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Equipa Research: Outlook 2015 Banco BiG,15 Janeiro 15 1 / 42

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Outlook 2015| Banco BiG,15 Janeiro 15 1 / 42

Equipa Research: João Lampreia (Head)

(2)

Global Economic Outlook

Sumário Executivo

1. Enquadramento 1.1 Crescimento Global 1.2 Desequilíbrios Macroeconómicos 1.3 Política Monetária

1.4 Evolução Cambial vs Classe de Activos

2. EUA

2.1 Mercado vs Composição Política 2.2 Indicadores Macroeconómicos

2.3 Impacto QE

2.4 Inclinação da Curva

2.5 Backtesting – FED: ciclos de tightening

3. Europa 3.1 Arrefecimento Core 3.2 Custos de Financiamento 3.3 Fragmentação Financeira 3.4 Drivers QE – BCE 3.4.1. Riscos Deflacionistas

3.4.2. Target de expansão do Balanço 3.5 A “Japanização” da Europa?

4. Emergentes

4.1 Enquadramento

4.2 O “novo” paradigma divergente 4.3 Fluxos de Capital

5. Crude

5.1 Enquadramento

5.2 Backtesting & Projecções

6. Mercados e Perspectivas

6.1 Crédito

6.2 Métricas de Avaliação Índices 6.3 Posicionamento vs Classe de Activos 6.4 Evolução Lucros Europa vs EUA 6.5 Posicionamento Geográfico 6.6 Sectores Europa

6.7 Posicionamento empresas Europa 6.8 Avaliação relativa PSI-20

(3)

1.1 Enquadramento - Crescimento Global

Fonte: FMI. Fonte: World Bank; Bloomberg.

Desequilíbrios do crescimento global acentuam fragilidade da recuperação

Aceleração moderada do crescimento global mantém-se abaixo da média histórica

Divergência do ritmo de crescimento global cristaliza idiossincracias dos diferentes blocos -4 -2 0 2 4 6 8

Crescimento real do PIB (%)

Global GDP growth Média

-2 0 2 4 6 8

Mundo Japão EUA Zona Euro Economias

Emergentes China Taxa Crescimento PIB (%)

(4)

1.2 Enquadramento - Desequilíbrios Macroeconómicos

Fonte: Bloomberg. Fonte: Bloomberg.

Robustez da economia americana altera dinâmica dos fluxos comerciais

A economia mundial poderá beneficiar pelo duplo efeito do perfil de crescimento “único” dos EUA e pelo fortalecimento do USD

A perspectiva de uma maior neutralidade fiscal confere suporte à recuperação global

-6 -4 -2 0 2 4

EUA Europa Emergentes Japão

Conta Corrente em % PIB

2008 2013 2015E -8 -6 -4 -2 0

EUA Europa Economias

Emergentes

Japão

Ajustamento Défice Estrutural (%PIB)

(5)

1.3 Enquadramento - Política Monetária

Fonte: Bloomberg. Fonte: Bloomberg.

Bancos Centrais promovem políticas expansionistas sem precedentes

Ineficácia das políticas convencionais obrigou Bancos Centrais a expandir os Balanços para níveis historicamente elevados

Reversão dos estímulos monetários pelo FED contrasta com a política de flexibilização adoptada pelo BOJ e BCE

0% 20% 40% 60% 80% 0% 10% 20% 30% 40% m ar -0 8 se t-0 8 m ar -0 9 se t-0 9 m ar -1 0 se t-1 0 m ar -1 1 se t-1 1 m ar -1 2 se t-1 2 m ar -1 3 se t-1 3 m ar -1 4 se t-1 4 m ar -1 5 se t-1 5

Balanço Bancos Centrais (em % PIB)

BCE FED BOE BOJ (dta)

BiG Research 0 200 400 600 800 1000 1200 1400

FED BCE BOJ Total

Compras Bancos Centrais ( USD mil mn)

2013 2014 2015

(6)

1.4

Fonte: Bloomberg. Fonte: Bloomberg.

