• Nenhum resultado encontrado

A Escola Primaria, 1933, anno 16, n. 3, jun., RJ

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "A Escola Primaria, 1933, anno 16, n. 3, jun., RJ"

Copied!
13
0
0

Texto

(1)

ANNO XVII N

º

. 3

-

Num. avulso

.. • REVIST P. MENSAL 1

1$200

t

-

Junho de

1933

e Director:

.:\.SSIGN1\TURAS

:

1\.Lr"'REDO

.

e

.

])E }"

.

1

\LVIi\I

I' a r a o

e

r a s i l

J

11m anno. . . • 12$000

t 6 n1e1.es... . . 6 000

• Redacção : IlU A SETr~ Dl~ ETE~IBR(). 174 U n i à o JJ os t a l . . . • . . . . • • . . . 15::,000

---,-.----

- - - ·

- -

- -

-

---

.

---SUMMARIO

)

::- t\.1,p1Jrativn. f.:colil! Leopoldina Sar:1iv:i e

feli-Anisio Teixeir:1 . ... . ,., I?,·<'lassifien1;üo citJS a]uu1no~ uu: es- cidade M. Castro. . . . ... Justa l1u1n~na~ u1

~ colas 1nunicipaes . E. .... . . . Respo~ta n. 111nu p.rofe. --ora

Venanc,o filho.... . ... GlnparedP.

1

'

P }., 1 ~ 1 . d Okena .M. Ser1>a... . .. . .. . O 1 ° anno •-.: <,lar

Ccliua adi lha . . . .\ !..:CO a . uva ,. ~ cu lJ\'O a per.

sunal idaclP. Arthu r Joviano .. ,... c,,mposi•:ílt>

• • • • MY'l:uren:e m e

U111a rltt.r.; fitai,) /'1)<;e1tte.~ i11.,tit11içõe:-J tlll-

Ji~stab

e

/

ec

itlá,

/1uje, Clll ,f/1'{/.Jl{le llllllleJ·o

de

.

,

..

ilitt1·

e

·

drt

e:·coltl: e.r·i:ite,ite.: e11t1

e

11ós. é

110~.i.:as

c

rt.

·,1.i;

tl

e

1~11.i.;i1,o: e111

q1ta.i.:.i

todo

os

a coo1Je1·atiotl tio co,z:;.1111,n, cttjtz

c,·eaç,7o

rlattt

rli

·t,

·

ictv

e.

·cola,·

e.

·

a ll()cel i11:tit1tiçtio, ,i JJa1·

li >

19

28,

?Ili 1·e/01·11ta

Ji

1e1·11t11ttlo

rl

e

1

l

zevet

lo.

rio

ser, i{'O etl11<·r1t1 l'tJ qttt' t e11t 111·e,.'t,11irlo,

#O~Tlio

t

f

.~011ie11te a

111ai.ç

,,01,·ri, 111tt:5 ta111be111 1111,ito te111

co

11t1·i/111itio

11a1·r1

aliz·ia,·

o ·

c

of,·es

a 1,zrti,ç

i11te1·e.,:·c1,11te

e

a rl

e

111,tiio,· 11tilirlade.

1111t1zicljJtt

'~ ,le

,tJ1·a11rle J>ti1·te

tla r:le

·p zas

01·ga11isatla ..

<job

tt 01·ie11trlçilo do

1;1·ofe.,

..

"01·: Go111

o

111rtte1·ial 11eces.~,1,·io

rio

1·eg11/a1· JitllC·

po1·

i11.icir1tfL:a 1/0::;

p1·011,~iC',s

al1t1111io. ·

e

fJ01· elle::; cio1ln111e1lto

tltzs

a11l11s JJ1·i11tt11·ia:; e (;011z o

to

,

·

·

JJl e.i;111 o.~

tt{l

111 i11 itç:,

t,·a(la,

n,

coo

JJe1·a

t

i,~,1 rlr>.~p~1·- 1zec i111 e11to

tl

e

I

iv1·(1,'5 e carle1·1to.: nt>s a /11111 ttos

lrt

P 1le.,·P111·olv13 ,

r.le.i;;rl, cetlo:

120 /Jet)tte1lo e.,- 1·eco11/1ecicla111e11te

pob,·e:

.

l

:

ola,·

o,ç; .<,e1tti11te1zto ..

tl

c

coope,·aç,lo e

rl

e

~o

ti

.f1~1·tt.

trJrla.s

e,,~

·,1~

rlesJJeztl.' 11,lo 11ece .. si

-tlri

,

,i

er

ltztl

e

.

