Relatório e Contas 2016
INTRODUÇÃO
I PARTE – RELATÓRIO DE ATIVIDADES 1. População Beneficiária
2. Prestação de Serviços
2.1. Plano de Benefícios
2.2. Prestação Interna de Serviços 2.2.1. Análise Global
2.2.2. SAMS Prestação Integrada de Cuidados de Saúde 2.2.3. SAMS Apoio Social
2.2.4. Protocolos (Prestação interna de serviços) 2.3. Atribuição de Comparticipações e Subsídios
2.3.1. Análise Global
2.3.2. Por Regime de Assistência 2.3.3. Por Modalidade de Acesso 2.3.4. Por Natureza de Comparticipação 2.3.5. Taxa de Comparticipação
2.3.6. Protocolos (Prestação externa de serviços) 2.4. Benefícios Atribuídos
3. Organização e Recursos
3.1. Gestão
3.2. Recursos Humanos 3.2.1. Análise Global
3.2.2. SAMS Prestação Integrada de Cuidados de Saúde 3.2.3. SAMS Apoio Social
3.3. Recursos Tecnológicos 3.4. Recursos Financeiros 3.5. Instalações
3.6. Comunicação
4. Situação Económica e Financeira
4.1. Enquadramento
4.2. Análise Económica Global 4.2.1. Valores Totais 4.2.2. Gastos 4.2.3. Rendimentos
4.3. Análise Económica – SAMS Prestação Integrada de Cuidados de Saúde 4.4. Análise Económica – SAMS Apoio Social
4.5. Análise Financeira
4.6. Indicadores Económico-Financeiros
II PARTE – DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 1. Balanços
2. Demonstrações dos Resultados por Naturezas 3. Demonstrações dos Fluxos de Caixa
4. Demonstrações das Alterações nos Fundos Próprios ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS
PROPOSTA DE APLICAÇÃO DE FUNDOS
3 5 6 9 28 39 55 56 57 58 59 60 92
2008 continua o seu percurso aparentemente sem fim à vista.
O conceito de ajustar, reajustar e estruturar manifesta-se em grande parte senão sobretudo na redução no número de postos de trabalho ainda sobre a égide/ameaça da digitalização do negócio bancário como motor da minimização dos quadros de pessoal muito para além do conceito de downsizing de há duas décadas.
O impacto no SAMS manifesta-se sobretudo através da redução do número de beneficiários titulares quer através do envelhecimento da população beneficiária em virtude da não admissão de novos trabalhadores.
Tem vindo a ser desenvolvido um esforço de divulgação e sindicalização direcionado aos mais jovens cujos resultados têm evitado uma redução mais acentuada não fora a mudança de estratégia nomeadamente através da profissionalização do contacto com este universo.
As alterações introduzidas em 2013 procuraram antecipar o resultado da diminuição do número de beneficiários a um ritmo preocupante pela imprevisibilidade e pela alteração da estrutura etária e perante a capacidade de prestação de cuidados de saúde instalada havia que ocupar para rendibilizar e manter a diversidade dos serviços não perdendo de vista o equilíbrio entre a procura e a oferta.
A renovação de unidades prestadoras e o reequipamento com a opção por equipamentos tecnologicamente mais desenvolvidos trouxeram ganhos assinaláveis na qualidade dos diagnósticos cujos efeitos não sendo mensuráveis de imediato serão decerto sentidos a prazo.
Essas medidas traduziram-se:
– Internalização progressiva das atividade assistencial a beneficiários realizada fora das unidades prestadoras de cuidados do SAMS.
– Reforço das parcerias com entidades financiadoras externas.
Ao nível da atividade desenvolvida, destacam-se:
– Mais de 530.000 consultas realizadas por ano, nas diferentes unidades prestadoras de cuidados; – Cerca de 13.800 cirurgias realizadas no ano de 2016;
– Mais de 174.000 exames de imagiologia.
O ano de 2016 ficou marcado ainda pela implementação de um conjunto de iniciativas com vista à melhoria de processos administrativos de acesso de utentes bem como e sobretudo de iniciativas que visam a certificação de serviços que integram a prestação de cuidados de saúde, devendo assinalar-se a conclusão com êxito da certificação de um conjunto de serviços que integram o Hospital do SAMS.
Neste exercício económico foi também dado maior enfoque a diversas áreas de enquadramento no que concerne a:
– Melhoria dos procedimentos de controlo interno de todo o ciclo da receita, que permita registar, faturar e cobrar atempadamente e de forma correta os serviços prestados a utentes e beneficiários.
– Melhoria do processo de monitorização e acompanhamento das principais rúbricas da despesa de modo a identificar atempadamente e a definir os desvios e a identificar os planos de ação necessários à correção dos mesmos.
– Implementação de protocolos e linhas de orientação clínica, termos de referência e formulários internos que permitem uma maior normalização de processos.
– Desenvolvimento de processos de auditoria aos processos de faturação com vista à correção de situações que permitiram melhorar a margem de exploração referente à faturação emitida a algumas entidades financiadoras externas.
Este exercício caracterizou-se também pela continuidade na implementação de iniciativas de melhoria do acesso por parte de beneficiários e utentes bem como da qualidade do atendimento e de comunicação externa.
Prosseguiu-se a aposta consistente numa estratégia de crescimento sustentado, nomeadamente através do alargamento da base de utentes de entidades externas e consolidou-se o crescimento da atividade de utilizadores externos e na melhoria da rentabilidade operacional das unidades prestadoras de cuidados.
O exercício económico de 2016, após um período de três anos focado essencialmente na modernização, melhoria de acesso, comunicação e no crescimento da atividade desenvolvida, caracterizou-se por um exercício económico focado na consolidação do crescimento da atividade, através de utilizadores externos e na melhoria da rentabilidade operacional das unidades prestadoras de cuidados.
I PARTE – RELATÓRIO DE ATIVIDADES
1. População Beneficiária2. Prestação de Serviços 2.1. Plano de Benefícios
2.2. Prestação Interna de Serviços
2.3. Atribuição de Comparticipações e Subsídios 2.4. Benefícios Atribuídos 3. Organização e Recursos 3.1. Gestão 3.2. Recursos Humanos 3.3. Recursos Tecnológicos 3.4. Recursos Financeiros 3.5. Instalações 3.6. Comunicação
4. Situação Económica e Financeira 4.1. Enquadramento
4.2. Análise Económica Global
4.3. Análise Económica – SAMS Prestação Integrada de Cuidados de Saúde 4.4. Análise Económica – SAMS Apoio Social
4.5. Análise Financeira
1.2. Por Género
Em termos globais, verificou-se um decréscimo de 1.404 beneficiários, inferior ao ano anterior em 1.012 beneficiários, devido à redução de beneficiários-titulares (-269) e de familiares (-1.135). Destaque para:
– Em beneficiários-titulares:
o Aumento dos reformados (+328), pensionistas (+156) e outros (+36);
o Redução dos efetivos (-683) e eventuais (-106); – Em beneficiários-familiares:
o Redução em todos os grupos: descendentes (-840), cônjuges/companheiros (-236), e ascendentes (-59).
Mantém-se estável a repartição por género, com 47% de homens e 53% de mulheres.
O número de beneficiários abrangidos pela complementaridade atingiu, no final de 2016, um total de 7.787 beneficiários, 82% dos quais são beneficiários-titulares da ADSE.
1.1. Por Tipo de Beneficiário
1. POPULAÇÃO BENEFICIÁRIA
A redução verificada, no triénio apresentado, justifica-se quer pelo abandono do setor bancário quer pelos falecimentos registados. Masculino 47% Feminino 53% 2015 2014 Nº (%) Nº Nº 16/15 15/14 TITULARES 48.830 50% 49.099 49.768 -1% -1% Efetivos 19.686 20% 20.369 21.130 -3% -4% Eventuais 427 0% 533 467 -20% 14% Reformados 23.523 24% 23.195 23.296 1% 0% Pensionistas 5.046 5% 4.890 4.765 3% 3% Outros 148 0% 112 110 32% 2% FAMILIARES 49.195 50% 50.330 52.077 -2% -3% Cônjuges/Companheiros 27.531 28% 27.767 28.750 -1% -3% Descendentes 21.516 22% 22.356 23.094 -4% -3% Ascendentes 148 0% 207 233 -29% -11% TOTAL 98.025 100% 99.429 101.845 -1% -2% 2016 Variação TIPO DE BENEFICIÁRIO (unidades) 2014 Var. (%)
Hom ens Mulheres Total Hom ens Mulheres Total Total Hom ens Mulheres Total 15/14
TITULARES 27.208 21.622 48.830 27.578 21.521 49.099 49.768 -1% 0% -1% -1% Efectivos 10.310 9.376 19.686 10.793 9.576 20.369 21.130 -4% -2% -3% -4% Eventuais 171 256 427 193 340 533 467 -11% -25% -20% 14% Reformados 16.204 7.319 23.523 16.104 7.091 23.195 23.296 1% 3% 1% 0% Pensionistas 426 4.620 5.046 411 4.479 4.890 4.765 4% 3% 3% 3% Outros 97 51 148 77 35 112 110 26% 46% 32% 2% FAMILIARES 19.169 30.026 49.195 19.516 30.814 50.330 52.077 -2% -3% -2% -3% Cônjuges/Comp. 7.929 19.602 27.531 7.910 19.857 27.767 28.750 0% -1% -1% -3% Descendentes 11.224 10.292 21.516 11.586 10.770 22.356 23.094 -3% -4% -4% -3% Ascendentes 16 132 148 20 187 207 233 -20% -29% -29% -11% TOTAL 46.377 51.648 98.025 47.094 52.335 99.429 101.845 -2% -1% -1% -2% 2016 2015 Variação 16/15 (%) TIPO DE BENEFICIÁRIO
1.4. Por Secção Sindical
Acentuando a tendência de envelhecimento da população beneficiária, continua-se a observar uma transferência expressiva de beneficiários para o grupo etário mais elevado (+1.267 beneficiários).
