.

§ Resolução do Conselho de Ministros n.º 89/2000, de 27 de Julho

Determina que a construção e a exploração da nova central de ciclo combinado no Carregado, prevista na Resolução do Conselho de Ministros n.º 150/98, de 3 de Dezembro, tenham lugar no âmbito do Sistema Eléctrico Não Vinculado.

§ Despacho n.º 10315 do Director-Geral da Energia, de 19 de Maio de 2000, publicado no Diário da República, II Série

Aprova o Regulamento da Rede de Transporte. § Portaria n.º 987/2000, de 14 de Outubro

Estabelece, dentro do actual quadro organizativo do Sistema Eléctrico de Serviço Público (SEP), os critérios a adoptar nos movimentos do mecanismo de correcção de hidraulicidade.

§ Despacho n.º 12917-A do Director-Geral da Energia, de 23 de Junho de 2000, publicado no Diário da República, II Série

Aprova o Regulamento da Qualidade de Serviço.

§ Despacho n.º 24070-A/2000 da ERSE, publicado no Suplemento ao Diário da República, II Série, n.º 271, em 23 de Novembro de 2000

Fixa a nova tarifa de energia e potência para vigorar até ao final do ano de 2000.

§ Despacho n.º 24681-D/2000 da ERSE, publicado no Suplemento ao Diário da República, II Série, n.º 277, em 30 de Novembro de 2000

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2.2

2.2

2.2

2.2 E

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NQUADRAMENTO NQUADRAMENTO NQUADRAMENTO NQUADRAMENTO

E

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CONÓMICOCONÓMICOCONÓMICOCONÓMICO

Em 1999, a economia portuguesa registou um abrandamento da procura global, interna e externa, que veio alterar a evolução positiva dos diversos indicadores de actividade.

O abrandamento da procura interna deveu-se à diminuição do ritmo de crescimento da Formação Bruta de Capital Fixo (Investimento), assim como do consumo privado (Indicador de Confiança dos Consumidores) e do consumo público, que, mesmo assim, registaram taxas de crescimento superiores à do PIB. Este abrandamento foi interpretado como “correcção da sua tendência para um ritmo mais sustentável a médio prazo” (INE, Banco de Portugal, Ministério das Finanças).

Por outro lado, o abrandamento da procura externa traduziu-se na diminuição das exportações, factor que reflecte a diminuição do nível de actividade geral da União Europeia. Esta diminuição levou também à descida do nível de importações.

Estes factores explicam a desaceleração da taxa de crescimento real do PIB, assim como do Indicador Coincidente do Banco de Portugal “cujo objectivo é sintetizar a evolução da actividade na indústria, no comércio e na construção”. A média anual de crescimento real do PIB, que entre 1995 e 1998 foi cerca de 3,4%, diminuiu, estreitando a diferença face à média europeia e retardando o processo de convergência real da nossa economia.

Na Figura 2.1 apresenta-se a evolução do PIB e do consumo de energia eléctrica. Entre 1978 e 1999, o consumo de energia eléctrica no Continente cresceu a um ritmo superior ao do conjunto da economia, com uma taxa de crescimento anual médio de 5,3%, enquanto que o crescimento do PIB foi na ordem dos 3,1%.

Salienta-se também o forte crescimento do autoconsumo, traduzido por uma taxa de crescimento anual médio de 8,6% entre 1978 e 1999. Este acréscimo foi particularmente significativo nos últimos 9 anos, registando um acréscimo anual médio de 10,6%, superior em 6 pontos percentuais ao crescimento do consumo abastecido através das redes do SEP, com especial relevo para a variação de 19,5% registada em 1999.

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Evolução do PIB e do consumo de energia eléctrica Evolução do PIB e do consumo de energia eléctricaEvolução do PIB e do consumo de energia eléctrica Evolução do PIB e do consumo de energia eléctrica

0 100 200 300 400 500 600 1978 1981 1984 1987 1990 1993 1996 1999 Ín d ice s: 19 78 = 1 0 0

PIB Redes do SEP Autoconsumo Consumo Total

Taxa de crescimento anual médio: PIB C.Elect. S.Públ. Autoc.

1978/99 - 3,1% 5,3% 5,1% 8,6%

1980/90 - 3,0% 5,0% 5,0% 4,8%

1990/99 - 2,8% 5,0% 4,6% 10,6%

Fontes: INE, DGE e EDP

Figura 2.1

– Evolução do PIB e do consumo de energia eléctrica

A observação da Figura 2.2 permite verificar a evolução de alguns indicadores monetários, no período compreendido entre 1989 e 1999, que influenciam directa ou indirectamente os custos de aquisição de energia aos produtores vinculados.

Verifica-se que desde 1993 a taxa de desconto do Banco de Portugal tem decrescido significativamente ao passar de cerca de 14% para 3,25% em 1999.

Também se pode observar que a variação anual do índice de preços implícitos no PIB tem decrescido de forma acentuada desde 1991, apesar de um ligeiro agravamento em 1998.

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Evolução de algumas variáveis monetárias Evolução de algumas variáveis monetárias Evolução de algumas variáveis monetárias Evolução de algumas variáveis monetárias

0,0 2,0 4,0 6,0 8,0 10,0 12,0 14,0 16,0 1989 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999

Fontes: Banco de Portugal,Diários da Républica,INE

% 0 50 100 150 200 250 T axas d e câmb io

Taxa de Desconto Banco Portugal Variação do índice de preços implícitos no PIB Taxa de câmbio PTE/USD Taxa de câmbio PTE/DEM

Figura 2.2

– Evolução de algumas variáveis monetárias

2.3

2.3

2.3

2.3 P

P

P

P

RINCIPAIS RINCIPAIS RINCIPAIS RINCIPAIS

FF

F

F

LUXOS LUXOS LUXOS LUXOS

F

FF

F

ÍSICOS E ÍSICOS E ÍSICOS E ÍSICOS E

F

F

FF

INANCEIROS ENTRE INANCEIROS ENTRE INANCEIROS ENTRE INANCEIROS ENTRE

E

E

E

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MPRESAS DO MPRESAS DO MPRESAS DO MPRESAS DO

SEN

SEN

SEN

SEN

EMEMEMEM

1999

1999

1999

1999

O diagrama que se apresenta na Figura 2.3 reflecte os principais fluxos físicos e financeiros que se processaram entre as empresas do Sector Eléctrico Nacional e incluindo igualmente o saldo das importações e exportações.

O diagrama segue a mesma metodologia de apresentação das edições anteriores, representando cada uma das quatro áreas de actividade: produção, transporte, distribuição e importação/exportação.

Em 1999, o custo médio da energia eléctrica adquirida pela REN às empresas de produção vinculada foi de 8,66 PTE/kWh contra 8,21 PTE/kWh em 1998. Por empresa, a CPPE registou um preço médio da energia eléctrica vendida de 9,42 PTE/kWh, a Tejo Energia de 8,70 PTE/kWh e a Turbogás de 5,70 PTE/kWh. As diferenças de preços médios verificadas resultam, por um lado, do facto de os contratos de aquisição de energia celebrados entre a REN e cada uma destas empresas preverem a remuneração de cada central de produção vinculada em função da sua disponibilidade e não da sua utilização e, por outro lado, das características específicas de cada central,

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Quanto às empresas que operam no SENV, que tal como a CPPE fazem parte do Grupo EDP, verifica-se que o preço médio de venda da energia eléctrica às empresas de distribuição foi superior ao da CPPE, com a energia eléctrica vendida pela EDP Energia a registar um preço médio de 20,00 PTE/kWh. A justificação para os valores praticados pelas centrais do SENV reside na forma como estas estão a ser remuneradas.

Quanto aos produtores integrados na produção em regime especial (cogeradores e produtores de energia eléctrica a partir de fontes renováveis de produção), cuja remuneração pela energia que vendem às redes do SEP está contemplada em legislação específica, observa-se que o preço médio de venda verificado em 1999, embora abaixo do preço médio da energia proveniente do SENV, foi de 9,62 PTE/kWh, 2,1% superior ao preço médio da CPPE, empresa do SEP que registou o preço médio de venda mais elevado. Registe-se ainda que a parcela de produção que estes produtores utilizam para consumo próprio atingiu 3,4 TWh, mais 22,6% do que em 1998.

No que se refere às transacções com Espanha é de registar o saldo exportador verificado, reflectindo o aproveitamento efectuado pelo Agente Comercial do SEP das oportunidades proporcionadas pelo mercado espanhol.

Na Figura 2.3, a caracterização da actividade de transporte encontra-se representada na zona central e reflecte o importante papel de intermediário que a REN desempenha no Sistema Eléctrico Nacional, nomeadamente nas transacções que se processam com a produção e com a distribuição. As perdas ocorridas na rede de transporte durante 1999 representaram 1,9% relativamente à energia entrada na rede, valor idêntico ao de 1998.