E1t."iilllt.

ri.·

1·e.q1·,1s

ela

t,oa

eco

-

ta

ti

Ooo11e1·riti1it1

rle

la1zçr11· 111170

dn

,qe11e1·0.~í

-1to11zia)·

cl

t

í

/1a.bito.'j

,le

t,·a!Jal!to

111et/1otiil''o e

tla

c

le

ri

e

7;esson.,

e.,i;t1·1111./1r1.)

e.~r:oln

:

elltt ,,e.

11zi1ti.-..t1·tz

os

111ais

or

1lioso~

co11!1t~ci1,1e11to:;

ria

,

ti,·a os 1·ec1t1·:3(J.~

,,ecr.':,._i.:a

,

·

i

o . ..;

rio

JJ1·op1·io t?.c:/01·

-"

11i,ta JJl'tztica. ço ria t:1·i1i11çn, q11e te111, 1/,1.~."'e 1110c/0~ a co111

-Co1zt1·ib1ie a.,. ·i111, e/ jt't·a,~1,1e11te, JJa1·a 111·el1e11sri.o 1;ivti

d

e

q1te o

t,·abal/10,

be111 01·ie1i -f/ ll e tl

et,cola

st

z

!i

.

..;Jrt(Ja

o

.)e11,

111tiio

r

ob_/tc·tioo: tt,clo,

l·o,, ...

tit,,,e

o

111ellto1·

e

,,1rl i . ..;

1·11líoso c

a

pi

-p

1·e1Ja1·{t1· a e,· i a11(;(i fJft1·11 tz tJ

z"

t

l

ri

q

11 e

e

l

!tz

1

,ae,

tRl.

fl t'1tt1·0 e111

t,

el

e, l'itie1·.

·--

-

- -

---·---

-·---

- -

·

--

--

- -

..

_ ..

---·

-

-

-

-

-

--

- -

~--

-

- . - ~ .

-

- ~

--Todt

t

co

r1

·es

1

10

1

1dentiit

cle

,

·e

se

1

·

d

iri

g

i

da ,

\ R

e

<l

ac,

·fto: l

~

1

1n

7

c

1

e

e

t

n

1bro

.

1

74

(2)

• •

'

,

46

.

..\ ESCOLA Pl

.

{111Al.Zl:\

. -- · ---· --

-

--~ \ •

RECLASSIFICAÇAO DOS ALUMNOS DAS ESCOLAS MUNIClPAES

O

D

,

·

.

1-

i11isio 'I'ei.r:ei

a,

dt/;110 Di

,

·ecto

Ge

r·at

.

rlci

!1t

st

1·tt

cçrto

Mtt

tti

ci

fJal

,

cr

,111

o

lo1t-oavel

obj

q

c

ti

oo

de

oe

,·ifi

c

a,·

o ,c;

cíti

d

e

a1J

veita

111

e

1

ito c

i

os

af1i

1111

zos elas

esc

ola

s

/Jt·i11ta1·ia

s

e

. a

o

11i

es

11

to t

e

t1t/JO

,

e

o

.r;t

i1ti.

ic

t1· as

clt

is

s

e

s,

1

to se

,

tt

i

r

i

o

de to,·,zal

-

as,

o

i,tais /Jo

ssioel,

li

1J-11t

o

r

;

e

as

e

.J.

:pec

lirt

Ct:5

s

e

g

ttiitt

e;;

i11

;;

t1·1t

cções

:

secção A

ott B

,

grupo V, X

ou V

- serão

levados

em

conta o aproveitamento, a

ve-locidade desse aproveitamento

,

a

applica-ção

e

a idade chronologica.

9

.

O

ap1·ov

e

ita111

e

1zt

o

será verificado

por

dous exar;,es,

-

tanto quanto

possível

uniformes para todo o Districto

F

ederal

,

nos ultirr,os dias da

segunda

quinzena de

1.

O

ensino de cada serie

ou

anno

Julho

,

o primeiro

,

e nos ultimos dias da

da escola primaria

será

dividido

en1

dous primeira quizena de

Dezembro,

o

segundo.

fJeriodos ou

semestres: o

primeiro de Mar·

1

0

. A

ve

locidad

e

elo

ap1·oveita11z

e

1zt

o

,

ne-ço

a

J

ulho

e

o

segundo

de

Agos

to

a

De- ce

ss

aria para

se

apurar a capacidade de

zembro.