Robustez do USD acarreta impactos distintos sobre classes de activos

Divergência do ciclo macroeconómico e monetário nos EUA deverá continuar a suportar o momento positivo do USD

As matérias-primas e o crude em particular deverão manter-se pressionadas no curto/médio prazo

Enquadramento – Evolução Cambial vs Classe de Activos

0,7 0,74 0,78 0,82 0,86 70 74 78 82 86

Evolução Cambial - USD vs Major Currency

USD Trade Weighted Major Currency USDEUR (dta)

1,1 1,2 1,3 1,4 1,5 40 55 70 85 100 115 EUR-USD vs Crude

(7)

2.1 EUA – Mercado vs Composição Política

Fonte: Bloomberg; BR Institute; Banco BiG Research Fonte: Bloomberg; BR Institute; Banco BiG Research

Eleições intercalares não dirimem totalmente riscos de bloqueio político

Contrariando as expectativas, o mercado accionista regista a melhor performance histórica em períodos de Governo único

O 3º ano de mandato afigura-se como um período de mercado historicamente positivo no âmbito do ciclo presidencial

8,5%

5,2%

Governo Único Governo Bipartidário

DJ Industrial vs Média: Retorno Anual Composição Governativa

-7,1% 8,2%

12,5%

17,8%

Média (1900-Act.) Média (1961-Act.) 3º Ano Presidencial (1900-Act.)

3º Ano Presidencial (1961-Act.)

DJ Industrial vs Média: Retorno Anual Ciclo Presidencial

(8)

-2.2 EUA – Indicadores Macroeconómicos

Fonte: Bloomberg. Fonte: Bloomberg.

Momentum da economia norte-americana permanece robusto

Evolução trimestral do PIB mostra-se

consistente com actual período de expansão

Dinamismo da economia poderá exacerbar pressão crescente sobre níveis de inflação

-4 -2 0 2 4 6

PIB QoQ(%) EUA

0 1 2 3 4 5 48 52 56 60

CPI vs ISM Manufacturing PMI

(9)

2.3 EUA – Impacto QE

Fonte: Bloomberg. Fonte: Bloomberg.

Impacto do Quantitative Easing revela-se distinto entre classes de activos

Mercado accionista e cross Eur-Usd registam valorizações significativas enquanto vigoraram as políticas de QE

A apreciação das Treasuries decorreu sobretudo em antecipação à implementação do QE 0 0,4 0,8 1,2 1,6 2 0 1000 2000 3000

Cross EUR-USD vs S&P 500

S&P 500 Cross EUR-USD (dta)

QE2 QE1 QE3 0 1000 2000 3000 4000 5000 0 1 2 3 4 5 6

Treasury 10Yr vs Balanço Fed

Treasury 10Y Balance Sheet (USD mil mn) (dta)

(10)

2.4 EUA – Inclinação da Curva

Fonte: FOMC September 2014; Bloomberg. Fonte: Bloomberg.

Fim do QE e expectativa de tightening gera incerteza sobre inclinação da curva

Curva de rendimentos norte-americana revela uma fraca inclinação perante actual contexto de expansão

Expectativa de mercado para actuação do FED mostra-se globalmente mais dovish

0 1 2 3 4 2014 2015 2016 2017

Target Fed Funds rate at year-end

Fed Funds Futures rate SEP FOMC Median forecast

-1 0 1 2 3 4

Evolução US Treasuries 30Yr-5Yr Spread

(11)

2.5 EUA – Backtesting – FED: Ciclos de Tightening

Fonte: Bloomberg. Fonte: Bloomberg.

Legado/Amplitude da crise 2008 sugere actuação mais moderada do FED

Dimensão da crise 2008 e fragilidade da recuperação global (externo) deverão implicar uma actuação mais dovish do FED vs 94/04

Backtesting realizado sobre os 2 últimos períodos de tightening (94/04) espelha resiliência do mercado accionista 0 2 4 6 8 -1 2 M -1 1 M -1 0 M -9 M -8 M -7 M -6 M -5 M -4 M -3 M -2 M -1 M 0 1M 2M 3M 4M 5M 6M 7M 8M 9M 10M 11M 12M

FED Refi vs 10 Yr Treasuries

FED Refi 94 10Y Treas. 94

FED Refi 04 10Y Treas.04

95 105 115 125 -1 2 M -1 1 M -1 0 M -9 M -8 M -7 M -6 M -5 M -4 M -3 M -2 M -1 M 0 1M 2M 3M 4M 5M 6M 7M 8M 9M 10M 11M 12M

SPX vs Início subida taxas 2 anos

(12)

3.1 Europa – Arrefecimento Core

Fonte: FMI; Bloomberg. Fonte: Bloomberg.