Relativamente à actividade de distribuição, que se encontra caracterizada na parte inferior do diagrama, optou-se por representá-la, já em 1999, com valores agregados, como se de uma única empresa se tratasse, situação que na realidade só se efectivou em 2000. Também aqui se verifica que o preço de custo médio da energia entrada na distribuição proveniente do SENV foi cerca de 46% mais alto do que o da energia entregue, em conjunto, pela REN e pela produção em regime especial. Quanto aos preços médios de venda por nível de tensão, todos registaram diminuições relativamente a 1998, embora diferenciadas, consequência da descida das tarifas decidida pela ERSE para 1999.

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Principais fluxos físicos e financeiros entre empresas do SEN em 1999 Principais fluxos físicos e financeiros entre empresas do SEN em 1999 Principais fluxos físicos e financeiros entre empresas do SEN em 1999 Principais fluxos físicos e financeiros entre empresas do SEN em 1999

Figura 2.3

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3

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3 PRODUÇÃO DE ENERGIA ELÉCTRICA

PRODUÇÃO DE ENERGIA ELÉCTRICA

PRODUÇÃO DE ENERGIA ELÉCTRICA

PRODUÇÃO DE ENERGIA ELÉCTRICA

3.1

3.1

3.1

3.1 P

P

P

P

OTÊNCIA OTÊNCIA OTÊNCIA OTÊNCIA

IIII

NSTALADA NO NSTALADA NO NSTALADA NO NSTALADA NO

SEN

SEN

SEN

SEN

A Figura 3.1 resume o panorama nacional da potência instalada em 1999, por tecnologia e por sistema, relativamente ao total da potência instalada no SEP, no SENV e na PRE. Relativamente ao total da potência instalada no SEP, verifica-se que a potência instalada de origem térmica representa cerca de metade do total do SEP, sendo o gás natural responsável por 1/4 deste valor.

Potência instalada no SEN em 1999 Potência instalada no SEN em 1999 Potência instalada no SEN em 1999 Potência instalada no SEN em 1999

Fonte: EDP, Tejo Energia, TURBOGÁS, DGE

Gas óleo (SEP) 0,33 GW

(3,19%)

Gás Natural (SEP) 0,99 GW

(9,44%) Fio de Água (SEP) 1,73 GW (16,46%) Albufeira (SEP) 1,96 GW (18,67%) Hídrica (SENV) 0.31 GW (2,91%) Coge ração (PRE)

1.14 GW (10,83%) Mini-Hídrica (PRE) 0.20 GW (1,94%) Eólica (PRE) 0.05 GW (0,48%) Fue lóleo (SEP)

1,92 GW (18,25%) Carvão Im p. (SEP)

1,87 GW (17,84%)

Nota: OS grupos 5 e 6 da central do Carregado estão incluídos na categoria "Fuelóleo"

Figura 3.1

– Potência instalada no SEN em 1999

Em relação a 1998, regista-se a entrada em serviço de dois grupos a gás natural, de 330 MW cada, na central da Tapada do Outeiro da TURBOGÁS e o descomissionamento do grupo 2, de 50 MW, da central da Tapada do Outeiro da CPPE. O quadro seguinte caracteriza as centrais termoeléctricas do SEP em 2000.

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Características das centrais termoeléctricas do SEP em 2000 Características das centrais termoeléctricas do SEP em 2000 Características das centrais termoeléctricas do SEP em 2000 Características das centrais termoeléctricas do SEP em 2000

Empresa Localização Ano de entrada Combustível Nº de

CENTRAIS em exploração grupos

Tapada do Outeiro (1) Gondomar 1959 Fuelóleo 1 50,0 46,9

Carregado (2) Alenquer

Grupos 1, 2, 3 e 4 1968 Fuelóleo 4 500,0 473,8

Grupos 5 e 6 1976 Fuelóleo e gás natural 2 250,0 236,4

Setúbal Setúbal 1979 Fuelóleo 4 1 000,0 946,4

Sines Sines 1985 Carvão 4 1 256,0 1 192,0

Barreiro (3) Barreiro 1978 Fuelóleo 2 64,5 56,0

Alto de Mira Amadora 1975 Gasóleo 6 135,0 132,0 Tunes Silves 1973 Gasóleo 4 199,2 197,0

Total CPPE 27 3 454,7 3 280,5

Tejo Energia Pego Abrantes 1993 Carvão 2 615,2 584,0

TURBOGÁS Tapada do Outeiro (4)

Gondomar 1998 Gás natural 3 990,0 n.d.

Total Térmico do SEP 32 5 059,9

-(1) - Os Grupos 1 e 2 foram descomissionados em 31/12/1997 e 31/12/1999, respectivamente. Actualmente a central opera apenas a fuelóleo. (2) - O funcionamento a fuelóleo/gás natural ficou disponível nos grupos 5 e 6 a partir de Outubro de 1997.

(3) - A Central do Barreiro destina-se à produção combinada de electricidade e vapor para fins industriais. O Grupo I é de contrapressão e o Grupo II é de extracção-condensação. (4) - A potência máxima é função da temperatura ambiente, da pressão atmosférica, da humidade e da temperatura da água de arrefecimento.

O valor apresentado corresponde aproximadamente ao máximo até agora registado.

Fonte: CPPE, Tejo Energia e TURBOGÁS , 2000.

C P P E Pot.máxima MW Pot. instalada MW Quadro 3.1

– Características das centrais termoeléctricas do SEP em 2000

3.2

3.2

3.2

3.2 P

P

P

P

RODUÇÃO DE RODUÇÃO DE RODUÇÃO DE RODUÇÃO DE

E

E

E

E

NERGIA NERGIA NERGIA NERGIA

E

E

E

E

LÉCTRICA NO LÉCTRICA NO LÉCTRICA NO LÉCTRICA NO

SEN

SEN

SEN

SEN

Na Figura 3.2 apresenta-se a produção de energia eléctrica em 1999, por tecnologia e por sistema, relativamente ao total da produção no SEP, no SENV e na PRE. Cerca de 2/3 da produção teve origem nas centrais térmicas do SEP em virtude do ano hidrológico ter sido seco (índice de produtibilidade hidroeléctrica 0,68). As centrais de co-geração foram responsáveis por cerca de 12% da produção total.

Relativamente à produção por fonte de energia no SEN, o carvão importado foi responsável por cerca de 36% do total da produção, destacando-se também o gás natural, com cerca de 15%, em consequência da entrada em pleno funcionamento da nova central de ciclo combinado da Tapada do Outeiro.

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Produção de energia eléctrica no SEN em 1999 Produção de energia eléctrica no SEN em 1999Produção de energia eléctrica no SEN em 1999 Produção de energia eléctrica no SEN em 1999

Fonte: EDP, Tejo Energia, TURBOGÁS, DGE

Albufe ira (SEP) 2,72 TWh (6,46%) Hídrica (SENV) 0,46 TWh (1,08%) Cogeração (PRE) 5,13 TWh (12,18%) Eólica (PRE) 0,11 TWh (0,26%) Mini-Hídrica (PRE) 0,48 TWh (1,14%) Fuelóle o (SEP) 8,18 TWh (19,42%)

Fio de Água (SEP) 3,82 TWh

(9,10%) Carvão Im p. (SEP)

15,06 TWh (35,77%)

Gas óle o (SEP) 0,004 TWh

(0,01%)

Gás Natural (SEP) 6,14 TWh (14,57%)

Nota: OS grupos 5 e 6 da central do Carregado estão incluídos na categoria "Fuelóleo"

Figura 3.2

– Produção de energia eléctrica no SEN em 1999

Da comparação entre a produção de energia eléctrica (Figura 3.2) e a potência instalada (Figura 3.1) resultam os valores de utilização da potência instalada apresentados no Quadro 3.2.

Utilização da potência instalada em 1999 Utilização da potência instalada em 1999Utilização da potência instalada em 1999 Utilização da potência instalada em 1999

Tecnologia de produção Utilização [h]

Térmica (SEP) 5749 Carvão Importado 8048 Gás Natural 6198 Fuelóleo 4270 Gasóleo 12 Hídrica (SEP) 1779 Fio de Água 2220 Albufeira 1390 Hídrica (SENV) 1494 PRE 4116 Cogeração 4512 Mini-hídrica 2374 Eólica 2188 Quadro 3.2

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A Figura 3.3 ilustra o diagrama de carga do dia 25 de Janeiro de 2000, que corresponde ao dia de ponta máxima registada no ano de 2000. Para além da evolução da carga ao longo do dia, é ainda possível identificar a energia eléctrica produzida pelas centrais do SEN, o mínimo e o máximo valor de potência solicitado (potência diária de vazio e de ponta, respectivamente) e as temperaturas diárias máxima e mínima ocorridas em Lisboa.

