1. RESUMO
A Revascularização do Miocárdio (RM) é uma das cirurgias mais realizadas no mundo, pois em decorrência do aumento na quantidade de Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT), tem-se a elevação do número de pacientes idosos que realizam tal procedimento. Pensando dessa forma, é importante identificar as dificuldades do idoso no pós-operatório imediato e mediato e as ações do enfermeiro na revascularização do miocárdio
,
com o intuito de auxiliar esses pacientes em sua recuperação e reabilitação, utilizando de três instrumentos: prevenção, promoção e educação em saúde.2. INTRODUÇÃO
O envelhecimento é um processo de mudança psicossocial e física que exige adaptações por parte do indivíduo, família e sociedade, em termos do atendimento das demandas do idoso. Um exemplo disso é o aumento com as despesas em saúde e pela procura de profissionais capacitados e habilitados no atendimento dessa população. A saúde dos idosos é traduzida como a capacidade de realizar atividades de vida diária (AVD) e outras necessidades sem o impedimento das doenças preexistentes, ou seja, a palavra saúde não significa a ausência de doença nesse caso (VALCARENGHI et al., 2015).
As doenças cardiovasculares são as principais causas de mortes nos idosos e na população, sendo a RM, a conduta mais adotada no tratamento desses indivíduos. As técnicas cirúrgicas foram iniciadas há mais de 60 anos para o tratamento da angina no tórax, com a tentativa de melhorar o fluxo sanguíneo miocárdico. Em 1970, Green et al. realizaram a primeira revascularização direita do miocárdio, utilizando a artéria torácica interna esquerda como enxerto (SILVA et al.,1997; LAMAS; SOARES; SILVA, 2009; DALLAN; JANETE, 2013).
Com a padronização da técnica, a melhora clínica precoce, os avanços em cuidados pré-operatórios, técnicas cirúrgicas, materiais, métodos, anestesia e cuidados intensivos no pós-operatório, houve uma grande queda na morbimortalidade da RM, o que ocasionou a indicação cirúrgica para pacientes cada
parte é realizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) (SILVA et al.,1997; PIEGAS et al., 2009).
Por se tratar de um procedimento de grande porte, a cirurgia cardíaca pode ocasionar alterações fisiológicas e emocionais, que se não controladas nos períodos trans e pós-operatórios, podem predispor os pacientes às complicações. Os enfermeiros que atuam em unidades cirúrgicas devem ficar atentos aos indicativos de dor no pós-operatório, pois grande parte dos idosos não relata o seu aparecimento por considerá-la parte do envelhecimento. Para se identificar a dor, é necessário realizar a avaliação funcional e psíquica do paciente, além do exame físico, não se restringindo ao seu relato, pois como resultado pode gerar medo, imobilidade e isolamento, sendo que esses sinais irão interferir na recuperação cirúrgica (LAMAS; SOARES; SILVA, 2009).
Outras alterações que são comuns no pós-operatório são a ansiedade e depressão. O enfermeiro pode utilizar a escala Hospital Anxiety and Depression (HAD), que avalia se estas alterações estão presentes. Trata-se de um instrumento simples, que pode revelar casos de transtornos do humor que poderiam passar despercebidos pela equipe. Ou seja, com uma consulta de enfermagem bem eficaz, o enfermeiro é capaz de identificar essas alterações e fazer intervenções, orientando esse paciente acerca das atividades de autocuidado para a recuperação da saúde e prevenção de complicações, enfatizando a necessidade de manter estilo de vida saudável (LIMA et al., 2010).
A educação em saúde, por ter caráter mais amplo, é considerada um dispositivo principal para a viabilização da promoção da saúde, uma das estratégias que proporciona visibilidade aos fatores de risco e aos agravos à saúde da população e propõe melhora na qualidade de vida, e prevenção de doenças. É uma estratégia muito importante para a promoção da saúde, transformando práticas e comportamentos individuais e auxiliando no desenvolvimento da autonomia e qualidade de vida do usuário, sendo de responsabilidade da equipe de enfermagem orientar os pacientes submetidos à cirurgia de RM quanto à prática do autocuidado (ASSIS, 2005; LIMA; ARAÚJO, 2007; VALCARENGHI et al., 2015).