Desaceleração económica incide essencialmente sobre países Core

Evolução trimestral do PIB amplifica riscos de estagnação económica na Europa

Na Zona-Euro, o outlook económico mostra-se mais cauteloso para as Economias Core/semi-core

-0,8 -0,4 0 0,4 0,8 1,2

Alemanha França Itália Espanha Portugal

Crescimento real do PIB QoQ (%)

4Q13 1Q14 2Q14 3Q14 -4% -2% 0% 2% 4%

Alemanha França Itália Espanha Portugal Grécia

Crescimento real do PIB (%)

(13)

3.1

Fonte: Bloomberg. Fonte: Bloomberg.

Política de forças Europeia gravita no eixo Alemanha vs França/Itália/Espanha

Indicador (avançado) de Manufactura

industrial na Z.E. regista clara quebra em 2014

“Motor” Alemão reforça importância no PIB da Zona Euro e ascende a quase 30% vs 49% afectos aos outros 3 países

Europa – Arrefecimento Core (cont.)

40 45 50 55

jun-13 set-13 dez-13 mar-14 jun-14 set-14 dez-14

Evolução PMI

Alemanha França Itália Espanha

27% 28% 28% 28% 21% 21% 21% 21% 17% 17% 17% 16% 11% 11% 11% 11% 24% 24% 23% 23% 8700 9200 9700 10200 2010 2011 2012 2013 B il li o n s

Evolução PIB nominal

Alemanha França Itália

(14)

3.2 Europa – Custos Financiamento

Fonte: Bloomberg. Fonte: Bloomberg.

A problemática do endividamento Público num bloco assimétrico

Sustentabilidade da dívida pública na Europa depende da alavanca do crescimento e de condições de financiamento favoráveis

Diferencial de taxas implícito na curva de rendimento da dívida Pública Europeia revela condições desiguais 0% 40% 80% 120% 160%

Alemanha França Itália Espanha Portugal

Evolução Debt/ GDP 2008 2013 -1 0 1 2 3 4 3M 1Y 3Y 5Y 7Y 10Y 30Y Yield Curve

(15)

3.3 Europa – Fragmentação Financeira

Fonte : ECB. Fonte: Bloomberg.

Progressos na União Bancária não impedem actual fragmentação financeira

Esforço de recapitalização da Banca Europeia não propiciou aumento da concessão de crédito

Débil procura (Empresas) em função do cenário macro e desequilíbrios do lado da Oferta (Bancos) motivam restrições de financiamento

-5 0 5 10 15 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014

Evolução concessão de crédito

Particulares Empresas não financeiras

2 2,5 3 3,5 4 4,5 2010 2011 2012 2013 2014

Custo empréstimos a empresas não financeiras

(16)

3.4.1 Europa – Drivers QE - Riscos Deflacionistas

Fonte : Bloomberg. Fonte: Bloomberg.

Riscos deflacionistas e/ou expectativa de desinflação forçam actuação do BCE

Quebra do preço das matérias-primas (Energia) acentua espiral desinflacionista na Zona Euro

Expectativa de inflação de longo prazo na Zona Euro mostra-se abaixo do objectivo do BCE

1,6 1,9 2,2 2,5 2,8 3,1 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014

Expectivas Inflação Zona Euro

5y5y inflation forward (%)

-2 0 2 4 6 Evolução Inflação (%)

(17)

3.4.2 Europa – Drivers QE - Target de expansão Balanço

Fonte : Bloomberg. Fonte: Bloomberg.

Expansão do Balanço do BCE cria pressão para compra de dívida Soberana

O actual programa de compra de Cov. Bonds e ABS não permitirá o BCE atingir o seu target de expansão do Balanço, pelo que...

...o cumprimento desse objectivo torna mais provável a adopção de um programa de compra de dívida Soberana elegível

684 1489 1413 2239 434 6579 1214 ABS Covered Bank Bonds Corporate Uncovered Bank Bonds Regional Gov. Governos Outros Activos elegíveis - BCE

(Valores em EUR mil mn)

1000 1500 2000 2500 3000 3500

jan-08 jan-09 jan-10 jan-11 jan-12 jan-13 jan-14 jan-15

Evolução Balanço BCE: 2008-15E

(valores em EUR mil mn)

(18)

3.5 Europa – A “Japanização” da Europa?

Fonte : Bloomberg. Fonte: Bloomberg.

