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Assistência de enfermagem ao pré-escolar e adolescente

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(1)

UNIVERSIDADE FEDERAL

DE

SANTA CATARINA

CENTRO

DE

CIÊNCIAS DA

SAÚDE

DEPARTAMENTO

DE

ENFERMAGEM

VIIIÊ UNIDADE CURRICULAR DO CURSO

DE

GRADUAÇÃO

EM ENFERMAGEM

PROJETO

:

ASSISTÊNCIA

DE

ENFERMAGEM AO

PRE-ESCOLAR

E

ADOL_E§›__Ç_ENTE

BRÍGIDA MARIA

SALVI

ORIENTADORA

E

SUPERVISORA:

PROFESSORA MARIA HELENA BITTENCOURT

WESTRUPP

FLORIANÓPOLIS

,

MARÇO

DE l99l.

N-Chaim

TCC

UFSC

ENF

0203

Qcsm

da

Mar

.--4

_.

Br'g

-‹

__.

Sav

Autor

a

de

enfermag

.-‹

ss

stênc

T

u

o:

Projeto

a

3-'

TCC

UFSC

ENF

0203

Ex.

24

038

Ac.

9725

972

._

UFSC

BSCCSM

CCSM

><

LIJ

(2)

~

.

II

Entao,

um professor

disse:

Fala-nos

do

ensi-

no".

E

ele disse:

"

r

_

~

Homem

algum podera revelar nos

senao

o

que

está

meio adormecido

na

aurora

do

vosso en

tendimento.

O

mestre que caminha

ã

sombra

do templo,

ro-~

deado

de

discípulos,

nao dá de sua sabedoria,

mas sim

de sua fé

e

de sua

ternura.

Se

ele for

verdadeiramente

sábio,

não

vos

cog

~

vidará

a

entrar

na

mansao

de seu saber,

mas

vos

conduzirá antes

ao

limiar

de

vossa

pró-

pria.mente.

O

astrônomo poderá falar-vos

de sua

compreen-

são

do espaço,

mas não vos

poderá dar

a

sua

~

compreensao.

O

músico poderá cantar para vós

o

ritmo

que

existe em

todo universo,

mas não

vos

poderá

dar

o

ouvido que capta

a

melodia, nem

a

voz

que

a

repete.

E

o

versado

na

ciência dos números poderá

fa-

lar-vos

do

mundo dos pesos

e

das

medidas,

mas

não

vos poderá levar

até

lá,porque

a

visão

de

~

um

homem

nao

empresta

suas

asas

a

outro

hmem.

E

assim

como cada

um

de

vós

se

mantém

isolado

na

consciência

de Deus,

assim cada um

deve

ter sua

própria compreensão

de

Deus

e

sua

prá

~

-

¡|

pria interpretação das coisas

na

terra

.

(3)

II

os

que dao pouco

~

do

muito que possuem,

e

fazem-no para serem

elogiados,

e

seu

desejo

secreto

desvaloriza

suas

dádivas.

E

os

~

que pouco têm

e

dao-no inteiramente.

Esses

confiam

na

vida

e

na

generosidade

da vida,

e

seus

cofres

nunca

se

esvaziam.

E

os

que

dão

com

alegria,

e

essa

alegria

é

sua

recom-

pensa. E

os

que dão com

pena,

e

essa pena

I

I

e

seu

batismo.

E

ha

os

que dão sem sentir

pg

na

nem buscar alegria

e

sem pensar

na

virtu-

de:

Dão

como, no vale,

o

márto espalha

sua

fragrância

no espaço.

Pelas maos

de tais

pessoas, Deus

fala;

e

a-

través

de seus olhos, ele sorri

para

o

mumifi

(Khalil

Gibran).

Agradeço

aos

meus

pais,

meu noivo

e

em especial

ã

minha ori-

entadora Maria Helena

B.