.

apr~ndizagem,

será

julgada pelo

profes-2. As classes

de

cada serie serão

or-

sor côm as

notas V, X e V, corres

·

pon

-ganizadas

em dous níveis de aproveita- dentes ao

s

tres

grupos

referidos

,

de

aç:·

mente

-

A e

B

-

(

atrazado

e

adeantado) cordo com

as suas

observações e com

o

havendo

promoção do

nível

A

para o ni-

ten1po decorrido

para o alumno obter

vel B da mesma

serie,

bem como do nível aquelle aproveitamento.

B para

o nível

A

de uma serie ou para o

11.

A

applicaçi'io

será

julgada pela

nível

A da

ser

ie

segutnte.

professora,

de

accordo

com a

sua

obser-3

.

Essas classes serão,

por

sua vez.

vação e os

seus

registro

s,

com

a

nota de

dividida

s

em

tres

gr11pos

dfslinctos,

V

X

V 1

a

4,

levando

ém

conta os

lzab

i

t

os de

es

·

significando

differentes veJocidade

s

de pro-

tztrlo

s,

o

ajrzstan

·

ze1zto ávida

e

scola,·

e a

·

att

i-gramma,

i

st

o

é,

o

grupo

V

será

obrigado

tztcle

,qe

at

e

especial

J

Ja

1·a

co

11t

o

t,·aballt

o

a

satisfazer, em

cada

período

,

o program-

1

em

classe, elo

al1t11z1zo.

ma

mínimo

,

o

grupo

X

.

º program~a nor-

1

,

12.

t:,

idade cl1ron~lo~icá do alumno

mal

e o grupo V

o pro

g

ramma mars des-

1

sera

considerada como

1nd1ce

,

do

seu

des-envolvido

e enriquecido.

!

envolvimento social

(

idade

so

cial

),

r,em

-1,

A

clas

s

ificação dos alumnos para corr

1

0 de

seu

ajt1

s

tamento chronologico á

s

os

differentcs grupos

V. X

e

Y,

i

s

to

é,

series,

consideranáo·se 11orn1aes as idade

s

ret

arda

do

.

n

o

rmal e avançado

,

se fará

I

de

6

1]2

a

'

8

an'.1os para a

1"

serie,

8

a

9

pela

verificação da

capacidade

de apren-

!

para a

2a

.

se

rie,

Y

a 10 p~ra a

3

a.

10 a

der

dos

me

s

mos alumnos.

11

para a

4

a.

e

de

11

a 12 para a

5

5.

Err1quanto nao houver possibili-

1

3

.

Verificadas

e

jttlgada

s

as condi

-dade de applicar testes devidament.e vali

-

l

ções

de aproveitamento. velocidade d

e

do

s

para a verificação da capacidade

de

i

aproveitamento, apJJlicação

e idade chro

-aprendisagem,

essa

se

rá verificada pelo

I

nologica, o

s

al11n1nos

serão

classificados,

professor da classe

,

de

accordo

com o

I

aproveitando

-s

e

para

i,;so. as ficha

s

.

de

aproveitamento do

alumno,

111ais

e

menos pron1oção

(

azu

es)

.

C

ada

alumno

terá

as

rapido,

e

os set

ts habites

e

att!tudes,

para

,

suas

condiç

ões

regi

s

tradas na ficha,

com a

o

trabalho

escolar.

!

indicação da

serie

(

!

a a

5

a).

aproveita-s

l:Iaverá

duas

epocas

para prorno- mente

(A

ou

B

)

, velocidade de

apro.vei-ção e

classificação

dos

a

lumnos, a pri- tamento

(

V,

X

o

u

Y

)

, applicação

(

1,

2,

3

meira

em

Julho

e a

seg

unda

,

e111 Dezen1bro.

ou

4

)

e

idade chronologica.

7.

A

classificação

dos alumnos no-

14.

As

classes serão

organizadas com

vos da

primeira serie

do

anno será feita

os

grupos

d

o

mesm

o

aJJ

l

'olieita

111

e1zto,

se-nos

períodos

da m

é.t

tricula.

·

para

.

das depois

pela

ve

lo

c

iclade de

a/J

J

'Ol'ei-8.