De referir, o decréscimo de beneficiários nas Secções de Empresa (-930) e nas Secções Regionais do Continente (-443).
1.3. Por Escalão Etário
Menos de 19 anos 17% De 19 a 35 anos 11% De 36 a 50 anos 18% De 51 a 65 anos 22% Mais de 65 anos 32% (unidades) 2015 2014 Nº (%) Nº Nº 16/15 15/14 GÉNERO 98.025 100% 99.429 101.845 -1% -2% Homens 46.377 47% 47.094 48.371 -2% -3% Mulheres 51.648 53% 52.335 53.474 -1% -2% ESCALÃO ETÁRIO 98.025 100% 99.429 101.845 -1% -2% < 19 Anos 16.266 17% 16.926 17.582 -4% -4% 19 - 35 Anos 10.425 11% 10.777 11.625 -3% -7% 36 - 50 Anos 18.156 19% 18.925 19.996 -4% -5% 51 - 65 Anos 21.262 22% 22.152 23.610 -4% -6% > 65 Anos 31.916 33% 30.649 29.032 4% 6% 2016 Variação ESCALÃO ETÁRIO (unidades) 2015 2014 Nº (%) Nº Nº 16/15 15/14
SECÇÕES EMPRESA/SEC. REFORMADOS 63.517 65% 64.307 65.727 -1% -2%
Secções de Empresa 37.373 59% 38.303 39.352 -2% -3%
Secção de Reformados 26.144 41% 26.004 26.375 1% -1%
SECÇÕES REGIONAIS 34.508 35% 35.122 36.118 -2% -3%
SEC. REG. (CONTINENTE) 29.877 30% 30.320 31.189 -1% -3%
Beja 1.217 4% 1.216 1.269 0% -4% C. Branco 1.152 4% 1.145 1.165 1% -2% Covilhã 894 3% 906 935 -1% -3% Évora 2.168 7% 2.204 2.279 -2% -3% Faro 2.558 9% 2.698 2.844 -5% -5% Portalegre 1.245 4% 1.270 1.298 -2% -2% Portimão 1.685 6% 1.739 1.829 -3% -5% Santarém 2.803 9% 2.866 2.933 -2% -2% Setúbal 10.783 36% 10.902 11.074 -1% -2% Tomar 2.401 8% 2.440 2.497 -2% -2% Torres Vedras 2.971 10% 2.934 3.066 1% -4%
SEC. REG (R. A. AÇORES) 3.273 3% 3.408 3.453 -4% -1%
Angra do Heroísmo 873 27% 897 892 -3% 1%
Horta 421 13% 453 459 -7% -1%
P. Delgada 1.979 60% 2.058 2.102 -4% -2%
SEC. REG (R. A. MADEIRA) 1.358 1% 1.394 1.476 -3% -6%
Funchal 1.358 100% 1.394 1.476 -3% -6%
TOTAL 98.025 100% 99.429 101.845 -1% -2%
O quadro apresentado regista uma série de indicadores relacionados com a população beneficiária.
1.5. Indicadores
1. POPULAÇÃO BENEFICIÁRIA
16/15 15/14
Nºde Beneficiários - Total 98.025 99.429 101.845 -1,4% -2,4%
Tipo de Beneficiário
%Beneficiários Titulares 49,8% 49,4% 48,9% 0,4 p.% 0,5 p.%
%Beneficiários Familiares 50,2% 50,6% 51,1% -0,4 p.% -0,5 p.%
Nº Benef. Familiares por Benef. Titular (coef. Agreg. Fam.) 1,0 1,0 1,0 0,0 0,0 %Beneficiários Activos (Efectivos e Eventuais) 20,5% 21,0% 21,2% -0,5 p.% -0,2 p.%
%Benef. Activos / Benef. Titulares 41,2% 42,6% 43,4% -1,4 p.% -0,8 p.%
%Benef. Reformados e Pensionistas 29,1% 28,2% 27,6% 0,9 p.% 0,7 p.%
%Benef. Refor.e Pens./ Benef. Titulares 58,5% 57,2% 56,4% 1,3 p.% 0,8 p.%
Sexo e Grupo Etário
%Homens 47,3% 47,4% 47,5% -0,1 p.% -0,1 p.%
%Mulheres 52,7% 52,6% 52,5% 0,1 p.% 0,1 p.%
%Beneficiários. >50 anos 54,2% 53,1% 51,7% 1,1 p.% 1,4 p.%
Índice de Envelhecimento (65+anos/<19anos) 196,2% 181,1% 165,1% 15,1 p.% 16,0 p.% Índice de Dependência (0-18, filhos+18 e 65+anos/19-64anos) 120,4% 114,7% 105,3% 5,7 p.% 9,4 p.% Índice de Dependência Jovens (0-18anos/19-64anos) 32,6% 32,6% 31,8% -0,0 p.% 0,8 p.% Índice de Dependência Idosos (65+anos/19-64anos) 64,0% 59,1% 52,6% 4,9 p.% 6,5 p.% Secção Regional
%Beneficiários Secções de Empresas e Secção Reformados 64,8% 64,7% 64,5% 0,1 p.% 0,1 p.% Nº Benef. Familiares por Benef. Titular (coef. Agreg. Fam.) 1,0 1,0 1,0 0,0 0,0 %Beneficiários Restantes Secções Regionais - Continente 30,5% 30,5% 30,6% -0,0 p.% -0,1 p.% Nº Benef. Familiares por Benef. Titular (coef. Agreg. Fam.) 1,0 1,0 1,1 0,0 0,0
%Beneficiários Secções Regionais Açores 3,3% 3,4% 3,4% -0,1 p.% 0,0 p.%
Nº Benef. Familiares por Benef. Titular (coef. Agreg. Fam.) 1,2 1,2 1,3 0,0 0,0 %Beneficiários Secção Regional Funchal - Madeira 1,4% 1,4% 1,4% -0,0 p.% -0,0 p.% Nº Benef. Familiares por Benef. Titular (coef. Agreg. Fam.) 0,9 1,0 1,0 0,0 0,0
O SAMS concretiza os seus objectivos nos termos definidos nos Regulamentos (de Gestão, do Regime Geral, do Regime Especial) aprovados em 2003.11.19 nos Conselhos Gerais dos Sindicatos dos Bancários do Centro, do Norte e do Sul e Ilhas, bem como nas respectivas Normas Complementares e Normas de Prestação Interna de Serviços. O Regulamento de gestão do SAMS foi, entretanto, revisto e aprovado no conselho Geral do SBSI, em dezembro de 2013, passando a autonomizar as áreas de:
− Prestação Integrada de Cuidados de Saúde; − Apoio Social.
Nos termos dos Regulamentos e Normas, o SAMS asseguram aos seus beneficiários a protecção na saúde quer através da prestação interna de cuidados de saúde quer da atribuição de comparticipações e subsídios por despesas realizadas fora dos seus serviços (entidades convencionadas e no âmbito do regime livre).
A necessidade de articular, complementando e alargando, a prestação interna de serviços e a assistência externa prestada por entidades convencionadas, determinaram a definição de um Plano de Benefícios que, se traduz, em particular, em:
− Redefinição e melhoria global das condições financeiras na prestação interna de serviços clínicos, prestados nas Unidades de Saúde do SAMS, reduzindo, global e significativamente, o encargo dos beneficiários;
− Possibilidade de acesso a uma mais ampla e diversificada rede convencionada de entidades externas, a nível nacional;
− Melhoria da acessibilidade aos actos clínicos, com efectiva redução global dos gastos;
− Adoção de medidas que favoreçam o recurso à prestação interna de serviços e protejam as Unidades de Saúde do SAMS, contribuindo para a sua sustentabilidade económico-financeira.
Implementado com efeitos a 2010.03.01, o Plano de Benefícios define a tabela de pagamentos e co-pagamentos a aplicar aos utilizadores pelo recurso a actos prestados quer internamente, nas unidades de saúde do SAMS, quer no âmbito das entidades convencionadas.
A actividade de prestação directa de cuidados de saúde é desenvolvida através de uma rede constituída por: – Serviços de Ambulatório:
o Centro Clínico de Lisboa (Rua Fialho de Almeida);
o 9 Clínicas SAMS (Almada, Amadora, Barreiro, Odivelas, Parede, Setúbal, Santarém, Torres Vedras, SAMS ISCTE). Por desadequação das instalações foi encerrada em Dezembro a Clínica de Setúbal;
o 9 Clínicas SAMS em Secções Regionais (Angra do Heroísmo, Castelo Branco, Covilhã, Évora, Faro, Funchal, Horta, Ponta Delgada e Tomar);
– Hospital SAMS (Lisboa);
– Lar de Idosos (Brejos de Azeitão).
Têm acesso aos serviços prestados internamente pelas Unidades de Saúde (Centro Clínico, Clínicas SAMS e Hospital):
– Os beneficiários do SAMS; – Os sócios do SBSI;
– Os utentes-familiares (dos beneficiários e dos sócios do SBSI);
– Os utentes abrangidos por protocolos celebrados pela Direção do SBSI; – Beneficiários do SAMS do Centro e do Norte;
– Utentes abrangidos por Acordos, Parcerias e Seguradoras, celebrados pelo SAMS; – Utentes privados.
O acesso ao Lar de Idosos é, em principio limitado a beneficiários do F.S.A., sendo na ausência de candidatos, extensível a beneficiários do regime geral e a utentes privados.
Em 2016, a actividade nas Unidades de Saúde do SAMS, registou:
− Aumento ao nível dos tratamentos (+32.757), das consultas (+13.833), dos MCDT´s (+9.706), e das intervenções (+1.587);
− Redução ao nível das próteses (-2.931) e das diárias (-440).