A apresentação das diferentes tecnologias de produção de energia eléctrica no diagrama de carga foi feita por ordem decrescente da utilização. Analisando o diagrama, verifica-se que a sua base foi preenchida pelas centrais a gás natural, a carvão e a fuelóleo, ficando a cargo das centrais hidroeléctricas, fios de água e albufeiras, a modulação da carga ao longo do dia. De salientar que durante a tarde, período em que se registou a ponta, houve necessidade de recorrer a turbinas a gás de ciclo simples.

Pode-se verificar também que durante o vazio e no final do dia se registou actividade de importação, em parte associada à operação em bombagem, e que durante o restante período diário houve produção que se destinou a exportação. Esta actividade de exportação e importação esteve associada às condições de mercado em Espanha que no dia em causa foram favoráveis à exportação.

O diagrama de carga apresenta uma forma com duas pontas dominantes às 11:30 e às 18:45. A potência mínima de vazio ocorreu às 04:30. A potência média foi de 5046 MW, sendo o factor de carga 79% e o factor de vazio 50%.

(19)

Diagrama de carga do dia de ponta do ano de 2000 Diagrama de carga do dia de ponta do ano de 2000 Diagrama de carga do dia de ponta do ano de 2000 Diagrama de carga do dia de ponta do ano de 2000

0 200 400 600 800 1000 1200 1400 1600 1800 2000 2200 2400 2600 2800 3000 3200 3400 3600 3800 4000 4200 4400 4600 4800 5000 5200 5400 5600 5800 6000 6200 6400 6600 6800 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 MW Gás Natural Carvão

Fuel Fio de Água

Albufeira Saldo importador

Gasóleo Consumo abastecido pela RNT

Consumo abastecido pela RNT + consumo em bombagem Consumo total abastecido pelas redes do SEP

Energia Produzida 121,1 GWh Potência Ponta (18h45) 6403 MW Temperatura máxima 10.7 0C Potência Vazio (04h30) 3183 MW Temperatura mínima 2.2 0C Fonte: REN Figura 3.3

(20)

C

ARACTERIZAÇÃO DO

S

ECTOR

E

LÉCTRICO

- P

ORTUGAL

C

ONTINENTAL

2000

16

3.3

3.3

3.3

3.3 A

A

A

A

MBIENTEMBIENTEMBIENTEMBIENTE

Observando a Figura 3.4, destaca-se a diminuição em 1998 e 1999 do índice emissões específicas (g/kWh), consequência da introdução do gás natural em dois grupos da Central do Carregado e, em especial, da entrada em funcionamento da Central da Tapada do Outeiro (ciclo combinado a gás natural).

As emissões específicas de CO2 estão essencialmente associadas ao teor em carbono do combustível utilizado e ao rendimento da central.

Emissões de CO Emissões de CO Emissões de CO

Emissões de CO2222 das centrais do SEP das centrais do SEP das centrais do SEP das centrais do SEP

0 5000 10000 15000 20000 25000 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 kt 500 550 600 650 700 750 800 850 900 g/ kW h

Emissões (kt) Emissões Específicas (g/kWh)

Fonte: EDP, Tejo Energia e Turbogas

Figura 3.4

(21)

4

44

4 TRANSPORTE DE ENERGIA ELÉCTRICA

TRANSPORTE DE ENERGIA ELÉCTRICA

TRANSPORTE DE ENERGIA ELÉCTRICA

TRANSPORTE DE ENERGIA ELÉCTRICA

4.1

4.1

4.1

4.1 E

E

E

E

QUIPAMENTO E QUIPAMENTO E QUIPAMENTO E QUIPAMENTO E

P

P

P

P

ERDAS DA ERDAS DA ERDAS DA ERDAS DA

R

R

R

R

EDE DE EDE DE EDE DE EDE DE

T

T

T

T

RANSPORTERANSPORTERANSPORTERANSPORTE

Da análise da Figura 4.1, respeitante ao equipamento da RNT no período 1978-1999, pode-se concluir que:

§ houve um acréscimo de 63% na extensão das linhas de MAT;

§ o número de subestações duplicou, existindo 45 subestações em 1999;

§ a potência de transformação e autotransformação aumentou cerca de 4 vezes, ultrapassando actualmente os 16 GVA;

§ o número de transformadores e autotransformadores duplicou;

§ o crescimento da autotransformação, a partir de 1979, deve-se quase exclusivamente aos níveis 400/150 kV e 400/220 kV, tendo o número de autotransformadores nos 220/150 kV mantido um valor praticamente constante;

§ o crescimento da transformação tem-se verificado nos níveis de 220/60 kV até 1996 e parcialmente nos de 150/60 kV. Regista-se também na transformação de 220/60 kV um aumento de 2,8 vezes no número de transformadores e na transformação de 150/60 kV de 2,4.

(22)

C

ARACTERIZAÇÃO DO

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LÉCTRICO

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ONTINENTAL

2000

18

Evolução dos equipamentos da RNT Evolução dos equipamentos da RNT Evolução dos equipamentos da RNT Evolução dos equipamentos da RNT

Evolução das linhas de M AT

0 500 1000 1500 2000 2500 3000 1978 1981 1984 1987 1990 1993 1996 1999 km 0,0 10,0 20,0 30,0 40,0 50,0 60,0 % 150 kV (km ) 220 kV (km ) 400 kV (km )

A partir de 1994, inclusivé, as linhas de 1 50 kV inclue m 9 km a 130 kV Fonte: EDP

150 kV (% ) 220 kV (% ) 400 kV (% )

Evolução do número e da potência instalada das subestações da RNT

0 2 4 6 8 10 12 1978 1981 1984 1987 1990 1993 1996 1999 GV A, GW 0 20 40 60 80 100 120 140

Potência em autotransformação (GVA) Potência em transformação (GVA)

Nº de subestações Nº de transf/autotransf Ponta (GW) Fonte: REN E v o lu ç ã o d a p o tê n c ia in s ta la d a d o s tra n s fo rm a d o re s e a u to tra n s fo rm a d o re s d a R N T 0 2 4 6 8 1 0 1 2 1 9 7 8 1 9 8 1 1 9 8 4 1 9 8 7 1 9 9 0 1 9 9 3 1 9 9 6 1 9 9 9 GV A F o n te : R E N T ra n s f .1 5 0 /3 0 k V T ra n s f.1 5 0 /6 0 k V T ra n s f.2 2 0 /6 0 k V T ra n s f.4 0 0 /6 0 k V A u to tra n s f.1 5 0 /1 3 0 k V A u to tra n s f.2 2 0 /1 5 0 k V A u to tra n s f.4 0 0 /1 5 0 k V A u to tra n s f.4 0 0 /2 2 0 k V

Figura 4.1

(23)

No que diz respeito às perdas na rede de transporte, verificou-se que estas passaram de 4% em 1978 para 1,9% em 1999. Esta redução não é uniforme ao longo do período em análise, sendo mais acentuada em 1980 e em 1996, com as entradas em serviço das linhas de 400 kV Rio Maior-Cedillo e Alto Lindoso-Cartelle, respectivamente em 1979 e 1995, o que permitiu a optimização dos trânsitos de circulação de energia eléctrica entre Portugal e Espanha.

Evolução das perdas na RNT Evolução das perdas na RNTEvolução das perdas na RNT Evolução das perdas na RNT

(% da emissão para a rede) (% da emissão para a rede) (% da emissão para a rede) (% da emissão para a rede)

Figura 4.2

– Evolução das perdas na RNT (% da emissão para a rede)

4.2

4.2

4.2

4.2 T

T

T

T

ROCAS DE ROCAS DE ROCAS DE ROCAS DE

E

E

E

E

NERGIA NERGIA NERGIA NERGIA

E

E

E

E

LÉCTRICA ENTRE LÉCTRICA ENTRE LÉCTRICA ENTRE LÉCTRICA ENTRE

P

P

P

P

ORTUGAL E ORTUGAL E ORTUGAL E ORTUGAL E

E

E

E

E

SPANHASPANHASPANHASPANHA

A entidade concessionária da RNT, através do Agente Comercial do SEP, pode adquirir energia para abastecer o SEP ou vender energia produzida pelo SEP a agentes do SENV ou de outros sistemas eléctricos. Os benefícios desta actividade são partilhados com os consumidores de energia eléctrica, mediante a repercussão de 50% dos ganhos nas tarifas. A Figura 4.3 apresenta as trocas comerciais, em quantidades e valor, durante o ano de 1999 e primeiro semestre de 2000.