Para classificação na

ser:e

ou anno

ta111

e

11

to

e

ainda

,

quando possivel, pela

' • • • . • • •

n

o

ta

<!e

appllcaçcto

,

con

,.

iderada sempre a

proxirr1id<1de da

·i

L

lade chro11ologi

c

a.

Te

re1

11os

,

a

ss

i

,

n,

11t1ma exer11plificação

• •

m111t1c1osa:

l "

s

e

1

·le

o

ti

art1io

• •

C

la

s,e

1

a

V

l -

aproveitamento

m1n1-• • •

r110

ou abaixo da media

--a

veloc

id

ade

pequ

c>

na

V-ap1Jlicação

-

idade

chrono-l

og

ica t

ão

appr

o

ximada

qua11to

jJO

ss

ivel.

C

las

se

l

,1

V

') -

a

1

J

roveitame11to

n1ini-1110

ou abaixo

da r11edia

--velocidade

pequer1a

V

--ap1J

l

i

c

ação

2 -

idade cl1

.

ro-n

(

i

lo

g

i

c

a tao approximada

qt1a11

t

O f)O

SS

ivel.

e a

i

11da

Cla

ss

e

l

a

\'

3

e

C

la

~se

J A V 4.

Cl

asse

1

A

X

1 -

arJr

o

v

e

itan,ent

o

medio

velocidade 111edia X

applicação

l

idad

e

chro11ologica

taó

ap-(Jr

·

oximada

qt1anto

pos-sível.

Cla

sse

l A

X

:2

-

aproveitamento

medio

velocidade

media

X

;.ipf)

licação

~

idad

e

chro11ologica

tão

ap-f

J

roximada q

L

1anto p0ssivel

e ai11da,

1

A

X

3 e

1 A

X

4.

caso

l1aj

a

po

ss

ibilidade

para

à

su

b-divisão

Clas

s

e

1 A V 1

-aproveitamento

superior

velocidade SLljJerior

V

applicaç

.

ão

1

idade cl1ronol

c1g

i

ca

tão

ap-pro

x

imada

quanto

p

os

sível

Cl

ass

e

l A

V

2 -

aproveita111ento st1perior

vel

o

cidâde

st1perior

V

apj)licação

:2

idade

cl1rocologica

tão

ap-[Jf1

)

xi111ada

qua11to possivel

e

ai

11

d

a. 1 A

V

3

e

1

A

V

4

.

O me

s

n10 se

faria

com

o aproveita

m

e

nto B da la.

se

rie; bem con10 corn os

apr

o

veitam

en

tos A e B e a

s

velocidades

V, X,

V das de111ai~.

series.

47

f"

1ª serie lAV,

.

lAX,lAV,lBV,lBXelBV

:!ª

serie-2AV,2AX,2AV,

2BV, 2BXe2BV

serié

-

-3A

V

, 3AX,

3A

V,

3BV, 3BX

e 3BV

serie-4

A

V, 4~X,

4AV,

4BV,

4:BX

e

5

BY

5"

serie-

5

A V,

f>A

X,

5

AV,

f>B

V

, 5

BX e

5BV

'

1

6

.

Nas escolas n1uito

.

numerosas

.

cada um dos

grupos

poderia ser

sub-divi-dido e111 qu2iro

,

tres ou dous, de accordo

com a applicação dos alu111nos, conforme

foi e:isemp!ificado no n. 14

.

17.

Nas escolas pequenas, existirão

sen1pre

as divisões

A

e

1:$

que representan1

periodos de e11sin<

)

e aqt1ellas das de,;

ig

.

rraçôe

s

V. X

e

V a qt1e corresponde o typo

predo111inante dos a!umnos da classe.

18.

Co11vern nao esqt1ecer

o

pri11cipio

geral

áe que a classlfic;içãó dos alumnos

visa a

formação

de t1111 agrupamento tão

homogeneo quanto pos

s

ível, não

somente

no

sentido

de

ap1·ov

e

ita11.ze1zto

e da

l

·e

loci·

daàe

desse

ap1·oveita1t1e1ztu,

como

ainda no

sentido social

e

hun1ano e dahi a

flexibi-lidade que se permitte para a constituição

da turma

.

'

19.

Os casos especia es serão exa

mi-nados pelo director da

·

escola á

·

J11z do

maiur be111 e

s

tar

e

progresso geral

do

alurnno

e

resolvido

sob

a

sua

responsa-bitidade tech11ica.