O enfermeiro atualmente está mais capacitado para avaliar o processo educativo, levantando informações referentes às necessidades educacionais destes indivíduos, suas crenças, valores, autoconhecimento de suas condições de saúde e serviços de apoio existentes para o seu processo de reabilitação, possibilitando a prática de intervenções e realização de orientações, devido à proximidade que ele apresenta com o paciente e seus familiares. Também é importante desenvolver políticas públicas e programas de saúde pública voltadas à prevenção e promoção da saúde do idoso, objetivando contribuir para a construção do conceito ampliado de saúde e melhoria da qualidade de vida (DANTAS; AGUILLAR, 2001; VALCARENGHI et al., 2015).
O trabalho foi realizado com intuito de aprimorar o conhecimento sobre as possíveis complicações do pós-operatório imediato e mediato que podem surgir e identificar as ações do enfermeiro em RM, contribuindo para o desenvolvimento do autocuidado no idoso, a fim de contribuir para promoção da independência destes indivíduos. Pretende-se abordar um tema de preocupação mundial com o enorme crescimento da população idosa, objetivando a disponibilidade de material científico e contribuindo para a realização da Sistematização da Assistência de enfermagem (SAE) de forma adequada.
3. OBJETIVOS
- Identificar as dificuldades do idoso no pós-operatório imediato e mediato e as ações do enfermeiro na revascularização do miocárdio.
4. METODOLOGIA
O método utilizado neste trabalho é a pesquisa bibliográfica. Essa metodologia é realizada a partir da leitura atenta e sistemática de livros e artigos publicados em periódicos científicos que se faz acompanhar de anotações e fichamentos que servirão para a composição do texto. O material pesquisado é constituído de artigos de revistas científicas encontradas na Biblioteca Virtual em Saúde (BVS). A busca bibliográfica considerou os textos publicados desde 1997 até 2017, com o uso das seguintes palavras-chave: revascularização do miocárdio, revascularização do
revascularização do miocárdio, papel do enfermeiro no autocuidado, tensão no papel do cuidador.
5. DESENVOLVIMENTO
Quando se trata do cliente idoso que é portador da doença isquêmica cardíaca, o pós-operatório deve ser uma fase de reabilitação assistida, prevenindo-se o maior número possível de complicações imediatas, destacando a dor, medo, ansiedade e mediatas, como a depressão, o que poderá afetar grandemente o paciente (LAMAS; SOARES; SILVA, 2009).
A dor pós-operatória na cirurgia cardíaca é considerada um importante ponto final para se avaliar o prejuízo físico e psicológico nos idosos. Para uma melhor abordagem, é necessário que o profissional use questionários e sistemas de escores para instrumentalizar uma quantificação precisa, como a escala numérica de 0 a 10; escala de copos; escala visual analógica; escala de faces de adulto e GPM (Geriatric pain measure) (SANTOS e SOUZA, 2013; ANDRADE; PEREIRA; SOUSA, 2006; XAVIER et al., 2011).
A terapêutica farmacológica utilizada para controle da dor no pós-operatório de Insuficiência Coronariana Cardíaca inclui o uso de antiinflamatórios não-opióides e os opióides, atuando como agentes analgésicos, uma vez que inibem a condução do estímulo doloroso. Os medicamentos administrados incluem paracetamol, associado à dipirona ou à codeína (XAVIER et al., 2011).
Entre os diagnósticos psicológicos mais comuns feitos no período pós-operatório de RM estão à ansiedade, o medo e a depressão. A ansiedade, considerada um sentimento de sinal de alerta a uma situação ameaçadora, resultando a uma adaptação forçada a novos hábitos, e o medo, são sentimentos comuns aos pacientes que se submetem a cirurgia cardíaca, pois eles irão permanecer internados e longe da suas casas, famílias, hábitos e convívio social (PARCIANELLO et al., 2011; VARGAS et al., 2006).
De acordo com Vargas et al. (2006), acredita-se que existe uma faixa de ansiedade que deve ser considerada desejável e que impulsiona o paciente a interagir mais com a equipe e realizar perguntas, relacionando-se com os familiares
e aceitando restrições impostas pelo preparo pré-cirúrgico. Mas ao mesmo tempo, se mostra apático, resultando em dificuldades para aprender as orientações verbais recebidas da equipe. Caso apresente um baixo grau de ansiedade, pode indicar uma introversão, resistência em compreender e se reafirmar diante da situação vivida.
A depressão no pós-operatório esta associada a altas taxas de ansiedade antes da realização da cirurgia de RM, a recuperação precária e a exacerbação da dor. É uma situação de adoecimento caracterizada pela variedade de perturbações físicas e funcionais que podem trazer impactos desastrosos a vida do individuo, sendo uma possível complicação no pós-operatório de RM, muito prevalente nos idosos. As manifestações clínicas são: tristeza, sensação de vazio persistente, anedonia, insônia ou sonolência, aumento ou redução do apetite, emagrecimento, agitação, inquietação, cansaço, falta de energia, sensação de inutilidade, culpa, idéias homicidas e lentificação do pensamento. Estes sinais e sintomas podem estar presentes por pelo menos duas semanas, todos os dias, e causa um comprometimento na interação social e nas atividades de trabalho (VARGAS et al., 2006; CASTILHO; MOTTA, 2017).
O enfermeiro tem papel fundamental na assistência ao idoso, pois deve estar envolvido no cuidado visando á humanização do tratamento, restabelecimento e manutenção da saúde, estimulando a autonomia, dignidade e prevenindo complicações adicionais. É muito importante que ele realize a educação em saúde, o acolhimento de maneira adequada, forneça apoio emocional e respeito para uma assistência ideal, conforme as necessidades de cada paciente/cliente. É o profissional essencial para a promoção da saúde dos idosos, pois apresenta capacidade técnica e cientifica de realizar a avaliação e acompanhamento das condições de vida e saúde dos familiares e grupos sociais (ALVARENGA et al.,2011; SILVA; OLIVEIRA; MARTA, 2013).
Lima e Araújo (2007) consideraram alguns indicadores para análise da prática do autocuidado, como a regularidade no comparecimento ás consultas médica. Foi observado que alguns pacientes não compareciam, em decorrência à distância. Frente a essas dificuldades, é necessária enfatizar á avaliação clinica, psicológica e
contemplar os fatores que interferem no autocuidado como: custo financeiro com o deslocamento e nível de escolaridade, o que pode interferir em sua compreensão.
O cuidado voltado ao idoso tem despertado grande interesse nos profissionais da área da saúde, que desempenham um papel importante na assistência prestada a esse paciente, sendo de sua responsabilidade a prestação de serviços de qualidade visando o atendimento adequado, por meio da utilização de três instrumentos que visam à prevenção, promoção e educação em saúde, com o objetivo de atender as demandas do cliente no pós-cirúrgico. Os mesmos estão realizando estudos envolvendo o impacto físico, psicológico e emocional gerados no cuidador. Na ocasião de algum evento que comprometa a dependência ou a capacidade funcional do paciente, normalmente é a família que assume a responsabilidade pelo cuidado, produzindo frustrações e conflitos, além de interferir na dinâmica familiar e nos relacionamentos interpessoais. Os familiares são transformados repentinamente em cuidadores, sem que sejam questionados quanto ao preparo, desejo e disponibilidade, vivenciando a tensão do papel de cuidador, relacionada a fatores multidimensionais (FERNANDES; GARCIA, 2009).
6. RESULTADOS
De acordo com as pesquisas de Santos e Souza (2013), os idosos apresentam menos sensibilidade à dor, sendo assim, quando eles se queixam de dor, a intensidade da mesma é muito alta. Isto também pode ser atribuído às seguintes alterações fisiológicas: diminuição do número e função de neurônios nociceptivos periféricos; receptor de dor: redução de 50% de corpúsculos de Pacini e de 10-30% dos discos de Meissner/Merkle; redução de endorfinas; há diminuição da fibra mielinizada, caracterizada pela redução da densidade, aumento de fibra anormal/degenerada e velocidade de condução mais lenta e a perda neuronal no corno dorsal. Perda neuronal cortical, mesencéfalo e tronco cerebral. Diminuições de Ach, gaba e serotonina.
Em uma pesquisa realizada por Xavier et al. (2011), foram avaliados 70 idosos portadores de Insuficiência Coronariana Cardíaca, submetidos a cirurgia cardíaca, com idade media de 67, 76 (±5,60) anos, avaliados do 1° ao 5° Dias de Pós-operatório (DPO). Em relação à intensidade da dor no 1º (DPO), o tipo de dor
mais frequente foi à moderada (37,14%), no 2º DPO, a dor do tipo leve (34,29%), no 3º DPO, dor moderada (32,86%), no 4º DPO dor moderada (21,43%) e no 5º DPO dor leve e (10,00%) cada.
Foi realizado um estudo em um Centro de saúde de Portugal com 75 idosos com mais de 65 anos, sendo que destes, 44 encontravam-se internados em instituições de apoio a terceira idade e o restante na comunidade. Foi aplicada a Escala de Depressão Geriátrica (EDG), muito utilizada para investigação e diagnóstico clinica de depressão nos idosos. É um instrumento de fácil aplicação que avalia os sentimentos e comportamentos da semana anterior a sua aplicação. Composto por 30 questões que variam em uma nota de 0 a 30 pontos, sendo 0 a 10 pontos - ausência de depressão, 11 a 20 pontos - depressão ligeira e de 21 a 30 pontos- depressão grave. A EDG possui uma sensibilidade de 84% e especificidade de 95%, além de um Alfa de Cronbach de 0,94, correspondendo a um bom nível de consistência interna e fiabilidade, não excluindo a confirmação clinica. A sua maior desvantagem é a impossibilidade de aplicação da escala em pacientes com défice cognitivo. De acordo com a EDG, a identificação de 10 ou mais sintomas de depressão no indivíduo, indica normalidade, de 11 a 20, depressão ligeira e mais de 21 sintomas, depressão moderada a severa (FRADE et al., 2015).
7. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Este trabalho possibilitou conhecer de forma mais aprofundada sobre o pós-operatório de revascularização do miocárdio em idosos, propiciando condições para identificar as dificuldades do idoso no pós-operatório imediato e mediato e as ações do enfermeiro na revascularização do miocárdio, importante para reinserir o paciente na sociedade e realizar a sua reabilitação.
O enfermeiro deve ficar atento as complicações no pós-operatório, sempre monitorando, fazendo orientações á família e ao paciente e auxiliando no desenvolvimento do autocuidado desse idoso. Como no envelhecimento há várias alterações fisiológicas e emocionais cabe ao profissional e aos familiares apresentarem maior atenção para perceber e identificar, através da utilização de
Infelizmente, muitas famílias acreditam que os idosos por suas doenças e debilidades decorrente da idade, são um empecilho para sua vida, abandonando-os e muitas vezes colocando em institutos de longa permanência, que são obrigados a aceitar a decisão, fazendo com que se tornem dependentes de profissionais de saúde, contribuindo para o aparecimento da depressão e influenciando em outras alterações emocionais, presentes em decorrência do anseio pela cirurgia, um evento não esperado em sua vida, além de prejudicar o processo de autocuidado.
8. FONTES CONSULTADAS
ALVARENGA, M. R. M.; OLIVEIRA, M. A. C. FACCENDA, O.;SOUSA, R. A. Perfil social e funcional de idosos assistidos pela estratégia da saúde da família. Cogitare enfermagem, Curitiba, v.16, n.3, p.478-485, jul/set, 2011.
ANDRADE, F. A. de. ; PEREIRA, L. V.; SOUSA, F. A. E. F. Mensuração da dor no idoso: uma revisão. Rev. Latino-Am. Enfermagem, v.14 n. 2, Ribeirão
Preto Mar./Apr., 2006.
ASSIS, M. de. ENVELHECIMENTO ATIVO E PROMOÇÃO DA SAÚDE: REFLEXÃO PARA AS AÇÕES EDUCATIVAS COM IDOSOS. Revista APS, v.8, n.1, p. 15-24, 2005.
CASTILHO, G. M; MOTTA, L. B. de. Diferenças entre tristeza e depressão. Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia. [www.sbgg.org.br], 2017.
DANTAS, R. A. S; AGUILLAR, O. M. Problemas na recuperação de pacientes submetidos à cirurgia de revascularização do miocárdio: o acompanhamento pelo enfermeiro durante o primeiro mês após a alta hospitalar. Rev. Latino-americana de Enfermagem, v.9, n.6, p. 31-36, 2001.
DALLAN, L. A. O. ; JATENE, F. B.; Revascularização miocárdica no século XXI. RevBrasCirCardiovasc,v. 28, n. 7, p. 137-44, 2013.
FERNANDES, M. G. M. das. ; GARCIA, T. R. Atributos da tensão do cuidador familiar de idosos dependentes. Rev. Esc. Enferm. USP, v. 43, n. 4, p. 818-24, 2009.
FRADE, J. ; BARBOSAS, P.; CARDOSO, S.; NUNES, C.; Depressão no idoso: sintomas em indivíduos institucionalizados e não-institucionalizados. Revista de Enfermagem Referência, n. 4, 2015
LAMAS, A.R; SOARES, E; SILVA, R. C. L. Desafios na assistência de enfermagem ao idoso no pós-operatório de cirurgia cardíaca. Rev. Enferm. UFPE online, v.2, n.3, p.91-4, 2009.
LIMA, F. E. T; ARAÚJO T. L. Prática do autocuidado essencial após a
revascularização do miocárdio. Revista Gaúcha de Enfermagem, v.28, n.2, p.223, 2007.
LIMA, F. E. T; ARAÚJO T. L. SERAFIM, E. C. G, CUSTÓDIO, I. L. Protocolo de consultas de enfermagem ao paciente após a revascularização do miocárdio: influência na ansiedade e depressão. Rev. Latino-Am. Enfermagem, v.18, n.3, p.331-338, 2010.
PARCIANELLO, M. K.; FONSECA, G. G. P. de; ZAMBERLAN, C.; NECESSIDADES VIVENCIADAS PELOS PACIENTES PÓS-CIRURGIA CARDÍACA: PERCEPÇÕES DA ENFERMAGEM. R. Enferm. Cent. O. Min., v.1, n.3, p. 305-312, jul/set, 2011.
PIEGAS, L.S; BITTAR, O.J.N. V; HADDAD, N. Cirurgia de revascularização miocárdica. Resultados do Sistema Único de Saúde. Arq. Bras. Cardiol, v.93, n.5, p.555-60, 2009.
SANTOS, F.C; SOUZA, M.P.R. Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia. [www.sbgg.org.br], 2013.
SILVA, L. H. F; NASCIMENTO, C.S; VIOTTI, Jr. L. A.P. Revascularização do miocárdio em idosos. RevBrasCirCardiovasc., v.12, n.2, p. 132-140, 1997.
SILVA, E. F.S; OLIVEIRA, P. P.; MARTA, C. B. O papel do enfermeiro como
educador no programa de atendimento domiciliar terapêutico aos pacientes idosos. Revista Saúde, Corpo, Ambiente e Cuidado, v.1, n. 1, p.104-113, Jan/Mar, 2013.
VARGAS, T. V. P., MAIA, E. M., DANTAS, R. A. S. Sentimentos de pacientes no pré-operatório de cirurgia cardíaca. Revista Latino-Americana de Enfermagem, v.14, n.3, p.383-3, 2006.
VALCARENGHI, R. V.; LOURENÇO, L. F. L. de; ALVAREZ, J. S. S. Produção científica da Enfermagem sobre promoção de saúde, condição crônica e envelhecimento. RevBrasEnferm., v. 68, n. 4, p. 705-12,2015.
XAVIER, T. T., TORRES, G. D. V., REIS, L. A. D., SILVA, R. A. R. D., COSTA, I. K. F., & MENDES, F. R. P. Avaliação de saúde e da dor no pós-operatório de idosos submetidos à cirurgia cardíaca. Texto & Contexto-Enfermagem, v. 20, p. 232-237, 2011.