O crescimento da atividade, em 2016, resulta da consolidação do crescimento de faturação a entidades financiadoras externas.
2.2. Prestação Interna de Serviços
2. PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS 2.2.1. Análise Global (unidades) 2014 Var. Benef. SAMS Outros Utentes Total Benef. SAMS Outros
Utentes Total Total
Benef. SAMS Outros Utentes Total 15/14 Consultas 364.061 166.892 530.953 372.919 144.201 517.120 446.124 -2% 16% 3% 16% MCDT 1.066.116 367.793 1.433.909 1.071.182 353.021 1.424.203 1.315.150 0% 4% 1% 8% Tratamentos 505.520 124.179 629.699 488.212 108.730 596.942 623.561 4% 14% 5% -4% Intervenções 38.077 8.977 47.054 36.367 9.100 45.467 42.681 5% -1% 3% 7% Próteses 57.317 4.741 62.058 60.434 4.555 64.989 61.291 -5% 4% -5% 6% Diárias 22.338 9.265 31.602 22.275 9.767 32.042 29.535 0% -5% -1% 8% NATUREZA 2016 2015 Variação 16/15
No âmbito da prestação interna de serviços, as consultas continuam a revelar-se o domínio que suscita maior procura por parte dos beneficiários, apresentando uma média global de cerca de 2.082 / dia se considerarmos os dias úteis (+3% em relação a 2015).
Em termos de dimensão, a Clínica Geral / Medicina Interna continua a ter o maior peso, constituindo 26% da procura total.
Nas especialidades de Clínica Geral / Medicina Interna e de Pediatria, 41.449 (30%) e 16.835 (47%), respectivamente, ocorreram no âmbito do atendimento permanente / urgência. Em 2016, o atendimento permanente registou um aumento de 6.446 consultas (+11%), em relação ao ano anterior.
O aumento em 13.839 consultas (+3%), resultou, em grande parte, do crescimento verificado nas consultas de Clínica Geral / Medicina Interna, 3.165 (+2%), Psicologia, 3.143 (+22%), Oftalmologia, 2.794 (+6%), Ginecologia / Obstetrícia, 2.067 (+7%) e Pediatria, 1.751 (+5%), Otorrinolaringologia, 1.448 (+7%), e Cardiologia, 827 (+6%).
Para o acréscimo verificado nas consultas, contribuiu: – Abertura de novas especialidades;
– Marcações de consultas na Hora; – Marcações de consulta à hora certa;
– Marcações de consultas sem limite temporal.
2.2. Prestação Interna de Serviços
2.2.1. Análise Global Consultas Médicas 15% 16% 3% -10% 10% 30% 2014 2015 2016 Consultas (Nº Atos) (unidades) 2015 2014 Nº (%) Nº Nº 16/15 15/14
Clínica Geral/Med. Inter. 139.099 26% 135.934 118.520 2% 15%
Oftalmologia 49.539 9% 46.745 40.666 6% 15% Pediatria 35.444 7% 33.693 27.305 5% 23% Ginec./Obstetrícia 32.610 6% 30.543 26.609 7% 15% Ortopedia 26.803 5% 26.946 24.404 -1% 10% Dermatologia 25.885 5% 26.011 20.552 0% 27% Estomatologia 19.003 4% 22.307 27.440 -15% -19% Otorrinolaringologia 23.521 4% 22.073 19.446 7% 14% Psicologia 17.689 3% 14.546 9.786 22% 49% Cardiologia 15.655 3% 14.828 12.744 6% 16% Outras 145.705 27% 143.488 118.652 2% 21% TOTAL 530.953 100% 517.114 446.124 3% 16% Variação 2016 ESPECIALIDADE
A utilização anómala dos meios de marcação de atos clínicos identificada confirma a necessidade de medidas de forma a facilitar o acesso a mais beneficiários.
2.2. Prestação Interna de Serviços
2. PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS
Em relação ao número de consultas, o Hospital SAMS e as Clínicas SAMS, apresentam um aumento de 10% e 16%, respetivamente. A diminuição verificada na Clínica do Marquês de Pombal deveu-se ao seu encerramento no primeiro trimestre de 2016.
2.2.1. Análise Global
Nas restantes unidades prestadoras de cuidados verificou-se uma evolução do número de consultas como se indica:
– Centro Clínico de Lisboa: manteve-se estável; – Clínicas SAMS em Secções Regionais: -4%;
– Lar de Idosos: -18%. Clínica Geral/Med.
Inter. 26% Oftalmologia 9% Pediatria 7% Ginec./Obstetrícia 6% Ortopedia 5% Dermatologia 5% OTORRINO 4% Otorrinolaringologia 4% Psicologia 3% Cardiologia 3% Outras 28% Consultas Médicas (unidades) 2015 2014 Nº (%) Nº Nº 16/15 15/14 CENTRO CLÍNICO LISBOA 345.975 65% 347.557 308.303 0% 13% HOSPITAL SAMS 30.108 6% 25.961 20.421 16% 27% CLÍNICAS SAMS 131.081 25% 118.730 93.383 10% 27% Almada 25.594 20% 25.995 21.150 -2% 23% Amadora 14.835 11% 15.679 13.918 -5% 13% Barreiro 18.840 14% 17.575 13.526 7% 30% Odivelas 18.623 14% 16.657 10.462 12% 59% Parede 25.150 19% 13.679 16.178 84% -15% Setúbal 10.442 8% 9.033 6.908 16% 31% Santarém 6.051 5% 5.380 4.670 12% 15% Torres Vedras 4.099 3% 3.734 3.245 10% 15% ISCTE 6.754 5% 7.022 2.840 -4% 147% Marquês de Pombal 693 1% 3.976 486 -83% 718% LAR 810 0% 984 797 -18% 23%
CL. SAMS REGIONAIS (CONTIN.) 16.202 3% 17.140 16.622 -5% 3% Covilhã 1.123 7% 1.240 1.240 -9% 0% Castelo Branco 2.821 17% 2.671 2.563 6% 4% Évora 3.199 20% 3.223 2.827 -1% 14% Faro 5.518 34% 5.998 6.053 -8% -1% Tomar 3.541 22% 4.008 3.939 -12% 2% CL. SAMS REGIONAIS (AÇORES) 3.598 1% 3.531 3.930 2% -10% Angra do Heroísmo 434 12% 402 390 8% 3%
Horta 395 11% 395 443 0% -11%
P. Delgada 2.769 77% 2.734 3.097 1% -12% CL. SAMS REGIONAIS (MADEIRA) 3.179 1% 3.211 2.668 -1% 20% Funchal 3.179 100% 3.211 2.668 -1% 20% TOTAL 530.953 100% 517.114 446.124 3% 16%
Os Meios Complementares de Diagnóstico apresentam um aumento (+1%).
Da análise do quadro apresentado, saliente-se:
– Os exames de Patologia Clínica tiveram um aumento de 12.434 análises (+1%);
– Os exames de Cardiologia aumentaram (+1%);
– A Anatomia Patológica regista uma diminuição de 876 análises (-3%);
– O conjunto das valências praticadas em Imagiologia apresentam um decréscimo de 788 exames (-0,5%); – A diminuição dos exames específicos, associados às
diferentes especialidades (-1%), corresponde a um total de 62.954 exames. Esta evolução é, em grande medida, resultante da diminuição dos exames de Oftalmologia (-4%) e Gastroenterologia (-4%).
A generalidade dos tratamentos apresenta um aumento (+5%), nomeadamente em Estomatologia, com 24.481 (+17%) e Fisiatria, com 10.220 (+3%). Este aumento foi bastante acentuada no Lar de Idosos (+35%).
2.2. Prestação Interna de Serviços
2.2.1. Análise Global
Meios Complementares de Diagnóstico
Tratamentos 12% 8% 1% -10% 10% 30% 2014 2015 2016 MCDT (Nº Atos) (unidades) 2015 2014 Nº (%) Nº Nº 16/15 15/14 Patologia Clínica 1.128.691 79% 1.116.257 1.046.877 1% 7% Anatomia Patológica 29.574 2% 30.450 27.202 -3% 12% Imagiologia 174.318 12% 175.106 152.984 0% 14% Cardiologia 38.291 3% 37.944 33.563 1% 13% Outros Exames 62.954 4% 63.860 55.563 -1% 15% TOTAL 1.433.828 100% 1.423.617 1.316.189 1% 8% ESPECIALIDADE 2016 Variação (unidades) 2015 2014 Nº (%) Nº Nº 16/15 15/14 Fisiatria 365.813 58% 355.593 410.044 3% -13% Estomatologia 171.068 27% 146.587 134.466 17% 9% Enfermagem 57.556 9% 55.932 59.207 3% -6% Imunohemoterapia 2.912 0% 2.851 2.397 2% 19% Dermatologia 7.843 1% 8.269 5.397 -5% 53% Outras 24.507 4% 27.710 12.481 -12% 122% TOTAL 629.699 100% 596.942 623.992 5% -4% Variação 2016 ESPECIALIDADE
As intervenções cirúrgicas apresentam na generalidade uma variação positiva (+3%), em resultado, essencialmente, dos aumentos verificados em Oftalmologia (+22%), Cirurgia Max.-Facial (+2%) e Cirurgia Geral (+5%).
Em 2016, verificou-se um aumento do número de diárias em 9%, influenciada pelas áreas de: Medicina, 2.143 (+19%), Cirurgia, 252 (+2%) e Ginecologia/Obstetrícia, 208 (+8%). Em sentido inverso, temos a área de Neonatologia, -123 (-6%).
O aumento das diárias por tipo de internamento, situa-se ao nível do internamento geral (2.780) e dos cuidados intermédios (164). Salienta-se que o peso do internamento geral no total das diárias atinge os 81%.