2

0

.

Os alurnnos repete11tes que

ha-vian1

sido

clas

s

ificados aparte, para

me-lhor reconlieci111ento da sua capacidade de

aJJrendizagem,

serão reclassiticados nas

mesmas condições dos demais, levendo-se

em

conta para yerificação da velosidade

do aproveitamento os dados do ultimo

se-mestre. be111 como toda a l1istoria da st1a

vida escolar.

Di

s

tricto

Federal,

i

2 de

Julho

d

.

e 19

33

-

(

a)

Attisio

Spi

1t

o

la

Peixei,·a.

Claparede

Um dos a

s

pectos mais expressivos

da n

oss

a

epoca

é

e

s

ta possibilidade em qtte

vivemos de conhecer de perto. gra1

1

oes

fi-guras,

yue

outrora só

longas viagens

per-mittiam.

Ao

·

Brasil vieram, para citar

1

6

.

f

\s

classes

teri

a

n1,

s1g11aç

ões

segtrintes

:

assim, ãs

de- apenas algumas. em pouco tempo, Ki-

pli11g,

Einstein

,

Tagore, por exemplo.

• ' 1 • ' ' •

(3)

• • • • .. • • • ~

..

.. . •

48

• . .. ·-·---· --

-

·---

---Entre ellas destacot1-se. pela sua alta

projecção no movimento educacio

,

1

1

al

con-terr1poraneo

,

Clapar

e

de

·,

o gra11de mestre

sttisso. Aqui veio a convite da

Associa-ção Brasileira d

é

Educação e depois de

alguns dias de estadia no Rio foi a Bello

Horisonte

,'

onde presenciou urna revo

l

u-ção sul-americana e regressou ao seu paiz,

Realizou duas palestras, u,na sobre

<>

sen

-timento

.

de inferiorid;ide da creança e

a

outra sobre o Ins

1

i

tuto Jean

J

acques Rous

-seau. Deixou a in1pressa:o que marca to

-dos os seu

s

trabalhos: uma clareza

trans-parente e suave.

E

foi

a

mesrna impres

s

a:o

da sua per

s

onalidade.

Choco ti talvez.

á

nos

s

a exhuberanci

2

, a tnedida c:om que

apreciava homens e cousas. Habituado ás

pesquisas

a

s rr1ais subtis no terreno

psy-chologico

;

as palavras não precisam de

emphase para exprimi!.' o

se

tt pensan1ento.

Os

adjectivos ou adv

e

rbias

,

que usa nos

s

eus juiz9s

,

correspondent

e

s á

s

qtta!ifica-.

ções qtre

q

tter dar. Mas,

s

em1Jre com a

clarivide11cia de i

o

d

o

s

os s

eLts livros e

ar-tigos

,

de

s

de a Psychelogia

_

da creança

,

li-vro fundam

e

i1tal aos prefacias

-

estudo

s

o

bre Dewey oti Freud, até

o

ttltimo vo

l

u-me sobre

E

ducação funccion

a

l.

E

ste

,

em

-bora reunião d

e

tr

2

balhos

e

sparso

s

, possue

uma linha de c

o

mposição uniforme e

har-1nonio

s

a.

S

ó é

'

nova

a

intr

-0

duçã

o,

que

a

liás, traça to

r,J

o o ru1no

da

obra e filia

t1istorican1e11te a educ

a

ção pe

l

a

ac

çã

o

e

rela vida á

s

suas r

a

íze

s

psych

o

l

og

icas e

biologica

s

, e

s

tabelecendo

a

seguir a

s

10

grandes lei

s

do corr

,

portan1ento.

·

e

;

ta introdtrcção bastaria ao v

a

l

o

r

do livr

o

,

se

11do rica em material de

estu-do,

9e

reflexão e de trabalho.

'

-A l~SCOL.t\ PR1M-A1<[,L\

- - - - -,----

- -

-

- -

-

-

-

-

- - -

-

-Vêm

a

se~u

i

r

«

Rousseau et la co

1

1cep-ti

on f

on

ct

io

nelle de l

'

e

n

fance•,

«

Psycho-log

i

e de

l

'

in

t

el

l

igence

»~

L

a fonction de la

vo

l

onté», ar

t

igos publicados em revistas

,

11ma palestra feita em t1n1 congresso de

professo

r

es com o titulo da div

i

sa do

Inst

it

uto Jean

J

acqt

1

es Rous

s

eau

-

«

Dis

c

a

t

a puero

.

m

a

gister

»

,

«

La psychólogie de

l

'

ec

ol

e act

i

ve

»

,

«

Un metl1ode d

'

enseigment

de 1~ langue», «L'educ2tion et la

dén10-cratie

»

, «Pourqusi baille-

t

on

«

C

oncep-t

i

on fonctionel

l

e de l

'

education

»

e a

con-c

lu

são, que o é da sua

.

obra todà -

L

'

é·

ducation

,

une vie ou une préparation á

la vie

?

