“A liberdade é terapêutica”
Reunião Pública Saúde/Cidadania
Ministério Público
Lei 10.216 de 06 de abril de 2001
Lei 10.216/01
Art. 1º Os direitos e a proteção das pessoas acometidas de transtorno
mental, de que trata esta Lei, são assegurados sem qualquer forma de
discriminação quanto à raça, cor, sexo, orientação sexual, religião,
opção política, nacionalidade, idade, família, recursos econômicos e
ao grau de gravidade ou tempo de evolução de seu transtorno, ou
qualquer outra.
Lei 10.216/01
Art. 2º Nos atendimentos em saúde mental, de qualquer natureza, a
pessoa e seus familiares ou responsáveis serão formalmente
cientificados dos direitos enumerados no parágrafo único deste
artigo.
Lei 10.216/01
(Art. 2º)
Parágrafo único. São direitos da pessoa portadora de transtorno mental:
I - ter acesso ao melhor tratamento do sistema de saúde, consentâneo às
suas necessidades;
II - ser tratada com humanidade e respeito e
no interesse exclusivo de
beneficiar sua saúde, visando alcançar sua recuperação pela
inserção na família, no trabalho e na comunidade
;
III - ser protegida contra qualquer forma de abuso e exploração;
Lei 10.216/01
(Art. 2º)
IV - ter garantia de sigilo nas informações prestadas;
V - ter direito à presença médica, em qualquer tempo, para esclarecer a
necessidade ou não de sua hospitalização involuntária;
VI - ter livre acesso aos meios de comunicação disponíveis;
Lei 10.216/01
(Art. 2º)
VII - receber o maior número de informações a respeito de sua doença e
de seu tratamento;
VIII - ser tratada em ambiente terapêutico pelos meios menos invasivos
possíveis;
IX -
ser tratada, preferencialmente, em serviços comunitários de
saúde mental.
SUS
O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece serviços gerais e específicos para o tratamento de dependentes de álcool, crack e outras drogas.
Baseia-se:
1. Na Lei da Reforma Psiquiátrica nº 10.216/01
2. Na Portaria GM nº 336/02
3. Na Portaria nº 3.088, de 23 de dezembro de 2011
institui a rede de atenção psicossocial
4. Na Portaria nº 121, de 25 de janeiro de 2012
institui a unidade de acolhimento para pessoas com necessidades decorrentes do uso de crack, álcool e outras drogas (unidade de acolhimento), no componente de atenção residencial de caráter transitório da rede de atenção psicossocial
SUS
O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece serviços gerais e específicos para o tratamento de dependentes de álcool, crack e outras drogas.
Baseia-se:
1. Na Portaria nº 122, de 25 de janeiro de 2012
define as diretrizes de organização e funcionamento das equipes de consultório na rua
2. Na Portaria nº 123, de 25 de janeiro de 2012
define os critérios de cálculo do número máximo de equipes de consultório na rua (cr) por município
3. Na Portaria nº 130, de 26 de janeiro de 2012
que redefine o centro de atenção psicossocial para usuários de álcool e outras drogas 24 h (caps ad iii) e os respectivos incentivos financeiros
4. Na Portaria nº 148, de 31 de janeiro de 2012
que define as normas de funcionamento e habilitação do serviço hospitalar de referência em saúde mental, álcool e outras drogas
Plano Municipal de Atendimento à
Usuários de Álcool e Outras Drogas
Objetivos Gerais
1.
Organizar a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) Municipal para
usuários de Álcool, Crack e Outras Drogas (AD);
2.
Promover a rede social e de serviços de saúde para a atenção ao uso
prejudicial de AD.
Objetivos específicos
1.
Oferecer um plano de tratamento de longa duração
2.
Oferecer atendimento que trabalhe a crise imediata
3.