Fundamentais da Economia Europeia afastam riscos de “Japanização secular”

Quebra do PIB Europeu mostra-se mais ligeiro face ao histórico Japonês, ainda que trajectória de recuperação permanece incipiente

Espiral recente desinflacionista contrasta com o período deflacionista nipónico observado no decénio 1998-2008 -6 -4 -2 0 2 4 6 1 9 94 1 9 95 1 9 96 1 9 97 1 9 98 1 9 99 2 0 00 2 0 01 2 0 02 2 0 03 2 0 04 2 0 05 2 0 06 2 0 07 2 0 08 2 0 09 2 0 10 2 0 11 2 0 12 2 0 13 2 0 14 E

Evolução PIB (% YoY)

Japão Zona Euro

-2 -1 0 1 2 3 4 1 9 94 1 9 95 1 9 96 1 9 97 1 9 98 1 9 99 2 0 00 2 0 01 2 0 02 2 0 03 2 0 04 2 0 05 2 0 06 2 0 07 2 0 08 2 0 09 2 0 10 2 0 11 2 0 12 2 0 13 2 0 14 E

Evolução Inflação (% YoY)

(19)

4.1 Emergentes - Enquadramento

Fonte : Bloomberg. Fonte: Bloomberg.

Desequilíbrios estruturais acentuam trajectória de abrandamento secular

Perda de competitividade relativa acentua fenómeno de desaceleração do bloco emergente

Dinâmica inflacionista persiste/agrava-se, não obstante a forte quebra do crescimento real

6,23 2,73 -3 -1 1 3 5 7 9 11 13

Crescimento Real do PIB (%)

2005 PIB (YoY% ) 2015E PIB (YoY%) Média 2005 Média 2015E

5,57 7,02 0 10 20 30 Taxa de Inflação (%)

(20)

4.2 Emergentes – O “novo” paradigma divergente

Fonte : Bloomberg. Fonte: Bloomberg.

Contexto de maior selectividade exacerba diferentes perfis estruturais

O relativo baixo nível de endividamento ainda permite acomodar a existência de défices públicos moderadamente elevados

Bra s il Rús sia Índia Chi na Corei a do Sul Méxi co Áfri ca do Sul Ta i lândia Argentina -5 -4 -3 -2 -1 0 1 2 0 10 20 30 40 50 60 70 Sa ldo O am e nt al ( % P IB )

Dívida Pública (% PIB)

Saldo Orçamental vs Dívida Pública (% PIB)

Bra s il Rús sia Índia Chi na Corei a do Sul Méxi co Áfri ca do Sul -8 -4 0 4 8 -2 -1 0 1 2 3 4 5 C on ta C or re nt e (% P IB ) Manufacturing PMI

Conta Corrente(% PIB) vs Manufacturing PMI

48 49 50 51 52 53 54 55 A evolução distinta do saldo externo permanece como o principal factor de competitividade estrutural entre as economias do bloco emergente.

(21)

4.2

Fonte : Bloomberg. Fonte: Bloomberg.

Incerteza crescente reforça paradigma da divergência do bloco emergente

Outflows de capital e agravamento de tensões inflacionistas obriga actuação monetária decisiva nos países mais débeis

À excepção da Argentina, o melhor desempenho económico esteve associado a ganhos mais significativos do respectivo mercado accionista

Argentina Chi na Índia Ta i lândia Áfri ca do Sul Méxi co Bra s il Corei a do Sul Rús sia -20% 0% 20% 40% 60% 80% -2% 0% 2% 4% 6% 8% Ev ol ão índ ic e s (% ) PIB Real (%)

Evolução índices vs PIB Real

Brasil Rússia Índia China Coreia Sul México África Sul Tailândia Argentina -50% -40% -30% -20% -10% 0% 0% 5% 10% 15% 20% 25% 30% 35% D e pr e ci ão C am bi al 2 0 1 4 (% )

Taxas de juro Banco Centrais (%)

Depreciação Cambial vs Taxas de juro Bancos Centrais

(22)

4.3 Emergentes – Fluxos de Capital

Fonte : Institute of International Finance. Fonte: Bloomberg.

Instabilidade no bloco emergente condiciona evolução de fluxos de capital

O segmento de dívida registou a maior quebra ao nível dos influxos de capital

0% 7% 1% -2% -22% -3% -1% -6% 0% -25% -20% -15% -10% -5% 0% 5% 10% 2013 2014f 2015f

Inflow capital privado % YoY

Equity Investment Private Creditors Total Inflows 0 200 400 600 800 1.000 1.200 1.400

Capital Inflow Mercados Emergentes (USD mil mn) A instabilidade no período recente e a expectativa de tightening nos EUA tem penalizado a evolução dos fluxos de capital para o bloco emergente

(23)

5.1 Crude – Enquadramento

Fonte : Bloomberg. Fonte: OEC;Banco BiG Research.

Colapso do Crude exacerba instabilidade nos países produtores

Os custos de produção superiores incorridos por países como Angola, Venezuela e Rússia agravam incerteza sobre este grupo

O final do superciclo das commodities acabou por dirimir o nível de correlação entre o preço do Crude e a evolução do Equity no bloco Emergente

0% 20% 40% 60% 80% 100% Argentina África do Sul Coreia do Sul Brasil México Índia Rússia EAU Venezuela Angola

Exportações de energia (% total exportações)

0 100 200 300 400 500 600 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14

Evolução crude vs índice emergentes

(24)

5.1 Crude – Enquadramento (cont.)

Fonte : Bloomberg. Fonte: OEC;Banco BiG Research.

Alterações estruturantes no binómio Oferta-Procura justificam queda

O espectacular incremento da produção (boe) nos EUA desde 2013 (+30%) motivou uma quebra das importações de crude numa proporção idêntica

80 85 90 95 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 Procura vs. Oferta

Energy Intelligence Group Oil Product Demand Data Energy Intelligence Group Total Supply Data

O arrefecimento da procura global e o advento de exploração do Gás de Xisto (EUA) desestabilizaram o binómio Oferta-Procura de crude

(25)

5.2 Crude – Backtesting e Projecções

Fonte : Bloomberg; Banco BiG Research. Fonte: Bloomberg; Banco BiG Research.

Factores de estabilização do crude de médio-prazo mitigam variáveis estruturais

O backtesting (30Y) aos períodos de queda histórica do preço do crude poderá levar o mesmo a atingir (cenário extremo) USD 33/barril

A normalização desconto dos contratos à vista do crude face aos respectivos futuros (5Y) indicia uma tentativa de estabilização entre USD 44-55 barril

(26)

6.1 Mercados e Perspectivas – Crédito

Fonte : Bloomberg. Fonte: Bloomberg.

Incerteza geopolítica e desaceleração macro retém interesse em safe-havens

Divergência do ciclo monetário acelera decoupling na dívida sem risco

Yields da Periferia acompanham movimento de compressão, ainda que spreads (vs Bunds) tenham alargado globalmente desde o início de 2015

0,00 1,00 2,00 3,00 4,00 Bunds vs Treasuries

Bunds 10Y Treasuries 10Y

0 200 400 600 800 Ja n -1 0 A p r-1 0 Ju l-1 0 O ct -1 0 Ja n -1 1 A p r-1 1 Ju l-1 1 O ct -1 1 Ja n -1 2 A p r-1 2 Ju l-1 2 O ct -1 2 Ja n -1 3 A p r-1 3 Ju l-1 3 O ct -1 3 Ja n -1 4 A p r-1 4 Ju l-1 4 O ct -1 4 Spread Periferia

Spread Portugal Spread Espanha Spread Itália

(27)

6.1 Mercados e Perspectivas – Crédito

Fonte : Bloomberg. Fonte: Bloomberg.

Antecipação de QE exacerba compressão de spreads no Soberano

Dilatação de spreads Financial-Sovereign indicia um relativo decoupling entre as duas classes de crédito

Rally de dívida pública na Europa desde anúncio de OMT normaliza relação spreads Soberano vs Corporate 0 100 200 300 400 500 600 700

abr-10 nov-10 jun-11 jan-12 ago-12 mar-13 out-13 mai-14 dez-14 Sovereign CDS vs iTraxx Financials

iTraxx Fin. Sub. Sovereign

0 100 200 300 400

abr-10 nov-10 jun-11 jan-12 ago-12 mar-13 out-13 mai-14 dez-14 Sovereign CDS vs iTraxx Main

(28)

6.1 Mercados e Perspectivas – Crédito

Fonte : Bloomberg. Fonte: Bloomberg.

Dívida Corporate mantém trajectória de compressão de spreads

Expectativa sobre eventual programa de QE sobre Corporates acentua estreitamento de spreads neste segmento

Preferência por empresas IG na Europa e EUA, não obstante ligeiro incremento de spreads HY US no período recente. 0 200 400 600 800 1.000

abr-10 nov-10 jun-11 jan-12 ago-12 mar-13 out-13 mai-14 dez-14 Evolução Índices iTraxx

iTraxx Main iTraxx HiVol iTraxx Crossover

0 50 100 150 200 250 300 IG Europe IG US HY Europe HY US

Credit indexes valuation

(29)

6.1 Mercados e Perspectivas – Crédito

Nota: pool de CDS empresas europeias representativas dos respectivos sectores Fonte: Bloomberg.

Estreitamento de spreads corporate revela-se transversal a nível sectorial

A recuperação de “anjos Caídos” potenciou uma recuperação (preço) mais significativa em sectores de maior ciclicidade (Autos & Techs)

Queda histórica do preço do crude determina alargamento de spreads de dívida neste segmento

0 200 400 600 800 1000 1200

Evolução Spread Sectores

Preço Actual Min (desde 1-1-2012) Max (desde 1-1-2012)

-30 -20 -10 0 10 20 30

Telecom 5y Autos 5y Retalho 5y Eléctricas 5y Techs 5y Oil & Gas 5y Banca 5y

Evolução Spread Sectores (2014)

Nota: pool de CDS empresas europeias representativas dos respectivos sectores Fonte: Bloomberg.

(30)

6.2 Mercados e Perspectivas – Métricas de Avaliação Índices

Fonte : Bloomberg. Fonte: Bloomberg.

Métricas de avaliação desafiam movimento ascendente

Avaliação do mercado de acções no bloco

desenvolvido revela-se moderadamente

dispendiosa numa perspectiva histórica...

...ainda que os níveis de avaliação accionista comparem de forma amplamente positiva face ao histórico dos últimos períodos de pré-crise

18 17 11 15 13 12 17 14 11 0 5 10 15 20 SPX SXXE MXEF

Avaliação geográfica histórica P/E

P/E ajust. 2014 Média P/E ajust. 10Y P/E 2015E

21 26 15 18 33 24 22 14 12 14 11 0 20 40 60 80 100

Crise Asiática '97 Crise dot-com '00 Crise financeira pós Lehman '08

2014

Avaliação histórica pré-crise

SPX Nasdaq MXEF

(31)

6.2 Mercados e Perspectivas – Métricas de Avaliação Índices (cont.)

Fonte : Bloomberg. Fonte: Bloomberg.

Evolução mais modesta do topline despoleta expansão do múltiplo P/Sales

Indicador MKT CAP/PIB indicia o nível mais dispendioso (S&P 500) da última década

20% 40% 60% 80% 100% 120% 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013

Evolução Mkt Cap/ PIB (%)

EUA Zona-Euro

Outros indicadores atestam relativa sobrecompra dos índices norte-americanos

0 0,5 1 1,5 2 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 Evolução P/ Sales SPX SXXE

(32)

6.3 Mercados e Perspectivas – Posicionamento vs Classes de Activos

Fonte : Bloomberg. Fonte: Bloomberg.

Procura por ‘Yield’ suporta momentum do mercado accionista

Mercado de acções revela diferencial de retorno histórico face ao mercado de dívida soberano sem risco…

… o diferencial de retorno mostra-se idêntico caso a análise incida sobre o segmento de dívida corporativa. 0 1 2 3 4

abr-10 dez-10 ago-11 abr-12 dez-12 ago-13 abr-14 dez-14

Dividend yield SXXP vs Bond yield (Bunds)

10 Yr Bunds Eurostoxx 600 Dividend Yield

0 1 2 3 4 5

Apr-10 Dec-10 Aug-11 Apr-12 Dec-12 Aug-13 Apr-14 Dec-14

Dividend yield SXXP vs Bond yield (I.Grade)

(33)

6.4 Mercados e Perspectivas – Evolução Lucros Europa vs EUA

Fonte : Bloomberg. Fonte: Bloomberg.

Crescimento de lucros mostra-se alinhado com recente ciclo de expansão

Expectativa de diferencial de crescimento dos lucros em 2015 mostra-se favorável à Europa vs EUA

Enquadramento histórico e menor recuperação do ciclo económico/empresarial na Europa justificam diferencial 16% 5% 5% 8% 8% 12% 13% 1% -5% 7% 12% 11%

2011 2012 2013 2014E 2015E 2016E

Evolução EPS (Europa vs EUA)

Eurostoxx 600 SPX 500 0 50 100 150 200 250 0 100 200 300 400 500 600

Evolução lucros S&P vs Eurostoxx 600

(34)

6.5 Mercados e Perspectivas – Posicionamento geográfico

Fonte : Bloomberg. Fonte: Bloomberg.

Expansão dos lucros traduz driver principal na revalorização do Equity em 15E

A expansão do múltiplo e o crescimento do EPS apresentaram um contributo idêntico na valorização do S&P 500 verificada em 2014

A valorização mais ligeira do Equity na Europa foi alcançada essencialmente por via da expansão do múltiplo P/E. -70% -50% -30% -10% 10% 30% 50% 70% 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014E 2015E S&P 500

P/E Growth EPS Growth Return

-70% -50% -30% -10% 10% 30% 50% 70% 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014E 2015E Eurostoxx 600

(35)

6.5 Mercados e Perspectivas – Posicionamento geográfico

Fonte : Bloomberg. Fonte: Bloomberg.

Nível de recuperação dos lucros na Europa justifica projecção mais optimista

O cenário base projecta um retorno esperado do S&P de 6% - assente no crescimento de EPS em 4% e uma ligeira expansão do múltiplo

A expectiva de crescimento do EPS em 12% na Europa indicia um retorno superior. Os cenários Base-Bull projectam uma valorização entre 10%-18%

403 377 314 100 200 300 400 500 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014E 2015E Projecção Eurostoxx 600

Bear Case Bull Case Base Case

1.816 2.313 2.184 500 1000 1500 2000 2500 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014E 2015E Projecção S&P 500

(36)

6.6 Mercados e Perspectivas – Sectores Europa

Fonte : Bloomberg. Fonte: Bloomberg.

Perfil cíclico e dividend play revelam enquadramento distinto

Sectores defensivos no bloco europeu ostentam outperformance YTD generalizada

Empresas cíclicas apresentam as melhores perspectivas de crescimento de lucros para 2015

2,97 4,47 5,71 4,90 4,94 3,37 2,65 2,53 2,66 2,84 3,34 3,42 3,22 3,55 1,70 4,70 -40% -20% 0% 20% 40%

EPS Estimado vs Dividend Yield

FY2014 FY2015 Dividend Yield -20,00%

-10,00% 0,00% 10,00% 20,00%

(37)

6.6 Mercados e Perspectivas – Sectores Europa (Cont.)

Fonte : Bloomberg. Fonte: Bloomberg.

Fragilidade do Euro acentua atractividade de alguns players cíclicos

Sectores Automóvel e Segurador mostram-se globalmente atractivos nas principais métricas fundamentais...

...Por oposição aos sectores de Media e Food & Beverage que negoceiam com as principais métricas a prémio face ao índice de referência

0 5 10 15 20 25

P/E ajustado 2015 vs Média 5Yr

P/E estimado sectores P/E estimado Eurostoxx 600 P/E Média 5Yr 0 1 2 3 4

Price to Book value vs Média 5 Yr

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6.7 Mercados e Perspectivas – Posicionamento empresas Europa

Fonte : Bloomberg. Fonte: Bloomberg.

Valorização do Equity não acarretou expansão indiscriminada dos fundamentais

Avaliação atractiva dos subsectores Automóvel e Segurador destacam-se no espaço Europeu

Sector de Utilities e Industrial também se destacam mediante outros critérios de avaliação

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6.8 Mercados e Perspectivas –Avaliação Relativa PSI-20

Fonte : Bloomberg. Fonte: Bloomberg.

Correcção do PSI-20 em 2014 despoleta oportunidades

Enquadramento do sector financeiro e da Portugal Telecom explicam níveis de avaliação deprimidos

História de consolidação bem sucedida justifica o maior nível de crescimento dos lucros esperado para a NOS em 2015 vs PSI-20

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7. Síntese Posicionamento Banca Mat.-Primas Retalho Bens de Consumo Autos Tecnologia Const. & Materiais Airlines Oil&Gas Químico Food&Beverage Healthcare Telecoms Segurador Media Utilities

SECTORIAL

EUA Europa Portugal Emergentes Treasuries (10 Yr) Bunds (10 Yr)

Periferia Europa - Soberano Investment Grade Europa Investment Grade EUA High Yield Europa High Yield EUA

EUR-USD USD-JPY EUR-GBP Defensivas Cíclicas Large Caps Small Caps EQUITY G EO G R A FI A S CRÉDITO SO B ER A N O CO R P O R A TE OUTROS FX EST ILO

(41)

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