»

A

obra foi tern1inada em

G

Pnebra,

após o seu regresso do Brasil

.

E

s

te livro admiravel

,

fL1ndamental em

toda bibliotheca de educaç

ã

o

,

diria mesmo

em toda bib

l

iotheca de cLtltura

, q

L1e a

C

ompanhia

,

Editora

N

acional, 11a

s

ecç

ã

o

e

s-pec

i

alizada sob direc

ç

ã

o

de

F

ernar1do de

Azevedo

,

·

acaba de editar

,

em traducção

feita por Jayrn

e

Orab

o

i

s

, especialista em

p

s

ychologia. é de preço tres vezes

infe-rior ao do original, raro e quasi inacce

s

-sivel.

Quando se comp

a

ra

o

que pos

s

uin

1

o

s

ha alguns

·

annos atraz em materia de

edu-cação e o que hoje temos

,

pode-se criar

alento de e

s

peranças de 1n

e

ll1ores di

a

s e

imaginar que as

ge

raçõe

s

que no

s

succe-derem poderão fazer 1nelhor e mais se

g

u-rarnento aq11illo que a nos

s

a teve de real

i

-zar quasi de improvi

s

o.

'

F

a1tcisco

Ve

1

1.a

11

c

i

o

Fillto

a1

1

~1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

u1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

111

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

;

1

1

1

1 !:11

1

1

~

=

:;:.:;

'

·

' A ESCOLA

PRIMARIA,.

----

-

--;

De co11forn1

i

dade co111

o

accordo estabelecido ent1e

a

O

i

r

e

ctori

a

el

e

=

~

Instrucção Mu11icipal e a Admin

i

stração desta r

e

vista, tod

o

s os

Li

ire

c

t

c

1

re

s

de

~

gr

1

_

1

pos esc

o

lares, escolas prin1a

,

rias e c~1rso~ p

o

_rJt1lares

n

oct

L

1

r

r

1os _rec

r

berão

=

um exemplar de

cacla

nume

r

o d

«A

Escola J)r1r11

a

r

1

a

»

.

e

q1'.al deverao _con

s

er-~

var na

«

Bibliotheca E~co

l

ar», como propri

t

dade do estabelec1m

e

r1to que d1r1

g

e111.-§

N.

da Re

L

i

.

---

---

-

-

-

----

--

---

--

--

-

---

;::;..

fllllll!lllllllllllilllllllllllllllllllllll!lllllllllllllllllllllllllll!!JIIIIIUlillllllllllUllllllllllilllllllllllUllllllllllílllltllllllllllillllllllllll.llllllllllllllllll11111111tillhlll:Illlll:'.'."'11tllil'.lllllllllllllil~:11111111111111111111111:1:111:11111

i

-• • •

\

49

-

-

-

-

·

-

-

-

- - - -

- - - -

---

- ~ -

- - - -

-"

-

-

.

A Escola Nova

e o cultivo

da

( C

o1

1

f

e

1

·e

nc

i

a

,

·

eali

z

ada, 1

1

a Soc

i

edade Ca

r

ioc

a

de Edi

i

c

a

r,ão,

/

J

e

la i1zspecto

,

·a escola

D

.

Cel

i

1

1a

Pad

itl

za

.

)

Reve11do a

l

1

i

sto

ri

a

e

la l1

u1

µa

ni

da

-c

l

e,

ve1·

i

fica-se qt

1

e o 1

)

1

·

og

·

1·esso ela c

i,

,

i-1

i

zação ten1 dete

r1

11

i

11ac

l

o co

n

t

inu

o c

r

es-ci111

e

1

1to de

lib

erclac

l

e 1)a

a os

i

11c

li

v

i

dt

1

os,

abo

li

cl;;1s, a pot1c

o

e pot1co, as

r

es

tri-cçõ

es c

o

e

r

c

i

tivas

.