Dar aos usuários diferentes abordagens e opções de tratamento
conectados a estratégias de promoção da qualidade de vida
Rede de Atenção Psicossocial (RAPS)
1. Centro de Atenção Psicossocial para Usuários de Álcool, Crack e Outras Drogas (CAPS ad);
2. Centro de Atenção Psicossocial para Psicóticos e Neuróticos Graves (CAPS); 3. Centro de Atenção Psicossocial para Crianças e Adolescentes (CAPSi);
4. Unidade de Acolhimento para Adultos (UAA);
5. Unidade de Acolhimento para Crianças e Adolescentes (Uai);
6. Leitos de Saúde Mental/Álcool e Outras Drogas em Hospital Geral 7. Consultório na Rua
8. NASF (com SM/AD)
9. Cardápio de Serviços de Saúde (Clínicas da Família, Policlínicas, UPAs, CER, etc)
10. Cardápio de Serviços Intersetoriais (Secretaria de Desenvolvimento Social, Secretaria de Educação, Secretaria de Habitação, etc)
Ordenamento de Fluxo
- O fluxo na RAPS é ordenado pelos CAPS;
- A linha de cuidado
obedece a cada PTS, é territorial, e incorpora
todo o cardápio intra e intersetorial
, com o objetivo de
promover a saúde como qualidade de vida (o que inclui a prevenção
e a recuperação da saúde).
UA adulto Consultório na Rua (Atenção Primária) CAPSad 24h UAi
Linhas de Produção do Cuidado (Singulares,
Territoriais e Intersetoriais)
NASF e outras estratégias de
matriciamento Cardápio de Serviços de Saúde
(ESF, Policlínicas, CAPS, UPAS)
Cardápio Intersetorial
(SME, SMAS, SMH, etc.) DIAGRAMA de produção do cuidado AD
Leitos HG SM/AD
CAPS ad
São unidades que, junto às Clínicas da Família, funcionam como
porta de
entrada
para o sistema de serviços de prevenção, assistência e promoção
da saúde como qualidade de vida
São também consideradas
ordenadoras
da
rede
de
atenção
psicossocial
,
para
casos
que
requerem
intensividade
e
semi-intensividade, estratégicos não apenas para o tratamento de longa
duração, como para a organização dos fluxos de encaminhamentos destes
casos para toda a rede de saúde e rede intersetorial de apoio
Atribuições do CAPS ad
1. Ordenar a RAPS para o cuidado dos usuários de álcool, crack e outras drogas;
2. Oferecer atendimento multidisciplinar e atenção ambulatorial e/ou contínua,
durante 24 (vinte e quatro) horas, diariamente, incluindo feriados e finais de semana aos usuários de crack, álcool e outras drogas (CAPS III ad);
3. Produzir o Projeto Terapêutico Singular (PTS) do paciente;
4. Desenvolver ações integradas aos serviços da rede assistencial como Consultório
na Rua, Unidades de Saúde da Família, Centros Municipais de Saúde, CRAS, CREAS dentre outros;
5. Desenvolver protocolos clínicos de atendimento aos usuários adultos de álcool,
crack e outras drogas;
Atividades do CAPS ad
1. Atendimento individual (medicamentoso, psicoterápico, entre outros) e em grupos
(psicoterapia, grupo operativo, atividades de suporte social, entre outras);
2. Acompanhamento psicossocial dos casos, inclusive em parceria com Consultório na
Rua, Unidades de Saúde da Família, Centros Municipais de Saúde, CREAS, etc.
3. Oficinas terapêuticas executadas por profissional de nível superior ou nível médio;
4. Visitas e atendimentos domiciliares;
5. Atividades de integração e reinserção sócio-familiar;
6. Acolhimento noturno, nos feriados e finais de semana, para realizar intervenções a
situações de crise (abstinência e/ou desintoxicação sem intercorrência clínica grave e comorbidades) e, também, repouso e/ou observação (CAPS III ad);
7. Registro e atualização das informações dos usuários de crack e outras drogas
atendidos por meio do prontuário eletrônico.
Unidades de
Acolhimento
(UA)
1. São unidades de saúde complementares ao tratamento destinado aos usuários dos CAPS ad;
2. Trata-se de local protegido que possui uma posição estratégica no tratamento, diminuindo as demandas por internação;
3. Esse tipo de serviço se justifica pelas características próprias do uso compulsivo de substâncias, como as constantes recidivas, a intolerância intra-familiar (incluindo violência doméstica), rede de apoio social inexistente ou de baixo impacto;
4. Está destinada a dar suporte para aqueles com dificuldades no restabelecimento de vínculos sociais ou familiares, importantes para o desenvolvimento do auto-cuidado.
Unidades de
Acolhimento
(UA)
1. O objetivo, além da proteção, é manter o paciente vinculado ao seu PROJETO
TERAPÊUTICO SINGULAR, territorializado, estabelecendo as condições necessárias para as ações intensivas de promoção da saúde como qualidade de vida;
2. IMPORTANTE: São serviços interligados aos CAPSad, que são sua porta de entrada;
3. O período de permanência é variável de acordo com a gravidade clínica e psicossocial
do paciente, sendo em média de 15 (quinze) dias e no máximo de 180 (cento e oitenta) dias;
4. Objetiva-se que o acolhimento dessa população se dê em espaço adequado e
confortável, que contemple quartos coletivos de até 04 (quatro) pessoas, totalizando até 12 (doze) pessoas.
Atribuições da UA
1. Oferecer atendimento multidisciplinar e atenção contínua, durante 24 (vinte e quatro)
horas diariamente, incluindo feriados e finais de semana aos adultos usuários de álcool, crack e outras drogas;
2. Desenvolver ações integradas com o CAPS ad;
3. Proporcionar acompanhamento dos casos neste período de transição.
Atividades da UA
1. Acompanhamento psicossocial ao usuário segundo o PTS elaborado pela equipe CAPS ad; 2. Promoção de atividades que favoreçam a reinserção social;
3. Articulação com a Rede intersetorial, especialmente, assistência social social, justiça e educação, através do PTS elaborado e acompanhado pela equipe do CAPS ad;
4. Articulação com programas culturais, educacionais e profissionalizantes, de moradia e de geração de trabalho e renda, através do PTS elaborado e acompanhado pela equipe do CAPS ad;
5. Atendimento psicossocial individual e em grupo conforme PTS;
6. Registro e atualização das informações dos usuários de álcool, crack e outras drogas atendidos por meio do prontuário eletrônico.
Consultórios na Rua (CnR)
1. Modalidade de atendimento externo aos espaços formais, utilizando abordagem
clínica associada aos recursos comunitários disponíveis no território;
2. As Equipes de CnR são multiprofissionais e lidam com os diferentes problemas e
necessidades de saúde da população em situação de rua além daqueles relativos ao uso prejudicial de Álcool, Crack e Outras Drogas;
Atividades do CnR
1.
Abordagem individual ou em grupo dos usuários de crack, álcool e outras drogas no seu espaço de permanência;2. Identificação e acompanhamento de comorbidades como tuberculose, desnutrição, DST/AIDS, dentre outras;
3. Registro das informações no prontuário eletrônico; 4. Atendimento clínico individual ou em grupo;
5. Consultas conjuntas com as equipes de Atenção Primária à Saúde e outros serviços de saúde em que esta ação se fizer necessária;
6. Realização de oficinas de prevenção e promoção da saúde; 7. Ações de Redução de Danos;
8. Avaliação dos casos e referenciamento;
9. Integração com a rede de saúde e promoção de ações intersetoriais.
Leitos de Saúde Mental/Álcool e Outras Drogas em Hospital Geral
1. Avaliação, tratamento e estabilização de agravos clínicos e psiquiátricos de
usuários de Crack, Álcool e Outras Drogas;
2. Evitar a ocorrência de óbitos em usuários de Álcool, Crack e Outras Drogas;
3. Atendimento da síndrome de abstinência e intoxicações;
4. Avaliação, construção e manutenção do Projeto Terapêutico Singular, em relação de co-responsabilidade com os demais serviços extra-hospitalares implicados;
5. Suporte hospitalar de psiquiatria para a rede de Saúde Mental.
LINHA DE CUIDADO - AD
CONSULTÓRIO NA RUA + CAPSad
DISPOSITIVOS TERRITORIAIS(CLÍNICA DA FAMÍLIA E REDE DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL) OU INTERSETORIAIS
URGÊNCIAS: LEITOS CLÍNICOS AD
HMEF, HMRG, HFS, HFL, HUPE E HM PIEDADE (ADOLESCENTE)
EMERGÊNCIAS POR COMORBIDADES CLÍNICAS,CIRÚRGICAS, GINECO-OBSTÉTRICAS,
PSIQUIÁTRICAS:
HOSPITAIS PSIQUIÁTRICOS, MATERNIDADES, 4 GRANDES, CER E UPAS
QUADRO ESTABILIZADO
AVALIAÇÃO CLÍNICA DO PACIENTE
UNIDADES DE ACOLHIMENTO TRATAMENTO TERRITORIAL NÃO
SIM PACIENTE EM CONDIÇÕES DE ALTA
RETORNO FAMILIAR
Proposta de Ampliação
da Rede de Saúde Mental do
Município do Rio de Janeiro
AP 5.3 AP 5.2 AP 5.1 AP 3.3 AP 3.2 AP 3.1 AP 1 AP 2.1 AP 4 AP 2.2
Rede de Atenção Psicossocial – CAPSad (até 2011)
ad Raul Seixas
CAPSadII
ad Mané Garrincha
Ad CENTRA-RIO
AP 5.3 AP 5.2 AP 5.1 AP 3.3 AP 3.2 AP 3.1 AP 1 AP 2.1 AP 4 AP 2.2
Rede de Atenção Psicossocial – CAPSad (2012)
ad Raul Seixas
CAPSadII
ad Mané Garrincha
Ad CENTRA-RIO
“A liberdade é terapêutica”
ad Antônio C. Mussum ad Júlio César
AP 5.3 AP 5.2 AP 5.1 AP 3.3 AP 3.2 AP 3.1 AP 1 AP 2.1 AP 4 AP 2.2
Rede de Atenção Psicossocial – CAPSad (2013)
adIII Raul Seixas
CAPSadII
ad Mané Garrincha
Ad CENTRA-RIO
“A liberdade é terapêutica”
adIII Antônio C. Mussum ad Júlio César adIII UAA UAA UAA CAPSadIII UAA
AP 5.3 AP 5.2 AP 5.1 AP 3.3 AP 3.2 AP 3.1 AP 1 AP 2.1 AP 4 AP 2.2
Rede de Atenção Psicossocial – CAPSad (2014)
adIII Raul Seixas
ad Mané Garrincha
Ad CENTRA-RIO
“A liberdade é terapêutica”
adIII Antônio C. Mussum ad Júlio César adIII UAA UAA UAA adIII UAA adIII UAA CAPSadII CAPSadIII UAA
AP 5.3 AP 5.2 AP 5.1 AP 3.3 AP 3.2 AP 3.1 AP 1 AP 2.1 AP 4 AP 2.2
Rede de Atenção Psicossocial – CAPSII e III (2012)
Ernesto Nazareth Fernando Diniz Clarice Lispector Rubens Correa Linda Batista Artur Bispo do Rosário Lima Barreto Pedro Pellegrino Profeta Gentileza Simão Bacamarte CAPSIII Torquato Neto UERJ III Maria do Socorro III João Ferreira
AP 5.3 AP 5.2 AP 5.1 AP 3.3 AP 3.2 AP 3.1 AP 1 AP 2.1 AP 4 AP 2.2
Rede de Atenção Psicossocial – CAPSII e III (2013)
Ernesto Nazareth Fernando Diniz Clarice Lispector Rubens Correa Linda Batista Artur Bispo do Rosário Lima Barreto Pedro Pellegrino Profeta Gentileza Simão Bacamarte CAPSIII existentes Torquato Neto UERJ III Maria do Socorro III João Ferreira
AP 5.3 AP 5.2 AP 5.1 AP 3.3 AP 3.2 AP 3.1 AP 1 AP 2.1 AP 4 AP 2.2
Rede de Atenção Psicossocial – CAPSII e III (2014)
Ernesto Nazareth Fernando Diniz Clarice Lispector Rubens Correa Linda Batista Artur Bispo do Rosário Lima Barreto Pedro Pellegrino Profeta Gentileza Simão Bacamarte CAPSIII existentes Torquato Neto UERJ III Maria do Socorro III João Ferreira
CAPS II existentes
AP 5.3 AP 5.2 AP 5.1 AP 3.3 AP 3.2 AP 3.1 AP 1 AP 2.1 AP 4 AP 2.2
Rede de Atenção Psicossocial – CAPSi (até 2011)
CAPSi Elisa Santa Rosa CAPSi Pequeno Hans
CAPSi Maria Clara Machado
CAPSi existentes
CAPSi João de Barro
AP 5.3 AP 5.2 AP 5.1 AP 3.3 AP 3.2 AP 3.1 AP 1 AP 2.1 AP 4 AP 2.2
Rede de Atenção Psicossocial – CAPSi (2012)
CAPSi Elisa Santa Rosa CAPSi Pequeno Hans
CAPSi Maria Clara Machado
CAPSi existentes
CAPSi João de Barro
CAPSi Heitor VLobos CAPSi Visc. Sabugosa
CAPSi Maurício de Souza CARIM
AP 5.3 AP 5.2 AP 5.1 AP 3.3 AP 3.2 AP 3.1 AP 1 AP 2.1 AP 4 AP 2.2
Rede de Atenção Psicossocial AD
Rede de Urgência e Emergência (até 2011)
PRR
IMPP
“A liberdade é terapêutica”
HMJM
Emergência em Hospital Psiquiátrico
CPRJ
AP 5.3 AP 5.2 AP 5.1 AP 3.3 AP 3.2 AP 3.1 AP 1 AP 2.1 AP 4 AP 2.2
Rede de Atenção Psicossocial AD
Rede de Urgência e Emergência (2012)
PRR
IMPP
“A liberdade é terapêutica”
HMLJ
Emergência em Hospital Psiquiátrico
CPRJ
Emergência em Unidade Geral
AP 5.3 AP 5.2 AP 5.1 AP 3.3 AP 3.2 AP 3.1 AP 1 AP 2.1 AP 4 AP 2.2
Rede de Atenção Psicossocial AD
Rede de Urgência e Emergência (2013-2014)
PRR
HMMC
ad Guaratiba
“A liberdade é terapêutica”
HMLJ
Emergência em Hospital Psiquiátrico
HMSA
Emergência em Unidade Geral
AP 5.3 AP 5.2 AP 5.1 AP 3.3 AP 3.2 AP 3.1 AP 1 AP 2.1 AP 4 AP 2.2
Rede de Atenção Psicossocial AD
Rede Hospitalar (até 2011)
IMNS
IMPP
ad Guaratiba
“A liberdade é terapêutica”
HMJM
Hospital Psiquiátrico Público
CPRJ
IFS
SRJ
CSE
HPA
Hospital Psiquiátrico Conveniado
AP 5.3 AP 5.2 AP 5.1 AP 3.3 AP 3.2 AP 3.1 AP 1 AP 2.1 AP 4 AP 2.2
Rede de Atenção Psicossocial AD
Rede Hospitalar (2012)
IMNS
IMPP
ad Guaratiba
“A liberdade é terapêutica”
HMJM
Hospital Psiquiátrico Público
CPRJ SRJ
HMPII
HPA
Hospital Psiquiátrico Conveniado
Leitos de Saúde Mental em Hospital Geral
HMRG
AP 5.3 AP 5.2 AP 5.1 AP 3.3 AP 3.2 AP 3.1 AP 1 AP 2.1 AP 4 AP 2.2
Rede de Atenção Psicossocial AD
Rede Hospitalar (até 2013-2014)
IMNS
IMPP
“A liberdade é terapêutica”
HMJM
Hospital Psiquiátrico Público
CPRJ
HMPII
HMMC
Hospital Psiquiátrico Conveniado
Leitos de Saúde Mental em Hospital Geral
HMRG
AP 5.3 AP 5.2 AP 5.1 AP 3.3 AP 3.2 AP 3.1 AP 1 AP 2.1 AP 4 AP 2.2
Rede de Atenção Psicossocial AD
Rede Hospitalar (Descentralização)
“A liberdade é terapêutica”
CAPSIII
Hospital Psiquiátrico Público
HMPII
HMMC
Hospital Psiquiátrico Conveniado
Leitos de Saúde Mental em Hospital Geral
HMRG HMEF CAPSIII CAPSIII CAPSIII CAPSIII CAPSIII CAPSIII CAPSIII CAPSIII CAPSIII CAPSIII CAPSIII
Total: 58
“A liberdade é terapêutica”
“A liberdade é terapêutica”
“A liberdade é terapêutica”
“A liberdade é terapêutica”
Internações nos Leitos de Saúde Mental em Hospitais Gerais
Alta médica CAREad
Enfermaria Clínica Abrigamento