(24)

C

ARACTERIZAÇÃO DO

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ECTOR

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LÉCTRICO

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ORTUGAL

C

ONTINENTAL

2000

20

Trocas comerciais de energia eléctrica entre Portugal e Espanha Trocas comerciais de energia eléctrica entre Portugal e Espanha Trocas comerciais de energia eléctrica entre Portugal e Espanha Trocas comerciais de energia eléctrica entre Portugal e Espanha

Fonte: REN

Figura 4.3

(25)

4.3

4.3

4.3

4.3 Q

Q

Q

Q

UALIDADE DE UALIDADE DE UALIDADE DE UALIDADE DE

SSSS

ERVIÇO ERVIÇO ERVIÇO ERVIÇO

- T

- T

- T

- T

RANSPORTERANSPORTERANSPORTERANSPORTE

Em 1999 verificou-se uma evolução positiva de todos os indicadores de continuidade de serviço na actividade de transporte de energia eléctrica.

Na Figura 4.4 apresenta-se a evolução do valor da Energia Não Fornecida (ENF), a qual apresentou uma descida de 40% relativamente ao valor do ano anterior (ENF1999=211,9 MWh e ENF1998=355,7 MWh).

Evolução da Energia Não Fornecida Evolução da Energia Não Fornecida Evolução da Energia Não Fornecida Evolução da Energia Não Fornecida

0 100 200 300 400 500 1994 1995 1996 1997 1998 1999 MWh Fonte: REN Figura 4.4

– Evolução da Energia Não Fornecida

Como se pode observar na Figura 4.5, o Tempo de Interrupção Equivalente (TIE) apresentou em 1999 o valor mais baixo de sempre: 3,22 minutos. Neste ano, nos 52 pontos de entrega da RNT, ocorreram 54 interrupções, 25 das quais com duração inferior ou igual a 1 minuto. Os factores atmosféricos e as aves foram as principais causas dos incidentes verificados em toda a rede, tendo sido responsáveis respectivamente por 35% e 33% dos incidentes.

(26)

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2000

22

Evolução do Tempo de Interrupção Equivalente Evolução do Tempo de Interrupção EquivalenteEvolução do Tempo de Interrupção Equivalente Evolução do Tempo de Interrupção Equivalente

0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 1977 1979 1981 1983 1985 1987 1989 1991 1993 1995 1997 1999 m in/ano Fonte: REN Figura 4.5

(27)

5

55

5 DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉCTRICA

DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉCTRICA

DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉCTRICA

DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉCTRICA

5.1

5.1

5.1

5.1 E

E

E

E

QUIPAMENTOS E QUIPAMENTOS E QUIPAMENTOS E QUIPAMENTOS E

P

P

P

P

ERDAS NAS ERDAS NAS ERDAS NAS ERDAS NAS

R

R

R

R

EDES DE EDES DE EDES DE EDES DE

D

D

D

D

ISTRIBUIÇÃOISTRIBUIÇÃOISTRIBUIÇÃOISTRIBUIÇÃO

Da análise da Figura 5.1, respeitante aos equipamentos da rede de distribuição, no período 1994-1999, pode-se concluir que:

§ houve um reforço da potência instalada em subestações de cerca de 13%, ultrapassando 12 GVA em 1999, distribuídos por 365 subestações, apesar de apenas ter havido um aumento de 5% quer do número de subestações quer do de transformadores;

§ a potência instalada em postos de transformação registou um acréscimo da ordem dos 27%, ultrapassando actualmente os 12 GVA, distribuída por 46134 postos de transformação, o que corresponde a um aumento do seu número de cerca de 19%;

§ o comprimento da rede em linha aérea aumentou 11% em AT, 8% em MT e 11% em BT; § o comprimento da rede em cabo subterrâneo registou um aumento superior ao das linhas

(28)

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2000

24

Evolução dos equipamentos da rede de distribuição do SEP Evolução dos equipamentos da rede de distribuição do SEP Evolução dos equipamentos da rede de distribuição do SEP Evolução dos equipamentos da rede de distribuição do SEP

Figura 5.1

(29)

5.2

5.2

5.2

5.2 Q

Q

Q

Q

UALIDADE DE UALIDADE DE UALIDADE DE UALIDADE DE

SSSS

ERVIÇO ERVIÇO ERVIÇO ERVIÇO

- D

- D

- D

- D

ISTRIBUIÇÃOISTRIBUIÇÃOISTRIBUIÇÃOISTRIBUIÇÃO

5.2.1 CONTINUIDADE DE SERVIÇO

Como se pode verificar pelas Figuras 5.2 e 5.3, com excepção da SLE, registou-se uma melhoria dos valores de Energia Não Distribuída (END) e do Tempo de Interrupção Equivalente em Média Tensão (TIEMT). No total das quatro empresas de distribuição, o valor da END foi de 20689 MWh e o TIEMT de 364,8 minutos.

Evolução da Energia Não Distribuída Evolução da Energia Não DistribuídaEvolução da Energia Não Distribuída Evolução da Energia Não Distribuída

3000 4000 5000 6000 7000 8000 9000 1995 1996 1997 1998 1999 MW h

EN CENEL LTE SLE

Fonte: Empresas de Distribuição - EN, CENEL, LTE, SLE

Figura 5.2

(30)

C

ARACTERIZAÇÃO DO

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2000

26

Evolução do Tempo de Interrupção Equivalente em MT Evolução do Tempo de Interrupção Equivalente em MT Evolução do Tempo de Interrupção Equivalente em MT Evolução do Tempo de Interrupção Equivalente em MT

250 300 350 400 450 500 550 600 650 1995 1996 1997 1998 1999 mi n

EN CENEL LTE SLE

Fonte: Empres as de Distribuição - EN, CENEL, LTE, SLE

Figura 5.3

– Evolução do Tempo de Interrupção Equivalente em MT

5.2.2 QUALIDADE COMERCIAL

Analisando a evolução de 1996 até 1999 e tendo presente que o número de reclamações inclui as apresentadas através do serviço telefónico, verifica-se que os valores de 1999 apontam para uma redução, quer do número de reclamações, quer de facturas corrigidas, relativamente aos valores registados em 1998.

Número de reclamações e de facturas corrigidas pelas empresas de distribuição Número de reclamações e de facturas corrigidas pelas empresas de distribuição Número de reclamações e de facturas corrigidas pelas empresas de distribuição Número de reclamações e de facturas corrigidas pelas empresas de distribuição

0 50 000 100 000 150 000 200 000 250 000 300 000 1996 1997 1998 1999

Reclamações Facturas Corrigidas

Fonte: Empresas de Distribuição

Figura 5.4

(31)

No que diz respeito ao número de leituras realizadas em BT, a análise da Figura 5.5 permite concluir que não existem diferenças muito significativas entre as empresas de distribuição. A evolução de 1998 para 1999 é comum a todas e aponta no sentido de um ligeiro acréscimo em BT do número de leituras reais por cliente.

Número de leituras em BT por cliente em 1998 e 1999 Número de leituras em BT por cliente em 1998 e 1999 Número de leituras em BT por cliente em 1998 e 1999 Número de leituras em BT por cliente em 1998 e 1999

1. 84 1. 85 2. 00 1. 70 1. 86 1. 87 1. 89 2. 18 1. 72 1. 93 0.00 0.50 1.00 1.50 2.00 2.50

EN CENEL LTE SLE Total

N .º L e it u ras B T / C li e n te 1998 1999

Fonte: Empresas de Distribuição

Figura 5.5

(32)
(33)

6

66

6 CONSUMO DE ENERGIA ELÉCTRICA

CONSUMO DE ENERGIA ELÉCTRICA

CONSUMO DE ENERGIA ELÉCTRICA

CONSUMO DE ENERGIA ELÉCTRICA

6.1

6.1

6.1

6.1 C

C

C

C

ONSUMO DE ONSUMO DE ONSUMO DE ONSUMO DE

E

E

E

E

NERGIA NERGIA NERGIA NERGIA

E

E

E

E

LÉCTRICA POR LÉCTRICA POR LÉCTRICA POR LÉCTRICA POR

SSSS

ECTOR DE ECTOR DE ECTOR DE ECTOR DE

A

A

A

A

CTIVIDADECTIVIDADECTIVIDADECTIVIDADE

Na Figura 6.1 apresenta-se o consumo de energia eléctrica por sector de actividade, verificando-se que o sector da indústria continua a absorver uma parte significativa dos fornecimentos, representando em 1999 cerca de 43%. Contudo, o sector dos serviços, com uma taxa de crescimento médio anual de 8,1% ao ano, no período em análise, tem vindo a aumentar o seu peso relativo em detrimento da indústria, com taxas de crescimento médias menores, na ordem dos 3,6% ao ano.