Westrupp,

por vosso

carinho,

compreen-

(4)

I

II

III

IV

V

VI

VII

VIII

IX

X

-

INTRODUÇÃO

-

EUNDAMNTAÇÃO

TEÓRIOA

-

LEVANTAMNTO

DA REALIDADE

-

OBJETIVO GERAL

-

PLANO

E

AçÃO

-

AVALIAÇÃO

-

CRONOGRAMA

-

cONcLUsÃO

-

REFERENCIA BIBLIOGRÁFIOA

-

ANEXOS

SUMÁRIO

(5)

I

-

INfrRoDUçÃo

A VIIIÊ Unidade Curricular

do

Curso

de

Enfermagem

da

Universi

dade Federal

de

Santa Catarina,

é

livre,

para que

seus

alunos pos-

sam optar para atuar em campos

de

estágio

e

atividades que

lhes

in

~

~

teressem. Logo,

torna-se necessário

a

elaboraçao

e

execuçao

de

um

projeto voltado para

a

assistencia preventiva

e

curativa

sob

orien

tação

de

Professores Enfermeiros

do

referido Curso

e

de

Enfermei-

ros

para

supervisão,

que atuem

no

campo

escolhido

para

o

desenvol-

vimento

do estágio.

Assim

sendo,

optamos por um projeto

na

assistência

preventiva

I

l\¡

voltado

ã

saúde

do

pré-escolar

e

do

adolescente,

sob

a

orientaçao

~

e

supervisao

da

Professora Maria Helena Bittencourt Westrupp.

O

campo

escolhido

foi

o

núcleo

de

Educação Infantil

(cuja

cli

entela

está na

faixa etária dos

3

aos

6

anos,

contando com aproxi-

madamente

60

crianças,

distribuídas em

4

classes,

por

idade)

e

o

grupo jovem Nossa Senhora Aparecida

(com

mais

ou

menos

14

integran

tes),

ambos

existentes

na

Comunidade

de

Jurerê

no

norte

da Ilha.

De acordo com

o

conceito

de

Wanda Aguiar

Horta,

"Enfermagem

é

a

ciência

e

a

arte

de

assistir

o

ser

humano

no

atendimento

de suas

necessidades humanas básicas".

(l).

Tendo por base

esta

conceituação, chama-nos

a

atenção alguns

dados,

demonstrando drasticamente

a

seguinte

situação:

a

cada

hora

morrem

mais

de 45

crianças

até

l

ano de idade; no

Brasil há mais

(6)

~

idade;

sem pensar

nos

casos

de diarréia,

desnutriçao,

sarampo,

aci

dentes,

que

geram altas

taxas de

morbidade

e

mortalidade infantil

e

que

refletem

as

condições

de

vida

de uma

população

(2,3).

Bem

cg

mo,

a

crescente problemática dos

tóxicos, de

doenças sexualmente

~

transmissíveis,

da

gravidez

na

adolescência que

sao

assustadores

em

todo país.

Assim,

por entender

o

ser

humano

como

um

ser

bio-psico-social

é

que

procuramos nos basear

na

Teoria das Necessidades Humanas Bá-

sicas

de

Wanda Aguiar

Horta,

enfocando duas etapas

da

vida

humana

o

pré-escolar

e

a

adolescência,

que

são de

suma

importância para

~

formaçao

de

um

ser

equilibrado,

com

suas

necessidades satisfeitas,

sendo

o

agente transformador

de sua

própria história,

atingindo

-

N

(7)

II

-

FUNDAMENTAÇÃQ TEÓRICA

Teoria das Necessidades

Humanas

Básicas:

~

~

A teoria auxilia

na

sistematizaçao

e

organizaçao das observa-

ções feitas

na

prática

e

na

estruturação

das ações,

buscando alcan

çar os

objetivos propostos.

Escolhemos

a

Teoria das

Necessidades

Humanas

Básicas,

de

Wanda

A

uiar

Horta, or

P

corres onder

a

realida

_

de

e

aos

anseios contidos

no

objetivo

a

ser

alcançado.

Para

Q

ue

a

Enferma em

Q

tenha

sucesso

em sua

atua

Ç

ão,

é

necessá

_

rio

adotar

uma

metodologia ou Processo

de

Enfermagem.

Este,

é a

di

~

nãmica das açoes sistematizadas

e

inter-relacionadas, visando

a

as

sistëncia

ao ser

humano.

Caracteriza-se pelo inter-relacionamento

e

dinamismo

de seis

fases ou passos que

são

representados graficamente por um

hexágono

~

No

centro, estao:

o

indivíduo

e

a

comunidade.

Histórico

Diagnóstico

enfermagem

enfermagem

.l-

2

Indivíduo

Prognóstico

6

---

Família

---~

3

Plano

.

assisten

'al

Comunidade

Cl

5

4

Evolução

Plano

de

cuida

dos ou

prescri

çao de

enferma

gem

(8)

19

Passo:

Histórico

de

Enfermagem:

é

o

roteiro sistematizado

de

dados

significativos para tornar possível

a

i-

dentificação

de seus

problemas.

Anexo

(l).

29

Passo:

Diagnóstico

de

Enfermagem:

é

a

identificação

das

necessidades afetadas

do ser humano,

que

precisam

de

atendimento

e o

grau

de

dependência desse aten-

dimento.

39

Passo:

Plano Assistencial:

é a

determinação global

da as-

sistência que

o

ser

humano deve receber diante

do

diagnóstico estabelecido.

49

Passo:

Plano

de

Cuidados

ou

Prescrição

de

Enfermagem:

im-

~

~

plementaçao

do

plano assistencial para

execuçao

dos

cuidados adequados.

59

Passo:

Evolução

de

Enfermagem: relato diário das

mudanças

sucessivas

do cliente.

Por

ela,

é

possível avaliar

a

resposta

do ser

humano

à

assistência

a

ele

pres-

tada.

69

Passo:

Prognóstico

de

Enfermagem: estimativa

da

capacida-

de do ser

humano em atender

suas

Necessidades

Huma

nas

Básicas alteradas após implementação

do

plano

assistencial.

As

necessidades humanas básicas

são

estados

de

tensões cons-

ciente

ou

inconscientes resultantes dos desiquilíbrios homeodinã-

micos dos fenômenos

vitais.

Em

estado

de

equilíbrio

dinâmico, as

necessidades não

se

manifestam,

porém,

estão latentes

e

sugerem

com maior ou menor intensidade, dependendo

do

equilíbrio instala-

do.

Na teoria

de

Wanda Aguiar

Horta, as

necessidades

foram divi-

(9)

Eecessidades Psicobiológicas:

-

Oxigenação

N

Hidrataçao

~

Nutriçao

Eliminação

-

Sono

e

Repo

ULSO

I

I

Exercicio

e

Sexualidade

Abrigo

Mecãnica Co

Motilidade

Cuidado

cor

Integridade

-

Integridade

~

-

Regulaçao:

-

Locomoção

-

Percepção:

Atividade fisica

rporal

~

poral

cutãneo-mucosa

física

a)

térmica

b)

hormonal

c)

neurológica

d)

hidrossalina

e)

eletrolítica

f)

imunológica

g)

crescimento celular

h)

vascular.

a)

olfativa

b)

visual

c)auditiVa

d)

tátil

e)

gustativa

f)

dolorosa

(10)

g)

ambiente.

-

Terapêutica.

2-

fiecessidades Psicossociais:

-

Segurança

-

Amor

-

Liberdade

-

Comunicação

'

-

Criatividade

-

Aprendizagem

(Educação

ã

Saúde)

-

Gregário

-

Recreação

-

Lazer

-

Espaço

-

Orientação

no

tempo

e

espaço

-

Aceitação

-

Auto-realização

-

Auto-estima

-

Participação

-

Auto-imagem

-

Atenção

-

Necessidades psico-espirituais:

a)

religiosa ou teológica

b)

ética

ou

filosofia

de

vida.

Todas essas necessidades encontram-se relacionadas, pois

fazem

(11)

III

-

LEVANTAMNTO

DA REALIDADE

A comunidade

de Jurerê,

situada

ã

23Km

ao

Norte

do

centro

de

Florianópolis,

foi

descoberta por um grupo

de

empresários,

por

volta

de 1956,

tendo sofrido muitas

mudanças em

seus

aspectos

fí-~

sicos,

econômicos, políticos

e

sociais,

a

partir

de entao.