Diárias por Tipo de Internamento
Internamento Geral Cuidados Intermédios Cuidados Intensivos
2.2. Prestação Interna de Serviços
2. PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS 2.2.1. Análise Global Intervenções Cirúrgicas Assistência Hospitalar 10.353 2.606 7.220 1.566 1.449 33 2.219 0 2.051 411 0% 20% 40% 60% 80% 100%
Cirurgia Ginec./Obst. Medicina Neonatologia
2015 10.523 2.811 9.729 1.461 1.530 36 2.299 0 1.605 393 0% 20% 40% 60% 80% 100%
Cirurgia Ginec./Obst. Medicina Neonatologia
2016
(unidades)
2015 2014
Nº (%) Nº Nº 16/15 15/14
Cir. Max.-Facial / Estomat. 26.372 56% 25.890 26.684 2% -3%
Cirurgia Geral 7.632 16% 7.236 5.924 5% 22% Ortopedia 3.123 7% 3.355 3.105 -7% 8% Oftalmologia 3.755 8% 3.083 2.282 22% 35% Otorrinolaringologia 864 2% 761 664 14% 15% Outras 5.308 11% 5.140 4.022 3% 28% TOTAL 47.054 100% 45.465 42.681 3% 7% ESPECIALIDADE 2016 Variação (unidades) 2015 2014 Nº (%) Nº Nº 16/15 15/14 Medicina 13.632 45% 11.489 11.004 19% 4% Cirurgia 12.053 40% 11.801 11.667 2% 1% Ginec./Obstetrícia 2.847 9% 2.639 2.697 8% -2% Neonatologia 1.853 6% 1.976 2.078 -6% -5% TOTAL 30.384 100% 27.905 27.445 9% 2% NATUREZA 2016 Variação
Analisando o índice de ocupação - relação entre a capacidade de internamento disponível e a utilizada – conclui-se que o mesmo atingiu, em 2016, 75%, valor superior ao verificado em 2015 (68%).
A neonatologia é uma das especialidades que integram a assistência prestada no Hospital do SAMS. O quadro apresentado corresponde ao número de recém-nascidos ao longo do triénio em análise, verificando-se uma diminuição dos mesmos em 2016 (-2%). O número de diárias de recém-nascidos foi de 1.853, aumentando a relação número de diárias / recém-nascidos verificada em anos anteriores.
Registou-se, em 2016, uma diminuição geral do número total de próteses (-5%), por efeito, essencialmente, do decréscimo das Próteses Dentárias (-11%) e das Próteses Oculares (-3%).
2.2. Prestação Interna de Serviços
2.2.1. Análise Global Assistência Hospitalar Próteses 60,1 61,3 55,0 121,2 125,9 54,9 75,2 0,0 20,0 40,0 60,0 80,0 100,0 120,0 140,0
Internamento - Índices de Ocupação
(Capacidade Disponível / Utilizada*100)
Cirurgia Ginec./ Obst. Medicina Total
In t. G e ra l Int. G e ra l C . In te rm é d io s In t. G e ra l C . In te rm é d io s C . In te n si vo s T o ta l (unidades) 2015 2014 Nº (%) Nº Nº 16/15 15/14 Masculinos 288 52% 306 303 -6% 1% Femininos 270 48% 266 252 2% 6% TOTAL 558 100% 572 555 -2% 3% RECÉM-NASCIDOS 2016 Variação (unidades) 2015 2014 Nº (%) Nº Nº 16/15 15/14 Próteses Dentárias 19.142 31% 21.623 21.080 -11% 3% Ortodôncia 2.296 4% 2.154 1.897 7% 14% Próteses Oculares 36.108 58% 37.320 35.362 -3% 6% Próteses Auditivas 479 1% 660 396 -27% 67% Próteses Intraoculares 2.190 4% 1.994 1.607 10% 24% Próteses Ortopédicas 1.755 3% 1.074 625 63% 72% Próteses Cardiacas 35 0% 98 256 -64% -62% Próteses Mamárias 52 0% 66 68 -21% -3% TOTAL 62.057 100% 64.989 61.291 -5% 6% Variação 2016 ESPECIALIDADE
No âmbito da prestação interna de serviços, o Hospital SAMS apresenta por um lado um aumento da sua atividade, nomeadamente, dos tratamentos de 7.289 (+20%), das consultas de 4.147 (+16%), das próteses de 789 (+24%) e das intervenções de 49 (+0,5%).
Por outro lado, destaca-se a diminuição dos MCDT´s de 170 e das diárias de 169 (-1%). Destaque para o aumento significativo da atividade relacionada com os utentes, nomeadamente, em consultas, intervenções e MCDT´s.
No Centro Clínico de Lisboa regista-se um crescimento tratamentos de 1.961 (+0,5%) e das intervenções (+5%). A atividade relacionada com os MCDT´s, consultas e próteses diminuiu, em 2.939 (-0,5%), 1.582 (-0,5%) e 3.876, respetivamente. Nota para o aumento significativo da atividade relacionada com os utentes.
2.2. Prestação Interna de Serviços
2. PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS
2.2.2. SAMS PICS – Prestação Integrada de Cuidados de Saúde
Centro Clínico de Lisboa
Hospital SAMS (unidades) 2014 Var. Benef. SAMS Outros Utentes Total Benef. SAMS Outros
Utentes Total Total
Benef. SAMS Outros Utentes Total 15/14 Consultas 243.902 102.073 345.975 252.287 95.270 347.557 308.303 -3% 7% 0% 13% MCDT 621.747 205.076 826.823 627.191 202.571 829.762 755.391 -1% 1% 0% 10% Tratamentos 355.117 76.133 431.250 357.532 71.757 429.289 427.997 -1% 6% 0% 0% Intervenções 23.942 2.924 26.866 22.290 3.197 25.487 25.327 7% -9% 5% 1% Próteses 41.101 2.607 43.708 44.977 2.710 47.687 45.263 -9% -4% -8% 5% NATUREZA 2016 2015 Variação 16/15 (unidades) 2014 Var. Benef. SAMS Outros Utentes Total Benef. SAMS Outros
Utentes Total Total
Benef. SAMS Outros Utentes Total 15/14 Consultas 18.059 12.049 30.108 17.013 8.948 25.961 20.421 6% 35% 16% 27% MCDT 210.956 107.143 318.099 213.767 104.502 318.269 303.005 -1% 3% 0% 5% Tratamentos 34.977 8.056 43.033 26.941 8.803 35.744 76.333 30% -8% 20% -53% Intervenções 8.855 4.953 13.808 8.983 4.776 13.759 11.901 -1% 4% 0% 16% Próteses 2.901 1.114 4.015 2.407 819 3.226 2.555 21% 36% 24% 26% Diárias 21.387 8.998 30.384 20.896 9.657 30.553 27.444 2% -7% -1% 11% NATUREZA 2016 2015 Variação 16/15
A actividade apresentada em 2016 nas Clínicas SAMS teve um aumento generalizado, nomeadamente, em tratamentos de 21.250 (+22%), em consultas de 12.345 (+10%), MCDT´s de 10.716 (+4%) e intervenções de 764 (+8%), com um impacto muito grande ao nível dos utentes.
2.2. Prestação Interna de Serviços
2.2.2. SAMS PICS – Prestação Integrada de Cuidados de Saúde
A atividade do SAMS Optical apresenta uma diminuição da sua atividade, nomeadamente, de lentes em 1.000 (-4%) e aros em 444 (-5%).
Com o objetivo de prestar um serviço de diferenciado no apoio à Prestação Cuidados de Saúde, o SAMS PICS oferece aos seus beneficiários e utentes o serviço de Parafarmácia, disponibilizando o acesso a medicamentos não sujeitos a receita médica bem como a uma vasta gama de produtos de higiene e saúde. Esta atividade iniciada em 2014 teve uma atividade estabilizada ao longo de todo o ano de 2016.
Clínicas SAMS
SAMS Optical
SAMS Pharma – Parafarmácia do SAMS PICS
(unidades) 2014 Var. Benef. SAMS Outros Utentes Total Benef. SAMS Outros
Utentes Total Total
Benef. SAMS Outros Utentes Total 15/14 Consultas 81.935 49.146 131.081 82.101 36.635 118.736 93.383 0% 34% 10% 27% MCDT 213.970 54.346 268.316 212.889 44.711 257.600 238.728 1% 22% 4% 8% Tratamentos 82.737 34.694 117.431 72.431 23.750 96.181 60.718 14% 46% 22% 58% Intervenções 3.925 844 4.769 3.586 839 4.425 3.661 9% 1% 8% 21% Próteses 10.812 781 11.592 10.405 766 11.170 10.239 4% 2% 4% 9% NATUREZA 2016 2015 Variação 16/15 (unidades) 2015 2014 Nº (%) Nº Nº 16/15 15/14 Aros 8.451 23% 8.895 8.709 -5% 2% Lentes 24.846 69% 25.846 24.086 -4% 7% Oculos de Sol 802 2% 823 1.031 -3% -20% Diversos 2.009 6% 1.756 1.536 14% 14% TOTAL 36.108 100% 37.320 35.362 -3% 6%
No Lar de Idosos, a atividade registada apresenta um aumento dos tratamentos de 4.377 (+35%) e uma estabilização dos MCDT´s. As consultas, diminuíram, em 174 (-18%) e as diárias em regime de enfermaria de beneficiários não residentes, para efeitos de reabilitação e convalescença, em 271 (-18%).
2.2. Prestação Interna de Serviços
2. PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS
2.2.3. SAMS Apoio Social
Em 2016, a atividade das Clínicas SAMS em Secções Regionais registou uma diminuição, nomeadamente, em tratamentos de 2.120 (-9%), consultas em 903 (-4%), de intervenções em 185 (-10%) e em próteses em 163 (-6%). Destaque, no entanto, para o aumento verificado de MCDT´s de 290 (+12%).