Consumo de energia eléctrica por sector de actividade Consumo de energia eléctrica por sector de actividade Consumo de energia eléctrica por sector de actividade Consumo de energia eléctrica por sector de actividade

0 2 000 4 000 6 000 8 000 10 000 12 000 14 000 16 000 18 000 1985 1987 1989 1991 1993 1995 1997 1999 GW h

Agricultura Indústria Transportes Serviços Doméstico

Fonte: DGE E e EDP

Figura 6.1

– Consumo de energia eléctrica por sector de actividade

Através da análise da Figura 6.2 verifica-se que, em 1999, o autoconsumo representa cerca de 10%, enquanto que os fornecimentos realizados pela rede do SEP representam os restantes 90% dos fornecimentos totais. O autoconsumo registou em 1999 um acréscimo de 22,6%, enquanto que o consumo abastecido pelas redes do SEP cresceu 7,8%.

(34)

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ARACTERIZAÇÃO DO

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2000

30

Repartição do fornecimento de energia eléctrica em 1999 Repartição do fornecimento de energia eléctrica em 1999Repartição do fornecimento de energia eléctrica em 1999 Repartição do fornecimento de energia eléctrica em 1999

90% 10%

Redes do SEP Autoconsumo

Fonte: DGE

Figura 6.2

– Repartição do fornecimento de energia eléctrica em 1999

6.2

6.2

6.2

6.2 E

E

E

E

VOLUÇÃO DOS VOLUÇÃO DOS VOLUÇÃO DOS VOLUÇÃO DOS

P

P

P

P

REÇOS REÇOS REÇOS REÇOS

M

M

M

M

ÉDIOS DE ÉDIOS DE ÉDIOS DE ÉDIOS DE

V

V

V

V

ENDA DE ENDA DE ENDA DE ENDA DE

E

E

E

E

NERGIA NERGIA NERGIA NERGIA

E

E

E

E

LÉCTRICALÉCTRICALÉCTRICALÉCTRICA

Na Figura 6.3 apresenta-se o preço médio de venda de energia eléctrica, no mercado interno e externo, ao longo do período 1979-1999, a preços constantes de 1999, decomposto nas parcelas de custos e resultados líquidos, para o total das empresas do SEP .

A análise da figura mostra que a contribuição dos diferentes componentes tem vindo a alterar-se ao longo do período em análise. Verifica-se, por um lado, uma redução do peso dos custos com combustíveis e aquisição de energia a produtores não vinculados (C.E.V.), que a partir de 1994 se têm mantido praticamente constantes, bem como dos encargos financeiros, e por outro lado, um aumento dos resultados antes de impostos.

(35)

Decomposição do preço médio de venda das empresas do SEP Decomposição do preço médio de venda das empresas do SEP Decomposição do preço médio de venda das empresas do SEP Decomposição do preço médio de venda das empresas do SEP

Preços constantes de 1999 Preços constantes de 1999 Preços constantes de 1999 Preços constantes de 1999

C .E .V .* P e s s o a l\M a te r ia is D iv e r s o s A m o r tiz a ç ã o R e s u lta d o s O u tr o s C u s to s R e s u lta d o L íq u id o

F .S .E .* * F in a n c e ir o s \IR C

* C .E .V . = C u s to d a s E x is tê n c ia s V e n d id a s = C o m b u s tív e is + A q u is iç ã o d e E n e r g ia a P r o d u to r e s n ã o V in c u la d o s + Im p o r ta ç õ e s ± C o r r e c ç ã o d e H id r a u lic id a d e * * F .S .E . = F o r n e c im e n to s e S e r v iç o s E x te r n o s

A m o r tiz a ç ã o liq u id a d a a m o r tiz a ç ã o d o im o b iliz a d o c o m p a r tic ip a d o

R e s u lta d o s fin a n c e ir o s líq u id o s d e e n c a r g o s fin a n c e ir o s im p u ta d o s a o in v e s tim e n to F o n te : E D P , C P P E , R E N , E N , C E N E L , L T E , S L E , T e jo E n e r g ia , T U R B O G Á S , IN E 1 0 ,6 9 ,4 8 ,2 6 ,5 6 ,1 4 ,6 5 ,2 3 ,8 3 ,5 2 ,8 2 ,8 3 ,6 3 ,5 3 ,5 3 ,8 3 ,4 3 ,4 6 ,9 6 ,9 6 ,7 6 ,2 5 ,0 5 ,3 5 ,1 5 ,0 5 ,3 5 ,3 5 ,1 4 ,8 4 ,9 4 ,6 4 ,2 4 ,1 7 ,0 6 ,3 5 ,8 5 ,6 5 ,6 4 ,8 4 ,4 4 ,6 4 ,3 5 ,3 5 ,4 5 ,0 4 ,8 4 ,5 4 ,0 3 ,7 3 ,6 4 ,9 1 0 ,4 1 1 ,0 1 1 ,2 8 ,8 1 0 ,1 7 ,2 5 ,5 7 ,4 3 ,5 3 ,4 2 ,2 6 ,0 2 ,9 4 ,9 5 ,4 5 ,5 6 ,2 6 ,9 5 ,7 5 ,2 7 ,1 6 ,8 7 ,7 4 ,9 5 ,5 6 ,4 6 ,3 6 ,5 1 ,5 3 ,3 3 ,6 5 ,6 8 ,3 0 ,9 1 ,4 0 ,7 3 ,2 3 ,8 5 ,9 8 ,5 5 ,5 1 ,0 0 ,7 1 ,1 0 ,0 1 ,0 2 ,3 3 ,8 0 ,2 0 ,7 0 ,5 - 1 ,2 - 0 ,8 1 ,0 - 0 ,8 1 ,0 1 ,9 1 7 ,7 2 0 ,2 2 1 ,0 2 1 ,7 2 3 , 2 2 4 ,4 2 4 , 6 2 4 ,8 2 5 ,1 2 4 ,7 2 4 ,8 2 6 ,1 2 8 ,0 2 7 , 4 2 9 , 6 2 9 ,9 3 0 ,0 2 8 ,2 2 3 ,9 2 1 ,8 1 6 ,4 - 5 ,0 0 ,0 5 ,0 1 0 ,0 1 5 ,0 2 0 ,0 2 5 ,0 3 0 ,0 3 5 ,0 1 9 7 9 1 9 8 1 1 9 8 3 1 9 8 5 1 9 8 7 1 9 8 9 1 9 9 1 1 9 9 3 1 9 9 5 1 9 9 7 1 9 9 9 PT E/ k W h Figura 6.3

(36)

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ARACTERIZAÇÃO DO

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2000

32

Na Figura 6.4 são comparadas as taxas de inflação e a variação do preço de venda de energia eléctrica a clientes finais, no período 1988-1999, considerando que os consumos de energia eléctrica apresentam a estrutura do ano de 1999.

Verifica-se que a trajectória do preço nominal tem um comportamento ascendente até 1995, ano em que se verifica uma inflexão, mantendo-se o comportamento descendente até 1999.

Os preços médios apresentam uma variação anual decrescente a partir de 1991 até 1996. Em 1999, primeiro ano de fixação das tarifas pela ERSE, o preço médio de energia eléctrica registou uma descida de 7,0%, correspondendo a uma descida real de 9,3%.

Variação do preço médio de venda de energia eléctrica a clientes finais Variação do preço médio de venda de energia eléctrica a clientes finais Variação do preço médio de venda de energia eléctrica a clientes finais Variação do preço médio de venda de energia eléctrica a clientes finais

6.6 13.0 3.1 1.4 -1.9 -3.7 -7.0 6.5 5.2 4.1 2.3 -3.1 -6.0 -1.1 1.6 -0.7 -3.8 -6.8 -9.3 -0.2 -0.4 8.2 6.5 12.3 2.7 2.2 3.1 8.9 11.4 13.4 12.6 9.6 -2.9 -2.6 -6.0 -3.4 -15.0 -10.0 -5.0 0.0 5.0 10.0 15.0 1988 1989 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999

Preço nominal Inflação diferencial = Preço nominal - inflação Fonte: EDP, INE

Figura 6.4

– Variação do preço médio de venda de energia eléctrica a clientes finais

Na Figura 6.5 apresenta-se a evolução do preço médio de energia eléctrica de 1990 a 2001, em termos globais e por nível de tensão, a preços constantes de 2000. Para a BT analisam-se em separado a BTE e a BTN. Os preços médios apresentados foram calculados com a estrutura de fornecimentos de energia eléctrica de 1999, de forma a excluir o efeito de alteração da estrutura de consumos e analisar somente as reduções tarifárias em termos médios.

Apenas a BTE e a BTN registaram ligeiros acréscimos em 1991, verificando-se na década de 90 uma tendência de descida dos preços, com uma redução média anual de 4% no preço médio global. O preço médio em 2001 regista uma variação real de -1,5% relativamente a 2000, correspondendo este valor a cerca de 65% do verificado em 1990.

(37)

Em MAT e AT têm-se actualmente preços médios inferiores em 60% aos respectivos preços em 1990. Em BTE e BTN, onde se registaram as menores reduções tarifárias, os preços médios em 2001 são cerca de 60% e 77% dos respectivos preços médios em 1990.

Evolução do preço médio por nível de tensão Evolução do preço médio por nível de tensão Evolução do preço médio por nível de tensão Evolução do preço médio por nível de tensão

Preços constantes de 2000 Preços constantes de 2000 Preços constantes de 2000 Preços constantes de 2000 0 5 10 15 20 25 30 35 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 PTE/k W h

MAT AT MT BTE BTN Global

Fonte: ERSE

Figura 6.5

– Evolução do preço médio por nível de tensão - Preços constantes de 2000

6.3

6.3

6.3

6.3 C

C

C

C

OMPARAÇÃO ENTRE O OMPARAÇÃO ENTRE O OMPARAÇÃO ENTRE O OMPARAÇÃO ENTRE O

SEP

SEP

SEP

SEP

E O E O E O E O

SENV

SENV

SENV

SENV

No Quadro 6.1 e Figura 6.6 compara-se o preço de energia eléctrica para um cliente do SEP, com diagrama de carga rectangular, com o preço que o mesmo cliente, exercendo o direito de elegibilidade, obteria pela importação de energia eléctrica de Espanha.

O preço de energia eléctrica no SEP foi calculado por aplicação do tarifário em Portugal Continental para o ano de 2000, tendo-se considerado quatro possibilidades. Na primeira, situam-se os clientes que não usufruem de qualquer desconto. Na segunda e terceira, consideram-se os clientes que consideram-se encontram abrangidos pelas condições do artigo 90.º do Regulamento Tarifário, tendo um desconto de 10% e 12,5%, o qual incide sobre a totalidade da sua factura energética. Na quarta possibilidade, encontram-se os clientes do SEP que, para além do desconto de grande cliente de 12,5%, se sujeitam às condições de interruptibilidade constantes do anexo do Regulamento Tarifário e obtêm um desconto base mensal máximo de 10%. Para determinar o preço

(38)

C

ARACTERIZAÇÃO DO

S

ECTOR

E

LÉCTRICO

- P

ORTUGAL

C

ONTINENTAL

2000

34

acrescidos das diversas tarifas a aplicar em Espanha e Portugal em 2000. Este estudo foi realizado para os níveis de tensão MT, AT e MAT pelo facto dos potenciais clientes não vinculados se encontrarem ligados a estes níveis de tensão.

Comparação entre o preço de energia no SEP e no SENV (importação) em 2000 Comparação entre o preço de energia no SEP e no SENV (importação) em 2000Comparação entre o preço de energia no SEP e no SENV (importação) em 2000 Comparação entre o preço de energia no SEP e no SENV (importação) em 2000

Pr eço de Energia e Potência (PTE/kWh) Pr eço de Energia e Potência (PTE/kWh) Pr eço de Energia e Potência (PTE/kWh)

Pr eço de Energia e Potência (PTE/kWh) MATMATMATMAT %*%*%*%* AT-luAT-luAT-luAT-lu AT-muAT-muAT-muAT-mu AT-cuAT-cuAT-cuAT-cu % lu*% lu*% lu*% lu* MT-luMT-luMT-luMT-lu MT-muMT-muMT-muMT-mu MT-cuMT-cuMT-cuMT-cu % lu*% lu*% lu*% lu* Cliente do SEP

Cliente do SEP Cliente do SEP

Cliente do SEP Energia 7,14 7,58 8,07 11,06 8,68 9,23 12,39 Potência 0,97 1,35 0,91 0,47 1,51 1,10 0,60 Wano<30GWh

Wano<30GWh Wano<30GWh

Wano<30GWh TotalTotalTotalTotal 8,108,108,108,10 1,41 8,928,928,928,92 8,988,988,988,98 11,5311,5311,5311,53 6,80 10,1910,1910,1910,19 10,3410,3410,3410,34 12,9912,9912,9912,99 5,21 Wano>30GWh (Desconto-10%)

Wano>30GWh (Desconto-10%) Wano>30GWh (Desconto-10%)

Wano>30GWh (Desconto-10%) TotalTotalTotalTotal 7,297,297,297,29 -9,55 8,038,038,038,03 8,088,088,088,08 10,3810,3810,3810,38 -3,55 9,179,179,179,17 9,309,309,309,30 11,6911,6911,6911,69 -5,32 Wano>30GWh e P>17,5MW (-12,5%)

Wano>30GWh e P>17,5MW (-12,5%) Wano>30GWh e P>17,5MW (-12,5%)

Wano>30GWh e P>17,5MW (-12,5%) TotalTotalTotalTotal 7,097,097,097,09 -12,68 7,817,817,817,81 7,867,867,867,86 10,0910,0910,0910,09 -6,51 8,918,918,918,91 9,049,049,049,04 11,3711,3711,3711,37 -8,33 Wano>30GWh + P>17,5MW (-12,5%) + I nt (10%)

Wano>30GWh + P>17,5MW (-12,5%) + I nt (10%) Wano>30GWh + P>17,5MW (-12,5%) + I nt (10%)

Wano>30GWh + P>17,5MW (-12,5%) + I nt (10%) TotalTotalTotalTotal 6,386,386,386,38 -25,20 7,037,037,037,03 7,077,077,077,07 9,08 -18,359,089,089,08 8,028,028,028,02 8,148,148,148,14 10,2310,2310,2310,23 -20,37 Cliente não vinculado

Cliente não vinculado Cliente não vinculado

Cliente não vinculado MATMATMATMAT ATATATAT MTMTMTMT

POOL 6,43 6,43 6,43 Perdas ES 0,10 0,10 0,11 G. Potência 0,26 0,26 0,26 Interligação 0,26 0,26 0,26 Perdas PT 0,00 0,08 0,26 UGS 0,53 0,54 0,55 Uso Rede 0,40 0,64 1,79 Total Total Total Total 7,997,997,997,99 8,328,328,328,32 9,669,669,669,66 * (CV-CNV)/CV (considerou-se a opção mais favorável)

* (CV-CNV)/CV (considerou-se a opção mais favorável) * (CV-CNV)/CV (considerou-se a opção mais favorável) * (CV-CNV)/CV (considerou-se a opção mais favorável) CV - c liente do SEP ; CNV - cliente não vinculado CV - c liente do SEP ; CNV - cliente não vinculado CV - c liente do SEP ; CNV - cliente não vinculado CV - c liente do SEP ; CNV - cliente não vinculado

Fonte: OMEL, ERSE

Quadro 6.1

– Comparação entre o preço de energia no SEP e no SENV (importação) em 2000 Comparação entre o preço de energia no SEP e no SENV (importação) em 2000 Comparação entre o preço de energia no SEP e no SENV (importação) em 2000 Comparação entre o preço de energia no SEP e no SENV (importação) em 2000 Comparação entre o preço de energia no SEP e no SENV (importação) em 2000

– – –

– diagrama rectangulardiagrama rectangulardiagrama rectangulardiagrama rectangular

0 2 4 6 8 10 12 CV-M AT-s/desc CV-M AT-1 0% CV-M AT-12 .5% CV-M AT-12 .5%+In t CN V-MAT CV-AT -s/desc CV-A T-10% CV-AT -12.5% CV-A T-12 .5%+In t CN V-AT CV-M T-s/de sc CV-M T-10% CV-M T-12. 5% CV-M T-12 .5%+In t CN V-MT PT E /k W h

POOL Perdas ES G. Potência Interligação Perdas PT

UGS Uso Rede Energia Potência

Fonte: OMEL, ERSE

Figura 6.6

– Comparação entre o preço de energia no SEP e no SENV (importação) em 2000 – diagrama rectangular

(39)

6.4

6.4

6.4

6.4 A

A

A

A

TRIBUIÇÃO DO TRIBUIÇÃO DO TRIBUIÇÃO DO TRIBUIÇÃO DO

E

E

E

E

STATUTO DE STATUTO DE STATUTO DE STATUTO DE

C

C

C

C

LIENTE LIENTE LIENTE LIENTE

N

N

N

N

ÃO ÃO ÃO ÃO

V

V

V

V

INCULADOINCULADOINCULADOINCULADO

Na Figura 6.7 observa-se a evolução do número de estatutos de cliente não vinculado concedidos e respectivo consumo acumulado. Até 31 de Dezembro de 2000, a ERSE concedeu 22 estatutos de cliente não vinculado. O consumo destes clientes, considerado para efeitos da atribuição do estatuto, corresponde a cerca de 1,6% do total de consumo nacional, sendo que 38% é satisfeito recorrendo a produção própria.

Atribuição de estatutos de cliente não vinculado e consumo acumulado Atribuição de estatutos de cliente não vinculado e consumo acumuladoAtribuição de estatutos de cliente não vinculado e consumo acumulado Atribuição de estatutos de cliente não vinculado e consumo acumulado

0 100 200 300 400 500 600 Ou t-9 9 No v -9 9 De z -9 9 J an-00 Fev -00 M a r-0 0 Ab r-0 0 Ma i-0 0 J un-00 Ju l-0 0 Ago-00 Set-00 Ou t-0 0 No v -0 0 GW h 0 5 10 15 20 25 Nº

Consumo dos CNV Estatutos atribuídos Fonte: ERSE

Figura 6.7

(40)
(41)

ANEXO

ANEXO

ANEXO

ANEXO

T

T

T

T

ARIFAS E PREÇOS PARA A ENERGIA ELÉCTRICA EM ARIFAS E PREÇOS PARA A ENERGIA ELÉCTRICA EM ARIFAS E PREÇOS PARA A ENERGIA ELÉCTRICA EM ARIFAS E PREÇOS PARA A ENERGIA ELÉCTRICA EM

2001

2001

2001

2001

As tarifas e preços para a energia eléctrica e outros serviços fornecidos pela entidade concessionária da RNT e pelos distribuidores vinculados a outros detentores de licenças ou a clientes finais são os seguintes:

Energia e Potência Energia e Potência Energia e Potência

Energia e Potência PreçosPreçosPreçosPreços Potência

Potência Potência

Potência (PTE/kW.mês)(PTE/kW.mês)(PTE/kW.mês)(PTE/kW.mês) 778,9 Energia activa

Energia activa Energia activa

Energia activa (PTE/kWh)(PTE/kWh)(PTE/kWh)(PTE/kWh)

Horas de ponta 11,53

Período húmido Horas cheias 8,70

Horas de vazio 5,18

Horas de ponta 11,53

Período seco Horas cheias 9,06

Horas de vazio 6,16

Uso Global do Sistema Uso Global do Sistema Uso Global do Sistema

Uso Global do Sistema PreçosPreçosPreçosPreços Energia activa

Energia activa Energia activa

Energia activa (PTE/kWh)(PTE/kWh)(PTE/kWh)(PTE/kWh) 0,56

Uso da Rede de Transporte em MAT Uso da Rede de Transporte em MAT Uso da Rede de Transporte em MAT

Uso da Rede de Transporte em MAT PreçosPreçosPreçosPreços Potência

Potência Potência

Potência (PTE/kW.mês)(PTE/kW.mês)(PTE/kW.mês)(PTE/kW.mês) 286,4 Energia reactiva

Energia reactiva Energia reactiva

Energia reactiva (PTE/kvarh)(PTE/kvarh)(PTE/kvarh)(PTE/kvarh)

recebida 1,64

fornecida 2,20

Uso da Rede de Transporte em AT Uso da Rede de Transporte em AT Uso da Rede de Transporte em AT

Uso da Rede de Transporte em AT PreçosPreçosPreçosPreços Potência

Potência Potência

Potência (PTE/kW.mês)(PTE/kW.mês)(PTE/kW.mês)(PTE/kW.mês) 336,9 Energia reactiva

Energia reactiva Energia reactiva

Energia reactiva (PTE/kvarh)(PTE/kvarh)(PTE/kvarh)(PTE/kvarh)

recebida 1,64

fornecida 2,20

Uso da Rede de Distribuição em AT Uso da Rede de Distribuição em AT Uso da Rede de Distribuição em AT

Uso da Rede de Distribuição em AT PreçosPreçosPreçosPreços Potência

Potência Potência

Potência (PTE/kW.mês)(PTE/kW.mês)(PTE/kW.mês)(PTE/kW.mês) 117,4 Energia reactiva

Energia reactiva Energia reactiva

Energia reactiva (PTE/kvarh)(PTE/kvarh)(PTE/kvarh)(PTE/kvarh)

recebida 1,67

fornecida 2,23

Uso da Rede de Distribuição em MT Uso da Rede de Distribuição em MT Uso da Rede de Distribuição em MT

Uso da Rede de Distribuição em MT PreçosPreçosPreçosPreços Potência

Potência Potência

Potência (PTE/kW.mês)(PTE/kW.mês)(PTE/kW.mês)(PTE/kW.mês) 876,4 Energia reactiva

Energia reactiva Energia reactiva

Energia reactiva (PTE/kvarh)(PTE/kvarh)(PTE/kvarh)(PTE/kvarh)

(42)

C

ARACTERIZAÇÃO DO

S

ECTOR

E

LÉCTRICO

- P

ORTUGAL

C

ONTINENTAL

2000

38 Uso da Rede de Distribuição em BT *

Uso da Rede de Distribuição em BT * Uso da Rede de Distribuição em BT *

Uso da Rede de Distribuição em BT * PreçosPreçosPreçosPreços Potência

Potência Potência

Potência (PTE/kW.mês)(PTE/kW.mês)(PTE/kW.mês)(PTE/kW.mês) 2 465,2 Energia reactiva

Energia reactiva Energia reactiva

Energia reactiva (PTE/kvarh)(PTE/kvarh)(PTE/kvarh)(PTE/kvarh)

recebida 2,14

fornecida 2,81

* Tarifa equivalente para o Uso da Rede de Distribuição em BT, prevista no n.º 2 do artigo 31.º do Regulamento Tarifário

Venda a Clientes Finais em MAT Venda a Clientes Finais em MAT Venda a Clientes Finais em MAT

Venda a Clientes Finais em MAT PreçosPreçosPreçosPreços Potência

Potência Potência

Potência (PTE/kW.mês)(PTE/kW.mês)(PTE/kW.mês)(PTE/kW.mês) 715,5 Energia activa

Energia activa Energia activa

Energia activa (PTE/kWh)(PTE/kWh)(PTE/kWh)(PTE/kWh)

Horas de ponta 11,18

Período húmido Horas cheias 8,38 Horas de vazio normal 5,41 Horas de super vazio 5,05

Horas de ponta 11,18

Período seco Horas cheias 8,72

Horas de vazio normal 5,76 Horas de super vazio 5,38 Energia reactiva

Energia reactiva Energia reactiva

Energia reactiva (PTE/kvarh)(PTE/kvarh)(PTE/kvarh)(PTE/kvarh)

indutiva 2,20

(43)

Venda a Clientes Finais em AT Venda a Clientes Finais em AT Venda a Clientes Finais em AT

Venda a Clientes Finais em AT PreçosPreçosPreçosPreços Potência

Potência Potência

Potência (PTE/kW.mês)(PTE/kW.mês)(PTE/kW.mês)(PTE/kW.mês)

Tarifa de longas utilizações 998,1 Tarifas de médias utilizações 674,8 Tarifa de curtas utilizações 350,0 Energia activa

Energia activa Energia activa

Energia activa (PTE/kWh)(PTE/kWh)(PTE/kWh)(PTE/kWh)

Horas de ponta 11,52

Período húmido Horas cheias 8,82 Horas de vazio normal 5,88

Tarifa de longas Horas de super vazio 5,50

utilizações Horas de ponta 11,52

Período seco Horas cheias 9,16

Horas de vazio normal 6,23 Horas de super vazio 5,83

Horas de ponta 15,14

Período húmido Horas cheias 8,84 Horas de vazio normal 6,12

Tarifa de médias Horas de super vazio 5,73

utilizações Horas de ponta 15,78

Período seco Horas cheias 9,20

Horas de vazio normal 6,41 Horas de super vazio 5,99

Horas de ponta 27,57

Período húmido Horas cheias 11,80 Horas de vazio normal 7,58

Tarifa de curtas Horas de super vazio 7,09

utilizações Horas de ponta 27,57

Período seco Horas cheias 11,80

Horas de vazio normal 7,58 Horas de super vazio 7,09 Energia reactiva

Energia reactiva Energia reactiva

Energia reactiva (PTE/kvarh)(PTE/kvarh)(PTE/kvarh)(PTE/kvarh)

indutiva 2,23

(44)

C

ARACTERIZAÇÃO DO

S

ECTOR

E

LÉCTRICO

- P

ORTUGAL

C

ONTINENTAL

2000

40 Venda a Clientes Finais em MT (> 2 MW) Venda a Clientes Finais em MT (> 2 MW) Venda a Clientes Finais em MT (> 2 MW)

Venda a Clientes Finais em MT (> 2 MW) PreçosPreçosPreçosPreços Potência

Potência Potência

Potência (PTE/kW.mês)(PTE/kW.mês)(PTE/kW.mês)(PTE/kW.mês)

Tarifa de longas utilizações 1 119,7 Tarifas de médias utilizações 817,0 Tarifa de curtas utilizações 445,8 Energia activa

Energia activa Energia activa

Energia activa (PTE/kWh)(PTE/kWh)(PTE/kWh)(PTE/kWh)

Horas de ponta 16,29

Período húmido Horas cheias 9,50 Horas de vazio normal 6,57

Tarifa de longas Horas de super vazio 6,14

utilizações Horas de ponta 17,01

Período seco Horas cheias 9,91

Horas de vazio normal 6,87 Horas de super vazio 6,43

Horas de ponta 17,09

Período húmido Horas cheias 9,93 Horas de vazio normal 6,92

Tarifa de médias Horas de super vazio 6,47

utilizações Horas de ponta 18,51

Período seco Horas cheias 10,74

Horas de vazio normal 7,37 Horas de super vazio 6,89

Horas de ponta 30,79

Período húmido Horas cheias 13,15 Horas de vazio normal 8,35

Tarifa de curtas Horas de super vazio 7,81

utilizações Horas de ponta 30,79

Período seco Horas cheias 13,15

Horas de vazio normal 8,35 Horas de super vazio 7,81 Energia reactiva

Energia reactiva Energia reactiva

Energia reactiva (PTE/kvarh)(PTE/kvarh)(PTE/kvarh)(PTE/kvarh)

indutiva 2,41

(45)

Venda a Clientes Finais em MT (< 2 MW) Venda a Clientes Finais em MT (< 2 MW) Venda a Clientes Finais em MT (< 2 MW)

Venda a Clientes Finais em MT (< 2 MW) PreçosPreçosPreçosPreços Potência

Potência Potência

Potência (PTE/kW.mês)(PTE/kW.mês)(PTE/kW.mês)(PTE/kW.mês)

Tarifa de longas utilizações 1 119,7 Tarifas de médias utilizações 817,0 Tarifa de curtas utilizações 445,8 Energia activa

Energia activa Energia activa

Energia activa (PTE/kWh)(PTE/kWh)(PTE/kWh)(PTE/kWh)

Horas de ponta 16,29

Período húmido Horas cheias 9,50

Tarifa de longas Horas de vazio 6,41

utilizações Horas de ponta 17,01

Período seco Horas cheias 9,91

Horas de vazio 6,70

Horas de ponta 17,09

Período húmido Horas cheias 9,93

Tarifa de médias Horas de vazio 6,75

utilizações Horas de ponta 18,51

Período seco Horas cheias 10,74

Horas de vazio 7,19

Horas de ponta 30,79

Período húmido Horas cheias 13,15

Tarifa de curtas Horas de vazio 8,15

utilizações Horas de ponta 30,79

Período seco Horas cheias 13,15

Horas de vazio 8,15

Energia reactiva Energia reactiva Energia reactiva

Energia reactiva (PTE/kvarh)(PTE/kvarh)(PTE/kvarh)(PTE/kvarh)

indutiva 2,41

capacitiva 1,81

Venda a Clientes Finais em BTE Venda a Clientes Finais em BTE Venda a Clientes Finais em BTE

Venda a Clientes Finais em BTE PreçosPreçosPreçosPreços Potência

Potência Potência

Potência (PTE/kW.mês)(PTE/kW.mês)(PTE/kW.mês)(PTE/kW.mês)

Tarifa de médias utilizações 474 Tarifa de longas utilizações 1 331 Energia activa

Energia activa Energia activa

Energia activa (PTE/kWh)(PTE/kWh)(PTE/kWh)(PTE/kWh)

Horas de ponta 32,69

Tarifa de médias utilizações Horas cheias 13,97

Horas de vazio 9,10

Horas de ponta 18,68

Tarifa de longas utilizações Horas cheias 10,67

Horas de vazio 7,09

Energia reactiva Energia reactiva Energia reactiva

Energia reactiva (PTE/kvarh)(PTE/kvarh)(PTE/kvarh)(PTE/kvarh)

indutiva 2,81

(46)

C

ARACTERIZAÇÃO DO

S

ECTOR

E

LÉCTRICO

- P

ORTUGAL

C

ONTINENTAL

2000

42 Venda a Clientes Finais em BTN

Venda a Clientes Finais em BTN Venda a Clientes Finais em BTN

Venda a Clientes Finais em BTN (>20,7 kVA)(>20,7 kVA)(>20,7 kVA)(>20,7 kVA) PreçosPreçosPreçosPreços Potência contratada

Potência contratada Potência contratada

Potência contratada (kVA; PTE/mês)(kVA; PTE/mês)(kVA; PTE/mês)(kVA; PTE/mês)

27,6 11 550

Tarifa simples 34,5 14 439

41,4 17 326

27,6 12 498

Tarifa de médias utilizações 34,5 15 623

41,4 18 747

27,6 35 127

Tarifa de longas utilizações 34,5 43 913

41,4 52 696

Energia activa Energia activa Energia activa

Energia activa (PTE/kWh)(PTE/kWh)(PTE/kWh)(PTE/kWh)

Tarifa simples 15,69

Horas de ponta 32,69

Tarifa de médias utilizações Horas cheias 13,97

Horas de vazio 9,10

Horas de ponta 18,68

Tarifa de longas utilizações Horas cheias 10,67

Horas de vazio 7,09

Venda a Clientes Finais em BTN Venda a Clientes Finais em BTN Venda a Clientes Finais em BTN

Venda a Clientes Finais em BTN ((((<20,7 kVA)<20,7 kVA)<20,7 kVA)<20,7 kVA) PreçosPreçosPreçosPreços Potência contratada

Potência contratada Potência contratada

Potência contratada (kVA; PTE/mês)(kVA; PTE/mês)(kVA; PTE/mês)(kVA; PTE/mês)

1,15 81 2,30 168 1,15 324 2,30 671 3,45 1 018 Tarifa simples 6,9 2 253 10,35 3 408 13,8 4 583 17,25 5 725 20,7 6 928 3,45 1 416 6,9 2 651 10,35 3 806 13,8 4 981 17,25 6 123 20,7 7 326 Energia activa Energia activa Energia activa

Energia activa (PTE/kWh)(PTE/kWh)(PTE/kWh)(PTE/kWh)

Tarifa social 17,90

Tarifa simples 17,90

Horas fora de vazio 17,90

Horas de vazio 9,98

Tarifa bi-horária

Tarifa bi-horária Tarifa social

(47)

Venda a Clientes Finais em BTN sazonal Venda a Clientes Finais em BTN sazonal Venda a Clientes Finais em BTN sazonal

Venda a Clientes Finais em BTN sazonal (>20,7 kVA)(>20,7 kVA)(>20,7 kVA)(>20,7 kVA) PreçosPreçosPreçosPreços Potência contratada

Potência contratada Potência contratada

Potência contratada (kVA; PTE/mês)(kVA; PTE/mês)(kVA; PTE/mês)(kVA; PTE/mês)

27,6 2 501 Tarifa tri-horária 34,5 3 126 41,4 3 750 Energia activa Energia activa Energia activa

Energia activa (PTE/kWh)(PTE/kWh)(PTE/kWh)(PTE/kWh)

Horas de ponta 40,09

Tarifa tri-horária Horas cheias 17,88

Horas de vazio 9,09

Venda a Clientes Finais em BTN sazonal Venda a Clientes Finais em BTN sazonal Venda a Clientes Finais em BTN sazonal

Venda a Clientes Finais em BTN sazonal (<20,7 kVA)(<20,7 kVA)(<20,7 kVA)(<20,7 kVA) PreçosPreçosPreçosPreços Potência contratada

Potência contratada Potência contratada

Potência contratada (kVA; PTE/mês)(kVA; PTE/mês)(kVA; PTE/mês)(kVA; PTE/mês)

3,45 204 6,9 451 10,35 681 13,8 916 17,25 1 145 20,7 1 385 3,45 601 6,9 850 10,35 1 079 13,8 1 314 17,25 1 543 20,7 1 784 Energia activa Energia activa Energia activa

Energia activa (PTE/kWh)(PTE/kWh)(PTE/kWh)(PTE/kWh)

Tarifa simples 25,30

Horas fora de vazio 25,30

Horas de vazio 9,98

Tarifa bi-horária Tarifa simples

Tarifa bi-horária

Venda a Clientes Finais em BTN sazonal tri-horária * Venda a Clientes Finais em BTN sazonal tri-horária * Venda a Clientes Finais em BTN sazonal tri-horária *

Venda a Clientes Finais em BTN sazonal tri-horária * PreçosPreçosPreçosPreços Potência contratada

Potência contratada Potência contratada

Potência contratada (PTE/mês)(PTE/mês)(PTE/mês)(PTE/mês) 916 Energia activa

Energia activa Energia activa

Energia activa (PTE/kWh)(PTE/kWh)(PTE/kWh)(PTE/kWh)

Horas de ponta 39,58

Horas cheias 18,66

Horas de vazio 9,98

* Transitória.

Venda a Clientes Finais em BT (Iluminação Pública) Venda a Clientes Finais em BT (Iluminação Pública) Venda a Clientes Finais em BT (Iluminação Pública)

Venda a Clientes Finais em BT (Iluminação Pública) PreçosPreçosPreçosPreços Energia activa

Energia activa Energia activa

Referências

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