E

é:l

esco

l

a, na sua f

11

ncção soc

i

a

·

li

zac

lora

,

po

i

s fo

i

se

1

11p

r

e

o 0

g

·

ão

d

e

.ac

la1

)

tação syste

1

1

1

at

i

ca e

l

o

i11

d

i

v

i

d

u

o ao

,·i

ve

r

e

l

o g·

ru

po, te

1

n t

i

do os 1ne

th

o

do

s

c

o

.

1111

)

ati

,

,

e

i

s co

1

11 o estado soc

i

a

l

a q

tt

e

se

r,·e

.

Q

11

a

1

1do c

e11ças 1

·

e

li

g

·i

_

osas

d

ic

ta

l

as

po

1

· 1)ode

1

·es ;;1

cr

ec

li

ta

d

os s

obrenatu-1-

~

t

es

e

i

11fa

lli

ve

i

s reg

·i

an1 a so

ci

e

d

ac

l

e,

os

p

r

oces

s

os de ec

l11

cação e

a

1n

-

c

o

1n-·

pr

ess

ivo

s

, a

b

af ac

l

a

r

e

das

indi

v

iduali-c

l

a

des, po

i

s e

r

a

1

11

i1

11postas e

i11

d

i

s

cuti-,

·e

i

s

;;1s

l

e

i

s q

u

e clev

i

a

1

11

1

·eg

ul

a

r

a

con-d

1

1cta

.

E

o

eg

·i1

ne11 po

litic

o

,

l)O

r

s

tt

a

e

z ele de

s

pot

i

s

1

1

1

0 e 01)

r

essão, en1 q

u

e a

0

11tae

l

e dos

1

11011a

c

h

as

so

br

e

pujava

(lL1a

l

q11e

1

·

a

ci

oc

i1

1

i

o 0

1.1

s

11

p

p

os

t

o

direi-,

t

o,

pag

·

a

1

1clo-se co

n

1 a v

i

da 0

11 c

o

m

s

of-f

1

·i

1

11e11tos te

r1·i

ve

i

s as

1

1

1

e

1

1o

r

es

tra11

s

·

g

:

1

·

e

s

s

ões aos c

li

cta

11

1es e

l

os

ch

efes,

cre

o

u

,

t

a

1

1a

t111·

a

l

, co

1

110 fó

r1n

a e

d11c

a

ti

v

a

,

u1na

e

li

s

c

í1

)

li1

1a

i

11

a

l1

11e

1

1te fe

rr

e

a ,p

a

ra

mol-cla

as c

ria1

a

s ao sys

t

e

ma vig·ente,

nu-1

11a ae

l

a

pt

a

çã

o

.

g·;;1

r

a

11tid

o

r

a

d

os

p1·ivile-g·

i

o

s e

eg

·ali

as

-

d

as

cla

ss

e

s

d

o

mi11antes.

As co

11

q

11i

s

t

as

d

a

ci

v

ilização, f

o

-1·

a

1

1

1

1

11

0 e

n1

ta

11t

o_. a

br

a

nda11do as

rela-ções

l111111a11

as,

1

1

11111

a

t

e

nd

e

nci

a e

l

e

lí-l

)e

t

a

ção se

r111

)

e

e

1

1

1 alar

g

·a111ent

o

,

.

e

111

s

i

c

l

o

a

ss

i1n

q

11

e

b1·adas

,

pas

so

a

pas-so, as

p

e

ia

s

·

sof f

redoras da

s

livres

1na-ni

f es

taç

ões

i11

e

li,

,

idua

es

, circu111

s

tancias

t~ssas

i111p

o

11

c

l

o

111

oe

l

os e

le eclucação

ta1n-• ' ' • '

be

1

11

1

11a

i

s s

u

aves

. O

s

p1·

op

ri

os

r

eg

ul

a

·

1

11e11tos

1

)en

it

e

nci

a

1·i

os

d

e

c

ast

i

gos

c

o

-l

)o

aes e p

ri

vações e

l

e to

d

a a o

rd

e

1n

,

c

e-cle

r

a

1

11

lt1

g·a

á

i

c

l

e

i

a e á

pr

a

tic

a

d

a

r

e

-g·e11ei;ação pe

l

o t

r

a

b

a

ll

10

,

se

m r

e

c

o

1·1·

e

-s

e

i

ts p

111

1

ões

aviltantes

que

produ-ze

1

11 os cy

1

1

ic

os e os

r

evo

lt

a

d

os

.