Clínicas SAMS em Secções Regionais
Lar de Idosos (unidades) 2014 Var. Benef. SAMS Outros Utentes Total Benef. SAMS Outros
Utentes Total Total
Benef. SAMS Outros Utentes Total 15/14 Consultas 19.391 3.588 22.979 20.565 3.317 23.882 23.220 -6% 8% -4% 3% MCDT 17.805 1.185 18.990 15.701 1.199 16.900 16.132 13% -1% 12% 5% Tratamentos 17.113 4.023 21.136 19.481 3.775 23.256 21.118 -12% 7% -9% 10% Intervenções 1.355 256 1.611 1.508 288 1.796 1.792 -10% -11% -10% 0% Próteses 2.503 240 2.743 2.646 260 2.906 3.234 -5% -8% -6% -10% NATUREZA 2016 2015 Variação 16/15 (unidades) 2014 Var. Benef. SAMS Outros Utentes Total Benef. SAMS Outros
Utentes Total Total
Benef. SAMS Outros Utentes Total 15/14 Consultas 774 36 810 953 31 984 797 -19% 16% -18% 23% MCDT 1.638 43 1.681 1.634 38 1.672 1.894 0% 13% 1% -12% Tratamentos 15.576 1.273 16.849 11.827 645 12.472 37.395 32% 97% 35% -67% Diárias 951 267 1.218 1.379 110 1.489 2.092 -31% 143% -18% -29% NATUREZA 2016 2015 Variação 16/15
O Lar de Idosos, com uma capacidade instalada de internamento de 100 residentes, encerrou o ano de 2016, com 97% de ocupação.
Maioritariamente feminina (68%), a população do Lar mantém uma elevada média etária.
A enfermaria do Lar registou um total de 1.218 diárias, correspondendo a uma taxa média de ocupação de 33%.
O escalão com maior frequência, quanto ao valor das mensalidades, situa-se entre 1000 e 1.499 Euros. A mensalidade média em 2016 foi cerca de 1.223€, apresentando um aumento em relação à registada em 2015 (+12%).
2.2. Prestação Interna de Serviços
2.2.3. SAMS Apoio Social
Lar de Idosos 0 20 40 60 80 100 120
<= 65 anos 65 - 74 anos 75 - 79 anos 80 - 84 anos 85 - 89 anos >= 90 anos TOTAL
0 -1 +5 +3 +0 0 +7
Movimento de Residentes por Grupo Etário
(Nº de residentes)
Dez-15 Dez-16
(valo res em Euro s)
Escalões de HOM ENS M ULHERES TOTAL
M ensali dade Nº % Nº % Nº % < 505 0 0,0 0 0,0 0 0,0 505 - 999 12 38,7 20 30,3 32 33,0 1000 - 1.499 16 51,6 41 62,1 57 58,8 1.500 - 1.999 3 9,7 5 7,6 8 8,2 >2.000 0 0,0 0 0,0 0 0,0 TOTAL 31 100,0 66 100,0 97 100,0
Prestação de Serviços
Decorrente dos protocolos subscritos em anos anteriores e alguns já em 2013, acederam aos serviços clínicos do SAMS utentes das seguintes entidades externas:
– Médis, Multicare, AdvanceCare, Grupo Integrado de Gestão de Acidentes, Rede Nacional de Assistência, Medicare e Allianz Global Assistance;
– SAMS Centro, SAMS Norte, Serviços Sociais da C.G.D., Sindicatos dos Palop´s, Sindicato dos Técnicos do Estado e UGT;
– Bancos dos Palop’s, Imprensa Nacional – Casa da Moeda e ARESP.
2.2. Prestação Interna de Serviços
2. PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS
2.2.4. Protocolos (Prestação interna de serviços)
Contrato de cessão de exploração da Unidade de Diálise
A exploração da Unidade de Diálise, a funcionar no Hospital, está desde Março de 2004 cedida à NMC primeiramente ao abrigo de contrato celebrado em março de 2004 e de adendas de julho de 2005 e maio de 2008 e a partir de 01.01.2009 decorrente de novo contrato para um período de 5 anos. Em 17.08.2016 foi celebrado o terceiro aditamento ao contrato de cessão de exploração (ver nota 29, página 88).
Protocolo com o Hospital da Cruz Vermelha Portuguesa
O SAMS e o HCVP mantém em vigor desde 2007.02.01 um protocolo de colaboração técnica assegurada pelo HCVP para realização, no Hospital SAMS, de intervenções de cirurgia cárdio-torácica.
Protocolo com a ADSE
O acordo com a ADSE, é um acordo para unidades de saúde do SAMS, nas suas diferentes dimensões de prestação, desde consulta, urgência, cirurgia e meios complementares de diagnóstico e terapêutica. Este acordo veio possibilitar a otimização da capacidade instalada nas diferentes unidades prestadoras de cuidados de saúde do SAMS e desta forma permitir uma contribuição positiva para a sustentabilidade das diferentes unidades.
A atribuição de Comparticipações e Subsídios, por despesas efectuadas externamente (fora dos serviços clínicos internos) rege-se pelo disposto nos Regulamentos, do Regime Geral e do Regime Especial, e nas respectivas Normas Complementares, bem como pelo disposto nos acordos celebrados e no correspondente Plano de Benefícios.
Os princípios e critérios consagrados naqueles instrumentos normativos e as alterações decorrentes da vigência / termo de protocolos celebrados para operacionalizar o cumprimento dos objetivos regulamentares repercutem-se, naturalmente, nos montantes das comparticipações e subsídios atribuídos, com destaque para os protocolos celebrados com:
− Serviço Nacional de Saúde (SNS) e Serviço Regional de Saúde (SRS) da Região Autónoma da Madeira, extintos em 2008.12.31 e 2010.03.01, respectivamente;
− AdvanceCare, em vigor desde 2010.03.01;
− Associação Nacional de Farmácias (ANF) e Associação Nacional de Farmácias de Portugal (AFP), reformulados em 2009.01.01;
− Companhia de Seguros de Saúde/Médis, em vigor desde 2000.12.19.
Em 2016, o total das Comparticipações e Subsídios atribuídos totalizaram 31,4 milhões de euros o que corresponde a uma diminuição global de 0,8 milhões de euros (-2%) relativamente ao exercício anterior, resultado das variações ocorridas, em particular, em:
− Tratamentos: - 305 mil euros;
− Assistência hospitalar: - 144 mil euros;
− Exames Auxiliares Diagnóstico: - 133 mil euros; − Consultas: - 123 mil euros.
− Assistência medicamentosa: - 54 mil euros; − Próteses: + 56 mil euros;
− Intervenções clínicas: + 10 mil euros.
A nível da estrutura das comparticipações e subsídios, verificam-se algumas alterações no peso dos diversos domínios, continuando, todavia, a assistência medicamentosa a assumir o maior peso (26%).
De referir a inclusão de um montante de 408.364,00€, a título de saldo entre acréscimo de gastos por conta de pagamentos efectuados / a efectuar em 2017 por serviços prestados em 2016 e acréscimo de gastos registados em 2016 por serviços prestados em 2015, distribuídos por diversos domínios de assistência de acordo com a natureza da despesa, nos termos indicados na pág. 23 deste relatório de actividades, assegurando a comparabilidade com os anos anteriores.
2.3. Atribuição de Comparticipações e Subsídios
Analisando os valores comparticipados segundo as rotinas que lhes deram origem, verifica-se a seguinte distribuição:
2.3. Atribuição de Comparticipações e Subsídios
2. PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS
2.3.2. Por Regime de Assistência
A revisão do Regulamento do SAMS, aprovada em 2003 e em vigor a partir de 2004.01.01, apontou para a autonomização dos dois regimes de assistência, deixando o regime especial (F.S.A.) de ser complementar ao regime geral em determinados domínios.
Na sequência dessa alteração, em 2016, o peso do regime geral foi de 96% e o do regime especial foi de 4% dos gastos totais com comparticipações e subsídios.
Repartindo as despesas de comparticipações por regimes (Geral e Especial), o resultado é o que de seguida se apresenta:
A diminuição das comparticipações (-2%), resulta do decréscimo das despesas do âmbito do regime geral (-2%), sendo que o regime especial apresenta igualmente uma diminuição (-8%).
2.3.3. Por Modalidade de Acesso
(valores em Euros)
Reg. Geral Reg. Especial Total Reg. Geral Reg. Especial Total Reg. Geral Reg. Especial Total ASSISTÊNCIA MEDICAMENTOSA 8.162.535 - 8.162.535 8.216.595 - 8.216.595 7.741.350 - 7.741.350 MEIOS AUXILIARES DE DIAGNÓSTICO 6.156.107 - 6.156.107 6.288.752 - 6.288.752 5.840.060 - 5.840.060 TRATAMENTOS 3.648.084 175.860 3.823.944 3.936.317 192.659 4.128.976 3.831.816 190.901 4.022.718 CONSULTAS 3.680.067 - 3.680.067 3.802.922 - 3.802.922 3.744.944 - 3.744.944 PRÓTESES 2.147.705 - 2.147.705 2.092.166 - 2.092.166 2.026.694 - 2.026.694 INTERVENÇÕES CIRÚRGICAS 2.842.543 - 2.842.543 2.832.148 - 2.832.148 2.352.398 - 2.352.398 ASSISTÊNCIA HOSPITALAR 3.127.695 - 3.127.695 3.271.583 - 3.271.583 2.550.160 - 2.550.160 MAT. INTERNº/ORTOP/DIVERSO 199.746 - 199.746 202.767 - 202.767 207.790 - 207.790 ASSISTÊNCIA A IDOSOS - 671.207 671.207 - 721.918 721.918 - 675.462 675.462 SUBSÍDIOS - 240.746 240.746 - 261.484 261.484 - 267.286 267.286 ASS.DESC.>24 ANOS - 118.177 118.177 - 165.358 165.358 - 150.705 150.705 OUTRAS 40.833 197.083 237.916 14.472 190.939 205.412 6.715 230.246 236.961 TOTAL 30.005.314 1.403.073 31.408.388 30.657.722 1.532.358 32.190.079 28.301.927 1.514.599 29.816.526 RUBRICAS 2016 2015 2014 (valores em Euros) 2015 2014
Valor (%) Valor Valor 16/15 15/14
REGIME LIVRE 6.760.149 22% 7.267.620 7.322.384 -7% -1% FARMÁCIAS 6.478.664 21% 6.548.160 6.578.433 -1% 0% ENT. CONVENCIONADAS 17.825.267 57% 18.006.749 15.593.756 -1% 15% MÉDIS 6.508.468 21% 6.507.452 5.041.380 0% 29% ADVANCECARE 11.316.799 36% 11.499.297 10.552.376 -2% 9% OUTROS 344.308 1% 367.552 321.953 -6% 14% 31.408.388 100% 32.190.079 29.816.526 -2% 8% ROTINAS 2016 Variação TOTAL
2.3. Atribuição de Comparticipações e Subsídios
2.3.3. Por Modalidade de Acesso
Os gastos diminuíram, nas rotinas de Comparticipações, do Regime Livre (-7%), 22% do peso, da AdvanceCare (-2%), 36% de peso e das Farmácias (-1%), 21% do peso. Os valores comparticipados por acesso à rede AdvanceCare totalizam 11,3 milhões de euros.