Sua

população, composta em

sua

grande

maioria por pescadores

~

e

rendeiras,

passou

a

ter

outras opçoes

de

trabalho, como: as de

pedreiro, carpinteiro, emprego doméstico,

etc...

Nesta

época,

o

~

acesso

era

feito pela estrada geral

de

Canasvieiras, nao

havendo

portanto,

comunicação direta entre Jurerê

e

Florianópolis.Os anos

foram

se

passando,

as

condições

de

vida dos habitantes

da

comuni-

dade

foram melhorando, estradas foram

abertas,

mais tarde

calça-~

das,

asfaltadasy

transporte

coletivo,

novas opçoes

de emprego;

o

turismo, até

chegarmos

a

década

de

80,

quando chegou

ã

Jurerê

o

Grupo Habitasul

e

transformöu uma parte

da

comunidade em "Jurerê

Internacional".

Porém,

a

"Jurerê Tradicional" continuou sobrevi-

vendo,

mesmo sofrendo

as

consequências

do

chamado "progresso".

Mas para

os

moradores

de Jurerê,

pouca coisa

mudou,

princi-

palmente

na

área

da

educação

e

saúde. O

progresso que

vemos, de-

ve-se

ao

empenho

da

Associação

dos

Moradores

de Jurerê,

que atra-

vés

de sua luta

vem conseguindo melhorias para

a

Comunidade

e

seus

habitantes,

especialmente nas áreas citadas anteriormente.

A

comunidade possui um número considerável

de

adolescentes

,

(12)

Canasvi-3

eiras e/ou Florianópolis, para poder freqüentar

a

escola.

Alguns destes

jovens

adolescentes, formaram um

grupo,

que

se

reúne

aos sábados, no salão

Nossa Senhora Aparecida, onde

será

construída futuramente, com recursos adquiridos pela Comunidade,

uma Capela. Grupo

este,

que encontra-se incluído

no

projeto.

Além

dos alunos

do

pré-escolar,

do

Núcleo

de

Educação

Infantil,

que

está em pleno funcionamento,

mas,

que

será

inaugurado em

21

de

março

de l99l.

Este

possui:

Diretora,

3

professoras, merendeira

.

Tem

aula nos turnos matutino

e

Vespertino,

sendo

construído pela

Associação

dos

Moradores

de

Jurerê

e

mantido pela Prefeitura

Muni

cipal

de

Florianópolis.

E ainda,

o

Posto

de Saúde,

que

funciona

em precária

situação,

com

l

médico

(que

atende normalmente,

3

ve-~

zes

por semana pela

manha),

l

servente

e

neste momento sem nin-

(13)

IV

-

OBJETIVO GERAL

Prestar

assistência

de

Enfermagem

ao

Pré-Escolar

e

Adolesceg

te,

visando

a

melhoria

das

condições bio-psico-sociais destes grg

(14)

V

-

PLANO

DE

AÇÃO

Quanto

ao

Adolescente:

l.l.

Identificar

e

priorizar

junto aos

adolescentes,

os

as

suntos

de

maior interesse.

l.2.

Agendar

reunioes semanais ou quinzenais,

de

acordo

~

com

a

necessidade

e

solicitaçao

dos

adolescentes.

l.3.

Transmitir conhecimentos

aos

adolescentes, principal-

mente em assuntos relacionados

as suas

necessidades

bio-

psico-sociais.

l.4.

Agendar consultas

de

Enfermagem, quando necessário.

l.5.

Encaminhar

a

outros profissionais quando necessário

,

procurando implementar

o

sistema

de

referência

e

contra-rg

ferëncia.

l.6.

Fazer visita domiciliar,

se

necessário.

Quanto

ao

Pré-Escolar:

2.l.

Desenvolver consulta

de

Enfermagem

a

30

crianças ma-

triculadas

no

período matutino, utilizando

a

metodologia

das Necessidades Humanas

Básicas.

2.2.

Encaminhar

a

outros profissionais, crianças que neces

sitem

de

serviço especializado, procurando implementar

o

serviço

de

Referência

e

contra Referência.

(15)

desenvolvimento bio-psico-social

do

pré-escolar,

propici-~

ando

uma

integraçao entre

os

serviços

a

ele

prestados.

2.4.

Proceder visita domiciliar,

se

necessário.

2.5.

Programar

palestras

e

atividades educacionais,

atra-~

vés de cartazes, diálogos,

recreaçoes

e

outros...

às cri-

anças,

aos professores

e

familiares.

Quanto

a

Comunidade:

3.1.

Prestar assistência

de

Enfermagem

sempre que possí-

(16)

v1

-

AVALIAÇÃQ

A

avaliação deverá

ser

feita através

da

observação,

da

parti

cipação nas palestras,

da

procura pelos serviços prestados,

de

discussões

e

de

depoimentos verbais

ou

escritos sobre

o

projeto

proposto,

a

partir das crianças

do

pré-escolar, dos adolescentes,

(17)

VII

-

CRONOGRAMA

Este projeto

será

desenvolvido

junto ao

pré-escolar

e

ao

ado

lescente,

ambos

da

Comunidade

de Jurerê, no

período

de

l8

de

mar-

ço

a

5

de junho de l99l,

com carga horária prevista

de 4

horas di

árias,

período matutino, resultando num

total de 220

horas estagi

adas

no semestre.

DATA

ATIVIDADES

Semana:

26/oz

à

05/03

Semana:

06/03

à

12/03

~

~

Elaboraçao

e

apresentaçao

do

projeto

de

está-

gio.

Reuniao com

os

pais

do

pré-escolar

e

com

os

adolescentes.

Semana:

l3/O3

a

l9/O3

Agendar reunião com grupo

de

adolescentes.

Agendar crianças para consulta

de

Enfermagem.

Prestar

assistência

à

criança,

adolescente

e

comunidade,

se

necessário.

Reunião com professor.

Semana:

20/O3

à

26/O3

Prestar assistência

de

Enfermagem.

Consulta

de

Enfermagem

e

ancaminhamento,

se

necessário.

Reunião com grupo

de

adolescentes.

Semana:

27/03

à

03/04

Reunião com professor.

Consulta

de

Enfermagem, com

o

pré-escolar,

se

(18)

-

Prestar

assistência

de

Enfermagem

-

Palestra para

os

adolescentes.

62

Semana:

O4/O4

ã

lO/O4

-

Consulta

de

Enfermagem

das

crianças

agendadas

-

Encaminhamento

se

necessário.

-

Prestar assistência

de

Enfermagem.

Semana:

11/04

à

17/04

-

Consulta

de

Enfermagem

com

as

crianças agen-

dadas.

-

Encaminhamento

se

necessário.

-

Prestar assistência

de

Enfermagem.

-

Reunião com

o

professor.

-

Observação das condições sanitárias

e

de con-

servacão

do

ambiente

escolar.

Semana:

18/04

à

24/04

~

'

-

Reuniao com grupo

de

adolescentes.

-

Prestar

assistência

de

Enfermagem.

-

Reunião com pais

e

professores.

-

Encaminhar solução para

os

possíveis proble-

mas sanitários encontrados

no

ambiente esco-

lar.

92

Semana:

25/O4

à

O7/O5

-

Consulta

de

Enfermagem

com

as

crianças agen-

dadas.

-

Encaminhamento

se

necessário.

-

Prestar assistência

de

Enfermagem.

-

Reunião com professor.

~

~

.

~

-

Observaçao das condiçoes

e

aceitaçao

da

meren

da escolar.

lOë

Semana:

O8/O5

à

14/O5

-

Agendar retornos necessários para consulta

de

Enfermagem.

-

Encaminhamento

se

necessário.

-

Reunião com

o

professor.

(19)

~

Prestar assistência

de

Enfermagem.

.

-

Palestra com

o

grupo

de

adolescentes.

-

Participar

da

reunião com

os

pais

do

pré-escg

lar.

llë

Semana:

-

Determinar assistência

ãs

crianças que neces-

l5/O5

ã

2l/O5

sitem

de

visita domiciliar.

-

Consulta

de

Enfermagem

dos retornos.

-

Prestar assistência

de

Enfermagem.

-

Reunião com adolescentes.

l2ë

Semana:

-

Consulta

de

Enfermagem

dos

retornos.

22/O5

ã

28/O5

-

Visita

familiar.

-

Prestar assistência

de

Enfermagem.

-

Palestra com

pais,

professores

e

comunidade.

-

Observar

e

avaliar

as

condiçoes sanitárias

do

ambiente

e

merenda

escolar.

l3ë

Semana:

-

Fazer avaliação

do

desempenho das atividades.

29/O5

ã

O5/O6

-

Encaminhar atividades que ainda

se

fizerem

ng

cessárias.

-

Agradecimentos

e

conclusão

do estágio.

l4ë

Semana:

-

Seminário.

O6/O6

ã

l3/O6

-

Elaboração

do

Relatório.

l5ë

Semana:

-

Apresentação

do

Relatório.

14/06

à

21/oõ

162

Semana:

22/oô

à

26/oe

(20)

VIII

-

CONCLUSÃO

belo

quando

solicitado,

é

mais belo

porém,

dar sem

ser so-

licitado,

por haver apenas compreendido;

e

para

os

generosos,

prg

curar

quem recebe

é

uma

alegria maior ainda que

a

de dar.

Existe

alguma coisa que possais guardar? Tudo que possuís

será

um dia da

do.

Dai

agora,

portanto, para que

a

época

da

dádiva

seja

vossa

e

não

de

vossos herdeiros. /Dizeis muitas

vezes:

"Eu daria

mais, sg

mente

a

quem

merece". As árvores

de

vossos pomares não falam

as-~

sim,

nem

os

rebanhos

de

vossos pastos.

Dao para continuar

a

vivem

pois reter

é

perecer".

(Khalil

Gibran).

Sabemos dos muitos problemas

econômicos,

políticos

e

sociais

que

existem

ao

nosso

redor. Porém,

algo deve

ser feito.

Assim

,

conscientes

da

importância

da

assistência

ao

pré-escolar

e

adoleâ

cëncia

e

pelo fato

de

o

Brasil

ser

um país eminentemente

jovem,

é

que acreditamos

e

defendemos

uma

política

de

saúde

e

educação

pre

ventivas,

a

fim

de

se

desenvolver

no

país

uma

populaçao sadia em

(21)

IX

-

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

l- HORTA,

W.

de

A.

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Processo

de

Enfermagem,

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Enfermagem, Brasília

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Revista Brasileira

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l976.

(22)
(23)

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Exame Física

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Análise

de

Evontuário

Avaliação Iaioo4Hoto:e

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3.

4.

Rezistrc

5

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1.

Análise

do

Prontçéglg

a)

Leitura

do;

àados rsgístraàus

(iânntiiioàção, anamnefin, fivvluçao,

lista

de

problenas).

b)

Avalia

9

ãc üe

Exames complemantares

(lebor3tÓÍioa,IÍ¿,

;tc..)

IDENTIFICAÇÃO

a)

Criança

Nome:

'

Data

da

Rascilento:

Esoolariâaâe:

šdenfiififlaçšfif

[email protected]°I°l_@v›a=i

~

Plano fisslst'

'

Sexo:

'

Bcligiëc:

'

Procoâënoia:

'

°

Faturrlidadez'

.Data

da Sonsulta:

b)

Situagšø

Êggiliqz

Nomà

dc

Pai

Iãafieã

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Esoolariâaüef

Nome

da

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Idaãë:

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Escälariâaàez

Naoionalidaàe

:

Eävfissëo:

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Número

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:~‹`m:r'so3.š‹_-,1.oo

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;

Condições

do

1:a"›;L.L¡.'tz›ç¿D:

;

Local zação:

;

Água:

'L

Lilo:

¿

Esgoto:

3

lruz:

L

Animais

Domõotiooø:

;

lnsei-'óaz

2

Quintal

.

Outros:

(oopooiufioar)

Yercozzgões

e

E:_,§._J_‹¿c_'L'_a'*Jiv:-.Q

-

Preocupaçõé-s,

modos

-3

problonms

d-1

criànçrfl

- Problemas

do

saí-ia Que-

a

oI'ia11‹,a

tev-à?

-

lloopitaliznçfšua?

-

O

que

esporc. df

`£.nr:'bi1:uiçT~o?

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Habítos

da

o1';i.z51g:;_

1. Alilnentagão

- Qual

o

leite

uBa‹lo'?

_ Como

preparaâo?

-

Em

que

quan*Jí'2a(1o'?

- Mama

de

qu.-ontao

em

<;;c.an.'äaa

h-ares?

-

Qual. a

quantièaâe

aceita em

onda

ma:naõ...?

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outros

alimentos;

recebo?

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são

prejparaâos?

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que horários?

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z>.lgum

dos

.‹zl:Unan'cos

ofemoiãos?

-

Qual?

-_-

Recebe

líquidos?

-

Em

que horários?

4

~

- Tem

alergia alimentar?

_.

Golouzâ

az

uzzianço

em

poeiçãc per:

3:'uotfz.;ão?

_-

Com?

-U»

Criança

caratuma

rcogvrgitar?

_.

Quanüox

»

2-

~<s__'1f_1_1¿e_::¿tínal

e

Yesioal

-

Q11‹'fl11taS

Vez?

ovacaz.

por

'd;'à.a?

-

Qual

3

°°ns1ST'

*ie

das facas?

Cor?

3-

De

'111Efl`1t°

em

qu*-¶:r›

toànpo ãnrooa

as íràlãas?

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Chai;-0?

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ou

:iJ:.'¡::‹rro2I11=í(;zo?

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ão? Evaoueâo?

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Em

quarto

proprio?

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Quantas horas

dor-na 'tarantt

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dia?

O

ambiente

É

propício

ao

rcpoutn?

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P.ádl.o_{)

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do

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(Í-.

Dorme

nacans

or":

gmfíofl?

Em

quarbos

com os

pais?

4.

Comportamento Bsijogmotgg

Quando

chora? selo

Como

É

o

choro?

Quando

sorriu?

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Quando

sentou?

Quando

engatinhou?

{)

fo;-ne

(`)

sono

()

molhado

-Í)

Quando

:firmou

a cabeça?

-«Quando se

firmou

em pé?

Quando

andou?

Quando

Como

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Como

É

Como

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Reoreagão

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- Toma

'banho

di:';'.ziÍ.o?

começou

e.

Í`:*-lar?

seu

::e1.o.oionz:úz1er\to

rs.-2:

o

pai?

seu

re1:oi.o:;a;;cnto

com

ra

:zñeã

seu

relacionamento com

os

ir-:12Ê:›s?

Qual

o

tempo de

rcocrcoçãc

que oostaxm oferecer

š

criar.-ça?

Que tipos

de

brmquodos

nais

gosta?

Gosta

de

hinos:

ou-.fz

outras

Êsziaoças?

De mesma

idade

()

de

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()

Que

tipo

do

atividade

a

criança

p:.§tioc.'z

Futebol

()

oerââ

()

Bioiiietz

()

clvroe

()

Quai«2

Costuma receber

`:›ar.3io

do sol?

Em

que horârin?

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p1*‹_Í›pria'?~

-

Onde

e

como

luva as fraldas?

~

-`

Onde

e

como

leva

as

mamadeiras?

=

7

.

Imunização

`.

_ .

- Que

sabão É

usado no

'bs:1bo'í

1

- Quais

as

v:¬.o:Lu;s

que

ja

:cz-,~oe`om1?

'-Quando?

'

'

‹-

Apresentou reações?

.`

=

3.

Escolaridade

_

-

Gosta

'de

escola?

- Tem

`bom"re1.aoi‹oname1Tbo.«oom_0

professor?

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na

order.

do

c::n-

no.

2

-

Observar

v1v~

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uforia,

...Lrtz.z,

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c.¬:›

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im

uictudo,

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Dosonvolvinerzto

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Avaliação/oonf1u..':

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Jzvaliaçao/Conduta

hotoru

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Observar

Dosonvc-lvluonto

da

Intoligoroia

-^”¬orvar

Desonvolvzmon

da Personalidade

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cola1o:ra‹,ao

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4.

Ca

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Referências

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