E

1

11 to

d

as as s

u

as fó

rn1

as, a a

ctivi

-c1ae

l

e e

l

o

l

101ne

n

1 te

m c

o

1

1

qui

st

ad

o g

ar

a

n

-tias e

l

e

li

v

e

d

ese11vo

l

v

i111

e

1

1

t

o

.

O

c

o

m-1

ne

c

i

o,

i

se

1

1

t

o e

l

as p

o

hibi

ções q

u

e e

n-

'

t

ava

1

n o ca

1

11

bi

o f

r

a

11c

o e

p1·

ope

1

1so

m

es

-11

10 áa

b

o

li

ção

d

e c

lireitos alfandegaria

s

e e

l

o

p1·

o

t

e

cci

o

11i

s

1n

o

n

a

s ind11

s

tri

a

s:

a

esco

ll

1a e

l

as p

r

of

i

ssões,

n

ão

mai

s

c

o

n

-c

lici

o

1

1a

d

a a

o

sy

ste1na de casta

s

,

poden-.

c

l

o exe

ce

r-

se seg·

11nd

o as

c

a

p

a

cidade

s

e

l

e cac

l

a

t1n

1, os c

lir

e

it

os

ci

v

is 1nelhorados

,

são co

11

d

ões

,

q

u

e

d

e

t

e

rmin

a

m

se

jan

1

c

l

ac

l

as á c

ri

a

n

ça

·

poss

ibilid

a

d

es

m

a

i

o

re

s

de expar

1

são,

h

ave

11do di11

1

inuid

o

as li

-1

11

i

tações co

1

11 q

t1

e as

l

e

i

s

s

o

ci

aes

oppri·

1

11e111 o

l

10

1

1

1

e

m .

Ho

j

e, a as

pir

a

ç

ão á fe

licidade 1

1a

te

1·1·

a

é

c

o

1

1s

id

e

rada 111n direito, 11ão

se

1

1

1

e

di11d

o

mai

s o g

ráo de virtude pel

a

so

1

11

1

1

1

a e

l

e

pri

v

ões s

o

f

fridas.

A es

c

o

la, p

o

r seu turno, fiel

no

pa-1·

a

ll

e

li

s

n

10

c

o

1

1

1

a so

ci

e

dade

,

permitte

á

.

cri

a

11ç

a

a af f ir inaç

ão

plena de si

mes-n1

a, es

ti1n11lando-a até nessa direcção

,

p

o

r 1

)

r

e

1

)a

rar-lhe 11m ambiente a tal fim

• •

p

o

p1c1

0

.

'

.

.

T

o

r11

a

r a 1nocidade feliz deve ser

co

11

s

i

c

l

e

1·ad

o

t1m desig·ni

_

o de valor

in-t1·i11

se

c

o

inc

o

nte

s

tavel, e a felicidade

in-d

i

v

iclual

se

rá tant

o

maior q11anto mai

s

c111 c

o

11

f o

rn1idade com a natureza de

ca-.

e

la 11n1 e

s

tivere111 os p1·o

_

cessos

ed11cati-•

Referências

Documentos relacionados

Figure 5.9: Intelligibility and completeness average classification regarding the number of words per sentence on the second questionnaire.. Now we are going to analyze them based

A inflamação foi caracterizada por aumento na expressão gênica para IL-17, IFN-γ, TNF, IL-1α, IL-1β, NLRP3, caspase-1, IL-18, IL-6, aumento de células CD4+ produtoras de IFN-γ

Figure B.2 - Allocated losses in the network for each period of time to a PV without storage for the month of March. Figure B.3 - Allocated losses in the network for each period

With this analysis we hope to demonstrate that an economic crisis has an independent effect on the Brazilian Elite’s political attitudes and perceptions on foreign investment

seu seio, através das necessida­ des peculiares a determinado po­ vo as necessidades extensivas á fam ilia humana e através das re­ gras mutáveis os principios

Having an environment which would support walkability matters, people have an opportunity to be more engaged in between and within the city, thus is more likely

Desta forma, focar-se-á a atenção na experiência profissional de cada técnico de saúde, para se procurar responder aos objetivos do estudo e conseguir explorar

The Portugal risk score was validated using the cross- sectional baseline data to establish the discriminative ability of the score for prevalent screen-detected disease, those