As rotinas da ANF/AFP e do regime livre mantiveram a redução apresentada no exercício anterior, deixando, assim, de serem as rotinas de maior peso.
Os gastos decorrentes do protocolo com a Médis mantiveram-se estáveis, perfazendo em 2016 os 6,5 milhões de euros.
2.3.4. Por Natureza de Comparticipação
Em 2016 o valor global das comparticipações e subsídios foi inferior em cerca de 0,8 milhões de euros e distribuiu-se pelos seguintes domínios de assistência:
REGIME LIVRE, 21% FARMÁCIAS, 21% MÉDIS, 21% ADVANCECARE, 36% OUTROS, 1% (valores em Euros) Estrutura 2015 2014 Pag. Saldo
Acrésc. (1) Total (%) Total Total 16/15 15/14
ASSISTÊNCIA MEDICAMENTOSA 7.604.091 558.444 8.162.535 26% 8.216.595 7.741.350 -1% 6% MEIOS AUXILIARES DE DIAGNÓSTICO 6.225.279 -69.172 6.156.107 20% 6.288.752 5.840.060 -2% 8% TRATAMENTOS 3.785.522 38.422 3.823.944 12% 4.128.976 4.022.718 -7% 3% CONSULTAS 3.675.873 4.194 3.680.067 12% 3.802.922 3.744.944 -3% 2% PRÓTESES 2.185.351 -37.646 2.147.705 7% 2.092.166 2.026.694 3% 3% INTERVENÇÕES CIRÚRGICAS 2.823.402 19.141 2.842.543 9% 2.832.148 2.352.398 0% 20% ASSISTÊNCIA HOSPITALAR 3.213.364 -85.669 3.127.695 10% 3.271.583 2.550.160 -4% 28% MAT. INTERNº/ORTOP/DIVERSO 204.326 -4.580 199.746 1% 202.767 207.790 -1% -2% ASSISTÊNCIA A IDOSOS 683.422 -12.215 671.207 2% 721.918 675.462 -7% 7% SUBSÍDIOS 240.746 0 240.746 1% 261.484 267.286 -8% -2% ASS.DESC.>24 ANOS 121.566 -3.389 118.177 0% 165.358 150.705 -29% 10% OUTRAS 237.081 835 237.916 1% 205.411 236.960 16% -13% 31.000.024 408.364 31.408.388 100% 32.190.079 29.816.526 -2% 8%
(1) Saldo entre acréscimo de gastos por conta de pagamentos efectuados / a efectuar em 2017 por serviços prestados em 2016 e acréscimo de gastos registados em 2016 por serviços prestados em 2015.
2016 DOMÍNIOS
Variação
2.3. Atribuição de Comparticipações e Subsídios
2. PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS
2.3.5. Taxa de Comparticipação (Relação Despesa/Comparticipação)
Em 2016, o valor global da taxa de cobertura diminuiu, apresentando valores de comparticipação na ordem dos 58,5% da despesa apresentada, com a inclusão de subsídios, e para 58,7% sem a inclusão de subsídios. Comparticipação Despesa Com subsídios 2015 59,9% 59,6%
Protocolo de Acordo entre o SAMS e a ACSS – Administração Central do Sistema de Saúde (ex-IGIF) Protocolo de Acordo entre o SAMS e o Serviço Regional de Saúde, E.P.E. da Região Autónoma da Madeira
Entre Janeiro de 2000 e 31 de Dezembro de 2008 vigorou o Acordo entre o SAMS e o Ministério da Saúde.
Celebrado em 2006, o protocolo com o Serviço Regional de Saúde (SRS) da Região Autónoma da Madeira caducou em 2010.03.01, por iniciativa do Serviço Regional de Saúde.
Não obstante o termo dos protocolos, o SAMS continuaram a relacionar-se com as instituições do SNS e do Serviço Regional de Saúde (SRS) da Região Autónoma da Madeira no que respeita a facturação entretanto por estas emitida ao SAMS, referente a serviços prestados na vigência dos protocolos. Em todo o caso, em 2015, não foram registados valores relacionados com os referidos protocolos.
O desenvolvimento e implementação de Protocolos de Acordo com instituições de diversa natureza representam um volume significativo de iniciativas, com o inerente acréscimo de facturação. Em 2014, salientam-se as seguintes situações no âmbito da Prestação Externa de Serviços:
2.3.6. Protocolos de Acordo de Prestação de Serviços
2016 58,7% 58,5% 2014 57,8% 59,6%
2.3. Atribuição de Comparticipações e Subsídios
2.3.6. Protocolos de Acordo de Prestação de Serviços
Acordos com a Associação Nacional de Farmácias (ANF) e Associação de Farmácias de Portugal (AFP)
Após a cessação do Acordo com o SNS e com o SRS da R.A.M., a comparticipação em medicamentos passou a exercer-se apenas em complementaridade.
Tal facto determinou a necessidade de renegociação dos Acordos com a ANF e a AFP para os beneficiários do SAMS procederam ao aviamento de medicamentos comparticipáveis, beneficiando de duplo desconto, através do SNS, do SRS ou da ADSE, como primeiros financiadores, e do SAMS como segundos financiadores e em regime de complementaridade até aos valores da comparticipação previstos no Regulamento e Normas Complementares.
Acordo com a Companhia Portuguesa de Seguros de Saúde / Médis
Mantém-se válido o protocolo celebrado em 2000.12.19 entre os Sindicatos dos Bancários do Centro, do Norte e do Sul e Ilhas e a Companhia Portuguesa de Seguros de Saúde / Médis, para produzir efeitos a partir de 2001.01.01, prevendo o pagamento pelo SAMS à Médis de despesas de colaboradores do Grupo BCP, pela assistência a estes prestada no âmbito da rede Médis e aviamento de medicamentos com recurso ao cartão Médis.
Protocolo de Acordo entre o SAMS e a AdvanceCare
Protocolo do Acordo com a AdvanceCare, com efeitos a 2010.03.01 e que se traduz em:
– Possibilidade de os beneficiários do SAMS acederem à rede global e à rede essencial de prestadores da AdvanceCare, a nível nacional;
– Possibilidade de acesso dos beneficiários do Fundo Sindical de Assistência (FSA) à rede de Bem-Estar da AdvanceCare, usufruindo de condições vantajosas nas seguintes áreas: Medicinas complementares, bem-estar físico e psicológico, genética, maternidade, para-farmácias e ópticas e assistência domiciliária;
– Transferência da gestão dos protocolos celebrados pelo SAMS com prestadores que integravam a respectiva rede de entidades convencionadas;
Nos termos acordados, a AdvanceCare passou, em nome do SAMS, a ser responsável por:
– Pagamento dos serviços prestados às entidades, de acordo com o plano de benefícios definido; – Contactos com os prestadores e tratamento das reclamações dos beneficiários;
– Emissão de pré-autorização (termos de responsabilidade).
O contrato era válido até 31 de Dezembro de 2012, renovando-se automaticamente por períodos de um ano.
2.4. Benefícios atribuídos
2. PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS
Em 2016 o valor global dos benefícios atribuídos aos beneficiários e correspondentes quer à atribuição de comparticipações e subsídios pelo recurso a entidades externas (entidades convencionadas e regime livre), quer aos descontos efectuados pelo recurso à prestação interna, nas unidades de saúde do SAMS, totalizaram 89,6 milhões de euros e distribuiu-se pelas seguintes naturezas:
Analisando os benefícios atribuídos segundo o tipo de prestação, o grande volume advém da prestação interna de serviços com 58,2 milhões de euros (65%), nomeadamente em meios auxiliares de diagnóstico, assistência hospitalar e consultas. No âmbito das comparticipações, no valor de 31,4 milhões de euros (35%), o maior benefício é efectuado em termos de assistência medicamentosa.
VALOR GLOBAL
POR TIPO DE PRESTAÇÃO
(valores em Euros)
2015 2014
Valor (%) Valor Valor 16/15 15/14
Com participações 31.408.388 35% 32.190.079 29.816.526 -2% 8%
Ass. Medicamentosa 8.162.535 9% 8.216.595 7.741.350 -1% 6% Meios Aux. Diagnóstico 6.156.107 7% 6.288.752 5.840.060 -2% 8% Tratamentos 3.823.944 4% 4.128.976 4.022.718 -7% 3% Consultas 3.680.067 4% 3.802.922 3.744.944 -3% 2% Próteses 2.147.705 2% 2.092.166 2.026.694 3% 3% Intervenções Clínicas 2.842.543 3% 2.832.148 2.352.398 0% 20% Ass. Hospitalar 3.127.695 3% 3.271.583 2.550.160 -4% 28% Outras 1.467.792 2% 1.556.937 1.538.203- -6%- 1%
Descontos na prestação interna de serviços 58.180.305 65% 58.818.145 52.821.133 -1% 11%
Ass. Medicamentosa 6.420.381 7% 6.614.142 6.267.345 -3% 6% Meios Aux. Diagnóstico 11.426.973 13% 11.367.025 11.346.065 1% 0% Tratamentos 4.342.394 5% 4.577.540 4.421.111 -5% 4% Consultas 8.846.543 10% 8.968.017 8.686.518 -1% 3% Próteses 3.879.814 4% 3.972.304 3.875.129 -2% 3% Intervenções Clínicas 3.011.156 3% 3.345.748 3.517.067 -10% -5% Ass. Hospitalar 11.578.236 13% 12.322.098 9.072.273 -6% 36% Outras 8.674.807 10% 7.651.272 5.635.625 13% 36% TOTAL 89.588.692 100% 91.008.224 82.637.659 -2% 10%
VALOR DOS BENEFÍCIOS 2016 Variação
(valores em Euros)
2015 2014
Valor (%) Valor Valor 16/15 15/14
Ass. Medicamentosa 14.582.915 16% 14.830.736 14.008.695 -2% 6% Meios Aux. Diagnóstico 17.583.080 20% 17.655.777 17.186.125 0% 3% Tratamentos 8.166.338 9% 8.706.516 8.443.829 -6% 3% Consultas 12.526.610 14% 12.770.940 12.431.462 -2% 3% Próteses 6.027.519 7% 6.064.470 5.901.823 -1% 3% Intervenções Clínicas 5.853.699 7% 6.177.895 5.869.464 -5% 5% Ass. Hospitalar 14.705.931 16% 15.593.681 11.622.434 -6% 34% Outras 10.142.599 11% 9.208.209 7.173.828 10% 28% TOTAL 89.588.692 100% 91.008.224 82.637.659 -2% 10%
2.4. Benefícios atribuídos
Analisando o quadro dos indicadores globais, verifica-se que o benefício médio por beneficiário e a taxa de desconto na prestação interna de serviços aumentaram em relação ao ano transacto.
VALOR MÉDIO POR BENEFICIÁRIO
(valores em Euros)
2015 2014
Valor (%) Valor Valor 16/15 15/14
Benefício m édio por Beneficiário/ano 914 100% 915 811 0% 13%
Ass. Medicamentosa 149 16% 149 138 0% 8%
Meios Aux. Diagnóstico 179 20% 178 169 1% 5%
Tratamentos 83 9% 88 83 -5% 6% Consultas 128 14% 128 122 -1% 5% Próteses 61 7% 61 58 1% 5% Intervenções Clínicas 60 7% 62 58 -4% 8% Ass. Hospitalar 150 16% 157 114 -4% 37% Outras 103 11% 93 70 12%- 31%
-Benefício m édio por Beneficiário-Titular/ano 1.835 100% 1.854 1.660 -1% 12%
Ass. Medicamentosa 299 16% 302 281 -1% 7%
Meios Aux. Diagnóstico 360 20% 360 345 0% 4%
Tratamentos 167 9% 177 170 -6% 5% Consultas 257 14% 260 250 -1% 4% Próteses 123 7% 124 119 0% 4% Intervenções Clínicas 120 7% 126 118 -5% 7% Ass. Hospitalar 301 16% 318 234 -5% 36% Outras 208 11% 188 144 11% 30%
O Conselho de Gerência é nomeado pela Direcção do Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas, conforme os respectivos Estatutos.
Constituição do Conselho de Gerência Presidente
Rui Fernando da Cunha Mendes Riso
Vice-Presidente
Palmira dos Anjos Castro Magalhães de Carvalho
Vogal
António Manuel Jesus Gouveia
O Presidente, nas suas ausências e impedimentos, é substituído pela Vice-Presidente.
CONSELHO DE GERÊNCIA 3.1. Gestão
3. ORGANIZAÇÃO E RECURSOS
Organização por Pelouros Efectivos Substitutos
Relações Externas Rui Riso Palmira Carvalho
Lar de Idosos Palmira Carvalho António Gouveia
Clínicas SAMS em Secções Regionais Angra de Heroísmo Évora Funchal Tomar Castelo Branco Covilhã Faro Horta Ponta Delgada
Atribuição de Comparticipações António Gouveia Palmira Carvalho
Palmira Carvalho António Gouveia
O SAMS PICS – Prestação Integrada de Cuidados de Saúde – representa uma nova solução organizativa, visando a gestão profissional das Unidades Prestadoras de Cuidados de Saúde do SAMS.
A Comissão Executiva é nomeada pela Direção do Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas.
Constituição da Comissão Executiva Presidente
Rui Fernando da Cunha Mendes Riso
Vogal e Diretor Clínico
Faustino Ferreira
Vogal
José Carlos Caiado
Integram o SAMS Prestação Integrada de Cuidados de Saúde as seguintes Unidades: − Hospital SAMS;
− Centro Clínico de Lisboa;
− Clínicas SAMS – Almada, Amadora, Barreiro, Odivelas, Parede, Setúbal, Santarém, Torres Vedras, ISCTE;
− SAMS Optical – Loja Central no Centro Clínico de Lisboa com atendimento nas Clínicas SAMS Almada, Amadora, Barreiro, Odivelas e Parede, bem como nas clínicas regionais de Faro, Santarém, Setúbal e Tomar;
− SAMS Pharma – Centro Clínico de Lisboa.
COMISSÃO EXECUTIVA SAMS PICS 3.1. Gestão
3.2.1. Análise Global
O quadro de pessoal do SAMS, em 2016, registou uma diminuição correspondente a 42 unidades.
Esta evolução assenta sobretudo na diminuição de enfermeiros, com uma variação de -19 unidades (-7%), nos médicos com -15 unidades (-4%) e nos assistentes clínicos com -5 unidades (-15%).
3.2. Recursos Humanos
3. ORGANIZAÇÃO E RECURSOS
O Hospital SAMS, com 506 pessoas, representa cerca de 39% do pessoal ao serviço do SAMS.
Os maiores decréscimos de pessoal verificaram-se no Hospital SAMS (em 21 pessoas) e no Centro Clínico de Lisboa (em 20 pessoas).
Distribuição por Funções
Distribuição por Empresa
2015 2014 Nº (%) Nº Nº 16/15 15/14 Médicos 346 27% 361 371 -4% -3% Farmacêuticos 5 0% 5 5 0% 0% Enferm. / Tdt 384 30% 402 397 -4% 1% Enfermeiros 266 20% 285 277 -7% 3% Técn. Diagn. Terap. 118 9% 117 120 1% -3% Administrativos 83 6% 87 92 -5% -5% A. Clínicos 28 2% 33 32 -15% 3% Auxiliares 454 35% 454 456 0% 0%
Aux. Prest. Interna Serviços 398 31% 414 424 -4% -2%
Outros Auxiliares 56 4% 40 32 40% 25%
TOTAL 1.300 100% 1.342 1353 -3% -1%
NATUREZA DE FUNÇÕES 2016 Variação
2015 2014 Nº (%) Nº Nº 16/15 15/14 Administrativas 93 7% 100 111 -7% -10% F. Enquadramento 14 1% 14 21 0% -33% Funções Especificas 8 1% 8 9 0% -11% Funções Administrativas 62 5% 67 67 -7% 0% Funções Auxiliares 9 1% 11 14 -18% -21% Clínicas 1.207 93% 1.242 1.242 -3% 0% F. Enquadramento 26 2% 31 28 -16% 11% Funções Especificas 710 55% 742 746 -4% -1% Funções Auxiliares 471 36% 469 468 0% 0% TOTAL 1.300 100% 1.342 1.353 -3% -1%
NATUREZA DE FUNÇÕES 2016 Variação
2015 2014
Nº (%) Nº Nº 16/15 15/14
Hospital SAMS 506 39% 527 531 -4% -1%
Centro Clínico de Lisboa 471 36% 491 495 -4% -1%
Clínicas SAMS 149 11% 149 143 0% 4%
Cl. SAMS em Secções Regionais 67 5% 70 73 -4% -4%
Lar 36 3% 36 37 0% -3%
S.Centrais e Apoio 71 5% 69 74 3% -7%
TOTAL 1.300 100% 1.342 1.353 -3% -1%
Dos 346 médicos referidos:
– 82 exercem a sua actividade a tempo completo ou tempo completo prolongado, à qual correspondem 159.900 horas anuais; e
– 264 exercem a sua actividade a tempo parcial, à qual correspondem 175.656 horas anuais. Daqui se infere que o total de horas atribuídas corresponderia a 184 médicos em regime de tempo completo. Em relação aos 266 enfermeiros referidos:
– 246 exercem a sua actividade a tempo completo ou tempo completo prolongado, à qual correspondem 460.200 horas anuais; e
– 20 exercem a sua actividade a tempo parcial, à qual correspondem 18.083 horas anuais.
Assim, o total de horas atribuídas a pessoal de enfermagem corresponderia a 263 unidades de trabalho em regime de tempo completo.
3.2. Recursos Humanos
3.2.1. Análise Global
Distribuição por Empresa
Indicadores 2016 2015 2014 Nº Nº Nº 16/15 15/14 Efectivos (%) 90 87 88 4% -2% A Tempo Completo (%) 76 75 75 1% 0% Género (%) Masculino 52 52 51 0% 1% Feminino 46 46 46 0% 1% Média (anos) Idade 48,9 48,9 48,4 0% 1% Antiguidade 17,1 17,1 16,6 0% 3% Movimentação (Nº ) Entradas 55 51 99 8% -48% Saídas 96 70 45 37% 56% IRCT aplicável (Nº)
ACT Sector Bancário 111 121 125 -8% -3%
Normas Reguladoras / CIT 203 191 194 6% -2%
AE 986 1030 1034 -4% 0% Medicos 268 276 283 -3% -2% Enfermeiros 256 273 267 -6% 2% Téc. Diag. Terap. 112 111 105 1% 6% Adm./Aux. 350 370 379 -5% -2% INDICADORES Variação
3. ORGANIZAÇÃO E RECURSOS
3.2. Recursos Humanos
O Hospital do SAMS, com 506 pessoas, representa cerca de 43% do pessoal ao serviço do SAMS PICS. 3.2.2. SAMS Prestação Integrada de Cuidados de Saúde
O quadro de pessoal do SAMS PICS, em 2016, registou 1.166 unidades, das quais 35% são auxiliares, 26% médicos e 32% enfermeiros e técnicos de diagnóstica e terapêutica.
Distribuição por Funções
Distribuição por Empresa
2015 2014 Nº (%) Nº Nº 16/15 15/14 Médicos 307 26% 319 327 -4% -2% Farmacêuticos 5 0% 5 5 0% 0% Enferm. / Tdt 370 32% 388 381 -5% 2% Enfermeiros 254 22% 273 263 -7% 4% Técn. Diagn. Terap. 116 10% 115 118 1% -3% Administrativos 52 4% 56 58 -7% -3% A. Clínicos 28 2% 33 32 -15% 3% Auxiliares 404 35% 405 406 0% 0%
Aux. Prest. Interna Serviços 353 30% 371 380 -5% -2%
Outros Auxiliares 51 4% 34 26 50% 31%
TOTAL 1.166 100% 1.206 1209 -3% 0%
NATUREZA DE FUNÇÕES 2016 Variação
2015 2014 Nº (%) Nº Nº 16/15 15/14 ADMINISTRATIVAS 58 5% 66 73 -12% -10% F. Enquadramento 9 1% 10 17 -10% -41% Funções Especificas 5 0% 5 6 0% -17% Funções Administrativas 38 3% 43 40 -12% 8% Funções Auxiliares 6 1% 8 10 -25% -20% CLÍNICAS 1.108 95% 1.140 1.136 -3% 0% F. Enquadramento 26 2% 30 27 -13% 11% Funções Especificas 657 56% 687 687 -4% 0% Funções Auxiliares 425 36% 423 422 0% 0% TOTAL 1.166 100% 1.206 1.209 -3% 0%
NATUREZA DE FUNÇÕES 2016 Variação
2015 2014
Nº (%) Nº Nº 16/15 15/14
Hospital SAMS 506 43% 527 531 -4% -1%
Centro Clínico de Lisboa 471 40% 491 495 -4% -1%
Clínicas SAMS 149 13% 149 143 0% 4%
TOTAL 1.166 100% 1.206 1.209 -3% 0%
3.2. Recursos Humanos
As Clínicas SAMS em Secções Regionais, com 67 pessoas, representam 50% do pessoal ao serviço do SAMS Apoio Social.
3.2.3. SAMS Apoio Social
O quadro de pessoal do SAMS Apoio Social, em 2016, registou 134 unidades, das quais 37% são auxiliares, 29% médicos, 23% administrativos e 9% enfermeiros.
Distribuição por Funções
Distribuição por Empresa
2015 2014 Nº (%) Nº Nº 16/15 15/14 Médicos 39 29% 42 44 -7% -5% Enferm. / Tdt 14 10% 14 16 0% -13% Enfermeiros 12 9% 12 14 0% -14% Técn. Diagn. Terap. 2 1% 2 2 0% 0% Administrativos 31 23% 31 34 0% -9% Auxiliares 50 37% 49 50 2% -2%
Aux. Prest. Interna Serviços 45 34% 43 44 5% -2%
Outros Auxiliares 5 4% 6 6 -17% 0%
TOTAL 134 100% 136 144 -1% -6%
NATUREZA DE FUNÇÕES 2016 Variação
2015 2014 Nº (%) Nº Nº 16/15 15/14 ADMINISTRATIVAS 35 26% 34 38 3% -11% F. Enquadramento 5 4% 4 4 25% 0% Funções Especificas 3 2% 3 3 0% 0% Funções Administrativas 24 18% 24 27 0% -11% Funções Auxiliares 3 2% 3 4 0% -25% CLÍNICAS 99 74% 102 106 -3% -4% F. Enquadramento 0 0% 1 1 -100% 0% Funções Especificas 53 40% 55 59 -4% -7% Funções Auxiliares 46 34% 46 46 0% 0% TOTAL 134 100% 136 144 -1% -6%
NATUREZA DE FUNÇÕES 2016 Variação
2015 2014
Nº (%) Nº Nº 16/15 15/14
Cl. SAMS em Secções Regionais 67 50% 70 73 -4% -4%
Lar 36 27% 36 37 0% -3%
S.Centrais e Apoio 31 23% 30 34 3% -12%
TOTAL 134 100% 136 144 -1% -6%
O considerável aumento de atividade na área da saúde tem exigido uma resposta em linha por parte dos Sistemas e Tecnologias de Informação e de Projetos Organizativos de diversa natureza e impacto.
No contexto da atividade desenvolvida em 2016, os projetos de índole tecnológica permitiram manter uma vez mais a aposta no reforço qualitativo das condições de suporte ao Negócio, dando continuidade à mudança estratégica em curso e com vista à otimização de processos, redução de custos, melhorando, sempre que possível, os níveis de serviço prestados, a segurança, a robustez e a disponibilidade das soluções.
Entre os projetos em desenvolvimento, salienta-se o denominado “Programa de Reformulação do Sistema de Informação” e, desde 2013, o novo ‘Plano Diretor de Sistemas’, incidindo, no caso do SAMS, particularmente em:
– Projeto de Prestação de Cuidados de Saúde, com recurso à solução TrakCare, a qual, em 2016, evoluiu principalmente ao nível de Upgrade para a versão T2015 (Configuração, formação & testes, acompanhamento do arranque);
– Implementação de solução de identificação e rastreabilidade do doente com instalação de 35 equipamentos para emissão de pulseiras;
– Apoio na acreditação de 5 unidades no Hospital, Bloco Operatório, Serviços Farmacêuticos, Microbiologia, Medicina Intensiva, Endoscopia;
– Início do projeto de comunicação eletrónica das receitas com a Associação Nacional de Farmácia; – Prescrição Eletróncia Medicamentos (PEM) - Desmaterialização da receita de medicamentos em
regime de ambulatório;
– Início do Novo projeto de Facturação | Trakcare e modelo de Contabilização em NAV; – Início do desenvolvimento de uma APP para gestão de utentes e beneficiários;
– Atividades de apoio, gestão e manutenção da solução de suporte á atividade da saúde.
Embora com horizontes transversais aos diversos organismos do SBSI, terão significativo impacto no SAMS iniciativas como:
– Início do processo de Gestão documental e Desmaterialização, com análise à área de Recursos Humanos e à Secção de Sócios e Beneficiários;
– Implementação de serviços de segurança de sites do SBSI e SAMS; – Desenvolvimento de projetos de segurança e reformulação de redes; – Reformulação da ferramenta de IT Governance – EasyVista.
3. ORGANIZAÇÃO E RECURSOS
Conforme explicitado na Demonstração de Fluxos de Caixa, os recursos financeiros do SAMS provêm de três tipos de atividade:
– Atividade Operacional: recebimentos relacionados com a prestação de serviços do SAMS e de contribuições e subsídios;
– Atividade de Investimento: composta por ganhos em imobilizado (abates ou alienações) e ganhos financeiros (juros obtidos);
– Atividade de Financiamento: que proveem da obtenção de financiamento externo (empréstimos). Em 2016, os recebimentos efetivos apresentam uma diminuição de 2,8 milhões de euros (-2%), no conjunto das Atividades Operacionais que detêm maior peso na estrutura de Recursos Financeiros e das Atividades de Financiamento.
Neste tipo de recursos, as contribuições representam 66% do total, tendo tido, uma diminuição de 1,8 milhões de euros (-2%). Nota, ainda, para os recebimentos provenientes da Prestação de Serviços, que apresentam um aumento de 2,2 milhões de euros (+5%).
3.4. Recursos Financeiros
(Valores em Euros)
2015 2014
Valor (%) Valor Valor 16/15 15/14
Actividades Operacionais 132.814.671 100% 132.043.862 127.291.736 1% 4% Beneficiários, Utentes e Organismos 43.511.686 33% 41.326.156 34.559.240 5% 20% Contribuições 88.221.246 66% 89.978.232 90.790.685 -2% -1% Recebimentos Rel. Act. Operacionais 1.081.739 1% 739.474 1.941.811 46% -62% Actividades de Investimento 123.034 0% 168.452 496.780 -27% -66% Imobilizações Corpóreas 772 1% 40.461 31.260 -98% 29% Juros e Proveitos Similares 122.262 99% 127.991 465.520 -4% -73%
Actividades de Financiamento 0 0% 3.500.000 0 -
-Operações de Financiamento 0 0% 3.500.000 0 -100%
-TOTAL DE RECEBIMENTOS 132.937.705 100% 135.712.314 127.788.516 -2% 6%
Para a realização dos objectivos da sua actividade, o SAMS utiliza as seguintes instalações : 3. ORGANIZAÇÃO E RECURSOS
3.5. Instalações
Em algumas das referidas instalações, foram efectuados, em 2016, obras de construção ou beneficiação com algum significado, de que salientamos as seguintes:
– Hospital SAMS:
o Adaptação das instalações do Hospital ao projeto segurança;
o Instalação de sistema de monitorização de temperatura nos frigoríficos médicos. – Centro Clínico de Lisboa: